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Emergência em Medicina Veterinária - Caderno Técnico 87

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32 Cadernos Técnicos de Veterinária e Zootecnia, nº 87 - dezembro de 2017
Renata Andrade Silva - CRMV-MG 13177
Tábata Torres Megda - CRMV-MG 12780
Suzane Lilian Beier - CRMV-MG 13516
Departamento de Clínica e Cirurgia Veterinária, Escola de Veterinária, 
Universidade Federal de Minas Gerais
Email para contato: suzanelb@ufmg.br
3. Obstrução 
uretral: condutas 
emergenciais e 
anestésicas em 
felinos
A uropatia obstrutiva é a anorma-
lidade funcional ou estrutural do trato 
urinário inferior, causada pelo impedi-
mento do fluxo urinário normal, levan-
do a alterações locais e sistêmicas1.
A obstrução uretral torna-se um 
quadro crítico quando ocorre obs-
trução por mais de 36 horas, fato que 
culmina em depressão, inapetência, 
êmese, desidratação grave, azotemia 
pós-renal, acidose metabólica, hiperca-
lemia, hipocalcemia, hiperfosfatemia e 
hipermagnesemia2.
O manejo da obstrução uretral felina é 
considerado universal. A estabilização de 
emergência deve ser iniciada pelos fatores 
que colocam a vida do paciente em risco, 
como correção de qualquer anormalida-
de hidroeletrolítica, déficit de perfusão 
ou distúrbios do equilíbrio ácido-base e, 
posteriormente, anestesia, desobstrução 
uretral e cuidados pós-desobstrução2.
333. Obstrução uretral: condutas emergenciais e anestésicas em felinos
À medida que os pacientes ficam 
progressivamente comprometidos, a 
anestesia torna-se perigosa e nenhum 
protocolo anestésico é ideal. Dadas as 
possíveis complicações associadas à ad-
ministração de anestésicos pela via sis-
têmica em felinos obstruídos, principal-
mente quando eles estão deprimidos3, 
a analgesia regional por bloqueios de 
nervos periféricos ou por bloqueios do 
neuroeixo deve ser encarada como efi-
caz e segura, usada isoladamente ou em 
contexto multimodal4.
Entre os intensivistas e anestesiologis-
tas de pequenos animais, pode-se consi-
derar unânime a preocupação com novas 
técnicas que minimizem a morbimortali-
dade durante procedimentos anestésicos 
e na estabilização de pacientes críticos. 
Alguns autores demonstraram a preocu-
pação em encontrar o melhor protocolo 
anestésico e de desobstrução uretral.
A fluidoterapia é o componente mais 
importante da estabilização da azotemia 
pós-renal, pois corrige a desidratação, a 
hipercalemia e a acidose quando resta-
belecido o fluxo urinário5. A inadequada 
reposição de fluidos durante o período 
pós-obstrutivo pode atrasar a resolução 
desses distúrbios eletrolíticos, acidobá-
sicos e urêmicos, além de ocasionar le-
são renal pela hipoperfusão, em decor-
rência da hipovolemia1.
1-Fluidoterapia 
Estudos recentes demonstram que a 
utilização de ringer lactato levou à me-
lhora rápida do equilíbrio ácido-base, 
não havendo diferença clínica quanto à 
diminuição do potássio quando compa-
rado à solução fisiológica 0,9% 2,3. 
2-Hipercalemia grave
A obstrução uretral desenvolve 
anormalidades clínicas e bioquímicas, 
que se caracterizam por deficiências e/
ou excessos sistêmicos no equilíbrio de 
líquidos, de eletrólitos, do estado ácido-
-base e por retenção de metabólitos6, 
que promovem alteração do

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