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Resumo prática de Semio I

Guia de exame neurológico: escala de Glasgow (escores e interpretação), níveis de consciência, orientação (tempo/espaço/pessoa), memória, avaliação de coordenação (taxia), praxias, sensibilidade (superficial e profunda) e atitudes/posturas clínicas.

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Resposta motora
· Paciente obedece uma ordem corretamente: 6
· Localiza um estímulo doloroso: 5
· Evita o estímulo doloroso retirando o segmento explorado: 4
· Responde com uma flexão anormal dos membros: 3
· Responde com uma extensão anormal dos membros: 2
· Ausencia de resposta motora: 1
Resposta verbal
· O paciente se encontra orientado corretamente: 5
· O paciente se encontra confuso: 4
· O paciente tem uma linguagem inapropriada: 3
· O paciente tem uma linguagem incompreensível: 2
· Carência de atividade verbal: 1
Abertura ocular
· Espontânea: 4
· A ordem: 3
· Ante um estímulo doloroso: 2
· Ausência de abertura ocular: 1
- Em traumatismos craneanos: 1 resposta pupilar somente = +1 ponto
 nenhuma resposta pupilar = +2 pontos 
Resposta normal = ou > 13
“Paciente consciente orientado em tempo, espaço e pessoa com linguagem clara e memória imediata e remota conservadas. Não apresenta signos de focalização neurológica”.
Primeira coisa é saber se está consciente, se está textinho acima, se não está temos que classificar.
Nível de consciencia
· Vigilha: você pergunta e o paciente responde certo;
· Sonolência patológica: você estimula, ele responde e dorme de novo (estímulo auditivo);
· Obnubilação: responde a estímulos sensitivos; (se explora os 3 níveis da ECG de aqui em diante);
· Estupor: responde a estímulos dolorosos;
· Coma: não responde; (ECG = ou < 8)
- superfícial ou profundo: depende dos reflexos.
Orientação tempo e espaço: perguntas relacionadas a isso por exemplo “QUE DIA É HOJE?”, “ONDE O SENHOR(A) ESTÁ?”.
Orientação em pessoa: perguntas relacionadas ao paciente e que saibamos as respostas ou que alguém nos confirme, como “QUANTOS ANOS O SENHOR(A) TEM?”.
Orientação em linguagem: pela fala.
- Afasia: não fala;
- Disatria: troca palavras.
Memória 
· Imediata: fala uma sequência e o paciente decora, esperamos um pouquinho e perguntamos a sequência, ele tem que responder certo, se responder errado a memória imediata está afetada.
· Remota:
- Fixação: memória de dias ou semanas (perguntar algo que possamos confirmar ou saber);
- Anterógrada ou evocação: memória de anos atrás (mesma coisa da fixação sobre as perguntas).
Taxia = equilíbrio
· Estático: Romberg simples e sensibilizado;
· Dinâmico: índice – índice (estica os braços e junta os índices);
 Índice – nariz (estica um braço e depois o outro e tem que relar no nariz);
 Dedo – dedo (todos os dedos com o polegar);
 Talón – rodilla (fazer o número 4, não fazer em idosos pelo risco de queda);
 Marionete: médico faz movimentos diversos com as mãos e o paciente tem que repetir.
*Essas manobras se faz com os olhos abertos e depois fechado, exceto a da marionete.
Praxia: testa raciocínio e equilíbrio;
· Transitiva: mediada por objetos, ou seja, damos um objeto ao paciente e ele tem que usar corretamente;
· Intransitiva: sem objetos, mas atividades simples, como por exemplo, pedir ao paciente para amarrar o cadarço do tênis, dobrar algo, essas coisas.
“Praxia transitiva/intransitiva sem alterações”
Sensibilidade
· Superficial: térmica e tátil;
· Profunda:
- Barestesia: sensação de pressão, fazemos pressão e o paciente tem que identificar;
- Barognosia: sensação de peso, com os olhos fechados o paciente tem que identificar qual objeto é mais pesado;
- Batiestesia: atitudes segmentárias, com um dedo ou com um membro;
- Palestesia: sensação vibratória, diapazão em protuberâncias ósseas;
- Esterognosia: reconhecer objetos apenas por sua forma, olhos fechados;
- Gafestecia: capacidade de reconhecer letras, números, ou desenhos na palma da mão ou planta dos pés, com os olhos fechados.
