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Resenha critica lei 8080 de 1990


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Gabrieli Menon

Há mais de um mês

MENON, LUCIMARA FORTE

UNINGÁ CENTRO UNIVERSITÁRIO INGÁ

FARMACIA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Componente Curricular

Estágio Curricular Supervisionado I-Unidade Básica de Saúde (UBS)

 

 

Curitiba-PR

Novembro 2020

RESENHA CRITICA DA LEI 8080

 

A obra que será descrita trata-se da Lei n. 8.080 de 19 de setembro de 1990, sancionada pelo Presidente da República, Sr. Fernando Afonso Collor de Mello, e decretada pelo Congresso Nacional, foi publicada com seus 55 artigos no Diário Oficial da União em 20 de setembro de 1990 e começou a vigorar desde então.

Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, mudando assim de um modelo de exclusão para um formato de inclusão social, passando assim a organizar o funcionamento dos serviços. Vigorando em todo o território nacional, para qualquer ação ou serviço de saúde realizado por pessoas naturais ou jurídicas de direito público ou privado, por órgãos e instituições públicas federais, estaduais e municipais. Instituiu o SUS.

                                                                                              

 

CAPÍTULO I

 

Todos os Seres Humanos tem direito a prestação dos serviços de saúde básica e de especialidades, sendo esse fornecido pelo Estado, no entanto é muito grande os desafios a ser enfrentados devido ao nosso país ser de dimensões continentais com extensão territorial de 8.514.876 Km², e várias realidades diferentes de regiões.

Estão incluídas na lei não só o atendimento à população, mas também a execução de ações de vigilância sanitária, epidemiológica, da saúde do trabalhador e de assistência terapêutica.

É dever do Estado de garantir à saúde, esta Lei consiste na formulação e execução de políticas econômicas e sociais que visem à redução de riscos de doenças e de outros agravos enfocando mais nas ações de promoção, proteção e recuperação e no estabelecimento de condições que assegurem acesso universal e igualitário às ações e aos serviços. Entretanto, o dever do Estado não exclui o dever das pessoas, da família, das empresas e da sociedade. A saúde tem como fatores determinantes a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais; os níveis de saúde da população expressam a organização social e econômica do País, promovendo condições de bem estar físico, mental e social, mudando assim o conceito de SAÚDE. Constituem o Sistema Único de Saúde (SUS) as ações e os serviços de saúde de instituições públicas federais, estaduais e municipais.

Descentralização político-administrativa é reforçada na forma dos serviços e das ações de saúde, com redistribuição de atribuições e recursos em direção aos municípios.

Execução de ações na saúde do trabalhador, vigilância nutricional.

Participação orçamentária para à saúde, garantir a gratuidade das ações e dos serviços nos atendimentos públicos e privados.

 

CAPÍTULO II

 

Seus princípios e diretrizes:

 

Universalidade de acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de assistência.

Integralidade de assistência em todos os níveis de complexidade do sistema.

Preservação da autonomia das pessoas na defesa de sua integridade física e moral.

Igualdade da assistência à saúde, sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie.

Direito a informação, as pessoas assistidas, sobre sua saúde.

Divulgação de informações quanto ao potencial dos serviços de saúde e sua utilização pelo usuário.

Utilização da epidemiologia para o estabelecimento de prioridades, a alocação e recursos e orientação programática.

Participação da comunidade.

Descentralização político-administrativa com direção única em cada esfera de governo.

Integração em nível executivo, das ações de saúde, meio ambiente e saneamento básico.

Conjugação dos recursos financeiros tecnológicos, materiais e humanos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, na prestação de serviços de assistência a saúde da população.

Participação da comunidade como uma diretriz regulamentada pela LOS 8.142 de 1.990.

A Lei 8080 tem como doutrina universalidade, integralidade e equidade, preza o acesso a saúde para todos os cidadãos.

Que todas as pessoas são iguais perante a Lei e com um sistema social justo.

 

 

CAPÍTULO III

 

 

Obrigações do Estado:

Vigilância Sanitária

Vigilância Epidemiológica

Saúde do Trabalho

Assistência Terapêutica integral inclusive farmacêutica

     É dever do estado prover a saúde pública, através de políticas públicas de redução do risco de doenças, com campanhas educativas, de vigilância sanitária, de desenvolvimento de recursos humanos, alimentação saudável, construir hospitais, centros ambulatoriais e postos de saúde.

 

CAPÍTULO IV

 

A União poderá executar ações de vigilância epidemiológica e sanitária em circunstancias especiais, como na ocorrência de agravos inusitados a saúde, que possam escapar do controle da direção do SUS ou que representem risco de disseminação nacional, exemplo o que estamos vivendo no momento a pandemia do Coronavírus (COVID-19).

 

 

CAPÍTULO V

 

Da atenção à saúde Indígena a União deverá assegurar aporte adicional de recursos ao subsistema de atenção à saúde Indígena contemplando os aspectos de assistência à saúde, saneamento básico, nutrição, habilitação, meio ambiente, demarcação de terras, educação sanitária e integração ao SUS compreendendo a atenção primária, secundária e terciária a saúde.

 

CAPÍTULO VI

 

Assistência terapêutica e da Incorporação de tecnologia em saúde, inclui diretrizes para dispensação dos medicamentos. Oferta de procedimentos terapêuticos, em regime domiciliar, ambulatorial e hospitalar, critérios para diagnósticos de doenças, as posologias recomendadas o acompanhamento e a verificação dos resultados terapêuticos a serem seguidos pelos gestores do SUS.

 

CAPÍTULO VII

 

É através desta Lei que o Ministério da saúde determina diretrizes para repassar verbas e aplicação de recursos para Estados e Municípios.

As autoridades responsáveis pela distribuição da receita transferem ao FNS verbas para projetos e atividades executadas no SUS, fiscalizados pelos Conselhos de saúde.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CONCLUSÃO

 

Podemos observar que essa Lei expressa conquistas contidas na Constituição Federal, que o SUS é um processo Legal, que precisa de aperfeiçoamento e de apoio por parte do governo, principalmente no que se refere ao repasse de verbas.

Antes do SUS ter sido regulamentado em 1990, só eram atendidas as pessoas que tinham carteira assinada, contribuíam para a Previdência (INAMPS), caso contrário, era preciso pagar plano privado ou buscar atendimento em instituições filantrópicas como as Santas Casas de Misericórdia.

A Lei 8080 garante a todos os brasileiros o direito a qualquer pessoa ir a uma unidade básica de saúde ou a um hospital e receber atendimento gratuito. Medicamentos são fornecidos de graça para as doenças de diabetes, pressão alta, asma, AIDS e Alzheimer a uma população de 210,5 milhões de brasileiros.

O SUS não é apenas atendimento médico, mas também vigilância em saúde e fornecimento de medicamento.

Mesmo com todos os artigos e cuidados para que essa Lei regulamentasse e efetivasse o SUS, temos inúmeras críticas por parte dos usuários e funcionários do sistema, tais como a desorganização dos hospitais e dos ambulatórios, diminuição dos recursos e aumento de serviços, quantidade de médicos insuficientes, especialidades com muito mais dificuldade para atender toda a população, demora no encaminhamento de exames, insuficiência no repasse de verbas devido a crise que atinge profundamente a economia nacional.

Contudo temos resultados favoráveis com a implantação do SUS, como erradicação da poliomielite, diminuição nas taxas de incidência do sarampo, difteria, coqueluche, tétano acidental, queda dos casos e óbitos por tétano neonatal, queda na taxa de prevalência como malária, hanseníase, eliminação do triatoma infestans e esquistossomose.

Autossuficiência na produção nacional de vacinas e soros antipeçonhentos.

Acredito que após o ano de 2020 todos os assuntos relacionados à saúde serão levados com muito mais seriedade, é necessário que a população se intere melhor, conheça e saiba escolher melhor seus governantes, que haja menos corrupção e estes sejam sérios e honestos  e os recursos necessários  sejam repassados para melhora de todo o sistema, visto que no Brasil é grande a população que depende do SUS.

Certamente com mais participação de todos, mais interesse toda a população tem a ganhar, e o que é seu por direito vai ser cumprido com eficiência, mudando a realidade do nosso país.

 

Lucimara Forte Menon, Farmácia, Uningá

 

 

 

REFERÊNCIAS:

 

 

http:.www.brasilescola.com

http:www.planalto.gov.br

 

 

 MENON, LUCIMARA FORTE

UNINGÁ CENTRO UNIVERSITÁRIO INGÁ

FARMACIA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Componente Curricular

Estágio Curricular Supervisionado I-Unidade Básica de Saúde (UBS)

 

 

Curitiba-PR

Novembro 2020

RESENHA CRITICA DA LEI 8080

 

A obra que será descrita trata-se da Lei n. 8.080 de 19 de setembro de 1990, sancionada pelo Presidente da República, Sr. Fernando Afonso Collor de Mello, e decretada pelo Congresso Nacional, foi publicada com seus 55 artigos no Diário Oficial da União em 20 de setembro de 1990 e começou a vigorar desde então.

Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, mudando assim de um modelo de exclusão para um formato de inclusão social, passando assim a organizar o funcionamento dos serviços. Vigorando em todo o território nacional, para qualquer ação ou serviço de saúde realizado por pessoas naturais ou jurídicas de direito público ou privado, por órgãos e instituições públicas federais, estaduais e municipais. Instituiu o SUS.

                                                                                              

 

CAPÍTULO I

 

Todos os Seres Humanos tem direito a prestação dos serviços de saúde básica e de especialidades, sendo esse fornecido pelo Estado, no entanto é muito grande os desafios a ser enfrentados devido ao nosso país ser de dimensões continentais com extensão territorial de 8.514.876 Km², e várias realidades diferentes de regiões.

Estão incluídas na lei não só o atendimento à população, mas também a execução de ações de vigilância sanitária, epidemiológica, da saúde do trabalhador e de assistência terapêutica.

É dever do Estado de garantir à saúde, esta Lei consiste na formulação e execução de políticas econômicas e sociais que visem à redução de riscos de doenças e de outros agravos enfocando mais nas ações de promoção, proteção e recuperação e no estabelecimento de condições que assegurem acesso universal e igualitário às ações e aos serviços. Entretanto, o dever do Estado não exclui o dever das pessoas, da família, das empresas e da sociedade. A saúde tem como fatores determinantes a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais; os níveis de saúde da população expressam a organização social e econômica do País, promovendo condições de bem estar físico, mental e social, mudando assim o conceito de SAÚDE. Constituem o Sistema Único de Saúde (SUS) as ações e os serviços de saúde de instituições públicas federais, estaduais e municipais.

