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CBM-PA
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO PARÁ
500 Questões Gabaritadas 
CADERNO DE QUESTÕES
CÓD: OP-034MR-22
7908403519514
Apostilas Opção, a Opção certa para a sua realização.
LÍNGUA PORTUGUESA
1
LÍNGUA PORTUGUESA
Prezado candidato, de acordo com o texto a seguir 
responda as questões 1 e 2.
Posfácio do livro Rio em Shamas (2016), de Anderson 
França, Dinho
Rafael Dragaud
NÃO PIRA! Foi com esse conselho, há cerca de seis 
anos, que começou minha história com o Dinho. Colabo-
rávamos na mesma instituição social e vez ou outra nos 
esbarrávamos numa reunião, ele sempre ostensivamente 
calado. Por algum motivo da ordem do encosto, no senti-
do macumbeirístico mesmo, ou cumplicidade de gordos, 
vimos um no outro um elo possível de troca.
Ele então começou a me enviar milhões de textos que 
eram uma mistura frenética de sonhos, pseudorroteiros 
cinematográficos, pedidos de desculpas, posts-denúncias, 
listas de exigências de sequestrador, tudo num fluxo insa-
no de criação, que ele mesmo dizia que um dia iria sufocá-
-lo de vez — o que me fez proferir o dito conselho.
O fato é que um dia passei em frente ao notebook dele 
e lá estava a tela quase inteiramente coberta de post-its, 
todos iguais, escritos: NÃO PIRA. E ele então me confiden-
ciou: Cara, você resolveu minha vida. Eu só não posso pi-
rar! É isso!
Esse episódio obviamente fala muito mais sobre essa 
característica de esponja afetointelectual dele do que so-
bre alguma qualidade do meu conselho. E foi sendo assim, 
esponja que se enche e se comprime (deixando desaguar 
seus textos em redes sociais), que foi surgindo um escritor 
muito especial. Especial não pra mãe dele ou pra Su (a san-
ta), mas para a cidade do Rio de Janeiro.
Com uma voz e um estilo absolutamente singulares, 
Dinho flerta com a narrativa do fluxo do pensamento, o 
que poderia gerar textos apenas egoicos e herméticos, 
eventualmente mais valiosos pra ele do que para o leitor. 
Mas sei lá como, seus textos conciliam esse jeitão com 
uma relevância quase política, pois jogam luz sobre partes 
da cidade que merecem ser mais vistas, mais percebidas, 
e até mesmo mais problematizadas.
Dinho “vê coisas”. E, consequentemente, tem o que di-
zer. Não só sobre o subúrbio, suas ruas, seus personagens 
e seus modos, numa linhagem Antônio Maria ou João do 
Rio, mas muitas vezes também sobre bairros já enjoativos, 
de tão submersos em clichês, como o tão adorado-odiado 
Leblon. Seu “olhar de estrangeiro” revela estranhas entra-
nhas da Zona Sul do Rio de Janeiro. O fato é que, com este 
livro, a cidade fica muito maior, mais plural e consequen-
temente mais justa.
Espero que este seja apenas o primeiro de uma série. 
Se é que posso dar mais algum conselho, o único que me 
ocorre ao vê-lo escrevendo hoje em dia é: NÃO PARE!
FRANÇA, Anderson. Rio em Shamas. Rio de Janeiro: Obje-
tiva, 2016.
1.(AOCP - 2020 - MJSP - CIENTISTA DE DADOS - BIG 
DATA)
Sobre o uso das aspas no texto, assinale a alternativa 
correta.
(A) Em “olhar de estrangeiro”, as aspas indicam que se 
trata de uma citação.
(B) Em “olhar de estrangeiro”, as aspas indicam que Di-
nho não é de fato um estrangeiro no Brasil.
(C) Em “olhar de estrangeiro” as aspas sinalizam que a 
expressão é um estrangeirismo.
(D) Em “vê coisas”, as aspas sinalizam que a expressão 
é uma gíria.
(E) Em “vê coisas”, as aspas indicam que as coisas vis-
tas por Dinho são da ordem do sobrenatural.
2.(AOCP - 2020 - MJSP - CIENTISTA DE DADOS - BIG 
DATA)
A respeito da colocação pronominal no texto, assina-
le a alternativa correta.
(A) Em “E foi sendo assim, esponja que se enche e se 
comprime [...]”, o item em destaque pode ser coloca-
do tanto antes quanto depois do verbo “encher.
(B) Em “Ele então começou a me enviar milhões de 
textos [...]”, o item em destaque não pode ser posicio-
nado depois do verbo “enviar”.
(C) Em “[...] ele mesmo dizia que um dia iria sufocá-lo 
de vez — o que me fez proferir o dito conselho.”, os 
itens em destaque apresentam a mesma colocação.
(D) Em “E ele então me me confidenciou [...]”, o item 
em destaque não pode ser colocado depois do verbo 
“confidenciou”.
(E) Em “Se é que posso dar mais algum conselho, o 
único que me ocorre ao vê-lo escrevendo hoje em dia 
é [...]”, os itens em destaque apresentam a mesma co-
locação.
LÍNGUA PORTUGUESA
2
3.(AOCP - 2020 - MJSP - ANALISTA DE GOVERNAN-
ÇA DE DADOS - BIG DATA)
O cinzeiro
Mário Viana
Procura-se um martelinho de ouro. Aceitam-se indi-
cações de profissionais pacientes e com certa delicadeza 
para restaurar um cinzeiro que está na família há mais 
de cinco décadas. Não se trata de joia de valor financeiro 
incalculável, mas de uma peça que teve seus momentos 
úteis nos tempos em que muita gente fumava. Hoje, é 
apenas o símbolo de uma época.
Arredondado e de alumínio, o cinzeiro chegou lá em 
casa porque meu pai o ganhara de presente de seu patrão, 
o empresário Baby Pignatari – como ficou mais conhecido 
o napolitano Francisco Matarazzo Pignatari (1917- 1977). 
Baby misturou na mesma medida as ousadias de industrial 
com as estripulias de playboy. No corpo do cinzeiro desta-
ca-se um “P” todo trabalhado em relevo.
Nunca soube direito se meu pai ganhou o cinzeiro das 
mãos de Baby ou de sua mulher, a dona Ira – era assim 
que a princesa e socialite italiana Ira von Furstenberg era 
conhecida lá em casa. Só muitos anos depois, já adulto e 
jornalista formado, descobri a linha de nobreza que fazia 
de dona Ira um celebridade internacional.
[...]
Pois esse objeto que já passou pelas mãos de uma 
princesa – italiana, mas principessa, que diacho – despen-
cou outro dia do 12º andar até o térreo. Amassou, coita-
do. A tampa giratória ficou toda prejudicada E o botão de 
borracha que era pressionado também foi para o devido 
beleléu.
Mesmo assim, não acredito em perda total. Tenho fé 
em que um bom desamassador dê um jeito e devolva o 
cinzeiro, se não a seus dias de glória, pelo menos a uma 
aparência menos miserável. É o símbolo de uma trajetória, 
afinal de contas, há que respeitar isso.
Praticamente aposentado – a maioria dos meus ami-
gos e eu deixamos de fumar –, o cinzeiro ocupava lugar de 
destaque na memorabilia do meu hipotético museu pes-
soal. Aquele que todos nós criamos em nosso pensamento 
mais secreto, com um acervo repleto de pequenos objetos 
desimportantes para o mundo.
Cabem nessa vitrine imaginária o primeiro livro sério 
que ganhamos, com a capa rasgada e meio desmontado; 
o chaveiro que alguém especial trouxe de um rolê mochi-
leiro pelos Andes; o LP com dedicatória de outro alguém 
ainda mais especial; uma caneca comprada na Disney; o 
calção usado aos 2 anos de idade... e o velho cinzeiro ca-
rente de reparo.
Adaptado de: <https://vejasp.abril.com.br/cidades/ma-
rio-viana-ocinzeiro/>. Acesso em: 10 set. 2020.
Em relação aos excertos “[...] um cinzeiro que está na 
família há mais de cinco décadas.” e “É o símbolo de uma 
trajetória, afinal de contas, há que respeitar isso.”, assi-
nale a alternativa correta.
(A) Em ambas as ocorrências, “há” possui o mesmo 
significado.
(B) Na primeira ocorrência, “há” expressa sentido de 
futuro.
(C) Na primeira ocorrência, “há” poderia ser substituí-
do por “a” sem que isso causasse prejuízo sintático ou 
semântico ao período.
(D) Na segunda ocorrência, “há” tem um sentido de 
obrigação, equivalente a “tem”.
(E) Na primeira ocorrência, o sujeito de “há” é o subs-
tantivo “cinzeiro”.
4.(AOCP - 2018 - UNIR - ARQUIVISTA)
Estudo que avaliou a vida de 165 mil pessoas chegou 
a uma conclusão surpreendente: é na velhice que esta-
mos mais satisfeitos com nós mesmos
Quando você era jovem e achava que tinha o mundo 
nas mãos, talvez sua autoestima fosse boa. Mas, acredite, 
ela só estará no topo quando você estiver na melhor ida-
de, aos 60. Pelo menos é o que diz um novo estudo feito 
por cientistas da Universidade de Berna, na Suíça. E eles 
garantem: esse sentimento pode permanecer no auge por 
uma década inteira.
Com a pesquisa, os cientistas queriam investigar a tra-
jetória da
autoestima ao longo da vida. Eles descobriram 
que esse sentimento começa a se elevar entre 4 e 11 anos 
de idade, à medida que as crianças se desenvolvem so-
cial e cognitivamente – e ganham algum senso de inde-
pendência. Os níveis, então, se estabilizam à medida que a 
adolescência começa, dos 11 aos 15 anos.
 Isso é surpreendente, pois o senso comum afirma que 
a auto-estima cai durante a adolescência. “Essa impressão 
acontece devido a mudanças na puberdade e maior ênfa-
se na comparação social na escola”, diz Ulrich Orth, autor 
do estudo, mas, na prática, não é o que acontece.
Segundo os pesquisadores, a autoestima se mantém 
estável até a metade da adolescência. Depois disso, ela 
tende a aumentar significativamente até os 30 anos. Após 
a faixa dos 30 podem até existir oscilações, mas o senti-
mento de autoconfiança tende a crescer. Quando os 60 
chegam, a autoestima alcança o seu auge – e permanece 
assim até os 70 anos. Mas, quem tem a sorte de chegar 
até os 70 pode sentir sua autoestima baixar. Os pesquisa-
dores afirmam que esse sentimento declina drasticamente 
dos 70 aos 90 anos. “Essa idade frequentemente envolve 
perda de papéis sociais e, possivelmente, viuvez, fatores 
que podem ameaçar a autoestima”, explica o autor. “Além 
disso, o envelhecimento muitas vezes leva a mudanças ne-
gativas em outras possíveis fontes de autoestima, como 
habilidades cognitivas e saúde.”
LÍNGUA PORTUGUESA
3
Toda essa análise se baseou em 191 artigos científi-
cos sobre autoestima, que incluíam dados de quase 165 
mil pessoas. Os cientistas conseguiram, com esse estudo, 
apresentar uma visão bem abrangente sobre como essa 
auto percepção muda com a idade – por isso optaram por 
diferentes grupos demográficos e faixas etárias.
Na cultura de hoje, que é quase obcecada pela juven-
tude, muitos temem o envelhecimento. Mas, segundo a 
pesquisa, uns aninhos a mais podem fazer bem para sua 
autopercepção.
Por Ingrid Luisa
access_time 24 ago 2018, 18h02
Disponível em <https://super.abril.com.br/ciencia/saiba-
-em-que-ida
de-a-sua-autoestima-esta-no-topo-e-nao-e-aos-17/>
Considerando o texto apresentado, julgue, como VER-
DADEIRO ou FALSO, o item a seguir.
No título do texto, há dois verbos funcionando como 
transitivos diretos: “avaliou a” e “chegou a”. Além disso, há 
dois verbos de ligação: “é” e “estamos”.
( ) CERTO 
( ) ERRADO
5.(AOCP-2019-CÂMARA DE CABO DE SANTO AGOS-
TINHO - PE) 
O que é ergonomia?
Ergonomia é a área da ciência que estuda maneiras de 
facilitar nossa relação com objetos e máquinas. “Seu ob-
jetivo central é adaptar o trabalho ao ser humano, evitan-
do que ocorra o contrário”, diz o engenheiro e doutor em 
ergonomia Laerte Idal Sznelwar, da Universidade de São 
Paulo (USP). O naturalista polonês Wojciech Jastrzebowski 
foi a primeira pessoa a usar o termo ergonomia – que 
em grego significa “princípios do trabalho” – num texto 
chamado The Science of Work (“A Ciência do Trabalho”), 
escrito em 1857. Um exemplo de aplicação dos princípios 
ergonômicos são os telefones com teclas. Os números não 
são dispostos por acaso em quatro fileiras com três botões 
cada. Antes de esse formato ser lançado, foram testados 
modelos com teclados circulares, diagonais e horizontais 
com duas fileiras de botões. Venceu a configuração que 
os estudiosos perceberam ser a mais confortável para os 
usuários. A ergonomia atual vai ainda mais longe e não 
fica só no desenho de objetos: as telas dos caixas eletrô-
nicos, por exemplo, são projetadas com ícones grandes e 
fáceis de localizar. Por causa da variedade de aplicações, 
o trabalho em ergonomia é feito por vários profissionais, 
como engenheiros, arquitetos, médicos, fisioterapeutas e 
psicólogos. Nos últimos anos, os estudos nessa área ga-
nharam destaque na criação de objetos que diminuam os 
riscos de lesões por esforços repetitivos, as famosas LER, 
que atacam, por exemplo, quem vive sentado diante do 
computador a maior parte do dia.
Na medida certa Mobílias e máquinas ergonômicas 
respeitam o corpo do usuário
Monitor bem posicionado: Permite olhar para a tela 
mantendo o pescoço em sua posição natural. Apoio: Man-
tém os pés em posição confortável caso a mesa não tenha 
regulagem de altura. Teclado ideal: Modelos com teclas 
que amorteçam os dedos evitam lesões como a tendini-
te. Encosto ajustável: Adequa-se à curvatura lombar, evi-
tando lesões nas costas. Mola amortecedora: Não deixa a 
coluna sofrer impactos bruscos. Altura regulável: Permite 
manter os joelhos em um ângulo de 90º, deixando a circu-
lação sanguínea livre.
Adaptado de: <https://super.abril.com.br/mundo-estra-
nho/o-que-e-ergonomia/>. Acesso em: 31 de outubro de 
2019.
As orações reduzidas, iniciadas com verbos no gerún-
dio, podem estabelecer diferentes relações de sentido 
com as orações com as quais se articulam. Diante disso, 
assinale a alternativa que indica corretamente a função de 
tais orações nas seguintes frases:
I. Permite manter os joelhos em um ângulo de 90º, 
deixando a circulação sanguínea livre.
II. Adequa-se à curvatura lombar, evitando lesões nas 
costas.
(A) Finalidade – finalidade.
(B) Lugar – finalidade.
(C) Tempo – modo.
(D) Condição – tempo.
Prezado candidato, de acordo com o texto a seguir 
responda as questões 6 e 7.
Tratamento da Dependência Afetiva nos Relaciona-
mentos Amorosos
 Alexandre Alves
A dependência afetiva é uma estratégia de rendição 
conduzida pelo medo com a finalidade de preservar as coi-
sas boas que a relação oferece. Sob o disfarce de amor ro-
mântico a pessoa dependente afetiva sofre uma alteração 
profunda na sua personalidade de modo gradual até se 
transformar numa espécie de “apêndice” da pessoa ama-
da. Ela obedece e se subordina ao amado para evitar o 
sofrimento. Em muitos casos, não importa o quão nociva é 
a relação, as pessoas são incapazes de por um fim nela. Em 
outros, a dificuldade reside numa incapacidade para lidar 
com o abandono ou a perda afetiva. Ou seja, não se con-
formam com o rompimento ou permanecem, inexplicável 
e obstinadamente, numa relação desfavorável. Quando o 
bem-estar da presença do outro se torna indispensável, a 
urgência em encontrar o amado não o deixa em paz, e o 
universo psíquico se desgasta pensando nele, bem-vindo 
ao mundo dos viciados afetivos. 
LÍNGUA PORTUGUESA
4
De forma mais específica, se poderia dizer que por 
trás de toda dependência há medo e, subjacente a isso, 
algum tipo de sentimento de incapacidade. O apego é a 
muleta preferida do medo, um calmante com perigosas 
contraindicações. O sujeito apegado promove um desper-
dício impressionante de recursos para reter a sua fonte de 
gratificação. Seu repertório de estratégias de retenção, de 
acordo com o grau de desespero e a capacidade inventiva 
pode ser diversificado, inesperado e perigoso. Podemos 
distinguir dois tipos básicos. São eles: Os ativos-depen-
dentes podem se tornar ciumentos e hipervigilantes, ter 
ataques de ira, desenvolver padrões de comportamentos 
obsessivos, agredir fisicamente ou chamar a atenção de 
maneira inadequada, inclusive mediante atentados contra 
a própria vida. Aqui se enquadram os casos de ciúmes pa-
tológico conhecidos também como síndrome de Otelo. E 
os passivos-dependentes tendem a ser submissos, dóceis 
e extremamente obedientes para tentarem ser agradá-
veis e evitar o abandono. A segunda forma de desperdício 
energético não é por excesso, mas por carência. Com o 
tempo, essa exclusividade vai se transformando em fana-
tismo e devoção: “Meu parceiro é tudo”. O gozo da vida 
se reduz a uma expressão mínima: a vida do outro. Daí 
vale o velho ditado: “Não se deve colocar todos os ovos no 
mesmo cesto”. A dependência afetiva faz adoecer, incapa-
cita, elimina critérios, degrada e submete, deprime, gera 
estresse, assusta, cansa e exaure a vitalidade e a terapia 
cognitivo-comportamental objetiva auxiliar o dependente 
afetivo no autocontrole para que, ainda que necessite da 
“droga”, seja capaz de brigar contra a urgência e a vonta-
de. No balanço custo-benefício,
aprendem a sacrificar o 
prazer imediato pela gratificação a médio e a longo pra-
zo. O mesmo ocorre com outros tipos de vícios como, por 
exemplo, a comida e o sexo.
Retirado e adaptado de: <https://psicologiario.com.br/
tratamentoda-dependencia-afetiva-nos-relacionamentos-
-amorosos/>. Acesso em: 19 ago. 2018.
6.(AOCP-2018-UFOB)
A dependência afetiva nem sempre foi tratada com 
seriedade e é vista como um transtorno que necessita de 
cuidados especiais e auxílio especializado para seu trata-
mento. Em relação ao texto 1, julgue, como VERDADEIRO 
ou FALSO, o item a seguir.
É correto afirmar que o excerto “A dependência afetiva 
é uma estratégia de rendição conduzida pelo medo com a 
finalidade de preservar as coisas boas que a relação ofere-
ce.” apresenta regência nominal, tendo em vista a prepo-
sição destacada.
( ) CERTO 
( ) ERRADO
7.(AOCP-2018-UFOB)
A dependência afetiva nem sempre foi tratada com 
seriedade e é vista como um transtorno que necessita de 
cuidados especiais e auxílio especializado para seu trata-
mento. Em relação ao texto 1, julgue, como VERDADEIRO 
ou FALSO, o item a seguir.
A palavra “nociva” utilizada em “Em muitos casos, não 
importa o quão nociva é a relação, as pessoas são incapa-
zes de por um fim nela.” tem o significado de algo prejudi-
cial, perigoso, que pode causar danos.
( ) CERTO 
( ) ERRADO
8.(AOCP-2018-ADAF - AM)
Tirar marcação de leitura do WhatsApp pode indicar 
traços de manipulação 
Por Luciano Cazz
Aquele que responde sua mensagem no aplicativo 
com um “não posso falar agora”, provavelmente, é mais 
confiável do que quem finge que não viu. Evidentemen-
te, nem toda pessoa que opta por, nas configurações do 
WhatsApp, não deixar aparecerem os dois pontinhos 
azuis, indicadores de que a mensagem foi visualizada, é 
manipuladora, porém, obviamente, nenhuma delas quer 
que você saiba quando seu texto foi lido e algumas tiram, 
inclusive, até o horário da última conferida no aplicativo e 
se isentam completamente da responsabilidade do diálo-
go. E isso é uma questão de fato. Algumas pessoas fazem 
isso por motivos banais como, por exemplo, preocupação 
em não deixar você chateado, quando não lhe der uma 
resposta imediata. Então, disfarça que não leu e mais tar-
de lhe responde com alegria, sem que você pense que é 
desatenção ou falta de consideração. Chega a ser até um 
cuidado com os seus sentimentos. A pessoa ainda pode, 
simplesmente, estar ocupada, cansada ou até sem vonta-
de de teclar naquele momento. Para evitar o desgaste do 
assunto, ela simplesmente faz de conta que não viu sua 
mensagem. Por outro lado, existe quem se dá o trabalho 
de bloquear a indicação de visualização de uma mensa-
gem para realmente se esconder. E se uma pessoa não 
quer ter os passos vistos por um amigo, alguma razão deve 
ter. E, independentemente de quais sejam os motivos, a 
intenção é claramente espiar suas mensagens sem ser de-
tectada, e isso quer dizer muito sobre ela. Claro que isso 
não define falta de caráter, entretanto, pode ser o traço 
de uma pessoa extremamente manipuladora, que mente 
e joga com você o tempo todo. Seja por um prazo, com-
promisso ou até em relação a um sentimento. Para algu-
mas dessas pessoas é mais esperto ou conveniente dizer 
“Não vi” do que encarar os fatos. Pois é certo que pessoas 
de personalidade reta não têm problema em mandar um 
“estou ocupado”. Ou responder mais tarde explicando a 
situação. 
LÍNGUA PORTUGUESA
5
Pessoas seguras de si são o que são e não devem nada 
a ninguém, muito menos explicações sobre o último ho-
rário que visualizaram suas próprias mensagens do What-
sApp. Quem é transparente responde na hora que quiser 
sem precisar se esconder em uma opção de privacidade 
do aplicativo que vela o que de fato acontece. Mostrar os 
dois tracinhos azuis é comportamento de quem assume 
seus atos, suas decisões, seus erros e que, simplesmente, 
não está a fim de falar, o que é de todo seu direito, uma 
vez que ninguém é obrigado a nada.
Texto adaptado de: https://www.revistapazes.com/tirar-
-marcacao-detracos-de-manipulacao/. Acesso em: 01 de 
out. de 2018.
Assinale a alternativa em que todas as palavras per-
tencem à mesma classe de palavras.
(A) Certo, lado, cansada.
(B) Último, azuis, trabalho.
(C) Desgaste, desatenção, mensagens.
(D) Aquele, isso, com.
(E) Existe, chega, decisões.
9.(AOCP-2018-UFOB)
Netos e avós: a importância dessa relação
Maria Clara Vieira
O fato de os avós não terem mais filhos pequenos 
para cuidar permite que eles tenham tempo e condições 
de ajudar nos cuidados com os netos, contribuindo para a 
sobrevivência das novas gerações, além de passar conhe-
cimentos e sabedoria. Não é preciso muito esforço para 
notar como a interação entre netos e avós é positiva. Um 
estudo, feito pelo Boston College, nos Estados Unidos, 
comprova isso. Durante 19 anos foram estudados 374 avós 
e 356 netos. O objetivo era entender a influência dessa 
convivência, tanto na vida das crianças, quanto na dos ido-
sos. Os resultados revelam que os dois lados se beneficiam 
desse relacionamento. Para os avós, a conexão permite 
contato com uma geração muito mais nova e, consequen-
temente, uma abertura a novas ideias. Para os netos, os 
idosos oferecem a sabedoria adquirida durante a vida – e 
esse conhecimento acaba sendo incorporado pelas crian-
ças quando elas se tornam adultas. Os avós também cos-
tumam passar às novas gerações muitas histórias sobre 
o passado, o que é enriquecedor para qualquer criança. 
Além de tudo isso, os pesquisadores também concluíram 
que a relação avós-netos pode ajudar a diminuir sintomas 
depressivos para ambas as partes. “A convivência é muito 
benéfica para ambos, especialmente porque os avós estão, 
na maioria das vezes, em uma etapa da vida em que po-
dem aproveitar os netos melhor do que aproveitaram os 
próprios filhos: levar para passear e brincar, para os avós, 
não é uma obrigação ou uma forma de gastar a energia da 
criança, mas uma oportunidade deliciosa de curtir o neto 
e se divertir de verdade com ele”, explica a psicóloga Rita 
Calegari, do Hospital São Camilo (SP). “Com celular, mídias 
sociais, computador e um pouco de esforço, os avós po-
dem participar melhor da vida dos netinhos distantes. E, 
quando se encontram, podem aproveitar ao máximo”.
Retirado e adaptado de: <https://revistacrescer.globo.
com/Familia/ noticia/2016/01/netos-e-avos-entenda-im-
portancia-dessa-relacao. html>. Acesso em: 19 ago. 2018.
Considere o seguinte trecho e julgue, como VERDADEI-
RO ou FALSO, o item a seguir: “[...] para os avós, a cone-
xão permite contato com uma geração muito mais nova e, 
consequentemente, uma abertura a novas ideias. Para os 
netos, os idosos oferecem a sabedoria adquirida durante a 
vida – e esse conhecimento acaba sendo incorporado pelas 
crianças quando elas se tornam adultas. Os avós também 
costumam passar às novas gerações muitas histórias sobre 
o passado, o que é enriquecedor para qualquer criança. 
Além de tudo isso, os pesquisadores também concluíram 
que a relação avós-netos pode ajudar a diminuir sintomas 
depressivos para ambas as partes.”.
Na terceira frase, o pronome relativo “que” tem uma 
função explicativa e demonstrativa, indicando uma rela-
ção de consequência do fato anterior, ou seja, o fato de a 
criança ser enriquecida se deve à transmissão de conheci-
mento dos seus avós.
( ) CERTO 
( ) ERRADO
Prezado candidato, de acordo com o texto a seguir 
responda as questões de 10 à 13.
Cientistas descobrem por que mulheres amadurecem 
antes dos homens 
Há muito tempo, as mães aconselham as filhas adoles-
centes a ignorarem as brincadeiras infantis dos colegas de 
classe porque, afinal, elas são mais maduras. Na prática, 
muitos concordam que meninas amadurecem mais cedo 
do que meninos, mas uma pesquisa da Newcastle Uni-
versity descobriu cientificamente que o cérebro feminino 
realmente se transforma antes do que os das pessoas do 
sexo masculino. As informações são do Daily Mail.
Os especialistas estudaram o
cérebro de 121 pessoas 
com idades entre 4 e 40 anos com o objetivo de identificar 
quando o cérebro de cada uma passava pelo processo de 
amadurecimento, que é quando algumas partes do órgão 
ficam menores e ligações desnecessárias são desativadas, 
o que o faz trabalhar de maneira mais eficiente.
O resultado das observações mostrou que este proces-
so começa aos 10 anos nas mulheres, mas nos homens 
não ocorre antes dos 20. “Isto faz parte do processo de 
aprendizagem normal. O cérebro como um todo ainda 
está em expansão porque está perdendo conexões”, expli-
ca o pesquisador Dr. Marcus Kaiser.
LÍNGUA PORTUGUESA
6
Ele compara a resposta a este processo a como quan-
do se vai a uma festa e tem muita gente falando ao mesmo 
tempo, dificultando a concentração, mas quando algumas 
destas vozes somem, é mais fácil conseguir encontrar o 
foco. Logo, conforme as conexões cerebrais vão diminuin-
do com o passar dos anos, o cérebro passa a trabalhar 
de forma mais fácil, rápida e eficiente. “Reduzir algumas 
projeções no cérebro o ajuda a focar no que é realmente 
essencial”, afirma o especialista. 
Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/mulher/
comportamento/
cientistas-descobrem-por-que-mulheres-amadurecem-an-
tes-dos-homens,084e6776fa013410VgnVCM4000009bc-
ceb0aRCRD.html 
10.(AOCP - 2018 - UNIR - ASSISTENTE DE TECNOLO-
GIA DA INFORMAÇÃO)
Em relação ao texto, julgue, como VERDADEIRO ou 
FALSO, o item a seguir.
Em “O resultado das observações mostrou que este 
processo começa aos 10 anos nas mulheres, mas nos ho-
mens não ocorre antes dos 20...”, os verbos em destaque 
concordam com “observações”, “processo” e “processo”, 
respectivamente.
( ) CERTO 
( ) ERRADO
11.(AOCP - 2018 - UNIR - ASSISTENTE DE TECNOLO-
GIA DA INFORMAÇÃO)
Em relação ao texto, julgue, como VERDADEIRO ou 
FALSO, o item a seguir.
Em “... uma pesquisa da Newcastle University desco-
briu cientificamente que o cérebro feminino realmente se 
transforma antes do que os das pessoas do sexo masculi-
no.”, os advérbios em destaque indicam modo.
( ) CERTO 
( ) ERRADO
12.(AOCP - 2018 - UNIR - ASSISTENTE DE TECNOLO-
GIA DA INFORMAÇÃO)
Em relação ao texto, julgue, como VERDADEIRO ou 
FALSO, o item a seguir.
Em “Ele compara a resposta a este processo a como 
quando se vai a uma festa e tem muita gente falando ao 
mesmo tempo...”, todos os termos em destaque funcio-
nam como preposições, pois não se flexionam para con-
cordar com o termo que os acompanha e têm somente a 
função de ligar as palavras.
( ) CERTO 
( ) ERRADO
13.(AOCP - 2018 - UNIR - ASSISTENTE DE TECNOLO-
GIA DA INFORMAÇÃO)
Em relação ao texto, julgue, como VERDADEIRO ou 
FALSO, o item a seguir.
Em “Na prática, muitos concordam que meninas ama-
durecem mais cedo do que meninos, mas uma pesquisa 
da Newcastle University descobriu cientificamente que o 
cérebro feminino realmente se transforma antes do que 
os das pessoas do sexo masculino.”, a informação em des-
taque contrasta com a informação anterior: meninas ama-
durecem mais cedo do que meninos, sendo que a relação 
de contraste é identificada por meio do emprego da con-
junção “mas”.
( ) CERTO 
( ) ERRADO
Prezado candidato, de acordo com o texto a seguir 
responda as questões de 14 à 16.
Dança envolve corpo e mente: atividade pode ajudar 
no tratamento de depressão
A vida é cheia de obstáculos, por isso é preciso dar um 
passo de cada vez. Assumir essa atitude é uma excelente 
forma de ajudar quem está sofrendo de um mal bastante 
comum: a depressão. Para promover a conscientização so-
bre o tema, a Libbs Farmacêutica, em parceria com o Ins-
tituto Ivaldo Bertazzo, criou um projeto chamado Próximo 
Passo, que oferece aulas de dança gratuitas para pessoas 
com histórico de depressão.
O objetivo dessa iniciativa é conciliar o tratamento fei-
to no consultório médico com atividades físicas. “Dançar 
ajuda no reequilíbrio mental e no reconhecimento do pró-
prio corpo, melhorando a autoestima. Além disso, a ativi-
dade promove a reintegração social, pois estimula a so-
cialização”, comentou a psiquiatra Giuliana Cividanes, da 
Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que acompa-
nhou todo o processo do projeto Próximo Passo.
Após a divulgação do programa, mais de mil pessoas 
se inscreveram. Em seguida, a equipe realizou uma rigo-
rosa seleção, onde foram escolhidos 40 participantes com 
histórias de vida diversas e com histórico de depressão em 
diferentes estágios. Mulheres, homens, jovens e idosos ti-
veram que encarar esse grande desafio que é lutar contra 
a depressão dançando.
Foram quatro meses de ensaios, com aulas dadas pelo 
coreógrafo e educador Ivaldo Bertazzo, pelo menos três 
vezes por semana. Todos os participantes vivenciaram as 
dificuldades dessa performance, buscando dentro de si 
muita vontade e determinação.
LÍNGUA PORTUGUESA
7
Segundo os criadores do “Próximo Passo”, a ideia é 
deixar claro para todos que, apesar de ser uma doença 
que deve ser levada com a maior seriedade, a depressão 
tem cura. E essa cura pode começar com um simples mo-
vimento, como a dança. “No dia da audição para o projeto, 
eu saí daqui cheia de luz, fazia muito tempo que não me 
sentia dessa forma. Fazer parte do projeto me trouxe cor à 
vida”, comentou Aranai Guarabyra.
(...)
Entendendo a depressão
Ansiedade, angústia, desinteresse por coisas comuns 
do dia a dia, falta de motivação, medo e tristeza intensa 
são apenas alguns dos sintomas que a depressão pode tra-
zer. Contudo, o diagnóstico para a doença não é tão fácil. 
Isso porque a maioria das pessoas que sofrem com o pro-
blema tendem a rejeitar esses sinais.
Por esse motivo, a ajuda da família é essencial para 
o diagnóstico e também para o tratamento. Acusar uma 
pessoa com depressão de que ela tem uma vida boa, saú-
de e dinheiro, dizendo que essa tristeza não é “nada”, só 
fará com que ela se sinta mais triste e culpada, podendo 
piorar o quadro da doença.
A primeira coisa que um familiar deve fazer por alguém 
depressivo é mostrar que está presente e que podem en-
frentar isso juntos. Então, para que o paciente não se sin-
ta sozinho, os parentes e amigos podem fazer companhia 
durante as primeiras consultas de terapia, apoiando esse 
momento tão novo e desconhecido.
Como a depressão pode ter múltiplas causalidades, 
com aspectos genéticos, ambientais e biológicos, antes de 
se iniciar qualquer tratamento, é necessário que seja feita 
uma investigação etiológica rigorosa. Após essa avaliação, 
o especialista poderá escolher o melhor tratamento, com-
plementando o acompanhamento médico com outras ati-
vidades físicas.
“Segundo pesquisas, a atividade física prolonga os 
efeitos do tratamento medicamentoso em um período 
médio de quatro anos”, complementa a psiquiatra.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde 
(OMS), a depressão é a maior causa de incapacitação do 
mundo. Em 2015, o número de pessoas com depressão 
chegou a 322 milhões pelo mundo, sendo 11,5 milhões só 
no Brasil.
Primeiros passos para começar a dançar
O “Minha Vida” esteve presente no lançamento do 
projeto, junto com os criadores e participantes do “Próxi-
mo Passo”, que falaram um pouco sobre o processo cria-
tivo para a coreografia, as dificuldades e a superação que 
viveram ao longo desse período.
Além disso, o coreógrafo Ivaldo Bertazzo realizou uma 
dinâmica com todos os presentes. Para atividade, recebe-
mos dois bastões de madeira, um com aproximadamente 
60 cm e outro com 1,30m. Então, ele ensinou alguns movi-
mentos que poderiam se realizar com o objeto, controlan-
do a respiração ao mesmo tempo.
Essas ações com os bastões ajudam na melhora da co-
ordenação motora, no relaxamento e alinhamento da pos-
tura em diversas situações. O manuseio do objeto amplia 
no cérebro a percepção do corpo, sendo importante para 
atividades cotidianas.
Apesar de serem movimentos simples, esse foi o pri-
meiro passo dado aos participantes do espetáculo, que em 
muitos casos nunca haviam se permitido soltar o corpo ao 
som da música.
Texto
adaptado de: https://www.psicologiasdobrasil.com.
br/danca-envolve-corpo-e-mente-atividade-pode-ajudar-
-no-tratamento-de-de-pressao/ 
14.(AOCP - 2018 - UFOB - ANALISTA DE TECNOLO-
GIA DA INFORMAÇÃO - INFRAESTRUTURA)
A variação linguística é um fenômeno natural que 
ocorre pela diversificação dos sistemas de uma língua em 
relação às possibilidades de mudança de seus elementos 
(vocabulário, pronúncia, morfologia, sintaxe). Ela existe 
porque as línguas possuem a característica de serem di-
nâmicas e sensíveis a fatores como a região geográfica, o 
sexo, a idade, a classe social do falante e o grau de forma-
lidade do contexto da comunicação. Sobre esse assunto, 
julgue o item a seguir.
Quanto às variedades sociais, elas possuem diferen-
ças em nível fonológico ou morfossintático. No nível Mor-
fossintático, tem-se, por exemplo: “prantar” em vez de 
“plantar”; “bão” em vez de “bom”; “pobrema” em vez de 
“problema”; “bicicreta” em vez de “bicicleta”. No nível fo-
nológico, tem-se: “dez real” em vez de “dez reais”; “eu vi 
ela” em vez de “eu a vi”; “a gente fumo” em vez de “nós 
fomos”.
( ) CERTO 
( ) ERRADO
15.(AOCP - 2018 - UFOB - ANALISTA DE TECNOLO-
GIA DA INFORMAÇÃO - INFRAESTRUTURA )
A variação linguística é um fenômeno natural que 
ocorre pela diversificação dos sistemas de uma língua em 
relação às possibilidades de mudança de seus elementos 
(vocabulário, pronúncia, morfologia, sintaxe). Ela existe 
porque as línguas possuem a característica de serem di-
nâmicas e sensíveis a fatores como a região geográfica, o 
sexo, a idade, a classe social do falante e o grau de forma-
lidade do contexto da comunicação. Sobre esse assunto, 
julgue o item a seguir.
LÍNGUA PORTUGUESA
8
Variedades estilísticas são as mudanças da língua de acordo com o grau de formalidade, ou seja, a língua pode variar 
entre uma linguagem formal ou uma linguagem informal. Nesse sentido, o texto Dança envolve corpo e mente: ativida-
de pode ajudar no tratamento de depressão é um texto formal, pois utilizou a linguagem formal em sua constituição.
( ) CERTO 
( ) ERRADO
16.(AOCP - 2018 - UFOB - ANALISTA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - INFRAESTRUTURA)
A variação linguística é um fenômeno natural que ocorre pela diversificação dos sistemas de uma língua em rela-
ção às possibilidades de mudança de seus elementos (vocabulário, pronúncia, morfologia, sintaxe). Ela existe porque as 
línguas possuem a característica de serem dinâmicas e sensíveis a fatores como a região geográfica, o sexo, a idade, a 
classe social do falante e o grau de formalidade do contexto da comunicação. Sobre esse assunto, julgue o item a seguir.
No quadro a seguir, há uma variação de termos da língua portuguesa utilizados nas diferentes regiões do país. Quan-
do se trata de variação regional, estamos falando de variação diatópica.
( ) CERTO 
( ) ERRADO
Prezado candidato, de acordo com a imagem a seguir responda as questões 17 e 18.
17.(AOCP - 2018 - UFOB - TÉCNICO EM CONTABILIDADE) 
No segundo quadrinho, é correto afirmar que os dois pronomes utilizados se relacionam à personagem da fala. 
“Meus” é um pronome possessivo e “me” um pronome oblíquo átono.
( ) CERTO 
( ) ERRADO
18.(AOCP - 2018 - UFOB - TÉCNICO EM CONTABILIDADE) 
A conjugação do verbo “vir”, quando na 3ª pessoa do discurso, apresenta grafias diferentes no plural “vêm” e no 
singular “vem”.
( ) CERTO 
( ) ERRADO
LÍNGUA PORTUGUESA
9
Prezado candidato, de acordo com o texto a seguir 
responda as questões 19 e 20.
Netos e avós: a importância dessa relação
Maria Clara Vieira
O fato de os avós não terem mais filhos pequenos 
para cuidar permite que eles tenham tempo e condições 
de ajudar nos cuidados com os netos, contribuindo para a 
sobrevivência das novas gerações, além de passar conhe-
cimentos e sabedoria. Não é preciso muito esforço para 
notar como a interação entre netos e avós é positiva. Um 
estudo, feito pelo Boston College, nos Estados Unidos, 
comprova isso. Durante 19 anos foram estudados 374 avós 
e 356 netos. O objetivo era entender a influência dessa 
convivência, tanto na vida das crianças, quanto na dos ido-
sos.
Os resultados revelam que os dois lados se beneficiam 
desse relacionamento. Para os avós, a conexão permite 
contato com uma geração muito mais nova e, consequen-
temente, uma abertura a novas ideias. Para os netos, os 
idosos oferecem a sabedoria adquirida durante a vida – e 
esse conhecimento acaba sendo incorporado pelas crian-
ças quando elas se tornam adultas. Os avós também cos-
tumam passar às novas gerações muitas histórias sobre 
o passado, o que é enriquecedor para qualquer criança. 
Além de tudo isso, os pesquisadores também concluíram 
que a relação avós-netos pode ajudar a diminuir sintomas 
depressivos para ambas as partes.
“A convivência é muito benéfica para ambos, espe-
cialmente porque os avós estão, na maioria das vezes, 
em uma etapa da vida em que podem aproveitar os netos 
melhor do que aproveitaram os próprios filhos: levar para 
passear e brincar, para os avós, não é uma obrigação ou 
uma forma de gastar a energia da criança, mas uma opor-
tunidade deliciosa de curtir o neto e se divertir de verda-
de com ele”, explica a psicóloga Rita Calegari, do Hospital 
São Camilo (SP). “Com celular, mídias sociais, computador 
e um pouco de esforço, os avós podem participar melhor 
da vida dos netinhos distantes. E, quando se encontram, 
podem aproveitar ao máximo”.
Retirado e adaptado de: <https://revistacrescer.globo.
com/Familia/
noticia/2016/01/netos-e-avos-entenda-importancia-des-
sa-relacao.
html>. Acesso em: 19 ago. 2018.
19.(AOCP - 2018 - UFOB - TÉCNICO EM CONTABILI-
DADE )
Em relação ao Texto 1, julgue como VERDADEIRO ou 
FALSO, o item a seguir
Considere o seguinte trecho e julgue, como VERDA-
DEIRO ou FALSO, os itens a seguir: “[...] para os avós, a 
conexão permite contato com uma geração muito mais 
nova e, consequentemente, uma abertura a novas ideias. 
Para os netos, os idosos oferecem a sabedoria adquiri-
da durante a vida – e esse conhecimento acaba sendo 
incorporado pelas crianças quando elas se tornam adul-
tas. Os avós também costumam passar às novas gerações 
muitas histórias sobre o passado, o que é enriquecedor 
para qualquer criança. Além de tudo isso, os pesquisado-
res também concluíram que a relação avós-netos pode 
ajudar a diminuir sintomas depressivos para ambas as 
partes.”.
Na terceira frase, o pronome relativo “que” tem uma 
função explicativa e demonstrativa, indicando uma rela-
ção de consequência do fato anterior, ou seja, o fato de a 
criança ser enriquecida se deve à transmissão de conheci-
mento dos seus avós.
( ) CERTO 
( ) ERRADO
20.(AOCP - 2018 - UFOB - TÉCNICO EM CONTABILI-
DADE) 
Em relação ao Texto 1, julgue como VERDADEIRO ou 
FALSO, o item a seguir
“Incorporado” é exemplo de uma palavra com deriva-
ção parassintética.
( ) CERTO 
( ) ERRADO
Prezado candidato, de acordo com o texto a seguir 
responda as questões de 21 à 23.
PROJEÇÃO PSICOLÓGICA e INGRATIDÃO: a incongru-
ência na falta de consciência dos próprios problemas
Adilson Cabral
Não se pode analisar o ser humano dentro de critérios 
lógicos e totalmente racionais. Por esta razão, a ingratidão 
humana, quando analisada sob a ótica da projeção psico-
lógica, em vez de denotar uma falta de caráter, torna-se 
uma carência de desenvolvimento egoico, quase que uma 
infantilidade (que por infelicidade da humanidade, ainda 
é muito recorrente, independentemente da idade, classe 
social ou formação educacional dos indivíduos). Não há 
correlação direta entre um maior nível educacional e um 
menor nível de projeção nas relações pessoais do indiví-
duo (mesmo que às vezes tenho a impressão que quanto 
mais instruídas algumas pessoas, mais insensíveis à sua 
própria carência egoica elas são... e mais necessitadas de 
LÍNGUA PORTUGUESA
10
um bom e longo tratamento psicoterápico também... che-
go a pensar que pessoas mais simples são mais saudáveis 
em termos psicológicos... mas isto é tema para
futuras 
postagens). Mas o que é projeção, então? O que ela tem a 
ver com a ingratidão? Comecemos por aí, então...
Projeção é nossa capacidade de negar em nós mesmos 
algo que nos incomoda, ‘projetando’ este mal em quem 
está mais próximo de nós. Melhor dizendo: nossa incapa-
cidade de aceitar nossos defeitos, nossos PIORES DEFEI-
TOS, diga-se de passagem. Somos capazes de admitir pe-
quenas falhas, mas grandes defeitos... só os grandes seres 
humanos é que são capazes de admitir.
A projeção existe desde nosso nascimento, e é extre-
mamente necessária para nossa rápida adaptação ao am-
biente: ferramenta essencial de formação do Ego. Ego que 
é quem somos (ou pelo menos quem achamos que somos), 
é a separação entre o Eu e o Outro, entre você e sua mãe 
(principalmente). Sem o Ego, você não pensaria sozinho, 
não iria querer nada (quereria o que os outros quisessem 
por você), não teria opinião, não seria ninguém. Pense em 
um fantoche: seria alguém sem ego.
 Com a Projeção, o Ego se fortifica enquanto você for-
ma sua personalidade: a criança é capaz então de se ver 
como ‘boazinha’, e acreditar em si própria, negando seus 
próprios defeitos. Até este ponto, isto é saudável. A crian-
ça naturalmente projeta quando, por exemplo, diz que 
quem quebrou o vaso foi a ‘bola’, e não quem a chutou... 
que quem comeu o bolo foi o ‘gatinho’, e não ela que era 
a única capaz de abrir a porta da geladeira naquele mo-
mento e local.
A coisa começa a tomar outra figura quando cresce-
mos, ganhamos a capacidade de saber bem quem somos, 
conhecemos nossos defeitos mas passamos a justificá-
-los... esta ‘racionalização’ de nossos próprios defeitos 
(comum e diretamente proporcional à capacidade inte-
lectual do indivíduo) é capaz de fazer grandes estragos, 
principalmente na vida das pessoas que estão em volta do 
‘projetor’. Dona da verdade, para esta pessoa tudo se jus-
tifica porque ela ‘está certa’, e qualquer um que discorde 
ou tenha outra opinião estará errado. Os demais passam, 
então, a receber toda a carga de projeção deste indivíduo, 
pela sua incapacidade de evoluir reconhecendo suas pró-
prias carências e defeitos.
Vamos ser mais claros citando exemplos: imagine al-
guém que passe boa parte de seu tempo de trabalho no 
computador fazendo outra coisa que não trabalhar (na-
vegando na internet, no facebook, fazendo atividades 
alheias ao seu trabalho), enquanto seus colegas de traba-
lho simplesmente se esgotam com enorme quantidade de 
serviço. É impossível que o inconsciente desta pessoa não 
a cobre, não transmita-lhe culpa de sua atitude incorre-
ta... mas a reação do ego infantil deste indivíduo será a 
contrária da que realmente se esperaria de um verdadeiro 
adulto: ela adotará um discurso e uma atitude de que tra-
balha mais do que os outros, que estes deveriam receber 
mais carga de trabalho pois sua situação, em sua visão, se-
ria injusta... um contrassenso, não é? Sim, mas é isto que 
ocorrerá: a pessoa que projeta o faz lançando nos outros 
suas próprias falhas...e não para por aí.
Pense em alguém que ajude esta pessoa com carência 
egoica... este(a) será uma tela de projeção para os piores 
defeitos do projetor. E é aí que chegamos ao tema da in-
gratidão: pessoas altamente projetivas (portadoras de um 
ego mal formado, infantil) agem com o que seria caracte-
rizado como ‘ingratidão’: ao mesmo tempo em que você 
age com profissionalismo, seriedade e honestidade, esta 
pessoa tentará lhe identificar como preguiçoso, desones-
to, mentiroso, infantil... exatamente as próprias caracterís-
ticas que lhe pertencem.
A culpa, a vergonha, a inferioridade, a incapacidade, e 
todos os demais maus sentimentos que elas sentem são 
insuportáveis para seu pequeno e mal formado ego, sen-
do, portanto, lançados no inconsciente. Lá, esses conteú-
dos só tem duas alternativas: atacar a si próprio(a) (o pior 
caminho, transformar-se em uma doença ao somatizar-se, 
em uma neurose profunda ou em uma psicose nos piores 
casos) ou lançá-los na direção de quem estiver mais pró-
ximo e suscetível (geralmente pessoas com características 
contrárias aos seus defeitos, e às quais, no fundo, invejam, 
ou no mínimo desejariam ser iguais). O último é o cami-
nho mais fácil, mais natural, o mais seguido pelas pessoas.
É aí que nascem as grandes injustiças nos ambientes 
de trabalho, nas salas escolares, na vida social no geral. 
Quanto maior o cargo do projetor, maior sua capacidade 
de fazer besteira e cometer grandes injustiças na vida das 
demais pessoas, por conta de sua própria inferioridade 
de maturidade psicológica, sua falha no desenvolvimen-
to egoico. E infelizmente, ainda não temos muitos meios 
para nos defendermos deste tipo de ‘doente’.
O máximo que podemos fazer, quando somos obri-
gados a estar em ambientes assim, é ficarmos calados e 
nos afastarmos (quando for possível). Qualquer coisa que 
tentar dialogar com alguém projetando sobre você seus 
próprios defeitos é conseguir fornecer mais material para 
queimar no ‘fogo’ de sua projeção. Lembre-se: o que ela 
está vendo em você está na cabeça dela, não em você; 
você não conseguirá mudar a imagem que este tipo de 
pessoa tem de você até que ela procure um profissional 
de psicologia para tratar sua falha de desenvolvimento psi-
cológico.
É lamentável quando vemos pessoas altamente ins-
truídas e incapazes de reconhecer suas próprias falhas, 
seus próprios deslizes. Costumamos vê-las apresentando 
um discurso totalmente alheio às suas próprias ações, e se 
você tentar confrontá-la com suas próprias ações, prova-
velmente ela se tornará irascível e despejará contra você 
toda uma série de insultos e ironias, se não passar para 
LÍNGUA PORTUGUESA
11
um ataque físico: a pior coisa que um ‹projetor› quer à sua 
frente é ser confrontado com a realidade: sua própria re-
alidade (a de uma criança fragilizada e birrenta, no corpo 
de um adulto). (...)
Texto adaptado: http://www.psicologia.med.br/2015/04/
projecaopsicologica-e-ingratidao_1.html
21.(AOCP - 2018 - UFOB - ANALISTA DE TECNOLO-
GIA DA INFORMAÇÃO- DESENVOLVIMENTO) 
Em relação ao texto, julgue, como VERDADEIRO ou 
FALSO, o item a seguir
No excerto “…e se você tentar confrontá-la com suas 
próprias ações, provavelmente ela se tornará irascível e 
despejará contra você toda uma série de insultos e ironias, 
se não passar para um ataque físico...”, os itens em desta-
que funcionam como conjunção para estabelecer relação 
de condição entre as orações.
( ) CERTO 
( ) ERRADO
22.(AOCP - 2018 - UFOB - ANALISTA DE TECNOLO-
GIA DA INFORMAÇÃO- DESENVOLVIMENTO)
Em relação ao texto, julgue, como VERDADEIRO ou 
FALSO, o item a seguir
Em todos os termos em destaque no excerto a seguir, 
ocorre derivação prefixal: “Por esta razão, a ingratidão 
humana, quando analisada sob a ótica da projeção psico-
lógica, em vez de denotar uma falta de caráter, torna-se 
uma carência de desenvolvimento egoico, quase que uma 
infantilidade (que por infelicidade da humanidade, ainda 
é muito recorrente, independentemente da idade, classe 
social ou formação educacional dos indivíduos.”
( ) CERTO 
( ) ERRADO
23.(AOCP - 2018 - UFOB - ANALISTA DE TECNOLO-
GIA DA INFORMAÇÃO- DESENVOLVIMENTO)
Em relação ao texto, julgue, como VERDADEIRO ou 
FALSO, o item a seguir
Em “A culpa, a vergonha, a inferioridade, a incapacida-
de, e todos os demais maus sentimentos que elas sentem 
são insuportáveis para seu pequeno e mal formado ego, 
sendo, portanto, lançados no inconsciente...”, os termos 
em destaque são passíveis de flexão apenas em número, 
ou seja, são substantivos biformes.
( ) CERTO 
( ) ERRADO
24.(AOCP - 2018 - UNIR - TÉCNICO DE LABORATÓ-
RIO - ANÁLISES CLÍNICAS) 
Pode-se dizer que redação oficial é a maneira pela 
qual o Poder Público redige atos normativos e comuni-
cações. Em relação à redação de documentos oficiais, jul-
gue, como VERDADEIRO ou FALSO, os itens a seguir.
Os pronomes possessivos referidos a pronomes de 
tratamento são sempre os de segunda pessoa do plural: 
“Vossa Senhoria nomeará
vosso substituto”.
( ) CERTO 
( ) ERRADO
25.(AOCP - 2018 - UNIR - TÉCNICO DE LABORATÓ-
RIO - ANÁLISES CLÍNICAS)
ONU Meio Ambiente mobiliza escoteiros em campa-
nha Mares Limpos
Publicado em 20/09/2018
Entre os dias 29 de setembro e 8 de dezembro, mem-
bros juvenis dos Escoteiros do Brasil de todo o país pode-
rão participar do desafio para conquistar a Insígnia
Mares Limpos.
Em parceria com a ONU Meio Ambiente e o Movimen-
to Menos 1 Lixo, os Escoteiros do Brasil se engajam pelo 
segundo ano consecutivo em um projeto de cuidado com 
os oceanos, incentivando lobinhos, sêniores, escoteiros e 
pioneiros a reduzirem o consumo de plástico por meio do 
“Desafio Menos 1 Lixo/Mares Limpos”.
Entre os dias 29 de setembro e 8 de dezembro, mem-
bros juvenis dos Escoteiros do Brasil de todo o país pode-
rão participar do desafio para conquistar a Insígnia Mares 
Limpos.
Em 2017, 3.350 escoteiros receberam a Insígnia Mares 
Limpos após reduzirem significativamente seu consumo 
cotidiano de itens de plástico descartável como sacolas, 
copos, talheres, canudos e garrafas PET.
Segundo o relato de muitos deles, foi realmente um 
desafio recusar os descartáveis e convencer a família a 
mudar seus hábitos. Alguns grupos de escoteiros partici-
pantes relataram experiências que demonstram a resis-
tência da sociedade em mudar.
Os jovens relataram certo desconforto em serem dife-
rentes dos demais ao recusar o plástico ou usar alternati-
vas em locais públicos, e também a dificuldade em obter a 
compreensão dos outros (atendentes, adultos) sobre sua 
opção. Por outro lado, o depoimento de vários participan-
tes apontou que a princípio parecia muito difícil evitar o 
uso de plásticos, mas após algumas semanas acabaram 
descobrindo que é muito mais fácil do que parece.
Para conseguir a insígnia, os escoteiros deveriam defi-
nir o tipo de plástico descartável que iriam deixar de con-
sumir e registrar, toda semana, quantos acabaram usando. 
O Padrão Ouro só foi alcançado com o consumo máximo 
de um item por semana.
O sucesso da primeira edição do desafio levou a União 
dos Escoteiros do Brasil a reeditar a competição. Porém, 
neste ano, a obtenção das insígnias ficou mais difícil:
• Padrão Bronze – de 1 a 3 itens utilizados semanal-
mente (média geral do período de 10 semanas)
LÍNGUA PORTUGUESA
12
• Padrão Prata – menos de 1 item utilizado semanal-
mente (média geral do período de 10 semanas)
• Padrão Ouro – menos de 1 item utilizado semanal-
mente (média geral do período de 10 semanas) e uma ati-
vidade para combater a poluição plástica.
A realização de uma atividade “zero plástico” é o di-
ferencial deste ano para obter a insígnia Padrão Ouro. O 
escoteiro terá que escolher entre promover uma festa 
para mais de 30 convidados sem utilizar nenhum plástico 
descartável ou uma campanha de conscientização sobre a 
importância da redução do consumo de plásticos descar-
táveis em sua escola, instituição religiosa, clube ou acade-
mia por, pelo menos, um mês, e que alcance mais de 300 
pessoas.
A resolução que regulamenta a Insígnia Mares Limpos, 
bem como a explicação do Desafio, está publicada e pode 
ser conferida no documento: https://www.escoteiros.org.
br/ wp-content/uploads/2018/08/resolucao-mareslim-
pos-2808-1.pdf.
A segunda edição do Desafio Menos 1 Lixo/ Mares 
Limpos conta novamente com o apoio da ONU Meio Am-
biente e da Defensora Mares Limpos, Fe Cortez, idealiza-
dora do projeto Menos 1 Lixo, que promove o consumo 
consciente.
Semana Mares Limpos de Limpeza de Praias
A campanha Mares Limpos está cadastrando ações de 
limpeza de praias programadas para o período entre os 
dias 15 e 23 de setembro, que ficará conhecida como a 
#SemanaMaresLimpos de Limpeza de Praias.
As inscrições podem ser feitas por meio do link www.
bit.ly/CadastroSemana2018_v2. Os grupos inscritos rece-
berão um kit da campanha com cartilha de orientações so-
bre como realizar o clean up, fichas de catalogação do lixo 
encontrado e material da campanha para impressão (logo, 
cartazes), e serão convidados a participar de um projeto 
de reciclagem de tampinhas.
As informações sobre o lixo coletado em cada ação 
serão contabilizadas e farão parte do panorama nacional 
sobre o lixo no mar, subsidiando a elaboração do Plano 
Nacional. A metodologia de coleta de dados foi elaborada 
pelo Instituto Ecosurf.
Para mais informações sobre a campanha Mares Lim-
pos da ONU Meio Ambiente visite: cleanseas.org (também 
em português)
Fonte: https://nacoesunidas.org/onu-meio-ambiente-mo-
biliza-escoteiros-em-campanha-mares-limpos/
Em relação ao texto, julgue, como VERDADEIRO ou 
FALSO, o item a seguir
Em “Para conseguir a insígnia, os escoteiros deveriam 
definir o tipo de plástico descartável que iriam deixar de 
consumir e registrar, toda semana, quantos acabaram 
usando.”, o verbo auxiliar da locução verbal em destaque 
encontra-se no plural de forma inadequada, pois deveria 
concordar com o sujeito “plástico descartável”.
( ) CERTO 
( ) ERRADO
Prezado candidato, de acordo com o texto a seguir 
responda as questões 26 e 27.
Mafalda: uma grande menina
Jornal do Brasil
Maria Clara Lucchetti Bingemer
Incrível, querida Mafalda, que você já esteja com meio 
século de existência. Parece que foi ontem que travei co-
nhecimento com você e sua turma de crianças diferencia-
das. E desde o primeiro momento, confesso que me apai-
xonei por você, tão idealista, com seu jeito politizado e, ao 
mesmo tempo, terno.
Você, querida Mafalda, na verdade é uma apaixona-
da pelas pessoas e pelo mundo. Você ama os outros e as 
coisas que existem ao seu redor. Por isso mesmo é muito 
exigente com elas. Os primeiros a sentir o peso de sua exi-
gência são seus pais. Como você deve tê-los enchido de 
ansiedade, menina de cabelos pretos e olhar perscrutante. 
Suas perguntas os deixam de olhos abertos a noite toda, 
sem conciliar o sono, indagando-se o que você quer dizer 
e onde quer chegar.
Mas ao mesmo tempo, com toda a sua crítica a tudo e 
todos em sua casa – a começar pela sopa tão odiada “que 
é para a infância o que é o comunismo para a democracia” 
–, você ama seus pais e os olha com uma ternura que per-
doa suas limitações e acolhe suas imperfeições na difícil 
arte de te amar. Seu irmãozinho Guille é objeto igualmen-
te de sua ternura e desde pequeno já começa a assimilar 
sua visão crítica do mundo e da realidade. Vai longe esse 
menino!
Com sua turma de amigos, já brinquei muitas vezes e 
entrei na roda do teimoso e pão-duro Manolito, da aliena-
da Susanita, do terno Felipe... junto com você. Sempre foi 
uma delícia ver como você interage com eles, amiga, com-
panheira, mas também verdadeira, sabendo levantar a voz 
e ser crítica quando é necessário. Às vezes, a insensibili-
dade de Susanita, ou as “viagens” de Felipe impacientam 
você, que vai então refugiar-se no seu quarto e pensar, 
pensar e mais pensar. Porém, muitas vezes você se diverte 
com eles como criança da sua idade e eu, avó que já sou, 
morro de rir dessas brincadeiras que me fazem lembrar 
meus netos.
LÍNGUA PORTUGUESA
13
 Sua relação de maior afeto, no entanto, Mafalda, é 
com o mundo. Só nele eu já vi você enternecida e cheia de 
compaixão. Seu coração sensível e sua mente brilhante e 
perspicaz têm profunda pena deste mundo tão louco, tão 
injusto, mas também tão sofrido, tão combalido por guer-
ras, lutas fratricidas, injustiças de toda sorte. Sua cabeci-
nha não para de se perguntar uma e outra vez o porquê 
de tudo que acontece e deforma este mundo que poderia 
ser pacífico. Talvez de todas as suas tirinhas a que mais 
me enterneceu tenha sido aquela onde você aparece em 
atitude protetora ao lado do globo terráqueo colando um 
band-aid sobre sua superfície.
Isso diz muito sobre sua personalidade. Enraivecida, 
rebelde, não se conformando com o mundo tal qual é. 
Mas também carinhosa, compassiva, compreensiva com 
as limitações de todos e também deste mundo, que é a 
nossa, a sua casa e que sofre bastante com os desvarios e 
loucuras dos seres humanos.
Tal como seu criador, Quino, 
você é uma pessoa pacífica, mas que não suporta injusti-
ças. E por isso se enraivece quando elas acontecem.
Neste seu aniversário de meio século, quero agradecer 
a você a grande inspiração que tem sido para mim. São 
cinquenta anos que você nos encanta, nos faz rir, pensar, 
refletir, chorar e ter mais força para enfrentar o cotidiano 
às vezes bem duro que é o nosso.
Sobretudo nós, mulheres, devemos muito a você. 
Quando nos desesperamos com a idade que nos faz en-
gordar, você nos ensina que na verdade não acumulamos 
gordura saturada e sim inteligência, saber, conhecimento. 
E como tanta sabedoria não cabe em nossa cabeça, mas se 
esparrama por nosso corpo, nossas formas se avolumam e 
se arredondam. Mas isso não significa que somos gordas, 
e sim cultas, muito cultas.
Por ser inteligente, politizada e culta, querida Mafalda, 
você chega à chamada “meia idade” sem achar que a aca-
demia de ginástica é o lugar mais importante do mundo, 
nem que tem que ter aos 50 o mesmo corpo que tinha aos 
18. Você sabe que o mais importante se leva na cabeça e 
no coração, e não na cintura, nos quadris ou nos seios.(...)
Fonte: http://www.jb.com.br/index.php?id=/acervo/ma-
teria.php&cd_
matia=733590&dinamico=1&preview=1
26.(AOCP - 2018 - UNIR - ASSISTENTE EM ADMINIS-
TRAÇÃO) 
Em relação ao texto “Mafalda: uma grande menina”, 
julgue, como VERDADEIRO ou FALSO, o item a seguir.
Em “São cinquenta anos que você nos encanta, nos faz 
rir, pensar, refletir, chorar e ter mais força para enfrentar 
o cotidiano às vezes bem duro que é o nosso.”, o pronome 
em destaque está em posição inadequada, pois, conforme 
a regra padrão culta da língua escrita, ele deveria estar co-
locado após o verbo.
( ) CERTO 
( ) ERRADO
27.(AOCP - 2018 - UNIR - ASSISTENTE EM ADMINIS-
TRAÇÃO) 
Em relação ao texto “Mafalda: uma grande menina”, 
julgue, como VERDADEIRO ou FALSO, o item a seguir.
Em “Com sua turma de amigos, já brinquei muitas ve-
zes e entrei na roda do teimoso e pão-duro Manolito...”, a 
expressão em destaque foi utilizada para expressar o que, 
de fato, literalmente, aconteceu, ou seja, é uma expressão 
denotativa.
( ) CERTO 
( ) ERRADO
28.(AOCP - 2018 - UNIR - ARQUIVISTA)
Estudo que avaliou a vida de 165 mil pessoas chegou 
a uma conclusão surpreendente: é na velhice que esta-
mos mais satisfeitos com nós mesmos
Quando você era jovem e achava que tinha o mundo 
nas mãos, talvez sua autoestima fosse boa. Mas, acredite, 
ela só estará no topo quando você estiver na melhor ida-
de, aos 60. Pelo menos é o que diz um novo estudo feito 
por cientistas da Universidade de Berna, na Suíça. E eles 
garantem: esse sentimento pode permanecer no auge por 
uma década inteira.
Com a pesquisa, os cientistas queriam investigar a tra-
jetória da autoestima ao longo da vida. Eles descobriram 
que esse sentimento começa a se elevar entre 4 e 11 anos 
de idade, à medida que as crianças se desenvolvem so-
cial e cognitivamente – e ganham algum senso de inde-
pendência. Os níveis, então, se estabilizam à medida que a 
adolescência começa, dos 11 aos 15 anos.
 Isso é surpreendente, pois o senso comum afirma que 
a auto-estima cai durante a adolescência. “Essa impressão 
acontece devido a mudanças na puberdade e maior ênfa-
se na comparação social na escola”, diz Ulrich Orth, autor 
do estudo, mas, na prática, não é o que acontece.
Segundo os pesquisadores, a autoestima se mantém 
estável até a metade da adolescência. Depois disso, ela 
tende a aumentar significativamente até os 30 anos. Após 
a faixa dos 30 podem até existir oscilações, mas o senti-
mento de autoconfiança tende a crescer. Quando os 60 
chegam, a autoestima alcança o seu auge – e permanece 
assim até os 70 anos.
Mas, quem tem a sorte de chegar até os 70 pode sen-
tir sua autoestima baixar. Os pesquisadores afirmam que 
esse sentimento declina drasticamente dos 70 aos 90 
anos. “Essa idade frequentemente envolve perda de pa-
péis sociais e, possivelmente, viuvez, fatores que podem 
ameaçar a autoestima”, explica o autor. “Além disso, o en-
velhecimento muitas vezes leva a mudanças negativas em 
outras possíveis fontes de autoestima, como habilidades 
cognitivas e saúde.”
LÍNGUA PORTUGUESA
14
Toda essa análise se baseou em 191 artigos científi-
cos sobre autoestima, que incluíam dados de quase 165 
mil pessoas. Os cientistas conseguiram, com esse estudo, 
apresentar uma visão bem abrangente sobre como essa 
auto percepção muda com a idade – por isso optaram por 
diferentes grupos demográficos e faixas etárias.
Na cultura de hoje, que é quase obcecada pela juven-
tude, muitos temem o envelhecimento. Mas, segundo a 
pesquisa, uns aninhos a mais podem fazer bem para sua 
autopercepção.
Por Ingrid Luisa
access_time 24 ago 2018, 18h02
Disponível em <https://super.abril.com.br/ciencia/saiba-
-em-que-ida
de-a-sua-autoestima-esta-no-topo-e-nao-e-aos-17/>
Considerando o texto apresentado, julgue, como VER-
DADEIRO ou FALSO, o item a seguir.
No primeiro parágrafo, a expressão “pelo menos” é 
utilizada como recurso argumentativo para introduzir uma 
voz de autoridade para falar sobre o assunto tratado no 
texto. Essa voz de autoridade é o estudo realizado pela 
Universidade de Berna. No último parágrafo, o mesmo 
não acontece, pois o recurso argumentativo presente nele 
é unicamente composto por julgamentos pessoais da au-
tora.
( ) CERTO 
( ) ERRADO
29.(AOCP - 2018 - UNIR - ADMINISTRADOR )
Pesquisadores descobrem como transformar sangue 
A e B em O
A novidade pode ajudar bancos de sangue ao redor do 
planeta e salvar milhões de vidas
Ninguém sabe ao certo como morreu o Papa Inocên-
cio VIII, no século 15. Uma lenda recorrente diz que, oito 
anos antes dos portugueses pisarem no Brasil, a Igreja es-
tava tão desesperada para salvar o pontífice moribundo 
que cometeu uma loucura: pediu para três crianças, de 
10 anos, trocarem parte de seu sangue por um pedaço de 
terra. O médico do líder católico ainda teria determinado 
que o sangue deveria ser bebido, via oral. Não deu certo. 
O Papa teria morrido logo depois.
Essa história é, provavelmente, mentira – a Universida-
de de Toronto até chegou a buscar provas em 1999, mas 
não encontrou. A lenda, porém, se consagrou como “o pri-
meiro transplante sanguíneo da história”.
De lá pra cá, a lenda se tornou fato – e a medicina evo-
luiu muito quando o assunto é sangue. Em 1818, o obs-
tetra inglês James Blundell realizou a primeira transfusão 
devidamente registrada, e em 1901 o austríaco Karl Lands-
teiner descobriu os tipos sanguíneos (A, B, AB e O), e como 
eles interagem entre si.
 Agora, um século depois, a maior revolução do tipo 
pode estar prestes a ser confirmada: um grupo de pesqui-
sadores da Universidade de British Columbia, no Canadá, 
alega que conseguem transformar sangue tipo A, B ou AB 
em sangue tipo O.
(...) Todo mundo tem um tipo sanguíneo. Você mes-
mo é ou A, ou B, ou AB, ou O. Isso é importante porque a 
transfusão entre tipos de sangue diferentes pode matar – 
se você colocar sangue A em uma pessoa cujo tipo sanguí-
neo é B, o próprio organismo vai reagir e atacar esse novo 
malote de sangue. O contrário também ocorre. Sangue 
tipo A só doa para tipo A ou AB. Tipo B só doa para tipo B 
ou AB. AB é o menos flexível e só doa para o tipo AB.
Por isso, o tipo sanguíneo mais valioso é o tipo O. Ao 
contrário dos demais, ele não promove reações defensivas 
no organismo de pessoas com nenhum tipo sanguíneo. 
Conhecido como doador Universal, o sangue O pode ser 
transferido pra qualquer pessoa. É por isso, é claro, que os 
Bancos de Sangue estão sempre procurando por doadores 
tipo O.
Com a descoberta da universidade canadense, porém, 
os Bancos de Sangue podem ter ganhado na loteria. Qual-
quer sangue pode ir pra qualquer pessoa, uma revolução 
que tem o potencial de salvar milhões de vidas.
Para conseguir o feito, o pesquisador Stephen Withers 
analisou a característica que difere entre cada tipo sanguí-
neo: são os chamados “açúcares antígenos”.
O sangue tipo 
A carrega um determinado antígeno junto às suas células, 
quem tem sangue B possui outro, quem tem AB possui os 
dois.
O sangue da transfusão só é aceito quando o corpo 
não detecta nenhum antígeno diferente do seu próprio.
Só que quem tem sangue O não possui antígeno ne-
nhum. E passa despercebido pelos sistemas de defesa. A 
ideia, então, foi tentar destruir esses açúcares das células 
de sangue – assim, em teoria, qualquer fluido sanguíneo 
ficaria igual ao tipo O.
 A saída para o extermínio adocicado se deu por meio 
de enzimas. Os pesquisadores procuraram substâncias 
que conseguissem quebrar as moléculas açucaradas (sem 
danificar o restante do material). O estudo procurou o 
elemento em mosquitos e sanguessugas, mas encontrou 
a solução em um local muito mais próximo: no nosso pró-
prio intestino.
 Withers percebeu que alguns dos açúcares que con-
sumimos são estruturalmente muito parecidos com os an-
tígenos. Eles observaram que algumas bactérias presentes 
na flora intestinal auxiliam no processamento desses açú-
cares da alimentação
– e decidiram entender como elas reagiriam em conta-
to com as células sanguíneas.Foi tiro e queda: elas fizeram 
a “digestão” dos antígenos – e o que restou era sangue 
tipo O.
(...)
LÍNGUA PORTUGUESA
15
Por Felipe Germano
access_time23 ago 2018, 15h54 - Publicado em 22 ago 
2018, 19h29
https://super.abril.com.br/saude/pesquisadores-desco-
brem-comotransformar-sangues-a-e-b-em-o/
Considerando o texto apresentado, julgue, como VER-
DADEIRO ou FALSO, o item a seguir.
A palavra sanguessugas é formada pelo processo de 
composição por justaposição.
( ) CERTO 
( ) ERRADO
Prezado candidato, de acordo com o texto a seguir 
responda as questões de 30 à 32.
O que está por trás da indisciplina escolar?
Estudo busca as razões da indisciplina e tenta enten-
der como os professores brasileiros gastam tempo para 
manter a ordem em sala de aula
Cinthia Rodrigues
O Brasil ocupa o primeiro lugar no quesito “tempo gas-
to para manter a ordem na classe”. É o que indica a Pes-
quisa Internacional sobre Ensino e Aprendizado (Talis, na 
sigla em inglês), respondida por professores de 32 países 
em 2013. Trocando em miúdos, os professores brasileiros 
são os que mais perdem tempo tentando combater a in-
disciplina escolar.
Na média, os profissionais brasileiros disseram que 
perdem 20% do período de aula com indisciplina, enquan-
to o padrão foi de 13%. É a segunda vez que a Organiza-
ção para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico 
(OCDE) faz essa pesquisa com profissionais que atuam nos 
últimos anos do Ensino Fundamental.
Na primeira, em 2008, os educadores brasileiros tam-
bém foram os que mais disseram perder aula com o as-
sunto. O dado isolado não traz novidade para quem está 
em sala de aula, mas um estudo feito com cruzamento de 
outras respostas ao mesmo questionário ajuda a explicar 
por que ostentamos tal recorde.
“A partir de um conjunto de respostas, como qual a 
frequência com que o educador dá e recebe retorno sobre 
seu trabalho, observa colegas, atua em conjunto, partici-
pa de atividades com turmas diferentes, percebemos, por 
exemplo, quem está em ambientes colaborativos. Da mes-
ma maneira, chegamos às escolas que têm mais espaço 
para participação de pais e alunos. 
Para cada fator, há um conjunto de respostas”, explica 
a pesquisadora em políticas públicas Gabriela Moriconi, 
da Fundação Carlos Chagas, que ganhou uma bolsa para 
realizar análises sobre os dados na sede da OCDE e inves-
tigar soluções adotadas por outros países.
 O estudo leva para além do senso comum de que os 
estudantes seriam indisciplinados e parte para as razões 
que geram a desordem. A escolha do foco veio pela cons-
tatação, em outras investigações, de que a indisciplina é 
um dos principais obstáculos para o trabalho docente.
Para a análise, ela cruzou respostas a outras perguntas 
do questionário para entender quais fatores estão associa-
dos a professores que gastam tempo para manter a ordem 
no Brasil e em duas realidades consideradas próximas: 
Chile e México.
Outro dado importante, na análise do resultado da 
pesquisa de Gabriela, é a formação específica. Quando 
o conteúdo ensinado faz parte da área de conhecimento 
do professor, ele perde menos tempo com indisciplina. Os 
educadores que afirmam terem aprendido a ensinar de-
terminado conteúdo, perdem menos tempo ainda.
“A literatura especializada sobre engajamento mostra 
que a primeira coisa para manter o envolvimento é o do-
mínio do conteúdo e saber ensinar. Então, esses achados 
fizeram muito sentido para mim”, diz. Para ela, a questão 
da colaboração profissional também cai na formação tan-
to de conteúdo como de gestão da sala de aula em termos 
de organização do tempo, divisão das atividades, espaço e 
estabelecimento de regras.
“Diante da realidade que temos, muito se aprende 
com outros colegas, tanto a prevenir maus comportamen-
tos como a agir diante de casos de indisciplina.”
Adaptado de: <http://www.cartaeducacao.com.br/repor-
tagens/o-que
-esta-por-tras-da-indisciplina-escolar/>. Acesso em: 27 
jul. 2018.
30.(AOCP - 2018 - PREFEITURA DE FEIRA DE SANTA-
NA - BA - PROFESSOR - MATEMÁTICA)
Assinale a alternativa que indica o sentido expresso 
pelo conector em destaque no seguinte contexto de uso: 
“Estudo busca as razões da indisciplina e tenta entender 
como os professores brasileiros gastam tempo para man-
ter a ordem em sala de aula”.
(A) Direção.
(B) Causa.
(C) Lugar.
(D) Modo.
(E) Finalidade.
LÍNGUA PORTUGUESA
16
31.(AOCP - 2018 - PREFEITURA DE FEIRA DE SANTA-
NA - BA - PROFESSOR - MATEMÁTICA)
As palavras “indisciplina” e “escolar” são formadas, 
respectivamente, pelos processos de
(A) composição por aglutinação e derivação sufixal.
(B) derivação prefixal e derivação sufixal.
(C) derivação prefixal e derivação parassintética.
(D) derivação sufixal e derivação prefixal.
(E) derivação imprópria e derivação imprópria.
32.(AOCP - 2018 - PREFEITURA DE FEIRA DE SANTA-
NA - BA - PROFESSOR - MATEMÁTICA)
Entre as alternativas a seguir, assinale aquela em que 
o “que” esteja retomando o termo em destaque na ora-
ção.
(A) “Os educadores que afirmam terem aprendido a 
ensinar [...] perdem menos tempo ainda.”.
(B) “[…] a Organização[...] faz essa pesquisa com pro-
fissionais que atuam nos últimos anos do Ensino Fun-
damental”.
(C) “[…] quais fatores estão associados a professores 
que gastam tempo para manter a ordem no Brasil […]”.
(D) “Diante da realidade que temos, muito se aprende 
com outros colegas [...]”.
(E) “Na média, os profissionais brasileiros disseram 
que perdem 20% do período de aula com indisciplina 
[...]”.
33.(AOCP - 2018 - PREFEITURA DE FEIRA DE SANTA-
NA - BA - PROFESSOR - LÍNGUA PORTUGUESA)
Arte de Amar
Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua 
alma.
A alma é que estraga o amor.
Só em Deus ela pode encontrar satisfação.
Não noutra alma.
Só em Deus - ou fora do mundo.
As almas são incomunicáveis.
Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo.
Porque os corpos se entendem, mas as almas não.
Manuel Bandeira
Disponível em: <http://em-prosa-e-verso.blogspot.
com/2010/05/arte-de-amar-segundo-manuel-bandeira.
html>. Acesso em: 18. Jul. 2018. 
Em “Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a 
tua alma.”, a oração em destaque expressa
(A) causa.
(B) finalidade.
(C) condição..
(D) concessão.
(E) contraste.
34.(AOCP - 2018 - PREFEITURA DE FEIRA DE SANTA-
NA - BA - PROFESSOR - LÍNGUA PORTUGUESA)
As janelas
 Quem olha, de fora, através de uma janela aberta, 
não vê jamais tantas coisas quanto quem olha uma janela 
fechada. Não há objeto mais profundo, mais misterioso, 
mais fecundo, mais tenebroso, mais deslumbrante do que 
uma janela iluminada por uma vela. O que se pode ler à luz 
do sol é sempre menos interessante do que o que se pas-
sa atrás de uma vidraça. Nesse buraco negro ou luminoso 
vive a vida, sonha a vida, sofre a vida.
 Além das vagas do teto, percebo uma mulher madura, 
enrugada mesmo, pobre, sempre inclinada
sobre qualquer 
coisa e que nunca sai de casa. Por seu rosto, por seus ves-
tidos, por seus gestos, por quase nada eu refaço a história 
dessa mulher, ou antes, sua legenda e, às vezes, conto a 
mim mesmo, chorando, essa história.
 Se tivesse sido um pobre velho, eu, também, refaria a 
dele, facilmente.
 E me deito orgulhoso de ter vivido e sofrido nos ou-
tros como se fosse em mim mesmo.
 Talvez vocês me dirão: “Estás certo de que esta fábula 
seja verdadeira?” Que importa o que possa ser a realidade 
situada fora de mim, se ela me ajuda a viver, a sentir que 
existo e o que sou?
BAUDELAIRE
Disponível em: <https://iedamagri.files.wordpress.
com/2014/07/bau-delaire-spleen-de-paris.pdf>. Acesso 
em: 18 jul. 2018
Assinale a alternativa correta quanto ao que se afirma 
a respeito do texto “As janelas”.
(A) O que surpreende no texto de Baudelaire é a esco-
lha do ponto de vista, o de olhar por uma janela aberta 
para dentro de uma casa.
(B) O texto propõe como objeto do olhar uma cena 
erótica, uma jovem mulher e miserável.
(C) O título do texto deveria ser “A janela”, tendo em 
vista que tudo acontece através de uma única janela.
(D) A imagem exposta no texto de Baudelaire remete 
a um ato de olhar desprovido de perversidade, cujo 
prazer depende do fato de seu agente permanecer es-
condido.
(E) O texto tem como seu núcleo um ato de espiar a 
vida dos outros através de uma janela fechada.
LÍNGUA PORTUGUESA
17
35.(AOCP - 2018 - PREFEITURA DE FEIRA DE SANTA-
NA - BA - PROFESSOR - LÍNGUA PORTUGUESA)
Conto e novela são gêneros cada qual com suas espe-
cificidades, apesar de algumas características se asseme-
lharem. Assinale a alternativa correta quanto às caracte-
rísticas do conto.
(A) A palavra “conto” provém do verbo computare, 
que significa, em latim, “calcular”, “contar”. Assim, na 
Idade Média, o conto remetia a um relato simples que 
enumerava eventos.
(B) O conto é uma narrativa longa que tem como ob-
jeto aventuras fabulosas e que renuncia, com isso, a 
qualquer aspiração realista.
(C) Nos personagens do conto, geralmente, há profun-
didade psicológica e eles evoluem no tempo sócio-his-
tórico.
(D) O conto é uma narrativa enraizada na cultura real, 
sofisticada. Essa proveniência deixa suas marcas na 
própria forma da narrativa, fortemente marcada pela 
escrita.
(E) Por meio da sua intenção informativa, o conto reve-
la um parentesco com a notícia.
36.(AOCP - 2018 - PREFEITURA DE FEIRA DE SANTA-
NA - BA - PROFESSOR - LÍNGUA PORTUGUESA)
Solidão
E chove... Uma goteira, fora,
como alguém que canta de mágoa,
canta, monótona e sonora,
a balada do pingo d’água.
Chovia quando foste embora...
Ribeiro Couto (1921)
Disponível em:<http://www.novomilenio.inf.br/cultura/
cult006h> . Acesso em: 18 jul. 2018.
Assinale a alternativa correta quanto às afirmações so-
bre o gênero lírico.
(A) O texto se propõe a contar uma história
(B) Há a captação de um momento emocionalmente 
especial, e isso mediante um processo muito mais su-
gestivo e musical do que lógico e discursivo.
(C) Sua extensão geralmente é longa.
(D) O lirismo é assim denominado porque, em outros 
tempos, os versos sentimentais eram declamados em 
jardins, com variedades de lírios.
(E) O narrador é onisciente, ou seja, conhece toda a 
história.
37.(AOCP - 2018 - PREFEITURA DE FEIRA DE SANTA-
NA - BA - PROFESSOR - LÍNGUA PORTUGUESA)
Autopsicografia
O poeta é um fingidor,
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas de roda Gira,
a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama o coração.
PESSOA, Fernando. OBRA POÉTICA. Seleção, Organização 
e Notas de Maria Aliete Dores Galhoz. Cronologia por 
João Gaspar Simões. Introdução por Nelly Novaes Coelho. 
Editora Vozes Ltda.,1986.
Assinale a alternativa correta quanto ao que se afirma 
a respeito do poema Autopsicografia.
(A) Na primeira estrofe, verifica-se a existência de uma 
metáfora que classifica o poeta como um fingidor. Isso 
significa que ele não é capaz de se transformar nos 
próprios sentimentos que estão dentro dele.
(B) A segunda estrofe expressa o agenciamento do 
sentimento estético, pois o ato de fingir, responsável 
pela criação do texto literário, tem como resultado, na 
recepção do leitor, a magia de aliviar aquele sentimen-
to profundo.
(C) A primeira estrofe espanta, de imediato, o leitor, 
porque ali se esboça o mecanismo do ato de fingir, 
como instrumento da criação literária, em um jogo de 
repetições e arranjos pouco envolvente.
(D) A importância fundamental que se confere à esté-
tica está, justamente, no equilíbrio que a obra artística 
não pode produzir no ser humano.
(E) Na segunda estrofe do poema, o que se tem é exa-
tamente isto: a purificação da emoção do leitor ao per-
ceber que sua dor realmente existe.
LÍNGUA PORTUGUESA
18
38.(AOCP - 2018 - PREFEITURA DE FEIRA DE SANTA-
NA - BA - PROFESSOR - LÍNGUA PORTUGUESA)
É por meio das estratégias de leitura que se pode for-
mar leitores autônomos, os quais sejam capazes de ler de 
forma inteligente textos de diversos gêneros e áreas. Con-
siderando o exposto, assinale a alternativa que NÃO cor-
responde a um procedimento de leitura ou que dificulta o 
processo de compreensão.
(A) Fazer inferência.
(B) Fazer resumo.
(C) Levantar hipóteses.
(D) Fazer retenção.
(E) Realizar verificação.
39.(AOCP - 2018 - PREFEITURA DE FEIRA DE SANTA-
NA - BA - PROFESSOR - LÍNGUA PORTUGUESA)
A falta de consistência teórica observada na formula-
ção dos conceitos tradicionais de coordenação e subordi-
nação tem motivado o surgimento de novas posturas por 
parte de alguns autores em relação ao tratamento desse 
assunto. Alguns dos aspectos da abordagem de sentenças 
complexas que são focalizados se referem à interpenetra-
ção dos processos sintáticos de coordenação e subordina-
ção, ao questionamento dos critérios e das nomenclatu-
ras utilizados pela gramática tradicional e à proposição de 
novos critérios para classificação de sentenças complexas.
Por exemplo,linguistas deperspectivas teóricas diferen-
tes, tais como GARCIA (1967), BORBA (1979) e alguns re-
presentantes da linguística textual (SILVA e KOCH, 1983; 
KOCH, 1984, 1989, 1995, 1997; FÁVERO, 1987, dentre ou-
tros), têm centrado sua atenção na insuficiência de crité-
rios semânticos adotados pela gramática tradicional para 
distinguir orações coordenadas e subordinadas.
Disponível em: <http://www.ufjf.br/revistaveredas/fi-
les/2009/12/>. Acesso em: 20 jul. 2018.
Em “[...] têm centrado sua atenção na insuficiência de 
critérios semânticos adotados pela gramática tradicional 
para distinguir orações coordenadas e subordinadas.”, a 
oração em destaque é uma
(A) Oração Subordinada Substantiva Completiva Nomi-
nal.
(B) Oração Subordinada Adjetiva Explicativa.
(C) Oração Subordinada Adverbial Final.
(D) Oração Subordinada Substantiva Apositiva.
(E) Oração Subordinada Adverbial Causal.
40.(AOCP - 2018 - PREFEITURA DE FEIRA DE SANTA-
NA - BA - PROFESSOR - LÍNGUA PORTUGUESA)
Ao promover a leitura fundamentada na concepção 
dialógica de linguagem, possibilita-se o desenvolvimento 
de um leitor competente. Nesse sentido, a leitura como 
objeto de ensino
(A) deve estar centrada nas habilidades mecânicas de 
decodificação, que significa passar do código escrito 
para o código oral.
(B) apoia-se na aprendizagem da teoria gramatical, 
que é a garantia para se alcançar o domínio das lingua-
gens (oral e escrita).
(C) é usada para exteriorizar o pensamento, avalian-
do-se o seu domínio pela capacidade de o indivíduo 
expressar-se corretamente pela oralidade.
(D) é uma atividade que exige do leitor o foco no tex-
to, em sua linearidade, uma vez que tudo está dito no 
dito, ou seja, cabe ao leitor realizar uma atividade de 
reconhecimento do sentido das palavras e das estru-
turas textuais.
(E) compreende que o processo de significação de um 
texto perpassa pela interação, ou seja, pelo intercâm-
bio
mútuo dos conhecimentos do leitor, do autor e do 
texto.
41.(AOCP - 2018 - PREFEITURA DE FEIRA DE SANTA-
NA - BA - PROFESSOR - LÍNGUA PORTUGUESA)
Para a manifestação verbal ter tessitura, ou seja, na 
criação de um texto, é fundamental o uso dos mecanismos 
de coerência e coesão textuais. Sobre esse assunto, assi-
nale a alternativa correta.
(A) A coesão está diretamente ligada à possibilidade 
de estabelecer um sentido para o texto.
(B) A coerência proporciona um significado para o lei-
tor, possibilitando a compreensão e o entendimento 
do texto em uma situação de comunicação.
(C) A coerência é explicitamente revelada através de 
marcas linguísticas, índices formais na estrutura da se-
quência linguística e superficial do texto, sendo, por-
tanto, de caráter linear, já que se manifesta na organi-
zação sequencial do texto.
(D) A coerência textual contribui para a ligação interna 
do texto, possibilitando a sua tessitura.
(E) Considera-se a coesão como princípio de interpre-
tabilidade, dependente da capacidade dos usuários de 
recuperar o sentido do texto pelo qual interagem.
LÍNGUA PORTUGUESA
19
42.(AOCP - 2018 - PREFEITURA DE FEIRA DE SANTA-
NA - BA - PROFESSOR - LÍNGUA PORTUGUESA)
Em relação ao que remete ao conceito ou que carac-
teriza texto, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que 
se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência 
correta. 
( ) Linguagem em uso, cumprindo uma função identi-
ficável em um dado jogo de atuação sociocomunicativa. 
( ) Materializa-se em algum gênero textual. 
( ) Uma unidade da manifestação do significado, do 
pensamento, da emoção e do sentido. 
( ) Unidade concreta, tomada pelos usuários da língua 
em uma situação de interação comunicativa específica, 
com sentido e preenchendo uma função comunicativa. 
( ) Sequência de palavras e frases escritas que, forman-
do parágrafos, podem ou não apresentar sentido.
(A) V – F – V – V – V
(B) V – F – V – F – V.
(C) V – V – V – V – F.
(D) F – V – V – F – V.
(E) V – V – F – V – F.
43.(AOCP - 2018 - PREFEITURA DE FEIRA DE SANTA-
NA - BA - PROFESSOR - LÍNGUA PORTUGUESA)
O lobo e a cabra
Um lobo viu uma cabra pastando em cima de um ro-
chedo escarpado e, como não tinha condições de subir até 
lá, resolveu convencer a cabra a vir mais para baixo.
– Minha senhora, que perigo! – disse ele numa voz 
amistosa. – Não seja imprudente, desça daí! Aqui embaixo 
está cheio de comida, uma comida muito mais gostosa.
Mas a cabra conhecia os truques do esperto lobo.
– Para o senhor, tanto faz se a relva que eu como é boa 
ou ruim! O que o senhor quer é me comer!
Moral: Cuidado quando um inimigo dá um conselho 
amigo.
Disponível em: <https://www.refletirpararefletir.com.
br/>. Acesso em: 20 jul. 2018.
Assinale a alternativa em que o(s) elemento(s) coesi-
vo(s) destacado(s) corresponde(m) ao que se afirma entre 
parênteses.
(A) “Um lobo viu uma cabra pastando em cima de um 
rochedo escarpado [...]” (introduzem no discurso uma 
entidade que ainda não foi referida anteriormente. 
Tratando-se de uma informação nova e não previsível, 
as entidade foram introduzidas pelos artigos indefini-
dos).
(B) “[...] como não tinha condições de subir até lá [...]”. 
“Não seja imprudente, desça daí.” (são elementos lexi-
cais que indicam referência espacial e estão retoman-
do “rochedo escarpado”).
(C) “Aqui embaixo está cheio de comida, uma comida 
muito mais gostosa.” (repetição vocabular que garante 
a progressão textual; no entanto, para evitar a repeti-
ção, o termo poderia ser substituído por um pronome 
catafórico. No caso, o pronome relativo “que”).
(D) “– Minha senhora, que perigo! – disse ele numa 
voz amistosa.” (em ambos os termos, há indicação do 
mesmo referente. No verbo “disse”, há uma coesão 
por elipse; em “ele”, há coesão referencial que se rea-
liza por meio do pronome pessoal anafórico).
(E) “– Minha senhora, que perigo!” (os pronomes pos-
sessivo e de tratamento são hiperônimos que reto-
mam o referente “cabra”).
44.(AOCP - 2018 - PREFEITURA DE FEIRA DE SANTA-
NA - BA - PROFESSOR - LÍNGUA PORTUGUESA)
Analise as assertivas e assinale a alternativa que apon-
ta a(s) correta(s). O ensino de Língua Portuguesa que se 
pauta no ensino de definições e regras de gramática nor-
mativa considera: 
I. a variedade padrão, que, embora seja uma entre as 
muitas variedades linguísticas, é a privilegiada no ensino e 
atua como norma. 
II. que o trabalho com a variação linguística não con-
siste em privilegiar uma variante em detrimento de outra, 
mas em superar os estigmas que se criam. 
III. o ensino prescritivo, preocupado em marcar o “cer-
to” e o “errado”, sem valorizar os aspectos textuais e dis-
cursivos.
(A) Apenas I.
(B) Apenas II.
(C) Apenas III.
(D) Apenas I e III.
(E) Apenas II e III.
45.(AOCP - 2018 - PREFEITURA DE FEIRA DE SANTA-
NA - BA - PROFESSOR - LÍNGUA PORTUGUESA)
Variações linguísticas são as diferentes manifestações 
da língua decorrentes de fatores de natureza social, his-
tórica, regional ou situacional. Em relação a esse assunto, 
informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma 
a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta. 
( ) Variação diacrônica (do grego dia + kronos = ao lon-
go de, através de + tempo): as diversas manifestações de 
uma língua através dos tempos. 
( ) Variação diatópica: modos de falar que correspon-
dem a códigos de comportamento de determinados gru-
pos sociais. 
( ) Variação diafásica: variação relacionada a diferen-
te situação de comunicação. Em função do contexto, um 
falante varia o seu registo de língua, adaptando-o às cir-
cunstâncias. 
LÍNGUA PORTUGUESA
20
( ) Variação diastrática: variação relacionada a fatores geográficos (pronúncia diferente, acepções de um termo dife-
rentes de região para região, expressões ou construções frásicas próprias de uma região).
(A) V – V – V – F.
(B) F – V – V – F.
(C) V – F – V – F.
(D) V – F – F – V.
(E) F – F – V – V.
46.(AOCP - 2018 - PREFEITURA DE FEIRA DE SANTANA - BA - PROFESSOR - LÍNGUA PORTUGUESA)
Assinale a alternativa em que há intertextualidade implícita.
(A)
 