Actitudes
Posições do paciente.
· No leito:
- Passiva ou inercia dorsal: do jeito que se coloca ele fica.
- Opistótono: posição do exorcismo, de causa tetanica, vai contraindo os grupos musculares.
- Emprostótono: ao contrário do anterios, testa chega ao joelho, causada por intoxicação e também por tétano mas é pouco frequente.
- Pleurotótono: parece posição fetal, comum em intoxicações por metais;
- Ortótonos: fica reto por contração muscular, posição de tábua, metroclopramida pode causar;
Essas actitudes se reconhecem não se exploram, só escrever o nome de qual o paciente está apresentando.
· De pé:
- Actitud de hemiplejia: ombro relaxado de um lado ou um dos membros inferiores, dando a impressão que um membro é maior que o outro, AVC e infeções virais podem causar;
- Actitud de enfermedad de Parkinson: posição de saudação e mão de contar moeda;
- Actitude de tenor: coluna côncava, barriga jogada para frente;
- Ataxia avançada: falta de equilíbrio, paciente anda tentando se equilibrar e para isso abrem as pernas, também não conseguem andar em linha reta;
Faces
· Face de síndrome de cushing: rosto inchado, bem redondo (face de lua cheia), olhos pequenos e eritema na pele;
· Face hipertiroidea: globo ocular grande e protuso, exolftalmia, cara assustada, pode ter elevação das sobrancelhas;
· Paralisia facial: pálpebra caída e/ou comissura labial;
· Face parkisoniana: sem expressão;
· Face hemiatrofica: rara, é congênita, paciente nasce com um hemirosto menor que o outro, enfermedade ou síndrome de Romerg;
· Face assimétrica: descreve tudo que achar.
Motilidade
· Passiva ou involuntária: médico realiza; 
- Tiques: suar frio, coceira, bater o pé
- 70-80% da população tem e indica afetação neurológica
· Ativa ou voluntária: paciente realiza;
- Manobra de Barrí: pernas para cima em decúbito prono, uma cai primeiro que a outra;
*Nos membros superiores: braços a frente com as palmas das mãos se olhando e um dos braços cai primeiro ou começa a tremer (olhos fechados).
- Manobra de Mingazzini: membros superiores para frene com a palma das mãos voltadas para cima, uma cai ou treme primeiro que a outra;
*Nos membros inferiores: paciente deitado, em decúbito supino, faz um ângulo de 90° com as pernas e não pode cair por uns 2 minutos;
- Rigidez na nuca (manobra passiva): busca afetação meníngea, decúbito supino e tenta flexiar o pescoço do paciente para que o queixo encoste no esternón, se não consegue paciente levanta e a manobra da +.
*Se a manobra deu + não precisa fazer mais nada, se deu – faz signo de Kerning, que consiste em flexionar uma perna no abdomen e obter resposta contralateral por causa da dor, se essa manobra der + não faz mais nada se der negativa faz manobra de Brudziski e assim por diante.
O exame físico do soma ou osteomioarticular não tem muita manobras, apenas explorar as articulções e também não tem auscutação.
Inspeção céfalo-caudal: lesões de pele, coloração, simetria articular...
Palpação: temperatura, protuberâncias (joelho, cotovelo, maléolo), dor...
Percussão: diretamente no osso para descartar fraturas;
- Se sentir dor suspeitar de fratura;
- É importante na coluna, paciente sentado vamos palpar fazendo lateralização e percutir todos os processos espinhosos, porém se suspeitar de fratura não mexe;
- Fratura exposta não percute;
Depois analizamos todas as articulações.