Descentralização político-administrativa é reforçada na forma dos serviços e das ações de saúde, com redistribuição de atribuições e recursos em direção aos municípios.

Execução de ações na saúde do trabalhador, vigilância nutricional.

Participação orçamentária para à saúde, garantir a gratuidade das ações e dos serviços nos atendimentos públicos e privados.

 

CAPÍTULO II

 

Seus princípios e diretrizes:

 

Universalidade de acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de assistência.

Integralidade de assistência em todos os níveis de complexidade do sistema.

Preservação da autonomia das pessoas na defesa de sua integridade física e moral.

Igualdade da assistência à saúde, sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie.

Direito a informação, as pessoas assistidas, sobre sua saúde.

Divulgação de informações quanto ao potencial dos serviços de saúde e sua utilização pelo usuário.

Utilização da epidemiologia para o estabelecimento de prioridades, a alocação e recursos e orientação programática.

Participação da comunidade.

Descentralização político-administrativa com direção única em cada esfera de governo.

Integração em nível executivo, das ações de saúde, meio ambiente e saneamento básico.

Conjugação dos recursos financeiros tecnológicos, materiais e humanos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, na prestação de serviços de assistência a saúde da população.

Participação da comunidade como uma diretriz regulamentada pela LOS 8.142 de 1.990.

A Lei 8080 tem como doutrina universalidade, integralidade e equidade, preza o acesso a saúde para todos os cidadãos.

Que todas as pessoas são iguais perante a Lei e com um sistema social justo.

 

 

CAPÍTULO III

 

 

Obrigações do Estado:

Vigilância Sanitária

Vigilância Epidemiológica

Saúde do Trabalho

Assistência Terapêutica integral inclusive farmacêutica

     É dever do estado prover a saúde pública, através de políticas públicas de redução do risco de doenças, com campanhas educativas, de vigilância sanitária, de desenvolvimento de recursos humanos, alimentação saudável, construir hospitais, centros ambulatoriais e postos de saúde.

 

CAPÍTULO IV

 

A União poderá executar ações de vigilância epidemiológica e sanitária em circunstancias especiais, como na ocorrência de agravos inusitados a saúde, que possam escapar do controle da direção do SUS ou que representem risco de disseminação nacional, exemplo o que estamos vivendo no momento a pandemia do Coronavírus (COVID-19).

 

 

CAPÍTULO V

 

Da atenção à saúde Indígena a União deverá assegurar aporte adicional de recursos ao subsistema de atenção à saúde Indígena contemplando os aspectos de assistência à saúde, saneamento básico, nutrição, habilitação, meio ambiente, demarcação de terras, educação sanitária e integração ao SUS compreendendo a atenção primária, secundária e terciária a saúde.

 

CAPÍTULO VI

 

Assistência terapêutica e da Incorporação de tecnologia em saúde, inclui diretrizes para dispensação dos medicamentos. Oferta de procedimentos terapêuticos, em regime domiciliar, ambulatorial e hospitalar, critérios para diagnósticos de doenças, as posologias recomendadas o acompanhamento e a verificação dos resultados terapêuticos a serem seguidos pelos gestores do SUS.

 

CAPÍTULO VII

 

É através desta Lei que o Ministério da saúde determina diretrizes para repassar verbas e aplicação de recursos para Estados e Municípios.

As autoridades responsáveis pela distribuição da receita transferem ao FNS verbas para projetos e atividades executadas no SUS, fiscalizados pelos Conselhos de saúde.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CONCLUSÃO

 

Podemos observar que essa Lei expressa conquistas contidas na Constituição Federal, que o SUS é um processo Legal, que precisa de aperfeiçoamento e de apoio por parte do governo, principalmente no que se refere ao repasse de verbas.

Antes do SUS ter sido regulamentado em 1990, só eram atendidas as pessoas que tinham carteira assinada, contribuíam para a Previdência (INAMPS), caso contrário, era preciso pagar plano privado ou buscar atendimento em instituições filantrópicas como as Santas Casas de Misericórdia.

A Lei 8080 garante a todos os brasileiros o direito a qualquer pessoa ir a uma unidade básica de saúde ou a um hospital e receber atendimento gratuito. Medicamentos são fornecidos de graça para as doenças de diabetes, pressão alta, asma, AIDS e Alzheimer a uma população de 210,5 milhões de brasileiros.

O SUS não é apenas atendimento médico, mas também vigilância em saúde e fornecimento de medicamento.

Mesmo com todos os artigos e cuidados para que essa Lei regulamentasse e efetivasse o SUS, temos inúmeras críticas por parte dos usuários e funcionários do sistema, tais como a desorganização dos hospitais e dos ambulatórios, diminuição dos recursos e aumento de serviços, quantidade de médicos insuficientes, especialidades com muito mais dificuldade para atender toda a população, demora no encaminhamento de exames, insuficiência no repasse de verbas devido a crise que atinge profundamente a economia nacional.

Contudo temos resultados favoráveis com a implantação do SUS, como erradicação da poliomielite, diminuição nas taxas de incidência do sarampo, difteria, coqueluche, tétano acidental, queda dos casos e óbitos por tétano neonatal, queda na taxa de prevalência como malária, hanseníase, eliminação do triatoma infestans e esquistossomose.

Autossuficiência na produção nacional de vacinas e soros antipeçonhentos.

Acredito que após o ano de 2020 todos os assuntos relacionados à saúde serão levados com muito mais seriedade, é necessário que a população se intere melhor, conheça e saiba escolher melhor seus governantes, que haja menos corrupção e estes sejam sérios e honestos  e os recursos necessários  sejam repassados para melhora de todo o sistema, visto que no Brasil é grande a população que depende do SUS.

Certamente com mais participação de todos, mais interesse toda a população tem a ganhar, e o que é seu por direito vai ser cumprido com eficiência, mudando a realidade do nosso país.

 

Lucimara Forte Menon, Farmácia, Uningá

 

 

 

REFERÊNCIAS:

 

 

http:.www.brasilescola.com

http:www.planalto.gov.br

 

 

 MENON, LUCIMARA FORTE

UNINGÁ CENTRO UNIVERSITÁRIO INGÁ

FARMACIA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Componente Curricular

Estágio Curricular Supervisionado I-Unidade Básica de Saúde (UBS)

 

 

Curitiba-PR

Novembro 2020

RESENHA CRITICA DA LEI 8080

 

A obra que será descrita trata-se da Lei n. 8.080 de 19 de setembro de 1990, sancionada pelo Presidente da República, Sr. Fernando Afonso Collor de Mello, e decretada pelo Congresso Nacional, foi publicada com seus 55 artigos no Diário Oficial da União em 20 de setembro de 1990 e começou a vigorar desde então.

Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, mudando assim de um modelo de exclusão para um formato de inclusão social, passando assim a organizar o funcionamento dos serviços. Vigorando em todo o território nacional, para qualquer ação ou serviço de saúde realizado por pessoas naturais ou jurídicas de direito público ou privado, por órgãos e instituições públicas federais, estaduais e municipais. Instituiu o SUS.

                                                                                              

 

CAPÍTULO I

 

Todos os Seres Humanos tem direito a prestação dos serviços de saúde básica e de especialidades, sendo esse fornecido pelo Estado, no entanto é muito grande os desafios a ser enfrentados devido ao nosso país ser de dimensões continentais com extensão territorial de 8.514.876 Km², e várias realidades diferentes de regiões.

Estão incluídas na lei não só o atendimento à população, mas também a execução de ações de vigilância sanitária, epidemiológica, da saúde do trabalhador e de assistência terapêutica.

É dever do Estado de garantir à saúde, esta Lei consiste na formulação e execução de políticas econômicas e sociais que visem à redução de riscos de doenças e de outros agravos enfocando mais nas ações de promoção, proteção e recuperação e no estabelecimento de condições que assegurem acesso universal e igualitário às ações e aos serviços. Entretanto, o dever do Estado não exclui o dever das pessoas, da família, das empresas e da sociedade. A saúde tem como fatores determinantes a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais; os níveis de saúde da população expressam a organização social e econômica do País, promovendo condições de bem estar físico, mental e social, mudando assim o conceito de SAÚDE. Constituem o Sistema Único de Saúde (SUS) as ações e os serviços de saúde de instituições públicas federais, estaduais e municipais.

Descentralização político-administrativa é reforçada na forma dos serviços e das ações de saúde, com redistribuição de atribuições e recursos em direção aos municípios.

Execução de ações na saúde do trabalhador, vigilância nutricional.

Participação orçamentária para à saúde, garantir a gratuidade das ações e dos serviços nos atendimentos públicos e privados.

 

CAPÍTULO II

 

Seus princípios e diretrizes:

 

Universalidade de acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de assistência.

Integralidade de assistência em todos os níveis de complexidade do sistema.

Preservação da autonomia das pessoas na defesa de sua integridade física e moral.

Igualdade da assistência à saúde, sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie.

Direito a informação, as pessoas assistidas, sobre sua saúde.

Divulgação de informações quanto ao potencial dos serviços de saúde e sua utilização pelo usuário.

Utilização da epidemiologia para o estabelecimento de prioridades, a alocação e recursos e orientação programática.

Participação da comunidade.

Descentralização político-administrativa com direção única em cada esfera de governo.

Integração em nível executivo, das ações de saúde, meio ambiente e saneamento básico.

Conjugação dos recursos financeiros tecnológicos, materiais e humanos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, na prestação de serviços de assistência a saúde da população.

Participação da comunidade como uma diretriz regulamentada pela LOS 8.142 de 1.990.

A Lei 8080 tem como doutrina universalidade, integralidade e equidade, preza o acesso a saúde para todos os cidadãos.

Que todas as pessoas são iguais perante a Lei e com um sistema social justo.

 

 

CAPÍTULO III

 

 

Obrigações do Estado:

Vigilância Sanitária

Vigilância Epidemiológica

Saúde do Trabalho

Assistência Terapêutica integral inclusive farmacêutica

     É dever do estado prover a saúde pública, através de políticas públicas de redução do risco de doenças, com campanhas educativas, de vigilância sanitária, de desenvolvimento de recursos humanos, alimentação saudável, construir hospitais, centros ambulatoriais e postos de saúde.

