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Parto
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PARTO
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Parto ou nascimento é o termo de uma gravidez, em que um ou mais bebês deixam o útero da mulher.
DIFERENÇA ENTRE OS PARTOS
K.T ®
• Parto Normal: Parto que ocorre a saída da criança por via vaginal – Com intervenção e sem intervenção;
•
DIFERENÇA ENTRE OS PARTOS
K.T ®
• Parto cesariano:
É um procedimento cirúrgico para a extração do feto por via abdominal através da realização de um pequeno corte realizado acima da púbis da mãe.
•
DIFERENÇA ENTRE OS PARTOS
K.T ®
•
Parto Leboyer: foi criado pelo médico obstetra francês Frédérik Leboyer e foi introduzido no Brasil no ano de 1974 pelo obstetra Claudio Basbaum. 
Nesse parto, também chamado de parto sem violência, tenta-se não estressar o bebê, tornando sua primeira experiência fora do útero menos traumática.
Esse tipo de parto é feito com pouca luz, para não incomodar o bebê; silêncio, principalmente depois do nascimento; massagens nas costas do bebê para estimular seus pulmões; banho do bebê perto da mãe, que pode ser dado pelo pai; ambiente quente, como o abdômen da mãe, a fim de atenuar o impacto da diferença entre o mundo intrauterino e o extrauterino; e amamentação precoce. No parto Leboyer, o cordão umbilical somente é cortado quando para de pulsar, para facilitar a transição da respiração.
DIFERENÇA ENTRE OS PARTOS
K.T ®
Parto na água. Do útero da mãe, diretamente para uma banheira ou piscina
MECANISMO DO PARTO
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O fórceps obstétrico é um instrumento utilizado para extrair o bebê em determinadas condições que podem resultar em perigo para a mãe ou para o bebê
MECANISMO DO PARTO
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.
Parto de Cócoras:
Geralmente decorre mais rápido do que os outros tipos de parto, pois a posição de cócoras alarga a pelve mais que as outras posições, além de relaxar os músculos da região, facilitando a saída do bebê.
DIFERENÇA ENTRE OS PARTOS
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• Parto Natural: Parto que ocorre a saída da criança por via vaginal, porém sem nenhuma intervenção, ocorrendo de forma fisiológica;
DIFERENÇA ENTRE OS PARTOS
K.T ®
• Parto Humanizado: Parto que respeita a PRIVACIDADE, os DESEJOS e DIREITOS das mulheres, podendo utilizar a tecnologia que estiver ao alcance de forma controlada e individualizada,
Atenção TOTAL
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•	4 p’s do parto
1.	Passagem- Bacia –
 Trajeto duro / Diafragma pélvico e urogenital 
– Trajeto moleo trajeto mole (segmento inferior do útero, cérvice, vagina e a região vulvoperineal).
2.	Passageiro - Feto – móvel ou objeto
3.	Potência- Contração Uterina – Motor
4.	Psicológico
Estática Fetal	
Conceito:
As relações do feto com a bacia e com o útero constituem a estática fetal
Seu estudo permite o conhecimento da nomenclatura obstétrica
(REZENDE, 2012)
Objeto (feto
e placenta)
Trajeto (canal de parto)
Força/motor
(contrações)
Posição da
mãe
Resposta psicológica
Fatores que afetam o trabalho de parto e parto
Estática Fetal	
O Parto:
Trajeto: por onde o feto
passa; o que importa é a bacia óssea.
Objeto: o próprio feto; como ele se relaciona (estática fetal).
Motor: força que empurra o
feto (objeto) pela bacia (trajeto).
O Parto	
Mecanismo: forças	que	o	feto faz para passar.
Ex.: insinuação rotação da cabeça
rotação dos ombros.
Fases/Períodos:
As fases clínicas do	parto	é	o	que	acontece	com	a mãe.
Ex.: dilatação do colo
delivramento da placenta cuidado pós-parto
Pelve (trajeto)
Pelve verdadeira – acima da linha terminal
Pelve falsa – abaixo da linha terminal
Linha terminal: abertura superior + pelve média + abertura inferior.
Trajeto duro
3 ossos:
articulações de pouca mobilidade
Quando o feto passa não é a bacia que se abre é o feto que se encaixa para passar
Mecanismo do parto – movimentos que o feto tem que fazer para passar pela pelve
A bacia tem uma curvatura que parece um J.
A superfície interna é toda irregular
Disso decorre o fato de o feto ter que se contorcer todo para passar.
Trajeto Duro
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Estreitos da bacia	
Estreito superior (tampa da bacia)
Borda superior da sínfise púbica; asas do sacro e promontório.
