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27/06/2020 Revisar envio do teste: EXAME – 6550-20_52801_R_20201
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Revisar envio do teste: EXAME
INTRODUÇÃO À EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA 6550-20_52801_R_20201 CONTEÚDO
Usuário heliene.silva1 @aluno.unip.br
Curso INTRODUÇÃO À EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
Teste EXAME
Iniciado 27/06/20 08:04
Enviado 27/06/20 08:26
Status Completada
Resultado da tentativa 10 em 10 pontos
Tempo decorrido 21 minutos
Resultados exibidos Respostas enviadas, Perguntas respondidas incorretamente
Pergunta 1
(CQA/UNIP 2017) Leia a charge, de autoria de Quino, e o texto, de autoria de Rubem Alves.
Minha estrela é a educação. Educar não é ensinar matemática, física, química, geografia e
português. Essas coisas podem ser aprendidas nos livros e nos computadores. Dispensam a
presença do educador. Educar é outra coisa. De um educador pode-se dizer o que Cecília
Meireles disse de sua avó – que foi quem a educou: “O seu corpo era um espelho pensante do
universo”. O educador é um corpo cheio de mundos.... A primeira tarefa da educação é ensinar a
ver. O mundo é maravilhoso, está cheio de coisas assombrosas. Zaratustra ria vendo borboletas
e bolhas de sabão. A Adélia ria vendo tanajuras em voo e um pé de mato que dava flor amarela.
Eu rio vendo conchas, teias de aranha e pipocas estourando... Quem vê bem nunca fica
entediado com a vida. O educador aponta e sorri – e contempla os olhos do discípulo. Quando
seus olhos sorriem, ele se sente feliz. Estão vendo a mesma coisa. Quando digo que minha
paixão é a educação, estou dizendo que desejo ter a alegria de ver os olhos dos meus discípulos,
especialmente os olhos das crianças.
Disponível em <http://rubemalves.com.br/site/educador.php>.
Acesso em 10 dez. 2014.
Com base na leitura, analise as afirmativas.
I. A charge e o texto apresentam visões semelhantes sobre o ato de ensinar e o de educar.
II. De acordo com Rubem Alves, o educador deve espelhar o mundo para os alunos,
transmitindo os conhecimentos escolares necessários ao seu desenvolvimento pessoal e
UNIP EAD BIBLIOTECAS MURAL DO ALUNO TUTORIAISCONTEÚDOS ACADÊMICOS
1 em 1 pontos
heliene.silva1 @aluno.unip.br
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Resposta Selecionada: c.
profissional.
III. Os olhos dos discípulos sorrindo simbolizam a compreensão dos alunos em relação ao que
o educador apontou.
IV. De acordo com a charge e o texto, o saber do educador não é importante; o conhecimento
só é essencial no ato de ensinar.
Está correto o que se afirma somente em
I e III.
Pergunta 2
Resposta Selecionada: a.
A respeito das universidades medievais, considere as afirmativas a seguir.
I. O prestígio das universidades medievais estava relacionado à preservação e à
disseminação de conhecimento.
II. A expansão do número de universidades estava relacionada à expansão de setores
comerciais e urbanos, especialmente depois do século XII.
III. Nas universidades medievais, a mulher tinha um papel de destaque, já que era vista como
um ser capaz de realizar encantamentos e receber favor das divindades, saberes estes tidos
como legítimos àquele momento.
Sobre a Idade Média e as universidades, pode-se afirmar que:
Apenas as afirmativas I e II estão corretas.
Pergunta 3
Resposta
Selecionada:
b.
Assinale a alternativa incorreta.
Nos dias de hoje, as modalidades de educação a distância oferecem
apenas cursos de nível técnico.
Pergunta 4
(CQA/UNIP 2017) Com base no texto a seguir, analise as afirmativas.
O vírus letal da xenofobia
Eliane Brum
1 em 1 pontos
1 em 1 pontos
1 em 1 pontos
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Uma epidemia, como Albert Camus sabia tão bem, revela toda a doença de uma sociedade. A
doença que esteve sempre lá, respirando nas sombras (ou nem tão nas sombras assim),
manifesta sua face horrenda. Foi assim no Brasil na semana passada. Era uma suspeita de
ebola, fato suficiente, pela letalidade do vírus, para exigir o máximo de seriedade das
autoridades de saúde, como aconteceu. Descobrimos, porém, a deformação causada por um
vírus que nos consome há muito mais tempo, o da xenofobia. E, como o outro, o “estrangeiro”,
a “ameaça”, era africano da Guiné, exacerbada por uma herança escravocrata jamais
superada. O racismo no Brasil não é passado, mas vida cotidiana conjugada no presente. A
peste não está fora, mas dentro de nós.
