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UCT XV - MORFO: CRIS | MANUELA
TAVARES
PATOLOGIAS DO ESÔFAGO
O esfôfago compõe uma camada mucosa, submucosa, muscular e adventícia (que envolve o esôfago)
→ Células pavimentosas, estratificada e não queratinizada
imagem: ESOFAGOGRAFIA
- Esofagografia é feita usando um contraste com sulfato de bário
➔ O esôfago é um tubo flexível que abre somente quando
ocorre a deglutição
➔ A peristalse é uma série de contrações musculares involuntárias
em ondas que impulsionam materiais sólidos e semissólidos através
do tubo digestivo
PATOLOGIAS DO ESÔFAGO
➔ ANOMALIAS CONGÊNITAS:
1. Atresias e fístulas
➔ Na atresia esofágica, um cordão fino e
não canalizado substitui segmento do esôfago,
causando uma obstrução mecânica
➔ A atresia pode estar associada a uma fístula, conectando as bolas
esofágicas, sup. ou inferior, a um brônquio ou traqueia; O bebê faz regurgitação
➔ Tenho uma obstrução, o alimento não passa, se alimenta e
regurgita, isso traz um indício de atresia e se não for corrigida, é
incompatível com a vida.
➔ Existem casos em que a fístula se apresenta sem atresia
➔ A atresia é a anomalia mais comum
➔ Anormalidades do desenvolvimento do esôfago está associado a defeitos cardíacos congênitos,
malformações geniturinárias e doenças neurológicas
➔ Fístulas
➔ Em crianças, está presente logo após o nascimento. Após as primeiras mamadas, o
recém-nascido apresenta sialorréia e tosse com engasgos
➔ Em outros casos, a fístula pode se apresentar sem atresia
➔ Qualquer forma de fístula pode resultar em aspiração, sufocamento, pneumonia e
desequilíbrios de eletrólitos e fluidos
➔ Ânus imperfurado: mais comum* decorrente da não involução do diafragma cloacal
ATRESIA ESOFÁGICA Esôfago se estreita ou não tem saída. Ele não se conecta com o
estômago
- Bebê regurgita
- Defeito congênito
- Mais comum na bifurcação traqueal ou próximo dela
FÍSTULA Conexão anômala entre o esôfago e a traqueia
UCT XV - MORFO: CRIS | MANUELA
TAVARES
TRAQUEOESOFÁGICA - Ânus imperfurado é o mais comum
- Detecta a presença em crianças logo após o nascimento
Qualquer forma de fístula pode causar aspiração,
sufocamento, pneumonia e desequilíbrios de eletrólitos e
fluidos
ACALÁSIA - Tríade de relaxamento incompleto do esfíncter esofágico
inferior, aumento do tônus e aperistalsia do esôfago
- Causada pela falha de neurônios inibitórios do esôfago
- Pode ocorrer na doença de chagas; Trypanosoma causa
destruição do plexo mioentérico, falha do peristaltismo -
esfíncter fica fechado -
CLÍNICA: disfagia, perda ponderal, dor retroesternal, coluna
d’água, regurgitação
2. Estenose esofágica benigna
➔ Espessamento fibroso da parede leva a obstrução parcial ou completa
➔ Temos deposição de tecido fibroso no esôfago, diminuindo sua luz
➔ As causas podem ser congênitas, consequência de cicatrização inflamatória
➔ Irradiação
➔ Esclerose sistêmica (fibrose visceral)
➔ Lesões cáusticas ph ácido <7
LESÕES ASSOCIADAS A DISFUNÇÃO MOTORA
*CASO CLÍNICO
Mulher apresentando disfagia e regurgitação há 10 meses
Inicialmente sólidos e hoje para líquidos associados à dor torácica retroesternal em queimação
Relata perda ponderal de 15kg (65kg para 50)
➔ CA ESOFÁGICO
ACALÁSIA
- Disfunção motora do esôfago; etiologia desconhecida
➔ Degeneração dos neurônios inibidores esofágicos distais → com essa degeneração, tem
aumento do tônus e falta de capacidade de relaxamento do esfíncter e também peristalse
esofágica
➔ Trata-se de uma causa importante de obstrução esofágica
FISIOPATOLOGIA DA ACALÁSIA
UCT XV - MORFO: CRIS | MANUELA
TAVARES
➔ Causa importante da obstrução esofágica
➔ Degeneração dos neurônios inibidores esofágicos distais
➔ Aumento do tônus, falta da capacidade de relaxamento do esfíncter e aperistalse esofágica
