A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
34 pág.
Direito tributário Resumo G1 e G2

Pré-visualização | Página 5 de 11

Principio; 
- seletividade: tributar mais o que é menos essencial, e tributar menos o que é mais essencial → conferir alíquotas diferentes: possibilidade porque é um imposto indireto, tendo ligação com o princípio da capacidade contributiva;
- a ideia do IPI era dar uma função extrafiscal proibitivo: 
- é difícil encontrar um caso emblemático para discutir essencialidade;
- art. 153, § 3º, II
- não cumulatividade; 
- 4 grupos que dão direito a crédito de IPI:
- matéria prima, embalagem, insumos e produtos intermediários; 
- não cumulatividade é para detro da mepres; 
- art. 153, § 3º, II
- imunidade objetiva: todo e qualquer produto industrializado;
- autoregulamentado (IV) caráter econômico:
- fora da legalidade e anterioridade;
- fato gerador: Art. 46 do CTN
- Aspecto temporal: saída ou entrada de produto industrializado;
- aspecto material: 1. modificar a natureza ou finalidade do bem e 2. aperfeiçoar produto p/consumo → as duas situações para incidirem IPI; 
- acondicionamento só para transporte não é fato gerador do IPI; 
- alíquotas: são previstas no TIPI (tabela do ipi): as alíquotas variam de produto para produto: geralmente são todas abaixo de 20% e a mais padrão é 10%;
- base de cálculo: art. 47
- art. 51: contribuinte do IPI; § único: estabelecimento → erro: estabelecimento não é pessoa jurídica; 
- Lançamento: por homologação (tem que ter o controle de todas as coisas); se não estiver tudo ok, lançamento de ofício com multa de 75%, se comprovar intuito de fraude;
06/11/11
- IOF: art. 63- 67 CTN; DEC 4492/02 incide sobre operações de crédito, câmbio, seguro e relativas a títulos mobiliários;
- imposto federal;
- é predominantemente extrafiscal (fora da legalidade fechada e da anterioridade);
- é tributo (imposto) de intervenção e de seguros; 
- imposto real (não tem a ver com pessoalidade);
- imposto ordinário (integra o sistema);
- no CTN está dentro da categoria dos impostos de circulação de riquezas;
- o ouro como ativo financeiro ou como instrumento cambial é tributado só pelo IOF → Art. 153, § 5º da CF;
- lançamento por homologação;
- Art. 153, § 1º: exceção à legalidade;
- atenção com o art. 65 do CTN → o poder executivo pode alterar as bases de cálculo e alíquota → CF: alíquota se altera por decreto e base de cálculo por lei; 
- incidência exclusiva sobre o ouro: 1% = tratado como imunidade: o ouro imune sobre todos os outros impostos, salvo o IOF; Art. 1º da Lei 7766/89: definição do ouro como ativo financeiro; 
- fato gerador do IOF → art. 63 CTN
- 63, I: operação de crédito: “troca de uma prestação presente por uma prestação futura”: exemplo, empréstimo bancário; abertura de crédito – crediário; IN 62/90: cabe IOF sobre depósito judicial – o STJ fulminou a IN; 
- 63, II: operação de câmbio: troca de moeda estrangeira; 
- 63, III: contrato de seguro: o fato gerador ocorre na emissão da apólice ou no recebimento do prêmio;
- 63, IV: valores e títulos mobiliários → negociação de papéis e direitos (cotas de fundos, resgate de fundos de aplicação etc): o fato da I (abertura) pode se confundir com a IV → ou vai incidir por um ou por outro;
- 64 bases de cálculo: 
- 66: contribuintes do imposto;
- alíquotas: leque variado: pode variar de um máximo a zero (caráter extrafiscal);
- ITR: imposto territorial rural art. 153,VI; CTN 29-31;
- imposto de vocação nacional: porque deveria servir como instrumento de intervenção para a reforma agrária no país; 
- imposto eminentemente extrafiscal;
- § 4º, I do 153 da CF → progressividade para estimular a função social da terra, para desestimular terras improdutivas;
- competência federal;
- imposto real → incide sobre o valor do imóvel;
- imposto direto → o proprietário paga;
- imposto ordinário → previsto sempre no orçamento;
- imposto de apuração anual → incide uma vez por ano (1º de janeiro);
- 50% da arrecadação do ITR pertence ao município da localização do imóvel; 