(B) No início de 1950, Mandela e o ANC tentaram desafiar as leis injustas aceitando as consequências, mas para que 
isso funcionasse, “deveria existir um mínimo de engajamento social”, disse Mason.
(C)
 
(D) Este instrumento de avaliação do desempenho dos alunos não apresenta embasamento estatístico e não pode 
ser provado (MILLON,1999 apud SISTO, 2000, p.40).
(E)
 
LÍNGUA PORTUGUESA
21
47.(AOCP - 2018 - PREFEITURA DE FEIRA DE SANTA-
NA - BA - PROFESSOR - LÍNGUA PORTUGUESA)
A respeito dos princípios e recursos dialógicos da lin-
guagem, assinale a alternativa correta.
(A) As relações dialogais entre textos partem do princí-
pio de que todo texto está isolado no universo comu-
nicativo.
(B) Quanto maior for o conhecimento de mundo (ba-
gagem cultural) do interlocutor, mais dificuldade ele 
terá em perceber as relações dialogais entre os mais 
diversos enunciados.
(C) Assim como a intertextualidade, a interdiscursivi-
dade é uma relação dialógica necessariamente mate-
rializada linguisticamente.
(D) Os textos dialógicos resultam do embate de vozes 
sociais antagônicas.
(E) O processo dialógico pode ser entendido sob dois 
aspectos: o da interação verbal e o da intertextualida-
de.
48.(AOCP - 2018 - PREFEITURA DE FEIRA DE SANTA-
NA - BA - PROFESSOR - LÍNGUA PORTUGUESA)
Com base nos fragmentos de textos a seguir:
Depois que a Argentina foi massacrada pela Croácia na 
sua última aparição na Copa do Mundo 2018, os brasilei-
ros não perderam tempo e comemoram nas redes sociais. 
Alguns torcedores que estavam na Rússia aproveitaram o 
sucesso da série “La Casa de Papel” e fizeram uma paródia 
especial de “Bella Ciao”, uma das canções mais famosas 
da série.
Letra original – Bella Ciao
Una mattina mi son’ svegliato
O bella ciao, bella ciao, bella ciao, ciao, ciao
Una mattina mi son’ svegliato
E ho trovato l’invasor
O partigiano, portami via
O bella ciao, bella ciao, bella ciao, ciao, ciao
O partigiano,
portami via
Ché mi sento di morir
Letra alterada – Messi tchau
O Di María, o Macherano
O Messi tchau, Messi tchau,
Messi tchau, tchau, tchau, tchau
E o argentino está chorando
Porque essa Copa eu vou ganhar
Disponível em: <https://www.metrojornal.com.br/entre-
tenimento/2018/06/22/la-copa-de-papel-brasileiros-ce-
lebram-derrota-da-argentina-com> . Acesso em: 20 jul. 
2018.
Popularmente, o que se sabe sobre paródia é que ela 
consiste na recriação de uma obra já existente, a partir de 
um ponto de vista cômico. Além da comédia, a paródia 
também pode transmitir um teor crítico, irônico ou satíri-
co, por meio de alterações no texto.
Adaptado de: <https://www.significados.com.br/pa-
rodia/>. Acesso em: 20 jul. 2018.
 Sant’Anna (1985) apresenta a paródia a partir, den-
tre outras, da noção de desvio. Ele propõe - partindo da 
comparação entre paráfrase, estilização e paródia – con-
siderar-se que os jogos estabelecidos nas relações intra e 
extratextuais são desvios maiores ou menores em relação 
ao original. Assim, a paráfrase surge como um desvio mí-
nimo, a estilização como um desvio tolerável, e a paródia 
como um desvio total. Segundo ele, a paródia deforma o 
texto original subvertendo sua estrutura e sentido [...]
 Segundo Fávero (2003), falar em paródia é falar em 
Bakhtin, uma vez que está inserida em sua concepção de 
carnavalização, da qual provêm os gêneros cômico-sério-
-críticos. Em seu sentido etimológico, paródia significa can-
to paralelo (para = ao lado de; ode = canto), incorporando 
a ideia de uma canção proferida ao lado de outra, como 
uma espécie de contracanto. Entretanto, pode ser tomada 
também no sentido de imitação caricata, burlesca.
Disponível em: <http://www.ple.uem.br/3celli_anais/
trabalhos/estudos_linguisticos/pfd_linguisticos/060.pdf> 
. Acesso em: 18 jul. 2018.
A paródia geralmente utiliza como recurso a
(A) reafirmação.
(B) paráfrase.
(C) citação.
(D) ironia.
(E) sinonímia.
49.(AOCP - 2018 - PREFEITURA DE FEIRA DE SANTA-
NA - BA - PROFESSOR - GEOGRAFIA)
Dicas para melhorar a postura corporal em sala de aula
A rotina de quem ensina exige cuidados com a coluna 
e com a musculatura corporal. Veja como implementar es-
tes cuidados no seu dia a dia
Camila Camilo
Na sala de aula você circula pela sala, fica em pé, pro-
cura chamar a atenção da turma para o que está falando e 
permanece sentado por poucos minutos, certo? Os inter-
valos entre as aulas e os momentos para descanso tam-
bém costumam ser raros. Essa rotina pede que o professor 
tenha alguns cuidados com sua postura, o que evita pro-
blemas de saúde. Queixas como torcicolos, dores na co-
luna e tensões no músculo trapézio superior (aquele logo 
abaixo do pescoço, que fica enrijecido quando estamos 
tensos) costumam atrapalhar o dia a dia dos professores.
LÍNGUA PORTUGUESA
22
 Veja algumas dicas para evitar problemas de saúde 
relacionados à coluna e à musculatura corporal. A consul-
toria é de Gabriel Lahóz Moya, fisioterapeuta da Sanitas 
Corpus e mestre pela Faculdade de Medicina da USP.
1. Reveze momentos em pé, sentado e em movimen-
to. Não fique muito tempo na mesma posição. Durante as 
aulas, procure alternar seus movimentos: ande pela sala, 
fique um tempo em pé e alguns minutos sentado.
2. Faça pausas para descansar. Você passa muitas ho-
ras em pé. Por isso, durante o recreio ou nos intervalos en-
tre as aulas, procure descansar. Na falta de um ambiente 
como uma sala de vivência ou outro espaço semelhante 
na própria escola, sente-se por alguns minutos em uma 
poltrona ou uma cadeira mais confortável.
 3. Use tênis ou sapatos confortáveis. Para você, um 
tênis ou um sapato com salto baixo e sem bico fino são 
as melhores opções. Esses calçados posicionam melhor os 
dedos e o pé. Palmilhas de silicone e meias de média com-
pressão também são alternativas que facilitam a sustenta-
ção do corpo e evitam dores.
 4. Se sentir dores, procure ajuda médica. A dor é um 
sinal de lesão ou de princípio de lesão, que indica sobrecar-
ga. Quando sentir alguma parte do corpo dolorida, como 
os ombros, o pescoço ou a coluna, pare e busque outras 
formas de fazer a atividade que estava fazendo quando a 
dor apareceu. Se mantiver o mesmo padrão de movimen-
to, a tendência é piorar. E, fique atento: se as dores são 
frequentes, é preciso procurar um especialista, como um 
médico ortopedista. Este profissional poderá encaminhá-
-lo a um fisioterapeuta ou recomendar o tratamento mais 
adequado para o seu caso.
 5. Fique em pé da maneira correta. Em geral, o pro-
fessor passa boa parte do tempo em pé enquanto dá au-
las. Faça isso sem deixar os pés muito próximos, o que 
dificulta o equilíbrio e a manutenção da postura, pois o 
corpo precisa se esforçar um pouco mais para ficar parado. 
Os joelhos também não podem estar totalmente estendi-
dos nem flexionados, mas sim em um intermédio entre as 
duas posições.
6. Cuidado ao escrever na lousa. Quando você levanta 
o braço para escrever na lousa, se move ligeiramente para 
frente e o corpo se ajusta para restituir o equilíbrio. Nesta 
hora, procure alinhar joelhos, tronco e os ombros e man-
ter a estabilidade do corpo. [...].
Adaptado de:<https://novaescola.org.br/conteudo/1772/
oito-dicas>. Acesso em: 27 jul. 2018. 
Assinale a alternativa em que os segmentos em destaque 
representem um mesmo fonema.
(A) Raros – procura.
(B) Permanece – sentado.
(C) Trapézio – torcicolos.
(D) Logo – joelhos.
(E) Preciso – descanso.
50.(AOCP - 2018 - PREFEITURA DE FEIRA DE SANTA-
NA - BA - PROFESSOR - CIÊNCIAS)
O que as empresas estão fazendo para frear a torren-
te de plásticos?
Diante das consequências inegáveis da poluição por 
plásticos, pessoas de todo o mundo estão rejeitando os 
produtos descartáveis e se comprometendo com estilos 
de vida mais sustentáveis. Os governos também estão 
atuando: mais de 50 países se uniram à campanha Ma-
res Limpos da ONU Meio Ambiente, o maior movimento 
mundial de luta contra o lixo marinho. As empresas não 
podem ignorar esse protesto público. Muitas indústrias 
estão elaborando planos para eliminar os plásticos de uso 
único, utilizar mais plástico reciclado em suas embalagens 
e trabalhar em uma reciclagem mais efetiva.
A pressão não provém apenas dos consumidores. Se-
gundo a agência Bloomberg, um grupo de 25 investido-
res, que administra mais de 1 trilhão de dólares em ativos, 
exigiu que Nestlé, PepsiCo, Procter & Gamble e Unilever 
reduzam seu uso de embalagens plásticas.
A solicitação, apoiada pela organização sem fins lu-
crativos As You Sow, pede que as empresas divulguem o 
uso anual de embalagens plásticas, estabeleçam metas de 
redução e facilitem a reciclagem e a transição para em-
balagens recicláveis, reutilizáveis ou compostáveis o mais 
rápido possível.
[...]
 As empresas que usam plásticos claramente têm um 
papel fundamental a desempenhar para mudar essa dinâ-
mica insustentável. A esperança é que esta nova realidade 
possa gerar inovação e oportunidades. Muitas empresas, 
grandes e pequenas, estão promovendo mudanças.[...] No 
marco do Dia Mundial do Meio Ambiente, a Volvo anun-
ciou que, ao menos 25% dos plásticos utilizados em seus 
novos modelos de automóveis a partir de 2025, serão fa-
bricados com materiais reciclados.
[...]
A Procter & Gamble, que fabrica o xampu Head & 
Shoulders, produziu no ano passado a primeira garrafa de 
xampu reciclável, fabricada com até 25% de plástico re-
cuperado de praias. Além disso, comprometeu-se a fazer 
com que todas as suas embalagens sejam recicláveis ou 
reutilizáveis até 2030. Sua marca de detergente Fairy Li-
quid já produziu uma nova garrafa de plástico, feita com 
material 100% reciclado e 10% de lixo marinho plástico. As 
garrafas foram produzidas em associação com a empresa 
de soluções para resíduos de difícil reciclabilidade Terra-
Cycle.
[...]
LÍNGUA PORTUGUESA
23
Alguns ativistas argumentam que, pelo fato de os ob-
jetivos de reciclagem serem voluntários, é necessária le-
gislação para obrigar as empresas a usar plásticos de for-
ma mais sustentável. Peter Skelton, que lidera o pacto por 
parte da organização de sustentabilidade WRAP, disse que 
a legislação é uma parte importante do quebra-cabeças e 
que o apoio do governo pode ser uma ferramenta podero-
sa, mas que não é a solução definitiva. [...] Uma forma na 
qual os governos poderão ajudar a explorar essa consci-
ência corporativa seria oferecendo incentivos financeiros 
para as empresas que exploram alternativas ao plástico. O 
objetivo seria impulsionar a inovação empresarial.
 Em um relatório recente, a ONU Meio Ambiente exa-
minou o potencial de substituir os plásticos convencionais 
com uma gama de materiais naturais, como papel, algo-
dão, madeira, algas e fungos, tecnologias alternativas e 
biopolímeros de nova geração, fabricados a partir de fon-
tes de biomassa. Também destacou empresas, de multina-
cionais a pequenos empreendimentos, que estão inovan-
do nesse campo.
[...]
O relatório concluiu que as empresas devem incluir 
a sustentabilidade em seus modelos comerciais, às vezes 
inspirando-se nas comunidades locais, para encontrar al-
ternativas ao plástico disponíveis a partir de plantas e ani-
mais. A inovação, a pesquisa e o espírito empresarial são 
fundamentais. Sem dúvida, este é precisamente o domí-
nio no qual devem brilhar as empresas líderes do mundo.
Adaptado de: <https://nacoesunidas.org/o-que-as-em-
presas-estao-fazendo-para-frear-a-torrente-de-plasticos>. 
Acesso em: 25 jul. 2018.
Em “Os governos também estão atuando: mais de 50 
países se uniram à campanha Mares Limpos da ONU Meio 
Ambiente [...]”, o sinal indicativo de crase seria mantido 
caso a expressão em destaque fosse substituída por
(A) adotaram.
(B) aprovaram.
(C) defenderam.
(D) aliaram-se.
(E) apoiaram.
51.(AOCP - AGENTE (PREF JF)/TRANSPORTE E 
TRÂNSITO I/2016)
Considerações sobre a loucura 
Ferreira Gullar 
Ouço frequentemente pessoas opinarem sobre trata-
mento psiquiátrico sem na verdade conhecerem o proble-
ma. É bacana ser contra internação. Por isso mesmo tra-
çam um retrato equivocado de como os pacientes eram 
tratados no passado em manicômios infernais por médi-
cos que só pensavam em torturá-los com choques elétri-
cos, camisas de força e metê-los em solitárias. 
Por isso mesmo exaltam o movimento antimanicomial, 
que se opõe à internação dos doentes mentais. Segundo 
eles, os pacientes são metidos em hospitais psiquiátricos 
porque a família quer se ver livre deles. Só pode fazer tal 
afirmação quem nunca teve que conviver com um doen-
te mental e, por isso, ignora o tormento que tal situação 
pode implicar. 
Nada mais doloroso para uma mãe ou um pai do que 
ter de admitir que seu filho é esquizofrênico e ser, por isso, 
obrigado a interná-lo. Há certamente pais que se negam a 
fazê-lo, mas ao custo de ser por ele agredido ou vê-lo por 
fim à própria vida, jogando-se da janela do apartamento. 
Como aquelas pessoas não enfrentam tais situações, 
inventam que os hospitais psiquiátricos, ainda hoje, são 
locais de tortura. Ignoram que as clínicas atuais, em sua 
maioria, graças aos remédios neuroléticos, nada têm dos 
manicômios do passado. 
Recentemente, num desses programas de televisão, 
ouvi pessoas afirmarem que o verdadeiro tratamento psi-
quiátrico foi inventado pela médica Nise da Silveira, que 
curava os doentes com atividades artísticas. Trata-se de 
um equívoco. A terapia ocupacional, artística ou não, ja-
mais curou algum doente. 
Trata-se, graças a Nise, de uma ocupação que lhe dá 
prazer e, por mantê-lo ocupado, alivia-lhe as tensões psí-
quicas. Quando o doente é, apesar de louco, um artista 
talentoso, como Emygdio de Barros ou Arthur Bispo do Ro-
sário, realiza-se artisticamente e encontra assim um modo 
de ser feliz. 
Graças à atividade dos internados no Centro Psiquiá-
trico Nacional, do Engenho de Dentro, no Estado do Rio, 
criou-se o Museu de Imagens do Inconsciente, que muito 
contribuiu para o reconhecimento do valor estético dos 
artistas doentes mentais. Mas é bom entender que não é 
a loucura que torna alguém artista; de fato, ele é artístico 
apesar de louco. 
Tanto isso é verdade que, das dezenas de pacientes 
que trabalharam no ateliê do Centro Psiquiátrico, apenas 
quatro ou cinco criaram obras de arte. Deve-se reconhe-
cer, também, que conforme a personalidade de cada um 
seu estado mental compõe a expressão estética que pro-
duz. 
No tal programa de TV, alguém afirmou que, graças a 
Nise da Silveira, o tratamento psiquiátrico tornou-se o que 
é hoje. Não é verdade, isso se deve à invenção dos remé-
dios neurolépticos que possibilitam o controle do surto 
psíquico. 
É também graças a essa medicação que as internações 
se tornaram menos frequentes e, quando necessárias, du-
ram pouco tempo – o tempo necessário ao controle do 
surto por medicação mais forte. Superada a crise, o pa-
ciente volta para casa e continua tomando as doses neces-
sárias à manutenção da estabilidade mental. 
LÍNGUA PORTUGUESA
24
Não pretendo com esses argumentos diminuir a extra-
ordinária contribuição dada pela médica Nise da Silveira 
ao tratamento dos doentes mentais no Brasil. Fui amigo 
dela e acompanhei de perto, juntamente com Mário Pe-
drosa, o seu trabalho no Centro Psiquiátrico Nacional. 
Uma das qualidades dela era o seu afeto pelas pessoas 
e particularmente pelo doente mental. Eis um exemplo: 
como o Natal se aproximava, ela perguntou aos pacientes 
o que queriam de presente. Emygdio respondeu: um guar-
da-chuva.
Como dentro do hospital naturalmente não chovia, ela 
concluiu que ele queria ir embora para casa. E era. Ela pro-
videnciou para que levasse consigo tinta e tela, a fim de 
que não parasse de pintar.
Ele se foi, mas, passado algum tempo, alguém toca a 
campainha do gabinete da médica. Ela abre a porta, era o 
Emygdio, de paletó, gravata e maleta na mão. “Voltei para 
continuar pintando, porque lá em casa não dava pé.” E fi-
cou pintando ali até completar 80 anos, quando, por lei, 
teve que deixar o hospital e ir para um abrigo de idosos, 
onde morreu anos depois. 
(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colu-
nas/ferreiragullar/ 2016/02/1741258-consideracoes-so-
bre-a-loucura.shtml) 
Assinale a alternativa em que há um erro ortográfico 
na formação dos substantivos apresentados.
(A) Admitir → admissão.
(B) Agredir → agressão.
(C) Pretender → pretenção.
(D)Reter → retenção.
(E) Inventar → invenção.
52.(AOCP - MOTORISTA (PREF JF)/VEÍCULO LEVE 
I/2016)
Na realidade, seus amigos não gostam de você, diz a 
ciência 
Sabe da última? As pessoas que você acha que são 
suas amigas provavelmente não são. Na verdade, de um 
modo geral, você é terrível em julgar a forma como as ou-
tras pessoas se sentem sobre você. 
Esta conclusão otimista e iluminada saiu de um estudo 
publicado na PLOS ONE, que descobriu que quase metade 
das pessoas que pensamos ser nossos amigos não com-
partilham do sentimento. 
Cientistas da Tel Aviv University trabalharam com pes-
quisadores do Massachusetts Institute of Technology para 
avaliar o que 84 alunos de graduação israelenses pensam 
sobre seus colegas em uma escala de zero a cinco. Um zero 
significaria algo como “não conheço essa pessoa”, um três 
significava “amigo” e um cinco seria “um dos melhores 
amigos”. 
Os pesquisadores também perguntaram aos alunos 
como eles achavam que seus amigos iriam avaliá-los. 
Apenas metade dos alunos que acharam que suas classi-
ficações sobre seus amigos seriam igualmente retribuídas 
estavam certos. 47% das classificações de amizade foram 
unilaterais, com um aluno classificando outro como ami-
go, mas não sendo classificado da mesma forma.
 “A maioria das pessoas está errada sobre metade dos 
seus relacionamentos”, disse o Dr. Erez Shmueli, um dos 
autores do estudo, em uma entrevista por telefone. “So-
mos muito ruins em julgar os tipos de relacionamentos 
que temos”. Isso é lamentável, já que esta habilidade é 
crucial para determinar nossa própria influência social.
Dito isso, os pesquisadores descobriram alguns fato-
res que poderiam ajudar
a prever se duas pessoas selecio-
nariam um ao outro como amigos. Um dos fatores era o 
tamanho do círculo social de ambos e o outro, o número 
aproximado de amigos. Uma pessoa com poucos amigos, 
por exemplo tinha uma maior probabilidade de sentir uma 
conexão unilateral com alguém que tem muitos amigos, o 
que parece bastante intuitivo. 
Então, se os fatores que determinam nossas amizades 
parecem tão óbvios, por que erramos tanto em nossos jul-
gamentos? Os pesquisadores acham que o ego é um pon-
to cego que nos impede de reconhecer quando as amiza-
des são mútuas ou unilaterais. 
“Se você considera alguém como amigo, você automa-
ticamente espera que a pessoa sinta o mesmo”, disse Sh-
mueli. Ou, como foi dito na pesquisa, “uma amizade não 
recíproca desafia a autoimagem”. 
Então, basicamente, se você quer ter bons resultados 
na hora de saber quem são seus amigos verdadeiros, é 
melhor superar o ego e encarar a realidade de seus re-
lacionamentos de forma honesta. “Em nossa vida diária, 
como indivíduos, podemos tentar entender os tipos de 
relacionamentos que temos de fato”, disse Shmueli. “Em 
quem podemos realmente confiar?”. 
Disponível em: https://br.noticias.yahoo.com/na-rea-
lidade-seus-amigos-n%C3%A3o-gostam-de-voc%C3%AA-
-diz-081853584.html?-nhp=1. Acesso em 10 mai. 2016.
 
