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Exu (orixá)
Exu é o orixá da comunicação e da
linguagem: assim, atua como
mensageiro entre os seres humanos e as
divindades, (dentre outras muitas
atribuições).[1][2][3] É cultuado no
continente africano pelo povo
nagô/iorubá[2][4], bem como em cultos
afro-brasileiros, como no candomblé
baiano,[1][2][3] no tambor de mina
maranhense,[5][6] dentre outros. Apesar
do nome idêntico, não deve ser
confundido com os exus da Umbanda
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:P%C3%A1gina_principal
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Orix%C3%A1
(também chamados "exus catiços"), que
possuem cosmologia diferente.
Este artigo carece de reciclagem de acordo
com o livro de estilo. Saiba mais
Esta página cita fontes confiáveis, mas que não
cobrem todo o conteúdo. Saiba mais
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Reciclagem
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Livro_de_estilo
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Fontes_confi%C3%A1veis
Exu
Orixá Exú, Candomblé do Brasil, 1978
Exu 
Orixá da comunicação, do movimento e
da sexualidade
Pais Olodumare
Irmãos Ogum e Oxóssi
instrumento ogó (bastão com cabaças)
sincretismo Arcanjo Miguel, na Região
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Exu2.jpg
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Olodumare
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ogum
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ox%C3%B3ssi
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Caba%C3%A7a
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Miguel_(arcanjo)
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Centro-Sul
Centro-Sul 
Santo Antônio, na Bahia 
São Bartolomeu, em
Pernambuco
No Brasil, Exu é percebido como um
orixá de múltiplos e contraditórios
aspectos, o que torna difícil defini-lo de
maneira coerente.[2] No candomblé, Exu
é o orixá mensageiro, um ser
intermediário entre seres humanos e
divindades: por essa razão, nada se faz
sem ele e sem que oferendas lhe sejam
feitas antes e qualquer outro orixá.[1][2]
Brasil
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Centro-Sul
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Santo_Ant%C3%B4nio
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Bahia
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Bartolomeu
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Pernambuco
No Brasil, Exu é muito conhecido como o
"orixá do lado de fora", como guardião da
parte exterior dos templos, das casas,
das cidades e das pessoas.[2][3][7]
Também está intimamente ligado aos
caminhos e, especialmente, às
encruzilhadas.[3][8]
Exu também está ligado à sexualidade e
fertilidades masculinas. O caráter sexual
de Exu é menos pronunciado do que o de
Legba (vodun daomeano com
características e atribuições
semelhantes), mas suas estatuetas mais
antigas apresentam caráter fálico muito
acentuado.[3][9]
Na nação angola, Exu recebe o nome de
Aluvaiá ou Pambu Njila. No candomblé
jeje é chamado Legba.
Arquétipo
A ambivalência é a marca registrada da
personalidade de Exu no Brasil. É visto
como o mais humano dos orixás: nem
completamente mau, nem
completamente bom. Possui caráter
irascível, astucioso, grosseiro, vaidoso,
indecente e que gosta de suscitar
dissensões e disputas quando não
devidamente propiciado.[2]
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Aluvai%C3%A1
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Pambu_Njila
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Candombl%C3%A9_Jeje
Os filhos de Exu são pessoas que
possuem personalidade e caráter
ambíguos, não obedecendo aos
conceitos que a sociedade aceita como
normais. São vistos como matreiros,
brincalhões, moleques, animados,
espertos e de pensamento ágil. Às vezes
tornam-se insolentes e desrespeitosos,
porque não ligam para as convenções
sociais.[3]
Generalidades
O culto de Exu no Brasil apresenta as
seguintes características gerais[3][8]:
Dia: segunda-feira
Elementos: fogo ou terra;
Símbolo: ogó (bastão de madeira em
formato fálico)[2];
Cores: vermelho e preto.
Bichos: cabritos, galos, preás, igbin;
Saudação: Laroiê, Exu!
Exú no Batuque
Dentro do batuque, Exú responde pelo
nome de Bará, que é responsável pelos
caminhos e pela prosperidade dos seres
humanos. É o primeiro a ser saudado no
xirê e é o mensageiro dos Orixás. É
cultuado as segundas-feiras (com
exceção de Agelú, que é cultuado as
sextas-feiras). Sua cor é o vermelho. Sua
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Batuque
saudação é Alupô ou Lalupô! Gosta de
galos vermelho e pombos cor de telha.