- lançamento por homologação (não tem como mapear: tem que esperar pagar para depois homologar);
- progressividade: § 4º, I: instrumento de combate aos latifúndios improdutivos; 
- a discussão é que isso já existia na lei 9393/96, mas não havia na Constituição → o princípio não pegava até a EC 42: o STF proferiu uma decisão em termos de IPTU emblemática: o STF decidiu que não pode haver progressividade porque é um imposto real, e a progressividade estaria ligada a impostos pessoais; quando dessa decisão a discussão se transferiu para o ITR, que não tinha base constitucional, e aí veio uma EC para correção legislativa da jurisprudência (hoje IPTU e ITR comportam progressividade); 
- Art. 153, § 4º, II: imunidade (não incidirá): para o pequeno proprietário rural; 
- imunidade condicionada (desde que não tenha outro imóvel);
- Lei 9393/96 define o que é pequena propriedade: Art. 2º → só ou com usa família, definição de pequena áreas; regra básica 30ha; tem que ser trabalhado pela próprio e família → não pode ter empregados → contradição, porque se tiver empregado perde a imunidade;
- fato gerador: art. 29 CTN → propriedade, posse ou domínio útil: inconstitucionalidade parcial: falar em posse ou domínio útil → a CF fala em propriedade; se adquirir por usucapião pode; fora da zona urbana → é por exclusão: o município tem a sua zona urbana (o município publica, tudo o que está fora é zona rural): é partindo da lei municipal que se tem o raio de incidência do ITR; 
- Art. 30 – base de cálculo: valor fundiário → terra nua, apurado em 1º de janeiro de cada ano, sem benfeitoria e ação humana alguma (lei 9393/96) → imposto territorial rural, terra nua; 
- alíquotas de 0% a 20%: Hugo de Brito → teria caráter confiscatório;
- IGF: imposto sobre grandes forturnas – art. 153, VII da CF:
- nunca foi criado até hoje, por LC; 
- o grande impasse: definir o que é grande fortuna no Brasil → teria o seguinte desenho: declaração de bens, carros, avição etc etc → o imposto incidiria sobre o patamar que ultrapassasse um determinado valor: passou daquele valor passaria a ter a incidência o IGF:
- na França e na Espanha: chama-se imposto sobre o luxo e o patrimônio: obras de valor; 
- a grande problema é que no patrimônio já está pagando ICMS, ISS, IPI, CSSL, INSS etc: 53 impostos; 
- Art. 154 da CF: imposto residual da União Federal:
- I além dos já colocados, pode vir esse, que também deverá ser por LC;
- II imposto extraordinário de guerra → pode ser por MP, não obedece a legalidade e anterioridade pode sofrer bitributação; 
08/09/11
- Competências estaduais:
ITD
- Art. 155: imposto causa mortis: na verdade se constitui sobre doação e legado;
- imposto antigo (sobre herança);
- antes da CF: causa mortis, doação e transmissão a título oneroso (em imóveis);
- CF de 88: um para o Estado e um para o município: transmissão causa mortis e doação (para os Estados) e para o município (156, II) o ITDI (imposto de transmissão inter-vivos → e aí só imóveis);
			Imposto de transmissão causa mortis
Estados 		doação
			Intervivos por ato oneroso (só imóveis)
Depois da CF 88:
			Imposto de transmissão causa mortis
Estados
			Doação (quaisquer bens e direitos)
Municípios	Imposto de transmissão inter vivos por ato oneroso – imóveis
- Rio → Lei 1427/89;
- Art. 155: bens imóveis → a regra é o Estado da situação (localização física) do bem;
- 155, § 1º, III – LC → aí começa o problema: cada estado tem a sua lei; não há a LC; no Rio 1427: se o donatário estiver no Rio, competência do Rio, se tinha bens no exterior, ou tinha bens no exterior, se está fora, vai pegar o herdeiro legatário; mas o Estado do Rio pode regular dessa forma? Nesse caso, não havendo LC, valeria porque seria competência privativa plena dos Estados; quando vem a LC federal, tudo o que estiver em desacordo cai; 
- finalidade do ITD: fiscal; imposto direto (incide na operação); imposto real (grava a operação); fato gerador simples: incide uma vez só (doação na doação, herança na herança); ordinário (sempre previsto); lançamento tributário de ITD por declaração → o imposto só é lançado se o contribuinte lançar as