 

CAPÍTULO IV

 

A União poderá executar ações de vigilância epidemiológica e sanitária em circunstancias especiais, como na ocorrência de agravos inusitados a saúde, que possam escapar do controle da direção do SUS ou que representem risco de disseminação nacional, exemplo o que estamos vivendo no momento a pandemia do Coronavírus (COVID-19).

 

 

CAPÍTULO V

 

Da atenção à saúde Indígena a União deverá assegurar aporte adicional de recursos ao subsistema de atenção à saúde Indígena contemplando os aspectos de assistência à saúde, saneamento básico, nutrição, habilitação, meio ambiente, demarcação de terras, educação sanitária e integração ao SUS compreendendo a atenção primária, secundária e terciária a saúde.

 

CAPÍTULO VI

 

Assistência terapêutica e da Incorporação de tecnologia em saúde, inclui diretrizes para dispensação dos medicamentos. Oferta de procedimentos terapêuticos, em regime domiciliar, ambulatorial e hospitalar, critérios para diagnósticos de doenças, as posologias recomendadas o acompanhamento e a verificação dos resultados terapêuticos a serem seguidos pelos gestores do SUS.

 

CAPÍTULO VII

 

É através desta Lei que o Ministério da saúde determina diretrizes para repassar verbas e aplicação de recursos para Estados e Municípios.

As autoridades responsáveis pela distribuição da receita transferem ao FNS verbas para projetos e atividades executadas no SUS, fiscalizados pelos Conselhos de saúde.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CONCLUSÃO

 

Podemos observar que essa Lei expressa conquistas contidas na Constituição Federal, que o SUS é um processo Legal, que precisa de aperfeiçoamento e de apoio por parte do governo, principalmente no que se refere ao repasse de verbas.

Antes do SUS ter sido regulamentado em 1990, só eram atendidas as pessoas que tinham carteira assinada, contribuíam para a Previdência (INAMPS), caso contrário, era preciso pagar plano privado ou buscar atendimento em instituições filantrópicas como as Santas Casas de Misericórdia.

A Lei 8080 garante a todos os brasileiros o direito a qualquer pessoa ir a uma unidade básica de saúde ou a um hospital e receber atendimento gratuito. Medicamentos são fornecidos de graça para as doenças de diabetes, pressão alta, asma, AIDS e Alzheimer a uma população de 210,5 milhões de brasileiros.

O SUS não é apenas atendimento médico, mas também vigilância em saúde e fornecimento de medicamento.

Mesmo com todos os artigos e cuidados para que essa Lei regulamentasse e efetivasse o SUS, temos inúmeras críticas por parte dos usuários e funcionários do sistema, tais como a desorganização dos hospitais e dos ambulatórios, diminuição dos recursos e aumento de serviços, quantidade de médicos insuficientes, especialidades com muito mais dificuldade para atender toda a população, demora no encaminhamento de exames, insuficiência no repasse de verbas devido a crise que atinge profundamente a economia nacional.

Contudo temos resultados favoráveis com a implantação do SUS, como erradicação da poliomielite, diminuição nas taxas de incidência do sarampo, difteria, coqueluche, tétano acidental, queda dos casos e óbitos por tétano neonatal, queda na taxa de prevalência como malária, hanseníase, eliminação do triatoma infestans e esquistossomose.

Autossuficiência na produção nacional de vacinas e soros antipeçonhentos.

Acredito que após o ano de 2020 todos os assuntos relacionados à saúde serão levados com muito mais seriedade, é necessário que a população se intere melhor, conheça e saiba escolher melhor seus governantes, que haja menos corrupção e estes sejam sérios e honestos  e os recursos necessários  sejam repassados para melhora de todo o sistema, visto que no Brasil é grande a população que depende do SUS.

Certamente com mais participação de todos, mais interesse toda a população tem a ganhar, e o que é seu por direito vai ser cumprido com eficiência, mudando a realidade do nosso país.

 

Lucimara Forte Menon, Farmácia, Uningá

 

 

 

REFERÊNCIAS:

 

 

http:.www.brasilescola.com

http:www.planalto.gov.br

 

 MENON, LUCIMARA FORTE

UNINGÁ CENTRO UNIVERSITÁRIO INGÁ

FARMACIA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Componente Curricular

Estágio Curricular Supervisionado I-Unidade Básica de Saúde (UBS)

 

 

Curitiba-PR

Novembro 2020

RESENHA CRITICA DA LEI 8080

 

A obra que será descrita trata-se da Lei n. 8.080 de 19 de setembro de 1990, sancionada pelo Presidente da República, Sr. Fernando Afonso Collor de Mello, e decretada pelo Congresso Nacional, foi publicada com seus 55 artigos no Diário Oficial da União em 20 de setembro de 1990 e começou a vigorar desde então.

Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, mudando assim de um modelo de exclusão para um formato de inclusão social, passando assim a organizar o funcionamento dos serviços. Vigorando em todo o território nacional, para qualquer ação ou serviço de saúde realizado por pessoas naturais ou jurídicas de direito público ou privado, por órgãos e instituições públicas federais, estaduais e municipais. Instituiu o SUS.

                                                                                              

 

CAPÍTULO I

 

Todos os Seres Humanos tem direito a prestação dos serviços de saúde básica e de especialidades, sendo esse fornecido pelo Estado, no entanto é muito grande os desafios a ser enfrentados devido ao nosso país ser de dimensões continentais com extensão territorial de 8.514.876 Km², e várias realidades diferentes de regiões.

Estão incluídas na lei não só o atendimento à população, mas também a execução de ações de vigilância sanitária, epidemiológica, da saúde do trabalhador e de assistência terapêutica.

É dever do Estado de garantir à saúde, esta Lei consiste na formulação e execução de políticas econômicas e sociais que visem à redução de riscos de doenças e de outros agravos enfocando mais nas ações de promoção, proteção e recuperação e no estabelecimento de condições que assegurem acesso universal e igualitário às ações e aos serviços. Entretanto, o dever do Estado não exclui o dever das pessoas, da família, das empresas e da sociedade. A saúde tem como fatores determinantes a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais; os níveis de saúde da população expressam a organização social e econômica do País, promovendo condições de bem estar físico, mental e social, mudando assim o conceito de SAÚDE. Constituem o Sistema Único de Saúde (SUS) as ações e os serviços de saúde de instituições públicas federais, estaduais e municipais.

Descentralização político-administrativa é reforçada na forma dos serviços e das ações de saúde, com redistribuição de atribuições e recursos em direção aos municípios.

Execução de ações na saúde do trabalhador, vigilância nutricional.

Participação orçamentária para à saúde, garantir a gratuidade das ações e dos serviços nos atendimentos públicos e privados.

 

CAPÍTULO II

 

Seus princípios e diretrizes:

 

Universalidade de acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de assistência.

Integralidade de assistência em todos os níveis de complexidade do sistema.

Preservação da autonomia das pessoas na defesa de sua integridade física e moral.

Igualdade da assistência à saúde, sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie.

Direito a informação, as pessoas assistidas, sobre sua saúde.

Divulgação de informações quanto ao potencial dos serviços de saúde e sua utilização pelo usuário.

Utilização da epidemiologia para o estabelecimento de prioridades, a alocação e recursos e orientação programática.

Participação da comunidade.

Descentralização político-administrativa com direção única em cada esfera de governo.

Integração em nível executivo, das ações de saúde, meio ambiente e saneamento básico.

Conjugação dos recursos financeiros tecnológicos, materiais e humanos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, na prestação de serviços de assistência a saúde da população.

Participação da comunidade como uma diretriz regulamentada pela LOS 8.142 de 1.990.

A Lei 8080 tem como doutrina universalidade, integralidade e equidade, preza o acesso a saúde para todos os cidadãos.

Que todas as pessoas são iguais perante a Lei e com um sistema social justo.

 

 

CAPÍTULO III

 

 

Obrigações do Estado:

Vigilância Sanitária

Vigilância Epidemiológica

Saúde do Trabalho

Assistência Terapêutica integral inclusive farmacêutica

     É dever do estado prover a saúde pública, através de políticas públicas de redução do risco de doenças, com campanhas educativas, de vigilância sanitária, de desenvolvimento de recursos humanos, alimentação saudável, construir hospitais, centros ambulatoriais e postos de saúde.

 

CAPÍTULO IV

 

A União poderá executar ações de vigilância epidemiológica e sanitária em circunstancias especiais, como na ocorrência de agravos inusitados a saúde, que possam escapar do controle da direção do SUS ou que representem risco de disseminação nacional, exemplo o que estamos vivendo no momento a pandemia do Coronavírus (COVID-19).

 

 

CAPÍTULO V

 

Da atenção à saúde Indígena a União deverá assegurar aporte adicional de recursos ao subsistema de atenção à saúde Indígena contemplando os aspectos de assistência à saúde, saneamento básico, nutrição, habilitação, meio ambiente, demarcação de terras, educação sanitária e integração ao SUS compreendendo a atenção primária, secundária e terciária a saúde.

 

CAPÍTULO VI

 

Assistência terapêutica e da Incorporação de tecnologia em saúde, inclui diretrizes para dispensação dos medicamentos. Oferta de procedimentos terapêuticos, em regime domiciliar, ambulatorial e hospitalar, critérios para diagnósticos de doenças, as posologias recomendadas o acompanhamento e a verificação dos resultados terapêuticos a serem seguidos pelos gestores do SUS.

 

CAPÍTULO VII

 

É através desta Lei que o Ministério da saúde determina diretrizes para repassar verbas e aplicação de recursos para Estados e Municípios.

As autoridades responsáveis pela distribuição da receita transferem ao FNS verbas para projetos e atividades executadas no SUS, fiscalizados pelos Conselhos de saúde.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CONCLUSÃO

 

Podemos observar que essa Lei expressa conquistas contidas na Constituição Federal, que o SUS é um processo Legal, que precisa de aperfeiçoamento e de apoio por parte do governo, principalmente no que se refere ao repasse de verbas.

Antes do SUS ter sido regulamentado em 1990, só eram atendidas as pessoas que tinham carteira assinada, contribuíam para a Previdência (INAMPS), caso contrário, era preciso pagar plano privado ou buscar atendimento em instituições filantrópicas como as Santas Casas de Misericórdia.