Suas comidas são o opeté de batata
inglesa, batatas assadas em azeite de
dendê, milho cozido e passado no azeite
de dendê e pipocas. Também gosta de
caqui, tomate, melancia e outras frutas.
Suas ferramentas são a chave, o
cadeado, as correntes, o tridente e a
foice, seu assentamento é feito dentro
de alguidar de barro.
Suas qualidades dentro do Batuque são:
Bará Léba: o mais velho de todos os
Barás, supremo, e que deve ser
reverenciado primeiro antes dos
demais.
Responde na lomba e no meio da
encruzilhada, e é guardião da porta da
rua de todos os ilês. É assento do lado
de fora dos ilês, à direita da casinha dos
Exús da Quimbanda. Sua cor é a
vermelha escura (alguns acrescentam
uma conta preta em sua guia), não aceita
mulheres e crianças em seu culto. Não
roda e também não pode ser iniciado na
cabeça de nenhum ser humano.
Bará Lodê: mais novo que Léba, porém
mais velho que os demais Barás.
Responde no lado esquerdo da
encruzilhada e é guardião da porta da
rua, juntamente com Léba e os Exús da
quimbanda. Sua cor é a vermelha escura
e não aceita mulheres e crianças em seu
culto. Seus assentamentos ficam na rua,
em uma casinha separada ou junto com
Bará Léba e Ogum Avagã. Pode ser
iniciado no Ori de um ser humano, porém
há controvérsias sobre rodar na cabeça
de seus iniciados. Quando assento como
Orixá de cabeça, deve-se assentar Bará
Lanã ou Adague para fazer a segurança
dentro do ilê.
Bará Lanã: Bará responsável pelos
caminhos dos seres humanos.
Responde no lado direito das
encruzilhadas e é guardião da porta de
entrada das casas. Sua cor é vermelho e,
embora seja dos caminhos, é assento
dentro de casa, no pedji, junto com os
demais Orixás.
Bará Adague: Bará que responde nos
Cruzeiros de Mato. É violento e muito
feiticeiro, por este motivo deve ser
assento no pedji, pois é acalmado
pelos demais Orixás que ficam lá
dentro.
É guardião da entrada do pedji e sua cor
é a vermelha.
Bará Agelú: Bará que responde nos
Cruzeiros de praia e que trabalha com
os Orixás de mel (Oxum, Yemanjá e
Oxalá).
É menino, guardião do pedji dos Orixás.
Come milho doce com coco e balas de
mel. Seu assentamento é o único que
pode ser acrescentado carrinhos de ferro
e bolinhas de gude. Seus iniciados, além
de ter as características do Orixá Bará,
também tendem a ter personalidade um
pouco infantil, tendo em vista esse Bará
ser criança. Seu dia é a sexta-feira e sua
cor é vermelho claro (algumas casas
acrescentam uma conta amarela em sua
guia).
África
Na África, como no Brasil, Exu exerce as
funções de mensageiro e intermediário
entre os seres humanos e as divindades;
associado, assim, com as encruzilhadas.
Também entende-se Exu como o orixá da
ordem, do equilíbrio, da organização e da
disciplina, possuindo forte relação com
Representação africana do orixá Exu no Museu de
Arte de São Paulo.
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Arte_Yorub%C3%A1_-_Exu_01.jpg
orixá Orunmilá.[4] Teria ainda recebido de
Olodumare a função de guardião do
axé.[10]
No continente africano, Exu não é
compreendido nem cultuado como um
orixá maligno, e sim "neutro como o
próprio axé".[11]
Cuba
Em Cuba, é chamado de Elegbara,
Elegua, Elegguá ou Eleggua.[12] É uma
das deidades da religião ioruba. Na
santería, é sincretizado com o Santo Niño
de Atocha ou com Santo Antônio de
Outros países
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Cuba
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Elegua
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Religi%C3%A3o_yor%C3%B9b%C3%A1
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Santeria
https://pt.m.wikipedia.org/w/index.php?title=Santo_Ni%C3%B1o_de_Atocha&action=edit&redlink=1
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Santo_Ant%C3%B3nio_de_Lisboa
Pádua. É o porteiro de todos os
caminhos, da montanha e da savana, é o
primeiro dos quatroguerreiros junto a
Oggun, Osun e Oshosi.