Assinale a alternativa correta quanto à ortografia.
(A) Vechame – caixa – enxofre.
(B)Xarope – vexame – coxilo.
(C)Vexame – cochilo – enxofre.
(D)Enchame – moxila – xarope.
(E) Brucha – bucha – caixa.
LÍNGUA PORTUGUESA
25
53.(AOCP - SOLDADO (PM TO) /2018)
A questão baseia no texto apresentado abaixo.
 
Audiência com o Rei Wei
 
[…]Comentários Este capítulo é o primeiro substancial 
sobre táticas e inicia, assim como A arte da guerra, com 
uma afirmação que enfatiza a natureza crucial da guerra.
[…] O parágrafo de abertura sintetiza de maneira similar 
a postura de Sun Pin quanto aos assuntos militares: en-
quanto as ameaças à segurança permanecerem no mun-
do, a arte militar e a guerra serão tanto necessárias quan-
to inevitáveis. A própria sobrevivência do estado depende 
da compreensão dos princípios da guerra, do empreendi-
mento das preparações militares e da ação, quando ne-
cessária, com compromisso e resolução. […]
Ao mesmo tempo, Sun Pin, bem como muitos outros 
escritores militares, adverte igualmente contra o perigo de 
se enfeitiçar pela guerra ou de se deixar seduzir por lucros 
aparentes, e com isso fadar o estado à extinção. Embora 
ele a afirme explicitamente apenas mais uma vez, a cren-
ça de que batalhas frequentes debilitam um estado e que 
mesmo inúmeras vitórias o podem levar à ruína subjaz a 
todos os Métodos militares. Além de serem fisicamente 
preparados, os soldados devem abraçar uma causa moral, 
devem lutar com e pela retidão. Somente aqueles propria-
mente motivados pela virtude (além do estímulo imedia-
to das recompensas e do medo de punições) se mostram 
compromissados e eficazes no combate. [...]
Embora não mencione novamente a importância da 
retidão para as tropas, Sun Pin salienta sua necessidade 
para o comandante e assevera ainda que guerreiros, indi-
vidualmente, não se qualificarão para sua designação aos 
carros se lhes faltar uma constelação de virtudes. Mesmo 
nos dias de hoje, a retidão permanece um forte motivador, 
capaz de despertar veemência quando intensamente pro-
clamada por um orador habilidoso, incitando os homens à 
ação. Os sábios podem ainda se valer de seu poder, tanto 
na busca por parceiros e associados no caminho trilhado 
como para se prepararem para as lutas cotidianas.
 
Adaptado de Sun-Tzu . A arte da guerra [livro eletrô-
nico]; tradução para o inglês, introdução e comentário de 
Ralph D. Sawyer; tradução a partir do inglês de Ana Aguiar 
Cotrim. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2012. 
Assinale a alternativa em que todas as palavras apre-
sentadas sejam paroxítonas.
(A) Recompensas– fanatismo – individualmente.
(B) Retidão – importância – ocultos.
(C) Além – também – retidão.
(D) Capítulo – táticas – parágrafo.
(E) Sobrevivência – necessária – mal.
54.(AOCP - SOLDADO (PM TO) /2018)
Abril Despedaçado
Alessandra Salina
 
O filme Abril Despedaçado, de Walter Salles, aborda 
o conflito de terras entre duas famílias no interior nor-
destino do Brasil. Essa disputa se mantém durante várias 
gerações e se caracteriza por um ritual no qual sempre os 
filhos mais velhos de cada família se enfrentam em um 
duelo de morte em nome de suas terras, de forma que as 
mortes se alternavam entre as famílias. Abril Despedaça-
do mostra a repercussão desta prática na história de vida 
dos personagens, principalmente em relação ao protago-
nista Tonho (Rodrigo Santoro) e seu irmão Menino.
O contexto dessa história também denuncia a pobreza 
do sertão e principalmente os vários níveis de exploração 
e domínio estabelecidos. A família evidenciada no filme 
sobrevive da confecção da rapadura e, enquanto o pai de 
família força o filho pequeno ao trabalho intenso, também 
é explorado pelo dono da venda que passa a pagar menos 
pelo seu produto.
O filme mostrou-se um recurso muito rico para obser-
vação e análise da violência, principalmente a psicológica. 
É importante ressaltar que outro personagem, Menino, é 
vítima constante de violência: apanha do pai, é proibido 
de brincar, obrigado a trabalhos forçados e presencia o 
assassinato de um dos irmãos.
Outro aspecto positivo do filme é o fato de mostrar 
uma população que sofre violência e que possivelmente 
apenas intervenções amplas em seu contexto poderiam 
protegê-las, como o oferecimento de condições dignas de 
trabalho, moradia, acesso à escola etc.
Disponível em: http://www.laprev.ufscar.br/sinopse-
-filmes/abril-despedacado Acesso em 21/01/2018.
 
Assinale a alternativa em que ocorram, respectiva-
mente, dígrafo vocálico, dígrafo consonantal e encontro 
consonantal.
(A) Oferecimento – dignas – conflito.
(B) História – sobrevive – aspecto.
(C) Violência – acesso – psicológica.
(D) População – ressaltar – trabalho.
(E) Personagens – Brasil – durante.
55.(AOCP - SOLDADO (PM TO) /2018)
A questão baseia no texto apresentado abaixo.
 
Adolescência agora vai até os 24 anos, diz estudo
Da Redação
Publicado em 19 jan 2018, 20h58 
LÍNGUA PORTUGUESA
26
Até quando vai a adolescência? Alguns podem achar 
que ela dura a vida toda. Mas cientistas definiram um pe-
ríodo para essa fase da vida, que fica entre a infância e a 
vida adulta.
Estudo divulgado pela revista científica Lancet Child & 
Adolescent Health afirma que a definição de adolescência 
mudou, passando agora para o período entre 10 e 24 anos 
de idade. Pela definição anterior, essa etapa da vida ia até 
os 19 anos.
A nova definição reflete mudanças de comportamen-
to, como a demora para concluir os estudos, casar e ter 
filhos.
De acordo com o estudo, a definição adequada desta 
etapa da vida é essencial para o desenvolvimento de leis, 
políticas sociais e serviços.
O estudo lembra que a definição do início da adoles-
cência já foi antecipada anteriormente para 10 anos – cos-
tumava ser padronizada como 14.
Disponível em: https://veja.abril.com.br/ciencia/ado-
lescencia-agora-vai-ate-os-24-anos-diz-estudo/ Acesso 
em 19/01/2018.
 
As preposições podem estabelecer diferentes relações 
semânticas. Nesse sentido, considere os seguintes termos 
destacados, no contexto em que estão inseridos, e assi-
nale a alternativa cuja classificação apresentada esteja 
correta. “ Estudo divulgado pela revista científica Lancet 
Child & Adolescent Health afirma que a definição de ado-
lescência mudou, passando agora para o período entre 10 
e 24 anos de idade. Pela definição anterior, essa etapa da 
vida ia até os 19 anos.”
A) Pela – finalidade.
B) De – modo.
C) Para – espaço.
D) Entre – tempo.
E) Até – adição.
56.(AOCP - SOLDADO (PM TO) /2018)
A questão baseia no texto apresentado abaixo.
 
Audiência com o Rei Wei
 
[…]Comentários Este capítulo é o primeiro substancial 
sobre táticas e inicia, assim como A arte da guerra, com 
uma
afirmação que enfatiza a natureza crucial da guerra.
[…] O parágrafo de abertura sintetiza de maneira similar 
a postura de Sun Pin quanto aos assuntos militares: en-
quanto as ameaças à segurança permanecerem no mun-
do, a arte militar e a guerra serão tanto necessárias quan-
to inevitáveis. A própria sobrevivência do estado depende 
da compreensão dos princípios da guerra, do empreendi-
mento das preparações militares e da ação, quando ne-
cessária, com compromisso e resolução. […]
Ao mesmo tempo, Sun Pin, bem como muitos outros 
escritores militares, adverte igualmente contra o perigo de 
se enfeitiçar pela guerra ou de se deixar seduzir por lucros 
aparentes, e com isso fadar o estado à extinção. Embora 
ele a afirme explicitamente apenas mais uma vez, a cren-
ça de que batalhas frequentes debilitam um estado e que 
mesmo inúmeras vitórias o podem levar à ruína subjaz a 
todos os Métodos militares. Além de serem fisicamente 
preparados, os soldados devem abraçar uma causa moral, 
devem lutar com e pela retidão. Somente aqueles propria-
mente motivados pela virtude (além do estímulo imedia-
to das recompensas e do medo de punições) se mostram 
compromissados e eficazes no combate. [...]
Embora não mencione novamente a importância da 
retidão para as tropas, Sun Pin salienta sua necessidade 
para o comandante e assevera ainda que guerreiros, indi-
vidualmente, não se qualificarão para sua designação aos 
carros se lhes faltar uma constelação de virtudes. Mesmo 
nos dias de hoje, a retidão permanece um forte motivador, 
capaz de despertar veemência quando intensamente pro-
clamada por um orador habilidoso, incitando os homens à 
ação. Os sábios podem ainda se valer de seu poder, tanto 
na busca por parceiros e associados no caminho trilhado 
como para se prepararem para as lutas cotidianas. 
Adaptado de Sun-Tzu . A arte da guerra [livro eletrô-
nico]; tradução para o inglês, introdução e comentário de 
Ralph D. Sawyer; tradução a partir do inglês de Ana Aguiar 
Cotrim. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2012. 
No excerto “Enquanto o mal ou as ameaças à segu-
rança permanecerem no mundo, a arte militar e a guerra 
serão tanto necessárias quanto inevitáveis.”, a relação es-
tabelecida entre as orações é de
(A) causa.
(B) consequência.
(C) temporalidade.
(D) proporcionalidade.
(E) concessão.
57.(AOCP - SOLDADO (PM TO) /2018)
LIVRO II 
1 . Sendo, pois, de duas espécies a virtude, intelectu-
al e moral, a primeira, por via de regra, gera-se e cresce 
graças ao ensino — por isso requer experiência e tempo; 
enquanto a virtude moral é adquirida em resultado do há-
bito, donde ter-se formado o seu nome por uma pequena 
modificação da palavra (hábito). Por tudo isso, evidencia-
-se também que nenhuma das virtudes morais surge em 
nós por natureza; com efeito, nada do que existe natural-
mente pode formar um hábito contrário à sua natureza. 
Por exemplo, à pedra, que por natureza se move para bai-
xo, não se pode imprimir o hábito de ir para cima, ainda 
que tentemos adestrá-la jogando-a dez mil vezes no ar; 
nem se pode habituar o fogo a dirigir-se para baixo, nem 
LÍNGUA PORTUGUESA
27
qualquer coisa que por natureza se comporte de certa ma-
neira a comportar-se de outra.
Não é, pois, por natureza, nem contrariando a natu-
reza que as virtudes se geram em nós. Diga-se, antes, que 
somos adaptados por natureza a recebê-las e nos torna-
mos perfeitos pelo hábito. Por outro lado, de todas as 
coisas que nos vêm por natureza, primeiro adquirimos a 
potência e mais tarde exteriorizamos os atos. Isso é evi-
dente no caso dos sentidos, pois não foi por ver ou ou-
vir frequentemente que adquirimos a visão e a audição, 
mas, pelo contrário, nós as possuíamos antes de usá-las, 
e não entramos na posse delas pelo uso. Com as virtudes 
dá-se exatamente o oposto: adquirimo-las pelo exercício, 
como também sucede com as artes. Com efeito, as coisas 
que temos de aprender antes de poder fazê-las, aprende-
mo-las fazendo (...); por exemplo, os homens tornam-se 
arquitetos construindo e tocadores de lira tangendo esse 
instrumento. Da mesma forma, tornamo-nos justos prati-
cando atos justos, e assim com a temperança, a bravura, 
etc.
Isto é confirmado pelo que acontece nos Estados: os 
legisladores tornam bons os cidadãos por meio de hábitos 
que lhes incutem. Esse é o propósito de todo legislador, 
e quem não logra tal desiderato falha no desempenho da 
sua missão. Nisso, precisamente, reside a diferença entre 
as boas e as más constituições. Ainda mais: é das mesmas 
causas e pelos mesmos meios que se gera e se destrói 
toda virtude, assim como toda arte: de tocar a lira surgem 
os bons e os maus músicos. Isso também vale para os ar-
quitetos e todos os demais; construindo bem, tornam-se 
bons arquitetos; construindo mal, maus. Se não fosse as-
sim não haveria necessidade de mestres, e todos os ho-
mens teriam nascido bons ou maus em seu ofício.
Isso, pois, é o que também ocorre com as virtudes: 
pelos atos que praticamos em nossas relações com os ho-
mens nos tornamos justos ou injustos; pelo que fazemos 
em presença do perigo e pelo hábito do medo ou da ou-
sadia, nos tornamos valentes ou covardes. O mesmo se 
pode dizer dos apetites e da emoção da ira: uns se tornam 
temperantes e calmos, outros intemperantes e irascíveis, 
portando-se de um modo ou de outro em igualdade de 
circunstâncias. Numa palavra: as diferenças de caráter 
nascem de atividades semelhantes. É preciso, pois, aten-
tar para a qualidade dos atos que praticamos, porquanto 
da sua diferença se pode aquilatar a diferença de caracte-
res. E não é coisa de somenos que desde a nossa juventu-
de nos habituemos desta ou daquela maneira. Tem, pelo 
contrário, imensa importância, ou melhor: tudo depende 
disso.
ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco: tradução de Leonel 
Vallandro e Gerd Bornheim da versão inglesa de W.D. Ross 
(Os pensadores). 4. ed. São Paulo: Nova Cultural, 1991, 
p.29-30. 
 
Em “É preciso, pois, atentar para a qualidade dos atos 
que praticamos, porquanto da sua diferença se pode aqui-
latar a diferença de caracteres.”, o conectivo em destaque 
expressa, no período, sentido de
(A) concessão.
(B) consequência.
(C) conclusão.
(D) finalidade.
(E) explicação.
58.(AOCP - SOLDADO (PM TO) /2018)
Abril Despedaçado
Alessandra Salina
 
O filme Abril Despedaçado, de Walter Salles, aborda 
o conflito de terras entre duas famílias no interior nor-
destino do Brasil. Essa disputa se mantém durante várias 
gerações e se caracteriza por um ritual no qual sempre os 
filhos mais velhos de cada família se enfrentam em um 
duelo de morte em nome de suas terras, de forma que as 
mortes se alternavam entre as famílias. Abril Despedaça-
do mostra a repercussão desta prática na história de vida 
dos personagens, principalmente em relação ao protago-
nista Tonho (Rodrigo Santoro) e seu irmão Menino.
O contexto dessa história também denuncia a pobreza 
do sertão e principalmente os vários níveis de exploração 
e domínio estabelecidos. A família evidenciada no filme 
sobrevive da confecção da rapadura e, enquanto o pai de 
família força o filho pequeno ao trabalho intenso, também 
é explorado pelo dono da venda que passa a pagar menos 
pelo seu produto.
O filme mostrou-se um recurso muito rico para obser-
vação e análise da violência, principalmente a psicológica. 
É importante ressaltar que outro personagem, Menino, é 
vítima constante de violência: apanha do pai, é proibido 
de brincar, obrigado a trabalhos forçados e presencia o 
assassinato de um dos irmãos.
Outro aspecto positivo do filme é o fato de mostrar 
uma população que sofre violência e que possivelmente 
apenas intervenções amplas em seu contexto poderiam 
protegê-las, como o oferecimento de condições dignas de 
trabalho, moradia, acesso à escola etc.
Disponível em: http://www.laprev.ufscar.br/sinopse-
-filmes/abril-despedacado Acesso em 21/01/2018.
 
Com base no seguinte contexto de uso, assinale a al-
ternativa em que as palavras em destaque estão correta-
mente classificadas,
respectivamente. 
 
LÍNGUA PORTUGUESA
28
“O filme mostrou-se um recurso muito rico para ob-
servação e análise da violência, principalmente a psicoló-
gica.”
(A) Substantivo – verbo – verbo – substantivo.
(B) Adjetivo – verbo – substantivo – substantivo.
(C) Substantivo – substantivo – verbo – adjetivo.
(D) Adjetivo – substantivo – substantivo – adjetivo.
(E) Adjetivo – verbo – substantivo – adjetivo. 
59.(AOCP - SOLDADO (PM TO) /2018)
Abril Despedaçado
Alessandra Salina
 
O filme Abril Despedaçado, de Walter Salles, aborda 
o conflito de terras entre duas famílias no interior nor-
destino do Brasil. Essa disputa se mantém durante várias 
gerações e se caracteriza por um ritual no qual sempre os 
filhos mais velhos de cada família se enfrentam em um 
duelo de morte em nome de suas terras, de forma que as 
mortes se alternavam entre as famílias. Abril Despedaça-
do mostra a repercussão desta prática na história de vida 
dos personagens, principalmente em relação ao protago-
nista Tonho (Rodrigo Santoro) e seu irmão Menino.
O contexto dessa história também denuncia a pobreza 
do sertão e principalmente os vários níveis de exploração 
e domínio estabelecidos. A família evidenciada no filme 
sobrevive da confecção da rapadura e, enquanto o pai de 
família força o filho pequeno ao trabalho intenso, também 
é explorado pelo dono da venda que passa a pagar menos 
pelo seu produto.
O filme mostrou-se um recurso muito rico para obser-
vação e análise da violência, principalmente a psicológica. 
É importante ressaltar que outro personagem, Menino, é 
vítima constante de violência: apanha do pai, é proibido 
de brincar, obrigado a trabalhos forçados e presencia o 
assassinato de um dos irmãos.
Outro aspecto positivo do filme é o fato de mostrar 
uma população que sofre violência e que possivelmente 
apenas intervenções amplas em seu contexto poderiam 
protegê-las, como o oferecimento de condições dignas de 
trabalho, moradia, acesso à escola etc.
Disponível em: http://www.laprev.ufscar.br/sinopse-
-filmes/abril-despedacado Acesso em 21/01/2018.
 
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que 
tem sufixo formador de advérbio.
(A) Repercussão.
(B) Principalmente.
(C) Oferecimento.
(D) Pobreza.
(E) População.
60.(AOCP - SOLDADO (PM TO) /2018)
LIVRO II 
1 . Sendo, pois, de duas espécies a virtude, intelectu-
al e moral, a primeira, por via de regra, gera-se e cresce 
graças ao ensino — por isso requer experiência e tempo; 
enquanto a virtude moral é adquirida em resultado do há-
bito, donde ter-se formado o seu nome por uma pequena 
modificação da palavra (hábito). Por tudo isso, evidencia-
-se também que nenhuma das virtudes morais surge em 
nós por natureza; com efeito, nada do que existe natural-
mente pode formar um hábito contrário à sua natureza. 
Por exemplo, à pedra, que por natureza se move para bai-
xo, não se pode imprimir o hábito de ir para cima, ainda 
que tentemos adestrá-la jogando-a dez mil vezes no ar; 
nem se pode habituar o fogo a dirigir-se para baixo, nem 
qualquer coisa que por natureza se comporte de certa ma-
neira a comportar-se de outra.
Não é, pois, por natureza, nem contrariando a natu-
reza que as virtudes se geram em nós. Diga-se, antes, que 
somos adaptados por natureza a recebê-las e nos torna-
mos perfeitos pelo hábito. Por outro lado, de todas as 
coisas que nos vêm por natureza, primeiro adquirimos a 
potência e mais tarde exteriorizamos os atos. Isso é evi-
dente no caso dos sentidos, pois não foi por ver ou ou-
vir frequentemente que adquirimos a visão e a audição, 
mas, pelo contrário, nós as possuíamos antes de usá-las, 
e não entramos na posse delas pelo uso. Com as virtudes 
dá-se exatamente o oposto: adquirimo-las pelo exercício, 
como também sucede com as artes. Com efeito, as coisas 
que temos de aprender antes de poder fazê-las, aprende-
mo-las fazendo (...); por exemplo, os homens tornam-se 
arquitetos construindo e tocadores de lira tangendo esse 
instrumento. Da mesma forma, tornamo-nos justos prati-
cando atos justos, e assim com a temperança, a bravura, 
etc.
Isto é confirmado pelo que acontece nos Estados: os 
legisladores tornam bons os cidadãos por meio de hábitos 
que lhes incutem. Esse é o propósito de todo legislador, 
e quem não logra tal desiderato falha no desempenho da 
sua missão. Nisso, precisamente, reside a diferença entre 
as boas e as más constituições. Ainda mais: é das mesmas 
causas e pelos mesmos meios que se gera e se destrói 
toda virtude, assim como toda arte: de tocar a lira surgem 
os bons e os maus músicos. Isso também vale para os ar-
quitetos e todos os demais; construindo bem, tornam-se 
bons arquitetos; construindo mal, maus. Se não fosse as-
sim não haveria necessidade de mestres, e todos os ho-
mens teriam nascido bons ou maus em seu ofício.
LÍNGUA PORTUGUESA
29
Isso, pois, é o que também ocorre com as virtudes: 
pelos atos que praticamos em nossas relações com os ho-
mens nos tornamos justos ou injustos; pelo que fazemos 
em presença do perigo e pelo hábito do medo ou da ou-
sadia, nos tornamos valentes ou covardes. O mesmo se 
pode dizer dos apetites e da emoção da ira: uns se tornam 
temperantes e calmos, outros intemperantes e irascíveis, 
portando-se de um modo ou de outro em igualdade de 
circunstâncias. Numa palavra: as diferenças de caráter 
nascem de atividades semelhantes. É preciso, pois, aten-
tar para a qualidade dos atos que praticamos, porquanto 
da sua diferença se pode aquilatar a diferença de caracte-
res. E não é coisa de somenos que desde a nossa juventu-
de nos habituemos desta ou daquela maneira. Tem, pelo 
contrário, imensa importância, ou melhor: tudo depende 
disso.
ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco: tradução de Leonel 
Vallandro e Gerd Bornheim da versão inglesa de W.D. Ross 
(Os pensadores). 4. ed. São Paulo: Nova Cultural, 1991, 
p.29-30. 
Em “É preciso, pois, atentar para a qualidade dos atos 
que praticamos, porquanto da sua diferença se pode aqui-
latar a diferença de caracteres.”, de acordo com o con-
texto, considerando o sentido do vocábulo destacado, ele 
pode ser adequadamente substituído por
(A) aperfeiçoar.
(B) agravar.
(C) deteriorar.
(D) aumentar.
(E) ausentar.
Prezado candidato, de acordo com o texto a seguir 
responda as questões 61 e 63.
Inteligência emocional no trabalho, por que ela é tão 
importante?
por José Roberto Marques
 
Um profissional calmo, com firmeza na hora de avaliar 
a situação, com resiliência e que saiba gerenciar imprevis-
tos tem muito mais chances de alcançar o sucesso do que 
um profissional estressado e impulsivo. [...] Inteligência 
emocional é saber compreender e gerenciar suas próprias 
emoções e também das pessoas a sua volta. Saber gerir as 
próprias emoções é muito importante para qualquer pro-
fissional, pois assim saberá o que realmente está sentin-
do, será capaz de entender o significado de cada emoção 
e como elas podem afetar o seu desempenho e também 
de outros. Além disso, facilitará a percepção do compor-
tamento de cada pessoa da sua equipe ou com as quais se 
relaciona.
A inteligência de Daniel Goleman
No ano de 1995, o psicólogo Daniel Goleman revolu-
cionou e expandiu a forma como nós enxergamos o que 
é inteligência. Em seu livro “Inteligência Emocional”, ele 
mostrou como o nível intelectual de uma pessoa não 
pode ser medido apenas por sua capacidade de completar 
equações e seu pensamento racional. Utilizandose de em-
basamentos teóricos, exemplos reais e conhecimento da 
anatomia do cérebro humano, o autor conseguiu mostrar 
como as emoções têm um papel fundamental em todas as 
decisões que tomamos, das mais simples até aquelas mais 
complexas.
 
Importância de trabalhar a inteligência emocional no 
trabalho
Ter um controle sobre o fluxo das emoções e a capaci-
dade de refrear impulsos é uma qualidade essencial para 
conseguir ter sucesso e um bom relacionamento interpes-
soal com todos a sua volta. […] Desenvolver inteligência 
emocional pode trazer mudanças radicais para o ambien-
te de trabalho,
pois as relações interpessoais entre profis-
sionais formam um fator prioritário à conquista da exce-
lência em todas as áreas.
 
Adaptado de: http://www.ibccoaching.com.br/portal/
coaching-e-psicologia/inteligencia-emocional-trabalho-
-importante/ (Fragmentos) Acesso em 21/01/2018.
 
61.(AOCP - SOLDADO (PM TO) /2018)
No trecho “Um profissional calmo, com firmeza na 
hora de avaliar a situação, com resiliência [...]”, a expres-
são em destaque poderia ser substituída adequadamente, 
sem comprometimento ao sentido expresso pelo texto, 
por
(A) com capacidade de adequar-se a situações-proble-
ma.
(B) com aptidão de minimizar o estresse em pessoas 
com quem convive.
(C) com capacidade de resistência a situações aprazí-
veis.
(D) com renitência para vencer obstáculos.
(E) com obstinação para alcançar os seus objetivos.
LÍNGUA PORTUGUESA
30
62.(AOCP - SOLDADO (PM TO) /2018)
Abril Despedaçado
Alessandra Salina
 
O filme Abril Despedaçado, de Walter Salles, aborda 
o conflito de terras entre duas famílias no interior nor-
destino do Brasil. Essa disputa se mantém durante várias 
gerações e se caracteriza por um ritual no qual sempre os 
filhos mais velhos de cada família se enfrentam em um 
duelo de morte em nome de suas terras, de forma que as 
mortes se alternavam entre as famílias. Abril Despedaça-
do mostra a repercussão desta prática na história de vida 
dos personagens, principalmente em relação ao protago-
nista Tonho (Rodrigo Santoro) e seu irmão Menino.
O contexto dessa história também denuncia a pobreza 
do sertão e principalmente os vários níveis de exploração 
e domínio estabelecidos. A família evidenciada no filme 
sobrevive da confecção da rapadura e, enquanto o pai de 
família força o filho pequeno ao trabalho intenso, também 
é explorado pelo dono da venda que passa a pagar menos 
pelo seu produto.
O filme mostrou-se um recurso muito rico para obser-
vação e análise da violência, principalmente a psicológica. 
É importante ressaltar que outro personagem, Menino, é 
vítima constante de violência: apanha do pai, é proibido 
de brincar, obrigado a trabalhos forçados e presencia o 
assassinato de um dos irmãos.
Outro aspecto positivo do filme é o fato de mostrar 
uma população que sofre violência e que possivelmente 
apenas intervenções amplas em seu contexto poderiam 
protegê-las, como o oferecimento de condições dignas de 
trabalho, moradia, acesso à escola etc.
Disponível em: http://www.laprev.ufscar.br/sinopse-
-filmes/abril-despedacado Acesso em 21/01/2018.
 
Analise o seguinte trecho e assinale a alternativa IN-
CORRETA. “Essa disputa se mantém durante várias ge-
rações e se caracteriza por um ritual no qual sempre os 
filhos mais velhos de cada família se enfrentam em um 
duelo de morte em nome de suas terras[...].”
(A) Trata-se de um período composto por três orações.
(B) A relação existente entre a primeira e a segunda 
oração é de adição.
(C) A primeira oração denomina-se principal, por não 
iniciar por conjunção.
(D) Na segunda oração, o sujeito está ocultado para 
evitar repetições desnecessárias.
(E) O sujeito da segunda oração é “várias gerações”.
63.(AOCP - SOLDADO (PM TO) /2018)
Assinale a alternativa em que a oração subordinada 
em destaque esteja corretamente classificada.
(A) “Além disso, facilitará a percepção do comporta-
mento de cada pessoa da sua equipe [...]” – Oração 
subordinada substantiva objetiva direta.
(B) “Desenvolver inteligência emocional pode trazer 
mudanças radicais [...]” – Oração subordinada subs-
tantiva subjetiva.
(C) “[...] ele mostrou como o nível intelectual de uma 
pessoa não pode ser medido […]” – Oração subordina-
da substantiva objetiva indireta.
(D) “[...] as emoções têm um papel fundamental em 
todas as decisões que tomamos, das mais simples até 
aquelas mais complexaS.” – ORAÇÃO SUBORDINADA 
ADJETIVA EXPLICATIVA.
(E) “Um profissional calmo [...] tem muito mais chan-
ces de alcançar o sucesso do que um profissional es-
tressado e impulsivo.” – Oração subordinada substan-
tiva objetiva indireta.
64.(AOCP - SOLDADO (PM TO) /2018)
A questão baseia no texto apresentado abaixo.
 
Adolescência agora vai até os 24 anos, diz estudo
Da Redação
Publicado em 19 jan 2018, 20h58 
Até quando vai a adolescência? Alguns podem achar 
que ela dura a vida toda. Mas cientistas definiram um pe-
ríodo para essa fase da vida, que fica entre a infância e a 
vida adulta.
Estudo divulgado pela revista científica Lancet Child & 
Adolescent Health afirma que a definição de adolescência 
mudou, passando agora para o período entre 10 e 24 anos 
de idade. Pela definição anterior, essa etapa da vida ia até 
os 19 anos.
A nova definição reflete mudanças de comportamen-
to, como a demora para concluir os estudos, casar e ter 
filhos.
De acordo com o estudo, a definição adequada desta 
etapa da vida é essencial para o desenvolvimento de leis, 
políticas sociais e serviços.
O estudo lembra que a definição do início da adoles-
cência já foi antecipada anteriormente para 10 anos – cos-
tumava ser padronizada como 14.
Disponível em: https://veja.abril.com.br/ciencia/ado-
lescencia-agora-vai-ate-os-24-anos-diz-estudo/ Acesso 
em 19/01/2018.
 
LÍNGUA PORTUGUESA
31
Assinale a alternativa em que o trecho destacado seja 
classificado como uma oração subordinada adjetiva.
(A) “Alguns podem achar que ela dura a vida toda.”
(B) “Mas cientistas definiram um período para essa 
fase da vida, que fica entre a infância e a vida adulta.”
(C) “Estudo divulgado pela revista científica […] afirma 
que a definição de adolescência mudou.”
(D) “O estudo lembra que a definição do início da ado-
lescência já foi antecipada anteriormente […]”.
(E) “A nova definição reflete mudanças de comporta-
mento [...]”.
65.(AOCP - SOLDADO (PM TO) /2018)
A questão baseia no texto apresentado abaixo.
 
Audiência com o Rei Wei
 
[…]Comentários Este capítulo é o primeiro substancial 
sobre táticas e inicia, assim como A arte da guerra, com 
uma afirmação que enfatiza a natureza crucial da guerra.
[…] O parágrafo de abertura sintetiza de maneira similar 
a postura de Sun Pin quanto aos assuntos militares: en-
quanto as ameaças à segurança permanecerem no mun-
do, a arte militar e a guerra serão tanto necessárias quan-
to inevitáveis. A própria sobrevivência do estado depende 
da compreensão dos princípios da guerra, do empreendi-
mento das preparações militares e da ação, quando ne-
cessária, com compromisso e resolução. […]
Ao mesmo tempo, Sun Pin, bem como muitos outros 
escritores militares, adverte igualmente contra o perigo de 
se enfeitiçar pela guerra ou de se deixar seduzir por lucros 
aparentes, e com isso fadar o estado à extinção. Embora 
ele a afirme explicitamente apenas mais uma vez, a cren-
ça de que batalhas frequentes debilitam um estado e que 
mesmo inúmeras vitórias o podem levar à ruína subjaz a 
todos os Métodos militares. Além de serem fisicamente 
preparados, os soldados devem abraçar uma causa moral, 
devem lutar com e pela retidão. Somente aqueles propria-
mente motivados pela virtude (além do estímulo imedia-
to das recompensas e do medo de punições) se mostram 
compromissados e eficazes no combate. [...]
Embora não mencione novamente a importância da 
retidão para as tropas, Sun Pin salienta sua necessidade 
para o comandante e assevera ainda que guerreiros, indi-
vidualmente, não se qualificarão para sua designação aos 
carros se lhes faltar uma constelação de virtudes. Mesmo 
nos dias de hoje, a retidão permanece um forte motivador, 
capaz de despertar veemência quando intensamente pro-
clamada por um orador habilidoso, incitando os homens à 
ação. Os sábios podem ainda se valer de seu poder, tanto 
na busca por parceiros e associados no caminho trilhado 
como para se prepararem para as lutas cotidianas.
 
Adaptado de Sun-Tzu . A arte da guerra [livro eletrô-
nico]; tradução para o inglês, introdução e comentário de 
Ralph D. Sawyer; tradução a partir do inglês de Ana Aguiar 
Cotrim. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2012.
 
Assinale a alternativa
em que o verbo na forma nomi-
nal em destaque assuma, no excerto dado, função adver-
bial.
(A) “[… ] os soldados devem abraçar uma causa mo-
ral[...]”.
(B) “[…] a retidão permanece um forte motivador, 
capaz de despertar veemência quando intensamente 
proclamada por um orador habilidoso, incitando os 
homens à ação”.
(C) “Além de serem fisicamente preparados, os solda-
dos devem abraçar uma causa moral [...]”.
(D) “Somente aqueles propriamente motivados pela 
virtude […] semostram compromissados e eficazes no 
combate. […]”.
(E) “Os sábios podem ainda se valer de seu poder, 
tanto na busca por parceiros e associados no caminho 
trilhado como para se prepararem para as lutas coti-
dianas.”
66.(AOCP - SOLDADO (PM TO) /2018)
LIVRO II 
1 . Sendo, pois, de duas espécies a virtude, intelectu-
al e moral, a primeira, por via de regra, gera-se e cresce 
graças ao ensino — por isso requer experiência e tempo; 
enquanto a virtude moral é adquirida em resultado do há-
bito, donde ter-se formado o seu nome por uma pequena 
modificação da palavra (hábito). Por tudo isso, evidencia-
-se também que nenhuma das virtudes morais surge em 
nós por natureza; com efeito, nada do que existe natural-
mente pode formar um hábito contrário à sua natureza. 
Por exemplo, à pedra, que por natureza se move para bai-
xo, não se pode imprimir o hábito de ir para cima, ainda 
que tentemos adestrá-la jogando-a dez mil vezes no ar; 
nem se pode habituar o fogo a dirigir-se para baixo, nem 
qualquer coisa que por natureza se comporte de certa ma-
neira a comportar-se de outra.
Não é, pois, por natureza, nem contrariando a natu-
reza que as virtudes se geram em nós. Diga-se, antes, que 
somos adaptados por natureza a recebê-las e nos torna-
mos perfeitos pelo hábito. Por outro lado, de todas as 
coisas que nos vêm por natureza, primeiro adquirimos a 
potência e mais tarde exteriorizamos os atos. Isso é evi-
dente no caso dos sentidos, pois não foi por ver ou ouvir 
frequentemente que adquirimos a visão e a audição, mas, 
pelo contrário, nós as possuíamos antes de usá-las, e não 
entramos na posse delas pelo uso. 
LÍNGUA PORTUGUESA
32
Com as virtudes dá-se exatamente o oposto: adquiri-
mo-las pelo exercício, como também sucede com as artes. 
Com efeito, as coisas que temos de aprender antes de po-
der fazê-las, aprendemo-las fazendo (...); por exemplo, os 
homens tornam-se arquitetos construindo e tocadores de 
lira tangendo esse instrumento. Da mesma forma, torna-
mo-nos justos praticando atos justos, e assim com a tem-
perança, a bravura, etc.
Isto é confirmado pelo que acontece nos Estados: os 
legisladores tornam bons os cidadãos por meio de hábitos 
que lhes incutem. Esse é o propósito de todo legislador, 
e quem não logra tal desiderato falha no desempenho da 
sua missão. Nisso, precisamente, reside a diferença entre 
as boas e as más constituições. Ainda mais: é das mesmas 
causas e pelos mesmos meios que se gera e se destrói 
toda virtude, assim como toda arte: de tocar a lira surgem 
os bons e os maus músicos. Isso também vale para os ar-
quitetos e todos os demais; construindo bem, tornam-se 
bons arquitetos; construindo mal, maus. Se não fosse as-
sim não haveria necessidade de mestres, e todos os ho-
mens teriam nascido bons ou maus em seu ofício.
Isso, pois, é o que também ocorre com as virtudes: 
pelos atos que praticamos em nossas relações com os ho-
mens nos tornamos justos ou injustos; pelo que fazemos 
em presença do perigo e pelo hábito do medo ou da ou-
sadia, nos tornamos valentes ou covardes. O mesmo se 
pode dizer dos apetites e da emoção da ira: uns se tornam 
temperantes e calmos, outros intemperantes e irascíveis, 
portando-se de um modo ou de outro em igualdade de 
circunstâncias. Numa palavra: as diferenças de caráter 
nascem de atividades semelhantes. É preciso, pois, aten-
tar para a qualidade dos atos que praticamos, porquanto 
da sua diferença se pode aquilatar a diferença de caracte-
res. E não é coisa de somenos que desde a nossa juventu-
de nos habituemos desta ou daquela maneira. Tem, pelo 
contrário, imensa importância, ou melhor: tudo depende 
disso.
ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco: tradução de Leonel 
Vallandro e Gerd Bornheim da versão inglesa de W.D. Ross 
(Os pensadores). 4. ed. São Paulo: Nova Cultural, 1991, 
p.29-30. 
Relacione as colunas e assinale a alternativa com a se-
quência correta.
 
1.Oração Subordinada Adverbial.
2.Oração Subordinada Substantiva.
3.Oração Subordinada Adjetiva.
 
() “[...] construindo bem, tornam-se bons arquitetos 
[…].”
() “É preciso, pois, atentar para a qualidade dos atos 
que praticamos.”
() “[…] os legisladores tornam bons os cidadãos por 
meio de hábitos que lhes incutem.”
() “[…]de tocar a lira surgem os bons e os maus músi-
cos […].”
() “Por tudo isso, evidencia-se também que nenhuma 
das virtudes morais surge em nós por natureza […].”
(A) 1 – 3 – 3 – 1 – 2.
(B) 2 – 3 – 2 – 1 – 3.
(C) 1 – 2 – 2 – 3 – 1.
(D) 3 – 1 – 2 – 1 – 2.
(E) 1 – 3 – 1 – 2 – 3.
67.(AOCP - SOLDADO (PM TO) /2018)
A vírgula empregada em “O que tem nesse recorte de 
jornal, Manolito?” justifica-se pela presença de
(A)adjunto adnominal.
(B)aposto.
(C)vocativo.
(D)adjunto adverbial.
(E)sujeito.
 
68.(AOCP - SOLDADO (PM TO) /2018)
LIVRO II 
1 . Sendo, pois, de duas espécies a virtude, intelectu-
al e moral, a primeira, por via de regra, gera-se e cresce 
graças ao ensino — por isso requer experiência e tempo; 
enquanto a virtude moral é adquirida em resultado do há-
bito, donde ter-se formado o seu nome por uma pequena 
modificação da palavra (hábito). Por tudo isso, evidencia-
-se também que nenhuma das virtudes morais surge em 
nós por natureza; com efeito, nada do que existe natural-
mente pode formar um hábito contrário à sua natureza. 
Por exemplo, à pedra, que por natureza se move para bai-
xo, não se pode imprimir o hábito de ir para cima, ainda 
que tentemos adestrá-la jogando-a dez mil vezes no ar; 
nem se pode habituar o fogo a dirigir-se para baixo, nem 
qualquer coisa que por natureza se comporte de certa ma-
neira a comportar-se de outra.
Não é, pois, por natureza, nem contrariando a natu-
reza que as virtudes se geram em nós. Diga-se, antes, que 
somos adaptados por natureza a recebê-las e nos torna-
mos perfeitos pelo hábito. 
LÍNGUA PORTUGUESA
33
Por outro lado, de todas as coisas que nos vêm por 
natureza, primeiro adquirimos a potência e mais tarde 
exteriorizamos os atos. Isso é evidente no caso dos sen-
tidos, pois não foi por ver ou ouvir frequentemente que 
adquirimos a visão e a audição, mas, pelo contrário, nós 
as possuíamos antes de usá-las, e não entramos na posse 
delas pelo uso. Com as virtudes dá-se exatamente o opos-
to: adquirimo-las pelo exercício, como também sucede 
com as artes. Com efeito, as coisas que temos de aprender 
antes de poder fazê-las, aprendemo-las fazendo (...); por 
exemplo, os homens tornam-se arquitetos construindo e 
tocadores de lira tangendo esse instrumento. Da mesma 
forma, tornamo-nos justos praticando atos justos, e assim 
com a temperança, a bravura, etc.
Isto é confirmado pelo que acontece nos Estados: os 
legisladores tornam bons os cidadãos por meio de hábitos 
que lhes incutem. Esse é o propósito de todo legislador, 
e quem não logra tal desiderato falha no desempenho da 
sua missão. Nisso, precisamente, reside a diferença entre 
as boas e as más constituições. Ainda mais: é das mesmas 
causas e pelos mesmos meios que se gera e se destrói 
toda virtude, assim como toda arte: de tocar a lira surgem 
os bons e os maus músicos. Isso também vale para os ar-
quitetos e todos os demais; construindo bem, tornam-se 
bons arquitetos; construindo mal, maus. Se não fosse as-
sim não haveria necessidade de mestres, e todos os ho-
mens teriam nascido bons ou maus em seu ofício.
Isso, pois, é o que também ocorre com as virtudes: 
pelos atos que praticamos em nossas relações com os ho-
mens nos tornamos justos ou injustos; pelo que fazemos 
em presença do perigo e pelo hábito do medo ou da ou-
sadia, nos tornamos
valentes ou covardes. O mesmo se 
pode dizer dos apetites e da emoção da ira: uns se tornam 
temperantes e calmos, outros intemperantes e irascíveis, 
portando-se de um modo ou de outro em igualdade de 
circunstâncias. Numa palavra: as diferenças de caráter 
nascem de atividades semelhantes. É preciso, pois, aten-
tar para a qualidade dos atos que praticamos, porquanto 
da sua diferença se pode aquilatar a diferença de caracte-
res. E não é coisa de somenos que desde a nossa juventu-
de nos habituemos desta ou daquela maneira. Tem, pelo 
contrário, imensa importância, ou melhor: tudo depende 
disso.
ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco: tradução de Leonel 
Vallandro e Gerd Bornheim da versão inglesa de W.D. Ross 
(Os pensadores). 4. ed. São Paulo: Nova Cultural, 1991, 
p.29-30.
No trecho “Tem [...] imensa importância, ou melhor: 
tudo depende disso.”, a vírgula e o sinal de dois-pontos 
são utilizados, respectivamente, para
(A) separar elemento com a mesma função sintática e 
para anunciar uma citação.
(B) separar oração reduzida e para enunciar enume-
ração.
(C) separar aposto e para enunciar um esclarecimen-
to.
(D) separar expressão explicativa e para anunciar ci-
tação
(E) separar expressão retificativa e para enunciar um 
esclarecimento.
69.(AOCP - SOLDADO (PM TO) /2018)
A questão baseia no texto apresentado abaixo.
 
Audiência com o Rei Wei
 
[…]Comentários Este capítulo é o primeiro substancial 
sobre táticas e inicia, assim como A arte da guerra, com 
uma afirmação que enfatiza a natureza crucial da guerra.
[…] O parágrafo de abertura sintetiza de maneira similar 
a postura de Sun Pin quanto aos assuntos militares: en-
quanto as ameaças à segurança permanecerem no mun-
do, a arte militar e a guerra serão tanto necessárias quan-
to inevitáveis. A própria sobrevivência do estado depende 
da compreensão dos princípios da guerra, do empreendi-
mento das preparações militares e da ação, quando ne-
cessária, com compromisso e resolução. […]
Ao mesmo tempo, Sun Pin, bem como muitos outros 
escritores militares, adverte igualmente contra o perigo de 
se enfeitiçar pela guerra ou de se deixar seduzir por lucros 
aparentes, e com isso fadar o estado à extinção. Embora 
ele a afirme explicitamente apenas mais uma vez, a cren-
ça de que batalhas frequentes debilitam um estado e que 
mesmo inúmeras vitórias o podem levar à ruína subjaz a 
todos os Métodos militares. Além de serem fisicamente 
preparados, os soldados devem abraçar uma causa moral, 
devem lutar com e pela retidão. Somente aqueles propria-
mente motivados pela virtude (além do estímulo imedia-
to das recompensas e do medo de punições) se mostram 
compromissados e eficazes no combate. [...]
Embora não mencione novamente a importância da 
retidão para as tropas, Sun Pin salienta sua necessidade 
para o comandante e assevera ainda que guerreiros, indi-
vidualmente, não se qualificarão para sua designação aos 
carros se lhes faltar uma constelação de virtudes. Mesmo 
nos dias de hoje, a retidão permanece um forte motiva-
dor, capaz de despertar veemência quando intensamente 
proclamada por um orador habilidoso, incitando os ho-
mens à ação. 
LÍNGUA PORTUGUESA
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Os sábios podem ainda se valer de seu poder, tanto 
na busca por parceiros e associados no caminho trilhado 
como para se prepararem para as lutas cotidianas.
 
Adaptado de Sun-Tzu . A arte da guerra [livro eletrô-
nico]; tradução para o inglês, introdução e comentário de 
Ralph D. Sawyer; tradução a partir do inglês de Ana Aguiar 
Cotrim. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2012.
 