A Lei 8080 garante a todos os brasileiros o direito a qualquer pessoa ir a uma unidade básica de saúde ou a um hospital e receber atendimento gratuito. Medicamentos são fornecidos de graça para as doenças de diabetes, pressão alta, asma, AIDS e Alzheimer a uma população de 210,5 milhões de brasileiros.

O SUS não é apenas atendimento médico, mas também vigilância em saúde e fornecimento de medicamento.

Mesmo com todos os artigos e cuidados para que essa Lei regulamentasse e efetivasse o SUS, temos inúmeras críticas por parte dos usuários e funcionários do sistema, tais como a desorganização dos hospitais e dos ambulatórios, diminuição dos recursos e aumento de serviços, quantidade de médicos insuficientes, especialidades com muito mais dificuldade para atender toda a população, demora no encaminhamento de exames, insuficiência no repasse de verbas devido a crise que atinge profundamente a economia nacional.

Contudo temos resultados favoráveis com a implantação do SUS, como erradicação da poliomielite, diminuição nas taxas de incidência do sarampo, difteria, coqueluche, tétano acidental, queda dos casos e óbitos por tétano neonatal, queda na taxa de prevalência como malária, hanseníase, eliminação do triatoma infestans e esquistossomose.

Autossuficiência na produção nacional de vacinas e soros antipeçonhentos.

Acredito que após o ano de 2020 todos os assuntos relacionados à saúde serão levados com muito mais seriedade, é necessário que a população se intere melhor, conheça e saiba escolher melhor seus governantes, que haja menos corrupção e estes sejam sérios e honestos  e os recursos necessários  sejam repassados para melhora de todo o sistema, visto que no Brasil é grande a população que depende do SUS.

Certamente com mais participação de todos, mais interesse toda a população tem a ganhar, e o que é seu por direito vai ser cumprido com eficiência, mudando a realidade do nosso país.

 

Lucimara Forte Menon, Farmácia, Uningá

 

 

 

REFERÊNCIAS:

 

 

http:.www.brasilescola.com

http:www.planalto.gov.br

 

 

 

 UNINGÁ CENTRO UNIVERSITÁRIO INGÁ

FARMACIA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Componente Curricular

Estágio Curricular Supervisionado I-Unidade Básica de Saúde (UBS)

 

 

Curitiba-PR

Novembro 2020

RESENHA CRITICA DA LEI 8080

 

A obra que será descrita trata-se da Lei n. 8.080 de 19 de setembro de 1990, sancionada pelo Presidente da República, Sr. Fernando Afonso Collor de Mello, e decretada pelo Congresso Nacional, foi publicada com seus 55 artigos no Diário Oficial da União em 20 de setembro de 1990 e começou a vigorar desde então.

Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, mudando assim de um modelo de exclusão para um formato de inclusão social, passando assim a organizar o funcionamento dos serviços. Vigorando em todo o território nacional, para qualquer ação ou serviço de saúde realizado por pessoas naturais ou jurídicas de direito público ou privado, por órgãos e instituições públicas federais, estaduais e municipais. Instituiu o SUS.

                                                                                              

 

CAPÍTULO I

 

Todos os Seres Humanos tem direito a prestação dos serviços de saúde básica e de especialidades, sendo esse fornecido pelo Estado, no entanto é muito grande os desafios a ser enfrentados devido ao nosso país ser de dimensões continentais com extensão territorial de 8.514.876 Km², e várias realidades diferentes de regiões.

Estão incluídas na lei não só o atendimento à população, mas também a execução de ações de vigilância sanitária, epidemiológica, da saúde do trabalhador e de assistência terapêutica.

É dever do Estado de garantir à saúde, esta Lei consiste na formulação e execução de políticas econômicas e sociais que visem à redução de riscos de doenças e de outros agravos enfocando mais nas ações de promoção, proteção e recuperação e no estabelecimento de condições que assegurem acesso universal e igualitário às ações e aos serviços. Entretanto, o dever do Estado não exclui o dever das pessoas, da família, das empresas e da sociedade. A saúde tem como fatores determinantes a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais; os níveis de saúde da população expressam a organização social e econômica do País, promovendo condições de bem estar físico, mental e social, mudando assim o conceito de SAÚDE. Constituem o Sistema Único de Saúde (SUS) as ações e os serviços de saúde de instituições públicas federais, estaduais e municipais.

Descentralização político-administrativa é reforçada na forma dos serviços e das ações de saúde, com redistribuição de atribuições e recursos em direção aos municípios.

Execução de ações na saúde do trabalhador, vigilância nutricional.

Participação orçamentária para à saúde, garantir a gratuidade das ações e dos serviços nos atendimentos públicos e privados.

 

CAPÍTULO II

 

Seus princípios e diretrizes:

 

Universalidade de acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de assistência.

Integralidade de assistência em todos os níveis de complexidade do sistema.

Preservação da autonomia das pessoas na defesa de sua integridade física e moral.

Igualdade da assistência à saúde, sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie.

Direito a informação, as pessoas assistidas, sobre sua saúde.

Divulgação de informações quanto ao potencial dos serviços de saúde e sua utilização pelo usuário.

Utilização da epidemiologia para o estabelecimento de prioridades, a alocação e recursos e orientação programática.

Participação da comunidade.

Descentralização político-administrativa com direção única em cada esfera de governo.

Integração em nível executivo, das ações de saúde, meio ambiente e saneamento básico.

Conjugação dos recursos financeiros tecnológicos, materiais e humanos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, na prestação de serviços de assistência a saúde da população.

Participação da comunidade como uma diretriz regulamentada pela LOS 8.142 de 1.990.

A Lei 8080 tem como doutrina universalidade, integralidade e equidade, preza o acesso a saúde para todos os cidadãos.

Que todas as pessoas são iguais perante a Lei e com um sistema social justo.

 

 

CAPÍTULO III

 

 

Obrigações do Estado:

Vigilância Sanitária

Vigilância Epidemiológica

Saúde do Trabalho

Assistência Terapêutica integral inclusive farmacêutica

     É dever do estado prover a saúde pública, através de políticas públicas de redução do risco de doenças, com campanhas educativas, de vigilância sanitária, de desenvolvimento de recursos humanos, alimentação saudável, construir hospitais, centros ambulatoriais e postos de saúde.

 

CAPÍTULO IV

 

A União poderá executar ações de vigilância epidemiológica e sanitária em circunstancias especiais, como na ocorrência de agravos inusitados a saúde, que possam escapar do controle da direção do SUS ou que representem risco de disseminação nacional, exemplo o que estamos vivendo no momento a pandemia do Coronavírus (COVID-19).

 

 

CAPÍTULO V

 

Da atenção à saúde Indígena a União deverá assegurar aporte adicional de recursos ao subsistema de atenção à saúde Indígena contemplando os aspectos de assistência à saúde, saneamento básico, nutrição, habilitação, meio ambiente, demarcação de terras, educação sanitária e integração ao SUS compreendendo a atenção primária, secundária e terciária a saúde.

 

CAPÍTULO VI

 

Assistência terapêutica e da Incorporação de tecnologia em saúde, inclui diretrizes para dispensação dos medicamentos. Oferta de procedimentos terapêuticos, em regime domiciliar, ambulatorial e hospitalar, critérios para diagnósticos de doenças, as posologias recomendadas o acompanhamento e a verificação dos resultados terapêuticos a serem seguidos pelos gestores do SUS.

 

CAPÍTULO VII

 

É através desta Lei que o Ministério da saúde determina diretrizes para repassar verbas e aplicação de recursos para Estados e Municípios.

As autoridades responsáveis pela distribuição da receita transferem ao FNS verbas para projetos e atividades executadas no SUS, fiscalizados pelos Conselhos de saúde.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CONCLUSÃO

 

Podemos observar que essa Lei expressa conquistas contidas na Constituição Federal, que o SUS é um processo Legal, que precisa de aperfeiçoamento e de apoio por parte do governo, principalmente no que se refere ao repasse de verbas.

Antes do SUS ter sido regulamentado em 1990, só eram atendidas as pessoas que tinham carteira assinada, contribuíam para a Previdência (INAMPS), caso contrário, era preciso pagar plano privado ou buscar atendimento em instituições filantrópicas como as Santas Casas de Misericórdia.

A Lei 8080 garante a todos os brasileiros o direito a qualquer pessoa ir a uma unidade básica de saúde ou a um hospital e receber atendimento gratuito. Medicamentos são fornecidos de graça para as doenças de diabetes, pressão alta, asma, AIDS e Alzheimer a uma população de 210,5 milhões de brasileiros.

O SUS não é apenas atendimento médico, mas também vigilância em saúde e fornecimento de medicamento.

Mesmo com todos os artigos e cuidados para que essa Lei regulamentasse e efetivasse o SUS, temos inúmeras críticas por parte dos usuários e funcionários do sistema, tais como a desorganização dos hospitais e dos ambulatórios, diminuição dos recursos e aumento de serviços, quantidade de médicos insuficientes, especialidades com muito mais dificuldade para atender toda a população, demora no encaminhamento de exames, insuficiência no repasse de verbas devido a crise que atinge profundamente a economia nacional.

Contudo temos resultados favoráveis com a implantação do SUS, como erradicação da poliomielite, diminuição nas taxas de incidência do sarampo, difteria, coqueluche, tétano acidental, queda dos casos e óbitos por tétano neonatal, queda na taxa de prevalência como malária, hanseníase, eliminação do triatoma infestans e esquistossomose.

Autossuficiência na produção nacional de vacinas e soros antipeçonhentos.

Acredito que após o ano de 2020 todos os assuntos relacionados à saúde serão levados com muito mais seriedade, é necessário que a população se intere melhor, conheça e saiba escolher melhor seus governantes, que haja menos corrupção e estes sejam sérios e honestos e os recursos necessários sejam repassados para melhora de todo o sistema, visto que no Brasil é grande a população que depende do SUS.

Certamente com mais participação de todos, mais interesse toda a população tem a ganhar, e o que é seu por direito vai ser cumprido com eficiência, mudando a realidade do nosso país.