Foi ela, a peste dentro de nós, que levou à violação dos direitos mais básicos do homem
sobre o qual pesava uma suspeita de ebola. Contrariando a lei e a ética, seu nome foi
exposto. Seu rosto foi exposto. O documento em que pedia refúgio foi exposto. Ele não foi
tratado como um homem, mas como o rato que traz a peste para essa Oran chamada Brasil.
Deste crime, parte da imprensa, se tiver vergonha, se envergonhará.
Ainda existe a espera de um segundo teste para o vírus do ebola. Não importa se der
negativo ou positivo, devemos desculpas.
Não sei se há desamparo maior do que alcançar a fronteira de um país distante, nessa
solidão abissal. E pedir refúgio, essa palavra-conceito tão nobre, ao mesmo tempo tão
delicada. E então se sentir mal, e cada um há de saber como a fragilidade da carne nos
escava. Corrói mesmo aqueles que têm o melhor plano de saúde num país desigual. Ele,
desabitado da língua, era desterrado também do corpo. Para alcançar o que viveu o homem
desconhecido, porque o que se revelou dele não é ele, mas nós, é preciso vê-lo como um
homem, não como um rato que carrega um vírus. Para alcançá-lo, é preciso vestir o homem.
Mas só um humano pode vestir um humano.
E logo ouviu-se o clamor. Não é hora de fechar as fronteiras?, cobrou-se das autoridades.
Que os ratos fiquem do lado de fora, onde sempre estiveram. Que os ratos apodreçam e
morram. Para os ratos não há solidariedade nem compaixão. Parece que nada se aprendeu
com a Aids, com aquele momento de vergonha eterna em que os gays foram escolhidos como
culpados, o preconceito mascarado como necessária medida sanitária.
E quem são os ratos, segundo parte dos brasileiros? Há sempre muitos, demais, nas redes
sociais, dispostos a despejar suas vísceras em praça pública. No Facebook, desde que a
suspeita foi divulgada, comprovou-se que uma das palavras mais associadas ao ebola era
“preto”. “Ebola é coisa de preto”, desmascarou-se um no Twitter. “Alguém me diz por que
esses pretos da África têm que vir para o Brasil com essa desgraça de bactéria (sic) de
ebola”, vomitou outro. “Graças ao ebola, agora eu taco fogo em qualquer preto que passa aqui
na frente”, defecou um terceiro. Acreditam falar, nem percebem que guincham.
“Descrever uma epidemia é uma forma magistral de revelar as diversas formas de
totalitarismo que maculam uma sociedade. Neste quesito, os brasileiros não economizaram. A
divulgação, por meios de comunicação que atingem dezenas de milhões de pessoas, da foto
de um homem negro, vindo da África, como suspeito de ebola, foi a apoteose do fantasma do
estrangeiro como portadorda doença”, afirmou a esta coluna Deisy Ventura, professora de
direito internacional da Universidade de São Paulo, pesquisadora das relações entre direito e
saúde, autora do livro Direito e Saúde Global – O caso da pandemia de gripe A (H1N1). “Veja
que este fantasma é mobilizado em relação aos pobres, sobretudo negros, nunca em relação
aos estrangeiros ricos e brancos. O escravagismo, terrível doença da sociedade brasileira,
associa-se ao desejo conjuntural de dizer: este governo não deveria ter deixado essas
pessoas entrarem. É uma espécie de lamento: tanto se esforçaram as elites para branquear
este país, e agora querem preteá-lo?”
A África desponta, de novo e sempre, como o grande outro. Todo um continente povoado por
nuances e diversidades reduzido à homogeneidade da ignorância – a um fora. Como disse
um imigrante de Burkina Faso à repórter Fabiana Cambricoli, do jornal O Estado de S. Paulo:
“Os brasileiros não sabem que Burkina Faso é longe dos países que têm ebola. Acham que é
tudo a mesma coisa porque somos negros”. Ele e dezenas de imigrantes de diversos países
da África estão sendo hostilizados e expulsos de lugares públicos na cidade de Cascavel, no
Paraná, onde o primeiro caso suspeito foi identificado. Tornaram-se “os caras com ebola”,
apontados na rua “como os negros que trouxeram o vírus para o Brasil”.
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Resposta Selecionada: d.
O ebola não parece ser um problema quando está na África, contido entre fronteiras. Lá é
destino. O ebola só é problema, como escreveu o pesquisador francês Bruno Canard, porque
o vírus saiu do lugar em que o Ocidente gostaria que ele ficasse. “A militarização da resposta
ao ebola, que com a anuência do Conselho de Segurança das Nações Unidas, em setembro
último, passou da Organização Mundial da Saúde a uma Missão da ONU, revela que a grande
preocupação da comunidade internacional não é a erradicação da doença, mas a sua
contenção geográfica”, reforça Deisy Ventura.