Assinale a alternativa em que a Regência Verbal exija 
um complemento preposicionado, no contexto apresen-
tado pelo texto .
(A) “[…] enfatiza a natureza crucial, de vida e de mor-
te, da guerra.”.
(B) “A guerra é a empresa essencial do estado [...], o 
caminho para a sobrevivência ou a extinção.”.
(C) “Embora não mencione novamente a importância 
da retidão para as tropas[...]”.
(D) “A própria sobrevivência do estado depende da 
compreensão dos princípios da guerra [...]”.
(E) “Este capítulo é o primeiro substancial sobre táti-
cas [...]”.
70.(AOCP - SOLDADO (PM TO) /2018)
LIVRO II 
1 . Sendo, pois, de duas espécies a virtude, intelectu-
al e moral, a primeira, por via de regra, gera-se e cresce 
graças ao ensino — por isso requer experiência e tempo; 
enquanto a virtude moral é adquirida em resultado do há-
bito, donde ter-se formado o seu nome por uma pequena 
modificação da palavra (hábito). Por tudo isso, evidencia-
-se também que nenhuma das virtudes morais surge em 
nós por natureza; com efeito, nada do que existe natural-
mente pode formar um hábito contrário à sua natureza. 
Por exemplo, à pedra, que por natureza se move para bai-
xo, não se pode imprimir o hábito de ir para cima, ainda 
que tentemos adestrá-la jogando-a dez mil vezes no ar; 
nem se pode habituar o fogo a dirigir-se para baixo, nem 
qualquer coisa que por natureza se comporte de certa ma-
neira a comportar-se de outra.
Não é, pois, por natureza, nem contrariando a natu-
reza que as virtudes se geram em nós. Diga-se, antes, que 
somos adaptados por natureza a recebê-las e nos torna-
mos perfeitos pelo hábito. Por outro lado, de todas as 
coisas que nos vêm por natureza, primeiro adquirimos a 
potência e mais tarde exteriorizamos os atos. Isso é evi-
dente no caso dos sentidos, pois não foi por ver ou ouvir 
frequentemente que adquirimos a visão e a audição, mas, 
pelo contrário, nós as possuíamos antes de usá-las, e não 
entramos na posse delas pelo uso. Com as virtudes dá-se 
exatamente o oposto: adquirimo-las pelo exercício, como 
também sucede com as artes. 
Com efeito, as coisas que temos de aprender antes de 
poder fazê-las, aprendemo-las fazendo (...); por exemplo, 
os homens tornam-se arquitetos construindo e tocado-
res de lira tangendo esse instrumento. Da mesma forma, 
tornamo-nos justos praticando atos justos, e assim com a 
temperança, a bravura, etc.
Isto é confirmado pelo que acontece nos Estados: os 
legisladores tornam bons os cidadãos por meio de hábitos 
que lhes incutem. Esse é o propósito de todo legislador, 
e quem não logra tal desiderato falha no desempenho da 
sua missão. Nisso, precisamente, reside a diferença entre 
as boas e as más constituições. Ainda mais: é das mesmas 
causas e pelos mesmos meios que se gera e se destrói 
toda virtude, assim como toda arte: de tocar a lira surgem 
os bons e os maus músicos. Isso também vale para os ar-
quitetos e todos os demais; construindo bem, tornam-se 
bons arquitetos; construindo mal, maus. Se não fosse as-
sim não haveria necessidade de mestres, e todos os ho-
mens teriam nascido bons ou maus em seu ofício.
Isso, pois, é o que também ocorre com as virtudes: 
pelos atos que praticamos em nossas relações com os ho-
mens nos tornamos justos ou injustos; pelo que fazemos 
em presença do perigo e pelo hábito do medo ou da ou-
sadia, nos tornamos valentes ou covardes. O mesmo se 
pode dizer dos apetites e da emoção da ira: uns se tornam 
temperantes e calmos, outros intemperantes e irascíveis, 
portando-se de um modo ou de outro em igualdade de 
circunstâncias. Numa palavra: as diferenças de caráter 
nascem de atividades semelhantes. É preciso, pois, aten-
tar para a qualidade dos atos que praticamos, porquanto 
da sua diferença se pode aquilatar a diferença de caracte-
res. E não é coisa de somenos que desde a nossa juventu-
de nos habituemos desta ou daquela maneira. Tem, pelo 
contrário, imensa importância, ou melhor: tudo depende 
disso.
ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco: tradução de Leonel 
Vallandro e Gerd Bornheim da versão inglesa de W.D. Ross 
(Os pensadores). 4. ed. São Paulo: Nova Cultural, 1991, 
p.29-30.
Considerando as relações estabelecidas entre termos 
regentes e termos regidos, assinale a alternativa correta.
(A) Em “[...] a primeira, por via de regra, gera-se e 
cresce graças ao ensino”, o termo “ensino”, por se tra-
tar de um adjunto de “graças”, poderia ser omitido da 
oração sem prejuízo sintático a ela.
(B) Em “[...] ainda
que tentemos adestrá-la jogando-
-a dez mil vezes no ar[...]”, o termo destacado exerce 
função de objeto indireto.
(C) No trecho, “[...] nem qualquer coisa que por natu-
reza se comporte de certa maneira a comportar-se de 
outra.”, o verbos em destaque, por serem pronomi-
nais, exigem complemento preposicionado.
LÍNGUA PORTUGUESA
35
(D) Em“Por outro lado, de todas as coisas que nos vêm 
por natureza [...]”, a expressão em destaque poderia 
ser regida pela preposição ‘de’, sem gerar alterações 
sintáticas ou semânticas.
(E) No período “Esse é o propósito de todo legislador 
[...]”, o termo em destaque é um objeto indireto regi-
do pela preposição ‘de’.
71.(AOCP - SOLDADO (PM TO) /2018)
A questão baseia no texto apresentado abaixo.
 
Inteligência emocional no trabalho, por que ela é tão 
importante?por José Roberto Marques
 Um profissional calmo, com firmeza na hora de avaliar 
a situação, com resiliência e que saiba gerenciar imprevis-
tos tem muito mais chances de alcançar o sucesso do que 
um profissional estressado e impulsivo. [...] Inteligência 
emocional é saber compreender e gerenciar suas próprias 
emoções e também das pessoas a sua volta. Saber gerir as 
próprias emoções é muito importante para qualquer pro-
fissional, pois assim saberá o que realmente está sentin-
do, será capaz de entender o significado de cada emoção 
e como elas podem afetar o seu desempenho e também 
de outros. Além disso, facilitará a percepção do compor-
tamento de cada pessoa da sua equipe ou com as quais se 
relaciona.
 
A inteligência de Daniel Goleman
No ano de 1995, o psicólogo Daniel Goleman revolu-
cionou e expandiu a forma como nós enxergamos o que 
é inteligência. Em seu livro “Inteligência Emocional”, ele 
mostrou como o nível intelectual de uma pessoa não 
pode ser medido apenas por sua capacidade de completar 
equações e seu pensamento racional. Utilizandose de em-
basamentos teóricos, exemplos reais e conhecimento da 
anatomia do cérebro humano, o autor conseguiu mostrar 
como as emoções têm um papel fundamental em todas as 
decisões que tomamos, das mais simples até aquelas mais 
complexas.
 
Importância de trabalhar a inteligência emocional no 
trabalho
Ter um controle sobre o fluxo das emoções e a capaci-
dade de refrear impulsos é uma qualidade essencial para 
conseguir ter sucesso e um bom relacionamento interpes-
soal com todos a sua volta. […] Desenvolver inteligência 
emocional pode trazer mudanças radicais para o ambiente 
de trabalho, pois as relações interpessoais entre pro-
fissionais formam um fator prioritário à conquista da exce-
lência em todas as áreas.
 
Adaptado de: http://www.ibccoaching.com.br/portal/
coaching-e-psicologia/inteligencia-emocional-trabalho-
-importante/ (Fragmentos) Acesso em 21/01/2018.
 
Em “[...] as relações interpessoais entre profissionais 
formam um fator prioritário à conquista da excelência em 
todas as áreas [...]”, o sinal indicativo de crase justifica-se
(A) para atender a regência do verbo “fator”, o qual 
solicita um complemento verbal regido por preposi-
ção.
(B) para introduzir um complemento constituído de 
elemento deverbal que, portanto, exige preposição.
(C) para atender a regência do verbo transitivo direto 
“formar”.
(D) porque faz parte de uma locução prepositiva de 
base feminina, além de completar um nome regido 
por preposição.
(E) porque, embora o uso da crase seja facultativo na 
expressão “a conquista”, o produtor optou por sua uti-
lização.
72.(AOCP - SOLDADO (PM TO) /2018)
LIVRO II 
1 . Sendo, pois, de duas espécies a virtude, intelectu-
al e moral, a primeira, por via de regra, gera-se e cresce 
graças ao ensino — por isso requer experiência e tempo; 
enquanto a virtude moral é adquirida em resultado do há-
bito, donde ter-se formado o seu nome por uma pequena 
modificação da palavra (hábito). Por tudo isso, evidencia-
-se também que nenhuma das virtudes morais surge em 
nós por natureza; com efeito, nada do que existe natural-
mente pode formar um hábito contrário à sua natureza. 
Por exemplo, à pedra, que por natureza se move para 
baixo, não se pode imprimir o hábito de ir para cima, ainda 
que tentemos adestrá-la jogando-a dez mil vezes no ar; 
nem se pode habituar o fogo a dirigir-se para baixo, nem 
qualquer coisa que por natureza se comporte de certa ma-
neira a comportar-se de outra.
Não é, pois, por natureza, nem contrariando a natu-
reza que as virtudes se geram em nós. Diga-se, antes, que 
somos adaptados por natureza a recebê-las e nos torna-
mos perfeitos pelo hábito. Por outro lado, de todas as 
coisas que nos vêm por natureza, primeiro adquirimos a 
potência e mais tarde exteriorizamos os atos. Isso é evi-
dente no caso dos sentidos, pois não foi por ver ou ouvir 
frequentemente que adquirimos a visão e a audição, mas, 
pelo contrário, nós as possuíamos antes de usá-las, e não 
entramos na posse delas pelo uso. Com as virtudes dá-se 
exatamente o oposto: adquirimo-las pelo exercício, como 
também sucede com as artes. 
LÍNGUA PORTUGUESA
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Com efeito, as coisas que temos de aprender antes de 
poder fazê-las, aprendemo-las fazendo (...); por exemplo, 
os homens tornam-se arquitetos construindo e tocado-
res de lira tangendo esse instrumento. Da mesma forma, 
tornamo-nos justos praticando atos justos, e assim com a 
temperança, a bravura, etc.
Isto é confirmado pelo que acontece nos Estados: os 
legisladores tornam bons os cidadãos por meio de hábitos 
que lhes incutem. Esse é o propósito de todo legislador, 
e quem não logra tal desiderato falha no desempenho da 
sua missão. Nisso, precisamente, reside a diferença entre 
as boas e as más constituições. Ainda mais: é das mesmas 
causas e pelos mesmos meios que se gera e se destrói 
toda virtude, assim como toda arte: de tocar a lira surgem 
os bons e os maus músicos. Isso também vale para os ar-
quitetos e todos os demais; construindo bem, tornam-se 
bons arquitetos; construindo mal, maus. Se não fosse as-
sim não haveria necessidade de mestres, e todos os ho-
mens teriam nascido bons ou maus em seu ofício.
Isso, pois, é o que também ocorre com as virtudes: 
pelos atos que praticamos em nossas relações com os ho-
mens nos tornamos justos ou injustos; pelo que fazemos 
em presença do perigo e pelo hábito do medo ou da ou-
sadia, nos tornamos valentes ou covardes. O mesmo se 
pode dizer dos apetites e da emoção da ira: uns se tornam 
temperantes e calmos, outros intemperantes e irascíveis, 
portando-se de um modo ou de outro em igualdade de 
circunstâncias. Numa palavra: as diferenças de caráter 
nascem de atividades semelhantes. É preciso, pois, aten-
tar para a qualidade dos atos que praticamos, porquanto 
da sua diferença se pode aquilatar a diferença de caracte-
res. E não é coisa de somenos que desde a nossa juventu-
de nos habituemos desta ou daquela maneira. Tem, pelo 
contrário, imensa importância, ou melhor: tudo depende 
disso.
ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco: tradução de Leonel 
Vallandro e Gerd Bornheim da versão inglesa de W.D. Ross 
(Os pensadores). 4. ed. São Paulo: Nova Cultural, 1991, 
p.29-30.
Assinale a alternativa em que se justifica corretamen-
te o uso do acento grave na seguinte frase:
 
“Por exemplo, à pedra, que por natureza se move para 
baixo, não se pode imprimir o hábito de ir para cima [...]”
(A) A crase ocorre para atender a regência do verbo 
‘ir’ que, no período, exige um complemento adverbial 
preposicionado.
(B) A crase ocorre para atender a regência do verbo 
‘imprimir’ que, no período, exige um objeto indireto 
como complemento.
(C) A crase ocorre para atender a regência do verbo 
‘mover’ que, no período, exige um objeto indireto 
como complemento.
(D) A crase ocorre por introduzir um adjunto adverbial 
feminino.
(E) A crase ocorre por constituir uma locução preposi-
tiva feminina.
73.(AOCP - SOLDADO (PM TO) /2018)
A questão baseia no texto apresentado abaixo.
 
Audiência com o Rei Wei
 
[…]Comentários Este capítulo é o primeiro substancial 
sobre táticas e inicia, assim como A arte da guerra, com
uma afirmação que enfatiza a natureza crucial da guerra.
[…] O parágrafo de abertura sintetiza de maneira similar 
a postura de Sun Pin quanto aos assuntos militares: en-
quanto as ameaças à segurança permanecerem no mun-
do, a arte militar e a guerra serão tanto necessárias quan-
to inevitáveis. A própria sobrevivência do estado depende 
da compreensão dos princípios da guerra, do empreendi-
mento das preparações militares e da ação, quando ne-
cessária, com compromisso e resolução. […]
Ao mesmo tempo, Sun Pin, bem como muitos outros 
escritores militares, adverte igualmente contra o perigo de 
se enfeitiçar pela guerra ou de se deixar seduzir por lucros 
aparentes, e com isso fadar o estado à extinção. Embora 
ele a afirme explicitamente apenas mais uma vez, a cren-
ça de que batalhas frequentes debilitam um estado e que 
mesmo inúmeras vitórias o podem levar à ruína subjaz a 
todos os Métodos militares. Além de serem fisicamente 
preparados, os soldados devem abraçar uma causa moral, 
devem lutar com e pela retidão. Somente aqueles propria-
mente motivados pela virtude (além do estímulo imedia-
to das recompensas e do medo de punições) se mostram 
compromissados e eficazes no combate. [...]
Embora não mencione novamente a importância da 
retidão para as tropas, Sun Pin salienta sua necessidade 
para o comandante e assevera ainda que guerreiros, indi-
vidualmente, não se qualificarão para sua designação aos 
carros se lhes faltar uma constelação de virtudes. Mesmo 
nos dias de hoje, a retidão permanece um forte motivador, 
capaz de despertar veemência quando intensamente pro-
clamada por um orador habilidoso, incitando os homens à 
ação. Os sábios podem ainda se valer de seu poder, tanto 
na busca por parceiros e associados no caminho trilhado 
como para se prepararem para as lutas cotidianas.
 
Adaptado de Sun-Tzu . A arte da guerra [livro eletrô-
nico]; tradução para o inglês, introdução e comentário de 
Ralph D. Sawyer; tradução a partir do inglês de Ana Aguiar 
Cotrim. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2012.
 
Assinale a alternativa em cujo trecho apresentado 
NÃO seja utilizada uma metáfora.
LÍNGUA PORTUGUESA
37
(A) “[...] os soldados devem abraçar uma causa moral 
[...]”.
(B) “A própria sobrevivência do estado depende da 
compreensão dos princípios da guerra [...]”.
(C) “[...] guerreiros, individualmente, não se qualifica-
rão para sua designação aos carros se lhes faltar uma 
constelação de virtudes.”.
(D) “[…] a arte militar e a guerra serão tanto necessá-
rias quanto inevitáveis.”
(E) “O parágrafo de abertura sintetiza de maneira si-
milar a postura de Sun Pin quanto aos assuntos mili-
tares […]”.
74.(AOCP - SOLDADO (PM TO) /2018)
LIVRO II 
1 . Sendo, pois, de duas espécies a virtude, intelectu-
al e moral, a primeira, por via de regra, gera-se e cresce 
graças ao ensino — por isso requer experiência e tempo; 
enquanto a virtude moral é adquirida em resultado do há-
bito, donde ter-se formado o seu nome por uma pequena 
modificação da palavra (hábito). Por tudo isso, evidencia-
-se também que nenhuma das virtudes morais surge em 
nós por natureza; com efeito, nada do que existe natural-
mente pode formar um hábito contrário à sua natureza. 
Por exemplo, à pedra, que por natureza se move para bai-
xo, não se pode imprimir o hábito de ir para cima, ainda 
que tentemos adestrá-la jogando-a dez mil vezes no ar; 
nem se pode habituar o fogo a dirigir-se para baixo, nem 
qualquer coisa que por natureza se comporte de certa ma-
neira a comportar-se de outra.
Não é, pois, por natureza, nem contrariando a natu-
reza que as virtudes se geram em nós. Diga-se, antes, que 
somos adaptados por natureza a recebê-las e nos torna-
mos perfeitos pelo hábito. Por outro lado, de todas as 
coisas que nos vêm por natureza, primeiro adquirimos a 
potência e mais tarde exteriorizamos os atos. Isso é evi-
dente no caso dos sentidos, pois não foi por ver ou ou-
vir frequentemente que adquirimos a visão e a audição, 
mas, pelo contrário, nós as possuíamos antes de usá-las, 
e não entramos na posse delas pelo uso. Com as virtudes 
dá-se exatamente o oposto: adquirimo-las pelo exercício, 
como também sucede com as artes. Com efeito, as coisas 
que temos de aprender antes de poder fazê-las, aprende-
mo-las fazendo (...); por exemplo, os homens tornam-se 
arquitetos construindo e tocadores de lira tangendo esse 
instrumento. Da mesma forma, tornamo-nos justos prati-
cando atos justos, e assim com a temperança, a bravura, 
etc.
Isto é confirmado pelo que acontece nos Estados: os 
legisladores tornam bons os cidadãos por meio de hábitos 
que lhes incutem. Esse é o propósito de todo legislador, 
e quem não logra tal desiderato falha no desempenho da 
sua missão. 
Nisso, precisamente, reside a diferença entre as boas 
e as más constituições. Ainda mais: é das mesmas causas 
e pelos mesmos meios que se gera e se destrói toda virtu-
de, assim como toda arte: de tocar a lira surgem os bons 
e os maus músicos. Isso também vale para os arquitetos e 
todos os demais; construindo bem, tornam-se bons arqui-
tetos; construindo mal, maus. Se não fosse assim não ha-
veria necessidade de mestres, e todos os homens teriam 
nascido bons ou maus em seu ofício.
Isso, pois, é o que também ocorre com as virtudes: 
pelos atos que praticamos em nossas relações com os ho-
mens nos tornamos justos ou injustos; pelo que fazemos 
em presença do perigo e pelo hábito do medo ou da ou-
sadia, nos tornamos valentes ou covardes. O mesmo se 
pode dizer dos apetites e da emoção da ira: uns se tornam 
temperantes e calmos, outros intemperantes e irascíveis, 
portando-se de um modo ou de outro em igualdade de 
circunstâncias. Numa palavra: as diferenças de caráter 
nascem de atividades semelhantes. É preciso, pois, aten-
tar para a qualidade dos atos que praticamos, porquanto 
da sua diferença se pode aquilatar a diferença de caracte-
res. E não é coisa de somenos que desde a nossa juventu-
de nos habituemos desta ou daquela maneira. Tem, pelo 
contrário, imensa importância, ou melhor: tudo depende 
disso.
ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco: tradução de Leonel 
Vallandro e Gerd Bornheim da versão inglesa de W.D. Ross 
(Os pensadores). 4. ed. São Paulo: Nova Cultural, 1991, 
p.29-30.
No seguinte excerto, para construir sua linha argu-
mentativa, o autor vale-se de que tipo de relação lógico-
-semântica? “Com efeito, as coisas que temos de aprender 
antes de poder fazê-las, aprendemo-las fazendo (...); por 
exemplo, os homens tornam-se arquitetos construindo e 
tocadores de lira tangendo esse instrumento. Da mesma 
forma, tornamo-nos justos praticando atos justos, e assim 
com a temperança, a bravura, etc. “
(A) Comparação.
(B) Metáfora.
(C) Metonímia.
(D) Antonímia.
(E) Homonímia.
LÍNGUA PORTUGUESA
38
75.(AOCP - SOLDADO (PM TO) /2018)
A questão baseia no texto apresentado abaixo.
 
Adolescência agora vai até os 24 anos, diz estudo
Da Redação
Publicado em 19 jan 2018, 20h58 
Até quando vai a adolescência? Alguns podem achar 
que ela dura a vida toda. Mas cientistas definiram um pe-
ríodo para essa fase da vida, que fica entre a infância e a 
vida adulta.
Estudo divulgado pela revista científica Lancet Child & 
Adolescent Health afirma que a definição de adolescência 
mudou, passando agora para o período entre 10 e 24 anos 
de idade. Pela definição anterior, essa etapa da vida ia até 
os 19 anos.
A nova definição reflete mudanças de comportamen-
to, como a demora para concluir os estudos, casar e ter 
filhos.
De acordo com o estudo, a definição adequada desta 
etapa da vida é essencial para o desenvolvimento de leis, 
políticas sociais e serviços.
O estudo lembra que a definição do início da adoles-
cência já foi antecipada anteriormente para 10 anos – cos-
tumava ser padronizada como 14.
Disponível em: https://veja.abril.com.br/ciencia/ado-
lescencia-agora-vai-ate-os-24-anos-diz-estudo/ Acesso 
em 19/01/2018.
Identifique a função de linguagem predominante no 
texto.
(A) Emotiva.
(B) Referencial.
(C) Metalinguística.
(D) Fática.
(E) Apelativa.
76.(AOCP - SOLDADO (PM TO) /2018)
LIVRO II 
1 . Sendo, pois, de duas espécies a virtude, intelectu-
al e moral, a primeira, por via de regra, gera-se e cresce 
graças ao ensino — por isso requer experiência e tempo; 
enquanto a virtude moral é adquirida em resultado do há-
bito, donde ter-se formado o seu nome por uma pequena 
modificação da palavra (hábito). Por tudo isso, evidencia-
-se também que nenhuma das virtudes morais surge em 
nós por natureza; com efeito, nada do que existe natural-
mente pode formar um hábito contrário à sua natureza. 
Por exemplo, à pedra, que por natureza se move para bai-
xo, não se pode imprimir o hábito de ir para cima, ainda 
que tentemos adestrá-la jogando-a dez mil vezes no ar; 
nem se pode habituar o fogo a dirigir-se para baixo, nem 
qualquer coisa que por natureza se comporte de certa ma-
neira a comportar-se de outra.
Não é, pois, por natureza, nem contrariando a natu-
reza que as virtudes se geram em nós. Diga-se, antes, que 
somos adaptados por natureza a recebê-las e nos torna-
mos perfeitos pelo hábito. Por outro lado, de todas as 
coisas que nos vêm por natureza, primeiro adquirimos a 
potência e mais tarde exteriorizamos os atos. Isso é evi-
dente no caso dos sentidos, pois não foi por ver ou ou-
vir frequentemente que adquirimos a visão e a audição, 
mas, pelo contrário, nós as possuíamos antes de usá-las, 
e não entramos na posse delas pelo uso. Com as virtudes 
dá-se exatamente o oposto: adquirimo-las pelo exercício, 
como também sucede com as artes. Com efeito, as coisas 
que temos de aprender antes de poder fazê-las, aprende-
mo-las fazendo (...); por exemplo, os homens tornam-se 
arquitetos construindo e tocadores de lira tangendo esse 
instrumento. Da mesma forma, tornamo-nos justos prati-
cando atos justos, e assim com a temperança, a bravura, 
etc. Isto é confirmado pelo que acontece nos Estados: os 
legisladores tornam bons os cidadãos por meio de hábitos 
que lhes incutem. Esse é o propósito de todo legislador, 
e quem não logra tal desiderato falha no desempenho da 
sua missão. Nisso, precisamente, reside a diferença entre 
as boas e as más constituições. Ainda mais: é das mesmas 
causas e pelos mesmos meios que se gera e se destrói 
toda virtude, assim como toda arte: de tocar a lira surgem 
os bons e os maus músicos. Isso também vale para os ar-
quitetos e todos os demais; construindo bem, tornam-se 
bons arquitetos; construindo mal, maus. Se não fosse as-
sim não haveria necessidade de mestres, e todos os ho-
mens teriam nascido bons ou maus em seu ofício.
Isso, pois, é o que também ocorre com as virtudes: 
pelos atos que praticamos em nossas relações com os ho-
mens nos tornamos justos ou injustos; pelo que fazemos 
em presença do perigo e pelo hábito do medo ou da ou-
sadia, nos tornamos valentes ou covardes. O mesmo se 
pode dizer dos apetites e da emoção da ira: uns se tornam 
temperantes e calmos, outros intemperantes e irascíveis, 
portando-se de um modo ou de outro em igualdade de 
circunstâncias. Numa palavra: as diferenças de caráter 
nascem de atividades semelhantes. É preciso, pois, aten-
tar para a qualidade dos atos que praticamos, porquanto 
da sua diferença se pode aquilatar a diferença de caracte-
res. E não é coisa de somenos que desde a nossa juventu-
de nos habituemos desta ou daquela maneira. Tem, pelo 
contrário, imensa importância, ou melhor: tudo depende 
disso.
ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco: tradução de Leonel 
Vallandro e Gerd Bornheim da versão inglesa de W.D. Ross 
(Os pensadores). 4. ed. São Paulo: Nova Cultural, 1991, 
p.29-30.
LÍNGUA PORTUGUESA
39
Considerando as diferentes funções que o vocábulo 
“se” pode exercer em um texto, assinale a alternativa em 
que esteja INCORRETA a classificação apresentada para os 
termos destacados.
(A) “[...]nem se pode habituar o fogo a dirigir-se para 
baixo […]” – pronome reflexivo.
(B) “Por tudo isso, evidencia-se também que nenhuma 
das virtudes morais surge em nós por natureza [...]” – 
partícula apassivadora.
(C) “[...] à pedra que por natureza se move para baixo 
não se pode imprimir o hábito de ir para cima [...]” – 
pronome reflexivo.
(D) “Sendo, pois, de duas espécies a virtude, intelectu-
al e moral, a primeira, por via de regra, gera-se e cres-
ce graças ao ensino [...]” – índice de indeterminação 
do sujeito.
(E) “Não é, pois, por natureza, nem contrariando a na-
tureza que as virtudes se geram em nós.” – partícula 
apassivadora.
77.(AOCP - SOLDADO (PM TO) /2018)
Considere as ocorrências do vocábulo “que” na tirinha 
e assinale a alternativa cujas classificações estejam res-
pectivamente corretas.
(A) Pronome interrogativo – pronome relativo.
(B) Pronome relativo – pronome interrogativo.
(C) Pronome relativo – pronome relativo.
(D) Pronome interrogativo – conjunção integrante.
(E) Pronome interrogativo – preposição.
78.(AOCP - SOLDADO (PM TO) /2018)
A questão baseia no texto apresentado abaixo.
 
Inteligência emocional no trabalho, por que ela é 
tão importante?
por José Roberto Marques
 
Um profissional calmo, com firmeza na hora de avaliar 
a situação, com resiliência e que saiba gerenciar imprevis-
tos tem muito mais chances de alcançar o sucesso do que 
um profissional estressado e impulsivo. [...] Inteligência 
emocional é saber compreender e gerenciar suas próprias 
emoções e também das pessoas a sua volta. Saber gerir as 
próprias emoções é muito importante para qualquer pro-
fissional, pois assim saberá o que realmente está sentin-
do, será capaz de entender o significado de cada emoção 
e como elas podem afetar o seu desempenho e também 
de outros. Além disso, facilitará a percepção do compor-
tamento de cada pessoa da sua equipe ou com as quais se 
relaciona.
 
A inteligência de Daniel Goleman
No ano de 1995, o psicólogo Daniel Goleman revolu-
cionou e expandiu a forma como nós enxergamos o que 
é inteligência. Em seu livro “Inteligência Emocional”, ele 
mostrou como o nível intelectual de uma pessoa não 
pode ser medido apenas por sua capacidade de completar 
equações e seu pensamento racional. Utilizandose de em-
basamentos teóricos, exemplos reais e conhecimento da 
anatomia do cérebro humano, o autor conseguiu mostrar 
como as emoções têm um papel fundamental em todas as 
decisões que tomamos, das mais simples até aquelas mais 
complexas.
 
Importância de trabalhar a inteligência emocional no 
trabalho
Ter um controle sobre o fluxo das emoções e a capaci-
dade de refrear impulsos é uma qualidade essencial para 
conseguir ter sucesso e um bom relacionamento interpes-
soal com todos a sua volta. […] Desenvolver inteligência 
emocional pode trazer mudanças radicais para o ambiente 
de trabalho, pois as relações interpessoais entre pro-
fissionais formam um fator prioritário à conquista da exce-
lência em todas as áreas.
 
LÍNGUA PORTUGUESA
40
Adaptado de: http://www.ibccoaching.com.br/portal/
coaching-e-psicologia/inteligencia-emocional-trabalho-
-importante/ (Fragmentos) Acesso em 21/01/2018.
De acordo com o Texto I, é correto afirmar que
(A) o pensamento racional é fator determinante para 
a excelência profissional.
(B) as relações interpessoais devem ser estabelecidas 
por meio do controle emocional, tanto de si quanto de 
outros colegas de trabalho.
(C) o texto sugere que o desempenho profissional é 
influenciado não somente por fatores como conhe-
cimento, mas também pelo domínio emocional para 
lidar com situações adversas.
(D) o texto afirma que o quociente intelectual (QI) é a 
combinação de conhecimentos de equações e de sen-
timentos e emoções das pessoas da equipe.
(E) o autor explicita que, por meio de exames para co-
nhecer o funcionamento do cérebro, é possível saber 
que práticas podem ser feitas para potencializar as ha-
bilidades emocionais.
79.(AOCP - SOLDADO (PM TO) /2018)
A questão baseia no texto apresentado abaixo.
 
Audiência com o Rei Wei
 
[…]Comentários Este capítulo é o primeiro substancial 
sobre táticas e inicia, assim como A arte da guerra, com 
uma afirmação
que enfatiza a natureza crucial da guerra.
[…] O parágrafo de abertura sintetiza de maneira similar 
a postura de Sun Pin quanto aos assuntos militares: en-
quanto as ameaças à segurança permanecerem no mun-
do, a arte militar e a guerra serão tanto necessárias quan-
to inevitáveis. A própria sobrevivência do estado depende 
da compreensão dos princípios da guerra, do empreendi-
mento das preparações militares e da ação, quando ne-
cessária, com compromisso e resolução. […]
Ao mesmo tempo, Sun Pin, bem como muitos outros 
escritores militares, adverte igualmente contra o perigo de 
se enfeitiçar pela guerra ou de se deixar seduzir por lucros 
aparentes, e com isso fadar o estado à extinção. Embora 
ele a afirme explicitamente apenas mais uma vez, a cren-
ça de que batalhas frequentes debilitam um estado e que 
mesmo inúmeras vitórias o podem levar à ruína subjaz a 
todos os Métodos militares. Além de serem fisicamente 
preparados, os soldados devem abraçar uma causa moral, 
devem lutar com e pela retidão. Somente aqueles propria-
mente motivados pela virtude (além do estímulo imedia-
to das recompensas e do medo de punições) se mostram 
compromissados e eficazes no combate. [...]
Embora não mencione novamente a importância da 
retidão para as tropas, Sun Pin salienta sua necessidade 
para o comandante e assevera ainda que guerreiros, indi-
vidualmente, não se qualificarão para sua designação aos 
carros se lhes faltar uma constelação de virtudes. Mesmo 
nos dias de hoje, a retidão permanece um forte motivador, 
capaz de despertar veemência quando intensamente pro-
clamada por um orador habilidoso, incitando os homens à 
ação. Os sábios podem ainda se valer de seu poder, tanto 
na busca por parceiros e associados no caminho trilhado 
como para se prepararem para as lutas cotidianas.
 