 

Lucimara Forte Menon, Farmácia, Uningá

 

 

 

REFERÊNCIAS:

 

 

http:.www.brasilescola.com

http:www.planalto.gov.br

 

 

 

 



 

 

 


 


MENON, LUCIMARA FORTE

UNINGÁ CENTRO UNIVERSITÁRIO INGÁ

FARMACIA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Componente Curricular

Estágio Curricular Supervisionado I-Unidade Básica de Saúde (UBS)

 

 

Curitiba-PR

Novembro 2020

RESENHA CRITICA DA LEI 8080

 

A obra que será descrita trata-se da Lei n. 8.080 de 19 de setembro de 1990, sancionada pelo Presidente da República, Sr. Fernando Afonso Collor de Mello, e decretada pelo Congresso Nacional, foi publicada com seus 55 artigos no Diário Oficial da União em 20 de setembro de 1990 e começou a vigorar desde então.

Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, mudando assim de um modelo de exclusão para um formato de inclusão social, passando assim a organizar o funcionamento dos serviços. Vigorando em todo o território nacional, para qualquer ação ou serviço de saúde realizado por pessoas naturais ou jurídicas de direito público ou privado, por órgãos e instituições públicas federais, estaduais e municipais. Instituiu o SUS.

                                                                                              

 

CAPÍTULO I

 

Todos os Seres Humanos tem direito a prestação dos serviços de saúde básica e de especialidades, sendo esse fornecido pelo Estado, no entanto é muito grande os desafios a ser enfrentados devido ao nosso país ser de dimensões continentais com extensão territorial de 8.514.876 Km², e várias realidades diferentes de regiões.

Estão incluídas na lei não só o atendimento à população, mas também a execução de ações de vigilância sanitária, epidemiológica, da saúde do trabalhador e de assistência terapêutica.

É dever do Estado de garantir à saúde, esta Lei consiste na formulação e execução de políticas econômicas e sociais que visem à redução de riscos de doenças e de outros agravos enfocando mais nas ações de promoção, proteção e recuperação e no estabelecimento de condições que assegurem acesso universal e igualitário às ações e aos serviços. Entretanto, o dever do Estado não exclui o dever das pessoas, da família, das empresas e da sociedade. A saúde tem como fatores determinantes a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais; os níveis de saúde da população expressam a organização social e econômica do País, promovendo condições de bem estar físico, mental e social, mudando assim o conceito de SAÚDE. Constituem o Sistema Único de Saúde (SUS) as ações e os serviços de saúde de instituições públicas federais, estaduais e municipais.

Descentralização político-administrativa é reforçada na forma dos serviços e das ações de saúde, com redistribuição de atribuições e recursos em direção aos municípios.

Execução de ações na saúde do trabalhador, vigilância nutricional.

Participação orçamentária para à saúde, garantir a gratuidade das ações e dos serviços nos atendimentos públicos e privados.

 

CAPÍTULO II

 

Seus princípios e diretrizes:

 

Universalidade de acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de assistência.

Integralidade de assistência em todos os níveis de complexidade do sistema.

Preservação da autonomia das pessoas na defesa de sua integridade física e moral.

Igualdade da assistência à saúde, sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie.

Direito a informação, as pessoas assistidas, sobre sua saúde.

Divulgação de informações quanto ao potencial dos serviços de saúde e sua utilização pelo usuário.

Utilização da epidemiologia para o estabelecimento de prioridades, a alocação e recursos e orientação programática.

Participação da comunidade.

Descentralização político-administrativa com direção única em cada esfera de governo.

Integração em nível executivo, das ações de saúde, meio ambiente e saneamento básico.

Conjugação dos recursos financeiros tecnológicos, materiais e humanos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, na prestação de serviços de assistência a saúde da população.

Participação da comunidade como uma diretriz regulamentada pela LOS 8.142 de 1.990.

A Lei 8080 tem como doutrina universalidade, integralidade e equidade, preza o acesso a saúde para todos os cidadãos.

Que todas as pessoas são iguais perante a Lei e com um sistema social justo.

 

 

CAPÍTULO III

 

 

Obrigações do Estado:

Vigilância Sanitária

Vigilância Epidemiológica

Saúde do Trabalho

Assistência Terapêutica integral inclusive farmacêutica

     É dever do estado prover a saúde pública, através de políticas públicas de redução do risco de doenças, com campanhas educativas, de vigilância sanitária, de desenvolvimento de recursos humanos, alimentação saudável, construir hospitais, centros ambulatoriais e postos de saúde.

 

CAPÍTULO IV

 

A União poderá executar ações de vigilância epidemiológica e sanitária em circunstancias especiais, como na ocorrência de agravos inusitados a saúde, que possam escapar do controle da direção do SUS ou que representem risco de disseminação nacional, exemplo o que estamos vivendo no momento a pandemia do Coronavírus (COVID-19).

 

 

CAPÍTULO V

 

Da atenção à saúde Indígena a União deverá assegurar aporte adicional de recursos ao subsistema de atenção à saúde Indígena contemplando os aspectos de assistência à saúde, saneamento básico, nutrição, habilitação, meio ambiente, demarcação de terras, educação sanitária e integração ao SUS compreendendo a atenção primária, secundária e terciária a saúde.

 

CAPÍTULO VI

 

Assistência terapêutica e da Incorporação de tecnologia em saúde, inclui diretrizes para dispensação dos medicamentos. Oferta de procedimentos terapêuticos, em regime domiciliar, ambulatorial e hospitalar, critérios para diagnósticos de doenças, as posologias recomendadas o acompanhamento e a verificação dos resultados terapêuticos a serem seguidos pelos gestores do SUS.

 

CAPÍTULO VII

 

É através desta Lei que o Ministério da saúde determina diretrizes para repassar verbas e aplicação de recursos para Estados e Municípios.

As autoridades responsáveis pela distribuição da receita transferem ao FNS verbas para projetos e atividades executadas no SUS, fiscalizados pelos Conselhos de saúde.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CONCLUSÃO

 

Podemos observar que essa Lei expressa conquistas contidas na Constituição Federal, que o SUS é um processo Legal, que precisa de aperfeiçoamento e de apoio por parte do governo, principalmente no que se refere ao repasse de verbas.

Antes do SUS ter sido regulamentado em 1990, só eram atendidas as pessoas que tinham carteira assinada, contribuíam para a Previdência (INAMPS), caso contrário, era preciso pagar plano privado ou buscar atendimento em instituições filantrópicas como as Santas Casas de Misericórdia.

A Lei 8080 garante a todos os brasileiros o direito a qualquer pessoa ir a uma unidade básica de saúde ou a um hospital e receber atendimento gratuito. Medicamentos são fornecidos de graça para as doenças de diabetes, pressão alta, asma, AIDS e Alzheimer a uma população de 210,5 milhões de brasileiros.

O SUS não é apenas atendimento médico, mas também vigilância em saúde e fornecimento de medicamento.

Mesmo com todos os artigos e cuidados para que essa Lei regulamentasse e efetivasse o SUS, temos inúmeras críticas por parte dos usuários e funcionários do sistema, tais como a desorganização dos hospitais e dos ambulatórios, diminuição dos recursos e aumento de serviços, quantidade de médicos insuficientes, especialidades com muito mais dificuldade para atender toda a população, demora no encaminhamento de exames, insuficiência no repasse de verbas devido a crise que atinge profundamente a economia nacional.

Contudo temos resultados favoráveis com a implantação do SUS, como erradicação da poliomielite, diminuição nas taxas de incidência do sarampo, difteria, coqueluche, tétano acidental, queda dos casos e óbitos por tétano neonatal, queda na taxa de prevalência como malária, hanseníase, eliminação do triatoma infestans e esquistossomose.

Autossuficiência na produção nacional de vacinas e soros antipeçonhentos.

Acredito que após o ano de 2020 todos os assuntos relacionados à saúde serão levados com muito mais seriedade, é necessário que a população se intere melhor, conheça e saiba escolher melhor seus governantes, que haja menos corrupção e estes sejam sérios e honestos  e os recursos necessários  sejam repassados para melhora de todo o sistema, visto que no Brasil é grande a população que depende do SUS.

Certamente com mais participação de todos, mais interesse toda a população tem a ganhar, e o que é seu por direito vai ser cumprido com eficiência, mudando a realidade do nosso país.

 

Lucimara Forte Menon, Farmácia, Uningá

 

 

 

REFERÊNCIAS:

 

 

http:.www.brasilescola.com

http:www.planalto.gov.br

 

 

 MENON, LUCIMARA FORTE

UNINGÁ CENTRO UNIVERSITÁRIO INGÁ

FARMACIA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Componente Curricular

Estágio Curricular Supervisionado I-Unidade Básica de Saúde (UBS)

 

 

Curitiba-PR

Novembro 2020

RESENHA CRITICA DA LEI 8080

 

A obra que será descrita trata-se da Lei n. 8.080 de 19 de setembro de 1990, sancionada pelo Presidente da República, Sr. Fernando Afonso Collor de Mello, e decretada pelo Congresso Nacional, foi publicada com seus 55 artigos no Diário Oficial da União em 20 de setembro de 1990 e começou a vigorar desde então.

Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, mudando assim de um modelo de exclusão para um formato de inclusão social, passando assim a organizar o funcionamento dos serviços. Vigorando em todo o território nacional, para qualquer ação ou serviço de saúde realizado por pessoas naturais ou jurídicas de direito público ou privado, por órgãos e instituições públicas federais, estaduais e municipais. Instituiu o SUS.

                                                                                              

 

CAPÍTULO I

 

Todos os Seres Humanos tem direito a prestação dos serviços de saúde básica e de especialidades, sendo esse fornecido pelo Estado, no entanto é muito grande os desafios a ser enfrentados devido ao nosso país ser de dimensões continentais com extensão territorial de 8.514.876 Km², e várias realidades diferentes de regiões.

Estão incluídas na lei não só o atendimento à população, mas também a execução de ações de vigilância sanitária, epidemiológica, da saúde do trabalhador e de assistência terapêutica.

É dever do Estado de garantir à saúde, esta Lei consiste na formulação e execução de políticas econômicas e sociais que visem à redução de riscos de doenças e de outros agravos enfocando mais nas ações de promoção, proteção e recuperação e no estabelecimento de condições que assegurem acesso universal e igualitário às ações e aos serviços. Entretanto, o dever do Estado não exclui o dever das pessoas, da família, das empresas e da sociedade. A saúde tem como fatores determinantes a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais; os níveis de saúde da população expressam a organização social e econômica do País, promovendo condições de bem estar físico, mental e social, mudando assim o conceito de SAÚDE. Constituem o Sistema Único de Saúde (SUS) as ações e os serviços de saúde de instituições públicas federais, estaduais e municipais.