· Cuello: lateralização, rotação, tração, pressão;
- paciente sentado;
- não fazer se suspeitar de dor;
· Ombro: primeiro fazemos os movimentos e depois pedimos para o paciente fazer sozinho;
- Abdução e adução;
- Problemas na articulação impedem o movimento;
· Cotovelo: flexão e extensão, semirrotação;
- Se houver dúvida se a lesão é no codo ou húmero, bate no olécrano e onde sentir dor é a lesão.
· Munheca: flexão, extensão, rotação;
- Estralo com dor: lesão;
- Estralo sem dor: normal (ar na articulação);
· Mão: abre e fecha;
· Joelho: semiflexão do muslo ao abdomen, assim se faz a extensão e a flexão;
- Tração do joelho para ver a estabilidade da articulação, se doer indica lesão, se tremer é ligamentar;
- A patela mexe fisiológicamente;
· Tornozelo: flexão, extensão, lateralidade y rotação;
- Nem sempre há fratura ou lesão para imobilizar (torção);
- Na torção tem dor mas mexe todas as articulações, afetação de musculatura ou tendão, partes blandas;
-Usar semi gesso nesses casos;
· Pelves: paciente de pé e toca o chão, descalço
- Quando não toca: sedentarismo;
- Lasegue +: dor na lombar
- Manobra de Neir: paciente sentado toda os pés, se doer pede pra levantar uma perna, se doer a lombar o problema é la, se doer lombar e perna o problema é no nervo ciático;
- Prova do calcanhar: paciente solta o peso no calcanhar e perguntamos para o ele onde doi;
Tudo isso se coloca na história clínica.
Tipos de gesso
· Modelado: não mexe nada;
· Funcionais: mexe um pouco;
· Férulas: gesso + faixa (semi gesso)
Tipos de imobilizações
· Minerva: imobilização para cervical;
- Usa o tórax e as costas como ponto de apoio para não mexer a cervical;
- Gesso ou prótese;
· Corsé: região sacral e lombar;
- Pega abdomen e porção superior do glúteo;
- Usado para corrigir postura também;
· Vendagem em 8: passa no ombro e faz um “X” nas costas;
- Usada em lesões de ombro e escápula;
- Faixa ou gesso;
· Vendagem de Velpeau: membro superior fixo ao tórax, pode ser de forma transversal ou em ângulo de 90°
- Faixa ou gesso;
· Gesso toracopalmar: todo o tórax e membro superior;
- Separado: cotovelo a um ângulo de 75° do tórax;
- Gesso grosso;
· Gesso braquipalmar: a comum do braço;
- Permite flexão semi do cotovelo;
- Os dedos ficam móveis e usa tipoia;
· Gesso pelvipédico: pelves, fêmur, até o pé dependendo do grau de afetação;
- pode usar separado ou não quando imobiliza os dois membros;
· Bota alta: membro em semiflexão e membro todo;
· Bota curta: abaixo do joelho até o pé;
· Gesso calça: abaixo do joelho e acima, usada para imobilizar ojoelho;
- Seu usa mais prótese mesmo;
- Uni ou bilateral, não chega ao tornozelo;
Para imobilizar (bota curta)
1º: deixar tudo que for usar perto e aberto:
2º: paciente em decúbito prono e perna para atrás;
3º: algodão laminado para proteção da pele, vamos fazendo lâminas da grossura que quisermos;
4º: gesso na mesma medida do algodão;
5ª: coloca o gesso na água e tira o excesso de água;
6º: fixa com faixa na férula; (na imobilização modelada fixa com gesso)
7º: esparadrapo para fixar a faixa;
8º: Arrumar oque fez, modela o gesso, até endurecer.