➔ Esfíncter esofágico fica fechado pela falta de relaxamento****
➔ Pode estar associada a doença de chagas, na qual a infecção por Trypanosoma cruzi causa a
destruição do plexo mioentérico, falha no peristaltismo - esfíncter fica fechado - e dilatação
esofágico
QUADRO CLÍNICO
➔ Disfagia
➔ Perda ponderal
➔ Regurgitação
➔ Tosse (evita broncoaspiração)
➔ Dor retroesternal (estase esofágica
irritativa)
➔ Coluna d’água: depois da alimentação
manda uma descarga de água (toma um
copo de água, etc)
➔ Vence esfíncter esofágico inferior e permite esvaziar o esôfago
ESPASMO ESOFÁGICO DIFUSO
➔ Caracterizado por contrações simultâneas e repetitivas do
músculo liso esofágico distal
➔ Associado ao desenvolvimento do DIVERTÍCULO DE
ZENKER** (divertículo faringoesofágico)
➔ Pequenos - assintomáticos, paciente não percebe
➔ Grandes - acúmulo de quantidades significativas de alimentos,
produzindo uma massa e sintomas (regurgitação e halitose)
ALTERAÇÕES VASCULARES:
VARIZES ESOFÁGICAS
O sangue venoso do trato GI passa pelo fígado através da veia porta, antes de voltar para o coração
→ efeito de primeira passagem
● Sangramento***: ruptura que pode ocasionar a
hemorragia
● Situação bem grave
LÂMINA: presença de sangue dentro dos vasos; a
mucosa se encontra intacta
UCT XV - MORFO: CRIS | MANUELA
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● As varizes causam hipertensão portal; o paciente que tem isso, tem dano extensivo no fígado
ex: cirrose. A partir dessa hipertensão, tem o desenvolvimento de canais colaterais, por onde o
sistema porta e cava se comunicam.
● Hemorragia associada com mortalidade
● Anemia, fezes com sangue
● A hipertensão portal acomete paciente com dano extensivo no fígado, paciente com cirrose.
A partir daí devido a essa hipertensão, tem canais colaterais onde os sistemas porta e cava se
comunicam. Esses canais são as varizes
● LÂMINA***
ASPECTOS CLÍNICOS
➔ Os pacientes que têm varizes, em pelo menos 25% acontece o sangramento
➔ 50% dos pacientes com cirrose
TRATAMENTO
➔ Profiláticos
➔ Beta bloqueadores que reduz o fluxo de sangue portal, faz com que pare de formar as varizes,
diminui o fluxo de sangue
➔ Ligação endoscópica de varizes: colocado um anel por meio da endoscopia
Mesmo que seja tratado, 30% vai a óbito se ele tiver hemorragia
Vai a óbito com choque hipovolêmico ou outras complicações, incluindo a própria cirrose
ESOFAGITE QUÍMICA
➔ A pessoa fuma demais e tem o risco da esofagite
➔ Danos na mucosa esofágica por álcool, ácidos e álcalis corrosivos, fumo intensivo, fluidos
excessivamente quentes
MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS
- Odinofagia (dor à deglutição)
- Hemorragia
- Estenose: vem da deposição de tecido fibrose
- Perfuração
→ Esofagite induzida por pílula: quando toma medicamento, ele fica parado no esôfago e começa a
diluir naquela região, causando uma lesão
ESOFAGITE INFECCIOSA
FUNGOS
➔ Causada por candida albicans
➔ Herpes vírus simples
➔ Aspergillus bola fúngica
As populações de pacientes afetadas por infecção esofágica são, majoritariamente,
imunocompetentes FALSO
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ESOFAGITES INFECCIOSAS - MONILÍASE PROVA***
➔ Candida albicans (+comum): MONILÍASE
➔ Candida globrata (diabetes)
FATORES DE RISCO
➔ Imunodepressão
➔ Uso de corticoides: neutropenia
➔ Antibioticoterapia recente
➔ Diabetes
➔ Câncer devido a associação do sistema imunológico
➔ Pode acometer indivíduos saudáveis
➔ Classificação de Wilcox***
Fungo comensal que vive no organismo;
- Fazer investigação do paciente
- Não acomete apenas pacientes imunodeprimidos, pode acometer pessoas saudáveis também,
porém, É MAIS COMUM em pacientes imunodeprimidos.