Adaptado de Sun-Tzu . A arte da guerra [livro eletrô-
nico]; tradução para o inglês, introdução e comentário de 
Ralph D. Sawyer; tradução a partir do inglês de Ana Aguiar 
Cotrim. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2012.
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que
(A) a vitória é sempre o escopo da guerra e, quanto 
mais frequentes as conquistas, mais o estado se con-
solida.
(B) o paradoxo é inerente à guerra, visto que, embora 
ela seja necessária em determinadas situações, pode 
se tornar nociva.
(C) as atribuições suficientes a um soldado são as com-
petências físicas e a aversão a repreensões.
(D) a retidão de valores é utilizada para tornar a socie-
dade inerte.
(E) o texto sugere que tanto comandantes quanto sol-
dados devem ter habilidades no manejo técnico, pois 
desse saber dependem os resultados conquistados.
80.(AOCP - SOLDADO (PM TO) /2018)
LIVRO II 
1 . Sendo, pois, de duas espécies a virtude, intelectu-
al e moral, a primeira, por via de regra, gera-se e cresce 
graças ao ensino — por isso requer experiência e tempo; 
enquanto a virtude moral é adquirida em resultado do há-
bito, donde ter-se formado o seu nome por uma pequena 
modificação da palavra (hábito). Por tudo isso, evidencia-
-se também que nenhuma das virtudes morais surge em 
nós por natureza; com efeito, nada do que existe natural-
mente pode formar um hábito contrário à sua natureza. 
Por exemplo, à pedra, que por natureza se move para bai-
xo, não se pode imprimir o hábito de ir para cima, ainda 
que tentemos adestrá-la jogando-a dez mil vezes no ar; 
nem se pode habituar o fogo a dirigir-se para baixo, nem 
qualquer coisa que por natureza se comporte de certa ma-
neira a comportar-se de outra.
LÍNGUA PORTUGUESA
41
Não é, pois, por natureza, nem contrariando a natu-
reza que as virtudes se geram em nós. Diga-se, antes, que 
somos adaptados por natureza a recebê-las e nos torna-
mos perfeitos pelo hábito. Por outro lado, de todas as 
coisas que nos vêm por natureza, primeiro adquirimos a 
potência e mais tarde exteriorizamos os atos. Isso é evi-
dente no caso dos sentidos, pois não foi por ver ou ou-
vir frequentemente que adquirimos a visão e a audição, 
mas, pelo contrário, nós as possuíamos antes de usá-las, 
e não entramos na posse delas pelo uso. Com as virtudes 
dá-se exatamente o oposto: adquirimo-las pelo exercício, 
como também sucede com as artes. Com efeito, as coisas 
que temos de aprender antes de poder fazê-las, aprende-
mo-las fazendo (...); por exemplo, os homens tornam-se 
arquitetos construindo e tocadores de lira tangendo esse 
instrumento. Da mesma forma, tornamo-nos justos prati-
cando atos justos, e assim com a temperança, a bravura, 
etc.
Isto é confirmado pelo que acontece nos Estados: os 
legisladores tornam bons os cidadãos por meio de hábitos 
que lhes incutem. Esse é o propósito de todo legislador, 
e quem não logra tal desiderato falha no desempenho da 
sua missão. Nisso, precisamente, reside a diferença entre 
as boas e as más constituições. Ainda mais: é das mesmas 
causas e pelos mesmos meios que se gera e se destrói 
toda virtude, assim como toda arte: de tocar a lira surgem 
os bons e os maus músicos. Isso também vale para os ar-
quitetos e todos os demais; construindo bem, tornam-se 
bons arquitetos; construindo mal, maus. Se não fosse as-
sim não haveria necessidade de mestres, e todos os ho-
mens teriam nascido bons ou maus em seu ofício.
Isso, pois, é o que também ocorre com as virtudes: 
pelos atos que praticamos em nossas relações com os ho-
mens nos tornamos justos ou injustos; pelo que fazemos 
em presença do perigo e pelo hábito do medo ou da ou-
sadia, nos tornamos valentes ou covardes. O mesmo se 
pode dizer dos apetites e da emoção da ira: uns se tornam 
temperantes e calmos, outros intemperantes e irascíveis, 
portando-se de um modo ou de outro em igualdade de 
circunstâncias. 
Numa palavra: as diferenças de caráter nascem de 
atividades semelhantes. É preciso, pois, atentar para a 
qualidade dos atos que praticamos, porquanto da sua di-
ferença se pode aquilatar a diferença de caracteres. E não 
é coisa de somenos que desde a nossa juventude nos ha-
bituemos desta ou daquela maneira. Tem, pelo contrário, 
imensa importância, ou melhor: tudo depende disso.
ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco: tradução de Leonel 
Vallandro e Gerd Bornheim da versão inglesa de W.D. Ross 
(Os pensadores). 4. ed. São Paulo: Nova Cultural, 1991, 
p.29-30.
De acordo com as ideias e informações expostas no 
Texto I, assinale a alternativa correta.
(A) O autor lamenta o fato de a virtude não ser ineren-
te ao ser humano.
(B) O autor defende que os diferentes tipos de cará-
ter de um homem, sejam eles construtivos ou nocivos, 
não são passíveis de serem adquiridos pela prática ro-
tineira.
(C) O autor acredita que as circunstâncias que moldam 
o caráter do ser humano são as mesmas, a diferença 
reside no modo particular como o homem se habitua 
a agir diante delas. 
(D) O autor equipara as virtudes e suas aquisições aos 
sentidos e às artes.
(E) O autor sustenta a ideia de que praticar bons atos 
na juventude é irrelevante, pois a formação do carác-
ter do homem não depende de atitudes internas, mas 
de influências externas.
Prezado candidato, de acordo com o texto a seguir 
responda as questões de 81 à 90.
ENTRE O DESESPERO E A ESPERANÇA: COMO REEN-
CANTAR O TRABALHO?
Christophe Dejours
Nos dias de hoje, quando se fala do trabalho, é de 
bom-tom considerá-lo a priori como uma fatalidade. Uma 
fatalidade socialmente gerada. E, de fato, é preciso reco-
nhecer que a evolução do mundo do trabalho é bastante 
preocupante para os médicos, para os trabalhadores, para 
as pessoas comuns apreensivas com as condições que se-
rão deixadas a seus filhos em um mundo de trabalho de-
sencantado.
 E, no entanto, no mesmo momento em que devemos 
denunciar os desgastes psíquicos causados pelo trabalho 
contemporâneo, devemos dizer que ele também pode ser 
usado como instrumento terapêutico essencial para pes-
soas que sofrem de problemas psicopatológicos crônicos. 
No que concerne à visão negativa, é preciso distinguir o 
sofrimento que o trabalho impõe àqueles que têm um em-
prego do sofrimento daqueles
homens e mulheres que fo-
ram demitidos ou que se encontram privados de qualquer 
possibilidade de um dia ter um emprego.
 Há, portanto, situações de contraste. Surge inevita-
velmente a questão de saber se é possível compreender as 
diversas contradições que se observam na psicodinâmica 
e na psicopatologia do trabalho. Isso só é possível se de-
fendermos a tese da “centralidade do trabalho”. Essa tese 
se desdobra em quatro domínios:
• no domínio individual, o trabalho é central para a 
formação da identidade e para a saúde mental,
LÍNGUA PORTUGUESA
42
• no domínio das relações entre homens e mulheres, 
o trabalho permite superar a desigualdade nas relações 
de “gênero”. Esclareço que aqui não se deve entender 
trabalho apenas como trabalho assalariado, mas também 
como trabalho doméstico, o que repercute na economia 
do amor, inclusive na economia erótica,
• no domínio político, é possível mostrar que o traba-
lho desempenha um papel central no que concerne à tota-
lidade da evolução política de uma sociedade,
• no domínio da teoria do conhecimento, o trabalho, 
afinal, possibilita a produção de novos conhecimentos. 
Isso não é óbvio. O estatuto do conhecimento, suposta-
mente elevado acima das contingências do mundo dos 
mortais, deve ser revisto profundamente quando se consi-
dera o processo de produção do conhecimento e não ape-
nas o conhecimento. É o que se chama de “centralidade 
epistemológica” do trabalho. [...] 
Disponível em:
https://revistacult.uol.com.br/home/christophe-de-
jours-reencantar-o-trabalho/.
Acesso em: 14.dez.2021
81.(AOCP - 2022 - PREFEITURA DE NOVO HAMBUR-
GO - RS - PROCURADOR)
Assinale a alternativa em que o pronome átono pode 
ser movido para a posição enclítica ao verbo.
(A) “[...] quando se fala do trabalho [...]’.
(B) “Essa tese se desdobra em quatro domínios [...]”.
(C) “[...] diversas contradições que se observam [...]”.
(D) “[...] quando se considera o processo de produção 
do conhecimento [...]”.
(E) “[...] o que se chama de ‘centralidade epistemoló-
gica’ do trabalho.”.
82.(AOCP - 2022 - PREFEITURA DE NOVO HAMBUR-
GO - RS - PROCURADOR)
Assinale a alternativa em que o termo em destaque é 
uma conjunção integrante.
(A) “[...] apreensivas com as condições que serão dei-
xadas a seus filhos [...]”.
(B) “Isso só é possível se defendermos a tese [...]”.
(C) “[...] não se deve entender trabalho apenas como 
trabalho assalariado [...]”.
(D) “[...] a questão de saber se é possível compreender 
[...]”.
(E) “[...] ou que se encontram privados de qualquer 
possibilidade [...]”. 
83.(AOCP - 2022 - PREFEITURA DE NOVO HAMBUR-
GO - RS - PROCURADOR)
Sobre o excerto “No que concerne à visão negativa, 
é preciso distinguir o sofrimento que o trabalho impõe 
àqueles que têm um emprego [...]”, assinale a alternativa 
correta.
(A) Se as palavras “visão” e “àqueles” fossem substitu-
ídas por “ponto de vista” e “sobre aqueles”, respecti-
vamente, não haveria ocorrência de acento indicativo 
de crase no excerto. 
(B) As palavras “impõe” e “têm” são acentuadas pelo 
mesmo motivo, isto é, por serem oxítonas.
(C) A palavra “impõe” apresenta o mesmo som e a 
mesma grafia tanto no singular quanto no plural.
(D) O termo “àqueles” recebe acento indicativo de cra-
se por se tratar de uma palavra masculina.
(E) O verbo “impõe”, exposto no excerto, apresenta o 
mesmo significado e a mesma regência que sua ocor-
rência na seguinte oração “Ele impõe a coroa na cabe-
ça da rainha”. 
84.(AOCP - 2022 - PREFEITURA DE NOVO HAMBUR-
GO - RS - PROCURADOR)
Qual é a relação sintático-semântica mantida entre 
“[...] não se deve entender trabalho apenas como traba-
lho assalariado [...]” e “[...] mas também como trabalho 
doméstico [...]”? 
(A) Comparação.
(B) Contraste.
(C) Adição.
(D) Negação.
(E) Explicação. 
85.(AOCP - 2022 - PREFEITURA DE NOVO HAMBUR-
GO - RS - PROCURADOR)
Qual(is) dos domínios da tese “da centralidade do tra-
balho” está(ão) relacionado(s) às informações contidas no 
primeiro período do segundo parágrafo do texto?
(A) Individual.
(B) Político.
(C) Da teoria do conhecimento.
(D) Das relações entre homens e mulheres.
(E) Das relações entre homens e mulheres e Político. 
86.(AOCP - 2022 - PREFEITURA DE NOVO HAMBUR-
GO - RS - PROCURADOR)
Assinale a alternativa que apresenta uma reescrita se-
mântica e gramaticalmente correta para o excerto “Nos 
dias de hoje, quando se fala do trabalho, é de bom-tom 
considerá-lo a priori como uma fatalidade.”. 
(A) Agora, no momento em que falo do trabalho, con-
sidero-o, em primeiro lugar, uma fatalidade.
(B) Atualmente, quando discutem sobre o trabalho, 
devem considerá-lo, em alto e bom tom, como um de-
sastre.
(C) Quando é falado do trabalho, nos dias que correm, 
é visto com bons olhos o ato de tê-lo sempre como se 
fosse algo ruim.
LÍNGUA PORTUGUESA
43
(D) Hoje em dia, quando as pessoas falam sobre o 
trabalho, é socialmente adequado considerá-lo, sem 
sombra de dúvidas, como algo fatal.
(E) Hodiernamente, quando falam do trabalho, é edu-
cado que o julguem, a princípio, como inevitável. 
87.(AOCP - 2022 - PREFEITURA DE NOVO HAMBUR-
GO - RS - PROCURADOR)
Quanto aos mecanismos de coesão empregados no 
texto, assinale a alternativa INCORRETA. 
(A) Os itens destacados em “E, de fato, é preciso reco-
nhecer [...]”, “E, no entanto, no mesmo momento em 
que [...]” e “Há, portanto, situações [...]” contribuem 
para a coesão sequencial do texto.
(B) No excerto “[...] ele também pode ser usado como 
instrumento [...]”, contido no segundo parágrafo do 
texto, o pronome retoma o sintagma “trabalho con-
temporâneo”.
(C) Em “Essa tese se desdobra [...]”, a expressão em 
destaque retoma a tese da “centralidade do trabalho”. 
(D) Na apresentação, em forma de tópicos, dos domí-
nios abarcados pela tese da “centralidade do traba-
lho”, não há elementos atuando na coesão sequencial 
ou referencial do texto.
(E) Em “Há, portanto, situações de contraste.”, a con-
junção sinaliza uma relação de conclusão. 
88.(AOCP - 2022 - PREFEITURA DE NOVO HAMBUR-
GO - RS - PROCURADOR)
Em relação ao excerto “[...] para as pessoas comuns 
apreensivas com as condições que serão deixadas a seus 
filhos em um mundo de trabalho desencantado.”, assinale 
a alternativa correta. 
(A) A expressão “as condições” é um sujeito simples 
que pratica a ação de “deixar”. 
(B) A expressão “em um” não poderia ser substituída 
por “num”, pois isso causaria um prejuízo sintático ao 
excerto.
(C) O termo “comuns” apresenta um sentido pejora-
tivo.
(D) A preposição “a” poderia ser substituída por “para” 
ou “por”, sem que isso modificasse o sentido do ex-
certo.
(E) No excerto, “desencantado” tem significado equi-
valente a “que se desencantou”. 
89.(AOCP - 2022 - PREFEITURA DE NOVO HAMBUR-
GO - RS - PROCURADOR)
Sobre os excertos “Esclareço que aqui não se deve 
entender trabalho apenas como trabalho assalariado 
[...]” e “O estatuto do conhecimento [...] deve ser revisto 
[...]”, assinale a alternativa correta. 
(A) É possível substituir, em ambos os excertos, o ter-
mo “deve” por “pode”, sem que isso modifique se-
manticamente as frases.
(B) O termo “revisto” apresenta significado equivalen-
te ao verbo “rever” em “Voltei para rever os amigos”.
(C) A expressão “Esclareço que” poderia ser omitida, 
sem que isso prejudicasse sintaticamente a frase.
(D) O termo “aqui” indica um espaço físico próximo ao 
autor do texto, diferentemente de “ali” e “lá”.
(E) Ambos os excertos estão na voz ativa. 
90.(AOCP - 2022 - PREFEITURA DE NOVO HAMBUR-
GO - RS - PROCURADOR)
A partir da leitura do título do texto, é INCORRETO 
afirmar que 
(A) o trabalho, de modo geral, já foi motivo de encan-
tamento dos trabalhadores em algum momento ante-
rior.
(B) “desespero” e “esperança” estão colocados como 
sentimentos opostos.
(C) atualmente o trabalho não gera satisfação aos tra-
balhadores. 
(D) é impossível que o ser humano volte a ter prazer 
com seu trabalho.
(E) há uma expectativa de que o texto apresentará ma-
neiras de se reencantar o trabalho. 
Prezado candidato, de acordo
com os textos a seguir 
responda as questões de 91 à 98.
Texto I
Disponível em: ihttps://www.plural.jor.br/charges/
bennet/benett-370/ Acesso em: 20 mai. 2021.
Texto II
O Bicho,
de Manuel Bandeira (1947) 
LÍNGUA PORTUGUESA
44
Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.
Disponível em: https://www.culturagenial.com/poe-
ma-o-bicho-manuel-bandeira/ Acesso em: 20 mai. 2021
Texto III
O direito à alimentação adequada e asrestrições de-
correntes da pandemia
Por Delcy Alex Linhares
A pandemia da Covid-19 impôs a formulação de polí-
ticas públicas voltadas para o estabelecimento de “comu-
nidades seguras”, cujo princípio geral orientador, trazido 
pela carta de Otawa da OMS, desde 1976, para o mundo, 
as nações, as regiões e até mesmo as comunidades é “a 
necessidade de encorajar a ajuda recíproca – cada um a 
cuidar de si próprio, do outro, da comunidade e do meio-
-ambiente natural”.
Voltou-se a discutir o conceito de “populações vulne-
ráveis”, sob a ótica da saúde e da assistência social, deba-
te que começou no início dos anos 1980, com os estudos 
sobre a AIDS, que agora foi revisitado em razão do perfil 
das pessoas atingidas e das variáveis socioeconômicas que 
surgiram com o isolamento social imposto pela pandemia.
No Brasil, medidas restritivas de liberdades individu-
ais, tais como: quarentena, isolamento social, adoção de 
protocolos sanitários; e, até mesmo fechamento de fron-
teiras, foram autorizadas pela Lei 13.979/2020 e passaram 
a ser exigidas por meio de regras, editadas em todo o país, 
pelas várias esferas de governo. Tais medidas têm o poten-
cial de colocar em risco a continuidade do abastecimento 
de alimentos no país.
O direito à alimentação adequada
A Declaração Universal do Direitos do Homem, em seu 
artigo 3°, reconhece que: “todo indivíduo tem direito à 
vida, à liberdade e à segurança pessoal”; e, no art. 25°. 1, 
prevê que “toda a pessoa tem direito a um nível de vida 
suficiente para lhe assegurar e à sua família a saúde e o 
bem-estar, principalmente quanto à alimentação
[...]”.
Por sua vez, o Pacto Internacional sobre Direitos Eco-
nômicos, Sociais e Culturais das Nações Unidas, de 1966, 
estabelece, em seu art. 11, o “direito de todos de usufruir 
de um padrão de vida adequado para si mesmo e sua fa-
mília, incluindo moradia, vestuário e alimentação adequa-
dos, e à melhoria contínua das condições de vida”. 
Não é por outro motivo que o Protocolo de San Salva-
dor reconhece expressamente, no seu art. 12, o direito à 
alimentação e o relaciona com a produção, abastecimento 
e distribuição de alimentos.
Por fim, o direito à alimentação adequada foi deta-
lhado no Comentário Geral nº 12 do Comitê de Direitos 
Econômicos, Sociais e Culturais do Alto Comissariado de 
Direitos Humanos da ONU, de 1999 [...].
O abastecimento de alimentos impacta muito mais 
que nossa dieta. A produção de alimentos traz inegáveis 
consequências para o meio ambiente, gera reflexos nas 
concentrações populacionais e afeta movimentos migra-
tórios de natureza econômica. No entanto, as pessoas têm 
o direito a ter alimentos saudáveis e culturalmente ade-
quados, produzidos e distribuídos por métodos sustentá-
veis, bem como o direito de definir seus próprios sistemas 
alimentares, o que é chamado de “soberania alimentar”.
Assim, a competência comum, para organizar a ativida-
de de abastecimento de alimentos, não pode ser exercida 
de maneira que coloque em risco o direito à alimentação 
adequada da população. Deve haver uma cooperação mú-
tua para assegurar a manutenção da atividade em todo o 
país, porque esta se destina ao atendimento de necessida-
des inadiáveis da sociedade; e, se não for mantida, coloca 
em perigo a soberania alimentar de toda a população. [...]
O problema é tão sério que, provocado pelo Conselho 
Federal da O.A.B., na ADPF 672/DF, o Supremo Tribunal 
Federal, por intermédio do ministro Alexandre de Moraes, 
se posicionou [...] e, ao fim, concedeu-se parcialmente a 
medida cautelar para:
“RECONHENDO E ASSEGURANDO O EXERCÍCIO DA 
COMPETÊNCIA CONCORRENTE DOS GOVERNOS ESTADU-
AIS E DISTRITAL E SUPLEMENTAR DOS GOVERNOS MU-
NICIPAIS, cada qual no exercício de suas atribuições e no 
âmbito de seus respectivos territórios, para a adoção ou 
manutenção de medidas restritivas legalmente permitidas 
durante a pandemia, tais como, a imposição de distan-
ciamento/isolamento social, quarentena, suspensão de 
atividades de ensino, restrições de comércio, atividades 
culturais e à circulação de pessoas, entre outras; INDE-
PENDENTEMENTE DE SUPERVENIÊNCIA DE ATO FEDERAL 
EM SENTIDO CONTRÁRIO, sem prejuízo da COMPETÊNCIA 
GERAL DA UNIÃO para estabelecer medidas restritivas em 
todo o território nacional, caso entenda necessário.”
LÍNGUA PORTUGUESA
45
A decisão reputou constitucional a adoção de medi-
das restritivas de liberdades por parte de entes federativos 
subnacionais, da mesma forma que se reconheceu a com-
petência comum destes para a organização do abasteci-
mento alimentar.
[...] Por fim, mesmo que a pandemia da Covid-19 faça 
com que o estado democrático de direito seja testado ao 
limite de suas instituições, a constituição ainda se mostra 
capaz de unir a sociedade e incentivar a colaboração mú-
tua, de todos, não só para proteger o direito à saúde, mas 
também para assegurar a alimentação adequada.
Disponível em: https://www.conjur.com.br/
2020-abr-26/direito-pos-graduacao-direito-alimentacao-
-restricoes-decorrentes-pandemia Acesso em: 20 de maio 
de 2021.
91.(AOCP - 2021 - MPE-RS - ANALISTA DO MINISTÉ-
RIO PÚBLICO)
Em relação aos textos II e III, informe se é verdadeiro 
(V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alter-
nativa com a sequência correta.
( ) O texto II constrói, nas duas primeiras estrofes, uma 
atmosfera de suspense, a qual se desfaz somente na úl-
tima estrofe, ao expor a degradação humana a que está 
sujeita considerável parte da população brasileira.
( ) Como tema central, o texto II explora a banaliza-
ção da fome e das condições sub-humanas em que muitos 
brasileiros vivem nas ruas – cena comum, sobretudo, no 
cotidiano dos grandes centros urbanos.
( ) Ainda no texto II, Manuel Bandeira utiliza uma va-
riedade não popular da linguagem, ou seja, vale-se de um 
padrão formal e culto, optando por uma construção poé-
tica realizada a partir do verso livre, isto é, aquele que não 
dispõe de rimas.
( ) No texto III, o autor faz uso de documentos oficiais 
para fundamentar a proposição de que todas as pessoas 
têm direito à alimentação adequada – mesmo em face de 
uma situação pandêmica.
( ) Segundo o autor do texto III, é preciso que haja uma 
ação conjunta de todas as esferas da sociedade, a fim de 
garantir alimentação apropriada a todos, conforme deter-
mina a constituição.
(A) V – V – F – F – V.
(B) F – V – F – V – V.
(C) F – F – V – V – F.
(D) V – F – F – V – V.
(E) V – F – V – F – F.
92.(AOCP - 2021 - MPE-RS - ANALISTA DO MINISTÉ-
RIO PÚBLICO)
A função da linguagem predominante no texto III é
(A) conativa, pois procura convencer os leitores a bus-
carem seus direitos, sobretudo em se tratando do di-
reito à alimentação adequada.
(B) metalinguística, pois dá destaque à linguagem jurí-
dica empregada no texto.
(C) referencial, uma vez que se dedica a informar o lei-
tor, sobretudo, com relação ao direito à alimentação 
adequada no cenário pandêmico.
(D) emotiva, já que o autor evidencia sua visão sobre o 
direito à alimentação adequada.
(E) fática, pois se centra na comunicação entre autor 
e leitor, principal interessado em termos de conheci-
mento sobre direitos constitucionais. 
93.(AOCP - 2021 - MPE-RS - ANALISTA DO MINISTÉ-
RIO PÚBLICO)
Observe o excerto que segue, extraído do texto III, e 
analise as reescritas propostas para ele.
“[...] para lhe assegurar e à sua família a saúde e o 
bem-estar,
principalmente quanto à alimentação [...]”.
I. “[...] para assegurar-lhe e a sua família a saúde e o 
bem-estar, principalmente quanto à alimentação [...]”.
II. “[...] para o assegurar e à sua família a saúde e o 
bem-estar, principalmente quanto à alimentação [...]”.
III. “[...] para assegurar a saúde e o bem-estar a ele e 
a sua família, principalmente quanto à alimentação [...]”.
IV. “[...] para assegurar à saúde e bem-estar a ele e à 
sua família, principalmente quanto à alimentação [...]”.
A correção gramatical foi estritamente mantida ape-
nas em
(A) I e II.
(B) I e III.
(C) I e IV.
(D) II e III.
(E) III e IV. 
94.(AOCP - 2021 - MPE-RS - ANALISTA DO MINISTÉ-
RIO PÚBLICO)
Leia os excertos que seguem, extraídos do texto III, e 
analise as respectivas reescritas propostas para eles.
I. “[...] a formulação de políticas públicas voltadas para 
o estabelecimento de‘comunidades seguras’.”- “[...] a for-
mulação de políticas públicas voltadas ao estabelecimento 
de‘comunidades seguras’.”
II. “Voltou-se a discutir o conceito de‘populações vul-
neráveis’, [...]”.- “Se voltou a discutir o conceito de‘popula-
ções vulneráveis’, [...]”.
III. “[...] toda a pessoa tem direito a um nível de vida 
suficiente [...]”.- “[...] toda a pessoa têm direito a um nível 
de vida suficiente [...]”.
LÍNGUA PORTUGUESA
46
IV. “Por fim, o direito à alimentação adequada foi de-
talhado no Comentário Geral nº 12 [...]”.- “Por fim, no Co-
mentário Geral nº 12, detalhou-se o direito à alimentação 
adequada [...]”.
O sentido e a correção gramatical dos excertos foram 
devidamente mantidos apenas em
(A) I e II.
(B) III e IV.
(C) II e III.
(D) I e IV.
(E) II e IV. 
95.(AOCP - 2021 - MPE-RS - ANALISTA DO MINISTÉ-
RIO PÚBLICO)
Examine o enunciado presente no texto I:
“19 milhões passam fome no Brasil”
Considerando os aspectos fonéticos e fonológicos de 
tal enunciado, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o 
que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequ-
ência correta.
( ) Em “milhões”, há o uso de “lh” em uma mesma síla-
ba – um caso de encontro consonantal.
( ) Há, no termo “milhões”, um ditongo decrescente 
em “ões”.
( ) Em “passam”, há seis letras e respectivos seis fone-
mas.
( ) O uso de “ss”, no vocábulo “passam”, corresponde 
a um dígrafo.
( ) No substantivo “Brasil”, o encontro das consoantes 
“b” e “r” configura um encontro consonantal.
(A) F – F – F – V – V.
(B) F – V – V – V – F.
(C) F – V – F – V – V.
(D) V – V – F – F – V.
(E) V - F – V – F – V. 
96.(AOCP - 2021 - MPE-RS - ANALISTA DO MINISTÉ-
RIO PÚBLICO)
Sobre os aspectos sintáticos presentes no texto II, ana-
lise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as 
corretas.
I. O sujeito dos verbos “ver” e “catar” (primeira estro-
fe) é o mesmo, isto é, ambos os verbos têm o mesmo refe-
rente praticando tais ações.
II. A locução “Na imundície do pátio” modifica seman-
ticamente a forma verbal “catar” (primeira estrofe), indi-
cando o lugar em que se pratica essa ação.
III. Na sentença “Quando achava alguma coisa,” (se-
gunda estrofe), a expressão “alguma coisa” completa, de 
modo indireto, a forma verbal “achar”.
IV. As formas verbais “examinava” e “cheirava” (segun-
da estrofe) não necessitam de complementos.
V. Em “O bicho, meu Deus, era um homem.” (último 
verso), a expressão “um homem” atribui uma característi-
ca ao sujeito “O bicho”.
(A) Apenas I, II e III.
(B) Apenas II, III e V.
(C) Apenas I, IV e V
(D) Apenas III e IV.
(E) Apenas II e V. 
97.(AOCP - 2021 - MPE-RS - ANALISTA DO MINISTÉ-
RIO PÚBLICO) 
No fragmento do título do texto III: “O direito à alimen-
tação adequada [...]”, o acento indicativo de crase foi em-
pregado devido à
(A) fusão do “a” preposição, que rege o substantivo 
“direito”, com o “a” artigo, que acompanha o substan-
tivo feminino “alimentação”.
(B) junção do “a” pronome, que auxilia o substantivo 
“direito”, com o “a” artigo, que acompanha o substan-
tivo feminino “alimentação”.
(C) união do “a” preposição, regente do termo 
“direito”, com o artigo indefinido, que acompanha o 
substantivo comum “alimentação”.
(D) opção facultativa de se contrair duas vogais idênti-
cas: o “a” exigido pelo nome “direito”, com o “a” que 
antecede “alimentação”.
(E) expressão adverbial formada por palavra feminina: 
“à alimentação adequada”.
98.(AOCP - 2021 - MPE-RS - ANALISTA DO MINISTÉ-
RIO PÚBLICO) 
Analise o excerto que segue (texto III).
“A produção de alimentos traz inegáveis consequên-
cias para o meio ambiente, gera reflexos nas concentra-
ções populacionais e afeta movimentos migratórios de 
natureza econômica. No entanto, as pessoas têm o direi-
to a ter alimentos saudáveis e culturalmente adequados, 
produzidos e distribuídos por métodos sustentáveis, [...]”.
A locução em destaque pode ser substituída, sem pre-
juízo de sentido, por
(A) assim.
(B) contudo.
(C) portanto.
(D) com isso.
(E) dessa forma.
Prezado candidato, de acordo com o texto a seguir 
responda as questões 99 e 100.
COMO DEFINIR OBJETIVOS QUANDO NÃO SABEMOS 
O QUE QUEREMOS
Pilar Jericó - 11 MAI 2021
LÍNGUA PORTUGUESA
47
Somos estimulados a sonhar, a buscar objetivos e a 
nos orientar em direção ao que desejamos. Às vezes, o 
problema é que não sabemos o que queremos. É o que 
tenho observado em muitas pessoas, até em mim mesma. 
A dúvida aparece quando terminamos uma etapa, como 
concluir alguns estudos ou finalizar um trabalho. Também 
surge quando estamos cansados de uma determinada si-
tuação, quando temos de nos reinventar devido às circuns-
tâncias ou quando nos deparamos com um fracasso ou um 
contratempo. [...] Um pequeno exercício de reflexão pode 
nos ajudar a recuperar sonhos e a definir objetivos que 
nos animem. Vejamos algumas dicas práticas.
Primeiro, não devemos confundir nossos sonhos com 
fantasias. Um sonho é um projeto que nos anima, como 
estudar algo novo, comprar um carro ou ter um filho. Pode 
ser mais ou menos ambicioso, mas nos impulsiona a nos 
esforçar para conseguir realizá-lo. Já uma fantasia é algo 
que vive em nossa mente, que gostamos de imaginar, mas 
que, no fundo, sabemos que nunca vamos dedicar muita 
energia para alcançá-lo. [...] Dar a volta ao mundo, viver 
nas ilhas paradisíacas do Pacífico ou se tornar diretor de 
cinema em Hollywood poderiam ser alguns exemplos. 
Aprender a diferenciar os sonhos das fantasias nos faz ser 
honestos conosco mesmos e nos alivia da pressão de con-
seguir estas últimas, das quais, insistimos, não necessita-
mos. 
[...] Quando não sabemos o que queremos ou não te-
mos um sonho claro, podemos fazer várias coisas. Por um 
lado, podemos recuperar sonhos do passado como forma 
de inspiração. A adolescência é uma época muito frutífera 
de ideias. Valeria a pena lembrar do que gostávamos ou 
o que nos animava. O objetivo não é realizar os sonhos 
ao pé da letra. Talvez tenham ficado um pouco desatua-
lizados ou, simplesmente, sejam impossíveis de alcançar, 
como se queríamos ser astronautas e agora temos 40 
anos. Os velhos sonhos atuam como faróis, não são cartas 
de navegação, daí a importância de recuperá-los. Reto-
mando o exemplo anterior do astronauta, obtemos infor-
mações sobre nós mesmos. Com esse exercício simples, 
lembramos que gostávamos de aventuras ou de estudar 
as estrelas. Dessa forma, podemos nos matricular em um 
curso de astronomia, comprar um telescópio ou acessar os 
recursos da NASA para conhecer mais a respeito. E você, o 
que gostava de fazer quando era mais jovem? O que pode 
extrair daquilo? 
Outra forma de nos orientarmos é pensar naquilo que 
não queremos. Talvez este exercício não seja tão atraente 
quanto imaginar a si mesmo no futuro, mas é um passo 
válido. O que eu quero parar de fazer? Pode ser no âmbito 
pessoal ou profissional, como evitar me irritar por alguma 
coisa, não continuar neste trabalho ou manter uma ami-
zade.
Quando estamos em uma dúvida profunda sobre o 
que fazer ou quais são nossos sonhos, temos outra opção: 
refletir sobre com quem gostaríamos de parecer, mesmo 
que seja um personagem de
ficção. Mais uma vez, isso 
funciona como farol, mas volta a nos dar pistas sobre nós 
mesmos. Com este exercício, podemos tirar conclusões 
que nos ajudem a aterrissar na realidade e a definir obje-
tivos concretos.
Adaptado de: https://brasil.elpais.com/esti-
lo/2021-05-11/como-definir-objetivos-quando-nao-sabe-
mos-o-que-queremos.html. Acesso em: 14 mai. 2021.
99.(AOCP - 2021 - MPE-RS - TÉCNICO DO MINISTÉ-
RIO PÚBLICO)
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que
(A) a dúvida sobre o que se quer surge nos momentos 
em que as pessoas não conseguem discernir sonhos 
de fantasias.
(B) seu propósito principal é discutir os motivos pelos 
quais as pessoas têm dificuldade em definir objetivos.
(C) a constatação de que as pessoas não sabem o que 
querem é resultado de uma pesquisa acadêmica feita 
pela autora.
(D) uma forma de definir um objetivo é recuperar um 
sonho da adolescência e buscar realizálo como ele foi 
concebido originalmente.
(E) no processo de definição de objetivos, pensar so-
bre o que não se quer é tão útil quanto pensar sobre 
que se quer. 
100.(AOCP - 2021 - MPE-RS - TÉCNICO DO MINISTÉ-
RIO PÚBLICO) 
Sobre os recursos linguísticos utilizados na estrutura-
ção do texto, assinale a alternativa correta.
(A) Os exemplos fornecidos pela autora têm a finali-
dade de comprovar seus argumentos em defesa das 
vantagens em se ter sonhos e objetivos.
(B) O uso frequente da primeira pessoa do plural con-
tribui para o alto grau de formalidade do texto.
(C) As perguntas feitas no texto estabelecem um diá-
logo com o leitor, com o fim de fazê-lo refletir e buscar 
respostas para os questionamentos propostos.
(D) O texto apresenta a seguinte estrutura: introdução, 
em que o tema central é contextualizado; desenvolvi-
mento, em que são dados argumentos para a defesa 
da tese; conclusão, em que as informações principais 
são retomadas resumidamente.
(E) O texto é construído majoritariamente por perío-
dos simples, com o intuito de tornar a leitura mais flui-
da e de fácil compreensão. 
LÍNGUA PORTUGUESA
48
GABARITO
1 B
2 D
3 D
4 ERRADO 
5 A
6 CERTO 
7 Certo
8 C
9 CERTO
10 ERRADo
11 ERRADO
12 ERRAdo
13 ERRADo
14 ERRADO
15 CERTO
16 CERTO
17 CERTO
18 CERTO
19 CERTO
20 CERTO
21 ERRADO
22 ERRADO
23 ERRADO
24 ERRADO
25 ERRADO
26 CERTO
27 ERRADO
28 ERRADO
29 CERTO
30 E 
31 B
32 A
33 C
34 E 
35 A
36 B
37 B
38 D
39 C
40 E
41 B
42 C
43 A
44 D
45 C
46 E 
47 E 
48 D
49 B
50 D
51 C
52 C
53 A
54 C
55 D
56 C
57 E
58 D
59 B
60 A
61 A
62 E
63 B
64 B
65 B
66 A
67 C
68 E
69 D
70 C
71 D
72 B
73 D
74 A
75 B
76 D
77 A
78 C
79 B
80 C
81 B
82 D
83 A
84 C
85 A
86 E
87 D
LÍNGUA PORTUGUESA
49
88 E
89 C
90 D
91 D
92 C
93 B
94 D
95 C
96 E
97 A
98 B
99 E
100 C
ANOTAÇÕES
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LÍNGUA PORTUGUESA
50
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MATEMÁTICA
1
MATEMÁTICA
1.(2009, AOCP, IBC)
Em relação a transcrição braille dos números decimais 
e fracionários, analise as assertivas e assinale a alternativa 
que aponta(s) a(s) corretas. 
I. A vírgula decimal é representada pelo ponto 3. 
II. As expressões decimais (dízimas periódicas) se 
transcrevem, sem colocar parênteses comuns ou auxilia-
res.
III. Na escrita de números fracionários, o numerador é 
precedido de sinal de número utilizando a parte inferior da 
cela braille e o denominador na parte superior, este sem 
sinal de número.
IV. A vírgula decimal é representada pelo ponto 2.
Alternativas
(A) Apenas I está correta.
(B) Apenas IV está correta.
(C) Apenas III e IV estão corretas.
(D) Apenas II e III estão corretas.
(E) Apenas IV está correta.
2.(2009, AOCP, IBC)
Assinale a alternativa que associa corretamente os nú-
meros do primeiro bloco à(s) letra(s) do segundo bloco. 
1. sinal de igualdade: “é igual a”. 2. “por cento” 3. 
“maior que” 4. “é diferente de”
A. Pontos (56, 2356) B. Pontos (25, 2356) C. Pontos 
(135) D. Pontos (246) E. Pontos (2356) F. Pontos (45, 2356) 
G. Pontos (456, 356)
Alternativas
(A) 1D, 2G, 3C, 4F.
(B) 1F, 2D, 3C, 4E.
(C) 1D, 2F, 3C, 4E.
(D) 1E, 2G, 3D, 4B.
(E)1E, 2G, 3C, 4F.
3.(2009, AOCP, IBC)
A vista superior de uma placa retangular tem as se-
guintes dimensões: 4,2 m x 2 m. Com essa placa deseja-se 
obter duas placas trapezoidais de mesma área. Efetuando 
um único corte, quantas possibilidades há para se obter 
essas placas?
Alternativas
(A) 1.
(B) 2.
(C) 4.
(D) Maior do que 4 e menor do que 9.
(E) Maior do que 10.
4.(AOCP - 2010 - Colégio Pedro II - Assistente de Admi-
nistração)
Uma escola de Educação Básica atende do 1º ao 9º 
ano do Ensino Fundamental e da 1ª à 3ª série do Ensino 
Médio.Sabe-se que 65% dos alunos estão matriculados no 
Ensino Fundamental e que 1/4 dos alunos estão matricula-
dos na 3ª série do Ensino Médio. Nessas condições, a per-
centagem de alunos matriculados nas outras duas séries 
do Ensino Médio é :
Alternativas
(A) 5%.
(B) 7,5%.
(C) 10%.
(D) 12%.
(E) 15%.
5. (AOCP - 2010 - COLÉGIO PEDRO II - ASSISTENTE 
DE ADMINISTRAÇÃO)
Nessas condições, o salário médio desses funcionários 
é:
Alternativas
(A) R$ 1 815,00.
(B) R$ 1 825,00.
(C) R$ 1 875,00.
(D) R$ 1 915,00.
(E) R$ 1 925,00.
6. (AOCP - 2010 - COLÉGIO PEDRO II - ASSISTENTE 
DE ADMINISTRAÇÃO)
O chefe de um setor administrativo cronometrou o 
tempo gasto por duas funcionárias para lacrar envelopes. 
Verificou que Bel demora, em média, 2 segundos para 
lacrar 3 envelopes. Cida é um pouco mais vagarosa, pois 
demora, em média, 5 segundos para lacrar 7 envelopes. 
Supondo que ambas mantenham o mesmo desempenho 
apresentado quando o chefe realizou a cronometragem, 
pode-se afirmar que enquanto Bel lacrar 180 envelopes, 
Cida lacrará:
Alternativas
(A) 176 envelopes.
(B) 174 envelopes.
(C) 172 envelopes
(D) 170 envelopes.
(E) 168 envelopes.
MATEMÁTICA
2
7.(AOCP - 2010 - Colégio Pedro II - Técnico de Tecnolo-
gia da Informação)
Uma escola de Educação Básica atende do 1º ao 9º 
ano do Ensino Fundamental e da 1ª à 3ª série do Ensino 
Médio. Sabe-se que 65% dos alunos estão matriculados 
no Ensino Fundamental e que Imagem 005.jpg dos alunos 
estão matriculados na 3ª série do Ensino Médio. Nessas 
condições, a percentagem de alunos matriculados nas ou-
tras duas séries do Ensino Médio é
Alternativas
(A) 5%.
(B) 7,5%.
(C) 10%.
(D) 12%.
(E) 15%.
8.(AOCP - 2010 - Colégio Pedro II - Técnico de Tecnolo-
gia da Informação)
Os salários dos 20 funcionários do setor administrativo 
de uma escola estão apresentados no quadro abaixo:
Nessas condições, o salário médio desses funcionários 
é
Alternativas
(A) R$ 1 815,00.
(B) R$ 1 825,00.
(C) R$ 1 875,00.
(D) R$ 1 915,00.
(E) R$ 1 925,00.
9.(AOCP - 2012 - TCE-PA - ASSESSOR TÉCNICO DE 
INFORMÁTICA - ADMINISTRADOR DE BANCO DE DA-
DOS)
Considere as proposições:
p: “Brito pilota aviões”;
q: “Brito pilota motos”;
r: “Brito pilota carros”.
Assinale a alternativa que apresenta uma possível lin-
guagem simbólica para a sentença: “Brito pilota carros e 
aviões ou Brito não pilota aviões e não pilota motos”.
Alternativas
(A) (p ∧ r) ∨ [(~p) ∨ (~q)]
(B) (p ∨ r ) ∨ ~ ( p ∧ q )
(C) ( p ∧ r ) ∨ ~ ( p ∨ q )
(D) ( p ∧ r ) ∨ ~ ( p ∧ q )
(E)( p ∧ r ) ∨ [(~p ) ∧ q ) ]
10.(AOCP - 2012 - TCE-PA - ASSESSOR TÉCNICO DE 
INFORMÁTICA - ADMINISTRADOR DE BANCO DE DA-
DOS)
Considere as proposições:
“Se Beto liga para Glória, então Glória vai à festa”;
“Se Glória vai à festa, então Carla cuida do bebê”;
“Se Carla cuida do bebê, então Raul liga para Carla”;
“Mas Raul não liga para Carla”.
Nessas condições,
Alternativas
(A) Carla não cuida do bebê e Beto não liga para Glória.
(B) Carla cuida do bebê e Glória vai à festa.
(C) Carla não cuida do bebê e Glória vai à festa.
(D) Glória vai à festa e Beto liga para Glória.
(E) Glória não vai à festa e Beto liga para Glória.
11.(AOCP - 2012 - TCE-PA - ASSESSOR TÉCNICO DE 
INFORMÁTICA - ADMINISTRADOR DE BANCO DE DA-
DOS)
Os funcionários de um setor do Tribunal de Contas do 
Estado são responsáveis por hastear 7 bandeiras, diaria-
mente, não havendo folga em nenhum dia da semana. Sa-
be-se que a bandeira do Brasil sempre ocupa o 1º mastro 
e a colocação das demais bandeiras nunca é a mesma dos 
dias anteriores. Esses funcionários conseguirão hastear 
essas bandeiras, cumprindo a condição de não repetir a 
mesma sequência, durante
Alternativas
(A) mais de 2 anos.
(B) mais de 1 ano e meio e menos de 2 anos.
(C) mais de 1 ano e menos de 1 ano e meio.
(D)mais de 6 meses e menos de 1 ano.
(E) mais de 3 meses e menos de 6 meses.
12.(AOCP - 2012 - TCE-PA - TÉCNICO DE INFORMÁ-
TICA - SUPORTE)
Na sequência (-1, 0, 1, 2, 9, ...), cada termo, a partir 
do segundo, é obtido pela mesma lei de formação. Nessas 
condições, o próximo elemento da sequência é
Alternativas
(A) 16.
(B) 28.
(C) 82.
(D) 680.
(E) 730.
MATEMÁTICA
3
13.(AOCP - 2012 - TCE-PA - TÉCNICO DE INFORMÁ-
TICA - SUPORTE)
Uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito 
(Contran) prorrogou mais uma vez – até 31 de janeiro de 
2013 – a tolerância de 7,5% sobre os limites de peso bruto 
transmitido por eixo de veículo à superfície
das vias públi-
cas. Supondo que o peso máximo admitido por eixo iso-
lado de um veículo com dois pneumáticos seja de 6 tone-
ladas, quantos quilogramas excedentes serão permitidos, 
por eixo, a esse veículo?
Alternativas
(A) 45 kg
(B) 90 kg
(C) 180 kg
(D) 450 kg
(E) 900 kg
14.(AOCP - 2012 - TCE-PA - TÉCNICO DE INFORMÁ-
TICA - SUPORTE) 
Considere as proposições: “ p p: Inês gosta de Jaime” e 
“ q q: Inês gosta de Hugo”. Assinale a alternativa que apre-
senta uma possível linguagem simbólica para a sentença: 
“É falso que Inês gosta de Jaime, mas que não gosta de 
Hugo”.
Alternativas
(A) ~p v ~q
(B) ~( p v~q)
(C) ~(p v q)
(D) ~p ∧ ~ q
(E) ~(p ∧ ~ q)
15.(AOCP - 2012 - TCE-PA - TÉCNICO DE INFORMÁ-
TICA - SUPORTE) 
Para estimular os estudos em matemática, um pai fez 
a seguinte proposta à filha: “A cada problema resolvido 
corretamente, você receberá R$ 5,00 e, a cada problema 
resolvido erroneamente, você deverá pagar uma multa de 
R$ 2,00”. Após resolver 30 problemas, a filha recebeu R$ 
122,00. Quantos problemas ela acertou?
Alternativas
(A) 28
(B) 27
(C) 26
(D) 25
(E) 24
16.(AOCP - 2012 - TCE-PA - TÉCNICO DE INFORMÁ-
TICA - SUPORTE) 
Um casal decidiu aplicar, no mesmo dia, a mesma 
quantia em um fundo de ações. O marido aplicou, nesse 
fundo, 1/4 das ações na empresa A, 1/3 na empresa B e 
o restante na empresa C. Sua esposa aplicou 1/3 das ações 
na empresa A,1/4 das ações na empresa B e o restante na 
empresa C. Em um ano, o valor das ações da empresa A 
aumentou 10%, o das ações da empresa B diminuiu 20% 
e o das ações da empresa C aumentou 13%. Em relação à 
quantia total aplicada, ao final desse ano,
Alternativas
(A) ambos tiveram lucro e o da esposa foi superior ao 
do marido.
(B) ambos tiveram lucro e o da esposa foi inferior ao 
do marido.
(C) o marido teve lucro e a esposa prejuízo.
(D) o marido teve prejuízo e a esposa teve lucro.
(E) ambos tiveram prejuízos.
17.(AOCP - 2013 - COREN-SC - ADVOGADO) 
Uma dona de casa comprou um determinado produto 
em uma loja, mas não tinha dinheiro para pagá-lo à vista, 
então, deu de entrada 35% do custo total do produto. O 
restante, a dona de casa dividiu em 10 parcelas sem juros. 
Sabendo que R$350,00 equivale a 40% do valor da entra-
da, quanto pagará em cada parcela?
Alternativas
(A) R$ 234,00.
(B) R$ 250,00.
(C) R$ 162,50.
(D) R$ 189,50.
(E) R$ 218,50.
18.(AOCP - 2013 - COREN-SC - ADVOGADO) 
Em um determinado colégio, os professores utilizam 
duas formas para a avaliação dos alunos: prova e trabalho. 
Neste colégio, 90% dos professores utilizam provas para 
avaliação e 75%, trabalhos. Sabendo que os professores 
utilizam pelo menos uma dessas formas de avaliação, qual 
é a porcentagem dos professores que utilizam ambas as 
formas?
Alternativas
(A) 15%
(B) 10%
(C) 25%
(D) 65%
(E) 45%
MATEMÁTICA
4
19.(AOCP - 2013 - COREN-SC - TÉCNICO ESPECIALI-
ZADO - ADMINISTRADOR DE REDES ) 
Os alunos do último ano de um curso fizeram uma rifa 
a fim de arrecadar fundos para a festa de formatura. Fo-
ram vendidos 400 bilhetes. A mãe de uma aluna, para co-
laborar, comprou 20 bilhetes. A porcentagem do total que 
ela comprou foi
Alternativas
(A) 5%.
(B) 10%.
(C) 15%.
(D) 20%.
(E) 25%.
20.(AOCP- PREFEITURA DE ANGRA DOS REIS - RJ ) 
O preço de uma televisão sofre um acréscimo de 15% 
quando ela é parcelada em 5 vezes. Qual é o valor de 
cada prestação, sabendo que seu preço à vista era de R$ 
1800,00? 
Alternativas
(A) R$ 356,00 
(B) R$ 414,00 
(C) R$ 436,00 
(D) R$ 500,00 
(E) R$ 550,00
21.(AOCP- PREFEITURA DE ANGRA DOS REIS - RJ ) 
Considerando o bissetor par (reta que divide ao meio o 
segundo e o quarto quadrantes), qual é a equação de uma 
reta perpendicular ao referido bissetor? 
Alternativas
(A) 3x + 2y = 10. 
(B) x + y = 10.
(C) 3x – 3y = 10. 
(D) 10x + 3y = 2. 
(E) 5x = y + 10.
22.(AOCP - 2016 - SERCOMTEL S.A TELECOMUNI-
CAÇÕES - ANALISTA) 
Um pai deu aos seus três filhos tudo o que tinha na 
carteira. Para cada filho ele deu R$ 2,00 a mais do que a 
metade do que deu ao filho anterior. Qual é o valor que 
esse pai possuía na carteira?
Alternativas
(A) R$ 12,00.
(B) R$ 20,00.
(C) R$ 28,00.
(D) R$ 32,00.
(E) R$ 44,00
23.(AOCP - 2016 - SERCOMTEL S.A TELECOMUNI-
CAÇÕES - ANALISTA ) 
Considere a seguinte sequência: 11; 12; 14; 17; 21;... 
Qual é o sétimo termo?
Alternativas
(A) 26
(B) 29
(C) 30
(D) 32
(E) 35
24.(AOCP - 2016 - SERCOMTEL S.A TELECOMUNI-
CAÇÕES - ANALISTA ) 
Considere o seguinte arranjo entre amigos: Se Lucia al-
moça no restaurante, José almoça em casa. Se José almoça 
em casa, Carla almoça no restaurante. Se Carla almoça no 
restaurante, João almoça em casa. Dessa maneira, se João 
almoçou no restaurante, podemos afirmar que
Alternativas
(A) José almoçou em casa.
(B) Carla almoçou no restaurante.
(C) Lucia e Carla almoçaram no restaurante.
(D) Lucia não almoçou no restaurante e Carla almoçou 
no restaurante.
(E) Lucia não almoçou no restaurante e José não almo-
çou em casa.
25.(AOCP - 2016 - SERCOMTEL S.A TELECOMUNI-
CAÇÕES - ANALISTA ) 
Daniela possui 5 xícaras em seu armário, cada uma 
com um peso e formato diferente da outra. A xícara bran-
ca é mais pesada que a preta. A xícara preta é mais pesada 
que a rosa. A xícara verde é mais leve que a xícara verme-
lha e mais pesada que a branca. Qual é a xícara mais leve?
Alternativas
(A) A rosa.
(B) A preta.
(C) A branca.
(D) A verde.
(E) A vermelha.
26.(AOCP - 2016 - SERCOMTEL S.A TELECOMUNI-
CAÇÕES - ANALISTA ) 
Senhor Silva fez um empréstimo de R$ 7.000,00, que 
será quitado em uma única parcela, 5 meses depois, a uma 
taxa de juros simples de 3% ao mês. Sendo assim, de quan-
to será o montante ao final do quinto mês?
Alternativas
(A) R$ 7.500,00.
(B) R$ 8.000,00.
(C) R$ 8.050,00.
(D) R$ 9.050,00.
(E) R$ 9.500,00.
MATEMÁTICA
5
27.(AOCP - 2016 - SERCOMTEL S.A TELECOMUNI-
CAÇÕES - ANALISTA ) 
Quantos anagramas da palavra JUROS começam pela 
letra J?
Alternativas
(A) 12
(B) 24
(C) 60
(D) 80
(E) 120
28.(AOCP - 2016 - SERCOMTEL S.A TELECOMUNI-
CAÇÕES - ANALISTA ) 
Quantas horas levará para encher um tanque de 1920 
litros. Sabendo que a torneira que abastece esse tanque 
despeja 60 litros a cada 15 minutos?
Alternativas
(A) 4 horas.
(B) 5 horas.
(C) 6 horas.
(D) 7 horas.
(E) 8 horas.
29.(AOCP - 2016 - SERCOMTEL S.A TELECOMUNI-
CAÇÕES - TÉCNICO PROFISSIONALIZANTE - A )
Em um escritório, trabalham 50 pessoas. Dessas 50 
pessoas, 9 tomam café, 28 são mulheres ou tomam café 
e 2 são homens que tomam café. Sendo assim, qual é o 
número de mulheres que não tomam café?
Alternativas
(A) 26
(B) 24
(C) 20
(D) 19
(E) 7
30.(AOCP - 2016 - SERCOMTEL S.A TELECOMUNI-
CAÇÕES - TÉCNICO PROFISSIONALIZANTE - A )
João conseguiu um desconto de 14% da empresa de 
telefonia que era assinante, passando a pagar R$ 120,40 
mensais. Qual era o valor que João pagava antes de rece-
ber o desconto?
Alternativas
(A) R$ 190,60.
(B) R$ 186,00.
(C) R$ 164,00.
(D) R$ 150,60.
(E) R$ 140,00.
31.(AOCP - 2016 - SERCOMTEL S.A TELECOMUNI-
CAÇÕES - TÉCNICO PROFISSIONALIZANTE - A )
O dono de uma loja de camisas recebe 2/5 de lucro 
sobre cada camisa que é vendida por R$ 45,00. Para que 
esse dono de loja receba um lucro de R$ 360,00, quantas 
dessas camisas ele precisaria vender?
Alternativas
(A) 15
(B) 17
(C) 19
(D) 20
(E) 24
32.(AOCP - 2016 - SERCOMTEL S.A TELECOMUNI-
CAÇÕES - TÉCNICO PROFISSIONALIZANTE - A )
Uma mercadoria que custa R$ 180,00 sofre um acrés-
cimo e passa a custar R$ 228,60. Qual foi o percentual do 
acréscimo?
Alternativas
(A) 25%
(B) 27%
(C) 29%
(D) 30%
(E) 32%
33.(AOCP - 2016 - PREFEITURA DE JUIZ DE FORA - 
MG - AUDITOR FISCAL )
Um agrônomo realizou um estudo científico a respeito 
da infestação de uma determinada praga em três tipos de 
culturas diferentes, A, B e C, todas com a mesma área de 
cultivo. Nesse estudo, o agrônomo determinou que 6/11 
da área cultivada da cultura A, 2/3 da área cultivada da 
cultura B e 4/7 da área cultivada da cultura C estão infes-
tadas pela praga em estudo. Pela análise dessas informa-
ções, é correto afirmar que
Alternativas
(A) a cultura do tipo A é a que possui a maior área cul-
tivada com infestação da praga.
(B) a cultura do tipo B é a que possui a menor área 
cultivada com infestação da praga.
(C) a cultura do tipo B é a que possui a maior área cul-
tivada com infestação da praga.
(D) a cultura do tipo C é a que possui a menor área 
cultivada com infestação da praga.
(E) a cultura do tipo C é a que possui a maior área cul-
tivada com infestação da praga.
MATEMÁTICA
6
34.(AOCP - 2016 - PREFEITURA DE JUIZ DE FORA - 
MG - AUDITOR FISCAL )
Seja a situação na qual se sabe que a atividade X e o 
fenômeno Y são correlacionados e, então, afirma-se que, a 
cada unidade monetária (R$ 1,00) investida na atividade X, 
obtém-se de retorno dez unidades monetárias (R$ 10,00) 
como resultado do desenvolvimento do fenômeno medi-
do por Y. Assim, pode-se concluir que o modelo ajustado 
aos dados desse relacionamento e no qual se fundamenta 
a afirmação é
Alternativas
A
Y = 3 + 5X.
B
Y = 2 + 8X.
C
Y = 50 + 0,5X.
D
Y = 10 + X.
E
Y = 10 + 5X.
35.(AOCP - 2016 - PREFEITURA DE JUIZ DE FORA - 
MG - ASSISTENTE DE ADMINISTRAÇÃO II )
Augusto já leu 13 páginas de um livro e ainda faltam 
ler 98 páginas do mesmo livro. Assim, o total de páginas 
desse livro que Augusto está lendo é igual a
Alternativas
(A) 101.
(B) 103.
(C) 108.
(D) 111.
(E) 121.
36.(AOCP - 2016 - PREFEITURA DE JUIZ DE FORA - 
MG - ASSISTENTE DE ADMINISTRAÇÃO II )
Considere que uma cidade A possua 2.274.167 habi-
tantes e que uma cidade B possua 1.550.317 habitantes. O 
número de habitantes que a cidade B possui a menos que 
a cidade A é igual a
Alternativas
(A) 728.350.
(B) 723.850.
(C) 782.350.
(D) 732.850.
(E) 753.280.
37.(AOCP - 2016 - PREFEITURA DE JUIZ DE FORA - 
MG - ASSISTENTE DE ADMINISTRAÇÃO II )
Para realizar uma atividade em sala de aula, uma pro-
fessora precisa distribuir 7 folhas de sulfite para cada um 
dos seus 13 alunos. O total de folhas de sulfite que essa 
professora irá distribuir para os seus alunos é igual a
Alternativas
(A) 81.
(B) 101.
(C) 91.
(D) 51.
(E) 81.
38.(AOCP - 2016 - PREFEITURA DE JUIZ DE FORA - 
MG - ASSISTENTE DE ADMINISTRAÇÃO II )
Um colecionador de selos dispõe de 50 selos para se-
rem colados em um álbum composto de 8 páginas. Nesse 
álbum, ainda não foi colado nenhum selo e em cada pági-
na podem ser colados até 6 selos. Após o colecionador ter 
preenchido todo esse álbum, colando o máximo de selos 
permitidos por página, o total de selos que sobraram, sem 
serem colados no álbum, é igual a
Alternativas
(A) 1.
(B) 2.
(C) 3.
(D) 4.
(E) 5.
39.(AOCP - 2016 - PREFEITURA DE JUIZ DE FORA - 
MG - ASSISTENTE DE ADMINISTRAÇÃO II )
Uma escola da rede particular de ensino doou 380 
livros para uma biblioteca municipal de um determina-
do bairro. Se essa escola tivesse doado 37 livros a menos 
para essa biblioteca, sobrariam 357 livros para doar a uma 
segunda biblioteca municipal, localizada em outro bairro. 
Dessa forma, o total de livros que a escola possuía, antes 
de fazer a doação para a primeira biblioteca municipal, era 
igual a
Alternativas
(A) 1.000 livros.
(B) 900 livros.
(C) 800 livros.
(D) 700 livros.
(E) 600 livros.
MATEMÁTICA
7
40.(AOCP - 2016 - PREFEITURA DE JUIZ DE FORA - 
MG - ASSISTENTE DE ADMINISTRAÇÃO II )
Para ir de uma cidade A para uma cidade B, um avião 
percorre 700 km em 30 minutos. Mantendo a velocidade 
desse percurso, o tempo que esse mesmo avião faz em um 
percurso de 2.800 km é igual a
Alternativas
(A) 45 minutos.
(B) 60 minutos.
(C) 80 minutos.
(D) 100 minutos.
(E) 120 minutos.
41. (INSTITUTO AOCP - 2018 - PM-ES - SOLDADO)
Considere o conjunto C dado por C = {2, 4, 8, x, y}, em 
que x e y são números inteiros. Sabendo que a soma dos 
elementos de C resulta em 44 e que o valor de y é o dobro 
do valor de x, então a diferença entre y e x, nessa ordem, 
é igual a
(A) 2.
(B) 4.
(C) 6.
(D) 8.
(E) 10.
42. (INSTITUTO AOCP - 2018 - PM-ES - SOLDADO)
Dados os conjuntos A = {1, 2, 3, 4} e B = {3, 4, 5}, então 
o número de elementos de A ∪ B é igual a
(A) 3.
(B) 4.
(C) 5.
(D) 6.
(E) 7.
43. (INSTITUTO AOCP - 2018 - PM-ES - SOLDADO)
Se todo soldado é militar e nenhum militar é político, é 
possível concluir, corretamente, que
(A) nenhum militar é soldado.
(B) nenhum soldado é político.
(C) todo soldado é político.
(D) todo político é militar.
(E) todo militar é soldado.
44. (INSTITUTO AOCP - 2018 - PM-ES - SOLDADO)
Considere as duas afirmações a seguir:
• Todo soldado atua na defesa civil ou atua na defesa 
ambiental.
• Pedro é um soldado da defesa civil.
Logo, é correto afirmar que
(A) Pedro atua na defesa civil e na defesa ambiental.
(B) se Pedro não atuar na defesa ambiental, então ele 
não é um soldado.
(C) Pedro somente atua na defesa ambiental se atuar 
na defesa civil.
(D) como Pedro atua na defesa civil, então ele também 
atua na defesa ambiental.
(E) Pedro não atua na defesa ambiental.
45. (INSTITUTO AOCP - 2018 - PM-ES - ASPIRANTE 
DA POLÍCIA MILITAR)
Considere que x, y e z são três números inteiros, tais que:
• x é o número total de anagramas da palavra RAMO;
• y é o número total de anagramas da palavra AMAR;
• z é o número total de anagramas da palavra OSSO.
Com base nessas informações, é correto afirmar que
(A) x > y > z.
(B) y < x < z.
(C) x < z < y.
(D) y < z < x .
(E) x = y = z.
46. (INSTITUTO AOCP - 2018 - PM-ES - ASPIRANTE 
DA POLÍCIA MILITAR)
A negação da afirmação “Todos os soldados são ofi-
ciais” será dada por
(A) “Nenhum soldado é oficial”.
(B) “Pelo menos um oficial não é soldado”.
(C) “Todos os oficiais não são soldados”.
(D) “Nenhum oficial é soldado”.
(E) “Pelo menos um soldado não é oficial”.
47. (AOCP - 2018 - PM-TO - ASPIRANTE DA POLÍCIA 
MILITAR)
Uma instituição pública de ensino ofereceu um curso 
gratuito para um concurso público. Nesse curso, foram 
oferecidas as disciplinas de Matemática, Português e In-
formática, e cada pessoa poderia se inscrever somente em 
uma dessas disciplinas. Após a finalização de todas as ins-
crições, constatou-se que
• 107 pessoas se inscreveram em Matemática ou em 
Informática;
• 74 pessoas se inscreveram em Português ou em Ma-
temática;
• 91 pessoas se inscreveram em Português ou em In-
formática.
MATEMÁTICA
8
Dessa forma, o total de pessoas inscritas nesse curso 
é igual a
(A) 91.
(B) 100.
(C) 107.
(D) 125.
(E) 136.
48. (AOCP - 2018 - PM-TO - ASPIRANTE DA POLÍCIA 
MILITAR)
Uma empresa alimentícia aplicou uma pesquisa em 
um supermercado sobre o consumo diário de três produ-
tos: legumes, verduras e carne vermelha. Foram entrevis-
tadas 100 pessoas e, nessa pesquisa, constatou-se que:
• 5 pessoas consomem diariamente legumes, verduras 
e carne vermelha;
• 19 pessoas consomem diariamente legumes e carne 
vermelha;
• 8 pessoas consomem diariamente verduras e carne 
vermelha;
• 15 pessoas consomem diariamente legumes e ver-
duras;
• 26 pessoas consomem diariamente carne vermelha;
• 41 pessoas consomem diariamente legumes;
• 29 pessoas consomem diariamente verduras.
Com base nessas informações, entre as pessoas entre-
vistadas, é correto afirmar que
(A) 48 pessoas consomem diariamente legumes e ver-
duras.
(B) 55 pessoas consomem diariamente verduras e car-
ne vermelha.
(C) 37 pessoas consomem diariamente legumes e car-
ne vermelha.
(D) 41 pessoas não consomem diariamente nenhum 
dos três produtos indicados na pesquisa.
(E) 20 pessoas consomem somente um dos três pro-
dutos citados.
49. (AOCP - 2018 - PM-TO - ASPIRANTE DA POLÍCIA 
MILITAR)
A contrapositiva da afirmação “Se uma figura é um re-
tângulo, então essa figura é um quadrilátero” será dada por
(A) “Se uma figura é um quadrilátero, então essa figura 
é um retângulo”.
(B) “Se uma figura não é um retângulo, então essa figu-
ra não é um quadrilátero”.
(C) “Se uma figura é um retângulo, então essa figura 
não é um quadrilátero”.
(D) “Se uma figura não é um quadrilátero, então essa 
figura não é um retângulo”.
(E) “Se uma figura não é um quadrilátero, então ela 
pode ser um retângulo”.
50. (INSTITUTO AOCP - 2016 - PM-CE - SOLDADO
DA POLÍCIA MILITAR)
Considerando os conhecimentos em Raciocínio Lógico, 
julgue, como Certo (C) ou Errado (E), o item a seguir.
Se Lucas faz o almoço, então Camila não almoça fora. 
Sendo assim, podemos sempre garantir que: Se Camila al-
moça fora, então Lucas não fez o almoço.
( ) CERTO
( ) ERRADO
51. (INSTITUTO AOCP - 2016 - PM-CE - SOLDADO 
DA POLÍCIA MILITAR)
Considerando os conhecimentos em Raciocínio Lógico, 
julgue, como Certo (C) ou Errado (E), o item a seguir.
A afirmação “5=2+3 ou o número 10 é ímpar” é uma 
afirmação falsa.
( ) CERTO
( ) ERRADO
52.(AOCP - Fiscal de Posturas Municipais (Pref JF)/2016 
(e mais 1 concurso) 
Quando afirmamos que “Joaquim não é prefeito ou 
Humberto é mineiro” é, do ponto de vista lógico, o mesmo 
que afirmarmos que
(A) “Se Joaquim não é prefeito, então Humberto é mi-
neiro”.
(B) “Se Joaquim é prefeito, então Humberto é minei-
ro”.
(C) “Se Joaquim é prefeito, então Humberto não é mi-
neiro”.
(D) “Se Joaquim não é prefeito, então Humberto não 
é mineiro”.
(E) “Se Humberto é mineiro, então Joaquim é prefei-
to”.
53.(AOCP - Fiscal de Posturas Municipais (Pref JF)/2016 
(e mais 1 concurso) 
Quando dizemos que não é verdade que “Pedro é mé-
dico e Marcos não é alto”,é logicamente equivalente a di-
zer que é verdade que
(A) “Se Pedro não é médico, então Marcos não é alto”.
(B) “Se Pedro não é médico, então Marcos é alto”.
(C) “Pedro é médico ou Marcos é alto”.
(D) “Pedro não é médico e Marcos é alto”.
(E) “Pedro não é médico ou Marcos é alto”.
MATEMÁTICA
9
54.(AOCP - Agente (Pref JF)/Atendimento ao Públi-
co/2016) 
Quando dizemos que não é verdade que “Antonio é 
baixo e Joaquim é rico”, é logicamente equivalente a dizer 
que é verdade que
(A) “Se Antonio não é baixo, então Joaquim não é rico”.
(B) “Antonio não é baixo e Joaquim não é rico”.
(C) “Se Antonio não é baixo, então Joaquim é rico”.
(D) “Antonio não é baixo ou Joaquim não é rico”.
(E) “Antonio é baixo ou Joaquim não é rico”.
55.(AOCP - Administrador (COREN SC)/2013 (e mais 4 
concursos) 
A negação da proposição “Ana gosta do campo e Már-
cia gosta do litoral” é
(A) Ana não gosta do campo ou Márcia não gosta do 
litoral.
(B) Ana não gosta do campo e Márcia não gosta do 
litoral.
(C) Se Ana não gosta do campo, então Márcia não gos-
ta do litoral.
(D) Se Márcia não gosta do litoral, então Ana não gosta 
do campo.
(E) Ana não gosta do campo se, e somente se, Márcia 
não gosta do litoral.
56.(AOCP - Auxiliar Legislativo (CM Irati)/2009 ) 
A negação da proposição “O contador prepara o im-
posto de renda da firma ou conclui a planilha de custos” é
(A) O contador não prepara o imposto de renda da fir-
ma ou não conclui a planilha de custos.
(B) O contador não prepara o imposto de renda da fir-
ma e não conclui a planilha de custos.
(C) O contador não prepara o imposto de renda da fir-
ma ou conclui a planilha de custos.
(D) O contador não prepara o imposto de renda da fir-
ma e conclui a planilha de custos.
(E) O contador prepara o imposto de renda da firma e 
não conclui a planilha de custos.
57.(AOCP - Assistente de Administração (FUNPA-
PA)/2018 (e mais 1 concurso) 
Em uma empresa de informática, trabalham 3 funcio-
nários: José, Antônio e João. Eles foram incumbidos de 
realizar juntos, em equipe, um back-up no computador 
central desta empresa.
Considere as seguintes afirmações:
I. Antônio fez o back-up.
II. José e João fizeram o back-up.
III. Se João não fez o back-up, então Antônio também 
não o fez.
Sabendo que as afirmações I e III são verdadeiras e 
que a afirmação II é falsa, é correto afirmar que
(A) José não fez o back-up.
(B) Somente José fez o back-up.
(C) José e João não fizeram o back-up.
(D) Somente Antônio fez o back-up.
(E) José e Antônio fizeram o back-up.
58.(AOCP - Agente (Pref JF)/Transporte e Trânsito 
I/2016 (e mais 1 concurso) 
Se Augusto liga para Bruna, então Bruna vai ao Sho-
pping Center. Se Bruna vai ao Shopping Center, então De-
nise fica em casa. Se Denise fica em casa, então Érico liga 
para Denise. Se Érico não liga para Denise, então
(A) Bruna não vai ao Shopping Center e Augusto liga 
para Bruna.
(B) Denise fica em casa e Bruna vai ao Shopping Center.
(C) Denise não fica em casa e Augusto liga para Denise.
(D) Denise não fica em casa e Augusto não liga para 
Bruna.
(E) Bruna não vai ao Shopping Center e Augusto liga 
para Denise.
59.(AOCP - Fiscal de Posturas Municipais (Pref JF)/2016 
(e mais 1 concurso) 
Se Fábio comprar um CD para Glória, então Glória não 
vai ao teatro. Se Glória não vai ao teatro, então Helena fica 
em casa. Se Helena fica em casa, então Igor não compra 
um CD para Helena. Se Igor comprou um CD para Helena, 
então
(A) Glória vai ao teatro e Fábio compra um CD para 
Helena.
(B) Helena não fica em casa e Fábio não compra um CD 
para Glória.
(C) Glória vai ao teatro e Fábio compra um CD para 
Glória.
(D) Helena fica em casa e Glória não vai ao teatro.
(E) Helena não fica em casa e Fábio compra um CD 
para Igor.
60.(AOCP - Analista de Projetos (BRDE)/Agrono-
mia/2012 (e mais 6 concursos) 
Se não chove, então o cachorro late. Se chove, então 
o papagaio não fala. Entretanto, o papagaio está falando. 
Logo,
(A) chove e o cachorro late.
(B) chove e o cachorro não late.
(C) não chove e o cachorro late.
(D) não chove e o cachorro não late.
(E) se o papagaio fala, então o cachorro não late.
MATEMÁTICA
10
61.(AOCP - Auditor de Controle Externo (TCE-PA)/In-
formática/Administrador de Banco de Dados/2012 (e mais 
1 concurso) 
Considere as proposições:
• “Se Beto liga para Glória, então Glória vai à festa”;
• “Se Glória vai à festa, então Carla cuida do bebê”;
• “Se Carla cuida do bebê, então Raul liga para Carla”;
• “Mas Raul não liga para Carla”.
Nessas condições,
(A) Carla não cuida do bebê e Beto não liga para Glória.
(B) Carla cuida do bebê e Glória vai à festa.
(C) Carla não cuida do bebê e Glória vai à festa.
(D) Glória vai à festa e Beto liga para Glória.
(E) Glória não vai à festa e Beto liga para Glória.
62.(AOCP - Auditor de Controle Externo (TCE-PA)/In-
formática/Analista de Sistema/2012 (e mais 1 concurso) 
Utilize o enunciado a seguir para responder à questão.
Três funcionários do Tribunal de Contas do Estado fo-
ram investigados pelo chefe imediato do setor em que atu-
am acerca de uma consulta ilícita a um relatório sob sigilo. 
O depoimento de cada um foi:
• Ary: “Bruno não consultou o relatório e Clóvis con-
sultou”;
• Bruno: “Se Ary não consultou o relatório, Clóvis tam-
bém não consultou”;
• Clóvis: “Eu consultei o relatório, mas pelo menos um 
dos outros dois não consultou”.
 