· Peso;
· Altura;
· IMC;
· Face;
· Marcha;
- Vamos buscar alterações;
- Se estiver sem alterações nem colocamos;
- No exame físico do SNC coloca “sem alterações da marcha”;
· Sinais vitais: temperatura, reflexo pupilar, P.A, oximetria, F.C (pulso), F.R;
- Se há atividade cerebral, há reflexo pupilar;
- Na oximetria por último mede pressão de oxigênio;
- Sempre comprarar os pulsos e analizar de céfalo – caudal (Ex: temporal esquerdo, temporal direito e os dois ao mesmo tempo);
- O ritmo do pulso pode variar de localização;
- Nunca comparar os dois pulsos carotídeos e os dois oculares ao mesmo tempo, porque baixa a P.A;
- Existem 10 pulsos, e cada um se verifica em 1 minuto;
- Na prática não se mede todos só os mais importantes para a situação;
- Todos devem ser palpáveis com excessão do pédio (mulher menos palpável e na criança é mais importante essa medição);
- Nas crianças < 12 anos a F.R alta é normal;
- Adultos até 26 de F.R é considerado normal;
- Adultos > 38°C – 39,5 é febre;
 entre 36 – 37,5 é febrícula;
 < 35,5° é hipotermia;
- O tratamente é de acordo com a febre;
Percussão abdominal
· Bate e solta;
· Base: mão firme;
· Percute sobre um dedo só em todos os quadrantes;
· Percutir com 2 dedos é o ideal;
· Se percute por quadrante formando “M”;
· 2 – 3 toques de percussão;
· Timpânismo: regiões ocas;
· Matidez: região de órgãos e músculos; 
- Hipocôndrios é fisiológicos;
- Se tiver em outro quadrante pode ser tumor, sangue, líquido...
· Registra-se as alterações e o quadrante;
· Percussão perpendicular, quanto mais globoso o abdomen mais aperta a base;
· Grávida não se percute;
Para realizar a história clínica desse seguir por parágrafo, onde:
1. Saber motivo de consulta (MC).
2. Realizar a história clínica (HC).
3. Realizar a anamnese em formato de redação.
a) Descrever sexo, idade, histórico de patologia familiar (1º grau), histórico de patologia pessoal (próprio paciente).
b) Descrever ordem cronológica de aparição dos sintomas relatados pelo paciente durante a anamnese. Relatar o motivo pelo qual busca atendimento no dia.
c) Realizar exame físico geral, onde se deve detalhar os achados encontrados durante a Inspeção, Apalpação, Auscultação e Percussão. OBS: No abdômen se altera a Semiotécnica sendo: Inspeção, Auscultação, Apalpação e Percussão.
Exemplo descritivo
MC: dor de cabeça [escrever de acordo como paciente relata].
HC: paciente masculino, 23 anos. Refere história de antecedentes familiar de diabetes e hipertensão. Paciente nega doenças crônicas pessoais.
En la anamneses paciente refere cefaleia há 5 dias, no momento da consulta relata náuseas com sintomas intensificados durante o período da tarde juntamente com vertigem ao final da tarde e começo da noite. Refere dor ocular no fundo de ambos os olhos e relata que a cefaleia é na região frontal.
· FC: 60 – 100 bpm;
· FR: 12 – 20 bpm;
· PA: 120/80 mmHmg;
· SPO2: 99%
· Reflexo pupilar: presente se houver atividade cerebral
· Pulso;
· Tempo de enchimento capilar: < 2s;
· Glicosimetria capilar: 
· Temperatura
- 36 a 36,9: afebril
- 37 a 37,9: febrícula
- 38: febre
Matidez desplazable: só para quem suspeito de ascite, deitado é tudo matidez e quando vira de lado em cima fica timpânico e embaixo matidez. Se essa der + vamos fazer a oleada ascitica.
Oleada ascitica ou Morgani: percute de um lado e sente do outro, alguma pessoa delimita o meio da barriga.
· Após se punciona para exame, gelco 16, e coleta o resto para “drenar”. Paracentese.
· Paciente com ascite não respira e doi tudo.
Palpação: pressiona e tira a mão. Depois pressiona e alguém levanta as pernas do paciente para nos sentirmos o esforço, mão de escultor !!!! 
Se ele esta tensionado faz galambos: tipo massagem pra relaxar a musculatura, usa as duas mãos, paciente pode peidar.
· Superficial só palpa por cima de leve, a profunda molesta um pouco porque vamos procurando algo.
· Tratavam ICC com sanguessuga.
· Quando vai fazer manobra de baço só escolhe uma. 
