epizootiologia 16.11.11
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epizootiologia 16.11.11


DisciplinaEpizootiologia das Parasitoses15 materiais44 seguidores
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comum dos felídeos que tem formação na forma adulta no ducto biliar. Difere muito de um quadro parasitário. Todo comprometimento é niver hepático.
Lesões que acontecem no fígado são lesões inespecíficas. Se eu desconfio que o animal tem uma carga parasitaria, o ovo vai flutuar, tem que ter uma técnica precisa. Hitch (ou ch., éter formalina): formol e éter e a centrifuga. 
É uma técnica demorada, com isso inviabiliza o seu uso nos laboratórios. 
Pato e marreco: água, entao o hosp intercalado tem q estar na água
Fator determinante: penetração ativa da furcocercaria no hosp sensível
Ou a ingestão de metacercaria na vegetação (cercaria encistada na vegetação)
No caso dos que envolvem o hosp paratemico: injestao do caramujo, 
Patogenicidade
Expressão patogênica do agente esta rel ao tamanho
Ovi e cap são mais sensíveis a fasciola do que o bov, por conta do tamanho
Morfologia: possuem ventosas. A agressão patogênica é por conta da ventosa, é mais traumático, faz agressão na parede q esta alojado
Esquistossomose: vasos mesentéricos
Em exceção a regra: tem masculino e feminino, o macho fica dentro do canal da fêmea. Eles ficam presos na
Fura para depositar ovos, ela desprende a ventosa, 
Ascite: barriga d\u2019agua: comprometimento vascular
Postura pode acontecer: Postura desses ovos dentro do vaso: provoca um trombo e há enfartamento do vaso, embolia pulmonar, etc.
Pessoa que porta a esquistossomose fica incapacitada de trabalhar
Ambiente:
As condições pluviométricas interferem diretamente.
Qt maior a quantidade de chuva, a tendência da chuva é transbordar, concentra água.
Se houver a presença do hospedeiro intercalado nessa topografia facilita
Vegetação: facilita a adesão dessa metacercaria
Clima: é variável, porque embora tenhamos um microclima variável (aumento de chuva = microclima amena).
Abundancia de matéria orgânica: o hospedeiro intercalado se alimenta de matéria orgânica.
Ele vive disso: comer e reproduzir.
A reprodução é uma reprodução rápida, em pouco tempo vc vê colônias proliferando.
Eles tem uma atividade que é estimulada pelo calor, então em temperaturas mais elevadas eles são mais ativos.
Se vc tem um animal com fasciola, a hora de vc procurar é na hora mais quente do dia na beira de rio. 
Atividade acontece sempre na hora mais quente.
A matéria orgânica em si não está rel a matéria orgânica própria, mas daqueles de amb aquático que são transformados em algas que para esses hosp intercalados servem como fonte de alimento. Com isso aumenta a população e aumenta a quantidade de caramujos infectados (que podem transmitir a fasciolose).
Pratica do manejo produtivo
Eu interfiro as vezes no comportamento do animal e acabo favorecendo.
Ex. cria do animal em áreas de vale favorece, proprietários que deixem o animal no rio.
FILARIOSES
DIROFILARIOSE
DIPETALONEMOSE
ONCOCERCOSE
SETARIOSE
HABRONEMOSE
HOSPEDEIRO
Comportamento
BIOAGENTE
- Fator condicionante
FATOR DETERMINANTE
- Inoculação
- Patogenicidade:
	- Localização
AMBIENTE
- UMIDADE
- CALOR
- MATÉRIA ORGÂNICA
FILARIDEOS
Filarioses, entre elas destacam-se para os animais de companhia a dirofilariose
E para produção a habronemose
Dirofilariose assume um papel importante na saúde publica porque o homem Tb pode servir como hospedeiro de forma acidental, pois ele não perpetua o ciclo nem transmite
O parasito na forma imatura faz o ciclo erratil, que dependendo do grau de comprometimento imunológico há lesões na pele ou até no parênquima pulmonar.
Formacao de nódulos no parênquima pulmonar e o organismo responde na forma de um abscesso.
É mais um ex de zoonose emergente.
Na ultima década os casos aumentaram e estao freq assoc a regiões 
Toda filariose existe uma passagem por um hosp invertebrado (intermediário) que assume papel de vetor biológico 
Entre as filarioses diagnosticadas em animais domésticos: dirofilariose, conhecida como verme do coração (embora não seja a localização do parasita)
A fixação dele é na artéria pulmonar. Mas quando há óbito do animal, esse aglomerado de adultos acabam se encaixando dentro do coração, e ai pela imagem é ch de doença do coração, é chamado assim erroneamente.
