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Atividade do artigo 2 
Projeto integrador: Saúde baseada em evidências 
Professores: Fernanda R. da Trindade e Geórgia M. Dexheimer 
Aluna: Bruna Milesi 
 
BI-RADS 0: Incompleta ou não conclusiva. Realizar avaliação adicional. 
 
BI-RADS 1: Negativo (Sem achados). Risco de malignidade: 0%. As mamas são 
simétricas, sem nódulos, calcificações ou qualquer outro achado. Sugere-se 
controle de rotina. 
 
BI-RADS 2: Benigno (Achados benignos). Sugere-se controle de rotina. Risco 
de malignidade: 0%. 
 
Achados: 
- Linfonodos intramamários; 
- Calcificações vasculares, cutâneas, com centro lucente, de doença secretória, 
tipo “leite de cálcio”, redondas (> 1mm de diâmetro) não agrupadas e todas as 
calcificações benignas; 
- Nódulo calcificado (fibroadenoma típico); 
- Nódulo com densidade de gordura (lipoma, fibroadenolipoma); 
- Fios de sutura calcificados, alterações pós-cirúrgicas e/ou radioterapia; 
- Cistos oleosos (esteatonecrose) e cistos simples; 
- Lesões cutâneas. 
 
 
BI-RADS 3: Provavelmente benigno (Achados provavelmente benignos). 
Sugere-se controle aos 6 meses (unilateral), 12 meses (bilateral) e 24 meses 
(bilateral). Risco de malignidade: 2% 
Achados: 
- Nódulo não-palpável, não-calcificado, redondo ou oval, regular ou levemente 
lobulado, com limites parcialmente definidos, sólidos; 
- Assimetria focal ou difusa sugerindo parênquima mamário; 
- Microcalcificações arredondadas, isodensas, agrupadas; 
- Calcificações recentes sugerindo esteatonecrose; 
- Dilatação ductal isolada sem associação com descarga papilar. 
 
BI-RADS 4: Suspeito (Achados suspeitos de malignidade) 
• BI-RADS 4A: baixa suspeita de malignidade (2 a 10%) 
• BI-RADS 4B: moderada suspeita de malignidade (11 a 50%) 
• BI-RADS 4C: elevada suspeita de malignidade (51 a 95%) 
 
Independentemente da subcategoria, todos os casos devem ser encaminhados 
para biópsia. 
 
Achados: 
 
BI-RADS 4A: 
- Nódulo lobulado; 
- Nódulo com características morfológicas do BI-RADS 3, porém palpável; 
- Dilatação ductal isolada (associada com descarga papilar tipo “água de rocha” 
ou sangue; 
- Microcalcificações arredondadas, não isodensas, agrupadas. 
 
BI-RADS 4B: 
- Nódulo microlobulado; 
- Distorção focal da arquitetura (lesões espiculadas); 
- Assimetria focal ou difusa, sem sugerir parênquima mamário; 
- Microcalcificações puntiformes (“poeira” tipo III de Le Gal) agrupadas. 
 
BI-RADS 4C: 
- Nódulo irregular; 
- Neodensidade; 
- Microcalcificações (“grão de sal” tipo IV de Le Gal) agrupadas; 
- Microcalcificações arredondadas dispostas em trajeto ductal. 
 
BI-RADS 5: Altamente suspeito (Achados altamente suspeitos de malignidade). 
Deve ser encaminhado para biópsia. Risco de câncer: 95%. 
 
Achados: 
- Nódulo denso e espiculado; 
- Microcalcificações irregulares, pleomórficas, lineares ocupando segmento 
mamário ou dispostas em trajeto ductal; 
- Microcalcificações ramificadas com qualquer tipo de distribuição. 
- Lesões com retração da pele ou distorções da arquitetura da mama. 
 
BI-RADS 6: Câncer mamário confirmado por exame histopatológico. Terapia 
especializada de acordo com o caso. 
 
 
 
Lesões benignas e suas lesões histopatológicas: 
 
Abscesso subareolar: células escamosas, algumas queratinizadas e escamas 
córneas em um fundo com exsudato inflamatório, com restos necróticos, número 
variável de células escamosas nucleadas e anucleadas e fragmentos de tecido 
de granulação. Nos casos crônicos, podem haver microcalcificações. 
 
