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qual diferença entre ativismo judicial e a judicialização?


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Júnior Oliveira

Há mais de um mês

Nos ensinamentos de Luís Roberto Barroso (in Judicialização, Ativismo Judicial e Legitimidade Democrática, 2008), "a Judicialização significa que algumas questões de larga repercussão política ou social estão sendo decididas por órgãos do Poder Judiciário, e não pelas instâncias políticas tradicionais: o Congresso Nacional e o Poder Executivo – em cujo âmbito se encontram o Presidente da República, seus ministérios e a administração pública em geral. Como intuitivo, a judicialização envolve uma transferência de poder para juízes e tribunais, com alterações significativas na linguagem, na argumentação e no modo de participação da sociedade."

Ainda segundo Luís Roberto Barroso, "o ativismo judicial tem origem na jurisprudência norteamericana. Registre-se que o ativismo foi, em um primeiro momento, de natureza conservadora (...) e nos 6 primeiros anos da Corte Burger (até 1973), produziu jurisprudência progressista em matéria de direitos fundamentais, sobretudo envolvendo negros (Brown v. Board of Education, 1954), acusados em processo criminal (Miranda v. Arizona, 1966) e mulheres (Richardson v. Frontiero, 1973).

Nos ensinamentos de Luís Roberto Barroso (in Judicialização, Ativismo Judicial e Legitimidade Democrática, 2008), "a Judicialização significa que algumas questões de larga repercussão política ou social estão sendo decididas por órgãos do Poder Judiciário, e não pelas instâncias políticas tradicionais: o Congresso Nacional e o Poder Executivo – em cujo âmbito se encontram o Presidente da República, seus ministérios e a administração pública em geral. Como intuitivo, a judicialização envolve uma transferência de poder para juízes e tribunais, com alterações significativas na linguagem, na argumentação e no modo de participação da sociedade."

Ainda segundo Luís Roberto Barroso, "o ativismo judicial tem origem na jurisprudência norteamericana. Registre-se que o ativismo foi, em um primeiro momento, de natureza conservadora (...) e nos 6 primeiros anos da Corte Burger (até 1973), produziu jurisprudência progressista em matéria de direitos fundamentais, sobretudo envolvendo negros (Brown v. Board of Education, 1954), acusados em processo criminal (Miranda v. Arizona, 1966) e mulheres (Richardson v. Frontiero, 1973).

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