A maior rede de estudos do Brasil

Texto dissertativo expositivo sobre o forró na Bahia?

Português

EE Colegio Estadual Senhor Do Bonfim


1 resposta(s)

User badge image

Jô anunciador

Há mais de um mês

O mês de junho na Bahia é inteiramente dedicado aos festejos típicos das festas da roça. A tradição foi trazida pelos portugueses, mas ganhou contornos característicos no Brasil, especialmente no Nordeste. O mais festejado dentre os santos, João Batista, foi o padrinho de Jesus Cristo. Em sua homenagem, são acesas fogueiras no dia 23 de junho, véspera do seu dia. 

Confira o mapa dos festejos juninos na Bahia

Durante todo o mês, o forró e as comidas típicas tomam conta da maioria dos municípios baianos e até na capital o clima é de interior. Em diversas localidades é possível dançar juntinho, comer canjica, milho assado e cozido, bolo de aipim, laranja, milho e tapioca, beber licor e tudo o mais que lembre a vida no interior, até as vestimentas simples e coloridas.

Na Bahia, os festejos em homenagem aos santos “juninos” já começam no primeiro dia do mês, com as trezenas em louvor a Santo Antônio, comemorado no dia 13. São João (24) e São Pedro (29) são os outros santos juninos. Junto com o carnaval, o São João é a maior festa popular da Bahia, e movimenta um fluxo interno inigualável. Todo ano, as empresas de ônibus intermunicipais colocam 1.400 horários extras nesta época. Neste ano, a estimativa´da Agerba e das empresas é que o número chegue a 1.500 até o dia 23. As cidades mais procuradas são Cachoeira, Cruz das Almas, Amargosa, Senhor do Bonfim, Juazeiro e Porto Seguro.

As festas juninas também movimentam a economia dos municípios do interior onde são tradicionais. Em alguns deles, a comemoração do São João é tão expressiva, que a cidade se preparar durante todo o ano. Cruz das Almas. Conhecido pela tradição das perigosas guerras de espada, o São João do município, que fica a 142 Km de Salvador, está no rol dos mais animados e procurados pelos turistas.

Este ano a organização da festa espera receber 70 mil visitantes, mais que os 56 mil habitantes. A espada é um rojão que é aceso e lançado próximo ao chão e sai em disparada, sem rumo, feito um foguete. Os “espadeiros” divertem-se lançando os rojões uns contra os outros. Em 2005, a fabricação e o uso foram regulamentados por lei.

Apesar de perigosa, a guerra de espadas é uma das principais atrações da festa. A “brincadeira” com os fogos de artifício está oficialmente liberada pela Prefeitura a partir do dia 23, em ruas e espaços restritos. Em 2005, 269 pessoas foram atendidas no hospital do município feridas por espadas. Em 2006, o número no mesmo período caiu para 214.

Quem preferir dançar forró a ver o espetáculo luminoso das espadas, pode ir até a Praça Sumaúma, onde tocam as atrações Mastruz, Zelito Miranda, Saia Rodada, Estakazero, Magníficos, Adelmário Coelho, Brucelose, Del Feliz, Santana, Acarajé com Camarão e Nino Coutinho, além de bandas locais. Outro município onde a festa de São João tem destaque pela quantidade de turistas que atrai é Amargosa. Em 2006, recebeu mais de 90 mil pessoas em cinco dias de festa.

Além de um megaevento realizado pelo governo local, Amargosa sedia, há 11 anos, o Forró do Piu Piu, uma das maiores festas fechadas do São João baiano, que atrai um público de maioria jovem, de Salvador e cidades vizinhas. Neste ano, a festa terá animação de Asa de Águia, Tio Barnabé e Magníficos. O preço não desanima os forrozeiros: R$ 120 por pessoa e R$ 200 no camarote. Mas a festa na praça, que é gratuita, não deixa a desejar. Uma multidão é esperada para ver Banda Calypso, Calcinha Preta, Magníficos, Estakazero e Santana.

Cruz das Almas também tem seu espaço alternativo. O Forró do Bosque reúne Aviões do Forró, Skank, Motumbá, Tio Barnabé, Bruno e Marrone, Flávio José, Rapazolla e Negra Cor, em dois dias. Eventos do tipo são realizadas também em outros locais, a exemplo de Senhor do Bonfim, que tem o Forró do Sfrega, Santo Antônio de Jesus, com o Forró do Visgo e Ibicuí, onde acontece o Forró do Tico Mia. (confira infográfico)

O interior da Bahia tem ainda muita diversidade para oferecer. No São João do Recôncavo, em cidades como Cachoeira e Maragojipe, por exemplo, os ritmos juninos como forró e xote se misturam à tradição local, que inclui o samba de roda, resultando numa festa única. Grupos locais se apresentam junto com outras bandas nos dias mais quentes da festa.