Mão esquerda la no baço e mão direita vai subindo na fossa ilíaca direita até o hipocôndro esquerdo, essa nós ficamos do lado direito e é a mais usada.
A outra é o paciente de lado: faz a mesma coisa só muda de lado, vamos para o lado esquerdo do paciente e ele fica em decubito lateral direito.
Se é muito gordo faz Merlo: sentado na maca ao lado do paciente e deita ele na perna direita nossa.
· Se é muito magro pede pra por o braço esquerdo abaixo nas costas e o paciente fica em decúbito dorsal e palpa normal.
· Na evisceração qualquer órgão da cavidade abdominal pode protruir. As eviscerações são diferentes das hérnias.
Hérnias: o conteúdo abdominal sai por um orifício natural.
Hemorragia digestiva alta e baixa: ponto anatômico ângulo de Treitz. Entre a 3ª e 4ª porção do duodeno.
Úlcera peptica: álcool, gastrite crônica (tratada ou não tratada), AINES ácidos (paracetamol não).
· A úlcera se produz quando os fatores danificantes superam os protetores.
· Muco protege e é produzido pelas células caliciformes.
· Esfinter muscular do diafragma é o do esôfago os outros é fibroso (Tec. conj. denso. regular).
Gastrina: é ácido, é o principal agente causar de ulcerações e não é só produzido pelas células parietais. 
· O próprio estômago produz substâncias protetoras e ofensivas para manter o equilíbrio.
· De 3 a 5 dias de AINES pode, se usar mais tem usar com inibidor da bomba de prótons, como omeprazol, pantoprazol e etc.
· Prostaglandina maneja a vasodilatação no estômago, se ela for bloqueada, por exemplo, com os inibidores de cox, as células do estômago ficam sem vascularização, e ficam atrófica, diminuindo o fator defensivo.
Melena: fezes em borra de café.
Hematoquesia: fezes com sangue.
Hematêmese: vómitos com sangue.
· Pode ter hematoquesia na hemorragia digestiva alta se for um sangramento de grande quantidade.
Grau IV: “napa” em jato o sangramento da hemorragia digestiva alta, úlceras.- Não da pra fazer endoscopia.
Coadjuvantemente: junto com algo.
Choque hipovolêmico: hipotensão, taquicardia compensatória, palidez, sudorese, pele fria.
Ginecomastia: por causa da hepatopatia, acumula os hormônios sexuais na corrente sanguínea.
Fosfatasa alcalina: até 160 o valor normal.
Adenopatia supraclavicular: metástase ou algo relacionado a mama.
· As vezes os eritrócito do LCR é pela punção, só se passar da quantidade esperada que é considerado anormal.
· Cirurgias de trocas valvulares podem causa anemia hemolítica por ruptura dos eritrocitos na hora do seu fechamento.Bilirrubina indireta aumenta pela hemólise.
· Bilis da coloração a urina com o urobilinógeno, e as fezes. 
Acolia: sem cor.
Colúria: urina escura.
Hiperglicemia: HI é alto, acima de 500 ou 600 e é imensurável.
LO: baixo, abaixo de 60 ou 40.
Acima de 60 anos: paciente idoso, e tem complicações secundárias de quando tinha menos de 60 anos. Doença silenciosa. Piores prognóstico podem ser IAM ou hipoxia do SNC com diminuição de consciência. 
Menos de 60 anos: tabagismo, alcoolismo, sedentarismo, má alimentação.
7 tipos de hidratação fisiológica: fisiológico 0,9% (Sódio e Potássio), glicofisiologico 0,4%, manitol (mais usado em aumento da PIC), frutosa (caro, paciente mais caquético e debilitado vai converter sua energia em ATP), rigerlactato (eletrolitos mais lactato), glicosado.
· Lactato é uma coenzima, faz o organismo recaptar mais rápido o O2.
· Toda hiperglicemia vai fazer hidratação e infusão. 
· Na hiperglicemia o sangue está hiperosmótico.
Paciente menos de 60 anos
Pós prandial 200 e pouco: faz soro ringer lactato se desconhece o paciente, para estabilizar o sangue.