Supondo que os três funcionários tenham consultado 
o relatório, o(s) mentiroso(s) foi(ram):
(A) Ary.
(B) Bruno.
(C) Ary e Bruno.
(D) Ary e Clóvis.
(E) Bruno e Clóvis.
63.(AOCP - Analista Judiciário (TRE RO)/Apoio Especia-
lizado/Medicina/2009)
Considere os seguintes argumentos lógicos.
 I. Premissa 1: Todo candidato a cargo político que sabe 
propor projetos conhece a Constituição Brasileira. Premis-
sa 2: Ubiratã é candidato a cargo político e não conhece a 
Constituição Brasileira. Conclusão: Ubiratã não sabe pro-
por projetos.
 II. Premissa 1: Todo cidadão honesto vota nas elei-
ções. Premissa 2: Sílvio vota nas eleições. Conclusão: Sílvio 
é um cidadão honesto.
 III. Premissa 1: Alguns candidatos a cargo político são 
intelectuais. Premissa 2: Todos os escrivães são intelectu-
ais. Conclusão: Alguns candidatos a cargo político são es-
crivães.
 A sequência que corresponde à atribuição correta de 
validade para os argumentos é, respectivamente,
(A) válido; válido; válido.
(B) válido; não-válido; válido.
(C) não-válido; válido; válido.
(D) não-válido; válido; não-válido.
(E) válido; não-válido; não-válido.
64.(AOCP - Agente (Pref JF)/Transporte e Trânsito 
I/2016 (e mais 1 concurso) 
Do ponto de vista da lógica, se alguns pedreiros são 
carpinteiros e todos os carpinteiros são horistas, então
(A) todos os pedreiros são horistas e nenhum pedreiro 
é carpinteiro.
(B) nenhum pedreiro
é horista.
(C) alguns pedreiros são horistas.
(D) todos os pedreiros são carpinteiros e horistas.
(E) alguns carpinteiros são horistas.
65.(AOCP - Fiscal de Posturas Municipais (Pref JF)/2016 
(e mais 1 concurso) 
Do ponto de vista da lógica, se alguns mamíferos são 
herbívoros e todos os herbívoros são folívoros, então
(A) nenhum mamífero é folívoro.
(B) todos os mamíferos são folívoros e nenhum herbí-
voro é mamífero.
(C) todos os mamíferos são herbívoros e folívoros.
(D) alguns mamíferos são folívoros.
(E) alguns herbívoros são folívoros.
66.(AOCP - Agente (Pref JF)/Transporte e Trânsito 
I/2016 (e mais 1 concurso) 
Cinco amigos, João, Kátia, Laura, Marcelo e Otávio, 
combinaram de se encontrar em um restaurante. Sabe-se 
que João chegou ao restaurante antes de Marcelo e Laura, 
Marcelo chegou ao restaurante antes de Otávio, Kátia che-
gou ao restaurante antes de João, e Otávio não foi o último 
a chegar ao restaurante. Dessa forma, entre os cinco ami-
gos citados, o quarto a chegar no restaurante foi
(A) João.
(B) Kátia.
(C) Laura.
(D) Marcelo.
(E) Otávio.
MATEMÁTICA
11
67.(AOCP - Fiscal de Posturas Municipais (Pref JF)/2016 
(e mais 1 concurso) 
Em uma gincana escolar, participam cinco equipes, 
identificadas cada uma por uma cor: equipe verde, equi-
pe amarela, equipe azul, equipe branca e equipe roxa. Em 
uma das provas dessa gincana, sabe-se que a equipe verde 
terminou essa prova antes da equipe branca e da equipe 
azul, a equipe branca terminou essa prova antes da equi-
pe roxa, a equipe amarela terminou essa prova antes da 
equipe verde e a equipe roxa não foi a última a terminar 
essa prova. Dessa forma, a terceira equipe a terminar essa 
prova foi a
(A) verde.
(B) amarela.
(C) azul.
(D) branca.
(E) roxa.
68.(AOCP - Fiscal de Posturas Municipais (Pref JF)/2016 
(e mais 1 concurso) 
Carlos convidou seus três amigos, Davi, Evandro e Faus-
to, para um jogo de baralho em sua casa. Quando estavam 
todos dispostos em uma mesa quadrada, eles começaram 
a trocar informações sobre suas profissões, tal que:
Carlos é mecânico e há, ainda, nesta mesa, um pedrei-
ro, um carpinteiro e um agricultor;
Davi está sentado à direita de Carlos;
Evandro está sentado à direita do pedreiro;
Fausto, que não é o carpinteiro, está sentado à frente 
de Davi.
Dessa forma, conclui-se que
(A) Carlos é mecânico e Evandro é agricultor.
(B) Davi é carpinteiro e Fausto é agricultor.
(C) Evandro é carpinteiro e Davi é pedreiro.
(D) Fausto é mecânico e Davi é carpinteiro.
(E) Fausto é mecânico e Evandro é agricultor.
69.(AOCP - Auxiliar Administrativo (COREN SC)/2013 (e 
mais 4 concursos) 
José, João e Marcelo estão em especialidades diferen-
tes . Um é pediatra, outro é neurologista e o outro cardio-
logista. Sabendo que:
∙ou João é pediatra, ou Marcelo é pediatra;
∙ou José é neurologista, ou Marcelo é cardiologista;
∙ou Marcelo é cardiologista, ou João é cardiologista.
Podemos afirmar que José, João e Marcelo são, res-
pectivamente,
(A) neurologista, pediatra e cardiologista.
(B) neurologista, cardiologista e pediatra.
(C) cardiologista, neurologista e pediatra.
(D) cardiologista, pediatra e neurologista.
(E) pediatra, neurologista e cardiologista.
70.(AOCP - Arte Educador (FUNPAPA)/Instrutor de Ar-
tes, Ofícios/2018 (e mais 3 concursos) 
Dada a sequência numérica 1, 3, 6, 10, 15, 21, x, y ... 
Sabendo que x e y são números e seguem o padrão mate-
mático para essa sequência, qual é o valor de x + y?
(A) 28
(B) 36
(C) 54
(D) 60
(E) 64
71.(AOCP - 2016 - Prefeitura de Juiz de Fora - MG - 
Agente de Atendimento ao Público I) 
Em um dia normal de trabalho, três jornaleiros traba-
lhando 4 horas por dia conseguem entregar 800 jornais 
aos seus clientes. Mantendo o mesmo ritmo de trabalho, 
o total de jornais que serão entregues se cinco jornaleiros 
trabalharem 6 horas por dia será igual a
Alternativas
(A) 1.000 jornais.
(B) 1.500 jornais.
(C) 2.000 jornais.
(D) 2.500 jornais.
(E) 3.000 jornais.
72.(AOCP - 2016 - PREFEITURA DE JUIZ DE FORA - 
MG - AGENTE DE ATENDIMENTO AO PÚBLICO I)
Para organizar todos os livros de uma biblioteca, eram 
necessárias 5 funcionárias trabalhando 8 horas por dia 
durante o período de 10 dias. Antes de ser iniciada essa 
atividade, uma dessas funcionárias solicitou licença ma-
ternidade, sendo que as funcionárias restantes tiveram 
que trabalhar mais horas por dia para poder concluir essa 
organização de livros no mesmo prazo estipulado de 10 
dias. Nessas condições, a quantidade de horas diárias que 
as 4 funcionárias restantes tiveram que trabalhar para or-
ganizar todos os livros foi de
Alternativas
(A)10 horas.
(B) 11 horas.
(C) 12 horas.
(D) 9 horas.
(E) 8 horas e 30 minutos.
MATEMÁTICA
12
73.(AOCP - 2016 - PREFEITURA DE JUIZ DE FORA - 
MG - AGENTE DE ATENDIMENTO AO PÚBLICO I)
Em uma escola de habilitação de motoristas de trânsi-
to, os candidatos a motoristas precisam realizar um teste 
final, cuja nota é obtida por uma pontuação que varia de 
0 a 10, conforme o número de acertos no referido teste. 
Para um determinado grupo de candidatos, após a reali-
zação do teste final, constatou-se que 2 / 3 desses candi-
datos obtiveram notas que variam de 4 a 8 pontos nesse 
teste final e que 1 / 5 desses candidatos obtiveram notas 
acima de 8 pontos nesse teste final. Dessa forma, a fra-
ção irredutível que representa a quantidade de candidatos 
que obtiveram notas abaixo de 4 no referido teste final, 
em relação ao total de candidatos desse grupo, é igual a
Alternativas
(A) 13 / 15
(B) 2 / 13
(C) 7 / 11
(D) 2 / 15
(E) 5 / 13
74.(AOCP - 2016 - PREFEITURA DE JUIZ DE FORA - 
MG - AGENTE DE ATENDIMENTO AO PÚBLICO I)
O refeitório de uma determinada empresa será refor-
mado, trocando-se as lajotas que revestem o seu chão. O 
chão desse refeitório tem formato retangular, com 9 m de 
comprimento por 14 m de largura, e as lajotas que serão 
colocadas nesse chão tem formato quadrangular, com 60 
cm de lado. O total de lajotas necessárias para revestir o 
chão desse refeitório é igual a
Alternativas
(A) 200.
(B) 250.
(C) 300.
(D) 350.
(E) 400.
75.(AOCP - 2016 - PREFEITURA DE JUIZ DE FORA - 
MG - AGENTE DE ATENDIMENTO AO PÚBLICO I)
Um triângulo e um retângulo possuem a mesma medi-
da da base e a medida da altura do triângulo é o quádru-
plo da medida da altura do retângulo. Comparando-se as 
áreas desse triângulo e desse retângulo, então a área do 
triângulo é
Alternativas
(A) igual a área do retângulo.
(B) o dobro da área do retângulo.
(C) o triplo da área do retângulo.
(D) a metade da área do retângulo.
(E) a quarta parte da área do retângulo.
76.(AOCP - 2016 - PREFEITURA DE JUIZ DE FORA - 
MG - AGENTE DE ATENDIMENTO AO PÚBLICO I)
Na figura a seguir, temos dois círculos concêntricos, 
tais que seus raios medem 4 cm e 3 cm. Considerando 
 a área da região sombreada nessa figura é igual a
(A) 48 cm2 .
(B) 15 cm2 .
(C) 27 cm2 .
(D) 6 cm2 .
(E) 21 cm2 .
77.(AOCP - 2016 - PREFEITURA DE JUIZ DE FORA - 
MG - AGENTE DE ATENDIMENTO AO PÚBLICO I)
Uma caixa de isopor, em formato de paralelepípedo 
reto-retângulo, possui medidas internas iguais a: 15 cm de 
comprimento, 25 cm de largura e 24 cm de altura. O volu-
me dessa caixa, em litros, será igual a
Alternativas
(A) 0,9 litros.
(B) 9 litros.
(C) 90 litros.
(D) 900 litros.
(E) 9.000 litros.
78.(AOCP - 2016 - PREFEITURA DE JUIZ DE FORA - 
MG - AGENTE DE ATENDIMENTO AO PÚBLICO I)
Diariamente um morador adiciona cloro à água da 
piscina de sua casa, que sempre está totalmente cheia de 
água, baseado na seguinte proporção: são 250 ml de cloro 
para cada 2 m3 de água na piscina. Se a piscina desse mo-
rador possui o formato de uma paralelepípedo reto-retân-
gulo e suas medidas internas são iguais a 12 m de largura, 
20 m de comprimento e profundidade de 1,8 m, então a 
quantidade de litros de cloro que esse morador deverá 
adicionar à água da piscina totalmente cheia da sua casa, 
diariamente, será igual a
Alternativas
(A) 78 litros.
(B) 70 litros.
(C) 62 litros.
(D) 54 litros.
(E) 46 litros.
MATEMÁTICA
13
79.(AOCP - 2016 - PREFEITURA DE JUIZ DE FORA - 
MG - AGENTE DE ATENDIMENTO AO PÚBLICO I)
Se a um determinado número somarmos 17 e encon-
trarmos o resultado igual a 43, então esse número é igual 
a
Alternativas
(A) 26.
(B) 16.
(C) 28.
(D) 18.
(E) 19.
80.(AOCP - 2016 - PREFEITURA DE JUIZ DE FORA - 
MG - AGENTE DE ATENDIMENTO AO PÚBLICO I)
Uma pessoa fez uma viagem dentro do Estado de Mi-
nas Gerais, percorrendo um trajeto rodoviário, partindo 
da cidade de Juiz de Fora até a cidade de Belo Horizonte, 
fazendo uma parada na cidade de Conselheiro Lafaiete, 
situada no trajeto rodoviário percorrido entre as duas ci-
dades. Neste trajeto, a distância entre Juiz de Fora e Belo 
Horizonte é de 266 km e a distância entre Juiz de Fora e 
Conselheiro Lafaiete é de 170 km. Dessa forma, neste tra-
jeto rodoviário percorrido por essa pessoa, a distância en-
tre Conselheiro Lafaiete e Belo Horizonte é igual a
Alternativas
(A) 56 km.
(B) 66 km.
(C) 76 km.
(D) 86 km.
(E) 96 km.
GABARITO
1 C
2 E
3 E
4 C
5 D
6 E
7 C
8 D
9 C
10 A
11 B
12 E
13 D
14 E
15 C
16 A
17 C
18 D
19 A
20 B
21 C
22 A
23 D
24 E
25 A
26 C
27 B
28 E
29 D
30 E
31 D
32 B
33 C
34 B
35 D
36 B
37 C
38 B
39 D
40 E
41 E
42 C
43 B
44 E
45 A
46 E
47 E
48 D
49 D
50 CERTO
51 ERRADO
52 B
53 E
54 D
55 A
56 B
57 A
58 D
59 B
60 C
MATEMÁTICA
14
61 A
62 D
63 E
64 C
65 D
66 E
67 D
68 C
69 B
70 E
71 C
72 A
73 D
74 D
75 B
76 E
77 B
78 D
79 A
80 E
ANOTAÇÕES
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RACIOCÍNIO LÓGICO
1
RACIOCÍNIO LÓGICO
1.(AOCP - 2020 - MJSP - CIENTISTA DE DADOS - BIG 
DATA)
Para abrir um arquivo confidencial em um computa-
dor, primeiramente uma pessoa deve identificar dois nú-
meros distintos, X e Y, entre os dez números pares de 2 a 
20, em uma tabela que aparece no monitor do computa-
dor. Os números que aparecem nessa tabela são diferen-
tes dos valores de X e de Y e a distribuição desses números 
na tabela segue uma lógica prédeterminada. Em seguida, 
para acessar o arquivo, a pessoa deve digitar no teclado o 
resultado da divisão entre os números que representam Y 
e X, nessa ordem, obtendo o acesso ao arquivo.
Dessa forma, o número que deve ser digitado no tecla-
do para que essa pessoa acesse o arquivo é igual a
(A) 6.
(B) 3.
(C) 12.
(D) 9.
(E) 10.
2.(AOCP - 2020 - MJSP - CIENTISTA DE DADOS - BIG 
DATA) 
4.000 cientistas foram entrevistados a respeito da de-
cisão da União Astronômica Internacional em rebaixar Plu-
tão para um planeta-anão. Todos os entrevistados respon-
deram ao questionamento com uma das alternativas, sim 
ou não, nunca com ambas. Os resultados dessa pesquisa 
apontaram que: 2.250 cientistas responderam sim, 2.850 
cientistas são mulheres ou responderam sim e 1.900 cien-
tistas são homens e responderam sim. Entre os cientistas 
entrevistados, é correto afirmar que
(A) 3.400 cientistas são homens.
(B) 350 cientistas são mulheres.
(C) 250 homens responderam não ao questionamento.
(D) 1.900 mulheres responderam não ao questiona-
mento.
(E) 1.500 homens responderam sim ao questionamen-
to.
3.(AOCP - 2020 - MJSP - CIENTISTA DE DADOS - BIG 
DATA) 
Dado um conjunto A com cinco elementos, conside-
re x como sendo o número de subconjuntos com 2 ele-
mentos escolhidos dentre os elementos de A, y o número 
de subconjuntos com 3 elementos escolhidos dentre os 
elementos de A e z o número de subconjuntos com 4 ele-
mentos também escolhidos dentre os elementos de A. A 
respeito de x, y e z, é correto afirmar que
(A) x é triplo de z.
(B) x + y + z = 32.
(C) z é o dobro de y.
(D) y – x + z = 0.
(E) a soma do número x com o número y é igual ao 
quádruplo de z.
4.(AOCP - 2020 - MJSP - CIENTISTA DE DADOS - BIG 
DATA)
Na lógica de argumentação, um argumento é uma 
sequência de enunciados na qual um dos enunciados é 
a conclusão e os demais são premissas. Considere os argu-
mentos listados a seguir:
1. Abel é mineiro, pois nasceu em Minas Gerais.
2. O competidor possui 15 pontos e, portanto, ainda 
participa da competição. 
3. Todo retângulo é equiângulo. Portanto, cada um dos 
seus ângulos internos mede 90°.
Com base na lógica de argumentação e nos argumen-
tos citados anteriormente, é correto afirmar que
(A) a premissa do argumento 1 é “Abel é mineiro”.
(B) a conclusão do argumento 2 é “O competidor pos-
sui 15 pontos”.
(C) a premissa do argumento 3 é “Todo retângulo é 
equiângulo”.
(D) a conclusão do argumento 1 é “nasceu em Minas 
Gerais”.
(E) a premissa do argumento 2 é “ainda participa da 
competição”.
5.(AOCP - 2020 - MJSP - CIENTISTA DE DADOS - BIG 
DATA) 
Se todo funcionário público é concursado e nenhum 
concursado é autônomo, então é correto afirmar que
(A) todo concursado é um funcionário público.
(B) nenhum concursado é funcionário público.
(C) todo autônomo é concursado.
(D) nenhum funcionário público é autônomo.
(E) todo funcionário público é autônomo.
RACIOCÍNIO LÓGICO
2
6.(AOCP - 2020 - MJSP - ANALISTA DE GOVERNAN-
ÇA DE DADOS - BIG DATA)
Uma proposição composta A é formada por quatro 
proposições simples e cada proposição simples pode ser 
valorada com os valores lógicos F ou V. Para determinar 
o valor lógico da proposição composta
A, elabora-se uma 
tabela-verdade com k linhas. Nesse caso, o valor de k é 
igual a
(A) 4.
(B) 10.
(C) 16.
(D) 32.
(E) 48.
7.(AOCP - 2020 - MJSP - ANALISTA DE GOVERNAN-
ÇA DE DADOS - BIG DATA)
Dadas as proposições:
• p: “Sexta-feira não é feriado”
• q: “Sexta-feira ocorre uma compensação de horas”
Considere a proposição condicional p → q , isto é, “Se 
sexta-feira não é feriado, então na sexta-feira ocorre uma 
compensação de horas”. Dessa forma, a contrapositiva as-
sociada a p → q será dada por
(A) “Se na sexta-feira é feriado, então na sextafeira não 
ocorre uma compensação de horas”.
(B) “Se na sexta-feira não ocorre uma compensação de 
horas, então sexta-feira é feriado”.
(C) “Se na sexta-feira ocorre uma compensação de ho-
ras, então sexta-feira não é feriado”.
(D) “Se na sexta-feira é feriado, então na sexta-feira 
ocorre uma compensação de horas”.
(E) “Se na sexta-feira ocorre uma compensação de ho-
ras, então sexta-feira é feriado”.
8.(AOCP - 2020 - MJSP - ANALISTA DE GOVERNAN-
ÇA DE DADOS - BIG DATA)
Em uma prateleira, estão dispostos 100 produtos de 
informática, numerados de 1 a 100. Para realizar um teste 
de controle de qualidade, Bia seleciona os produtos dessa 
prateleira cujos números que os identificam são múltiplos 
de 9, enquanto Raul seleciona os produtos da mesma pra-
teleira cujos números que os identificam são múltiplos de 
7, exceto aqueles que já foram selecionados por Bia. Dessa 
forma, sendo x o total de produtos selecionados por Bia 
e y o total de produtos selecionados por Raul, é correto 
afirmar que
(A) se somarmos 2 ao valor de y, obteremos exatamen-
te o valor de x.
(B) o dobro de x é maior que o dobro de y.
(C) a multiplicação de x por y é igual a 134.
(D) se somarmos os valores de x e de y, e ao resultado 
dessa soma subtrairmos 13, o novo resultado obtido 
será igual ao valor de y.
(E) no total foram selecionados 24 produtos dessa 
prateleira para a realização desse teste de controle de 
qualidade.
9.(AOCP - 2020 - MJSP - ANALISTA DE GOVERNAN-
ÇA DE DADOS - BIG DATA)
Considere que a cidade “A” dista 45 km da cidade “B”, 
que a cidade “B” dista 180 km da cidade “C” e que a cida-
de “C” dista 55 km da cidade “D”. Carlos inicia uma viagem 
na cidade “A”, passa pela cidade B e termina a viagem na 
cidade “C”. Eduardo inicia, também, uma viagem, partindo 
da cidade “D”, passando pela cidade “C” e terminando a 
viagem na cidade “B”. Em relação às distâncias totais per-
corridas por Carlos e Eduardo, em quilômetros, em cada 
uma de suas viagens, é correto afirmar que
(A) Carlos percorreu uma distância maior que Eduardo.
(B) a diferença entre as distâncias totais percorridas 
por Eduardo e Carlos, nessa ordem, é igual a 15 km.
(C) Eduardo e Carlos percorreram a mesma distância 
total em suas viagens.
(D) a soma das distâncias percorridas por Carlos e 
Eduardo é inferior a 461 km.
(E) chegando na cidade “B”, se Eduardo percorresse 
mais 40 km em direção à cidade “A”, ele chegaria exa-
tamente na cidade “A”.
10.(AOCP - 2018 - UNIR - ASSISTENTE DE TECNOLO-
GIA DA INFORMAÇÃO)
Em raciocínio lógico matemático, denomina-se propo-
sição toda sentença que pode ser julgada como verdadeira 
ou falsa, mas não ambas. Os conectivos têm a função de li-
gar sentenças simples e transformá-las em compostas. Em 
relação ao valor lógico das sentenças compostas, julgue, 
como VERDADEIRO ou FALSO, o item a seguir.
“Se 2+2 = 4 então 6+9 ≠ 13” é verdadeiro.
( ) CERTO 
( ) ERRADO 
11.(AOCP - 2018 - UNIR - ASSISTENTE DE TECNOLO-
GIA DA INFORMAÇÃO)
Em raciocínio lógico matemático, denomina-se propo-
sição toda sentença que pode ser julgada como verdadeira 
ou falsa, mas não ambas. Os conectivos têm a função de li-
gar sentenças simples e transformá-las em compostas. Em 
relação ao valor lógico das sentenças compostas, julgue, 
como VERDADEIRO ou FALSO, o item a seguir.
“25-15 = 9 e 15+15 = 30” é falso.
( ) CERTO 
( ) ERRADO 
RACIOCÍNIO LÓGICO
3
12(AOCP - 2018 - UNIR - ASSISTENTE DE TECNOLO-
GIA DA INFORMAÇÃO)
Em raciocínio lógico matemático, denomina-se propo-
sição toda sentença que pode ser julgada como verdadeira 
ou falsa, mas não ambas. Os conectivos têm a função de li-
gar sentenças simples e transformá-las em compostas. Em 
relação ao valor lógico das sentenças compostas, julgue, 
como VERDADEIRO ou FALSO, o item a seguir.
“5+6=11 ou 15 3 = 5” é falso.
( ) CERTO 
( ) ERRADO 
13.(AOCP - 2018 - UNIR - ASSISTENTE DE TECNOLO-
GIA DA INFORMAÇÃO)
Francisco ganhou de seu avô a quantia de R$ 550,00. 
Ele usou 3/5 desse valor para pagar algumas dividas e 80% 
do que restou ele colocou na poupança. Sendo assim, jul-
gue, como VERDADEIRO ou FALSO, o item a seguir.
Francisco colocou na poupança o valor de R$ 176,00.
( ) CERTO 
( ) ERRADO 
14.(AOCP - 2018 - UNIR - ASSISTENTE DE TECNOLO-
GIA DA INFORMAÇÃO)
Considerando a sequência 23; 28; 25; 30; 27; ..., jul-
gue, como VERDADEIRO ou FALSO, o item a seguir.
O sexto termo dessa sequência somado com o sétimo 
termo é igual a 63.
( ) CERTO 
( ) ERRADO 
15.(AOCP - 2018 - UNIR - ASSISTENTE DE TECNOLO-
GIA DA INFORMAÇÃO)
Considerando a sequência 23; 28; 25; 30; 27; ..., jul-
gue, como VERDADEIRO ou FALSO, o item a seguir.
O próximo termo dessa sequência é o 29.
( ) CERTO 
( ) ERRADO 
16.(AOCP - 2018 - UNIR - ASSISTENTE DE TECNOLO-
GIA DA INFORMAÇÃO)
Em uma recepção, foram servidas duas opções de 
suco: uva e laranja. Sabe-se que, nessa recepção, compa-
receram 70 pessoas, das quais 25 tomaram suco de uva, 
40 tomaram suco de laranja e 10 tomaram apenas refrige-
rante. Em relação a essa recepção, julgue, como VERDA-
DEIRO ou FALSO, o item a seguir.
60 pessoas tomaram ao menos um dos dois sucos.
( ) CERTO 
( ) ERRADO 
17.(AOCP - 2018 - UNIR - ASSISTENTE DE TECNOLO-
GIA DA INFORMAÇÃO)
Em uma recepção, foram servidas duas opções de 
suco: uva e laranja. Sabe-se que, nessa recepção, compa-
receram 70 pessoas, das quais 25 tomaram suco de uva, 
40 tomaram suco de laranja e 10 tomaram apenas refrige-
rante. Em relação a essa recepção, julgue, como VERDA-
DEIRO ou FALSO, o item a seguir.
10 pessoas tomaram tanto o suco de uva quanto o de 
laranja.
( ) CERTO 
( ) ERRADO 
18.(AOCP - 2018 - UNIR - ASSISTENTE DE TECNOLO-
GIA DA INFORMAÇÃO)
Em uma recepção, foram servidas duas opções de 
suco: uva e laranja. Sabe-se que, nessa recepção, compa-
receram 70 pessoas, das quais 25 tomaram suco de uva, 
40 tomaram suco de laranja e 10 tomaram apenas refrige-
rante. Em relação a essa recepção, julgue, como VERDA-
DEIRO ou FALSO, o item a seguir.
35 pessoas tomaram apenas suco de laranja.
( ) CERTO 
( ) ERRADO 
19.(AOCP - 2018 - UNIR - ANALISTA DE TECNOLO-
GIA DA INFORMAÇÃO)
Considere a proposição “Lucas foi ao teatro ou não foi 
ao cinema”. Em relação à negação dessa proposição, jul-
gue o item a seguir.
“Lucas não foi ao teatro e foi ao cinema”
( ) CERTO 
( ) ERRADO 
20.(AOCP - 2018 - UNIR - ANALISTA DE TECNOLO-
GIA DA INFORMAÇÃO)
Caio, João e Bento são amigos de infância. Um deles é 
loiro, outro é moreno e o outro é ruivo. Sabe-se também 
que um deles cursa Direito, outro Matemática e o outro In-
formática. Sabe-se, também, que Caio não faz Matemática 
e nem Informática, João não é moreno e nem ruivo e que 
Bento e o amigo que é moreno não fazem Matemática. Em 
relação à situação descrita, julgue o item a seguir.
Caio é moreno e cursa Matemática.
( ) CERTO 
( ) ERRADO 
RACIOCÍNIO LÓGICO
4
21.(AOCP - 2018 - UNIR - ANALISTA DE TECNOLO-
GIA DA INFORMAÇÃO)
Sempre que possível, Maria vai visitar seus avós. Du-
rante os dias de suas férias, ela percebeu que visitou seus 
avós 15 vezes, de manhã ou à tarde, e, quando fazia a vi-
sita de manhã, não fazia à tarde. Sabemos que 13 visitas 
não foram à tarde e 12 não foram de manhã. Em relação 
às férias de Maria e suas visitas para seus avós, julgue o 
item a seguir.
Maria teve 30 dias de férias.
( ) CERTO 
( ) ERRADO 
22.(AOCP - 2018 - UNIR - ANALISTA DE TECNOLO-
GIA DA INFORMAÇÃO)
Considerando a sequência 50; 25; 100; 50; 200;
100; 
400; ..., julgue o item a seguir.
O nono termo dessa sequência é um número par e 
maior que 1000.
( ) CERTO 
( ) ERRADO 
23.(AOCP - 2018 - PREFEITURA DE FEIRA DE SANTA-
NA - BA - PROFESSOR - MATEMÁTICA)
Considere as três afirmações a seguir:
I. Se João não vai à escola, então Maria vai ao super-
mercado.
II. Se Maria vai ao supermercado, então Clara não fica 
em casa.
III. Se Clara não fica em casa, então Pedro vai trabalhar.
Sabendo que Pedro não vai trabalhar, então é correto 
afirmar que
(A) Clara não fica em casa.
(B) Maria vai ao supermercado.
(C) João vai à escola.
(D) João não vai à escola.
(E) Clara vai ao supermercado.
24.(AOCP - 2018 - PREFEITURA DE FEIRA DE SANTA-
NA - BA - PROFESSOR - MATEMÁTICA)
Dadas duas proposições p e q, a equivalência lógica da 
implicação será dada por
(A) 
(B) 
(C) 
(D) 
(E) 
25.(AOCP - 2018 - PREFEITURA DE FEIRA DE SANTA-
NA - BA - PROFESSOR - MATEMÁTICA)
Se não é verdadeiro que “Carlos não conseguiu atingir 
a média e Augusto comprou um novo caderno”, então
(A) Carlos conseguiu atingir a média e Augusto não 
comprou um novo caderno.
(B) Carlos não conseguiu atingir a média ou Augusto 
comprou um novo caderno.
(C) Carlos conseguiu atingir a média ou Augusto não 
comprou um novo caderno.
(D) Carlos não conseguiu atingir a média e Augusto 
não comprou um novo caderno.
(E) Carlos não conseguiu atingir a média e Augusto 
comprou um novo caderno.
26.(AOCP - 2018 - PREFEITURA DE FEIRA DE SANTA-
NA - BA - PROFESSOR - MATEMÁTICA)
Considere os três conjuntos a seguir, definidos por in-
tervalos: A = [1, 7], B = ]2, 5] e C = [-2. 9[. Com base nessas 
informações, é correto afirmar que
(A) A ∩ B = A
(B) B ∩ C = B
(C) B ∪ C = A
(D) A ∪ C = A
(E) A ∪ B = B
27.(AOCP - 2018 - PREFEITURA DE FEIRA DE SANTA-
NA - BA - PROFESSOR - MATEMÁTICA)
Sendo N o conjunto dos números naturais, Z o con-
junto dos números inteiros, Q o conjunto dos números ra-
cionais e I o conjunto dos números irracionais, é correto 
afirmar que
(A) 
(B) 
(C) 
(D) 
(E) 
28.(AOCP - 2018 - PREFEITURA DE FEIRA DE SANTA-
NA - BA - PROFESSOR - MATEMÁTICA)
Considere o conjunto A = { 1 , 2 , 3, 5, x , 11 , y }, em que 
x e y são números naturais distintos e diferentes dos ou-
tros elementos de A. Sabendo que x é um número primo 
entre 6 e 10 e que y é o triplo do número x, então a soma 
dos elementos do conjunto A é igual a
(A) 30.
(B) 40.
(C) 50.
(D) 60.
(E) 70.
RACIOCÍNIO LÓGICO
5
29.(AOCP - 2018 - PREFEITURA DE FEIRA DE SANTA-
NA - BA - PROFESSOR - PEDAGOGIA)
Considere como falsa a seguinte afirmação: “Se João é 
o dono da padaria, então Maria é a responsável pela pro-
dução de pães dessa padaria”. Qual é a afirmação neces-
sariamente verdadeira?
(A) “João é o dono da padaria e Maria é a responsável 
pela produção de pães”.
(B) “João não é o dono da padaria ou Maria não é a 
responsável pela produção de pães”.
(C) “João não é o dono da padaria e Maria não é a res-
ponsável pela produção de pães”.
(D) “Maria é a responsável pela produção de pães da 
padaria”.
(E) “João é o dono da padaria”.
30.(AOCP - 2018 - PREFEITURA DE FEIRA DE SANTA-
NA - BA - PROFESSOR - PEDAGOGIA)
Considere as seguintes afirmativas:
A1 : O triângulo na bandeira do estado da Bahia é azul 
ou as listras da mesma bandeira são brancas e azuis.
A2 : Se a Bahia é um estado da região Nordeste, então 
São Paulo faz parte da região sul do Brasil.
Sabe-se que ambas as afirmações são falsas. Então, é 
possível concluir que
(A) o triângulo na bandeira do estado da Bahia não é 
azul, as listras da mesma bandeira não são brancas e 
azuis, a Bahia é um estado da região Nordeste e São 
Paulo faz parte da região sul do Brasil.
(B) o triângulo na bandeira do estado da Bahia é azul, 
as listras da mesma bandeira não são brancas e azuis, 
a Bahia é um estado da região Nordeste e São Paulo 
não faz parte da região sul do Brasil.
(C) o triângulo na bandeira do estado da Bahia não é 
azul, as listras da mesma bandeira não são brancas e 
azuis, a Bahia é um estado da região Nordeste e São 
Paulo não faz parte da região sul do Brasil.
(D) o triângulo na bandeira do estado da Bahia não é 
azul, as listras da mesma bandeira não são brancas e 
azuis, a Bahia não é um estado da região Nordeste e 
São Paulo não faz parte da região sul do Brasil.
(E) o triângulo na bandeira do estado da Bahia não é 
azul, as listras da mesma bandeira são brancas e azuis, 
a Bahia é um estado da região Nordeste e São Paulo 
não faz parte da região sul do Brasil.
31.(AOCP - 2018 - PREFEITURA DE FEIRA DE SANTA-
NA - BA - PROFESSOR - PEDAGOGIA)
Em uma pesquisa realizada com 50 mulheres que tran-
sitaram em certa avenida, questionou-se: “Quantos filhos 
você tem?” Foi descoberto que, dessas mulheres, 18 ti-
nham mais de 2 filhos, 13 não tinham filhos e 30 tinham 
menos de 4 filhos. De acordo com esses dados, quantas 
dessas mulheres têm exatamente 3 filhos?
(A) 7
(B) 8
(C) 9
(D) 10
(E) 11
32.(AOCP - 2018 - PREFEITURA DE FEIRA DE SANTA-
NA - BA - PROFESSOR - PEDAGOGIA)
Considere as proposições:
P1: “Todos os retângulos são paralelogramos”; P2: “Al-
guns retângulos são quadrados”.
Sabendo que ambas são verdadeiras, é possível con-
cluir que:
(A) todos os paralelogramos são quadrados.
(B) alguns paralelogramos são quadrados.
(C) todos os retângulos são quadrados.
(D) nenhum paralelogramo pode ser um quadrado.
(E) nenhum retângulo pode ser um quadrado.
33.(AOCP - 2018 - PREFEITURA DE FEIRA DE SANTA-
NA - BA - PROFESSOR - PEDAGOGIA)
Em uma concessionária de automóveis, 50 clientes fo-
ram selecionados para fazer um teste drive em dois novos 
modelos de veículos. Todos os 50 deram uma volta nos 
dois carros e responderam a um questionário, com duas 
perguntas: “Você compraria o Carro I? Você compraria 
o Carro II?”, podendo ser respondido apenas sim ou não 
para cada uma das perguntas. O Carro I recebeu 15 nãos. 
O Carro II recebeu 17 nãos. Qual é o número máximo de 
pessoas que responderam sim às duas perguntas?
(A) 18
(B) 22
(C) 25
(D) 32
(E) 33
RACIOCÍNIO LÓGICO
6
34.(AOCP - 2018 - FUNPAPA - TÉCNICO EM COM-
PUTAÇÃO)
Analise a tabela a seguir, identifique qual operação 
lógica foi realizada e assinale a alternativa correta.
(A) Disjunção.
(B) Conjunção.
(C) Negação.
(D) Disrupção.
(E) Equação.
35.(AOCP - 2018 - PREFEITURA DE BELÉM - PA - 
TÉCNICO EM RADIOGRAFIA)
A negação da proposição composta “Raul é secretário 
e Isabel não é diretora” é
(A) “Raul não é secretário ou Isabel não é diretora”.
(B) “Raul não é secretário e Isabel é diretora”.
(C) “Raul é secretário ou Isabel é diretora”.
(D) “Raul é secretário e Isabel é diretora”.
(E) “Raul não é secretário ou Isabel é diretora”.
36.(AOCP - 2018 - PREFEITURA DE BELÉM - PA - 
TÉCNICO EM RADIOGRAFIA)
Para desativar um alarme, a primeira pessoa a chegar 
numa escola deve digitar, em um teclado fixo na porta de 
entrada, uma sequência de sete números distintos, todos 
menores que 30, seguindo uma determinada lógica. Em 
determinado dia, a primeira pessoa a chegar não se lem-
brava de todos os números da sequência, faltando apenas 
o quarto número, da seguinte forma: 12, 18, 16, x, 20, 26, 
24. Considerando que essa sequência corresponda exata-
mente à senha para desativar o alarme, então o número x 
que falta nessa sequência é
(A) 29.
(B) 22.
(C) 17.
(D) 19.
(E) 26.
37.(AOCP - 2018 - PREFEITURA DE BELÉM - PA - 
TÉCNICO EM RADIOGRAFIA)
Como prêmio por participarem de uma gincana cul-
tural entre escolas, 100 alunos foram convidados a assis-
tir dois filmes, um de ação e outro de romance, em um 
shopping Center no final de semana. Cada aluno poderia 
assistir a um, aos dois ou a nenhum dos filmes ofertados. 
Caso não assistisse a nenhum filme, o aluno poderia es-
colher um lanche e um refrigerante em qualquer loja da 
praça de alimentação desse shopping.
Na segunda-feira, verificou-se que todos os 100 alu-
nos convidados foram ao shopping no final de semana e, 
quando foram questionados sobre qual(is) filme(s) eles 
assistiram, as respostas foram anotadas e resumidas
da 
seguinte maneira:
• 40 alunos assistiram ao filme de ação;
• 54 alunos assistiram ao filme de romance;
• 8 alunos assistiram aos dois filmes.
Dessa forma, a quantidade máxima possível de alu-
nos que escolheu um lanche e um refrigerante foi igual a
(A) 23.
(B) 20.
(C) 17.
(D) 14.
(E) 11.
38.(AOCP - 2018 - PREFEITURA DE BELÉM - PA - 
AGENTE DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA E AMBIENTAL)
A negação da proposição composta “Raul é secretário 
e Isabel não é diretora” é
(A) “Raul não é secretário ou Isabel não é diretora”.
(B) “Raul não é secretário e Isabel é diretora”.
(C) “Raul é secretário ou Isabel é diretora”.
(D) “Raul é secretário e Isabel é diretora”.
(E) “Raul não é secretário ou Isabel é diretora”.
39.(AOCP - 2018 - PREFEITURA DE BELÉM - PA - 
AGENTE DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA E AMBIENTAL)
Para desativar um alarme, a primeira pessoa a chegar 
numa escola deve digitar, em um teclado fixo na porta de 
entrada, uma sequência de sete números distintos, todos 
menores que 30, seguindo uma determinada lógica. Em 
determinado dia, a primeira pessoa a chegar não se lem-
brava de todos os números da sequência, faltando apenas 
o quarto número, da seguinte forma: 12, 18, 16, x, 20, 26, 
24. Considerando que essa sequência corresponda exata-
mente à senha para desativar o alarme, então o número x 
que falta nessa sequência é
(A) 29.
(B) 22.
(C) 17.
(D) 19.
(E) 26.
RACIOCÍNIO LÓGICO
7
40.(AOCP - 2018 - PREFEITURA DE BELÉM - PA - 
AGENTE DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA E AMBIENTAL)
Como prêmio por participarem de uma gincana cul-
tural entre escolas, 100 alunos foram convidados a assis-
tir dois filmes, um de ação e outro de romance, em um 
shopping Center no final de semana. Cada aluno poderia 
assistir a um, aos dois ou a nenhum dos filmes ofertados. 
Caso não assistisse a nenhum filme, o aluno poderia es-
colher um lanche e um refrigerante em qualquer loja da 
praça de alimentação desse shopping.
Na segunda-feira, verificou-se que todos os 100 alu-
nos convidados foram ao shopping no final de semana e, 
quando foram questionados sobre qual(is) filme(s) eles 
assistiram, as respostas foram anotadas e resumidas da 
seguinte maneira:
 40 alunos assistiram ao filme de ação;
• 54 alunos assistiram ao filme de romance;
• 8 alunos assistiram aos dois filmes.
Dessa forma, a quantidade máxima possível de alunos 
que escolheu um lanche e um refrigerante foi igual a
(A) 23.
(B) 20.
(C) 17.
(D) 14.
(E) 11.
41.(AOCP - JORNALISTA (SECOM PA)/2018 (E MAIS 
2 CONCURSOS)
Define-se uma proposição como sendo uma sentença 
declarativa cujo conteúdo poderá ser considerado verda-
deiro ou falso.
Dessa forma, assinale a alternativa que identifica uma 
proposição.
(A) Feliz Aniversário!
(B) Que dia é hoje?
(C) Se Pedro levantar mais cedo, então ele chegará no 
horário combinado.
(D) Leia com mais frequência.
(E) A idade do jogador multiplicada por R$50,00 será 
o valor do prêmio.
42.(AOCP - AUDITOR DE CONTROLE EXTERNO 
(TCE-PA)/INFORMÁTICA/ADMINISTRADOR DE BANCO 
DE DADOS/2012 (E MAIS 1 CONCURSO)
Considere as proposições:
p: “Brito pilota aviões”;
q: “Brito pilota motos”;
r: “Brito pilota carros”.
Assinale a alternativa que apresenta uma possível lin-
guagem simbólica para a sentença: “Brito pilota carros e 
aviões ou Brito não pilota aviões e não pilota motos”.
(A) ( p ∧ r)∨[(~ p)∨(~ q)]
(B) ( p∨ r) ∨ ~ ( p ∧ q)
(C) ( p ∧ r) ∨ ~ ( p ∨ q)
(D) ( p ∧ r) ∧ ~ ( p ∧ q)
(E) ( p ∧ r) ∨ [(~ p) ∧ q)]
43.(AOCP - AUXILIAR TÉCNICO DE CONTROLE EX-
TERNO (TCE-PA)/INFORMÁTICA/2012)
Considere as proposições: “ p p: Inês gosta de Jaime” e 
“ q q: Inês gosta de Hugo”. Assinale a alternativa que apre-
senta uma possível linguagem simbólica para a sentença: 
“É falso que Inês gosta de Jaime, mas que não gosta de 
Hugo”.
(A) ~ p ∨ ~ q
(B) ~( p ∨ ~ q)
(C) ~( p ∨ q)
(D) ~ p ∧ ~ q
(E) ~( p ∧ ~ q)
44.(AOCP - ADMINISTRADOR (COREN SC)/2013 (E 
MAIS 4 CONCURSOS) 
Considere as proposições a seguir:
p: “Gosto de praticar esportes.”
q: “Não gosto de ficar em casa.”
A sentença “Não gosto de praticar esportes e gosto de 
ficar em casa” é verdadeira quando
(A) ~p é falsa e ~q é verdadeira.
(B) p é falsa e ~q é falsa.
(C) p é verdadeira e q é falsa.
(D) ~p é verdadeira e q é verdadeira.
(E) ~p é verdadeira e q é falsa.
45. (AOCP - 2018 - PM-TO - SOLDADO)
A negação da proposição composta “Se possuo um 
emprego, então tenho um carro” é dada por
(A) “Possuo um carro e não tenho um emprego”.
(B) “Possuo um carro ou não tenho um emprego”.
(C) “Não possuo um emprego ou não tenho um carro”.
(D) “Não possuo um emprego e tenho um carro”.
(E) “Possuo um emprego e não tenho um carro”.
RACIOCÍNIO LÓGICO
8
46. (AOCP - 2018 - PM-TO - CADETE)
A contrapositiva da afirmação “Se uma figura é um re-
tângulo, então essa figura é um quadrilátero” será dada 
por
(A) “Se uma figura é um quadrilátero, então essa figura 
é um retângulo”.
(B) “Se uma figura não é um retângulo, então essa figu-
ra não é um quadrilátero”.
(C) “Se uma figura é um retângulo, então essa figura 
não é um quadrilátero”.
(D) “Se uma figura não é um quadrilátero, então essa 
figura não é um retângulo”.
(E) “Se uma figura não é um quadrilátero, então ela 
pode ser um retângulo”.
47.(AOCP - 2018 - PM-TO - SOLDADO)
Marcelo tem quatro filhos, sendo duas meninas e dois 
meninos: Fabiana, Carolina, Diogo e Antônio. Considere 
que dois de seus filhos aniversariam hoje e são gêmeos 
e que:
Carolina é um ano mais nova que Diogo e Antônio é 
quatro anos mais velho que Fabiana;
Diogo é quatro anos mais novo que Antônio e Carolina 
é um ano mais nova que Fabiana; a soma das idades de 
Antônio e Carolina é igual a 19 anos.
Assim, é correto afirmar que
(A) Diogo é um dos gêmeos.
(B) Antônio é um dos gêmeos.
(C) Fabiana não é um dos gêmeos.
(D) os gêmeos possuem o mesmo sexo.
48. (INSTITUTO AOCP - 2018 - PM-ES - SOLDADO)
Em uma loja especializada em vestuário e calçados 
para militares, estão sendo anunciados três tipos de com-
pra:
• Na compra de 2 coturnos, 1 farda e 3 quepes, o clien-
te irá pagar R$ 770,00;
• Na compra de 1 coturno, 2 fardas e 3 quepes, o clien-
te irá pagar R$ 850,00;
• Na compra de 1 coturno, 3 fardas e 2 quepes, o clien-
te irá pagar R$ 840,00.
Independentemente se o cliente vai aceitar ou não 
uma dessas ofertas, os preços de cada item citado são fixos 
e não mudam, mesmo que o cliente faça outra escolha nas 
quantidades de cada item. Dessa forma, caso um cliente 
queira comprar somente 1 coturno, 1 farda e 1 quepe, ele 
irá pagar por essa compra a quantia de
(A) R$ 380,00.
(B) R$ 450,00.
(C) R$ 930,00.
(D) R$ 910,00.
(E) R$ 600,00.
49. (INSTITUTO AOCP - 2018 - PM-ES - SOLDADO)
Considerando a palavra SOLDADO, é correto afirmar 
que
(A) é possível formar 360 anagramas dessa palavra que 
começam pela letra L.
(B) é possível formar 720 anagramas dessa palavra que 
começam pela letra D.
(C) é possível formar 5040 anagramas dessa palavra, 
no total.
(D) é possível formar 24 anagramas dessa palavra que 
começam com a letra D e terminam com a letra O.
(E) é possível formar 12 anagramas dessa palavra que 
terminam com as letras SOL, nessa ordem.
50.(INSTITUTO AOCP - 2018 - PM-ES - SOLDADO)
70 soldados se inscreveram em três cursos, em que 
cada curso é direcionado para uma área de atuação de 
suas funções: Combate a Incêndio, Busca e Salvamento ou 
Atendimento Préhospitalar. Cada soldado podia optar por 
se inscrever em um, em dois ou nos três cursos disponibi-
lizados e todos os soldados se inscreveram em pelo menos 
um dos três cursos oferecidos, da seguinte maneira:
• 59 soldados optaram por cursar Combate a Incêndio;
• 56 soldados optaram por cursar Busca e Salvamento;
• 33 soldados optaram por cursar Atendimento Pré-
-hospitalar;
• 50 soldados optaram por cursar Combate a Incêndio 
e Busca e Salvamento;
• 23 soldados optaram por cursar Busca e Salvamento 
e Atendimento Pré-hospitalar;
• 25 soldados optaram por cursar Atendimento Pré-
-hospitalar e Combate a Incêndio;
• 20 soldados optaram por cursar as três áreas ofere-
cidas.
Dessa forma, o número
de soldados que optaram por 
cursar somente uma das três áreas de atuação é igual a
(A) 7.
(B) 8.
(C) 9.
(D) 10.
(E) 12.
51. (INSTITUTO AOCP - 2018 - PM-ES - SOLDADO)
Considere o conjunto C dado por C = {2, 4, 8, x, y}, em 
que x e y são números inteiros. Sabendo que a soma dos 
elementos de C resulta em 44 e que o valor de y é o dobro 
do valor de x, então a diferença entre y e x, nessa ordem, 
é igual a
(A) 2.
(B) 4.
(C) 6.
(D) 8.
(E) 10.
RACIOCÍNIO LÓGICO
9
52. (INSTITUTO AOCP - 2018 - PM-ES - SOLDADO)
Dados os conjuntos A = {1, 2, 3, 4} e B = {3, 4, 5}, então 
o número de elementos de A ∪ B é igual a
(A) 3.
(B) 4.
(C) 5.
(D) 6.
(E) 7.
53. (INSTITUTO AOCP - 2018 - PM-ES - SOLDADO)
Se todo soldado é militar e nenhum militar é político, é 
possível concluir, corretamente, que
(A) nenhum militar é soldado.
(B) nenhum soldado é político.
(C) todo soldado é político.
(D) todo político é militar.
(E) todo militar é soldado.
54. (INSTITUTO AOCP - 2018 - PM-ES - SOLDADO)
Considere as duas afirmações a seguir:
• Todo soldado atua na defesa civil ou atua na defesa 
ambiental.
• Pedro é um soldado da defesa civil.
Logo, é correto afirmar que
(A) Pedro atua na defesa civil e na defesa ambiental.
(B) se Pedro não atuar na defesa ambiental, então ele 
não é um soldado.
(C) Pedro somente atua na defesa ambiental se atuar 
na defesa civil.
(D) como Pedro atua na defesa civil, então ele também 
atua na defesa ambiental.
(E) Pedro não atua na defesa ambiental.
55. (INSTITUTO AOCP - 2018 - PM-ES - ASPIRANTE 
DA POLÍCIA MILITAR)
Considere que x, y e z são três números inteiros, tais que:
• x é o número total de anagramas da palavra RAMO;
• y é o número total de anagramas da palavra AMAR;
• z é o número total de anagramas da palavra OSSO.
Com base nessas informações, é correto afirmar que
(A) x > y > z.
(B) y < x < z.
(C) x < z < y.
(D) y < z < x .
(E) x = y = z.
56. (INSTITUTO AOCP - 2018 - PM-ES - ASPIRANTE 
DA POLÍCIA MILITAR)
A negação da afirmação “Todos os soldados são ofi-
ciais” será dada por
(A) “Nenhum soldado é oficial”.
(B) “Pelo menos um oficial não é soldado”.
(C) “Todos os oficiais não são soldados”.
(D) “Nenhum oficial é soldado”.
(E) “Pelo menos um soldado não é oficial”.
57. (AOCP - 2018 - PM-TO - ASPIRANTE DA POLÍCIA 
MILITAR)
Uma instituição pública de ensino ofereceu um curso 
gratuito para um concurso público. Nesse curso, foram 
oferecidas as disciplinas de Matemática, Português e In-
formática, e cada pessoa poderia se inscrever somente em 
uma dessas disciplinas. Após a finalização de todas as ins-
crições, constatou-se que
• 107 pessoas se inscreveram em Matemática ou em 
Informática;
• 74 pessoas se inscreveram em Português ou em Ma-
temática;
• 91 pessoas se inscreveram em Português ou em In-
formática.
Dessa forma, o total de pessoas inscritas nesse curso 
é igual a
(A) 91.
(B) 100.
(C) 107.
(D) 125.
(E) 136.
58. (AOCP - 2018 - PM-TO - ASPIRANTE DA POLÍCIA 
MILITAR)
Uma empresa alimentícia aplicou uma pesquisa em 
um supermercado sobre o consumo diário de três produ-
tos: legumes, verduras e carne vermelha. Foram entrevis-
tadas 100 pessoas e, nessa pesquisa, constatou-se que:
• 5 pessoas consomem diariamente legumes, verduras 
e carne vermelha;
• 19 pessoas consomem diariamente legumes e carne 
vermelha;
• 8 pessoas consomem diariamente verduras e carne 
vermelha;
• 15 pessoas consomem diariamente legumes e ver-
duras;
• 26 pessoas consomem diariamente carne vermelha;
• 41 pessoas consomem diariamente legumes;
• 29 pessoas consomem diariamente verduras.
RACIOCÍNIO LÓGICO
10
Com base nessas informações, entre as pessoas entre-
vistadas, é correto afirmar que
(A) 48 pessoas consomem diariamente legumes e ver-
duras.
(B) 55 pessoas consomem diariamente verduras e car-
ne vermelha.
(C) 37 pessoas consomem diariamente legumes e car-
ne vermelha.
(D) 41 pessoas não consomem diariamente nenhum 
dos três produtos indicados na pesquisa.
(E) 20 pessoas consomem somente um dos três pro-
dutos citados.
59. (AOCP - 2018 - PM-TO - ASPIRANTE DA POLÍCIA 
MILITAR)
A contrapositiva da afirmação “Se uma figura é um re-
tângulo, então essa figura é um quadrilátero” será dada por
(A) “Se uma figura é um quadrilátero, então essa figura 
é um retângulo”.
(B) “Se uma figura não é um retângulo, então essa figu-
ra não é um quadrilátero”.
(C) “Se uma figura é um retângulo, então essa figura 
não é um quadrilátero”.
(D) “Se uma figura não é um quadrilátero, então essa 
figura não é um retângulo”.
(E) “Se uma figura não é um quadrilátero, então ela 
pode ser um retângulo”.
60. (INSTITUTO AOCP - 2016 - PM-CE - SOLDADO 
DA POLÍCIA MILITAR)
Considerando os conhecimentos em Raciocínio Lógico, 
julgue, como Certo (C) ou Errado (E), o item a seguir.
Se Lucas faz o almoço, então Camila não almoça fora. 
Sendo assim, podemos sempre garantir que: Se Camila al-
moça fora, então Lucas não fez o almoço.
( ) CERTO
( ) ERRADO
61. (INSTITUTO AOCP - 2016 - PM-CE - SOLDADO 
DA POLÍCIA MILITAR)
Considerando os conhecimentos em Raciocínio Lógico, 
julgue, como Certo (C) ou Errado (E), o item a seguir.
A afirmação “5=2+3 ou o número 10 é ímpar” é uma 
afirmação falsa.
( ) CERTO
( ) ERRADO
62.(AOCP - FISCAL DE POSTURAS MUNICIPAIS 
(PREF JF)/2016 (E MAIS 1 CONCURSO) 
Quando afirmamos que “Joaquim não é prefeito ou 
Humberto é mineiro” é, do ponto de vista lógico, o mesmo 
que afirmarmos que
(A) “Se Joaquim não é prefeito, então Humberto é mi-
neiro”.
(B) “Se Joaquim é prefeito, então Humberto é minei-
ro”.
(C) “Se Joaquim é prefeito, então Humberto não é mi-
neiro”.
(D) “Se Joaquim não é prefeito, então Humberto não 
é mineiro”.
(E) “Se Humberto é mineiro, então Joaquim é prefei-
to”.
63.(AOCP - FISCAL DE POSTURAS MUNICIPAIS 
(PREF JF)/2016 (E MAIS 1 CONCURSO) 
Quando dizemos que não é verdade que “Pedro é mé-
dico e Marcos não é alto”,é logicamente equivalente a di-
zer que é verdade que
(A) “Se Pedro não é médico, então Marcos não é alto”.
(B) “Se Pedro não é médico, então Marcos é alto”.
(C) “Pedro é médico ou Marcos é alto”.
(D) “Pedro não é médico e Marcos é alto”.
(E) “Pedro não é médico ou Marcos é alto”.
64.(AOCP - AGENTE (PREF JF)/ATENDIMENTO AO 
PÚBLICO/2016) 
Quando dizemos que não é verdade que “Antonio é 
baixo e Joaquim é rico”, é logicamente equivalente a dizer 
que é verdade que
(A) “Se Antonio não é baixo, então Joaquim não é rico”.
(B) “Antonio não é baixo e Joaquim não é rico”.
(C) “Se Antonio não é baixo, então Joaquim é rico”.
(D) “Antonio não é baixo ou Joaquim não é rico”.
(E) “Antonio é baixo ou Joaquim não é rico”.
65.(AOCP - ADMINISTRADOR (COREN SC)/2013 (E 
MAIS 4 CONCURSOS) 
A negação da proposição “Ana gosta do campo e Már-
cia gosta do litoral” é
(A) Ana não gosta do campo ou Márcia não gosta do 
litoral.
(B) Ana não gosta do campo e Márcia não gosta do 
litoral.
(C) Se Ana não gosta do campo, então Márcia não gos-
ta do litoral.
(D) Se Márcia não gosta do litoral, então Ana não gosta 
do campo.
(E) Ana não gosta do campo se, e somente se, Márcia 
não gosta do litoral.
RACIOCÍNIO LÓGICO
11
66.(AOCP - AUXILIAR LEGISLATIVO (CM IRATI)/2009 
) 
A negação da proposição “O contador prepara o im-
posto de renda da firma ou conclui a planilha de custos” é
(A) O contador não prepara o imposto de renda da fir-
ma ou não conclui a planilha de custos.
(B) O contador não prepara o imposto de renda da fir-
ma e não conclui a planilha de custos.
(C) O contador não prepara o imposto de renda da fir-
ma ou conclui a planilha de custos.
(D) O contador não prepara o imposto de renda da fir-
ma e conclui a planilha de custos.
(E) O contador prepara o imposto de renda da firma e 
não conclui a planilha de custos.
67.(AOCP - ASSISTENTE DE ADMINISTRAÇÃO 
(FUNPAPA)/2018 (E MAIS 1 CONCURSO) 
Em uma empresa de informática, trabalham 3 funcio-
nários: José, Antônio e João. Eles foram incumbidos de 
realizar juntos, em equipe, um back-up no computador 
central desta empresa.
Considere as seguintes afirmações:
I. Antônio fez o back-up.
II. José
e João fizeram o back-up.
III. Se João não fez o back-up, então Antônio também 
não o fez.
Sabendo que as afirmações I e III são verdadeiras e 
que a afirmação II é falsa, é correto afirmar que
(A) José não fez o back-up.
(B) Somente José fez o back-up.
(C) José e João não fizeram o back-up.
(D) Somente Antônio fez o back-up.
(E) José e Antônio fizeram o back-up.
68.(AOCP - AGENTE (PREF JF)/TRANSPORTE E 
TRÂNSITO I/2016 (E MAIS 1 CONCURSO) 
Se Augusto liga para Bruna, então Bruna vai ao Sho-
pping Center. Se Bruna vai ao Shopping Center, então De-
nise fica em casa. Se Denise fica em casa, então Érico liga 
para Denise. Se Érico não liga para Denise, então
(A) Bruna não vai ao Shopping Center e Augusto liga 
para Bruna.
(B) Denise fica em casa e Bruna vai ao Shopping Center.
(C) Denise não fica em casa e Augusto liga para Denise.
(D) Denise não fica em casa e Augusto não liga para 
Bruna.
(E) Bruna não vai ao Shopping Center e Augusto liga 
para Denise.
69.(AOCP - FISCAL DE POSTURAS MUNICIPAIS 
(PREF JF)/2016 (E MAIS 1 CONCURSO) 
Se Fábio comprar um CD para Glória, então Glória não 
vai ao teatro. Se Glória não vai ao teatro, então Helena fica 
em casa. Se Helena fica em casa, então Igor não compra 
um CD para Helena. Se Igor comprou um CD para Helena, 
então
(A) Glória vai ao teatro e Fábio compra um CD para 
Helena.
(B) Helena não fica em casa e Fábio não compra um CD 
para Glória.
(C) Glória vai ao teatro e Fábio compra um CD para 
Glória.
(D) Helena fica em casa e Glória não vai ao teatro.
(E) Helena não fica em casa e Fábio compra um CD 
para Igor.
70.(AOCP - ANALISTA DE PROJETOS (BRDE)/AGRO-
NOMIA/2012 (E MAIS 6 CONCURSOS) 
Se não chove, então o cachorro late. Se chove, então 
o papagaio não fala. Entretanto, o papagaio está falando. 
Logo,
(A) chove e o cachorro late.
(B) chove e o cachorro não late.
(C) não chove e o cachorro late.
(D) não chove e o cachorro não late.
(E) se o papagaio fala, então o cachorro não late.
71.(AOCP - AUDITOR DE CONTROLE EXTERNO 
(TCE-PA)/INFORMÁTICA/ADMINISTRADOR DE BANCO 
DE DADOS/2012 (E MAIS 1 CONCURSO) 
Considere as proposições:
• “Se Beto liga para Glória, então Glória vai à festa”;
• “Se Glória vai à festa, então Carla cuida do bebê”;
• “Se Carla cuida do bebê, então Raul liga para Carla”;
• “Mas Raul não liga para Carla”.
Nessas condições,
(A) Carla não cuida do bebê e Beto não liga para Glória.
(B) Carla cuida do bebê e Glória vai à festa.
(C) Carla não cuida do bebê e Glória vai à festa.
(D) Glória vai à festa e Beto liga para Glória.
(E) Glória não vai à festa e Beto liga para Glória.
72.(AOCP - AUDITOR DE CONTROLE EXTERNO 
(TCE-PA)/INFORMÁTICA/ANALISTA DE SISTEMA/2012 
(E MAIS 1 CONCURSO) 
Utilize o enunciado a seguir para responder à questão.
Três funcionários do Tribunal de Contas do Estado 
foram investigados pelo chefe imediato do setor em que 
atuam acerca de uma consulta ilícita a um relatório sob 
sigilo. O depoimento de cada um foi:
• Ary: “Bruno não consultou o relatório e Clóvis con-
sultou”;
RACIOCÍNIO LÓGICO
12
• Bruno: “Se Ary não consultou o relatório, Clóvis tam-
bém não consultou”;
• Clóvis: “Eu consultei o relatório, mas pelo menos um 
dos outros dois não consultou”.
 