Dirofilariose 
Filariose de pouca patogenicidade para o animal, embora seja muito comum, muito freqüente. Até porque ela usa um vetor biológico que são as pulgas.
Encontrar o animal infestado de pulga hj não é tão difícil. A dificuldade se faz pela sintomatologia. 
Um diagnostico que o vet possa determinar através de um esfregaço sg ele pode encontrar microfilarias.
Na dificuldade de fazer a diferença de dirofilaria com ... é mais fácil ele reconhecer o de dirofilaria.
O esfregaço sg para dirofilariose não é 
Teste sorológico é o teste definitivo para dirofilariose. É rápido, não é caro. É uma técnica muito boa, dá a especificidade com certa eficiência, muito melhor do que o esfregaço sg.
Se o animal não estiver com uma fase de microfilaria vc não consegue detectar ele no sg
Mas é uma técnica que pode ser empregada (esfregaço sg)
Se eu tiver um animal com cansaço após o excercicio.
Essa microfilaria é obs no final da tarde
Meio dia, uma hora da tarde.
Corresponde ao horário da alimentação do mosquito
É muito comum
Frequentemente é um achado de cirurgia. É comum o vet encontrar essas formas na cav peritonial, princ durante castração de fêmeas.
Cuidado para não confundir com dioctofima.
A expressão mais patogênica é da larva que forma 
Desenvolvimento de um quadro infeccioso nos ligamentos cervicais, que é um quadro pouco especifico.
E a setaria para os eqüinos.
A habronemose é a infecção parasitaria para os eqüinos de maior importância
Forma erratil, que se desenvolve no tec subcutâneo
Observado no boleto do animal, em que aquele proc infeccioso, a larva vai tentando naquele tecido chegar ao ciclo natural, mas como ela não consegue, a ferida fecha ali. toda época de verão o volume de moscas é maior e elas acabam depositanto as larvas na região quando vão se alimentar
Não dependo exclusivamente do animal doente, pq
Dirofilariose, o animal doente só começa a apresentar sintomatologia aparente com 8-10 meses de infecção.
Período pré patente longo
Pro vet, o diagnostico é pela presença do vetor, é essencial a presença do hosp intercalado.
1ª coisa que vc tem que saber é reconhecer o vetor biológico.
Pulga não tem o mesmo comportamento do culex, 
Pulga tem uma peça bucal: telmofoga
O culex tem a peça bucal para 
A pulga não teria como transmitir a dirofilaria. Ele exige que o animal tenha uma peça bucal solenofago.
Assim como um culicidio não tem como transmitir a dipetalonemose
Se eu tenho um animal que 
Simulideo (simuliidae) e ceratopogonidae são hematófagos, então inoculam no tec subcutâneo a larva, e o organismo desenvolve uma larva nesse tecido.
Larva e microfilaria são a mesma coisa
Tenho que ter um hospedeiro infectado, que tem que ter uma forma filaremica presente. Porque se ele tem essa forma filaremica, qnd o vetor for se alimentar, ele vai ingerir a microfilaria. Vai chegar essa filaria até a circulação, diretamente pela salmofagia, seja indiretamente por telmofagia
L1 \u2013 L3 no vetor. Essa microfilaria é a microfilaria infectante.
Significa que o meu hospedeiro invertebrado deve inocular no corpo do meu hosp sensível essa microfilaria de 3º estagio.
Como vai acontecer essa 
Diretamente na corrente sg ou através do tecido subcutâneo (se for telmofago)
O inseto tem que agredir, formar esse bolsão sg. 
Ele vai ingerir pq ele formou um bolsão no hosp infectado. Ele Tb vai formar um bolsão no hosp sensível.
Presença do vetor que tem 
Influencia no desenv do vetor pq o agente não tem capacidade de se manter no ambiente.
Elas não se perpetuam no ambiente.
Mais um pouco importante: para reconhecer o vetor. Para controlar, tenho que interferir no ambiente dele, é uma forma de controlar esse tipo de infecção.
As vezes qnd fala de regiões, fazem essa rel com áreas litorâneas pq é onde eu tenho uma quantidade de água e volume de chuva maior, que favorece