- Para o diagnóstico de esofagite por candida é obrigatória a presença de candidíase oral
MORFOLOGIA DA CANDIDA:
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PERGUNTA
A Candida é encontrada normalmente na garganta, mas pode tornar-se patogênica e causar
esofagite. Sobre a esofagite infecciosa que tem como agente etiológico este patógeno
assinale a alternativa INCORRETA:
A. É mais comum em pacientes infectados pelo HIV.
B. A C. albicans é o tipo mais comum neste tipo de infecção.
C. Para o diagnóstico de esofagite por candida é obrigatória a presença de
candidíase oral.
D. A odinofagia é o sintoma mais comum.
HERPESVÍRUS
➔ HSV-1
➔ HSV-2
Está mais associado à esofagite do tipo 1 devidoa localização no gânglio trigêmeo.
→ Imunocompetentes raramente vai ver esse tipo de esofagite
→ Maior incidência em transplantados
FATORES DE RISCO:
➔ Transplantados
➔ HIV +
➔ Uso de corticoides
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HSV-2 causa esofagite por herpes simples mais frequentemente que o HSV-1 em adultos FALSO
ESOFAGITES INFECCIOSAS - CITOMEGALOVÍRUS
➔ Transplantados (+comum)
➔ HIV +
➔ Imunossupressores
➔ A odinofagia é o sintoma mais comum apresentado pelos pacientes
➔ Úlceras únicas e maiores
➔ Quadro clínico muitas vezes inclui náuseas, vômitos e diarreia
MORFOLOGIA
- Imunohistoquímica ajuda
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PERGUNTA:
RESOLUÇÃO:
A odinofagia é o sintoma mais comum apresentado pelos pacientes
- Classificação de Wilcox é para candida
- Precisa fazer biópsia, o diagnóstico não é essencialmente clínico
- Reinfecção pode ocorrer
ESOFAGITE EOSINOFÍLICA
➔ Doença esofágica crônica, inflamatória, imunológica e/ou antígeno-mediada, caracterizada
clinicamente por sintomas relacionados com disfunção esofágica e histologicamente por
inflamação predominantemente eosinofílica
➔ Mais comum em homens
➔ Associada a condições alérgicas: rinite/asma/eczema
FISIOPATOLOGIA
→ Antígenos apresentados por meio de uma célula
apresentadora de antígenos
→ Padrão de resposta TH2
→ Interleucinas recrutam e levam a maturação de
eosinófilos
DIAGNÓSTICO
➔ Endoscopia (sensibilidade de 50 a 90%)
➔ Sulcos longitudinais
➔ Exsudatos esbranquiçados: difícil diferenciar monilíase
➔ Estenoses
➔ Esôfagos em “papel-crepon”
MORFOLOGIA
➔ Eosinófilos aglomerados
➔ Mais de 15 eosinófilos por
➔ campo**
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QUADRO CLÍNICO:
➔ Impactação alimentar: Paciente come um pedaço de carne e acaba obstruindo o esôfago.
Descobre a esofagite
COMPLICAÇÕES:
➔ Estenoses
➔ Impactação alimentar
➔ Perfuração que pode acarretar em hemorragia
➔ Desnutrição
LETRA D: A IDENTIFICAÇÃO DE 15 EOSINÓFILOS POR CAMPO NAS BIÓPSIAS NA ENDOSCOPIA É
SUFICIENTE PARA O DIAGNÓSTICO DE ENFERMIDADE; E NÃO 10.
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ESOFAGITE DE REFLUXO
➔ O epitélio pavimentoso estratificado do esôfago é resistente à abrasão dos alimentos, mas é
sensível ao ácido
➔ 20 a 40% da população tem
➔ Glândulas submucosas acarreta na secreção ed mucina e bicarbonato (proteção)
➔ Tônus do EEI → previne o refluxo de conteúdos gástricos acídicos
DOENÇA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO (DRGE):
➔ Muito comum na população
➔ Idade: aumenta a incidência ao longo da vida
CAUSA:
→ Obesidade: principal fator de risco
→ Medicações depressoras do SNC
→ Gravidez
→ Hérnia de hiato: hérnia de uma parte do estômago que deveria estar na cavidade abdominal mas
sobe. Por meio do hiato esofágico permite que as cavidades subam e formem a hérnia. Condição
que predispõe. Nem todo mundo que tem hérnia tem refluxo
→ Estresse
PRINCIPAIS SINTOMAS:
→ Regurgitação
→ Pirose
SINTOMAS ATÍPICOS:
→ Rouquidão
→ Tosse crônica
→ Pigarro (excesso de muco)
→ Sensação de “globus” faríngeo
→ Dor torácica (hipercontratilidade)
**As complicações da esofagite de refluxo incluem ulceração, hematêmese, melena,
desenvolvimento de estreitamento e esôfago de Barrett
LETRA C. Não precisa todos os pacientes com esofagite de refluxo realizar a endoscopia. Situação
muito comum que não torna a endoscopia obrigatória; A endoscopia é indicada, primeiramente,
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segundo critérios de idade, posteriormente por critérios de sinais de alarme, e por último, pela não
evolução do paciente à terapia empírica.