Divide Volume por tempo:
300ml —————— 6h = 50 gotas por minuto
Em 6 hrs se estabilizou, ok! 
Se for acima de 500 ou 600 a glicemia: 300ml de soro em 6h e faz o exame de novo.
Se diminuiu mais continuou alto: faz correção com insulina regular humana subcutânea. 
· Tem 4 tipos de insulina, mas a que mais usa é a NPH (6hrs pico máximo) e a regular humana subcutânea (4-6 hrs de duração com início em 20 minutos).
· Não fizemos primeiro quando estava alta porque não ia ser absorvido as células estavam fechadas porque o sangue estava hiperosmótico. 
· A insulina regular humana pode fazer EV mas pode causar hiperpotassemia, e consequentemente problemas cardíacos. 
· 0,3-1 mg por Kg mais fácil usar 0,5 mg/Kg.
70 x 0,5 = 35 UNIDADES internacionais e faz mais 500ml de soro em 8 em 8 horas, por 3 vezes até atingir a correção. 
· 4 hrs ela faz efeito e as outras 4 hrs ela faz diluição. 
· O HGT ja vai estar mais baixo a probabilidade de a segunda vez da rodada do soro com a insulina estar em 200 e pouco é mais de 90%.
· Solicitar esses exames: TGO, TGP e GamaGT, ureia, creatinina, colesterol, lipídios.
· Via oral antidiabeticos: metformida e glibempirida (os mais usados).
· Metformina pra diabéticos quando tem outras patológias.
Paciente mais de 60 anos
Hiperglicemia: 500ml de soro em 8 horas.
· Não tem risco de hiperpotassemia porque ele não tem músculo.
· Insulina regular humana intravenosa, porque preciso resolver rápido.
0,5 x 70 = 35 unidades internacionais
Divide por 3 tomas: 11 unidades internacionais EV, e o soro correndo. Enquanto isso, vamos fazer um ECG e se der supra já começa com trombolítico e alteplasa. Esquece a hiperglicemia ela vai ser secundária a patologias de base. 
· Espera 30 minutos faz o exame de novo, vai ter baixado de 70-100 e ai para tudo porque se conseguimos isso em 30 minutos e vai durar ate 4 hrs então vai baixar e se continuar vai fazer hipoglicemia.
· Na sístole tem pressão nas válvulas semilunares.
Pericardite: inflação bacteriana no pericárdio.
· Localização mais ventricular, compromete a contração ventricular (gasto cardiaco), vai sobrar sangue em casa contração e vai se acumulando, não vira coagulo porque a mitral e a tricúspide está funcionando normal.
· Edema em membro inferior, alanteo nasal. 
· Pericardiocentese é a solução se houver derrame pericárdico.
Pega o cateter, gelco, conecta na seringa e faz a punção após assepsia do local. Faz raio X e vê onde está o ictus cordis, acha o apêndice xifoide e conta as costelas flutuantes, vai dar uma abaixo do apêndice xifoide (normalmente), se tem o ultrassom é melhor porque da para se guiar por ele. 
Endocardite: inflação bacteriana no endocárdio.
Atividade ventricular no eletro: Restante da onda P (10%), intervalo, complexo QRS e repolarização da onda T.
Paciente masculino 48 anos com edema de membro inferior.
Problema arterial: terá anoxia, hipóxia e necrose.
Problema venoso: terá edema.
Sistêmica ou micro circulação: sei onde estaó o problema olhando o eletro.
· Se apresentar problema no eletro vai pro cardio, se não vai para o vascular.
AVL (-30), AVF (+90), AVR(-150): o AV é porque ele passa pelo nódulo átrio ventricular.
D1: direita pra esquerda, passa pelo no átrio ventricular, linha 0 ou 180.
D2: ombro direito pra perna esquerda. É longo, +60. Segue o mesmo sentido do potencial de ação, pega átrio, ventriculo e todas as estruturas do cardionector.
D3: ombro esquerdo pra perna direita. + 120.