Descentralização político-administrativa é reforçada na forma dos serviços e das ações de saúde, com redistribuição de atribuições e recursos em direção aos municípios.

Execução de ações na saúde do trabalhador, vigilância nutricional.

Participação orçamentária para à saúde, garantir a gratuidade das ações e dos serviços nos atendimentos públicos e privados.

 

CAPÍTULO II

 

Seus princípios e diretrizes:

 

Universalidade de acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de assistência.

Integralidade de assistência em todos os níveis de complexidade do sistema.

Preservação da autonomia das pessoas na defesa de sua integridade física e moral.

Igualdade da assistência à saúde, sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie.

Direito a informação, as pessoas assistidas, sobre sua saúde.

Divulgação de informações quanto ao potencial dos serviços de saúde e sua utilização pelo usuário.

Utilização da epidemiologia para o estabelecimento de prioridades, a alocação e recursos e orientação programática.

Participação da comunidade.

Descentralização político-administrativa com direção única em cada esfera de governo.

Integração em nível executivo, das ações de saúde, meio ambiente e saneamento básico.

Conjugação dos recursos financeiros tecnológicos, materiais e humanos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, na prestação de serviços de assistência a saúde da população.

Participação da comunidade como uma diretriz regulamentada pela LOS 8.142 de 1.990.

A Lei 8080 tem como doutrina universalidade, integralidade e equidade, preza o acesso a saúde para todos os cidadãos.

Que todas as pessoas são iguais perante a Lei e com um sistema social justo.

 

 

CAPÍTULO III

 

 

Obrigações do Estado:

Vigilância Sanitária

Vigilância Epidemiológica

Saúde do Trabalho

Assistência Terapêutica integral inclusive farmacêutica

     É dever do estado prover a saúde pública, através de políticas públicas de redução do risco de doenças, com campanhas educativas, de vigilância sanitária, de desenvolvimento de recursos humanos, alimentação saudável, construir hospitais, centros ambulatoriais e postos de saúde.

 

CAPÍTULO IV

 

A União poderá executar ações de vigilância epidemiológica e sanitária em circunstancias especiais, como na ocorrência de agravos inusitados a saúde, que possam escapar do controle da direção do SUS ou que representem risco de disseminação nacional, exemplo o que estamos vivendo no momento a pandemia do Coronavírus (COVID-19).

 

 

CAPÍTULO V

 

Da atenção à saúde Indígena a União deverá assegurar aporte adicional de recursos ao subsistema de atenção à saúde Indígena contemplando os aspectos de assistência à saúde, saneamento básico, nutrição, habilitação, meio ambiente, demarcação de terras, educação sanitária e integração ao SUS compreendendo a atenção primária, secundária e terciária a saúde.

 

CAPÍTULO VI

 

Assistência terapêutica e da Incorporação de tecnologia em saúde, inclui diretrizes para dispensação dos medicamentos. Oferta de procedimentos terapêuticos, em regime domiciliar, ambulatorial e hospitalar, critérios para diagnósticos de doenças, as posologias recomendadas o acompanhamento e a verificação dos resultados terapêuticos a serem seguidos pelos gestores do SUS.

 

CAPÍTULO VII

 

É através desta Lei que o Ministério da saúde determina diretrizes para repassar verbas e aplicação de recursos para Estados e Municípios.

As autoridades responsáveis pela distribuição da receita transferem ao FNS verbas para projetos e atividades executadas no SUS, fiscalizados pelos Conselhos de saúde.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CONCLUSÃO

 

Podemos observar que essa Lei expressa conquistas contidas na Constituição Federal, que o SUS é um processo Legal, que precisa de aperfeiçoamento e de apoio por parte do governo, principalmente no que se refere ao repasse de verbas.

Antes do SUS ter sido regulamentado em 1990, só eram atendidas as pessoas que tinham carteira assinada, contribuíam para a Previdência (INAMPS), caso contrário, era preciso pagar plano privado ou buscar atendimento em instituições filantrópicas como as Santas Casas de Misericórdia.

A Lei 8080 garante a todos os brasileiros o direito a qualquer pessoa ir a uma unidade básica de saúde ou a um hospital e receber atendimento gratuito. Medicamentos são fornecidos de graça para as doenças de diabetes, pressão alta, asma, AIDS e Alzheimer a uma população de 210,5 milhões de brasileiros.

O SUS não é apenas atendimento médico, mas também vigilância em saúde e fornecimento de medicamento.

Mesmo com todos os artigos e cuidados para que essa Lei regulamentasse e efetivasse o SUS, temos inúmeras críticas por parte dos usuários e funcionários do sistema, tais como a desorganização dos hospitais e dos ambulatórios, diminuição dos recursos e aumento de serviços, quantidade de médicos insuficientes, especialidades com muito mais dificuldade para atender toda a população, demora no encaminhamento de exames, insuficiência no repasse de verbas devido a crise que atinge profundamente a economia nacional.

Contudo temos resultados favoráveis com a implantação do SUS, como erradicação da poliomielite, diminuição nas taxas de incidência do sarampo, difteria, coqueluche, tétano acidental, queda dos casos e óbitos por tétano neonatal, queda na taxa de prevalência como malária, hanseníase, eliminação do triatoma infestans e esquistossomose.

Autossuficiência na produção nacional de vacinas e soros antipeçonhentos.

Acredito que após o ano de 2020 todos os assuntos relacionados à saúde serão levados com muito mais seriedade, é necessário que a população se intere melhor, conheça e saiba escolher melhor seus governantes, que haja menos corrupção e estes sejam sérios e honestos  e os recursos necessários  sejam repassados para melhora de todo o sistema, visto que no Brasil é grande a população que depende do SUS.

Certamente com mais participação de todos, mais interesse toda a população tem a ganhar, e o que é seu por direito vai ser cumprido com eficiência, mudando a realidade do nosso país.

 

Lucimara Forte Menon, Farmácia, Uningá

 

 

 

REFERÊNCIAS:

 

 

http:.www.brasilescola.com

http:www.planalto.gov.br

 

 

 MENON, LUCIMARA FORTE

UNINGÁ CENTRO UNIVERSITÁRIO INGÁ

FARMACIA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Componente Curricular

Estágio Curricular Supervisionado I-Unidade Básica de Saúde (UBS)

 

 

Curitiba-PR

Novembro 2020

RESENHA CRITICA DA LEI 8080

 

A obra que será descrita trata-se da Lei n. 8.080 de 19 de setembro de 1990, sancionada pelo Presidente da República, Sr. Fernando Afonso Collor de Mello, e decretada pelo Congresso Nacional, foi publicada com seus 55 artigos no Diário Oficial da União em 20 de setembro de 1990 e começou a vigorar desde então.

Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, mudando assim de um modelo de exclusão para um formato de inclusão social, passando assim a organizar o funcionamento dos serviços. Vigorando em todo o território nacional, para qualquer ação ou serviço de saúde realizado por pessoas naturais ou jurídicas de direito público ou privado, por órgãos e instituições públicas federais, estaduais e municipais. Instituiu o SUS.

                                                                                              

 

CAPÍTULO I

 

Todos os Seres Humanos tem direito a prestação dos serviços de saúde básica e de especialidades, sendo esse fornecido pelo Estado, no entanto é muito grande os desafios a ser enfrentados devido ao nosso país ser de dimensões continentais com extensão territorial de 8.514.876 Km², e várias realidades diferentes de regiões.

Estão incluídas na lei não só o atendimento à população, mas também a execução de ações de vigilância sanitária, epidemiológica, da saúde do trabalhador e de assistência terapêutica.

É dever do Estado de garantir à saúde, esta Lei consiste na formulação e execução de políticas econômicas e sociais que visem à redução de riscos de doenças e de outros agravos enfocando mais nas ações de promoção, proteção e recuperação e no estabelecimento de condições que assegurem acesso universal e igualitário às ações e aos serviços. Entretanto, o dever do Estado não exclui o dever das pessoas, da família, das empresas e da sociedade. A saúde tem como fatores determinantes a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais; os níveis de saúde da população expressam a organização social e econômica do País, promovendo condições de bem estar físico, mental e social, mudando assim o conceito de SAÚDE. Constituem o Sistema Único de Saúde (SUS) as ações e os serviços de saúde de instituições públicas federais, estaduais e municipais.

Descentralização político-administrativa é reforçada na forma dos serviços e das ações de saúde, com redistribuição de atribuições e recursos em direção aos municípios.

Execução de ações na saúde do trabalhador, vigilância nutricional.

Participação orçamentária para à saúde, garantir a gratuidade das ações e dos serviços nos atendimentos públicos e privados.

 

CAPÍTULO II

 

Seus princípios e diretrizes:

 

Universalidade de acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de assistência.

Integralidade de assistência em todos os níveis de complexidade do sistema.

Preservação da autonomia das pessoas na defesa de sua integridade física e moral.

Igualdade da assistência à saúde, sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie.

Direito a informação, as pessoas assistidas, sobre sua saúde.

Divulgação de informações quanto ao potencial dos serviços de saúde e sua utilização pelo usuário.

Utilização da epidemiologia para o estabelecimento de prioridades, a alocação e recursos e orientação programática.

Participação da comunidade.

Descentralização político-administrativa com direção única em cada esfera de governo.

Integração em nível executivo, das ações de saúde, meio ambiente e saneamento básico.

Conjugação dos recursos financeiros tecnológicos, materiais e humanos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, na prestação de serviços de assistência a saúde da população.

Participação da comunidade como uma diretriz regulamentada pela LOS 8.142 de 1.990.

A Lei 8080 tem como doutrina universalidade, integralidade e equidade, preza o acesso a saúde para todos os cidadãos.

Que todas as pessoas são iguais perante a Lei e com um sistema social justo.

 

 

CAPÍTULO III

 

 

Obrigações do Estado:

Vigilância Sanitária

Vigilância Epidemiológica

Saúde do Trabalho

Assistência Terapêutica integral inclusive farmacêutica

     É dever do estado prover a saúde pública, através de políticas públicas de redução do risco de doenças, com campanhas educativas, de vigilância sanitária, de desenvolvimento de recursos humanos, alimentação saudável, construir hospitais, centros ambulatoriais e postos de saúde.

