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ATLS 1
ATLS
Tags Prof Thiago
Property 20/05/2022
 TRIAGEM E ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR
Segurança da cena
Desastre X catástrofe
Estratificar a gravidade das vitimas → Simple Triage And Rapid Treatment (START)
ATLS 2
Vítimas excedem a capacidade: maior chance de vida 
Vítimas não excedem a capacidade: mais graves
AVALIAÇÃO INICIAL 
Etapas: 
Exame primário e reanimação 
ATLS 3
Medidas auxiliares ao exame primário 
Exame secundário e história 
Medidas auxiliares ao exame secundário 
•raios X – tórax AP/bacia 
• monitorização – oxímetro 
• sondagens urinária e gástrica
Reavaliação e monitorização continua 
Cuidados definitivos 
ABCDE DO TRAUMA 
XABCDE (atendimento PRÉ HOSPITALAR (PHTLS) → ambulância 
X – Hemorragia exsanguinante 
(controle de sangramento externo grave) 
A – controle das vias aéreas e coluna cervical 
B – respiração e ventilação 
C – circulação com controle de hemorragia 
D – exame neurológico sumário 
E – exposição com controle de hipotermia
ATLS 4
A- via aérea, colar cervical 
੦ examinando 
• palpe/olhe/escute 
੦ falou ou chorou? 
੦ sinais de obstrução?
੦ reanimação desde manobras simples (Chin lift, Jaw trust)a mais complexas 
੦ medidas auxiliares – oximetria de pulso 
੦ reanimação – aspirador rígido, cânulas, máscara, 
oxigênio, material para via aérea definitiva ou via aérea cirúrgica
Proteção cervival- Head blocks, colar cervical (obs: colar se coloca pela parte posterior)
B- Ventilando em area ambiente? FR Sat O2
MV + bilateralmente s/ ruídos 
੦ integridade e bom funcionamento 
• pulmões 
• parede torácica 
ATLS 5
• diafragma 
੦ exame físico 
• inspeção 
• palpação 
• percussão 
• ausculta
੦ diagnóstico clínico 
੦ oxigênio suplementar 
੦ medidas auxiliares- oximetria, raios X de tórax 
੦ identificação da lesão
Lesões 
LESÕES COM RISCO IMINENTE
੦Pneumotórax simples 
੦Hemotórax 
੦Contusão pulmonar 
੦Tórax instável 
੦Contusão cardíaca 
੦Rotura traumática de aorta 
੦Ferimento transfixante do mediastino 
ATLS 6
੦Rotura traumática do diafragma 
੦Outras – enfisema subcutâneo, asfixia traumática, ruptura esofágica, fraturas ósseas 
੦Perda sanguínea – mortes evitáveis 
੦ Choque hipovolêmico é o mais comum no politraumatizado 
• parâmetros clínicos 
• frequência cardíaca 
• pressão arterial 
• diurese 
• consciência
Pneumotórax aberto → realiza curativo de 3 pontas 
critérios de drenagem do hemotórax maciço 
critérios de torotomia ?
Quando na drenagem do hemotórax sai mais de 1500 ml de sangue ou 200 ml nas 
primeiras quatro horas
 C- circulação 
 FC PA 
Tem acesso? Recebeu reposição volêmica?
Objetivo no choque hipovolêmico é parar o sangramento e repor a volemia.
Choque hipovolêmico: sangramento externo (realizar compressão, se for uma 
hemorragia esguichante de artéria pode fazer exceção e colar um torniquete por no 
máximo 1 hora), sangramento em cavidade ( tórax, abdome, pelve).
Reposição volêmica → ringer lactato a 39°C - 1L em veias periféricas, colher exames 
laboratoriais, tipagem sanguínea, gasometria. 
Reposição sanguínea+Reposição de plasma e plaquetas→ depende da classificação 
do choque.