· Todos passam pelo átrio ventricular !!!!
12 derivações: 6 topográficas e 6 precordiais.
· A hora que pega o eletro olha o D2 porque vai estar tudo la, tem que ter todas as ondas.
· O impulso chega junto no nó atrioventricular. 
· Onda P alta: não é sempre mas pode ter hiperpotassemia, e quando está baixa, pode ser hipopotassemia.
- Para ter certeza faz gasometria arterial.
 - As vezes não é patológico.
Parede inferior: D3, AVF e D2
Parede lateral: AVL, D1, V5 e V6 (os 2 primeiros lateral alta)
Cara anterior: V3 e V4
Lado direito: V1 e V2
Estrela: tudo sai do nó atrioventricular.
AvR: direito (red)
AvL: esquerdo (love)
Derivações Precordiais
V1: 4º EIC paraesternal direito
V2: 4ºEIC paraesternal esquerdo
V3: entre V2 e V4 (foco mitral, mas não é preciso)
V4: 5ºEIC linha medio clavicular esquerda 
V5: 5ºEIC linha axilar anterior esquerdo
V6: 5ºEIC linha axilar media esquerda
AvR: 150 graus distante das fibras de purkinje por isso é - !! 
· Quem está longe recebe menas força, por isso sua onda é negativa.
· AvL: está do mesmo lado do coração e só 30 graus negativo ainda chega um pouco de força +, então sua força é pequena, pra cima e pra baixo meio igual o QRS.
· AvF: recebe muita força está na reta do coração, é beeeeem +.
· D1: próximo ao coração, é positivo mas não tão forte.
· D2: passa por todo o coração, super +.
· D3: não muito positivo, esta do outro lado do coração.
· V1: não está tão longe mas esta no outro lado do coração, recebe força positiva, mas recebe mais negativa, é + fraco é mais -.
· V2: tem pico positivo mais alto que V1 mas a quantidade negativa é a mesma dele.
· V3: mais ou menos neutro, igual + e -. (Entre o nó atrioventricular e a fibra de purkinje)
· V4: positivo mas ainda tem um pouco negativo.
· V5: mesma reta do ictus cordis, é total +.
· V6: + também.
· Quanto mais longe da força de contração recebe menos força e ai fica negativo !!!!
· Mais próximo recebe mais força, tem mais potencial de ação e é +. 
· AvF, D2, V5 e V6 são os mais fortes.
· BAV 1º,2º,3º grau.
· Alterações V2, D3, AvF, D1 e AvR bloqueio átrio ventricular do lado esquerdo.
D2 mostra oque está errado: tem onda P? Tem complexo? Tem onda T?
AvR, AVL, V1 e V2: átrio 
· Infarto do ventrículo direito não pode fazer hidratação porque ele carrega sangue venoso.
Morfina
Oxigênio 
Nitrato
AAS
Betabloqueador
Clopidogrel 
Heparina
· Renal: 4 manobras.
Guyon ou peloteo renal: paciente deitado em decúbito dorsal, uma mão posterior que vai fazer o peloteo, ou seja, vai empurrar o rim para frente e uma mão anterior que vai palpar.
Israel: ( é a melhor) paciente em decúbito lateral e palpa com uma mão na frente e uma atrás, fazendo a mesma coisa da outra manobra.
Montenegro: paciente em decubito ventral e faz a mesma coisa.
Glenard: paciente de pé e faz a mesma coisa, usada quando suspeitamos de ptose renal.
Punho percussão: paciente sentado, colocamos uma mão que vai ser de base sobre o rim que seráexplorado e a outra mão, que estará fechada, vai bater sobre a primeira.
- direto: sem a mão de base.
- indireto: com a mão de base.
Cistite: dor suprapúbica.
Pielonefrite: dor lumbar.
1. Olfatorio: se explora uma narina de cada vez e vai colocando os cheiros pro paciente identificar, 5 fragrâncias no mínimo. Se intercala as narinas.
Anosmia: não sente cheiro.
Hiposmia: “parece que é tal coisa”, sente o cheiro fraco.