Tem 201 caminhos, suas cores são o
vermelho e o preto e seus números são 3
e 7. É o comunicador e Ifá lhe deu quatro
búzios para falar com ele. Ele está
presente no início da vida e na hora da
morte.
Haiti
No vodu haitiano, é chamado de Papa
Legba e Legbá Petró, Maitre Carrefour
("dono da encruzilhada"). É o
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Santo_Ant%C3%B3nio_de_Lisboa
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Montanha
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Savana
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Oggun
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Oxum
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Oshosi
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Vermelho
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Preto
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/If%C3%A1
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Vodu_haitiano
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Papa_Legba
https://pt.m.wikipedia.org/w/index.php?title=Petro_(vodu)&action=edit&redlink=1
intermediário entre o loa e a
humanidade. Ele está em uma
encruzilhada espiritual e dá (ou nega)
permissão para falar com os espíritos de
Guinee, e acredita-se que fale todos os
idiomas humanos. Ele é sempre o
primeiro e o último espírito invocado em
qualquer cerimônia.
Na República Dominicana, é cultuado
como Vodun Legba, e, em Trinidad e
Tobago, como Eshu.[13]
Exu recebe diversos nomes, de acordo
com a função que exerce ou com suas
qualidades: Elegbá ou Elegbará, Bará ou
Epítetos
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Loa
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Guinee
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Rep%C3%BAblica_Dominicana
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Trinidad_e_Tobago
Ibará, Alaketu, Agbô, Odara, Akessan,
Lalu, Ijelu (aquele que rege o nascimento
e o crescimento de tudo o que existe),
Ibarabo, Yangi, Baraketu (guardião das
porteiras), Lonan (guardião dos
caminhos), Iná (reverenciado na
cerimônia do padê).
Na África na época da colonização
europeia, ainda no século XVI, o Exu foi
sincretizado baseado na Bíblia com o
diabo cristão pelos colonizadores[14],
devido ao seu estilo irreverente,
brincalhão e à forma como é
representado no culto africano. Por ser
Demonização do orixá Exu
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Pad%C3%AA
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/%C3%81frica_do_Sul
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_da_coloniza%C3%A7%C3%A3o_de_%C3%81frica
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XVI
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Diabo
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Crist%C3%A3o
provocador, astucioso e sensual, é
comumente confundido com a figura
de Satanás, o que é um equívoco, de
acordo com a
construção teológica iorubá, posto que
não está em oposição a Deus, muito
menos é considerado uma
personificação do mal.
Mesmo porque, nessa religião, não
existem diabos ou entidades
encarregadas única e exclusivamente de
coisas ruins, como ocorre no
cristianismo, segundo o qual 1/3 dos
anjos se rebelaram contra o Deus criador,
e seu líder Lúcifer, passou a ser chamado
Satã e foi lançado as trevas na terra com
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Cristianismo
os outros anjos caídos (com natureza
maligna total), chamados demônios, que
odeiam o ser humano e seu Objetivo é
afastá-lo do Criador, usando de engano e
fingindo ser espíritos de luz. Na
mitologia yoruba, porém, assim como no
candomblé, ada uma das Divindades
(Orixás) tem sua porção positiva e
negativa assim como o próprio ser
humano.
"Sobre o Òrìṣà Èṣù, além de suas
atribuições mais conhecidas,
embrenhamo-nos em uma de suas mais
complexas e poderosas qualidades –
como O Guardião do Àṣẹ – que,
recebendo a réplica desta força neutra
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Mitologia_yoruba
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Candombl%C3%A9
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Orix%C3%A1s
de Olódùmarè (Fálàdé, 1998, p. 494),
coloca-a à disposição de todos, seja para
os homens ou para os Òrìṣà,
confirmando que Èṣù de mal ...., nada
tem ...,mas ao contrário, apenas age com
justiça. [10][15] Suas ações para com os
seres humanos são altamente benéficas,
auxiliadoras e produtivas para aqueles
que fazem uso adequado de seu livre-
arbítrio e que, com retidão, se portam de
maneira condigna para com os princípios
e padrões morais e religiosos, seja em
relação a si mesmo, seja em relação ao
meio ambiente em que vive.