Supondo que os três funcionários tenham consultado 
o relatório, o(s) mentiroso(s) foi(ram):
(A) Ary.
(B) Bruno.
(C) Ary e Bruno.
(D) Ary e Clóvis.
(E) Bruno e Clóvis.
73.(AOCP - ANALISTA JUDICIÁRIO (TRE RO)/APOIO 
ESPECIALIZADO/MEDICINA/2009)
Considere os seguintes argumentos lógicos.
 I. Premissa 1: Todo candidato a cargo político que sabe 
propor projetos conhece a Constituição Brasileira. Premis-
sa 2: Ubiratã é candidato a cargo político e não conhece a 
Constituição Brasileira. Conclusão: Ubiratã não sabe pro-
por projetos.
 II. Premissa 1: Todo cidadão honesto vota nas elei-
ções. Premissa 2: Sílvio vota nas eleições. Conclusão: Sílvio 
é um cidadão honesto.
 III. Premissa 1: Alguns candidatos a cargo político são 
intelectuais. Premissa 2: Todos os escrivães são intelec-
tuais. Conclusão: Alguns candidatos a cargo político são 
escrivães.
A sequência que corresponde à atribuição correta de 
validade para os argumentos é, respectivamente,
(A) válido; válido; válido.
(B) válido; não-válido; válido.
(C) não-válido; válido; válido.
(D) não-válido; válido; não-válido.
(E) válido; não-válido; não-válido.
74.(AOCP - AGENTE (PREF JF)/TRANSPORTE E 
TRÂNSITO I/2016 (E MAIS 1 CONCURSO) 
Do ponto de vista da lógica, se alguns pedreiros são 
carpinteiros e todos os carpinteiros são horistas, então
(A) todos os pedreiros são horistas e nenhum pedreiro 
é carpinteiro.
(B) nenhum pedreiro é horista.
(C) alguns pedreiros são horistas.
(D) todos os pedreiros são carpinteiros e horistas.
(E) alguns carpinteiros são horistas.
75.(AOCP - FISCAL DE POSTURAS MUNICIPAIS 
(PREF JF)/2016 (E MAIS 1 CONCURSO) 
Do ponto de vista da lógica, se alguns mamíferos são 
herbívoros e todos os herbívoros são folívoros, então
(A) nenhum mamífero é folívoro.
(B) todos os mamíferos são folívoros e nenhum herbí-
voro é mamífero.
(C) todos os mamíferos são herbívoros e folívoros.
(D) alguns mamíferos são folívoros.
(E) alguns herbívoros são folívoros.
76.(AOCP - AGENTE (PREF JF)/TRANSPORTE E 
TRÂNSITO I/2016 (E MAIS 1 CONCURSO) 
Cinco amigos, João, Kátia, Laura, Marcelo e Otávio, 
combinaram de se encontrar em um restaurante. Sabe-se 
que João chegou ao restaurante antes de Marcelo e Laura, 
Marcelo chegou ao restaurante antes de Otávio, Kátia che-
gou ao restaurante antes de João, e Otávio não foi o último 
a chegar ao restaurante. Dessa forma, entre os cinco ami-
gos citados, o quarto a chegar no restaurante foi
(A) João.
(B) Kátia.
(C) Laura.
(D) Marcelo.
(E) Otávio.
77.(AOCP - FISCAL DE POSTURAS MUNICIPAIS 
(PREF JF)/2016 (E MAIS 1 CONCURSO) 
Em uma gincana escolar, participam cinco equipes, 
identificadas cada uma por uma cor: equipe verde, equi-
pe amarela, equipe azul, equipe branca e equipe roxa. Em 
uma das provas dessa gincana, sabe-se que a equipe verde 
terminou essa prova antes da equipe branca e da equipe 
azul, a equipe branca terminou essa prova antes da equi-
pe roxa, a equipe amarela terminou essa prova antes da 
equipe verde e a equipe roxa não foi a última a terminar 
essa prova. Dessa forma, a terceira equipe a terminar essa 
prova foi a
(A) verde.
(B) amarela.
(C) azul.
(D) branca.
(E) roxa.
78.(AOCP - FISCAL DE POSTURAS MUNICIPAIS 
(PREF JF)/2016 (E MAIS 1 CONCURSO) 
Carlos convidou seus três amigos, Davi, Evandro e Faus-
to, para um jogo de baralho em sua casa. Quando estavam 
todos dispostos em uma mesa quadrada, eles começaram 
a trocar informações sobre suas profissões, tal que:
Carlos é mecânico e há, ainda, nesta mesa, um pedrei-
ro, um carpinteiro e um agricultor;
Davi está sentado à direita de Carlos;
Evandro está sentado à direita do pedreiro;
RACIOCÍNIO LÓGICO
13
Fausto, que não é o carpinteiro, está sentado à frente 
de Davi.
Dessa forma, conclui-se que
(A) Carlos é mecânico e Evandro é agricultor.
(B) Davi é carpinteiro e Fausto é agricultor.
(C) Evandro é carpinteiro e Davi é pedreiro.
(D) Fausto é mecânico e Davi é carpinteiro.
(E) Fausto é mecânico e Evandro é agricultor.
79.(AOCP - AUXILIAR ADMINISTRATIVO (COREN 
SC)/2013 (E MAIS 4 CONCURSOS) 
José, João e Marcelo estão em especialidades diferen-
tes . Um é pediatra, outro é neurologista e o outro cardio-
logista. Sabendo que:
∙ou João é pediatra, ou Marcelo é pediatra;
∙ou José é neurologista, ou Marcelo é cardiologista;
∙ou Marcelo é cardiologista, ou João é cardiologista.
Podemos afirmar que José, João e Marcelo são, res-
pectivamente,
(A) neurologista, pediatra e cardiologista.
(B) neurologista, cardiologista e pediatra.
(C) cardiologista, neurologista e pediatra.
(D) cardiologista, pediatra e neurologista.
(E) pediatra, neurologista e cardiologista.
80.(AOCP - ARTE EDUCADOR (FUNPAPA)/INSTRU-
TOR DE ARTES, OFÍCIOS/2018 (E MAIS 3 CONCURSOS) 
Dada a sequência numérica 1, 3, 6, 10, 15, 21, x, y ... 
Sabendo que x e y são números
e seguem o padrão mate-
mático para essa sequência, qual é o valor de x + y?
(A) 28
(B) 36
(C) 54
(D) 60
(E) 64
GABARITO
1 B
2 A
3 E
4 C
5 D
6 C
7 B
8 E
9 D
10 CERTO
11 CERTO
12 ERRADO
13 CERTO
14 ERRADO
15 ERRADO
16 CERTO
17 ERRADO
18 ERRADO
19 CERTO
20 ERRADO
21 ERRADO
22 ERRADO
23 C
24 B
25 C
26 B
27 D
28 C
29 E
30 C
31 E
32 B
33 E
34 A
35 E
36 B
37 D
38 E
39 B
40 D
41 C
42 C
43 E
44 E
45 E
46 D
47 A
48 A
49 E
50 E
51 E
52 C
53 B
54 E
55 A
56 E
RACIOCÍNIO LÓGICO
14
57 E
58 D
59 D
60 CERTO
61 ERRADO
62 B
63 E
64 D
65 A
66 B
67 A
68 D
69 B
70 C
71 A
72 D
73 E
74 C
75 D
76 E
77 D
78 C
79 B
80 E
ANOTAÇÕES
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QUÍMICA
1
QUÍMICA
1. (AOCP - TÉCNICO (IF PA)/LABORATÓRIO/”SEM 
ESPECIALIDADE”/2009)
Assinale a alternativa correta.
(A) A tabela periódica moderna foi construída em or-
dem crescente de massa atômica.
(B) As famílias IA e IIA na tabela periódica são denomi-
nadas alcalinos e calcogênios, respectivamente.
(C) Num mesmo período da tabela periódica a eletro-
negatividade diminui da esquerda para a direita.
(D) Em um mesmo período, geralmente um elemento 
da família dos alcalinos apresenta menor energia de 
ionização do que um elemento da família dos halogê-
nios.
(E) Um elemento (E) de número atômico (Z = 11) com 
um elemento (J) de número atômico (Z = 17) formará 
uma substância de fórmula EJ2. 
2. (AOCP - PROFESSOR (PREF FEIRA DE SANTANA)/
CIÊNCIAS/2018)
A matéria no estado sólido apresenta diferentes carac-
terísticas, de acordo com as substâncias que a compõem. 
Considerando o exposto, quais são as principais caracterís-
ticas dos sólidos?
(A) Flexibilidade, dureza, escoamento, forma e resis-
tência.
(B) Elasticidade, ponto de ebulição, ponto de fusão
(C) Dureza, forma, ductibilidade, ponto de fusão e 
ponto de ebulição.
(D) Resistência, ponto de fusão e ebulição, dureza e 
escoamento.
(E) Dureza, elasticidade, resistência, flexibilidade e 
ductibilidade. 
3. (AOCP - TÉCNICO EM LABORATÓRIO (IFNMG)/
QUÍMICA/2009)
Assinale a alternativa correta.
(A) O óxido de cálcio e óxido de cobre II correspondem 
ás fórmulas .
(B) Ácido perclórico, ácido carbônico e ácido fosfórico, 
correspondem as fórmulas 
respectivamente.
(C) Ao dissolver o gás amônia na água deionizada, o 
meio torna-se ácido.
(D) O dióxido de carbono reage com o hidróxido de cál-
cio para formar carbonato de cálcio e água.
(E) O metano possui geometria planar.
4. (AOCP - TÉCNICO (IF PA)/LABORATÓRIO/”SEM 
ESPECIALIDADE”/2009)
Assinale a alternativa correta.
(A) No fluoreto de cálcio a ligação é iônica.
(B) A geometria molecular do dióxido de carbono é 
angular.
(C) O tetracloreto de carbono é uma molécula polar.
(D) No gás hidrogênio a ligação é covalente polar.
(E) O metano é um composto polar e apresenta geo-
metria molecular tetraédrica. 
5. (AOCP - TÉCNICO DE NÍVEL SUPERIOR I (PREF JF)/
ANALISTA AMBIENTAL/ENGENHARIA QUÍMICA/2016)
No processamento do petróleo, GLP é obtido em qual 
etapa do processo?
(A) Reforma catalítica.
(B) Destilação atmosférica.
(C) Destilação a vácuo.
(D) Craqueamento térmico.
(E) Extração com solvente. 
6. (AOCP - TÉCNICO DE NÍVEL SUPERIOR I (PREF JF)/
ANALISTA AMBIENTAL/ENGENHARIA QUÍMICA/2016)
Sobre o efeito da temperatura nas propriedades de 
substâncias, assinale a alternativa correta.
(A) A densidade de um gás aumenta com a tempera-
tura.
(B) A viscosidade de um gás aumenta com a tempera-
tura.
(C) Mantida constante a pressão, o volume de um gás 
diminui com a temperatura.
(D) A densidade de um líquido varia fortemente com a 
temperatura.
(E) A viscosidade de um líquido aumenta com a tem-
peratura. 
QUÍMICA
2
7. (AOCP - TÉCNICO EM DESENVOLVIMENTO (BA-
DESUL)/ENGENHEIRO QUÍMICO/2010)
Dentre as etapas de purificação de produtos, nos pro-
cessos industriais, a cristalização consiste na separação de 
substâncias dissolvidas em um solvente estando baseada 
nas diferenças de solubilidade de cada uma delas. Deste 
modo o processo consiste em evaporar o solvente con-
trolando-se a pressão, a temperatura e a concentração, 
para promover a cristalização de cada soluto sob a forma 
mais pura possível. Para um boa visualização do proces-
so os dados de solubilidade, de um sólido em um líquido, 
são geralmente representados graficamente em função da 
temperatura.
A partir do conhecimento do processo de cristalização 
e das informações contidas no gráfico de solubilidade, as-
sinale a alternativa correta.
(A) Se a 250 gramas de KNO3 forem adicionados 200 
gramas de água a 58ºC, será obtida uma solução satu-
rada com 100 gramas de KNO3 precipitado.
(B) Se uma solução saturada de KNO3 for preparada a 
50ºC e, em seguida, aquecida a 80ºC, será obtida uma 
solução supersaturada desse sal.
(C) A curva de solubilidade representa a fronteira en-
tre as regiões insaturada e supersaturada, e qualquer 
ponto dessa curva indica que a solução está saturada.
(D) O sal mais solúvel em água, a 50ºC, é o NaCl.
(E) A menor quantidade de água necessária para dis-
solver completamente 50 gramas de NaNO3 a 35ºC é 
100 gramas.
8. (AOCP - TÉCNICO DE NÍVEL SUPERIOR I (PREF JF)/
ANALISTA AMBIENTAL/ENGENHARIA QUÍMICA/2016)
Dentre as alternativas a seguir, assinale a que apresen-
ta uma característica do Método McCabe-Thiele, aplicado 
na resolução de problemas de destilação binária.
(A) ΔT entre o topo e fundo da torre acima de 50ºC.
(B) É recomendado para qualquer comportamento das 
curvas de líquido saturado e de vapor saturado no dia-
grama entalpia/composição.
(C) Vazões de líquido e vapor constantes nos estágios/
pratos da coluna.
(D) Permite o cálculo direto das cargas térmicas do 
condensador e do refervedor.
(E) Os balanços de massa nas seções de retificação e 
esgotamento são realizados diretamente/ graficamen-
te no diagrama de equilíbrio (y versus x).
9. (AOCP - TÉCNICO EM DESENVOLVIMENTO (BA-
DESUL)/ENGENHEIRO QUÍMICO/2010)
Um reator está inicialmente cheio com água a 50ºC e 
sendo aquecido por um fluido que circula em uma tubula-
ção em forma de serpentina e mantida a uma temperatura 
de 100ºC. O coeficiente de película entre a serpentina e 
a água é de 96.000 J h-1 m-2 ºC-1. Dado que a entalpia de 
vaporização da água é de 2.400 J g-1, pode-se afirmar que 
o valor da área da serpentina para evaporar 100 kg/h de 
água é
(A) 5,0 m².
(B) 50 m².
(C) 40 m².
(D) 100 m².
(E) 10 m².
10. (AOCP - TÉCNICO EM LABORATÓRIO (IFNMG)/
QUÍMICA/2009)
Sobre a cinética das transformações químicas, é corre-
to afirmar que
(A) o catalisador é uma espécie que deve ser solúvel 
no meio reacional.
(B) um aumento na pressão sempre altera a velocida-
de de uma reação.
(C) a entalpia da reação é diminuída com a ação do 
catalisador que, por sua vez, aumenta a velocidade 
global da reação.
(D) a velocidade de uma reação química é determina-
da pela velocidade da etapa mais lenta da reação.
(E) a concentração dos reagentes, a temperatura e a 
frequência de colisão entre as moléculas reagentes 
são fatores que, isoladamente, não alteram a veloci-
dade de uma reação. 
QUÍMICA
3
11. (AOCP - TÉCNICO EM LABORATÓRIO (IFNMG)/QUÍMICA/2009)
Considerando a seguinte reação
Assinale a alternativa correta.
(A) É uma reação de hidrólise.
(B) É uma reação de substituição.
(C) É uma reação exotérmica.
(D) Não é uma reação de adição.
(E) O produto formado deve ter ponto de ebulição menor do que alceno reagente.
12. (AOCP - TÉCNICO DE NÍVEL SUPERIOR I (PREF JF)/ANALISTA AMBIENTAL/ENGENHARIA QUÍMICA/2016)
Dentre os compostos a seguir, qual é o de menor volatilidade à pressão atmosférica?
(A) Propano.
(B) N-butano.
(C) I-butano.
(D) N-pentano.
(E) I-pentano. 
13. (AOCP - TÉCNICO DE NÍVEL SUPERIOR I (PREF JF)/ANALISTA AMBIENTAL/ENGENHARIA QUÍMICA/2016)
Com relação à nomenclatura de compostos orgânicos, assinale a alternativa correta.
(A) Aldeídos – compostos orgânicos com grupamento carbonila na extremidade da cadeia carbônica.
(B) Alcanos – HC saturados de cadeias lineares.
(C) Alcenos – HC insaturados com apenas uma dupla ligação.
(D) Aromáticos – HC que apresentam estrutura cíclica.
(E) Cetonas – compostos orgânicos que apresentam grupamento carboxílico. 
14. (AOCP - TÉCNICO EM LABORATÓRIO (IFNMG)/QUÍMICA/2009)
Assinale a alternativa correta.
(A) Um composto com fórmula molecular C4H8O pode ser um ácido carboxílico.
(B) A metil amina e etil amina apresentam a mesma fórmula molecular.
(C) O butanoato de butila apresenta fórmula molecular C8H16O2.
(D) Um ácido carboxílico pode ser oxidado para álcool.
(E) Dimetilamina e etanoamida pertencem à mesma função orgânica. 
15. (AOCP - TÉCNICO (IF PA)/LABORATÓRIO/”SEM ESPECIALIDADE”/2009)
Assinale a alternativa correta.
(A) O propanal apresenta maior ponto de ebulição do que o pentanal.
(B) O metanol apresenta menor solubilidade em água do que o butanol.
(C) O metano apresenta maior ponto de ebulição do que o octano.
(D) Um álcool e um éter nunca podem ser isômeros.
(E) Um composto de fórmula molecular C2H7N pode ser a substância etil-amina. 
QUÍMICA
4
16. (AOCP - TÉCNICO EM DESENVOLVIMENTO (BA-
DESUL)/ENGENHEIRO QUÍMICO/2010)
Um laboratório resolveu buscar a certificação de quali-
dade ISO. Durante o processo de certificação da qualidade 
do laboratório, o órgão certificador solicitou a dosagem de 
chumbo em várias alíquotas de uma amostra padrão de 
água. Os resultados das análises que foram realizadas em 
triplicata por cinco analistas diferentes estão apresenta-
dos na tabela a seguir.
A amostra utilizada para a certificação tem o teor real 
de Pb+2 de 5,00 ppm. Qual analista apresentou resultado 
mais preciso?
(A) A.
(B) B.
(C) C.
(D) D.
(E) E.
17. (AOCP - TÉCNICO EM LABORATÓRIO (IFNMG)/
QUÍMICA/2009)
Assinale a alternativa correta.
(A) Na faixa de transição, o indicador fenolftaleína 
sempre passa de incolor para vermelho.
(B) Papel de filtro quantitativo faixa preta possui poros 
maiores que papel de filtro quantitativo faixa azul.
(C) Coluna de Vigreaux é utilizada em cromatografia 
gasosa para separação de substâncias voláteis.
(D) Para calibrar um pHmetro deve se utilizar uma úni-
ca solução tampão.
(E) A medida de pH usando um pHmetro não é uma 
medida eletroquímica. 
18. (AOCP - PROFESSOR (PREF FEIRA DE SANTANA)/
CIÊNCIAS/2018)
A chuva ácida ocorre a partir da reação de gases po-
luentes emitidos de combustão, como a queima de carvão 
e de combustíveis fósseis. Ela é formada, principalmente, 
pela reação química entre
(A) dióxido de enxofre, oxigênio e água.
(B) gás carbônico, argônio e água.
(C) dióxido de nitrogênio, metano e água.
(D) oxigênio, metano e água.
(E) monóxido de carbono, nitrogênio e água. 
19. (AOCP - PROFESSOR (PREF FEIRA DE SANTANA)/
CIÊNCIAS/2018)
Seres vivos que morreram no passado e escaparam 
da decomposição ficaram soterrados por sedimentos que 
se tornaram rochas por milhares de anos. As substâncias 
orgânicas desses seres foram sofrendo lentas transforma-
ções até se tornarem os chamados Combustíveis Fósseis. 
O carbono presente nesses combustíveis foi captado da 
luz solar no passado e voltou ao seu ciclo natural, agora 
que esses combustíveis são usados para gerar energia. 
Nos últimos cem anos, qual foi o resultado de reestabele-
cer essas moléculas ao seu ciclo natural?
(A) Aumentou o CO2 atmosférico em cerca de 40%, re-
estabelecendo o ciclo natural do carbono.
(B) Aumentou o CO2 atmosférico em cerca de 30%, 
provocando a elevação de temperatura e a intensifica-
ção do efeito estufa.
(C) Aumentou o CO2 atmosférico em cerca de 5%, pro-
vocando o aumento de outros gases atmosféricos, 
como o metano e nitrogênio, para equilibrar a atmos-
fera terrestre.
(D) Aumentou o CO2 atmosférico em cerca de 5%, pro-
vocando o aumento da temperatura e da camada de 
ozônio.
(E) Aumentou o CO2 atmosférico em cerca de 25%, 
provocando a intensificação da inversão térmica e o 
aumento de outros gases e vapor d’água para equili-
brar a atmosfera terrestre. 
20. (AOCP - TÉCNICO EM LABORATÓRIO (IFNMG)/
QUÍMICA/2009)
Assinale a alternativa correta.
(A) Balança analítica comumente tem precisão de 100 
microgramas.
(B) Para se obter água deionizada, o processo de deio-
nização deve preceder o processo de destilação.
(C) Destilação fracionada é uma técnica que se aplica 
principalmente para separar substâncias com pontos 
de ebulição bem diferentes.
(D) Nefelometria é a medida do índice de refração de 
uma substância.
(E) Pode-se utilizar cubetas de vidro para se obter valo-
res de absorvância de uma solução em qualquer com-
primento de onda por meio de um espectrofotômetro 
UV-Vis. 
QUÍMICA
5
GABARITO
1 D
2 E
3 D
4 A
5 B
6 B
7 C
8 E
9 B
10 D
11 A
12 D
13 A
14 C
15 E
16 D
17 B
18 A
19 B
20 A
ANOTAÇÕES
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QUÍMICA
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FÍSICA
1
FÍSICA
1. (INSTITUTO AOCP - ASSISTENTE (FSNH)/LABORA-
TÓRIO/2021)
De acordo com o sistema internacional de medidas, 1 
(um) metro equivale a
(A) 0,1 hectômetros.
(B) 10 decâmetros.
(C) 10 hectômetros.
(D) 0,01 quilômetros.
(E) 10 decímetros.
2. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (CP II)/LABORATÓ-
RIO/FÍSICA/2013)
Uma grandeza vetorial pode ser representada por um 
vetor porque possui
(A) valor, direção e sentido.
(B) posição, orientação e sentido.
(C) posição, orientação e direção.
(D) módulo, direção e sentido.
(E) valor, orientação e direção.
3. (INSTITUTO AOCP - PERITO (ITEP RN)/CRIMINAL/
ÁREA GERAL/2021)
O gráfico a seguir representa a aceleração de um mó-
vel em função do tempo.
Sabendo que o móvel se encontra em repouso no ins-
tante t = 0, assinale a alternativa correta.
(A) No intervalo de 0 a 5 s, o móvel se desloca com 
velocidade constante.
(B) No intervalo de 0 a 5 s, o deslocamento do móvel 
é de 10 m.
(C) No intervalo de 5 a 10 s, o móvel permanece em 
repouso.
(D) No intervalo de 0 a 15 s, o móvel se desloca mais 
do que 100 m.
(E) No intervalo de 10 a 15 s, o móvel se desloca con-
trariamente ao sentido que se desloca no intervalo de 
0 a 5 s.
4. (INSTITUTO AOCP - ASSISTENTE (FSNH)/LABORA-
TÓRIO/2021)
Considerando a função horária do espaço, assinale a 
alternativa correta.
(A) Tempo é uma grandeza nula nessa função.
(B) Conforme a velocidade do corpo aumenta, o deslo-
camento aumentará.
(C) Nessa função, a velocidade é uma grandeza cres-
cente.
(D) Deslocamento e tempo são grandezas diretamente 
proporcionais.
(E) Tempo e aceleração são grandezas inversamente 
proporcionais 
5. (INSTITUTO AOCP - ASSISTENTE (FSNH)/LABORA-
TÓRIO/2021)
Um motorista transitando em uma avenida a 36km/h, 
ao avistar um redutor de velocidade, reduz a velocidade 
do carro para 18km/k em 5 segundos. Qual é a aceleração 
desse carro nesses 5 segundos?
(A) -5 m/s²
(B) -2,5 m/s²
(C) -2 m/s²
(D) -1 m/s²
(E) 1 m/s²
6. (INSTITUTO AOCP - PROFESSOR DE EDUCAÇÃO 
BÁSICA 3 (SEECT PB)/FÍSICA/2019)
Um veículo tem a sua velocidade aumentada de 
20,0m/s para 30,0m/s
em um intervalo de tempo de 10,0s. 
Assinale a alternativa que apresenta a velocidade média 
durante a aceleração.
(A) 10,0m/s.
(B) 25,0m/s.
(C) 2,0m/s.
(D) 50,0m/s.
7. (INSTITUTO AOCP - PROFESSOR DE EDUCAÇÃO 
BÁSICA 3 (SEECT PB)/FÍSICA/2019)
Um objeto, cujas dimensões são desprezíveis, está se 
movimentando em linha reta em uma superfície perfeita-
mente plana e horizontal. Em determinado instante, a sua 
velocidade aumenta 6m/s em um intervalo de 2s constan-
temente. Se a velocidade em que se movimentava no ins-
tante de tempo t0=0 era de 40m/s, qual será a distância 
por ele percorrida em 10s?
(A) 200m.
(B) 400m.
(C) 190m.
(D) 550m.
FÍSICA
2
8. (INSTITUTO AOCP - ANALISTA UNIVERSITÁRIO 
(UEFS)/FÍSICA/2018)
Aristóteles acreditava que no mundo sublunar os cor-
pos graves (em oposição aos corpos leves) possuíam mo-
vimento natural para baixo, porque tendiam a retornar ao 
seu lugar próprio. A diferença de velocidades, v, de dife-
rentes corpos graves se dava pela quantidade de grave que 
possuíam. Assim, quanto mais “gravidade” tinha um corpo 
terrestre, mais depressa ele caía. E quanto mais denso o 
meio no qual ele se deslocava, mais devagar era sua que-
da. Se representarmos v = velocidade, P = quantidade de 
grave (gravidade) e d = densidade do meio, seria correto 
demonstrar o pensamento aristotélico pela seguinte ex-
pressão: (considere k = uma constante de proporcionali-
dade para recuperar a dimensão da velocidade)
(A) v = k (P – k.d)
(B) v = k (P / d)
(C) v = k. exp (P – d)
(D) v= log (P + K.d)
(E) v = k (d / P)
9. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (CP II)/LABORATÓ-
RIO/FÍSICA/2013)
Um jogador de futebol lança uma bola para cima, per-
feitamente reta na vertical, ao longo de um eixo Y, com 
velocidade inicial de 15 m/s. Para atingir a altura máxima 
e retornar até a altura de 1 m do lançamento inicial, a bola 
demora quantos segundos? Considere a gravidade como 
sendo 9,8 m/s.
(A) 4,23
(B) 2,99
(C) 2,51
(D) 3,18
(E) 2,89
10. (INSTITUTO AOCP - PROFESSOR DA CARREIRA 
DE ENSINO BÁSICO, TÉCNICO E TECNOLÓGICO (IBC)/
FÍSICA/2013)
Um ponto material descreve um movimento que é 
dado pela equação X = 5.t4 - 4.t3 + 2.t2 + 6.t - 15. Conside-
rando sempre o Sistema Internacional de unidades, infor-
me se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir 
e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Considerando apenas os valores numéricos em t 
= 2s, a diferença entre o valor da velocidade e o valor da 
posição vale 18 e a diferença entre o valor da aceleração e 
o valor da velocidade vale 26.
( ) A diferença entre o espaço percorrido no 2º s de 
movimento e o espaço percorrido no 10º s de movimento 
vale 16.096m.
( ) A razão entre as velocidades nos tempos t = 8s e t 
= 4s vale aproximadamente 8,56.
( ) A diferença entre as acelerações nos tempos t = 8s 
e t = 4s vale 2.784.
(A) V – F – V – F.
(B) F – V – F – V.
(C) V – V – V – V.
(D) F – V – V – V.
(E) F – F – F – F.
11. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (CP II)/LABORATÓ-
RIO/FÍSICA/2013)
Sobre o movimento em duas dimensões, analise as as-
sertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s). 
I. Duas bolas idênticas, uma solta verticalmente e a 
outra lançada horizontalmente, possuem o mesmo movi-
mento vertical. 
II. Movimentos horizontais e verticais são independen-
tes. 
III. No vácuo, uma bola de 10 kg demora a metade do 
tempo de uma bola de 5 kg para percorrer 10 m, sendo 
soltas do mesmo ponto, ao mesmo tempo. 
(A) Apenas III.
(B) I, II e III.
(C) Apenas II e III.
(D) Apenas I.
(E) Apenas I e II. 
12. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (CP II)/LABORATÓ-
RIO/FÍSICA/2013)
Com condições de lançamento idênticas ao de um pro-
jétil, formando um movimento de parábola, o maior mó-
dulo da velocidade final é atingido quando
(A) os pontos inicial e final estão na mesma altura.
(B) o ponto inicial é mais baixo que o ponto final.
(C) o ponto inicial é mais alto que o ponto final.
(D) somente o ângulo de lançamento é que influencia 
no módulo da velocidade final.
(E) a diferença de altura entre o ponto inicial e o ponto 
final não influenciam no módulo da velocidade final.
13. (INSTITUTO AOCP - PROFESSOR DA CARREIRA 
DE ENSINO BÁSICO, TÉCNICO E TECNOLÓGICO (IBC)/
FÍSICA/2013)
Dois móveis P e Q percorrem uma mesma trajetória 
em movimentos circulares uniformes, sendo que P a per-
corre no sentido horário e Q, no sentido anti-horário. P 
efetua 1/3 rpm e Q 1/4 rpm. Considerando que partiram 
do mesmo ponto, simultaneamente, o número de vezes 
que se encontram em uma hora é igual a
(A) 5.
(B) 15.
(C) 20.
(D) 35.
(E) 50.
FÍSICA
3
14. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (UFFS)/LABORA-
TÓRIO/FÍSICA/2016)
Considere o gráfico distância (D) versus tempo (T) 
apresentado a seguir.
Os trechos I, II e III correspondem, respectivamente, a 
um movimento retilíneo:
(A) variado (acelerado), variado (retardado), uniforme 
(sem aceleração).
(B) uniforme (sem aceleração), variado (acelerado), 
variado (acelerado).
(C) uniforme (sem aceleração), variado (retardado), 
variado (acelerado).
(D) variado (acelerado), uniforme (sem aceleração), 
variado (retardado).
(E) variado (retardado), uniforme (sem aceleração), 
variado (retardado).
15. (INSTITUTO AOCP - PROFESSOR DA CARREIRA 
DE ENSINO BÁSICO, TÉCNICO E TECNOLÓGICO (IBC)/
FÍSICA/2013)
Dois móveis X e Y percorrem trajetórias retilíneas e 
paralelas, com velocidades constantes, iguais a 30 m/s e 
40 m/s, respectivamente e em módulo. Com base nessas 
informações, assinale a alternativa correta.
(A) Ao se movimentarem em sentidos contrários e 
mesma direção, a distância entre eles, 2s após se 
cruzarem num ponto qualquer da trajetória, será de 
140m.
(B) Ao se movimentarem no mesmo sentido e direção 
a distância entre eles, 5s após se cruzarem num ponto 
qualquer da trajetória, será de 25m.
(C) A velocidade relativa será sempre maior que a 
maior das velocidades.
(D) A velocidade relativa será sempre menor que a me-
nor das velocidades.
(E) A velocidade relativa estará sempre compreendida 
entre o valor da menor velocidade e o da maior velo-
cidade. 
16. (INSTITUTO AOCP - ASSISTENTE (FSNH)/LABO-
RATÓRIO/2021)
Sobre grandezas vetoriais, analise as assertivas e assi-
nale a alternativa que aponta a(s) correta(s).
I. A velocidade vetorial média é definida pela razão en-
tre o vetor deslocamento e o correspondente intervalo de 
tempo.
II. Uma grandeza vetorial possui módulo, direção e 
sentido.
III. Força, massa e aceleração são grandezas vetoriais.
(A) Apenas I.
(B) Apenas III.
(C) Apenas I e II.
(D) Apenas I e III.
(E) Apenas II e III. 
17. (AOCP - PROFESSOR (PREF FEIRA DE SANTANA)/
CIÊNCIAS/2018)
O cinto de segurança dos veículos é utilizado para evi-
tar que, em caso de uma freada ou impacto, ocorra lesões 
graves no passageiro. A criação desse item de segurança 
leva em consideração a física do movimento, principal-
mente a lei de Newton relacionada
(A) à força peso.
(B) à gravidade.
(C) ao princípio da dinâmica.
(D) à ação e reação.
(E) à inércia. 
18. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (UFFS)/LABORA-
TÓRIO/FÍSICA/2016)
Newton escreveu em seu segundo axioma do mo-
vimento: “a força impressa é proporcional à variação da 
quantidade de movimento.” Com essas palavras, ele que-
ria dizer que 
Observação: F é a força impressa; m a quantidade de 
matéria, t o tempo e v a velocidade.
(A) F = d(m.v 2) / dt.
(B) F = d(m.v) / dt.
(C) F = d(v.t) / dm.
(D) F = d (v.m) / dt 2.
(E) F = d (m.t) / dv .
19. (INSTITUTO AOCP - DOCENTE (ANGRA)/II/CIÊN-
CIAS/2015)
Todo corpo se mantém em movimento retilíneo uni-
forme ou em repouso, a menos que uma força resultante 
diferente de zero atue sobre ele. Esse fato está relaciona-
do a qual princípio físico?
(A) Empuxo.
(B) Ação e reação.
(C) Aceleração.
(D) Tração.
(E) Inércia.
FÍSICA
4
20. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (UFFS)/LABORA-
TÓRIO/FÍSICA/2016)
Sabemos que um corpo, quando deixado cair de uma 
altitude muito elevada, não acelera continuamente, como 
se esperaria da 2ª Lei de Newton. O salto de um paraque-
dista é um exemplo disso. Considerando
F como a força de 
resistência do ar, v sua velocidade e a sua aceleração, qual 
das alternativas a seguir representa melhor a variação de 
F durante a queda do paraquedista?
(A) F é proporcional a a.
(B) F é proporcional ao logaritmo de v.
(C) F é proporcional a v.
(D) F é proporcional ao produto ( a . v ).
(E) F é proporcional a a2. 
21. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (CP II)/LABORATÓ-
RIO/FÍSICA/2013)
Um bloco com massa de 4 kg se deslocou com veloci-
dade constante de 8 m/s. O bloco colide com um anteparo 
preso a uma mola, que é comprimida até que o bloco para 
completamente por um instante. Durante o movimento 
inicial, mola indeformada, não há atrito do bloco com a 
superfície. Mas, ao comprimir a mola, o piso exerce uma 
força de atrito cinético de intensidade de 20 N. a constante 
da mola é 12 kN/m. Qual é a distância d de compressão da 
mola no instante em que o bloco para completamente?
(A) 0,14 m.
(B) 0,21 m.
(C) 0,01 m.
(D) 0,30 m.
(E) 0,05 m. 
22. (INSTITUTO AOCP - MOTORISTA (CM C STO 
AGOSTINHO)/2019)
A alta velocidade, o ângulo da curva e as condições 
da via e do veículo podem tirar o veículo da faixa de dire-
ção, causando sérios acidentes. Por isso, ao se aproximar 
de uma curva, é necessário reduzir sempre a velocidade, 
não freando bruscamente no meio dela, pois pode haver a 
perda do controle do veículo. Além disso, deve-se manter 
distância segura dos outros veículos e prestar atenção ao 
trânsito em volta. Sabe-se que força centrífuga é a força 
que tende a jogar o veículo para fora da curva. Assim, qual 
é o nome da força que tende a jogar o veículo para dentro 
(mais ao centro) da curva?
(A) Força centígrada.
(B) Força centrípeta.
(C) Força centralizada.
(D) Força concentrada. 
23. (INSTITUTO AOCP - PERITO (ITEP RN)/CRIMI-
NAL/ÁREA GERAL/2021)
Uma criança de 20 kg cai da janela do 6o andar de um 
edifício, que se encontra a uma altura de 20 m em relação 
ao solo. Considere a aceleração da gravidade igual a 10 m/
s2, a velocidade inicial da criança igual a zero e despreze 
a resistência do ar. Diante da situação exposta, assinale a 
alternativa correta.
(A) A velocidade com que a criança atinge o solo é me-
nor do que 100 km/h.
(B) A energia potencial associada à criança, quando se 
encontra a uma altura de 20 m em relação ao solo, é 
menor do que 3 kj.
(C) A energia cinética associada à criança, imediata-
mente antes de atingir o solo, é maior do que 5 kj.
(D) Se a criança tivesse caído do dobro da altura da 
qual ela caiu, sua velocidade ao atingir o solo seria 
maior do que 120 km/h.
(E) Uma criança de 40 kg, caindo da mesma altura de 
20 m, atingiria o solo com uma velocidade maior do 
que 100 km/h. 
24. (INSTITUTO AOCP - VESTIBULAR (UNCI-
SAL)/2017/”2018”)
Durante o ano de 1840, o cientista James Prescott Jou-
le realizou vários experimentos com o intuito de demons-
trar a equivalência entre uma quantidade de energia me-
cânica e uma certa quantidade de calor. Seu invento mais 
famoso foi um dispositivo no qual dois corpos presos por 
fios podiam se movimentar verticalmente, conforme ind 
icado na figura a seguir:
Figura disponível em: <http://mundoeducacao.bol.
uol.com.br/fisica/james-prescott-joule.htm>. Acesso em: 
06 nov. 2017.
FÍSICA
5
A água no interior do recipiente estava isolada termi-
camente e em contato com um conjunto de pás. Cada vez 
que os corpos eram abandonados de uma determinada 
altura, as pás entravam em movimento e agitavam a água. 
Em virtude do atrito das pás com a água, os corpos caíam 
com velocidade praticamente constante, isto é, sua ener-
gia cinética se mantinha constante. Assim, como os con-
tatos dos fios com as roldanas estavam bem lubrificados, 
à medida que os corpos desciam, a diminuição da energia 
potencial gravitacional podia ser considerada integral-
mente transformada em energia interna da água, devido à 
agitação provocada nela pelas pás. Dessa maneira, a tem-
peratura da água sofria uma elevação, de modo semelhan-
te ao que ocorreria se ela estivesse recebendo calor. Um 
termômetro adaptado ao aparelho permitia a Joule medir 
essa elevação de temperatura. Em outras palavras, o tra-
balho realizado pelo peso dos corpos era convertido em 
aumento da energia interna da água. Suponha que o expe-
rimento de Joule tenha sido realizado com dois corpos de 
massas m = 5,0 kg, caindo de uma altura h = 2,0 m, em um 
local onde a aceleração da gravidade é g = 9,8 m/s2. Supo-
nha, ainda, que a massa de água contida no recipiente era 
de mágua = 500 g e que a elevação de temperatura dessa 
massa de água tenha sido de ΔT = 1,4oC. Assinale a alter-
nativa que corresponde ao número de vezes que os dois 
corpos tiveram que cair simultaneamente para que Joule 
chegasse à conclusão de que o equivalente mecânico do 
calor era de aproximadamente 4,2 J, ou seja, que 1,0 cal 
equivale a cerca de 4,2 J. Considere o calor específico da 
água igual a 1,0 cal/g.oC.
(A) 5
(B) 10
(C) 15
(D) 20
(E) 25
25. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (CP II)/LABORATÓ-
RIO/FÍSICA/2013)
Sobre uma partícula que se move do ponto A para o 
ponto B com aceleração constante, sem atrito e sem re-
sistência do ar, podemos afirmar, sobre os conceitos de 
potência e trabalho, que
(A) o trabalho total é igual à energia cinética do ponto 
B menos a energia cinética do ponto A.
(B) a energia cinética no ponto A é igual a do ponto B.
(C) a força que atua sobre a partícula varia com o tem-
po.
(D) o trabalho é nulo.
(E) o trabalho total é igual à energia cinética do ponto 
final, porque não existem forças em sentido oposto ao 
movimento. 
26. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (CP II)/LABORATÓ-
RIO/FÍSICA/2013)
A energia cinética de um jogador de futebol de 80 kg 
correndo a 10m/s é
(A) 40000 J.
(B) 4000 W.
(C) 8000 N.
(D) 8000 W.
(E) 4000 J. 
27. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (CP II)/LABORATÓ-
RIO/FÍSICA/2013)
Um paraquedista pratica base-jump e está em um edi-
fício com 120 m de altura. Ele salta e inicia um movimento 
de queda livre. Qual a energia potencial no instante em 
que o paraquedista salta do edifício? Considere a energia 
no solo como sendo nula (altura igual a 0). O paraquedis-
ta, todo equipado, tem massa igual a 150 kg. Considere a 
gravidade como 9,8 m/s.
(A) 166,4 kJ.
(B) 176,4 kJ.
(C) 200 kJ.
(D) 150,6 kJ.
(E) 181,8 kJ.
28. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (CP II)/LABORATÓ-
RIO/FÍSICA/2013)
Uma criança arrasta um brinquedo em um piso plano 
aplicando uma força de 10 N. A força de atrito cinético que 
atua sobre o brinquedo tem intensidade de 6 N. Ao arras-
tar o brinquedo por todo o quarto, ela o arrasta por 3 m. O 
trabalho realizado pela força aplicada pela criança é
(A) 20 J.
(B) 12 J.
(C) 40 J.
(D) 30 J.
(E) 60 J. 
29. (INSTITUTO AOCP - PROFESSOR DA CARREIRA 
DE ENSINO BÁSICO, TÉCNICO E TECNOLÓGICO (IBC)/
CIÊNCIAS FÍSICAS E BIOLÓGICAS/2013)
Para manter seu estilo de vida moderno, o ser huma-
no utiliza diversas fontes de energia para que seus equi-
pamentos funcionem. Sendo assim, assinale a alternativa 
que correlaciona corretamente a forma de energia adqui-
rida e seu exemplo de fonte.
(A) Energia química – quedas d´água.
(B) Energia térmica – pilhas e baterias.
(C) Energia termoelétrica – queima de combustível.
(D) Energia nuclear – força.
(E) Energia mecânica – reações nucleares. 
FÍSICA
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30. (INSTITUTO AOCP - PROFESSOR DA CARREIRA 
DE ENSINO BÁSICO, TÉCNICO E TECNOLÓGICO (IBC)/
FÍSICA/2013)
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma 
a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) O gráfico da Energia Cinética (EC) versus velocida-
de (v) é sempre uma reta ascendente porque a EC nunca 
pode ser negativa.
( ) A EC diminui quando o trabalho da força resultante 
é resistente.
( ) O trabalho da força elástica é sempre resistente.
( ) Tanto a Energia Potencial Gravitacional, quanto a 
sua variação, podem ser negativas.
(A) F – F – V – V.
(B) V – V – F – F.
(C) V – F – V – F.
(D) F – V – V – V.
(E) F – V – F – V. 
31. (INSTITUTO AOCP - ANALISTA UNIVERSITÁRIO 
(UEFS)/FÍSICA/2018)
A figura a seguir mostra uma
força dependente do 
tempo Fx(t) agindo sobre uma partícula em movimento ao 
longo de um eixo x. Qual é o impulso total dado à partí-
cula?
(A) 0
(B) 1 kg . m/s
(C) 2 kg . m/s
(D) 3 kg . m/s
(E) 4 kg . m/s
32. (INSTITUTO AOCP - ANALISTA UNIVERSITÁRIO 
(UEFS)/FÍSICA/2018)
Uma partícula de massa m está se movendo ao longo 
do eixo x com velocidade v quando colide com uma partí-
cula de massa 2m, inicialmente em repouso (como ilustra-
do na figura a seguir). Depois de colidir, a partícula vai ao 
repouso, e a segunda partícula divide-se em duas massas 
m iguais que se movem em ângulos iguais q > 0 em re-
lação ao eixo x, como na figura a seguir. Qual alternativa 
descreve corretamente as velocidades das duas massas 
póscolisão?
(A) Cada massa se move com velocidade v.
(B) Uma das massas se move com velocidade v e a ou-
tra se move com velocidade inferior a v.
(C) Cada massa se move com velocidade v/2.
(D) Uma das massas se move com velocidade v/2 e a 
outra se move com velocidade superior a v/2.
(E)Cada massa se move com velocidade superior a v/2.
33. (INSTITUTO AOCP - VESTIBULAR (UNCI-
SAL)/2017/”2018”)
Uma pessoa de massa igual a 90 kg pulou de uma altu-
ra de 3,2 m e caiu, em pé, verticalmente sobre o solo ho-
rizontal. Suponha que ela tenha dobrado os joelhos para 
amortecer o impacto ao atingir o solo, como fazemos ha-
bitualmente de maneira intuitiva. Nessas condições, con-
sidere que o impulso do chão sobre a pessoa tenha durado 
cerca de 0,05 s. Sabendo que a área do osso da perna que 
sofreu o impacto é de 3,0 cm2, assinale a alternativa que 
corresponde à pressão a que o osso da perna da pessoa foi 
submetido. Considere a aceleração da gravidade no local 
do pulo igual a 10 m/s2.
(A) 300 Pa
(B) 30 kPa
(C) 48 kPa
(D) 3,0 MPa
(E) 48 MPa
FÍSICA
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34. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (UFFS)/LABORA-
TÓRIO/FÍSICA/2016)
Um experimento de balística clássico consiste em ati-
rar com uma arma de fogo em direção a um pesado peda-
ço de madeira pendurado por uma espécie de pêndulo. 
Quando estudos desse tipo são realizados, é utilizado um 
princípio da Física conhecido como
(A) conservação da paridade.
(B) conservação do momento angular.
(C) conservação da massa.
(D) conservação da força.
(E) conservação do momento linear.
35. (INSTITUTO AOCP - PROFESSOR DA CARREIRA 
DE ENSINO BÁSICO, TÉCNICO E TECNOLÓGICO (IBC)/
FÍSICA/2013)
Uma granada atirada horizontalmente pela janela de 
um prédio do trigésimo andar, com velocidade constante e 
igual a 20m/s, explode partindo-se em três partes de mas-
sas iguais. A parte 1 segue numa direção, para cima, que 
faz um ângulo de 45º com a direção horizontal; a parte 2 
segue em movimento horizontal, com velocidade (v2) de 
36 m/s e, a parte 3, segue numa direção, para baixo, que 
faz um ângulo de 60o com a horizontal. Nesta situação, os 
valores de v1 (velocidade da parte 1) e v3 (velocidade da 
parte 3), respectivamente, em módulo são, aproximada-
mente:
(A) 52,93 m/s; 47,14 m/s.
(B) 41,64 m/s; 47,14 m/s.
(C) 36 m/s; 36 m/s.
(D) 30,22 m/s; 26,79 m/s.
(E) 24,67 m/s; 17,51 m/s. 
36. (INSTITUTO AOCP - PROFESSOR (PREF BETIM)/
CIÊNCIAS/2020)
No século XVI, o astrônomo polonês Nicolaus Coper-
nicus trocou a visão tradicional do movimento planetário 
centrado na Terra por um em que o Sol está no centro e 
os planetas giram em torno deste em órbitas circulares. 
Entretanto, no século XVII, o astrônomo e matemático 
alemão Johannes Kepler descobriu que as órbitas plane-
tárias não eram círculos, mas elipses. Seus estudos deram 
origem às Leis de Kepler. Nesse sentido, a primeira lei de 
Kepler expõe que
(A) cada planeta revolve em torno do Sol em uma órbi-
ta elíptica, com o Sol ocupando um dos focos da elipse.
(B) todo corpo continua em seu estado de repouso ou 
de movimento uniforme em uma linha reta, a menos 
que seja forçado a mudar aquele estado por forças 
aplicadas sobre ele.
(C) os quadrados dos períodos orbitais dos planetas 
são proporcionais aos cubos dos semieixos maiores 
das órbitas.
(D) a linha reta que une o Sol ao planeta varre áreas 
iguais em intervalos de tempo iguais.
(E) a atração gravitacional entre os corpos do universo 
se dá na razão direta de suas massas e inversa ao qua-
drado da distância que os separam. 
37. (INSTITUTO AOCP - PROFESSOR DE EDUCAÇÃO 
BÁSICA 3 (SEECT PB)/FÍSICA/2019)
Sobre os conceitos de gravitação, assinale a alternativa 
correta.
(A) Pelo fato do módulo da velocidade dos planetas ao 
redor do Sol não ser constante, tais planetas são consi-
derados referenciais inerciais para qualquer movimen-
to de corpos em sua superfície.
(B) Dois prótons nunca se atraem, pois as suas massas 
são desprezíveis.
(C) Os astronautas que estão na Estação Internacional 
Orbital são submetidos a uma gravidade considerada 
zero.
(D) Quando um planeta que orbita o Sol se aproxima 
do periélio, ele tem a sua energia cinética aumentada 
na proporção da diminuição de sua energia potencial. 
38. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (CP II)/LABORATÓ-
RIO/FÍSICA/2013)
Sobre uma partícula com 3 kg, onde a gravidade é 
9,8m/s 2, analise as assertivas e assinale a alternativa cor-
reta. 
I. Seu peso será igual a 1,5 kg, quando a gravidade for 
4,9m/s 2. 
II. A massa será 3 kg, quando a gravidade for 19,6m/s 
2. 
III. A partícula tem peso igual a 3 kg. 
IV. Com gravidade igual a 0m/s 2, o peso será igual a 0.
V. Com gravidade igual a 0m/s 2’, a massa será igual a 
3 kg. 
(A) Apenas I e III estão corretas.
(B) Apenas III, IV e V estão corretas.
(C) Apenas II, IV e V estão corretas.
(D) I, II, III, IV e V estão corretas.
(E) I, II, III, IV e V estão incorretas.
FÍSICA
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39. (INSTITUTO AOCP - ANALISTA UNIVERSITÁRIO 
(UEFS)/FÍSICA/2018)
Duas molas idênticas com constantes elásticas k estão 
conectadas a massas idênticas M, como mostrado nas 
seguintes figuras. A razão entre os períodos das molas 
conectadas em paralelo (figura 1) e o período das mo-
las conectadas em série (figura 2) é
(A) 1/2.
(B) (1/2)1/2.
(C) 1.
(D) 21/2.
(E) 2.
40. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (UFFS)/LABORA-
TÓRIO/FÍSICA/2016)
Na Antiguidade Clássica, tivemos um pensador que 
conseguiu avaliar a quantidade de ouro utilizada por um 
ourives na confecção da coroa do Rei. O sábio, ao encon-
trar a solução do problema, saiu seminu gritando eufori-
camente “Eureka” (“descobri!”). A qual pensador o enun-
ciado se refere?
(A) Newton.
(B) Galileu.
(C) Arquimedes.
(D) Aristóteles.
(E) Huygens.
41. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (UFFS)/LABORA-
TÓRIO/FÍSICA/2016)
Para os banhistas do Mar Morto, em Israel, ocorre 
uma experiência muito interessante: em posição deitada, 
sem necessidade de bater braços e pernas, o banhista não 
afunda. Isso ocorre porque
(A) a força de empuxo é inversamente proporcional ao 
peso da pessoa.
(B) a salinidade é extremamente elevada e o corpo da 
pessoa é menos denso que a água.
(C) as correntes de convecção equilibram o corpo da 
pessoa.
(D) as correntes marítimas colaboram para equilibrar 
o corpo.
(E) a baixa salinidade, aliada à alta evaporação das 
águas, colabora para um equilíbrio dinâmico dos cor-
pos. 
42. (INSTITUTO AOCP - PROFESSOR DA CARREIRA 
DE ENSINO BÁSICO, TÉCNICO E TECNOLÓGICO (IBC)/
FÍSICA/2013)
Informe se verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma 
a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Em hidrostática, força e pressão, na prática, têm o 
mesmo significado.
( ) Densidade relativa é um conceito físico que dife-
rencia massa específica de peso específico.
( ) A massa específica da mistura de dois líquidos é a 
soma das massas dividida pelo volume da mistura.
( ) A força exercida por um líquido em equilíbrio é 
sempre normal à superfície sobre a qual se exerce. Esta é 
uma das propriedades de um “líquido perfeito”.
(A) F – F – V – V.
(B) F – V – V – V.
(C) F – F – F – V.
(D) V – V – F – F.