Cocosnomia: tudo tem cheiro ruim, de carniça, podre, fezes...
Hipernosmia: aumenta o sentido do cheiro e pode indicar começo de hipertensão endocraneana.
2. Óptico: vamos explorar campo visual, que não se usa mais muito, melhor fazer com o oftalmo. Fundo de olho: olftalmo. Percepção de colores. Campinometria. Agudeza visual.
3. Oculomotor: estimula com luz uma das pupilar e o outra outra pupila reage também (reflexo fotomotor consensual). 
Seguir algum objeto: convergência de acomodação, que avalia 3,4,6 par. 
· Motilidade ocular.
Lesão no 3º par: perde motilidade.
5. Trigêmeo: se avalia as 3 ramas.
Sensibilidade: Faz estímulo e pergunta para o paciente de olho fechado oque esta fazendo e onde está fazendo (usa algodão, algo pontudo, algo quente, algo gelado). Pica, toca, esfrega.
· Pede para o paciente abrir a boca e tentamos fechar e o paciente não pode deixar fechar (rama mandibular).
7. Facial: expressões faciais, pede pra sorrir, cara de bravo, assobiar, mostrar dente. Gosto também se avalia e o paciente tem que identificar.
8. Vestibulococlear: romberg simples, romber sensibilidade (olhos fechados, paciente em pé).
· Paciente vai seguir uma linha reta de olho aberto vai e volta de costas, depois de olho fechado vai e volta também (rama vestibular). Cuidar !!!
Rama coclear: tictac do relógio coloca perto do ouvido e pergunta se ouve, se de um lado não escutar suspeita patologia. Vibra diapasão e coloca no meio da cabeça e pergunta qual ele ouve mais. Depois coloca perto do ouvido e vê quantos segundo ouve e se ouve e depois na apófise mastoide e conta os segundo: se der 5 segundo e não sentir é hipoacusia de percepção.
9. Glossofaringeo: boca aperta e fala A, se a úvula mexer é normal, se não é paralisia talvez.
Deprime o velo palatino: reflexo velopalatino, reflexo nauseoso. Se não tem reflexo, estimula com o dedo e se não tiver ai é patológico.
10. Vago: da água pro paciente, e abaixa a cabeça dele pra ele engolir se engolir beleza se não paralisia do nervo e ele engasga e não consegue engolir.
Paciente não fala A: disfonia quando tem paralisia do 10 par craneal.
11. Acessório: Mãos no ombro do paciente e faz força e no rosto tbm.
12. Hipoglosso: Mobilidade da língua. 
Taxia estático: paciente parado 
· Romberg simples e sensibilizado.
Taxia dinâmico: paciente se move, faz oque mandamos. 
· Mandar andar, tocar cada dedo com o dedão, de olho aberto e depois fechado.
Índice - índice: olho aberto e depois fechado, tem que encontrar os dois dedos índices na frente do corpo.
Índice-nariz: nariz dedo de outra pessoa e vai movendo o dedo e a pessoa tem que acertar. 
· Sem apoiar conta até 15 com o braço esticado colado com outra pessoa. O braço não pode desviar (labirintite).
· Pessoa vai abrindo e fechando o dedo e o examinador que está na frente também, o examinador vai parar e o paciente tem que continuar o movimento, depois ele fecha o olho e onde mandarmos ele parar ele tem que parar.
Intercala as mãos: uma em supino e a outra em prono, de olho aberto e fechado.
Talon - rodilla: talon rodilla deslisa e volta, faz 5 vezes intercalando as pernas, paciente deitado. A pessoa que tem deficit ela não intercala e esquece.
Praxia: manda a pessoa abotoar a camisa, 3 botões seguidos. Manda amarrar o cadarço, fazer o sinal da cruz, dar tchau, pentear o cabelo, saudação militar...
Praxia imitativo: Pessoa faz o movimento e a pessoa tem que imitar. (Versão pobre)
- Versão rica: usa piano e luzes.
Labirintite: vertigem paroxístico benigno.
 
 
 Eduarda de Faveri Manno

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