 

CAPÍTULO IV

 

A União poderá executar ações de vigilância epidemiológica e sanitária em circunstancias especiais, como na ocorrência de agravos inusitados a saúde, que possam escapar do controle da direção do SUS ou que representem risco de disseminação nacional, exemplo o que estamos vivendo no momento a pandemia do Coronavírus (COVID-19).

 

 

CAPÍTULO V

 

Da atenção à saúde Indígena a União deverá assegurar aporte adicional de recursos ao subsistema de atenção à saúde Indígena contemplando os aspectos de assistência à saúde, saneamento básico, nutrição, habilitação, meio ambiente, demarcação de terras, educação sanitária e integração ao SUS compreendendo a atenção primária, secundária e terciária a saúde.

 

CAPÍTULO VI

 

Assistência terapêutica e da Incorporação de tecnologia em saúde, inclui diretrizes para dispensação dos medicamentos. Oferta de procedimentos terapêuticos, em regime domiciliar, ambulatorial e hospitalar, critérios para diagnósticos de doenças, as posologias recomendadas o acompanhamento e a verificação dos resultados terapêuticos a serem seguidos pelos gestores do SUS.

 

CAPÍTULO VII

 

É através desta Lei que o Ministério da saúde determina diretrizes para repassar verbas e aplicação de recursos para Estados e Municípios.

As autoridades responsáveis pela distribuição da receita transferem ao FNS verbas para projetos e atividades executadas no SUS, fiscalizados pelos Conselhos de saúde.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CONCLUSÃO

 

Podemos observar que essa Lei expressa conquistas contidas na Constituição Federal, que o SUS é um processo Legal, que precisa de aperfeiçoamento e de apoio por parte do governo, principalmente no que se refere ao repasse de verbas.

Antes do SUS ter sido regulamentado em 1990, só eram atendidas as pessoas que tinham carteira assinada, contribuíam para a Previdência (INAMPS), caso contrário, era preciso pagar plano privado ou buscar atendimento em instituições filantrópicas como as Santas Casas de Misericórdia.

A Lei 8080 garante a todos os brasileiros o direito a qualquer pessoa ir a uma unidade básica de saúde ou a um hospital e receber atendimento gratuito. Medicamentos são fornecidos de graça para as doenças de diabetes, pressão alta, asma, AIDS e Alzheimer a uma população de 210,5 milhões de brasileiros.

O SUS não é apenas atendimento médico, mas também vigilância em saúde e fornecimento de medicamento.

Mesmo com todos os artigos e cuidados para que essa Lei regulamentasse e efetivasse o SUS, temos inúmeras críticas por parte dos usuários e funcionários do sistema, tais como a desorganização dos hospitais e dos ambulatórios, diminuição dos recursos e aumento de serviços, quantidade de médicos insuficientes, especialidades com muito mais dificuldade para atender toda a população, demora no encaminhamento de exames, insuficiência no repasse de verbas devido a crise que atinge profundamente a economia nacional.

Contudo temos resultados favoráveis com a implantação do SUS, como erradicação da poliomielite, diminuição nas taxas de incidência do sarampo, difteria, coqueluche, tétano acidental, queda dos casos e óbitos por tétano neonatal, queda na taxa de prevalência como malária, hanseníase, eliminação do triatoma infestans e esquistossomose.

Autossuficiência na produção nacional de vacinas e soros antipeçonhentos.

Acredito que após o ano de 2020 todos os assuntos relacionados à saúde serão levados com muito mais seriedade, é necessário que a população se intere melhor, conheça e saiba escolher melhor seus governantes, que haja menos corrupção e estes sejam sérios e honestos  e os recursos necessários  sejam repassados para melhora de todo o sistema, visto que no Brasil é grande a população que depende do SUS.

Certamente com mais participação de todos, mais interesse toda a população tem a ganhar, e o que é seu por direito vai ser cumprido com eficiência, mudando a realidade do nosso país.

 

Lucimara Forte Menon, Farmácia, Uningá

 

 

 

REFERÊNCIAS:

 

 

http:.www.brasilescola.com

http:www.planalto.gov.br

 

 MENON, LUCIMARA FORTE

UNINGÁ CENTRO UNIVERSITÁRIO INGÁ

FARMACIA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Componente Curricular

Estágio Curricular Supervisionado I-Unidade Básica de Saúde (UBS)

 

 

Curitiba-PR

Novembro 2020

RESENHA CRITICA DA LEI 8080

 

A obra que será descrita trata-se da Lei n. 8.080 de 19 de setembro de 1990, sancionada pelo Presidente da República, Sr. Fernando Afonso Collor de Mello, e decretada pelo Congresso Nacional, foi publicada com seus 55 artigos no Diário Oficial da União em 20 de setembro de 1990 e começou a vigorar desde então.

Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, mudando assim de um modelo de exclusão para um formato de inclusão social, passando assim a organizar o funcionamento dos serviços. Vigorando em todo o território nacional, para qualquer ação ou serviço de saúde realizado por pessoas naturais ou jurídicas de direito público ou privado, por órgãos e instituições públicas federais, estaduais e municipais. Instituiu o SUS.

                                                                                              

 

CAPÍTULO I

 

Todos os Seres Humanos tem direito a prestação dos serviços de saúde básica e de especialidades, sendo esse fornecido pelo Estado, no entanto é muito grande os desafios a ser enfrentados devido ao nosso país ser de dimensões continentais com extensão territorial de 8.514.876 Km², e várias realidades diferentes de regiões.

Estão incluídas na lei não só o atendimento à população, mas também a execução de ações de vigilância sanitária, epidemiológica, da saúde do trabalhador e de assistência terapêutica.

É dever do Estado de garantir à saúde, esta Lei consiste na formulação e execução de políticas econômicas e sociais que visem à redução de riscos de doenças e de outros agravos enfocando mais nas ações de promoção, proteção e recuperação e no estabelecimento de condições que assegurem acesso universal e igualitário às ações e aos serviços. Entretanto, o dever do Estado não exclui o dever das pessoas, da família, das empresas e da sociedade. A saúde tem como fatores determinantes a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais; os níveis de saúde da população expressam a organização social e econômica do País, promovendo condições de bem estar físico, mental e social, mudando assim o conceito de SAÚDE. Constituem o Sistema Único de Saúde (SUS) as ações e os serviços de saúde de instituições públicas federais, estaduais e municipais.

Descentralização político-administrativa é reforçada na forma dos serviços e das ações de saúde, com redistribuição de atribuições e recursos em direção aos municípios.

Execução de ações na saúde do trabalhador, vigilância nutricional.

Participação orçamentária para à saúde, garantir a gratuidade das ações e dos serviços nos atendimentos públicos e privados.

 

CAPÍTULO II

 

Seus princípios e diretrizes:

 

Universalidade de acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de assistência.

Integralidade de assistência em todos os níveis de complexidade do sistema.

Preservação da autonomia das pessoas na defesa de sua integridade física e moral.

Igualdade da assistência à saúde, sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie.

Direito a informação, as pessoas assistidas, sobre sua saúde.

Divulgação de informações quanto ao potencial dos serviços de saúde e sua utilização pelo usuário.

Utilização da epidemiologia para o estabelecimento de prioridades, a alocação e recursos e orientação programática.

Participação da comunidade.

Descentralização político-administrativa com direção única em cada esfera de governo.

Integração em nível executivo, das ações de saúde, meio ambiente e saneamento básico.

Conjugação dos recursos financeiros tecnológicos, materiais e humanos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, na prestação de serviços de assistência a saúde da população.

Participação da comunidade como uma diretriz regulamentada pela LOS 8.142 de 1.990.

A Lei 8080 tem como doutrina universalidade, integralidade e equidade, preza o acesso a saúde para todos os cidadãos.

Que todas as pessoas são iguais perante a Lei e com um sistema social justo.

 

 

CAPÍTULO III

 

 

Obrigações do Estado:

Vigilância Sanitária

Vigilância Epidemiológica

Saúde do Trabalho

Assistência Terapêutica integral inclusive farmacêutica

     É dever do estado prover a saúde pública, através de políticas públicas de redução do risco de doenças, com campanhas educativas, de vigilância sanitária, de desenvolvimento de recursos humanos, alimentação saudável, construir hospitais, centros ambulatoriais e postos de saúde.

 

CAPÍTULO IV

 

A União poderá executar ações de vigilância epidemiológica e sanitária em circunstancias especiais, como na ocorrência de agravos inusitados a saúde, que possam escapar do controle da direção do SUS ou que representem risco de disseminação nacional, exemplo o que estamos vivendo no momento a pandemia do Coronavírus (COVID-19).

 

 

CAPÍTULO V

 

Da atenção à saúde Indígena a União deverá assegurar aporte adicional de recursos ao subsistema de atenção à saúde Indígena contemplando os aspectos de assistência à saúde, saneamento básico, nutrição, habilitação, meio ambiente, demarcação de terras, educação sanitária e integração ao SUS compreendendo a atenção primária, secundária e terciária a saúde.

 

CAPÍTULO VI

 

Assistência terapêutica e da Incorporação de tecnologia em saúde, inclui diretrizes para dispensação dos medicamentos. Oferta de procedimentos terapêuticos, em regime domiciliar, ambulatorial e hospitalar, critérios para diagnósticos de doenças, as posologias recomendadas o acompanhamento e a verificação dos resultados terapêuticos a serem seguidos pelos gestores do SUS.

 

CAPÍTULO VII

 

É através desta Lei que o Ministério da saúde determina diretrizes para repassar verbas e aplicação de recursos para Estados e Municípios.

As autoridades responsáveis pela distribuição da receita transferem ao FNS verbas para projetos e atividades executadas no SUS, fiscalizados pelos Conselhos de saúde.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CONCLUSÃO

 

Podemos observar que essa Lei expressa conquistas contidas na Constituição Federal, que o SUS é um processo Legal, que precisa de aperfeiçoamento e de apoio por parte do governo, principalmente no que se refere ao repasse de verbas.

Antes do SUS ter sido regulamentado em 1990, só eram atendidas as pessoas que tinham carteira assinada, contribuíam para a Previdência (INAMPS), caso contrário, era preciso pagar plano privado ou buscar atendimento em instituições filantrópicas como as Santas Casas de Misericórdia.