[...]
Para o homem que alcançou o Brasil em busca de refúgio e teve sua dignidade violada na
exposição de seu nome, rosto e documentos, ainda existe a espera de um segundo teste para
o vírus do ebola. Não importa se der negativo ou positivo, devemos desculpas. Devemos
reparação, ainda que saibamos que a reparação total é uma impossibilidade, e que essa
marca pública já o assinala. Não é uma oportunidade para ele, é para nós.
É preciso reconhecer o rato que respira em nós para termos alguma chance de nos tornarmos
mais parecidos com um humano.
Disponível em <http://brasil.elpais.com/brasil/
2014/10/13/opinion/1413206886_964834.html>.
Acesso em 13 out. 2014.
I. Metaforicamente, a xenofobia é uma peste que se espalha na sociedade, alimentada por
postagens em redes sociais.
II. A xenofobia manifesta-se, no Brasil, contra o estrangeiro em geral, pois somos um povo
ainda culturalmente atrasado.
III. O ódio e o preconceito são geralmente dirigidos a grupos socialmente excluídos ou
desprivilegiados.
De acordo com o texto, é correto o que se afirma em
I e III, apenas.
Pergunta 5
(CQA/UNIP 2017) Observe a charge e analise as afirmativas a seguir.
I. A charge enaltece a evolução humana, ilustrando a saída de um passado primitivo e a
chegada ao desenvolvimento tecnológico, que melhora as condições de vida da população.
II. O código de barras, na figura, representa a “coisificação” do homem no atual sistema
socioeconômico.
III. A crítica da charge refere-se ao uso de novas tecnologias na atualidade, uma vez que elas
não são acessíveis a todos.
IV. A charge mostra que o ser humano ainda é primitivo, apesar das novas tecnologias.
1 em 1 pontos
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Resposta Selecionada: b.
Está correto o que se afirma somente em
II.
Pergunta 6
(CQA/UNIP 2017) Leia o texto a seguir.
Educação 2.0: ensino personalizado para cada aluno
Projeto busca implementar um “aprendizado adaptativo” por meio da Internet, Big Data
e Web Analytics, que individualizará o ensino a cada estudante
Marcelo Brandão
O ensino como forma unificada de transmissão de conhecimento, independentemente das
características de cada aluno, parece estar com os dias contados. Nada mais de ensinar de
um único jeito para alunos distintos. [...] A proposta é implementar um “aprendizado
adaptativo” por meio de toda a tecnologia online disponível para individualizar o ensino a cada
estudante. Uma proposta ambiciosa, que pretende abarcar toda a Espanha e América Latina
até o final de 2015.
[...] Para alcançar esse objetivo, o projeto utilizará todo o potencial da Internet e do Big Data –
que acumulará todo o histórico do aluno, permitindo conhecer seus talentos e suas fraquezas
e definir um plano de ensino que melhor se adapte a ele. E com o auxílio de ferramentas de
análises em rede, proporcionará um conhecimento para o melhor caminho profissional e
educativo desse aluno. Ou seja, a personalização passa ser a chave de todo o projeto
educacional. [...]
No entanto, esse modelo segue tendo como pilar principal o professor. “Por exemplo, o
programa dirá a ele que: nessa semana foram explicados 32 conceitos. O aluno assimilou 27.
Esses são os cinco que merecem reforço. Ou, esse aluno é muito esperto e está aprendendo
sem problemas, porém está se esforçando ao limite”, explica Manuela Clara sobre o quão
acessível e didática é a ferramenta para os professores.
A nova proposta de ensino já começa a apresentar boa aceitação entre os docentes. Segundo
uma pesquisa realizada pela Santillana entre professores que fizeram alguns testes com a
plataforma, 82% dos consultados acreditam que a porcentagem de alunos aprovados na
matéria aumentaria em 10%.
[...] A tecnologia como ferramenta educativa já não é mais questionável. Videojogos e outros
passatempos têm auxiliado, há um bom tempo, o desenvolvimento de nossas habilidades e
seduzido nossa fome por conhecimento. A novidade aqui, no entanto, abre espaço para um
avanço e uma discussão mais ampla envolvendo percepção e a análise psíquica de cada
indivíduo [...].
Disponível em <http://consumidormoderno.uol.com.br/index.php/inovacao/novas-tecnologias/it
em/28222-educacao-2-0-um-
ensino-para-cada-aluno>.
Acesso em 12 nov. 2014 (com adaptações).
Com base na leitura, analise as afirmativas.