(E) F – V – F – V.
43. (INSTITUTO AOCP - PROFESSOR DA CARREIRA 
DE ENSINO BÁSICO, TÉCNICO E TECNOLÓGICO (IBC)/
FÍSICA/2013)
Em água, um corpo flutua com 5/8 de seu volume 
emersos. Este mesmo corpo em outro líquido
flutua com 
3/4 de seu volume emersos. A relação entre as massas es-
pecíficas do líquido e da água vale
(A) 0,67.
(B) 0,8.
(C) 1,1.
(D) 1,3.
(E) 1,5. 
44. (INSTITUTO AOCP - PROFESSOR DA CARREIRA 
DE ENSINO BÁSICO, TÉCNICO E TECNOLÓGICO (IBC)/
FÍSICA/2013)
Assinale a alternativa INCORRETA.
(A) Em experimentos consecutivos mergulha-se um 
mesmo sólido totalmente em dois líquidos diferentes. 
O empuxo sobre o sólido é o mesmo em ambos os lí-
quidos, pois o volume do líquido deslocado é o mesmo 
nos dois casos.
(B) O teorema de Stevin deixa claro que a pressão em 
um líquido homogêneo e em equilíbrio cresce linear-
mente com a profundidade.
(C) O barômetro de Torricelli é uma aplicação da lei de 
Boyle-Mariotte.
FÍSICA
9
(D) Dois sólidos de forma geométricas diferentes, po-
rém, tendo o mesmo volume, são lançados num líqui-
do. Quando estiverem totalmente imersos, ambos os 
sólidos receberão do líquido empuxos iguais.
(E) Numa prensa hidráulica com vantagem mecânica 
igual a 200, a pressão no líquido do cilindro maior é 
igual a pressão no cilindro menor.
45. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (UFFS)/LABORA-
TÓRIO/FÍSICA/2016)
“Se a velocidade de uma partícula de um fluido au-
menta enquanto ela se escoa ao longo de uma linha de 
corrente, a pressão do fluido deve diminuir e vice-versa”. 
O enunciado refere-se a
(A) Laplace.
(B) Euler.
(C) D´Alembert.
(D) Bernoulli.
(E) Lagrange.
46. (INSTITUTO AOCP - ASSISTENTE (FSNH)/LABO-
RATÓRIO/2021)
Considerando as escalas Celsius, Kelvin e Fahrenheit, 
assinale a alternativa correta.
(A) 0°C equivale a 32°F.
(B) 32°C equivalem a 0°F.
(C) 212°K equivalem a 100°F.
(D) 0°C equivale a -32°F.
(E) 37°K equivalem a 212°F. 
47. (INSTITUTO AOCP - PROFESSOR DE EDUCAÇÃO 
BÁSICA 3 (SEECT PB)/FÍSICA/2019)
Uma pessoa usando uma calça jeans está sentada em 
uma cadeira tomando o seu café da manhã. Se, por um 
acidente, ela derrubar uma certa quantidade de café re-
cém-preparado de sua xícara em sua perna, é correto con-
cluir que
(A) essa pessoa sofreria sérias queimaduras, pois a 
temperatura do líquido era em torno de 100ºC.
(B) essa pessoa não sofreria queimaduras sérias, pois 
o calor específico da água é muito pequeno.
(C) essa pessoa não sofreria queimaduras sérias, pois a 
capacidade térmica de sua calça é relativamente gran-
de.
(D) a transferência de calor do líquido (café) para a sua 
perna se dá por meio da irradiação.
48. (INSTITUTO AOCP - PROFESSOR DE EDUCAÇÃO 
BÁSICA 3 (SEECT PB)/FÍSICA/2019)
Um bloco de gelo de 200g e temperatura -20ºC é co-
locado em um calorímetro ideal com 300g de água à tem-
peratura de 30ºC. Após o equilíbrio térmico, o que será 
encontrado no interior do calorímetro?
Considere:
Calor específico da água: 1cal/gºC.
Calor específico do gelo: 0,5cal/gºC.
Calor latente de fusão do gelo: 80cal/g.
(A) 412,5g de água líquida a 0ºC.
(B) 112,5g de gelo.
(C) 112,5g de água líquida a 0ºC.
(D) 500g de gelo.
49. (INSTITUTO AOCP - ANALISTA UNIVERSITÁRIO 
(UEFS)/FÍSICA/2018)
Se a temperatura de um corpo-negro cresce por um 
fator de 3, a energia irradiada por segundo por unidade 
de área
(A) decresce por um fator de 81.
(B) decresce por um fator de 9.
(C) cresce por um fator de 9.
(D) cresce por um fator de 27.
(E) cresce por um fator de 81. 
50. (INSTITUTO AOCP - VESTIBULAR (UNCI-
SAL)/2017/”2018”)
O gráfico a seguir representa tanto a variação de tem-
peratura sofrida por uma certa quantidade de água quanto 
a variação de temperatura sofrida por uma certa quantida-
de de gelo ao serem misturados dentro de um calorímetro 
ideal, até atingirem o equilíbrio térmico. Sabendo que o 
calor específico da água é 1,0 cal/g.oC, que o calor espe-
cífico do gelo é 0,5 cal/g.oC e que o calor latente de fusão 
do gelo é 80 cal/g, é correto afirmar que a massa de gelo 
remanescente foi de
(A) 0 g.
(B) 50 g.
(C) 100 g.
(D) 150 g.
(E) 200 g.
FÍSICA
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51. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (UFFS)/LABORA-
TÓRIO/FÍSICA/2016)
Na concepção comum das pessoas, acredita-se que 
um cobertor de lã é “quente”. Ele realmente produz calor?
(A) Sim, por ser um condutor térmico.
(B) Sim, por ser um isolante térmico.
(C) Não, por ser um condutor térmico.
(D) Não, por ser um isolante térmico.
(E) Sim, por ser um produtor de calor por convecção. 
52. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (UFFS)/LABORA-
TÓRIO/FÍSICA/2016)
Asas-deltas e paragliders geralmente atingem altitu-
des mais elevadas do que aquelas do ponto do salto, ape-
sar de não terem motores. Por que isso ocorre?
(A) Devido às correntes descendentes de ar quente.
B() Devido às correntes ascendentes de ar quente.
(C) Devido às correntes ascendentes de ar frio.
(D) Devido às correntes descendentes de ar frio.
(E) Devido ao albedo do planeta.
53. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (UFFS)/LABORA-
TÓRIO/FÍSICA/2016)
Há milhares de anos, a temperatura média da Terra é 
de 15ºC, isto porque toda energia que chega do Sol é emi-
tida como radiação infravermelha para o espaço. Porém, 
no último século, a temperatura média da Terra aumentou 
cerca de 0,5ºC. Alguns pesquisadores atribuem esse au-
mento ao efeito estufa causado por um acréscimo da con-
centração de gás carbônico (CO2) na atmosfera, devido à 
combustão de carvão, usado na geração de energia elétri-
ca e do petróleo nos meios de transporte. Se a concentra-
ção de CO2 na atmosfera aumentar muito, o que ocorrerá?
(A) A radiação ionizante produzida pela combustão es-
capará para o espaço.
(B) Quase toda a radiação infravermelha voltará para o 
planeta, que se aquecerá cada vez mais.
(C) A radiação ultravioleta escapará pelo buraco da ca-
mada de ozônio.
(D) Os oceanos aumentarão sua capacidade de reter 
calor, esfriando a atmosfera.
(E) A radiação infravermelha escapará para o espaço, 
resfriando o planeta nos períodos diurnos.
54. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (CP II)/LABORATÓ-
RIO/FÍSICA/2013)
Um fluido é movimentado por um agitador. O trabalho 
fornecido ao agitador é 5782 kJ e o calor transferido do 
tanque é 2232 kJ. Considere o tanque e o fluido como um 
sistema. Utilizando a primeira lei da termodinâmica, de-
termine a variação da energia do sistema acima.
(A) 2232 kJ.
(B) 3550 kJ.
(C) 8014 kJ.
(D) 5782 kJ.
(E) 0 kJ.
55. (INSTITUTO AOCP - PROFESSOR DA CARREIRA 
DE ENSINO BÁSICO, TÉCNICO E TECNOLÓGICO (IBC)/
FÍSICA/2013)
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma 
a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) A dilatação aparente de um líquido mede a razão 
entre o volume interno do recipiente e o volume que o 
líquido ocupa no recipiente.
( ) A massa específica de uma substância varia na ra-
zão inversa do binômio de dilatação volumétrica.
( ) Tem maior resistência a choques térmicos, vidros 
que possuem pequeno coeficiente de dilatação térmica.
( ) Corpos homogêneos ocos se dilatam mais que os 
maciços, de mesmo material, porque se aquecem mais ra-
pidamente.
(A) V – F – F – V.
(B) F – V – V – F.
(C) F – F – V – V.
(D) V – F – F – F.
(E) V – V – F – F.
56. (INSTITUTO AOCP - PROFESSOR DA CARREIRA 
DE ENSINO BÁSICO, TÉCNICO E TECNOLÓGICO (IBC)/
FÍSICA/2013)
Um aquecedor fornece 10 kcal/min a 100 g de gelo, 
inicialmente a –20 ºC. O tempo necessário para essa mas-
sa de gelo ser transformada em vapor a 120 ºC vale, apro-
ximadamente
(A) 44,4 s.
(B) 7,4 min.
(C) 44,4 min.
(D) 74 s.
(E) 444 min. 
57. (INSTITUTO AOCP - PROFESSOR DE EDUCAÇÃO 
BÁSICA 3 (SEECT PB)/FÍSICA/2019)
Um gás está contido em um recipiente indeformável e 
com paredes rígidas e adiabáticas. Considere a expressão 
P.V = C.T, em que P é a pressão, V é o volume, C é uma 
constante e T é temperatura absoluta do gás. Referente 
ao exposto, assinale a alternativa correta.
(A) Seja P = 2atm, V = 4L e T = 200 Kelvins (K), então a 
constante C = 0,04atm/L.K.
(B) A constante C nunca poderá assumir um valor po-
sitivo.
(C) A pressão desse gás atua em todas as direções no 
interior do recipiente.
(D) Não é possível a realização de trabalho pelo gás.
FÍSICA
11
58. (INSTITUTO AOCP - ANALISTA UNIVERSITÁRIO 
(UEFS)/FÍSICA/2018)
Para um gás ideal, considere
os três processos termo-
dinâmicos – 1, 2 e 3 – mostrados no diagrama P V. Cada 
processo tem o mesmo estado inicial e o mesmo volume 
final. Um processo é adiabático, um é isobárico e o outro 
isotérmico. Assinale a alternativa que identifica os proces-
sos: ADIABÁTICO, ISOBÁRICO e ISOTÉRMICO, respectiva-
mente.
(A) 1, 2, 3.
(B) 2, 1, 3.
(C) 2, 3, 1.
(D) 3, 1, 2.
(E) 3, 2, 1.
59. (INSTITUTO AOCP - PROFESSOR DA CARREIRA 
DE ENSINO BÁSICO, TÉCNICO E TECNOLÓGICO (IBC)/
FÍSICA/2013)
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma 
a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) A equação da mistura de gases perfeitos é obtida a 
partir da Lei de Dalton e da Lei de Amagat.
( ) A Energia Cinética média, por molécula, de um gás 
depende da natureza do gás.
( ) Para que a pressão de uma determinada massa de 
gás ideal aumente 9 vezes é necessário triplicar sua tem-
peratura e reduzir a um terço seu volume.
( ) Sob pressão constante todos os gases (perfeitos) se 
dilatam igualmente.
(A) V – F – F – V.
(B) F – F – F – V.
(C) V – F – F – F.
(D) F – V – V – F.
(E) V – F – V – V.
60. (INSTITUTO AOCP - ANALISTA UNIVERSITÁRIO 
(UEFS)/FÍSICA/2018)
Qual das seguintes afirmações é verdadeira sobre 
qualquer sistema que sofra um processo termodinâmico 
reversível?
(A) Não existem mudanças na energia interna do sis-
tema.
(B) A temperatura do sistema permanece constante 
durante o processo.
(C) A entropia do sistema e seu entorno permanece 
inalterável.
(D) A entropia do sistema e seu entorno deve aumen-
tar.
(E) O trabalho líquido realizado pelo sistema é zero.
61. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (UFFS)/LABORA-
TÓRIO/FÍSICA/2016)
Um refrigerador cuja eficiência é um terço da de um 
refrigerador de Carnot funciona entre dois reservatórios a 
temperaturas de 200 K e 350 K. Ele absorve 500 J de ener-
gia do reservatório de menor temperatura. Qual quanti-
dade de energia é transferida ao reservatório de maior 
temperatura?
(A) 2.500 J.
(B) 1.625 J.
(C) 3.300 J.
(D) 1.450 J.
(E) 4.000 J.
62. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (CP II)/LABORATÓ-
RIO/FÍSICA/2013)
O esquema a seguir de uma máquina térmica mostra 
uma máquina operando entre um reservatório térmico a 
500 ̊C e o ambiente (300 K). A taxa de transferência de 
calor do reservatório a alta temperatura para a máquina 
é de 1,2 MW e a potência da máquina, ou seja, a taxa de 
realização de trabalho é 500 kW. O valor da taxa de trans-
ferência de calor para o ambiente e a eficiência desta má-
quina são, respectivamente:
FÍSICA
12
(A) 1700 kW e 0,42.
(B) 734 kW e 0,61.
(C) 700 kW e 0,42.
(D) 1700 kW e 1.
(E) 466 kW e 0,61.
63. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (CP II)/LABORATÓ-
RIO/FÍSICA/2013)
Um ar condicionado deve ser utilizado para manter o 
ambiente em 22 ̊C. A carga térmica a serremovida deste 
ambiente é igual a 5 KW. Sabendo que o ambiente externo 
está em 34 ̊C, a potência necessária para acionar o equi-
pamento é
(A) 5 kW.
(B) 0,5 kW.
(C) 1 kW.
(D) 0,2 kW.
(E) 0,7 kW.
64. (INSTITUTO AOCP - PROFESSOR DA CARREIRA 
DE ENSINO BÁSICO, TÉCNICO E TECNOLÓGICO (IBC)/
FÍSICA/2013)
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma 
a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) A energia interna de um sistema é função da pres-
são e, não existindo variação da pressão interna, não exis-
te também variação da sua energia interna.
( ) Termodinâmica é a parte da física que estuda as 
relações entre calor e temperatura que ocorrem em um 
sistema isolado.
( ) A primeira lei da termodinâmica afirma que não é 
possível transformar calor em trabalho.
( ) Num ciclo fechado, o trabalho é dado pelo aumen-
to de temperatura do sistema.
(A) V – F – V – F.
(B) V – V – V – F.
(C) F – F – F – F.
(D) V – F – F – F.
(E) F – V – F – V.
65. (INSTITUTO AOCP - PROFESSOR DA CARREIRA 
DE ENSINO BÁSICO, TÉCNICO E TECNOLÓGICO (IBC)/
FÍSICA/2013)
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma 
a seguir e assinale a alternativa correta.
( ) A compressão adiabática de um gás exige que se 
realize trabalho sobre o gás.
( ) Numa transformação isocórica o trabalho é nulo; 
a variação da quantidade de calor é igual à variação da 
energia interna, sendo que a variação da quantidade de 
calor pode representar calor cedido ou absorvido, por 
uma massa de gás.
( ) Um gás, ao receber calor, fornece trabalho nas 
transformações isobárica e isométrica.
( ) Numa transformação adiabática, o decréscimo da 
energia interna é igual ao acréscimo de trabalho.
(A) V – F – F – V.
(B) V – V – V – F.
(C) F – F – V – F.
(D) V – V – F – V.
(E) F – V – V – F.
66. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (UFFS)/LABORA-
TÓRIO/FÍSICA/2016)
Em determinados filmes de ficção científica, existem 
duelos entre sabres de luz, como as velhas lutas de espa-
das nas conquistas do Império Romano. O erro conceitual 
desse tipo de concepção ocorre
(A) pelo desprezo do princípio de independência dos 
raios luminosos.
(B) pela consideração da extrema densidade da onda 
dual de luz.
(C) pelo desprezo da componente infravermelha da 
luz.
(D) pelo desprezo da componente ultravioleta da luz.
(E) pela consideração do princípio de incerteza de Hei-
senberg.
67. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (UFFS)/LABORA-
TÓRIO/FÍSICA/2016)
Isaac Newton descobriu um fenômeno interessante ao 
estudar a passagem da luz por materiais diversos. Um des-
ses era o espato da Islândia (cristal transparente de carbo-
nato de cálcio (CaCO3), conhecido como “calcita”). Qual é 
o fenômeno associado à passagem da luz nesse material?
(A) Fenômeno da dupla difração.
(B) Fenômeno da tripla refração.
(C) Fenômeno da dupla interferência.
(D) Fenômeno da tripla reflexão.
(E) Fenômeno da dupla refração.
68. (INSTITUTO AOCP - PROFESSOR DA CARREIRA 
DE ENSINO BÁSICO, TÉCNICO E TECNOLÓGICO (IBC)/
FÍSICA/2013)
Assinale a alternativa correta.
(A) A reflexão total ocorre quando a luz se propaga do 
meio menos, para o meio mais refringente.
(B) No dioptro plano, objeto e imagem tem a mesma 
natureza.
(C) Para uma lâmina de faces paralelas, o deslocamen-
to que um raio sofre ao atravessá-la é sempre igual à 
espessura da lâmina.
(D) Num prisma óptico, quanto maior for o ângulo de 
abertura ou quanto maior for o índice de refração do 
prisma, maior será o desvio do raio luminoso, desde 
que mantidos constantes os outros fatores.
FÍSICA
13
(E) Dioptro plano, lâmina de faces paralelas e prismas, 
são instrumentos ópticos utilizados para ampliar ou 
reduzir o tamanho da imagem de objetos.
69. (INSTITUTO AOCP - PROFESSOR DE EDUCAÇÃO 
BÁSICA 3 (SEECT PB)/FÍSICA/2019)
Uma pessoa está disposta frontalmente à face refle-
tora de um espelho plano. Inicialmente, a distância entre 
ela e sua imagem é de 3,0m. Posteriormente, o espelho 
se afasta 1,5m da pessoa. Qual é a distância que separa a 
antiga da nova imagem?
(A) 1,5m.
(B) 3,0m.
(C) 4,5m.
(D) 6,0m.
70. (INSTITUTO AOCP - PROFESSOR DE EDUCAÇÃO 
BÁSICA 3 (SEECT PB)/FÍSICA/2019)
Dois espelhos, um plano e um côncavo, estão com 
suas faces refletoras dispostas frontalmente, de modo 
que o espelho plano esteja posicionado exatamente no 
foco do espelho côncavo, perpendicularmente ao seu eixo 
principal. Um objeto real extenso é colocado na metade 
da distância entre os espelhos, que é 40cm. Determine a 
distância entre as imagens formadas pelos espelhos, con-
siderando a incidência direta dos raios de luz que saem do 
objeto, e assinale a alternativa correta.
(A) 80cm.
(B) 100cm.
(C) 60cm.
(D) 40cm.
71. (INSTITUTO AOCP - PROFESSOR DA CARREIRA 
DE ENSINO BÁSICO, TÉCNICO E TECNOLÓGICO (IBC)/
FÍSICA/2013)
Um espelho convexo possui raio igual a 12 cm. Um ob-
jeto virtual, de altura 2 cm, é colocado a 12 cm do espelho. 
Sobre essa informação, assinale a alternativa correta.
(A) A distância do objeto ao espelho e o tamanho do 
objeto são, ambos, positivos.
(B) A distância focal é negativa e a distância da imagem 
ao espelho é positiva.
(C) A distância da imagem ao espelho e a distância do 
objeto ao espelho possuem a mesma característica, in-
clusive em valor
numérico.
(D) A imagem é direita e vale 2 cm.
(E) O objeto e a imagem possuem as mesmas caracte-
rísticas, inclusive em valor numérico.
72. (INSTITUTO AOCP - PROFESSOR DA CARREIRA 
DE ENSINO BÁSICO, TÉCNICO E TECNOLÓGICO (IBC)/
FÍSICA/2013) Fixa-se, no vértice de um espelho esférico 
uma carga puntiforme positiva. Coloca-se, a seguir, sobre 
o eixo principal uma pequena esfera cuja carga é negativa 
e da qual o espelho fornece uma imagem real. Quando 
abandonada à ação da primeira, a segunda esfera movi-
menta-se e, quando chega num determinado ponto, sua 
imagem torna-se virtual e possui o dobro do diâmetro da 
imagem inicial. Neste ponto age sobre ela uma força de 
intensidade 16 vezes maior que aquela que agia na posi-
ção inicial, sendo que a distância da imagem ao vértice do 
espelho é 16 cm. Com base nessas informações, assinale a 
alternativa correta.
(A) O raio de curvatura do espelho tem valor numérico 
igual ao da força que age sobre a esfera na situação 
considerada.
(B) O raio de curvatura do espelho é o dobro da dis-
tância da imagem da esfera ao vértice na posição con-
siderada.
(C) O raio de curvatura do espelho está na razão direta 
das forças que agem na esfera, desde a posição inicial 
até a posição final considerada.
(D) O raio de curvatura do espelho vale 40 cm.
(E) Nenhuma das alternativas fornece o valor real do 
raio de curvatura. 
73. (INSTITUTO AOCP - PAPILOSCOPISTA (PC 
PA)/2021)
Em relação às lupas, assinale a alternativa correta.
(A) A lupa é um instrumento óptico composto de ape-
nas uma lente divergente.
(B) Para a correta utilização de uma lupa, o objeto deve 
se encontrar antes do ponto antiprincipal.
(C) Quando a imagem formada por uma lupa se en-
contra do mesmo lado do objeto, ela é real e invertida.
(D) Se a vergência de uma lupa é de 20 dioptrias, sua 
distância focal é de 10 cm.
(E) Uma lupa de 20 dioptrias forma uma imagem cin-
co vezes maior de um objeto colocado a 4 cm de seu 
centro óptico.
74. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (UFFS)/LABORA-
TÓRIO/FÍSICA/2016)
Na história da construção dos telescópios, dois nomes 
se destacam pelas diferentes confecções desses instru-
mentos: um inventado ou aperfeiçoado por Galileu Galilei 
e outro por Isaac Newton. O enunciado se refere, respecti-
vamente, aos telescópios
(A) refletor e difrator.
(B) difrator e refletor.
(C) refrator e refletor.
(D) refletor e refrator.
(E) difrator e refrator. 
FÍSICA
14
75. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (EBSERH HUWC-U-
FC)/ÓPTICA/2014/EDITAL 03)
Uma lente oftálmica em que o centro da lente é mais 
fino que a borda, é correto afirmar que é uma lente
(A) convexa e convergente.
(B) convexa e divergente.
(C) côncava e convergente.
(D) côncava e divergente.
(E) plana.
76. (INSTITUTO AOCP - VESTIBULAR (UNCI-
SAL)/2017/”2018”)
Em relação aos defeitos da visão, assinale a alternativa 
correta.
(A) Para enxergar nitidamente, uma pessoa míope 
deve usar lentes convergentes.
(B) Um olho hipermetrope forma imagens antes da re-
tina.
(C) O astigmatismo se deve ao não paralelismo dos ei-
xos visuais dos dois olhos.
(D) A presbiopia ocorre devido à perda da capacidade 
de acomodação do cristalino.
(E) O estrabismo se deve à assimetria da curvatura da 
córnea.
77. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (EBSERH HUMAP-
-UFMS)/ÓPTICA/2014/EDITAL 03)
O cristalino humano pode ser comparado com uma 
lente oftálmica
(A) divergente e côncava.
(B) convexa e divergente.
(C) côncava e convergente.
(D) bicôncava.
(E) biconvexa.
78. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (EBSERH HUMAP-
-UFMS)/ÓPTICA/2014/EDITAL 03)
Quais são os meios refringentes do olho?
(A) Córnea, retina e cristalino.
(B) Cristalino, humor vítreo e retina.
(C) Córnea e cristalino.
(D) Humor aquoso e humor vítreo.
(E) Cristalino e retina.
79. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (EBSERH HUMAP-
-UFMS)/ÓPTICA/2014/EDITAL 03)
Para realizar os movimentos oculomotores, o sistema 
visual possui músculos intraoculares, sendo eles:
(A) músculo reto superior e inferior, lateral e medial, 
oblíquo superior, nasal orbicular.
(B) músculo reto superior e inferior, lateral e medial, 
oblíquo superior e inferior.
(C) músculo reto inferior, lateral e medial, oblíquo su-
perior e inferior.
(D) músculo reto superior, lateral e medial, oblíquo su-
perior e inferior.
(E) músculo reto superior e inferior, lateral e medial.
80. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (EBSERH HUMAP-
-UFMS)/ÓPTICA/2014/EDITAL 03)
O nome da condição de uma pessoa que tem o tama-
nho da pupila diferente de um olho para o outro é
(A) anisocoria.
(B) anisometropia.
(C) ambliopia.
(D) estrabismo.
(E) tropia.
81. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (EBSERH HUMAP-
-UFMS)/ÓPTICA/2014/EDITAL 03)
O que é formada por várias camadas sendo uma delas 
o estroma?
(A) Retina.
(B) Córnea.
(C) Esclera.
(D) Conjuntiva.
(E) Pálpebra. 
82. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (EBSERH HUMAP-
-UFMS)/ÓPTICA/2014/EDITAL 03)
Sobre uma pessoa que utiliza lente de contato para 
longe com 1 dioptria divergente, e para enxergar em visão 
de perto precisa sobrepor junto com a lente de contato 
um óculos com 2 dioptrias convergentes, é correto afirmar 
que a dioptria para perto que essa pessoa necessita é
(A) -1.00.
(B) -2.00.
(C) 0.00.
(D) +2.00.
(E) +1.00.
83. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (EBSERH HUMAP-
-UFMS)/ÓPTICA/2014/EDITAL 03)
A ambliopia é definida como a
(A) condição em que o olho fica totalmente opacifica-
do impedindo a entrada de luz na retina.
(B) condição em que o olho se desvia para fora causan-
do diplopia intermitente.
(C) condição na qual o olho consegue enxergar nitida-
mente somente em visão de perto ficando desfocado 
em visão de longe.
(D) condição que é caracterizada pela redução da acui-
dade visual sem que o olho afetado mostre qualquer 
anomalia estrutural.
(E) condição que é caracterizada pela redução da acui-
dade visual, mostrando alterações patológicas e várias 
anomalias estruturais.
FÍSICA
15
84. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (EBSERH HUMAP-
-UFMS)/ÓPTICA/2014/EDITAL 03)
Em uma adaptação de lentes de contato, foi encontra-
da na ceratometria uma curvatura corneana acima de 55 
dioptrias. É correto afirmar que esse cliente é portador de 
uma patologia chamada
(A) descolamento de retina.
(B) ceratocone.
(C) ceratite.
(D) conjuntivite.
(E) degeneração macular. 
85. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (EBSERH HUWC-U-
FC)/ÓPTICA/2014/EDITAL 03)
Uma pessoa hipermétrope de 1.50 dioptrias não utili-
za óculos de correção e está observando letras pequenas 
nítidas a uma distância de 25 centímetros. Nesse caso, é 
correto afirmar que, para essa distância, essa pessoa está 
acomodando
(A) 5.50 dioptrias.
(B) 3.50 dioptrias.
(C) 2.50 dioptrias.
(D) 1.50 dioptrias.
(E) 0.50 dioptrias.
86. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (EBSERH HUWC-U-
FC)/ÓPTICA/2014/EDITAL 03)
Uma criança de 5 anos com ambos os olhos sadios 
cuja acuidade visual, mesmo com óculos de “grau”, é de 
OD 20/20 e OE 20/70, é considerada
(A) míope.
(B) présbita.
(C) com afacia.
(D) amblíope.
(E) hipermétrope.
87. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (EBSERH HUWC-U-
FC)/ÓPTICA/2014/EDITAL 03)
Uma lente oftálmica convergente de 10 dioptrias tem 
o seu foco formado em
(A) 33 centímetros.
(B) 10 centímetros.
(C) 100 centímetros.
(D) 40 centímetros.
(E) 50 centímetros. 
88. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (EBSERH HUWC-U-
FC)/ÓPTICA/2014/EDITAL 03)
Assinale a alternativa que apresenta uma lente oftál-
mica para corrigir um astigmatismo hipermetrópico com-
posto contra a regra.
(A) -1.00 -050X90°
(B) 0.00 -1.00X180°
(C) +0.50 -0.25X180°
(D) +1.00 -2.00X180°
(E) +1.00 -0.50X90°
89. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (EBSERH HUWC-U-
FC)/ÓPTICA/2014/EDITAL 03)
No caso de uma pessoa míope que não utiliza óculos 
com dioptria, é correto afirmar que, ao olhar uma placa a 
15 metros, o foco da imagem vai se formar
(A) antes da retina.
(B) depois da retina.
(C) na retina.
(D) em dois pontos diferentes depois da retina.
(E) em um ponto depois da retina e outro ponto na 
retina.
90. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (EBSERH HUWC-U-
FC)/ÓPTICA/2014/EDITAL 03)
O glaucoma é uma patologia ocular onde a pessoa co-
meça perdendo a visão
(A) de perto, porém a visão de longe continua intacta.
(B) central e vai progredindo para a visão periférica.
(C) periférica e vai progredindo para a visão central.
(D) de longe, porém a visão de perto continua intacta.
(E) central, porém mantém a visão periférica intacta.
91. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (EBSERH HUWC-U-
FC)/ÓPTICA/2014/EDITAL 03)
Em relação à hipermetropia, analise as assertivas e as-
sinale a alternativa que aponta as corretas. 
I. Se o paciente não utiliza óculos de grau, o foco da 
imagem se forma depois da retina. 
II. São utilizadas lentes oftálmicas convergentes para 
corrigir essa ametropia. 
III. Existe colírio para curar essa ametropia. 
IV. É uma doença progressiva que em todos os casos o 
paciente tem descolamento de retina. 
(A) Apenas I e IV.
(B) Apenas I e III.
(C) Apenas II e III.
(D) Apenas I e II.
(E) I, II, III e IV.
92. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (EBSERH HUWC-U-
FC)/ÓPTICA/2014/EDITAL 03)
Segundo a receita para óculos +1.00 adição 2.50, é cor-
reto afirmar que a dioptria para perto é
(A) +1.50.
(B) +3.50.
(C) +1.00.
(D) +3.00.
(E) +4.00.
FÍSICA
16
93. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (EBSERH HUWC-U-
FC)/ÓPTICA/2014/EDITAL 03)
No caso de um menisco com uma curva base exter-
na 4.00 e feita a surfaçagem na base interna com uma 
curva base de -3.00, é correto afirmar que a dioptria 
final é
(A) 0.00 dioptrias.
(B) +2.50 dioptrias.
(C) +5.00 dioptrias.
(D) +3.00 dioptrias.
(E) +1.00 dioptrias. 
94. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (EBSERH HUWC-U-
FC)/ÓPTICA/2014/EDITAL 03)
O olho humano possui uma lente natural que tem por 
função focalizar na retina os objetos observados em visão 
de perto através do seu poder de acomodação. Essa lente 
natural denomina-se
(A) retina.
(B) cristalino.
(C) humor vítreo.
(D) humor aquoso.
(E) córnea.
95. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (EBSERH HUWC-U-
FC)/ÓPTICA/2014/EDITAL 03)
Uma pessoa emétrope que começa a sentir dificulda-
de para enxergar objetos em visão de perto a partir dos 40 
anos é considerada uma pessoa
(A) présbita.
(B) míope.
(C) hipermétrope.
(D) estrábica.
(E) astigmata.
96. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (EBSERH HUWC-U-
FC)/ÓPTICA/2014/EDITAL 03)
Em relação aos erros refrativos, analise as assertivas e 
assinale a alternativa que aponta as corretas. 
I. Miopia, hipermetropia e astigmatismo são erros re-
frativos. 
II. São corrigidos com lentes oftálmicas que podem ser 
convergentes ou divergentes. 
III. A miopia é um erro refrativo e pode ser corrigida 
com lentes divergentes. 
IV. A hipermetropia é um erro refrativo e pode ser cor-
rigida com lentes convergentes.
(A) Apenas I e II.
(B) Apenas II e III.
(C) I, II, III e IV.
(D) Apenas I, II e IV.
(E) Apenas I, II e III.
97. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (EBSERH HUWC-U-
FC)/ÓPTICA/2014/EDITAL 03)
Assinale a alternativa correta sobre a dioptria que re-
presenta um astigmatismo miópico simples a favor da re-
gra.
(A) -1.00 -1.00X180°
(B) -3.00
(C) 0.00 -1.00X90°
(D) -0.25-.025X180°
(E) 0.00 -0.50X180°
98. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (EBSERH HUWC-U-
FC)/ÓPTICA/2014/EDITAL 03)
Uma pessoa que tem o olho direito desviado para o 
lado nasal conseguindo fixar só com o olho esquerdo, pos-
sui um desvio denominado
(A) exotropia esquerda.
(B) exotropia direita.
(C) endotropia esquerda.
(D) endotropia direita.
(E) exotropia alternante.
99. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (EBSERH HUWC-U-
FC)/ÓPTICA/2014/EDITAL 03)
Assinale a alternativa que apresenta uma lente oftál-
mica “visão simples” que pode ser indicada para pessoas 
hipermétropes.
(A) Monofocal, +1.00 dpt.
(B) Multifocal, +1.00 add 3.00.
(C) Monofocal, -1.50 dpt.
(D) Bifocal, +1.00 add 2.00.
(E) Multifocal, -1.00 add 2.00. 
100. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (EBSERH HUWC-
-UFC)/ÓPTICA/2014/EDITAL 03)
Qual é o meio refrativo mais externo do olho humano 
que tem aproximadamente 44 dioptrias em uma pessoa 
adulta?
(A) Retina.
(B) Humor vítreo.
(C) Humor aquoso.
(D) Cristalino.
(E) Córnea.
101. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (EBSERH HUWC-
-UFC)/ÓPTICA/2014/EDITAL 03)
Criança com uma alta anisometropia em que a acuida-
de visual obtida, mesmo com correção de óculos, foi OD 
20/20 e OE 20/70. Sobre essa criança, é correto afirmar 
que ela está desenvolvendo
(A) uma catarata.
(B) um nistagmo.
(C) uma ambliopia.
(D) um glaucoma.
FÍSICA
17
(E) um descolamento de retina.
102. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (EBSERH HUWC-
-UFC)/ÓPTICA/2014/EDITAL 03)
Para realizar uma adaptação de lentes de contato, o 
técnico em óptica realiza um exame para medir a curvatu-
ra da córnea. O nome desse exame é
(A) retinoscopia.
(B) campimetria.
(C) oftalmoscopia.
(D) ceratometria.
(E) biomicroscopia. 
103. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (EBSERH HUWC-
-UFC)/ÓPTICA/2014/EDITAL 03)
Assinale a alternativa que apresenta uma patologia 
geralmente silenciosa na qual a pressão intraocular tem 
bastante influência para o seu desenvolvimento.
(A) Descolamento de retina.
(B) Glaucoma.
(C) Catarata.
(D) Afacia.
(E) Conjuntivite.
104. (INSTITUTO AOCP - TÉCNICO (EBSERH HUWC-
-UFC)/ÓPTICA/2014/EDITAL 03)
Míope que sem óculos de correção enxerga nítido a 
uma distância de 50 centímetros utilizando apenas 1 diop-
trias do seu poder acomodativo. Sobre esse paciente, é 
correto afirmar que a dioptria de seu óculos de correção 
tem
(A) -3.00 dpt.
(B) -2.00 dpt.
(C) +1.00 dpt.
(D) +2.00 dpt.
(E) -1.00 dpt. 
105. (INSTITUTO AOCP - PAPILOSCOPISTA (PC 
PA)/2021)
Um bloco de massa m = 200 g está conectado a uma 
mola de constante elástica k = 5 N/m. Suponha que o blo-
co, apoiado sobre um plano horizontal sem atrito, seja 
deslocado 10 cm a partir de sua posição de equilíbrio e, 
em seguida, seja solto e passe a oscilar em movimento 
harmônico simples. Em relação a esse movimento realiza-
do pelo bloco, assinale a alternativa correta.
(A) A frequência desse movimento é de 2,5 Hz.
(B) O período desse movimento é de 2,5 s.
(C) O módulo da velocidade máxima adquirida pelo 
bloco é de 2,5 m/s.
(D) O módulo da aceleração máxima adquirida pelo 
bloco é de 2,5 m/s2.
(E) A energia mecânica do sistema é de 2,5 J. 
106. (INSTITUTO AOCP - ANALISTA UNIVERSITÁRIO 
(UEFS)/FÍSICA/2018)
Para um indutor e um capacitor conectados em série, 
a equação que descreve o movimento da carga é
onde L é a indutância, C a capacitância e Q é a carga. 
Uma equação análoga pode ser escrita para um oscilador 
harmônico com posição x, massa m e constante de mola 
k. Quais são os análogos mecânicos de L, C e Q, respecti-
vamente?
(A) m, k, x
(B) m, 1/k, x
(C) k, x, m
(D) 1/k, 1/m, x
(E) x, 1/k, 1/m
107. (INSTITUTO AOCP - ASSISTENTE (FSNH)/LABO-
RATÓRIO/2021)
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma 
a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) As ondas sonoras são ondas mecânicas que necessi-
tam de um meio material para se propagar.
( ) Ondas longitudinais mecânicas também são chama-
das de ondas de compressão.
( ) As ondas transversais são aquelas que se propagam 
na mesma direção que o estímulo que as produz.
( ) A luz é um exemplo de onda longitudinal que não 
depende de um meio material para se propagar.
(A) V – F – V – F.
(B) V – V – F – F.
(C) V – F – F – F.
(D) V – V – V – F.
(E) F – V – F – V. 
108. (INSTITUTO AOCP - PERITO OFICIAL CRIMINAL 
(PC ES)/ÁREA 2/2019)
Em relação às ondas eletromagnéticas, é correto afir-
mar que
(A) consistem em intensidades de campo elétrico e 
magnético, oscila ndo na mesma frequência.
(B) no vácuo, seu comprimento de onda independe da 
frequência desta .
(C) o espectro eletromagnético se diferencia pela velo-
cidade da ond a no vácuo.
(D) não podem ser vistas a olho nú, independente de 
sua frequência.
(E) se propagam apenas em meios físicos.
FÍSICA
18
109. (INSTITUTO AOCP - PROFESSOR DE EDUCAÇÃO 
BÁSICA 3 (SEECT PB)/FÍSICA/2019)
Quando um feixe de luz monocromático passa de um 
meio menos refringente para um meio mais refringente, 
esse feixe tem
(A) a sua velocidade aumentada.
(B) a sua frequência diminuída.
(C) a sua velocidade diminuída.
(D) o seu comprimento de onda inalterado. 
110. (INSTITUTO AOCP - ANALISTA
UNIVERSITÁRIO 
(UEFS)/FÍSICA/2018)
As propriedades que uma onda tem de contornar can-
tos e de produzir figuras características após passar por 
fendas paralelas são chamadas, respectivamente, de
(A) refração e difração.
(B) difração e interferência.
(C) interferência e reflexão.
(D) reflexão e refração.
(E) refração e transmissão. 
GABARITO
1 E
2 D
3 D
4 D
5 D
6 B
7 D
8 B
9 B
10 D
11 E
12 C
13 D
14 D
15 A
16 C
17 E
18 B
19 E
20 C
21 A
22 B
23 A
24 C
25 A
26 E
27 B
28 D
29 C
30 E
31 C
32 E
33 E
34 E
35 E
36 A
37 D
38 C
39 A
40 C
41 B
42 A
43 E
44 A
45 D
46 A
47 C
48 B
49 E
50 D
51 D
52 B
53 B
54 B
55 B
56 B
57 D
58 D
59 E
60 C
61 B
62 C
63 D
64 C
FÍSICA
19
65 D
66 A
67 E
68 D
69 B
70 B
71 C
72 E
73 E
74 C
75 D
76 D
77 E
78 C
79 B
80 A
81 B
82 E
83 D
84 B
85 A
86 D
87 B
88 E
89 A
90 C
91 D
92 B
93 E
94 B
95 A
96 C
97 E
98 D
99 A
100 E
101 C
102 D
103 B
104 E
105 D
106 B
107 B
108 A
109 C
110 B
ANOTAÇÕES
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FÍSICA
20
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BIOLOGIA
1
BIOLOGIA
1.(AOCP - TÉCNICO DE NÍVEL SUPERIOR I -PREF JF-
-ANALISTA AMBIENTAL-BIÓLOGO-2016) 
O processo de reprodução sexual em animais é ca-
racterizado pela união de duas células haploides que se 
unem para originar um novo indivíduo. O processo básico 
imprescindível para que tais células sejam formadas em 
animais é a
(A) meiose espórica.
(B) mitose sexual.
(C) meiose gamética.
(D) mitose reducional.
(E) meiose zigótica.
2.(AOCP - TÉCNICO DE NÍVEL SUPERIOR I -PREF JF-
-ANALISTA AMBIENTAL-BIÓLOGO-2016) 
Sobre a natureza dos genes no processo de transmis-
são das características hereditárias, assinale a alternativa 
INCORRETA.
(A) Os caracteres de um indivíduo devem-se a pares de 
genes do material germinativo reunidos em um núme-
ro definido de grupos de ligações.
(B) Os genes para duas ou mais características segre-
gam-se, distribuindo-se independentemente para os 
gametas, onde se combinam ao acaso.
(C) Um intercâmbio ordenado ou permuta ocorre às 
vezes entre genes de grupos de ligação corresponden-
tes chamados homólogos.
(D) A frequência de permuta evidencia a disposição li-
near dos genes em cada grupo de ligação e sua posição 
relativa no grupo.
(E) No processo de maturação gonadal, os pares de ge-
nes se separam e cada gameta tem dois conjunto de 
genes idênticos distintos
3.(AOCP - TÉCNICO DE NÍVEL SUPERIOR I -PREF JF-
-ANALISTA AMBIENTAL-BIÓLOGO-2016 )
Antes da realização de um inventário florístico ou 
faunístico em que haja coleta de material biológico em 
unidades de conservação federais e cavernas,
pesquisado-
res devem solicitar autorização via
(A) Chefia da Unidade.
(B) Órgão Ambiental Municipal.
(C) IBAMA.
(D) Órgão Ambiental Estadual.
(E) Sisbio.
4.(AOCP - TÉCNICO DE NÍVEL SUPERIOR I -PREF JF-
-ANALISTA AMBIENTAL-BIÓLOGO-2016) 
A coleta de morcegos utiliza como instrumento mais 
comum
(A) a armadilha Tomahawk.
(B) a armadilha Pitfall.
(C) o laço de Lutz.
(D) a rede de neblina.
(E) puçás.
5.(AOCP - ANALISTA LEGISLATIVO MUNICIPAL -CM 
SALVADOR-CULTURA, DOCUMENTAÇÃO E MEMÓRIA-
-MEMORIAL-2011)
A técnica que trata do empalhamento de animais ver-
tebrados, consistindo no curtimento de suas peles ou seus 
couros, para fins de estudos científicos ou para exposições 
denomina-se
(A) taxidermia.
(B) isostasia.
(C) hipotermia.
(D) eustasia.
(E) epirogenia.
6.(AOCP - PROFESSOR -PREF FEIRA DE SANTANA-
-CIÊNCIAS-2018)
Com base na história evolutiva do Homo sapiens, den-
tre as seguintes espécies, NÃO faz parte dos ancestrais do 
ser humano?
(A) Homo bergianensis.
(B) Australopithecus anamensis.
(C) Homo ergaster.
(D) Australopithecus afarensis.
(E) Homo habilis.
7.(AOCP - TÉCNICO DE NÍVEL SUPERIOR I -PREF JF-
-ANALISTA AMBIENTAL-BIÓLOGO-2016) 
Apesar de não possuírem organização celular, os vírus 
apresentam algumas características que ocorrem em se-
res vivos. Assinale a alternativa que apresente uma dessas 
características.
(A) Fazem o processo de glicólise para obtenção de 
energia.
(B) Reproduzem-se por cissiparidade ou conjugação.
(C) Possuem material genético.
(D) São independentes de outras células.
(E) Tem capacidade de armazenar substâncias.
BIOLOGIA
2
08.(AOCP - PROFESSOR -PREF FEIRA DE SANTANA-
-CIÊNCIAS-2018)
As ISTs, ou infecções sexualmente transmissíveis, são 
causadas pela infecção de patógenos através, principal-
mente, do contato sexual sem o uso de preservativos, 
como a Gonorreia, a Candidíase e a Sífilis. Dentre as se-
guintes alternativas, qual apresenta o tipo de patógeno 
dessas doenças, respectivamente?
(A) Vírus, Bactéria e Vírus.
(B) Bactéria, Vírus e Fungo.
(C) Bactéria, Fungo e Bactéria.
(D) Bactéria, Bactéria e Vírus.
(E) Vírus, Fungo e Vírus.
9.(AOCP - TÉCNICO DE NÍVEL SUPERIOR I -PREF JF-
-ANALISTA AMBIENTAL-BIÓLOGO-2016)
Apenas um pequeno grupo de plantas terrestres não 
possui tecidos condutores de água ou produtos do meta-
bolismo, o que limita o crescimento dessas plantas e seu 
habitat. Na sistemática vegetal, tais plantas são considera-
das as mais primitivas do reino Plantae e são conhecidas 
como
(A) briófitas
(B) pteridófitas.
(C) gimnospermas.
(D) angiospermas.
(E) carófitas.
10.(AOCP - TÉCNICO DE NÍVEL SUPERIOR I -PREF 
JF-ANALISTA AMBIENTAL-BIÓLOGO-2016)
Na transição evolutiva das plantas do habitat aquático 
para o terrestre, algumas substâncias, como a lignina, a 
cutina e a suberina, foram muito importantes na adapta-
ção ao ambiente terrestre. Com relação a essas substân-
cias, analise a assertivas a seguir e assinale a alternativa 
que aponta a(s) correta (s). 
I. A lignina é de ampla ocorrência nas plantas vascula-
res e se relaciona principalmente à sustentação. 
II. A cutina está associada aos tecidos de revestimento 
em órgãos em crescimento primário, sendo depositada na 
superfície da parede celular da face externa da célula for-
mando a cutícula.
III. A suberina está relacionada à restrição da perda de 
água e pode ser encontrada na epiderme. 
(A) Apenas I.
(B) Apenas I e II.
(C) Apenas I e III.
(D) Apenas II e III.
(E) Apenas III.
11.(AOCP - TÉCNICO DE NÍVEL SUPERIOR I -PREF 
JF-ANALISTA AMBIENTAL-BIÓLOGO-2016)
A espécie Cuscuta racemosa é uma planta holoparasita 
que é capaz de absorver seiva elaborada das plantas que 
ela parasita, não necessitando portanto fazer fotossíntese. 
Para sobreviver, qual tecido da planta hospedeira a raiz da 
Cuscuta racemosa deve alcançar?
(A) Xilema.
(B) Esclerênquima.
(C) Floema.
(D) Parênquima.
(E) Epiderme.
12.(AOCP - PROFESSOR -PREF FEIRA DE SANTANA-
-CIÊNCIAS-2018)
As bactérias do gênero Rhizobium vivem no interior 
das células de organismos eucarióticos, associandose, 
principalmente, às raízes de plantas leguminosas, o que 
estimula o crescimento tecidual e forma nódulos. Essa 
relação harmônica beneficia ambos os envolvidos, forne-
cendo à planta compostos importantes para seu desenvol-
vimento a partir da
(A) fixação de nitrogênio.
(B) captação de fósforo e amônia.
(C) quebra de moléculas de água.
(D) produção de glicose.
(E) fixação de gás carbônico.
13.(AOCP - PROFESSOR -PREF FEIRA DE SANTANA-
-CIÊNCIAS-2018)
Os vegetais e muitas algas e bactérias são capazes de 
transformar a energia solar em alimento através da Fo-
tossíntese. Sobre esse processo, qual substância presente 
nesses seres vivos é capaz de absorver luz solar?
(A) Auxina.
(B) Giberelina.
(C) Clorofila.
(D) Lignina.
(E) Citocinina
14.(AOCP - TÉCNICO DE NÍVEL SUPERIOR I -PREF 
JF-ANALISTA AMBIENTAL-BIÓLOGO-2016)
Em um experimento, uma espécie vegetal herbácea 
foi colocada sob uma redoma de vidro, regada com água 
em abundância e, dentro da redoma, foi simulada uma 
condição de excesso de umidade relativa do ar. Após algu-
mas horas, notou-se a formação de pequenas gotículas de 
água nas margens das folhas. A conclusão do experimento 
foi que houve
(A) gutação, devido à força proporcionada pela pres-
são positiva da raiz.
(B) transpiração, devido à abertura forçada dos estô-
matos.
BIOLOGIA
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(C) transpiração forçada, que excepcionalmente ocor-
reu via hidatódios.
(D) capilaridade, devido ao excesso de água.
(E) gutação, devido ao fechamento dos estômatos.
15.(AOCP - TÉCNICO DE NÍVEL SUPERIOR I -PREF 
JF-ANALISTA AMBIENTAL-BIÓLOGO-2016)
Apenas uma pequena parte da água absorvida pelas 
plantas é utilizada em seu metabolismo, a maior parte é 
perdida pelas folhas para que se mantenha um gradiente 
contínuo e decrescente de potencial hídrico. Ao processo 
de perda de água na forma de vapor pelas folhas, dá-se o 
nome de
(A) respiração.
(B) evaporação.
(C) degradação.
(D) transpiração.
(E) gutação.
16.( AOCP - PROFESSOR -PREF FEIRA DE SANTANA-
-CIÊNCIAS-2018)
Assinale a alternativa que apresenta de maneira resu-
mida o funcionamento do ciclo Cardíaco.
(A) Inicia-se pela sístole dos ventrículos, que bom-
beiam o sangue para o interior dos átrios em diásto-
le. As válvulas presentes nas entradas das veias cavas 
(átrio esquerdo) e as das veias pulmonares (átrio direi-
to) fecham-se durante a sístole atrial, para não ocor-
rer refluxo do sangue. Ocorre a sístole dos ventrículos 
direito e esquerdo, que bombeiam o sangue para as 
artérias pulmonares. Durante a diástole ventricular, as 
valvas atrioventriculares direita e esquerda fecham-se 
para não ocorrer refluxo do sangue para os ventrícu-
los.
(B) Inicia-se pela sístole do átrio esquerdo, que bom-
beia o sangue para o interior do ventrículo direito em 
diástole. A válvula presente na entrada da veia cava 
(átrio esquerdo) fecha-se durante a sístole atrial, para 
não ocorrer refluxo do sangue. Ocorre a sístole do 
ventrículo direito, que bombeia o sangue para as arté-
rias pulmonares. Ocorre a sístole do átrio direito, que 
bombeia o sangue para o ventrículo esquerdo em diás-
tole. Durante a diástole ventricular, as valvas atrioven-
triculares direita e esquerda fecham-se para impedir o 
refluxo do sangue para os átrios.
(C) Inicia-se pela sístole dos átrios, que bombeiam o 
sangue para o interior dos ventrículos em diástole. As 
válvulas presentes nas entradas das veias cavas (átrio 
direito) e as das veias pulmonares (átrio esquerdo) fe-
cham-se durante a sístole atrial, para não ocorrer reflu-
xo do sangue. Ocorre a sístole dos ventrículos direito 
e esquerdo, que bombeiam o sangue para as artérias 
pulmonares e aorta. Durante a sístole ventricular, as 
valvas atrioventriculares direita e esquerda fechamse 
para não ocorrer refluxo do sangue para os átrios.
(D) Inicia-se pela diástole dos ventrículos, que bom-
beiam o sangue para os átrios em diástole. As válvulas 
presentes nas entradas das veias cavas (átrio esquer-
do) e as das veias

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