Na Chapada Diamantina, as belezas naturais são aliadas dos festejos juninos nas cidades da região e ajudam a atrair ainda mais turistas. Segundo o diretor administrativo da Bahiatursa, Luiz Otávio Borges, o órgão leva jornalistas internacionais para visitar a região neste mês, exatamente para divulgar o turismo aproveitando o mês festivo.

O São João no Pelô se consolidou como a melhor opção para quem não planejou viajar e, apesar dos rumores de que seriaa cancelado neste ano, será realizado em sua sétima edição. A diferença, em relação aos anos anteriores, é que a festa será restrita aos dias 23 e 24. Em edições anteriores, acontecia em quatro ou cinco dias.

Estão confirmadas atrações infantis, como Meninos do Pelô e Boiada Multicor, o I Festival de Samba Junini, com bandas de diversos bairros de Salvador, e trios de forró. Enquanto a festa do ano passado gastou R$ 700 mil, este ano a Secretaria de Cultura garante que desembolsou apenas R$ 16o mil para os festejos.

Com poucas opções de forró na capital, cidades vizinhas passam a ser opções ainda mais atraentes para quem não dispõe de muito tempo para viajar. Dias D’Ávila, Camaçari, Lauro de Freitas e a Ilha de Itaparica, por exemplo, oferecem atrações que prometem um forró animado próximo à capital.

Lauro de Freitas terá festa na Praça da Matriz, como manda a tradição das pequnas cidades do interior baiano. Cerca de mil pesssoas são aguardadas para o arrasta-pé na sexta, 22, e sábado, 23, a partir das 21h. A abertura fica por conta do forrozeiro Targino Gondim. Em Camaçari, o Camaforró mantém os habitantes na cidade e ainda atrai visitantes. Este ano a principal atração é o cantor Leonardo. Em Itaparica, até maculelê, capoeira, puxada de rede e dança afro entram no cardápio de atrações.

  

O mês de junho na Bahia é inteiramente dedicado aos festejos típicos das festas da roça. A tradição foi trazida pelos portugueses, mas ganhou contornos característicos no Brasil, especialmente no Nordeste. O mais festejado dentre os santos, João Batista, foi o padrinho de Jesus Cristo. Em sua homenagem, são acesas fogueiras no dia 23 de junho, véspera do seu dia. 

Confira o mapa dos festejos juninos na Bahia

Durante todo o mês, o forró e as comidas típicas tomam conta da maioria dos municípios baianos e até na capital o clima é de interior. Em diversas localidades é possível dançar juntinho, comer canjica, milho assado e cozido, bolo de aipim, laranja, milho e tapioca, beber licor e tudo o mais que lembre a vida no interior, até as vestimentas simples e coloridas.

Na Bahia, os festejos em homenagem aos santos “juninos” já começam no primeiro dia do mês, com as trezenas em louvor a Santo Antônio, comemorado no dia 13. São João (24) e São Pedro (29) são os outros santos juninos. Junto com o carnaval, o São João é a maior festa popular da Bahia, e movimenta um fluxo interno inigualável. Todo ano, as empresas de ônibus intermunicipais colocam 1.400 horários extras nesta época. Neste ano, a estimativa´da Agerba e das empresas é que o número chegue a 1.500 até o dia 23. As cidades mais procuradas são Cachoeira, Cruz das Almas, Amargosa, Senhor do Bonfim, Juazeiro e Porto Seguro.

As festas juninas também movimentam a economia dos municípios do interior onde são tradicionais. Em alguns deles, a comemoração do São João é tão expressiva, que a cidade se preparar durante todo o ano. Cruz das Almas. Conhecido pela tradição das perigosas guerras de espada, o São João do município, que fica a 142 Km de Salvador, está no rol dos mais animados e procurados pelos turistas.

Este ano a organização da festa espera receber 70 mil visitantes, mais que os 56 mil habitantes. A espada é um rojão que é aceso e lançado próximo ao chão e sai em disparada, sem rumo, feito um foguete. Os “espadeiros” divertem-se lançando os rojões uns contra os outros. Em 2005, a fabricação e o uso foram regulamentados por lei.

