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Vias de Administração e Absorção de Fármacos

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SENDO MAIS 
FÁCIL CHEGAR SEM ALTERAÇÃO NA CIRCULAÇÃO 
PLASMÁTICA 
 DOSE CORRETA 
o NÃO PRECISA AJUSTAR PELO FATOR DE 
BIODISPONIBILIDADE OU QUALQUER TIPO DE 
PROBLEMA QUE POSSA EXISTIR 
 PACIENTES IMPOSSIBILITADOS 
 DESVANTAGENS 
 DOR/NECROSE 
o PARTICULAMENTE NOS INJETÁVEIS 
 ASSEPSIA DO LOCAL 
 DIFÍCIL AUTO-ADMINISTRAÇÃO 
 CUSTO 
Farmacologia Mariana Machado 
ABSORÇÃO PARENTERAL 
 A CARACTERÍSTICA FÍSICO-QUÍMICA DO FÁRMACO (SE 
É UM ÁCIDO, UMA BASE, HIDROSSOLÚVEL, 
LIPOSSOLÚVEL, ETC...) TEM UMA MENOR 
IMPORTÂNCIA, AO CONTRÁRIO DO ADESIVO 
TRANSDÉRMICO 
 NO CASO DE INJETÁVEIS, QUANDO SE INJETA NO 
TECIDO, EM PARTICULAR NA VIA INTRAVENOSA NÃO 
HÁ ABSORÇÃO 
 ALÉM DA VIA INTRAVENOSA, AS OUTRAS VIAS QUE 
NECESSECITAM ABSORÇÃO DO QUE ESTÁ SENDO 
INJETADO, QUANDO ADMINISTRA NO TECIDO O QUE 
VAI OCORRER É QUE OS FÁRMACOS QUE ESTÃO 
LOCALIZADOS NESSA ÁREA (GERALMENTE SOLUÇÕES) 
ELES NÃO NECESSARIAMENTE PRECISAM ATRAVESSAR 
BARREIRAS EPITELIAIS COMO NO CASO DO TUBO 
DIGESTÓRIO, DESSA FORMA O FÁRMACO QUANDO 
INJETADO ELE ALCANÇA OS CAPILARES 
 COMO OS CAPILARES POSSUEM POROS, O FÁRMACO 
TEM LIVRE ACESSO, PORTANTO SER CARREGADO OU 
NÃO, ETC. NÃO TEM TANTA IMPORTÂNCIA 
LOCAIS POTENCIAIS DE ADMINISTRAÇÃO 
1. INTRAMUSCULAR 
o DIVERSAS REGIÕES PODEM SER UTILIZADAS, ONDE 
HÁ MASSA MUSCULAR MAIOR (DELTÓIDE, GLÚTEO, 
RETO FEMURAL...) 
2. VIA SUBCUTÂNEA 
o É UTILIZADA POR EXEMPLO EM PACIENTES COM 
DIABETES PARA ADMINISTRAR INSULINA 
o PESSOAS QUE PRECISAM ADMINISTRAR 
DIARIAMENTE, VÁRIAS VEZES AO DIA 
o EXISTEM REGIÕES EM QUE PODEM ADMINISTRAR E 
DEVEM FAZER RODÍZIO PELO FATO DE A 
ADMINISTRAÇÃO SER MUITO FREQUENTE 
PODENDO HAVER NECROSE ASSÉPTICA 
3. INTRAVENOSA 
o EXISTEM DOIS TIPOS: 
 INTRAVENOSA EM BOLUS 
 QUANDO ADMINISTRA UMA SERINGUA EM 
DETERMINADO VOLUME DE MEDICAMENTO 
 INFUSÃO VENOSA 
 QUANDO ADMINISTRA COM O DRIPPING 
 PODENDO ADMINISTRAR UMA QUANTIDADE 
PRATICAMENTE INFINITA DE FÁRMACO E VAI 
SENDO ADMINISTRADO AO LONGO TEMPO 
 O MELHOR TIPO PARA MANTER O FÁRMACO 
ESTAVEL NA CIRCULAÇÃO 
DIFERENÇAS ENTRE AS PRINCIPAIS VIAS PARENTERAIS 
	farmacologia
	TERAPÊUTICA
	OBJETIVO TERAPÊUTICO
	FARMACOCINÉTICA
	VIAS DE ADMINISTRAÇÃO E ABSORÇÃO
	VIA TÓPICA
	VIAS SISTÊMICAS (ENTERAL)
	ABSORÇÃO
	ABSORÇÃO NA VIA ENTERAL
	FASE FARMACÊUTICA
	VIA SUBLINGUAL
	VIA RETAL
	VIA SISTÊMICA: PARENTERAL
	ABSORÇÃO PARENTERAL
	LOCAIS POTENCIAIS DE ADMINISTRAÇÃO
	DIFERENÇAS ENTRE AS PRINCIPAIS VIAS PARENTERAIS