Estreito médio
Passa pela borda inferior da sínfise púbica e espinhas isquiáticas.
É o lugar mais apertado da bacia.
Estreito inferior
Borda inferior da sínfise púbica até o cóccix.
Marca o fim do trajeto. O feto passou daí, vai nascer.
É importante conhecer as medidas/distâncias da bacia.
Tipos de bacia	
1-Ginecóide
Arredondada, mas com diâmetro transverso e oblíquo maiores
É a bacia mais comum nas mulheres (50%).
É uma bacia favorável ao parto normal.
2-Antropóide
20-25% das mulheres.
Bacia típica dos gorilas.
O maior diâmetro do estreito superior é ântero-posterior.
O feto insinua numa variedade direta (occipito-púbico ou occipito- sacro).
Não costuma atrapalhar parto normal
Tipos de bacia	
3-Andróide (triangular)
Bacia típica dos homens.
Bacia de péssimo prognóstico para parto normal:
o feto não nasce.
Utilizar a via abdominal alta 4-Platipelóide (chata)
5% das mulheres.
Normalmente não traz dificuldades para o parto.
O feto sempre insinua a cabeça na bacia ocupando o maior
diâmetro da bacia, estreito superior numa variedade transversa.
	Pelve	Descrição	Parto vaginal
	Antropóide	Abertura pélvica superior oval e sacro longo, produzindo uma pelve profunda.	Favorável
	Andróide	Formato de coração.	Dificultado. O feto desce lentamente pela pelve e comumente não consegue girar.
	Ginecóide	Verdadeira pelve feminina. Diâmetros iguais nas três dimensões.	Favorável.
	Platipelóide ou
plana	Menos comum. Pequena cavidade pélvica, alargada na abertura inferior da pelve, tornando difícil a descida do feto.	Desfavorável (exceto se a cabeça do feto conseguir atravessar a abertura superior).
	A maioria das mulheres possuem	associações destes tipo	s de pelve.
Trajeto Mole
•	É constituído pelo segmento cérvico-vaginal-perineal, sendo muito importante do período expulsivo.
•	Compreende:
•	Diafragma pélvico – suporte para as vísceras pélvicas. Músculos levantadores do ânus e o coccigiano.
•	Diafragma Urogenital – músculos bulbocavernosos, isquicavernoso, transverso superficial e esfíncter externo do ânus.
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(BARROS, 2009)
Relações Uterofetais
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• Parte fetal que ocupa o estreito superior da bacia materna.
• Cefálica fletida, pélvica e córmica.
Apresentação
• Relação do maior eixo fetal com o maior eixo materno.
• Longitudinal, transversa e oblíqua.
Situação
• Relação das diferentes partes fetais entre si.
• Flexão completa.
Atitude
Posição
•Relação do ponto de referência do feto com o lado esquerdo ou direito da mãe.
(BARROS, 2009)
Ovoide Fetal – Atitude na gestação
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Feto (Objeto)	
Cilindro Fetal:
cabeça fetal fletida sobre o tronco e com as pequenas partes a ele aconchegadas
Ovóide Fetal:
Polo cefálico
Refere-se a cabeça do feto.
Ovóide córmico: é o conjunto do tronco com os membros.
Objeto	
O POLO CEFÁLICO É O MAIS IMPORTANTE E MERECE ESTUDO.
Cabeça: crânio e face.
Crânio: 2 ossos frontais, 2 parietais, 2 temporais, 1 occipital, 1 esfenóide e 1 etmóide.
Os ossos são separados por SUTURAS e FONTANELAS.
Suturas	
Sutura sagital: entre os parietais.
Sutura metópica: interfrontal ou frontal média.
Sutura coronária: entre os frontais e parietais.
Sutura lambdóide: entre os parietais e occipitais.
Sutura temporal: entre os parietais e lambdóide.
FONTANELAS	
São	zonas	membranosas,	nos pontos de convergência de 3 ou 4	ossos	e delas	partem	as suturas.
Fontanela bregmática:
formato losangular (anterior ou grande fontanela).
Fontanela lambdóide:
formato triangular (posterior ou pequena fontanela).
Tamanho da cabeça fetal	
Crânio fetal: maior estrutura fetal (cerca de 25% da área de superfície corporal) e menos compressível.
Os ossos da face e da base do crânio são fixos.
Ossos móveis:
2 Parietais
2 Temporais
Frontal
Occipital
Diminuem as medidas cefálicas
Moldagem: sobreposição dos ossos cranianos
Bossa serosa: acúmulo de líquido no couro cabeludo
Cefalematoma: acúmulo

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