Apesar de perigosa, a guerra de espadas é uma das principais atrações da festa. A “brincadeira” com os fogos de artifício está oficialmente liberada pela Prefeitura a partir do dia 23, em ruas e espaços restritos. Em 2005, 269 pessoas foram atendidas no hospital do município feridas por espadas. Em 2006, o número no mesmo período caiu para 214.

Quem preferir dançar forró a ver o espetáculo luminoso das espadas, pode ir até a Praça Sumaúma, onde tocam as atrações Mastruz, Zelito Miranda, Saia Rodada, Estakazero, Magníficos, Adelmário Coelho, Brucelose, Del Feliz, Santana, Acarajé com Camarão e Nino Coutinho, além de bandas locais. Outro município onde a festa de São João tem destaque pela quantidade de turistas que atrai é Amargosa. Em 2006, recebeu mais de 90 mil pessoas em cinco dias de festa.

Além de um megaevento realizado pelo governo local, Amargosa sedia, há 11 anos, o Forró do Piu Piu, uma das maiores festas fechadas do São João baiano, que atrai um público de maioria jovem, de Salvador e cidades vizinhas. Neste ano, a festa terá animação de Asa de Águia, Tio Barnabé e Magníficos. O preço não desanima os forrozeiros: R$ 120 por pessoa e R$ 200 no camarote. Mas a festa na praça, que é gratuita, não deixa a desejar. Uma multidão é esperada para ver Banda Calypso, Calcinha Preta, Magníficos, Estakazero e Santana.

Cruz das Almas também tem seu espaço alternativo. O Forró do Bosque reúne Aviões do Forró, Skank, Motumbá, Tio Barnabé, Bruno e Marrone, Flávio José, Rapazolla e Negra Cor, em dois dias. Eventos do tipo são realizadas também em outros locais, a exemplo de Senhor do Bonfim, que tem o Forró do Sfrega, Santo Antônio de Jesus, com o Forró do Visgo e Ibicuí, onde acontece o Forró do Tico Mia. (confira infográfico)

O interior da Bahia tem ainda muita diversidade para oferecer. No São João do Recôncavo, em cidades como Cachoeira e Maragojipe, por exemplo, os ritmos juninos como forró e xote se misturam à tradição local, que inclui o samba de roda, resultando numa festa única. Grupos locais se apresentam junto com outras bandas nos dias mais quentes da festa.

Na Chapada Diamantina, as belezas naturais são aliadas dos festejos juninos nas cidades da região e ajudam a atrair ainda mais turistas. Segundo o diretor administrativo da Bahiatursa, Luiz Otávio Borges, o órgão leva jornalistas internacionais para visitar a região neste mês, exatamente para divulgar o turismo aproveitando o mês festivo.

O São João no Pelô se consolidou como a melhor opção para quem não planejou viajar e, apesar dos rumores de que seriaa cancelado neste ano, será realizado em sua sétima edição. A diferença, em relação aos anos anteriores, é que a festa será restrita aos dias 23 e 24. Em edições anteriores, acontecia em quatro ou cinco dias.

Estão confirmadas atrações infantis, como Meninos do Pelô e Boiada Multicor, o I Festival de Samba Junini, com bandas de diversos bairros de Salvador, e trios de forró. Enquanto a festa do ano passado gastou R$ 700 mil, este ano a Secretaria de Cultura garante que desembolsou apenas R$ 16o mil para os festejos.

Com poucas opções de forró na capital, cidades vizinhas passam a ser opções ainda mais atraentes para quem não dispõe de muito tempo para viajar. Dias D’Ávila, Camaçari, Lauro de Freitas e a Ilha de Itaparica, por exemplo, oferecem atrações que prometem um forró animado próximo à capital.

Lauro de Freitas terá festa na Praça da Matriz, como manda a tradição das pequnas cidades do interior baiano. Cerca de mil pesssoas são aguardadas para o arrasta-pé na sexta, 22, e sábado, 23, a partir das 21h. A abertura fica por conta do forrozeiro Targino Gondim. Em Camaçari, o Camaforró mantém os habitantes na cidade e ainda atrai visitantes. Este ano a principal atração é o cantor Leonardo. Em Itaparica, até maculelê, capoeira, puxada de rede e dança afro entram no cardápio de atrações.

  

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos estudantes