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Para Candau (2000), vem crescendo a consciência da necessidade de um caráter multicultural nas escolas.


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Luanna Barbosa

Há mais de um mês

Recorrendo a Moreira e Candau (2003), a problemática das relações entre escola e cultura é inerente a todo processo educativo, pois não existe educação que não esteja imersa na cultura da humanidade. A escola é uma instituição cultural, sendo assim, as relações entre escola e cultura não podem ser concebidas como dois pólos independentes, ao contrário, constituem uma teia tecida no cotidiano, com fios e nós profundamente articulados. Partindo dessas primeiras considerações, o nosso objetivo, dentre outros, é analisar alguns termos, questões e aproximações que favoreçam a discussão e, ao mesmo tempo, alertar para o importante papel da escola ao trabalhar as relações entre educação e cultura(s). A temática é complexa, em processo de construção e em busca de novas contribuições, que gerem novas ações práticas e pedagógicas. Nosso trabalho só foi possível, tendo em vista as diversas fontes teóricas primárias com as quais dialogamos, na tentativa de articular tais discussões. Destacamos: Candau ( 2000, 2002, 2005); Hall (1997); Gonçalves ( 2004,); Mclaren (2000a , 2000b); Moreira e Candau (2003) entre outros, que através de suas pesquisas estão construindo caminhos que nos fazem refletir sobre as formas de encaminhar as questões multiculturais inseridas na atual sociedade globalizada que é, por excelência, uma sociedade permeada de antagonismos, tensões e conflitos, mas também de possibilidades. É neste contexto social que se encontram as pessoas e os grupos sociais excluídos, seja pela sua raça, cor, credo e opção sexual. Articular igualdade, diferença, cultura(s), diversidade cultural e cotidiano escolar constitui um dos maiores desafios para a construção de uma escola verdadeiramente democrática. Se, por um lado a multiculturalidade é concretamente a realidade social de determinados grupos excluídos e marginalizados, por outro, a interculturalidade, poderíamos assim dizer, é uma tentativa de proposta educacional fundamentada em alguns princípios que a sustentam a caracterizam.

Recorrendo a Moreira e Candau (2003), a problemática das relações entre escola e cultura é inerente a todo processo educativo, pois não existe educação que não esteja imersa na cultura da humanidade. A escola é uma instituição cultural, sendo assim, as relações entre escola e cultura não podem ser concebidas como dois pólos independentes, ao contrário, constituem uma teia tecida no cotidiano, com fios e nós profundamente articulados. Partindo dessas primeiras considerações, o nosso objetivo, dentre outros, é analisar alguns termos, questões e aproximações que favoreçam a discussão e, ao mesmo tempo, alertar para o importante papel da escola ao trabalhar as relações entre educação e cultura(s). A temática é complexa, em processo de construção e em busca de novas contribuições, que gerem novas ações práticas e pedagógicas. Nosso trabalho só foi possível, tendo em vista as diversas fontes teóricas primárias com as quais dialogamos, na tentativa de articular tais discussões. Destacamos: Candau ( 2000, 2002, 2005); Hall (1997); Gonçalves ( 2004,); Mclaren (2000a , 2000b); Moreira e Candau (2003) entre outros, que através de suas pesquisas estão construindo caminhos que nos fazem refletir sobre as formas de encaminhar as questões multiculturais inseridas na atual sociedade globalizada que é, por excelência, uma sociedade permeada de antagonismos, tensões e conflitos, mas também de possibilidades. É neste contexto social que se encontram as pessoas e os grupos sociais excluídos, seja pela sua raça, cor, credo e opção sexual. Articular igualdade, diferença, cultura(s), diversidade cultural e cotidiano escolar constitui um dos maiores desafios para a construção de uma escola verdadeiramente democrática. Se, por um lado a multiculturalidade é concretamente a realidade social de determinados grupos excluídos e marginalizados, por outro, a interculturalidade, poderíamos assim dizer, é uma tentativa de proposta educacional fundamentada em alguns princípios que a sustentam a caracterizam.

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