 
 
Adenose: padrão microglandular em esfregaços altamente celulares. Com 
graus progressivos de hiperplasia, as células aparecem mais desordenadas e 
sobrepostas; em alguns casos podem ser vistas células epiteliais isoladas e 
intactas. Não se vê hipercromasia nem membrana irregular. Contudo, podem ter 
de 1 a 3 pequenos nucléolos e figuras de mitose. A atipia citológica está ausente, 
embora possa ser observada muito fraca. 
 
 
 
Adenose esclerosante: caracterizada pela proliferação lobulocêntrica de ácinos 
com preservação das camadas celulares mioepitelial periférica e epitelial 
luminal, acompanhada de esclerose estromal. 
 
 
Fibroadenoma: moderada ou alta celularidade, grupos celulares epiteliais em 
formato de dedo de luva, formando agrupamentos arborescentes e numerosos 
núcleos desnudos bipolares, muitas células ductais coesas e regulares em 
monocamadas, monomorfismo celular, variados graus de hiperplasia, células 
mioepiteliais nos grupos celulares. Podem estar associados macrófagos 
espumosos e células de metaplasia apócrina. 
 
 
 
Fibromatose: caracteriza-se por pequenos fibroblastos fusiformes ou ocasionais 
grupos de células epiteliais de características benignas, núcleos alongados e 
pequenos, de características benignas. Citoplasma eosinófilo claro. 
 
 
 
 
Adenoma: Proliferação epitelial proeminente, com estruturas glandulares muito 
próximas umas das outras e apresentando pequena quantidade de secreção no 
lúmen glandular. As células ductais que se dispõem em tubos uniformes e em 
esferas tridimensionais associadas a células bipolares. 
 
Adenomioepitelioma: células mioepiteliais em grupos pouco coesos, com 
citoplasmas pálidos, fusiformes e células epiteliais com modificação apócrina. 
 
Ectasia ductal: caracterizada por ductos dilatados cheios de material 
proteináceo espesso e numerosos macrófagos carregados de lipídeos. O 
estroma periductal muitas vezes contém um infiltrado discreto de linfócitos 
circundando os ductos envolvidos. 
 
 
Lipoma: apresenta-se com um fundo sujo, com poucas células epiteliais ductais, 
agrupamentos de células adiposas e, por vezes, necrose gordurosa. São 
observados também detritos celulares e componentes inflamatórios. 
 
Cistos mamários: São observadas células ductais e inflamatórias, com 
macrófagos vacuolados de citoplasma esponjoso e grupos de células apócrinas, 
as quais exibem modificações degenerativas. 
 
 
 
Papiloma: celularidade variável, lâminas em monocamada de células epiteliais 
dobradas e complexas, grupamentos de células epiteliais em arranjo papilífero 
tridimensional, frequentemente colunares, podendo apresentar-se agrupadas, 
isoladas ou em colunas. As células epiteliais frequentemente estão dispostas em 
meio a um fundo proteináceo ou hemorrágico, com muitos macrófagos 
espumosos ou carregados com hemossiderina. 
 
 
 
Hamartoma: apresenta conglomerados coesos de células epiteliais e 
mioepiteliais. É possível ver células epiteliais redondas ou poligonais com 
citoplasma vacuolado e claro. Núcleos centrais ou excêntricos com 
micronucléolos. Associam-se fibroblastos isolados ou em grupos coesos e 
microfragmentos de tecido fibroadiposo. Tecido fibroglandular, estroma fibroso e 
tecido adiposo presentes em proporção variável. 
 
Lesão esclerosante radial ou cicatriz radial: Constituída de elemento fibroso 
circundado por elementos epiteliais (dúctulos ou túbulos). Presença de túbulos 
benignos presos e distorcidos por tecido estromal fibroso ou fibroelástico, muitas 
vezes acompanhados de adenose e hiperplasia epitelial em arranjo arquitetônico 
radial a partir de uma cicatriz central. 
 
 
 
Mastite inflamatória: estroma mamário envolvido por um denso processo 
inflamatório que consiste em agregados densos de histiócitos, fundo de linfócitos 
e neutrófilos, granulomas não necrosantes característicos em geral, são 
centrados nos lóbulos. 
 