I. A proposta apresentada no texto refere-se ao ensino personalizado a cada estudante, de
acordo com suas facilidades e dificuldades de aprendizagem, por meio da tecnologia online
disponível.
II. Essa proposta de ensino minimiza o papel do professor na educação, conferindo à
tecnologia a capacidade de ensinar.
III. De acordo com o texto, a plataforma já é aceita e utilizada por 82% dos professores.
Está correto o que se afirma em
1 em 1 pontos
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Resposta Selecionada: e. I apenas.
Pergunta 7
Resposta
Selecionada:
b.
(Enade 2014, com adaptações) Leia o texto a seguir.
Importante website de relacionamento caminha para 700 milhões de usuários. Outro
conhecido servidor de microblogging acumula 140 milhões de mensagens ao dia. É como se
75% da população brasileira postassem um comentário a cada 24 horas. Com as redes
sociais cada vez mais presentes no dia a dia das pessoas, é inevitável que muita gente
encontre nelas uma maneira fácil, rápida e abrangente de se manifestar.
Uma rede social de recrutamento revelou que 92% das empresas americanas já usaram ou
planejam usar as redes sociais no processo de contratação. Dessas, 60% assumem que
bisbilhotam a vida dos candidatos em websites de rede social. Realizada poruma agência de
recrutamento, uma pesquisa com 2500 executivos brasileiros mostrou que 44%
desclassificariam, no processo de seleção, um candidato por seu comportamento em uma
rede social.
Muitas pessoas já enfrentaram problemas por causa de informações online, tanto no campo
pessoal quanto no profissional. Algumas empresas e instituições, inclusive, já adotaram
cartilhas de conduta em redes sociais.
POLONI, G. O lado perigoso das redes sociais.
Revista INFO, pp. 70-75, julho 2011 (com adaptações).
De acordo com o texto:
Empresas e instituições estão atentas ao comportamento de seus
funcionários em websites de redes sociais.
Pergunta 8
Resposta Selecionada: c.
Complete a lacuna com a alternativa correta.
A _________________________ permite a visualização, em tempo real, direta ou
indiretamente, de um espaço físico no mundo real, cujos elementos são complementados por
imagens geradas por computador (imagens dinâmicas, sons espaciais, etc.).
Realidade aumentada.
Pergunta 9
CQA/UNIP 2017) Leia o texto de Antonio Candido e analise as afirmativas a seguir.
1 em 1 pontos
1 em 1 pontos
1 em 1 pontos
27/06/2020 Revisar envio do teste: EXAME – 6550-20_52801_R_20201
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Resposta Selecionada: b.
[...] em comparação a eras passadas, chegamos a um máximo de racionalidade técnica e de
domínio sobre a natureza. Isso permite imaginar a possibilidade de resolver grande número
de problemas materiais do homem, quem sabe inclusive o da alimentação. No entanto, a
irracionalidade do comportamento é também máxima, servida frequentemente pelos mesmos
meios que deveriam realizar os desígnios da racionalidade. Assim, com a energia atômica
podemos ao mesmo tempo gerar força criadora e destruir a vida pela guerra; com o incrível
progresso industrial aumentamos o conforto até alcançar níveis nunca sonhados, mas
excluímos dele as grandes massas que condenamos à miséria [...]
CANDIDO, Antonio. Direito à literatura. In: Vários escritos.
I. O autor considera irracionais as tecnologias modernas.
II. O autor destaca as contradições materiais do nosso tempo, afirmando que a racionalidade
técnica não implica o fim das desigualdades sociais.
III. O autor afirma que a racionalidade técnica, com o domínio sobre a natureza, é suficiente
para resolver os problemas da humanidade.
IV. O autor enaltece a evolução tecnológica, uma vez que ela melhora as condições de vida
da população, possibilitando confortos nunca antes imaginados.
Está correto o que se afirma somente em
II.
Pergunta 10
Resposta Selecionada: b.
(CQA/2017) Leia a charge a seguir.
Com base na leitura, analise as afirmativas.
I. O objetivo da charge é enaltecer o modo como a internet contribui para a construção do
conhecimento dos jovens.
II. Na charge, sugere-se que o contato com as redes sociais pode, muitas vezes, fazer com
que as pessoas percam o contato com o mundo real.
III. O personagem da charge reconhece, no mundo real, aquilo que aprendeu na realidade
virtual, o que indica o papel educativo da internet atualmente.
Está correto o que se afirma somente em
II.
OK
1 em 1 pontos
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27/06/2020 Revisar envio do teste: EXAME – 6550-20_52801_R_20201
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Sábado, 27 de Junho de 2020 08h26min20s BRT ← OK
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