Ácido tranexâmico (droga antifibrinolitica) 1g nas primeiras 3 horas do trauma
 Tabela de classificação de choque → estimar perda volêmica (choque significativo 
classe III e IV. Reposição volêmica: 2 acessos calibrosos com 1 L de cristaloides). 
Classificação do choque 
ATLS 7
 Classe I: monitorizar 
 Classe II:cristaloide
 Classe III:sangue típico especifico com prova cruzada
Classe IV:Protocolo de reposição maciça (varia conforme o serviço que se trabalha)
CIRCULAÇÃO COM CONTROLE DA HEMORRAGIA
prioridade 
• controle da hemorragia 
• abdome – lavado peritoneal, FAST 
• tórax – exame físico, raios X 
• pelve – exame físico, raios X 
ATLS 8
੦ medidas auxiliares 
• cateterismo vesical 
• sonda gástrica 
੦ cuidado 
• condições que simulam choque 
• choques de outras etiologias
Trauma abdominal fechado → esta sangrando? FAST → Lavado peritoneal → 
Laparotomia 
Fratura Bacia→ trauma de alto impacto
D- Glasgow
੦ avaliação rápida do sistema nervoso central 
• reação pupilar 
• escala de coma de Glasgow 
੦ impedir a lesão secundária 
• manter ABC 
• manter a pressão de perfusão maior que a 
PIC (pressão intracerebral) 
੦ classificar o TCE 
• leve (Glasgow 13-15) 
• moderado (Glasgow 9-12) 
• grave (Glasgow 3-8)
ATLS 9
O glasgow não é um bom padrão quando se tem um TCE associado. 
TCE possui um tempo de latência até ocorrer a herniação. O mais importante é 
controlar oxigenação. 
CONDUTA 
੦ TCE leve 
• observação 
੦ TCE moderado 
• tomografia 
• observação 
੦ TCE grave 
• tomografia 
• via aérea definitiva 
• controle da PIC
E- exposição do paciente 
੦ despir o paciente 
੦ avaliação do dorso, períneo e extremidades 
੦ prevenção da hipotermia 
• cobertores 
• manta térmica
Hipotermia causa coagulopatia 
Ausência de dor pode retirar o paciente da prancha e mover em bloco para a maca. 
AVALIAÇÃO SECUNDÁRIA
੦ após terminar a avaliação primária 
੦ paciente estável ou tendendo a estabilização 
੦ início: história ampla
ATLS 10
EXAME FÍSICO 
“Da cabeça aos pés” 
“Tubos e dedos em todos os orifícios” 
Cabeça, face e pescoço 
Tórax 
Abdome 
Períneo, reto e vagina 
Musculoesquelético 
Exame neurológico completo
੦ medidas auxiliares 
੦ radiografias 
੦ procedimentos diagnósticos 
੦ estado de vacinação antitetânica 
੦ reavaliações 
੦ monitorização
Escalas de trauma 
RTS – Revised Trauma Score (Fisiológica) 
ISS – Injury Severity Score (Anatômica) 
TRISS – Trauma and Injury Severity Score
RTS – Revised Trauma Score (Fisiológica)
RTS = 0,9368 x ECG + 0,7326 x PAS + 0,2908 x FR
ATLS 11
ISS (INJURY SEVERITY SCORE)
LESÕES EM 6 REGIÕES CORPORAIS 
1 – cabeça e pescoço 
2 – face 
3 – tórax 
4 – abdome/conteúdo pélvico 
5 – extremidades e anel pélvico 
6 – geral ou externo
ATLS 12
ESCALA DE GRAVIDADE: 
੦ AIS – Abbreviated Injury Score 
੦ lista de lesões de gravidade 1 a 6 
੦ escolha de 3 lesões mais graves em segmentos diferentes 
੦ Soma do quadrado dos índices 
• ISS varia de 1 a 75
TRISS (TRAUMA AND INJURY SEVERITY SCORE)
੦ associação RTS e ISS 
੦ idade 
੦ mecanismo do trauma (penetrante ou contuso) 
੦ American College of Surgeons

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