 
Tumor Filodes: moderada ou alta celularidade, proliferação bifásica com 
componente epitelial e estromal, predomínio da quantidade de estroma sobre o 
componente epitelial, células estromais dispersas de tipo fibroblástico sem 
atipias e escassos núcleos desnudos bipolares, conglomerados de estroma 
mixóide hipercelulares ou de aspecto foliáceo. Grandes lâminas epiteliais 
coesivas, de bordas regulares, com pregas e ondulações, e/ou grupos celulares 
com alterações de tipoproliferativo misturam-se com os fragmentos de estroma. 
 
 
Necrose gordurosa: escassa celularidade, fundo com material gorduroso, 
neutrófilos, linfócitos, macrófagos com vacúolos lipídicos, assim como células 
gigantes de tipo corpo estranho. É preciso levar em consideração que as células 
histioides podem ter alterações reativas com nucléolos proeminentes. 
 
 
 
Gânglios linfáticos intramamários: população celular linfoide polimorfa, com 
alterações de tipo reativo. 
 
 
 
Lesões pré-malignas e suas lesões histopatológicas: 
 
Hiperplasia ductal atípica: população celular intraductal monomórfica, com 
arquitetura sólida, micropapilar ou cribriforme, atipias nucleares com 
pleomorfismo nuclear, perda de polaridade e maior sobreposição. É possível ver 
células mioepiteliais dentro dos grupos epiteliais, orifícios redondos e regulares. 
 
 
 
Hiperplasia lobular atípica: Proliferação epitelial nas unidades terminais ducto-
lobulares preenchendo e podendo distender os ácinos, à custa de células 
monótonas e descoesas 
 
Atipia epitelial plana: alterações clonais na unidade ducto-lobular terminal 
(UDLT) caracterizadas por ácinos variavelmente aumentados, alinhados por 
proliferação de células com três a cinco camadas de espessura e atipias 
citológicas de baixo grau (monomórficas). 
 
Carcinoma lobular in situ: celularidade variável, mais frequentemente 
hipocelular, células relativamente pequenas ou médias isoladas, com citoplasma 
escasso e mal definido e aumento da relação núcleo-citoplasmática, em 
pequenos grupos ou em fileiras curtas ("filas indianas"), núcleos pequenos 
relativamente uniformes com indentações e amoldamento, com cromatina 
granular fina, com pequenos nucléolos geralmente excêntricos. 
 
 
 
 
 
 
Lesões malignas e suas lesões histopatológicas: 
 
Carcinoma intraductal: fundo com material necrótico do tipo comedonecrose, 
abundantes depósitos calcários irregulares, ata celularidade; ocasionalmente 
predomina a necrose, fragmentos epiteliais de tamanho variado, usualmente 
grau variável de dissociação celular, intenso pleomorfismo celular, grau nuclear, 
células neoplásicas isoladas, é possível ver mitose. Células mioepiteliais 
geralmente ausentes. 
Alto grau: células com alto grau nuclear, mais de 2 vezes o tamanho do glóbulo 
vermelho, com qualquer padrão de crescimento e comedonecrose. 
Não alto grau: células com grau nuclear moderado, igual ou maior de 2 vezes o 
tamanho do glóbulo vermelho, sem comedonecrose. 
 
 
 
 
 
Não alto grau Alto grau 
 
 
Carcinoma ductal NOS: Alta celularidade, redução da coesividade, grupos 
irregulares e tridimensionais de células epiteliais malignas, estruturas 
glanduliformes, células isoladas com citoplasma conservado e núcleo excêntrico, 
pleomorfismo nuclear variável, possíveis vacúolos intracitoplasmáticos, ausência 
de células mioepiteliais, possíveis mitoses atípica. 
 
 
 
 
Carcinoma tubular: celularidade moderada ou abundante, células são 
pequenas, monótonas e os núcleos não têm grandes anomalias; são pequenos, 
redondos, sem hipercromasia. conglomerados celulares de forma variável 
cribiformes e tridimensionais, frequentes estruturas tubulares de uma camada 
celular, anguladas, que podem ser ramificadas, dissociação celular variável, em 
geral com poucas células isoladas, células epiteliais monomórficas com escasso 
pleomorfismo, frequentes fragmentos fibroelastoides, microcalcificações. 
 
 
 
Carcinoma medular: alta celularidade, células neoplásicas em grupos sinciciais 
e isoladas, núcleos pleomórficos, grandes nucléolos, fundo com linfócitos e 
plasmócitos. O citoplasma é delicado, com bordas mal definidas. 
 