Recordando uma frase citada: "(...) Isto
acontece por que algumas pessoas
erroneamente possuem a convicção que
Eṣu é o opositor Satanás (Fálàdé, 1998,
p. 493)"[16] e que, além disso, o que faz
com que os sacerdotes sejam bons ou
maus não é o simples fato de
administrar o àṣẹ, e sim a forma que
deliberadamente usam este àṣẹ,
podemos dizer que isto é uma questão
humana de caráter, e nada tem a ver com
o poder divino do Àṣẹ. O que podemos
dizer de Èṣù, que recebeu e administra a
cópia do próprio Àṣẹ de Olódùmarè? Èṣù
é igualmente neutro como o próprio Àṣẹ,
por isso é o guardião do Àṣẹ.
Como Òdàrà, ele recebe, como Ẹlégbára,
faz acontecer, e como Òjíṣé. conduz o
retorno. Tudo isso é "Èṣù – Olódùmarè
assim determinou." (Abimbola, 1975, p.
3)[11] Será que ele é tão terrível e mau
quanto querem dele fazer? Como ele
pode ser tão temível se é tão neutro
como o Àṣẹ? Quando narramos o Odù
Iwori-Ofun (Bascom, 1969, pp. 310-
311)[17], vimos que simplesmente Èṣù
cumpriu seus desígnios de forma
imparcial.
As explanações aqui realizada
efetivamente enalteceram Èṣù, porém,
cabe tecer algumas considerações sobre
a absurda questão, mesmo por
sincretismo, de que o Òrìṣà Èṣù seja o
diabo das religiões cristãs e/ou o mal
absoluto tratado pelas religiões
ocidentais, que diferem totalmente dos
conceitos da religião dos Òrìṣà
(Òrìṣàísmo) (Barretti Fº, 2010)[18],
praticada na chamada Yorubaland e nas
descendentes da diáspora.
Que fique registrado que a religião dos
Òrìṣà, praticada em qualquer parte do
mundo, independentemente do nome
regional adotado, respeita, mas não
reconhece a Bíblia como uma de suas
diretrizes sagradas, tampouco o Alcorão
e a Torá. Para os Òrìṣàístas, trata-se
apenas de livros religiosos, assim como
tantos outros.
O Òrìṣàímo oriundo da tradição oral,
portanto ágrafa, apesar de já contar com
muitos escritos, reconhece apenas a
"oralidade" dos Ìtàn-Odù, os Ìtán-Mimó
Òòṣà (histórias sagradas dos Òrìṣà)
como o único "livro ou fala sagrada" a
serem adotadas e que também
reconhece os ditames do corpo "literário"
do oráculo de Ifá, os Odù Ifá, cujo
governo pertence à divindade Òrúnmìlà,
portador de imensa sabedoria e
conhecido como “Ibìkejì Olódùmarè – a
segunda pessoa de Olódùmarè”.
Conceitos religiosos europeus e
asiáticos não faziam parte das tradições
yorùbá antes das colonizações, nem das
religiões dela descendentes na diáspora,
tampouco antes dos senhores de
escravos imporem aos africanos o
catolicismo, entre outras religiões. 
As formas deturpadas, aculturadas e
sincréticas que impuseram e continuam
a se impor à religião, nos dias de hoje,
foram e ainda o são, os maus frutos
decorrentes do processo da escravatura
nas Américas e das colonizações
europeias impostas a povos africanos.
(Conferir em: "Os Clérigos Nativos
Yorùbá." )
Conceitos cristãos como os de alma,
céu, inferno e purgatório encontraram
terreno fértil para se propagar nas já
http://aulobarretti.wordpress.com/orisaismo/clerigos-yoruba/
contaminadas tradições yorùbá e de
suas descendentes, seja por
missionários, seja por agentes
governamentais e seja por autores
pertencentes a outras culturas e/ou
crenças que registraram as tradições, os
costumes e religião dos yorùbá, escritos
e interpretados pela ótica do colonizador
e/ou opressor. E o pior, os registros
decorrentes dessas interpretações (que
até hoje continuam) criaram "falsas"
tradições, que se tornaram "verdades
literárias inquestionáveis" e vitimam a
religião yorùbá até hoje. (Conferir em:
Dos Yorùbá ao Candomblé Kétu – Os
Autores )
http://aulobarretti.wordpress.com/livro-dos-yoruba-ao-candomble-ketu/dos-yoruba-os-autores/
Um fato muito importante e que deveria
ser totalmente condenável é que sempre
que se estuda ou se faz pesquisa no
campo das religiões comparadas, os
parâmetros e os referenciais são sempre
os do cristianismo, islamismoe outras
religiões aplicados à religião tradicional
dos yorùbá. A recíproca, infelizmente,
nunca é verdadeira, pois, se assim o
fosse, teríamos inúmeras e novas
variáveis a serem avaliadas, para o bem
da religião tradicional yorùbá e de suas
descendentes." (Barretti Fº, 2010, pp.
