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Pergunta 1 
Lei nº. 13.146, de 06 de julho de 2015. 
Que versa sobre: 
Art. 30 – Nos processos seletivos para ingresso e 
permanência nos cursos oferecidos pelas instituições de 
ensino superior e de educação profissional e tecnológica, 
públicas e privadas, devem ser adotadas as seguintes 
medidas: 2 Libras como língua natural e português como 
segunda língua 
III – Disponibilização de provas em formatos acessíveis 
para atendimento às necessidades específicas do 
candidato com deficiência (O Enem de 2017 forneceu pela 
primeira vez a vídeo-prova aos candidatos surdos). 
IV – Disponibilização de recursos de acessibilidade e de 
tecnologia assistiva adequados, previamente solicitados e 
escolhidos pelo candidato com deficiência. 
VII – Tradução completa do edital e de suas retificações 
em Libras. (Uma grande conquista da comunidade surda 
ao conseguir que os editais públicos sejam fornecidos 
também em Libras). 
MORAIS, Carlos Eduardo Lima de. Libras como língua 
natural e Português como segunda língua. [S. I.]. [Recurso 
eletrônico]. Disponível em 
: https://sagahcm.sagah.com.br/sagahcm/sagah_ua_dina
mica/12389174. Acesso em: 27 jan. 2020. (Com 
adaptação) 
Sobre o texto acima, marque o item que correto. 
 Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da 
Pessoa com Deficiência). 
https://sagahcm.sagah.com.br/sagahcm/sagah_ua_dinamica/12389174.
https://sagahcm.sagah.com.br/sagahcm/sagah_ua_dinamica/12389174.
 Institui a Lei da pessoa cega. Que prevê as ferramentas de inclusão da pessoa com 
cegueira e sua inclusão na sociedade. 
 Institui a Lei de Língua Brasileira de Sinais – Libras. Que trata especificamente 
sobre os elementos comunicativos. 
 Lei de acesso à informação social. Torna obrigatório o uso de diferentes meios de 
comunicação para compartilhar as informações da gestão social. 
 Lei de Mobilidade urbana direcionada. Impetra a obrigatoriedade de mobilidade 
nos espaços públicos. 
Pergunta 2 
 
 
Tendo como base as imagens e a contextualização dos 
passos necessários para a confecção dos materiais em 
libras, sinalize o item que apresenta de forma correta 
definição de pelo menos uma etapa. 
 A segunda etapa, a tradução, é um processo simples e secundário. Não solicita 
muitos materiais e pode ser distanciado da língua materna dos surdos sem 
prejuízo de informação. 
 A primeira etapa da produção é feita pelo surdo e não pelo intérprete de libras. Os 
materiais didáticos bilíngues são organizados conforme autoridade do autor da 
obra. 
 A divisão apresentada não necessariamente deve ser seguida, pois a confecção do 
material depende muito de cada profissional de seu estilo, linguagem à 
abordagem. 
 O trabalho de tradução requer uma análise minuciosa para verificar a proposta do 
material didático solicitado, o objetivo, o público-alvo, o estilo, o perfil mais 
adequado do tradutor-intérprete, etc. 
 A produção de material em libras acontece, exclusivamente, em duas etapas, uma 
é a escolha do profissional e a outra é a escolha do material que passará de uma 
língua para a outra. 
Pergunta 3 
Os surdos e as experiências visuais As pessoas percebem 
o mundo por meio de suas experiências, isto é, o processo 
de aprendizado completo parte da interação pessoal, 
desde o nascimento, com a sociedade e a cultura em que 
está inserida. 
MORAIS, Carlos Eduardo Lima de. Libras como língua 
natural e Português como segunda língua. [S. I.]. [Recurso 
eletrônico]. Disponível em 
: https://sagahcm.sagah.com.br/sagahcm/sagah_ua_dina
mica/12389174. Acesso em: 27 jan. 2020. (Com 
adaptação) 
I. Ao se tratar de pessoas surdas, elas não percebem o 
mundo da mesma forma que os ouvintes, que representam 
a maioria social com a qual interagem os surdos. 
II. Por mais que a pessoa surda esteja inserida na 
sociedade e na cultura ouvinte, ela não percebe o mundo 
por meio de experiências ouvintistas, e sim por 
experiências visuais. 
https://sagahcm.sagah.com.br/sagahcm/sagah_ua_dinamica/12389174.
https://sagahcm.sagah.com.br/sagahcm/sagah_ua_dinamica/12389174.
III. As pessoas surdas e ouvintes têm as mesmas 
habilidades, inclusive dos sentidos, em interagir com o 
mundo. 
IV. Sempre que possível, o ideal é tratar os surdos pelos 
aspectos auditivos, para estimular a audição e a 
linguagem. 
São verdadeiras as afirmativas contidas nas proposições: 
 I, apenas. 
 I e II, apenas. 
 I, II e IIII apenas. 
 I e III, apenas. 
 I, II e IIII e IV. 
Pergunta 4 
O intérprete de língua de sinais 
Envolve um ato COGNITIVO-LINGUÍSTICO, ou seja, é um 
processo em que o intérprete estará diante de pessoas 
que apresentam intenções comunicativas específicas e que 
utilizam línguas diferentes. O intérprete está 
completamente envolvido na interação comunicativa 
(social e cultural) com poder completo para influenciar o 
objeto e o produto da interpretação. 
Ele processa a informação dada na língua fonte e faz 
escolhas lexicais, estruturais, semânticas e pragmáticas na 
língua alvo que devem se aproximar o mais 
apropriadamente possível da informação dada na língua 
fonte. Assim sendo, o intérprete também precisa ter 
conhecimento técnico para que suas escolhas sejam 
apropriadas tecnicamente. Portanto, o ato de interpretar 
envolve processos altamente complexos. (QUADROS, 
2004, p. 27) 
Com base no texto apresentado, é possível afirmar que o 
tradutor intérprete de libras: 
 É um profissional que trabalha diretamente com a pessoa com cegueira e mantém 
o contato por meio do uso do Braille. 
 É um profissional que trabalha com total conhecimento sobre a língua portuguesa 
e a língua estrangeira mais falada no Brasil. 
 É um profissional que trabalha, que entende e compartilha informação da língua 
portuguesa para a língua de sinais ou da língua de sinais para a língua portuguesa. 
 É o profissional responsável por criar linguagens específicas para que os surdos 
dialoguem entre eles e com os ouvintes. 
 Este profissional não tem contato com surdos, mas pode criar materiais didáticos 
para facilitar o contato com alunos surdos. 
Pergunta 5 
A produção de materiais didáticos para o ensino de surdos 
tem como pressuposto o conhecimento sobre esses 
sujeitos. Para isso, é fundamental conhecer as concepções 
sobre a surdez a partir das quais esses materiais devem 
ser pensados e elaborados. 
No caso dos sujeitos surdos compreendidos pela 
concepção cultural, é fundamental que a equipe de 
profissionais que elabore um material voltado para esses 
alunos seja conhecedora dos conceitos de: 
 Identidade ouvinte, comunidade surda, cultura ouvinte e cultura da diferença. 
 Grupos linguistas oralistas, cultura visual, cultura ouvinte, pedagogia. 
 Identidade surda, comunidade ouvinte, cultura ouvinte, pedagogia bilíngue. 
 Identidade surda, comunidades surdas, cultura surda e conceito de diferença. 
 Identidade majoritária surda, identidade surda, cultura cega e cultura surda.

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