 
Carcinoma mucinoso: abundante material mucoso de fundo, numerosas 
células malignas monomórficas dispersas ou em grupos abalonados. Pode haver 
acentuada dissociação celular, grau nuclear 1 ou 2. 
 
 
 
Carcinoma apócrino: células neoplásicas com diferenciação oxifílica, 
citoplasma amplo, denso e granular, núcleos pleomórficos, grandes nucléolos e 
cromatina em grosso grumo e irregular. 
 
 
 
 Radiação Contraste de imagem Interação com o corpo 
 
 
 
 
 
Mamografia 
A mamografia utiliza feixes de 
raios X de baixa energia. A técnica 
se constitui de duas incidências de 
radiação em cada mama, 
totalizando quatro filmes. 
É a diferença na atenuação dos raios X dos diversos tecidos 
mamários atravessados pelos raios X em relação aos tecidos 
adjacentes, e é determinado por sua espessura, densidade e 
composição atômica (“contraste relativo” inerente). O contraste 
que pode ser apresentado por uma imagem, correlaciona-se com 
a transmissão de raios X através dos tecidos (penetração). Isto é 
influenciado pela qualidade do feixe (a energia e o número de 
fótons). O contraste final também é influenciado pela quantidade 
de difusão que atinge o filme, que é influenciada pela colimação do 
feixe, pelo adelgaçamento da mama por compressão, por qualquer 
lacuna de ar entre a mama e o detector e por grades redutoras de 
difusão ou colimação em fenda. O contraste tecidual inerente é 
amplificado pelo contraste gerado no filme ou no sistema detector 
digital. 
O feixe de raios X, proveniente de uma fonte 
quase pontual, incide sobre a mama 
comprimida, e a fração deste feixe que é 
transmitida através do tecido é registrada em 
um receptor de imagem. Outra fração sofre 
um processo de espalhamento, o qual não 
contribuirá para a formação da imagem. A 
fração restante é absorvida pelos tecidos da 
mama. As estruturas existentes no interior da 
mama produzem atenuações diferenciadas, 
de acordo com as densidades e espessuras, 
durante o processo de penetração pelo feixe. 
 
 
Ultrassonografia 
Não utiliza radiação, mas sim, 
ondas sonoras de alta frequência, 
que quando batem em órgãos e 
tecidos produzem ecos, estes por 
sua vez, produzem a imagem. 
Na ultrassonografia, utiliza-se o contraste por microbolhas, para 
melhorar a ecogenicidade do sangue, melhorando assim a 
visualização e avaliação de cavidades cardíacas, vasos 
sanguíneos de grande calibre e vascularização tecidual. 
Um gerador de sinal é associado a um 
transdutor. Cristais piezoelétricos no gerador 
de sinais convertem eletricidade em ondas de 
som de alta frequência que são enviadas aos 
tecidos. Os tecidos dispersam, refratam e a 
atenuam as ondas de som em vários graus. 
As ondas de som que são refletidas de volta 
(ecos) são convertidas em sinais elétricos. 
 
 
 
 
 
PET-Scan 
É administrado uma substância 
radioativa (radiofármaco = 
fármaco + radioisótopo emissor 
de pósitrons) no organismo que 
quando absorvida emite radiação, 
esta é captada pelo equipamento 
e transformada em imagem. 
O contador de cintilações acoplado à tomografia colhe as imagens, 
que aparecerão como manchas ou regiões de brilho mais intenso 
nas áreas em que houver lesões tumorais. O exame não apenas 
detecta a presença de tumores, mas é capaz de medir a 
intensidade luminosa que aparece nas imagens. Por meio da 
análise dessa intensidade, temos noção da atividade metabólica 
tumoral: quanto maior, mais intenso é o brilho. 
 
Após a administração por via endovenosa o 
FDG-F18 (radiofármaco mais utilizado) é 
absorvido pelas células através de 
transportadores de glicose da membrana 
celular e incorporado pela via glicolítica 
normal. O material se acumula na área do 
corpo a ser examinada e ocorre emissão de 
raios gama que podem ser colhidos por um 
detector de radiações (tomografia por 
emissão de pósitrons), acoplado a um 
computador que forma as imagens. 
 