A Lei 8080 garante a todos os brasileiros o direito a qualquer pessoa ir a uma unidade básica de saúde ou a um hospital e receber atendimento gratuito. Medicamentos são fornecidos de graça para as doenças de diabetes, pressão alta, asma, AIDS e Alzheimer a uma população de 210,5 milhões de brasileiros.

O SUS não é apenas atendimento médico, mas também vigilância em saúde e fornecimento de medicamento.

Mesmo com todos os artigos e cuidados para que essa Lei regulamentasse e efetivasse o SUS, temos inúmeras críticas por parte dos usuários e funcionários do sistema, tais como a desorganização dos hospitais e dos ambulatórios, diminuição dos recursos e aumento de serviços, quantidade de médicos insuficientes, especialidades com muito mais dificuldade para atender toda a população, demora no encaminhamento de exames, insuficiência no repasse de verbas devido a crise que atinge profundamente a economia nacional.

Contudo temos resultados favoráveis com a implantação do SUS, como erradicação da poliomielite, diminuição nas taxas de incidência do sarampo, difteria, coqueluche, tétano acidental, queda dos casos e óbitos por tétano neonatal, queda na taxa de prevalência como malária, hanseníase, eliminação do triatoma infestans e esquistossomose.

Autossuficiência na produção nacional de vacinas e soros antipeçonhentos.

Acredito que após o ano de 2020 todos os assuntos relacionados à saúde serão levados com muito mais seriedade, é necessário que a população se intere melhor, conheça e saiba escolher melhor seus governantes, que haja menos corrupção e estes sejam sérios e honestos  e os recursos necessários  sejam repassados para melhora de todo o sistema, visto que no Brasil é grande a população que depende do SUS.

Certamente com mais participação de todos, mais interesse toda a população tem a ganhar, e o que é seu por direito vai ser cumprido com eficiência, mudando a realidade do nosso país.

 

Lucimara Forte Menon, Farmácia, Uningá

 

 

 

REFERÊNCIAS:

 

 

http:.www.brasilescola.com

http:www.planalto.gov.br

 

 

 

 UNINGÁ CENTRO UNIVERSITÁRIO INGÁ

FARMACIA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Componente Curricular

Estágio Curricular Supervisionado I-Unidade Básica de Saúde (UBS)

 

 

Curitiba-PR

Novembro 2020

RESENHA CRITICA DA LEI 8080

 

A obra que será descrita trata-se da Lei n. 8.080 de 19 de setembro de 1990, sancionada pelo Presidente da República, Sr. Fernando Afonso Collor de Mello, e decretada pelo Congresso Nacional, foi publicada com seus 55 artigos no Diário Oficial da União em 20 de setembro de 1990 e começou a vigorar desde então.

Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, mudando assim de um modelo de exclusão para um formato de inclusão social, passando assim a organizar o funcionamento dos serviços. Vigorando em todo o território nacional, para qualquer ação ou serviço de saúde realizado por pessoas naturais ou jurídicas de direito público ou privado, por órgãos e instituições públicas federais, estaduais e municipais. Instituiu o SUS.

                                                                                              

 

CAPÍTULO I

 

Todos os Seres Humanos tem direito a prestação dos serviços de saúde básica e de especialidades, sendo esse fornecido pelo Estado, no entanto é muito grande os desafios a ser enfrentados devido ao nosso país ser de dimensões continentais com extensão territorial de 8.514.876 Km², e várias realidades diferentes de regiões.

Estão incluídas na lei não só o atendimento à população, mas também a execução de ações de vigilância sanitária, epidemiológica, da saúde do trabalhador e de assistência terapêutica.

É dever do Estado de garantir à saúde, esta Lei consiste na formulação e execução de políticas econômicas e sociais que visem à redução de riscos de doenças e de outros agravos enfocando mais nas ações de promoção, proteção e recuperação e no estabelecimento de condições que assegurem acesso universal e igualitário às ações e aos serviços. Entretanto, o dever do Estado não exclui o dever das pessoas, da família, das empresas e da sociedade. A saúde tem como fatores determinantes a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais; os níveis de saúde da população expressam a organização social e econômica do País, promovendo condições de bem estar físico, mental e social, mudando assim o conceito de SAÚDE. Constituem o Sistema Único de Saúde (SUS) as ações e os serviços de saúde de instituições públicas federais, estaduais e municipais.

Descentralização político-administrativa é reforçada na forma dos serviços e das ações de saúde, com redistribuição de atribuições e recursos em direção aos municípios.

Execução de ações na saúde do trabalhador, vigilância nutricional.

Participação orçamentária para à saúde, garantir a gratuidade das ações e dos serviços nos atendimentos públicos e privados.

 

CAPÍTULO II

 

Seus princípios e diretrizes:

 

Universalidade de acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de assistência.

Integralidade de assistência em todos os níveis de complexidade do sistema.

Preservação da autonomia das pessoas na defesa de sua integridade física e moral.

Igualdade da assistência à saúde, sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie.

Direito a informação, as pessoas assistidas, sobre sua saúde.

Divulgação de informações quanto ao potencial dos serviços de saúde e sua utilização pelo usuário.

Utilização da epidemiologia para o estabelecimento de prioridades, a alocação e recursos e orientação programática.

Participação da comunidade.

Descentralização político-administrativa com direção única em cada esfera de governo.

Integração em nível executivo, das ações de saúde, meio ambiente e saneamento básico.

Conjugação dos recursos financeiros tecnológicos, materiais e humanos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, na prestação de serviços de assistência a saúde da população.

Participação da comunidade como uma diretriz regulamentada pela LOS 8.142 de 1.990.

A Lei 8080 tem como doutrina universalidade, integralidade e equidade, preza o acesso a saúde para todos os cidadãos.

Que todas as pessoas são iguais perante a Lei e com um sistema social justo.

 

 

CAPÍTULO III

 

 

Obrigações do Estado:

Vigilância Sanitária

Vigilância Epidemiológica

Saúde do Trabalho

Assistência Terapêutica integral inclusive farmacêutica

     É dever do estado prover a saúde pública, através de políticas públicas de redução do risco de doenças, com campanhas educativas, de vigilância sanitária, de desenvolvimento de recursos humanos, alimentação saudável, construir hospitais, centros ambulatoriais e postos de saúde.

 

CAPÍTULO IV

 

A União poderá executar ações de vigilância epidemiológica e sanitária em circunstancias especiais, como na ocorrência de agravos inusitados a saúde, que possam escapar do controle da direção do SUS ou que representem risco de disseminação nacional, exemplo o que estamos vivendo no momento a pandemia do Coronavírus (COVID-19).

 

 

CAPÍTULO V

 

Da atenção à saúde Indígena a União deverá assegurar aporte adicional de recursos ao subsistema de atenção à saúde Indígena contemplando os aspectos de assistência à saúde, saneamento básico, nutrição, habilitação, meio ambiente, demarcação de terras, educação sanitária e integração ao SUS compreendendo a atenção primária, secundária e terciária a saúde.

 

CAPÍTULO VI

 

Assistência terapêutica e da Incorporação de tecnologia em saúde, inclui diretrizes para dispensação dos medicamentos. Oferta de procedimentos terapêuticos, em regime domiciliar, ambulatorial e hospitalar, critérios para diagnósticos de doenças, as posologias recomendadas o acompanhamento e a verificação dos resultados terapêuticos a serem seguidos pelos gestores do SUS.

 

CAPÍTULO VII

 

É através desta Lei que o Ministério da saúde determina diretrizes para repassar verbas e aplicação de recursos para Estados e Municípios.

As autoridades responsáveis pela distribuição da receita transferem ao FNS verbas para projetos e atividades executadas no SUS, fiscalizados pelos Conselhos de saúde.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CONCLUSÃO

 

Podemos observar que essa Lei expressa conquistas contidas na Constituição Federal, que o SUS é um processo Legal, que precisa de aperfeiçoamento e de apoio por parte do governo, principalmente no que se refere ao repasse de verbas.

Antes do SUS ter sido regulamentado em 1990, só eram atendidas as pessoas que tinham carteira assinada, contribuíam para a Previdência (INAMPS), caso contrário, era preciso pagar plano privado ou buscar atendimento em instituições filantrópicas como as Santas Casas de Misericórdia.

A Lei 8080 garante a todos os brasileiros o direito a qualquer pessoa ir a uma unidade básica de saúde ou a um hospital e receber atendimento gratuito. Medicamentos são fornecidos de graça para as doenças de diabetes, pressão alta, asma, AIDS e Alzheimer a uma população de 210,5 milhões de brasileiros.

O SUS não é apenas atendimento médico, mas também vigilância em saúde e fornecimento de medicamento.

Mesmo com todos os artigos e cuidados para que essa Lei regulamentasse e efetivasse o SUS, temos inúmeras críticas por parte dos usuários e funcionários do sistema, tais como a desorganização dos hospitais e dos ambulatórios, diminuição dos recursos e aumento de serviços, quantidade de médicos insuficientes, especialidades com muito mais dificuldade para atender toda a população, demora no encaminhamento de exames, insuficiência no repasse de verbas devido a crise que atinge profundamente a economia nacional.

Contudo temos resultados favoráveis com a implantação do SUS, como erradicação da poliomielite, diminuição nas taxas de incidência do sarampo, difteria, coqueluche, tétano acidental, queda dos casos e óbitos por tétano neonatal, queda na taxa de prevalência como malária, hanseníase, eliminação do triatoma infestans e esquistossomose.

Autossuficiência na produção nacional de vacinas e soros antipeçonhentos.

Acredito que após o ano de 2020 todos os assuntos relacionados à saúde serão levados com muito mais seriedade, é necessário que a população se intere melhor, conheça e saiba escolher melhor seus governantes, que haja menos corrupção e estes sejam sérios e honestos e os recursos necessários sejam repassados para melhora de todo o sistema, visto que no Brasil é grande a população que depende do SUS.

Certamente com mais participação de todos, mais interesse toda a população tem a ganhar, e o que é seu por direito vai ser cumprido com eficiência, mudando a realidade do nosso país.

 

Lucimara Forte Menon, Farmácia, Uningá

 

 

 

REFERÊNCIAS:

 

 

http:.www.brasilescola.com

http:www.planalto.gov.br

 

 

 

 



 

 

 


 


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