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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA CURSO BACHARELADO EM QUÍMICA DOCENTE: MARCO ANTONIO MORALES TORRES MOMENTO DE INÉRCIA DE UM DISCO E CONSERVAÇÃO DA ENERGIA RELATÓRIO VI - LAB. FÍSICA LÍVIA CORTÊS OLIVEIRA – 20210042600 NATAL/RN JANEIRO 2022 OBJETIVOS Determinar o momento de inércia de um disco. Trabalhar com o conceito de modelos para descrever uma situação real. Aplicar o conceito de conservação de energia numa situação real. P1. É a medida da distribuição da massa do corpo ao redor do eixo fixo. P2. O disco gira em reciprocidade com o porta-peso, já que estão conectados. Portanto o disco tem sua velocidade angula w1 igual a velocidade de translação v1 do porta- peso. P3. 𝑚𝑔ℎ = 𝑚𝑣1 2 2 + 𝐼𝑠𝐴𝑤1 2 2 Sabendo que a velocidade (V1) e a velocidade angular (W1) estão relacionados por W1= V1/r Substituindo: 𝑚𝑔ℎ = 𝑚𝑣1 2 2 + 𝐼𝑠𝐴(𝑉1/𝑟) 2 2 Isolando o ISA: 𝐼𝑠𝐴 = 𝑚𝑟2(2𝑔ℎ−𝑣1 2) 𝑣1 2 P4. mgh = ICAw2/2 + mv2/2 + p𝛥𝑡1 Substituindo o w por V1/r e isolando o ICA, ICAw2/2 = p𝛥𝑡2 chegamos à: 𝐼𝐶𝐴 = 𝑚𝑟2(2𝑔ℎ−𝑉1 2) 𝑣1 2(1+ 𝛥𝑡1 𝛥𝑡2 ) P5. 𝐼ℂ𝐴 = 𝐼𝑠𝐴 (1 + 𝛥𝑡1 𝛥𝑡2 ) P6. A altura da queda (h), a velocidade final do porta-peso (V1), a massa (m), o raio (r), a gravidade (g), tempo que o fio se separa do cilindro (t1) e o tempo que o disco para (t2). GRÁFICO 1 0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9 1 0 50 100 150 200 250 300 D E SL O C A M EN TO (M ) TEMPO (S) QUEDA DO CORPO m P7 e P8. h = 0,944 m t1 = 18,8 s t2 = 253,3 s Δt1= t1- 0 = 18,8-0 = 18,8 s Δt2= t2-t1 = 253,3 – 18,8 = 234,5 s m (massa do porta-peso) = 10,0 g r (raio do cilindro) = 2,24 cm P9. Utilizando a fórmula do movimento retilíneo uniformemente variado. V1 =Vo + a*t1 GRÁFICO 2 P10. Y = yo + Vot + at2/2 yo = 0 Vo= 0 Y = A + Bt + Ct2 A =yo B = Vo C =a/2 C= 2y/t2 C= 2*0,944 / (18,8)2 = 0,0026 a= 0,0027*2 = 0,0054 m/s2 V1(t) = Vo + a*t V1 (18,8) = 0 + 0,0054 * 18,8 = 0,10 m/s 0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9 1 0 5 10 15 20 D E SL O C A M N EN TO (m ) TEMPO (s) Deslocamento (s) em função do tempo de queda (t) P11. Pela linha de tendência do 2º gráfico temos uma altura de 0,94 m, comparando com o valor inicial de 0,944, haveria uma diferença de 0,004 m. P12. IsA = 𝑚𝑟2(2𝑔ℎ−𝑣1 2) 𝑣1 2 ISA = 0,01*(0,0224)2 *(2*9,8*0,944 – (0,10)2) ÷ (0,10)2 ISA = 0,0092 Kg.m2 𝐼𝐶𝐴 = 𝑚𝑟2(2𝑔ℎ − 𝑉1 2) 𝑣1 2 (1 + 𝛥𝑡1 𝛥𝑡2 ) ICA= 0,01*(0,0224)2 *(2*9,8*0,944 – (0,10)2) ÷ ((0,10)2*(1+ 18,8 253,3 ) ICA = 0,0086 Kg.m2 P13. Momento de inércia Kg.m2 Erro percentual IsA (sem perda) 9,2 x 10 -3 10,9 % ICA (com perda) 8,6 x 10 -3 3,6 % Ig (teórico) 8,295 x 10-3 0% P14. Os valores se relacionam conforme um fator de correção que envolve o intervalo de tempo. O atrito influencia o fato de que há uma mudança nos dados, fazendo com que o momento de inércia com atrito esteja mais próximo do valor teórico, P15. Sim, são coerentes pois após a análise dos dados de acordo com uma situação real, como o atrito, foi possível perceber que o valor calculado com o atrito chegou mais próximo da realidade e do valor teórico, sendo assim mais eficiente.