 
 
 
 
Ressonância 
Magnética 
A ressonância magnética não 
utiliza radiação, é um método de 
imagem que utiliza altos campos 
magnéticos associados a sinais de 
radiofrequência. 
Áreas com sinal baixo são escuras; e as áreas com sinal 
intermediário são geralmente cinza. Tecidos com um grande 
componente transversal de magnetizaçãodão um sinal alto devido 
à grande amplitude do sinal. Tecidos com um pequeno 
componente transversal de magnetização dão um sinal baixo 
devido à pequena amplitude do sinal. Áreas em uma imagem que 
aparecem como vazios escuros, porque nenhum sinal é produzido. 
Imagens claras, alto sinal — hiperintenso. Imagens com tons de 
cinza intermediários — isointenso. Imagens escuras, com baixo 
sinal — hipointenso. 
Ao entrar em um equipamento de RM, o 
paciente tem os seus spins de hidrogênio 
submetidos a um forte campo magnético 
estático externo; com isso, os momentos 
magnéticos dos núcleos de hidrogênio se 
alinham a esse campo magnético. Alguns 
núcleos de hidrogênio se alinham 
paralelamente ao campo magnético (no 
mesmo sentido), enquanto um pequeno 
número de núcleos se alinha de modo 
antiparalelo (no sentido oposto). Quando o 
tecido é colocado em um campo magnético, e 
alguns dos núcleos se alinham com o campo, 
seu efeito combinado é magnetizar o tecido 
na direção do campo magnético. 
 
 
 
 
 
Tomografia 
computadorizada 
Na tomografia utiliza-se raios-X Resultado da diferença na absorção do feixe de raios X em razão 
das características dos tecidos. Quando há maior absorção de 
radiação pelo tecido teremos imagens mais claras, e quando a 
absorção for menor teremos imagens mais escuras. A imagem 
gerada é obtida matematicamente com base na quantidade de 
raios x detectados, assim obtém-se níveis de tons de cinza que 
geram contraste e diferenciação entre os variados componentes 
do corpo humano. 
Uma fonte de raios-X é acionada ao mesmo 
tempo em que realiza um movimento circular 
ao redor do paciente, emitindo um feixe de 
raios-X em forma de leque. No lado oposto a 
essa fonte, está localizada uma série de 
detectores que transformam a radiação em 
um sinal elétrico que é convertido em imagem 
digital. Dessa forma, as imagens 
correspondem a secções (“fatias”). A 
intensidade (brilho) reflete a absorção dos 
raios-X e pode ser medida em uma escala. 
 
Tomossíntese 
mamária 
Utiliza raios-X de baixa dose. Pelo conhecimento preciso da localização do tubo de raios X em 
relação à mama, as múltiplas imagens são alinhadas e 
sobrepostas, então apenas as estruturas do plano seccional de 
interesse podem ser alinhadas. Os planos não alinhados têm baixo 
contraste e baixa relação sinal-ruído e são efetivamente borrados, 
enquanto o sinal das porções alinhadas é somado e as estruturas 
do plano de escolha tornam-se mais visíveis. 
Similar a mamografia, porém o tubo de raio x 
realiza um movimento simétrico parando 
totalmente a cada exposição. Após a 
realização de todas as exposições, a imagem 
digital e reconstruída. 
 
REFERÊNCIAS: 
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MAMOGRAFIA: da prática ao controle. Brasília, DF, 2019. Disponível em: 
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/qualidade_mamografia.pdf. Acesso 
em: 07 mar. 2022. 
BRASIL. Ministério da Saúde. Instituto Nacional do Câncer (INCA). Atualização 
em mamografia. Brasília, DF, 2007. Disponível em:https://bvsms.saude.gov.br 
/bvs/publicacoes/atualizacao_mamografia_tecnicos_radiologia_2ed_rev_autal.p
df. Acesso em: 07 mar. 2022. 
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Disponível em: https://sogirgs.org.br/area-do-associado/Lesoes-precursoras-
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FREITAS , Andréa G. de. et al. Mamografia digital: perspectiva atual e 
aplicações futuras. Scielo. São Paulo, ago. 2006. Disponível em: 
https://www.scielo.br/j/rb/a/LBq8gTZmF8JPM4FLSjFbbQk/?lang=pt. Acesso 
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Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978853670212 
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