- Tratamento cirúrgico não é indicado
- Queimação retroesternal e regurgitação são sintomas típicos
ESÔFAGO DE BARRETT
➔ Metaplasia intestinal
➔ Epitélio pavimentoso estratificado substituído por células colunares especializado
com células caliciformes
➔ Displasia celular e presença glandular
➔ Ocorre em 10% dos indivíduos com DRGE sintomática
➔ + comum em homens brancos de 40 a 60 anos
➔ Exige a biópsia para a confirmação
**Maior preocupação/complicação relacionada ao esôfago de barrett: carcinoma
- DRGE → ESÔFAGO DE BARRETT → CARCINOMA
LÂMINA: PROVA***
DISPLASIA:
→ Chance de ter adenocarcinoma quando há displasia
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→ Displasia de alto ou baixo grau
ADENOCARCINOMA
➔ Maioria surge pelo esôfago de barrett
FATORES DE RISCO ADICIONAL:
➔ Tabagismo
➔ Exposição à radiação
MENOR RISCO:
➔ Dietas ricas em frutas
➔ Infecção por alguns sorotipos de Helicobacter pylori
HELICOBACTER PYLORI
➔ Atrofia gástrica, a qual, resulta na redução da secreção ácida e refluxo
PATOGENIA:
➔ Progressão esôfago de Barrett → Adenocarcinoma → longo período
➔ Estágios iniciais: anormalidades cromossômicas (não precisa decorar)
➔ Estágios avançados: amplificação dos genes EGFR, ERBB2, MET, ciclina D1 e ciclina E
MORFOLOGIA:
➔ Glândula grudada em glândula
➔ Difícil analisar uma delimitação
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TAVARES
QUADRO CLÍNICO:
➔ Dor ou dificuldade de deglutição
➔ Perda de peso progressiva
➔ Hematêmese
➔ Dor torácica
➔ Vômitos
➔ O diagnóstico é feito em um estágio avançado, a sobrevida acima de 5 anos é inferior a
25%
➔ Importante fazer o diagnóstico precoce
➔ Quando o sintoma aparece, geralmente o tumor já se disseminou para os vasos linfáticos
submucosos
CARCINOMA DE CÉLULAS ESCAMOSAS
➔ Em contraste ao adenocarcinoma, metade dos carcinomas de células escamosas ocorre no
terço médio do esôfago
➔ 4x mais comum em homens do que em mulheres
➔ Idade >45 anos
FATORES DE RISCO:
➔ Uso de álcool e tabaco
➔ Acalásia
➔ Dietas deficientes em frutas e vegetais
➔ Consumo frequente de bebidas muito quentes ex: chimarrão
PATOGENIA:
➔ Indefininda;
➔ Amplificação do gene do fator de transcrição SOX2, que pode estar envolvido na
autorrenovação das células-tronco
➔ Mutações de perda de função nos genes supressores de tumor p53, caderina-E e NOTCH1
MORFOLOGIA:
➔ Células malignas formam os ninhos
QUADRO CLÍNICO:
➔ Disfagia
➔ Odinofagia
➔ Obstrução
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TAVARES
➔ Sepse (ulceração)
➔ Anemia
➔ Os pacientes se adaptam, subconscientemente, da alimentação sólida para líquida
➔ Aumento na sobrevida quando descoberto precocemente
➔ As metástases nos linfonodos, que são comuns, estão associadas com um prognóstico
desfavorável
ODINOFAGIA: DOR AO ENGOLIR
DISFUNÇÃO MOTORA DO ESTÔMAGO: ACALASIA
VARIZES ESOFÁGICAS: TRATAMENTO COM BETABLOQUEADOR DIMINUI O FLUXO DE SANGUE NA
VEIA PORTA
GRAU III PLACAS CONFLUENTES, REVERSÍVEIS A INSUFLAÇÃO: CLASSIFICAÇÃO WILCOX
INCLUSÕES CELULARES NOS HALOS DAS LESÕES: HERPESVIRUS
ESOFAGO DE BARRETT METAPLASIA
PARTE INTERMEDIÁRIA DO ESÔFAGO É CARCINOMA DE CÉLULAS ESCAMOSAS

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