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Resumo 1 Neurofisiologia e Farmacologia dos Anestésicos locais e Vasoconstrictores

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procedimento 
cirúrgico. Após 24 h do procedimento, a 
bupivacaína promove aumento da 
concentração de prostaglandina E2 (PGE2) 
no local da aplicação, aumentando a 
intensidade da dor sentida pelo paciente. 
Dessa forma, seu uso para controle da dor 
pós-operatória tem sido questionado 
Não há indicação sem vasoconstritor no 
Brasil; 
Ação com vasoconstritor: 90 a 180 minutos 
pulpar. 4 a 12 horas tecido mole 
DMR: 2mg/kg – 3 tubetes 
Não recomendado para < 12 anos – risco 
de mordedura 
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Aplicação tópica – Benzocaína 
Único anestésico do grupo éster disponível 
para uso odontológico no Brasil. É 
empregada apenas como anestésico tópico 
ou de superfície. 
Embora as reações alérgicas aos 
anestésicos locais sejam raras, sua 
incidência é maior com o uso dos ésteres. 
Por isso, a benzocaína não deve ser 
empregada em indivíduos com história de 
hipersensibilidade aos ésteres. 
Na concentração de 20%, a benzocaína, 
após aplicação por 2 min, promove 
anestesia da mucosa superficial 
(previamente seca), diminuindo ou 
eliminando a dor à punção da agulha, 
especialmente na região vestibular. 
Baixa solubilidade em água; 
Pouca absorção pelo sistema 
cardiovascular; 
Inadequada para injeção; 
Contra-indicação TOTAL epinefrina 
Como já dito, a epinefrina é o 
vasoconstritor mais eficaz e seguro para 
uso odontológico. 
Mepivacaína 3% sem vaso (< 30 minutos) 
Prilocaína com felipressina 0,03UI/ml 
Hipertensos: 3,5 tubetes 
Armazenamento 
Os tubetes anestésicos devem ser 
armazenados na sua embalagem original, 
na temperatura ambiente, entre 20-25oC. 
Em cidades muito quentes, os tubetes 
podem ser mantidos nas partes mais baixas 
de uma geladeira, em temperatura não < 5 
oC, bastando retirá-los 20-30 min antes do 
uso, sem necessidade de aquecê-los de 
nenhuma forma. 
O aquecimento não é recomendado, pois 
isso pode acarretar a degradação do 
agente antioxidante e do vasoconstritor, 
com consequente diminuição do pH, 
podendo resultar em aumento do tempo 
de latência e diminuição da duração da 
anestesia 
Desinfecção. 
Para a assepsia do tubete, com o auxílio de 
gaze estéril, basta friccionar álcool etílico 
70%, iniciando pelo diafragma de borracha 
e deslizando por todo o corpo do tubete 
Manter na embalagem até o uso 
Não há indicação de medidas 
extraordinárias relacionadas à 
“esterilização” dos tubetes, mesmo porque 
eles não podem ser colocados em estufas 
ou autoclaves.