132-133) [19]
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por EdUSP, 1999 ISBN 85-314-0475-4
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O'Meara» . Publicado por Indiana
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Alákétu”. In:
https://books.google.com.br/books?id=ccbqLesFLMMC&pg=PA190&dq=Em+Cuba,+%C3%A9+chamado+de+Elegua,+Eleggu%C3%A1+ou+Eleggua&hl=pt-BR&sa=X&ved=0ahUKEwjEzf35kLfjAhUCA9QKHVpDBkUQ6AEIMDAB#v=onepage&q=Elegua%2C%20Eleggu%C3%A1%20ou%20Eleggua&f=false
http://books.google.com.br/books?id=88KI6pZyjDwC&pg=PA267&lpg=PA267&dq=Legba+na+Rep%C3%BAblica+Dominicana&source=bl&ots=6wzhJE7fFM&sig=hF_FM5ebVgzsnseCMglio-qxe4I&hl=pt-BR&ei=y7g2TYmBE4qr8AbqtoGxBA&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=1&ved=0CBkQ6AEwAA#v=onepage&q=Legba%20na%20Rep%C3%BAblica%20Dominicana&f=false
http://books.google.com.br/books?id=88KI6pZyjDwC&pg=PA267&lpg=PA267&dq=Legba+na+Rep%C3%BAblica+Dominicana&source=bl&ots=6wzhJE7fFM&sig=hF_FM5ebVgzsnseCMglio-qxe4I&hl=pt-BR&ei=y7g2TYmBE4qr8AbqtoGxBA&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=1&ved=0CBkQ6AEwAA#v=onepage&q=Legba%20na%20Rep%C3%BAblica%20Dominicana&f=false
https://super.abril.com.br/mundo-estranho/o-que-e-um-exu/
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Aulo_Barretti_Filho
Dos Yorùbá
ao
Candomblé
Kétu. Aulo
Barretti Filho
(org.), pp. 75-
139. São
Paulo, Edusp,
2010.
1�. idem nota 2
17. Bascom,
William. Ifa
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Indiana,
Indiana Univ.
Press, 1969.
1�. Barretti Filho,
Aulo.
Òrìṣàísmo
In: Artigos &
Textos.
Internet,
2012.
19. Barretti Filho,
Aulo. “Òṣóòsì
e Èṣù, os
Òrìṣà
Alákétu”. In:
Dos Yorùbá
ao
Candomblé
Kétu. Aulo
Barretti Filho
http://aulobarretti.wordpress.com/orisaismo/
http://aulobarretti.wordpress.com/
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Aulo_Barretti_Filho
Para maior conhecimento sobre esta
divindade, recomendam-se os livros:
BASTIDE, Roger. O candomblé da Bahia
- rito nagô. SP: Companhia das Letras.
BENISTE, José. As águas de Oxalá. Rio
de Janeiro: Bertrand Brasil.
BENISTE, José. Orun-Aiye. Rio de
Janeiro: Bertrand Brasil.
VERGER, Pierre Fatumbi. Orixás.
Salvador: Corrupio.
MOURA, Carlos Eugênio Marcondes
de, Leopardo dos olhos de fogo:
(org.), pp. 75-
139. São
Paulo, Edusp,
2010.
Leitura adicional
https://books.google.com.br/books?id=GePz23ZpFSwC&pg=PA146&dq=esculturas+exu+orix%C3%A1&hl=pt-BR&sa=X&ei=bnCJVYrFJMGegwTb54K4Dg&ved=0CCYQ6AEwAA#v=onepage&q=esculturas%20exu%20orix%C3%A1&f=false
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escritos sobre a religião dos orixás VI,
Volume 6
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https://pt.m.wikipedia.org/wiki/User:Sunderland_AFC_Brasil
https://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/
https://books.google.com.br/books?id=GePz23ZpFSwC&pg=PA146&dq=esculturas+exu+orix%C3%A1&hl=pt-BR&sa=X&ei=bnCJVYrFJMGegwTb54K4Dg&ved=0CCYQ6AEwAA#v=onepage&q=esculturas%20exu%20orix%C3%A1&f=false
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Exu_(orix%C3%A1)&oldid=60500090

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