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RESUMO ANATOMIA E SEMIOLOGIA ORTOPEDIA

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ORTOPEDIA – UC9
coluna vertebral
· Corpo
· Forames neurais
· Processo espinhoso 
· Facetas articulares
· Processos transversos
· Lâminas
Sacro: 5 vértebras
Cóccix: 3 ou 4 vértebras
Curvaturas da coluna
· Cervical e lombar lordose
· Torácica e sacral cifose
Se lordose e cifose aumentadas: patológicas. Se houver retificação também patologia.
Escoliose inclinação lateral com rotação das vértebras, muitas vezes com redução das curvaturas normais no plano sagital.
Para leitura de exames (escoliose):
· Porção externa da curva: convexidade
· Porção interna da curva: concavidade
· Ex: e. torácica dextroconvexa
· Preferência por leitura PA (post ant)
Coluna cervical (7 vértebras): parte mais móvel da coluna, com tensão permanente nas superfícies articulares posteriores (protusão constante da cabeça gera ação das vértebras). Processo espinhoso bífido e forames transversos.
Cervical superior duas articulações: atlanto-occipital (C0 e C1) e atlanto-axial (C1 e C2). 
Cervical inferior: C3-C4 ... C7-T1, onde ocorrem mais protusões cervicais. 
· Atlas: forame vertebral grande, apoio do occipital, apoiado sob o áxis.
· Áxis: processo odontoide, sob o atlas.
· *atlas e axis não tem disco vertebral
· Movimento de rotação, atlas sempre segue a cabeça
Articulação atlanto-cervical
Articulação atlanto-occipital
Forame de conjugação/forame intervertebral- incisura entre um corpo vertebral e o pedículo de outro, verifica compressão de raiz nervosa
Coluna torácica (12 vértebras): processo espinhoso não bífido inclinado para baixo, sem forame transverso, região menos acometida por patologias. 
Coluna lombar (5 vértebras): grande corpo vertebral, processo espinhoso não bífido, processo mamilar, sem forame transverso. 2ª porção mais móvel (alguns afirmam como 1ª), grande pressão em L5-S1. 
Muito comum a espondilolistese escorregamento de um corpo vertebral sobre outro, só observada em perfil.
Cervicobraquialgia os nervos que saem dos forames intervertebrais sofrem compressão pela diminuição de espaço entre as vértebras gerando dor
NERVO ISQUIÁTICO “CIÁTICO”
Dor do nervo ciático pode irradiar para coxa até os pés, devido sua localização (desce posteriormente)
DISCO PARAVERTEBRAL
FUNÇÕES: amortecimento, sustentação, mobilidade, cervical e lombar (maior anterior)
COMPOSIÇÃO: núcleo pulposo + anel fibroso “bubaloo”
Núcleo pulposo: 40 a 60% do disco, com até 90% de água e proteoglicanos, com capacidade de deformação sob pressão.
Anel fibroso: fibras colágenas em espiral, funcionando como um ligamento “camadas de cebola”, sempre espirra para trás
HÉRNIA DE DISCO herniação do disco com compressão radicular (núcleo pulposo do disco de desloca por alguma abertura do invólucro externo, tanto por ação do núcleo como enfraquecimento dos anéis e ligamentos). 
Intrusa: rompe e fica entre as vértebras, a extrusa desce para outras vertebras
Diferente de protusão discal! A protusão comprime os anéis mas não excede os limites, pode causar a hérnia, mas não são a mesma coisa
ARTICULAÇÕES
Contato osso osso
Articulações são categorizadas de acordo com a classe estrutural e funcional
Estrutural- fibrosa, fibrocartilaginosa e sinovial
Fibrosa
· Imóvel
· Estrutura craniana
Fibrocartilaginosa
· Sínfise púbica 
· Pouco movimento
· Disco intervertebral
· Bastão costal
Sinovial
· Composta por cápsula (camada externa e interna)
· Líquido sinovial- nutre a superfície cartilaginosa e diminui o atrito
· Avaliar espaço articular e contorno
· Bastante movimento
· Pouco vascularizado
· Grandes articulações
· Cotovelo, tornozelo, joelho, punho
· Facetas articulares das vértebras
· Ligamentos que unem osso com osso
ANATOMIA SINOVIAL FIBROCARTILAGINOSA
Presença de líquido sinovial entre essas articulações, evitando atrito, é diferente do disco intervertebral.
LIGAMENTOS
Ligamento: formado por colágeno e elastina, “jeans”, função de estabilidade articular, ou seja, manter o contato ósseo (osso – osso).
Longitudinal anterior faixa fibrosa forte e larga envolve todos os corpos vertebrais na face anterolateral, não permite o deslizamento entre eles para frente, da sínfise púbica cervical
Longitudinal posterior faixa muito mais estreita, um pouco mais fraca, do que o anterior. Segue dentro do canal vertebral ao longo da face posterior dos corpos vertebrais, não permite o deslizamento deles parar trás
-----medula espinhal-----
Ligamentos amarelos/favo unem as lâminas das vértebras adjacentes, formando seções alternadas da parede posterior do canal vertebral.
Ligamento nucal estabilidade para a cervical
MOVIMENTOS DA COLUNA
UFE unidade funcional espinhal: conjunto de duas vértebras e disco intervertebral
· Rotação apenas cervical alta
· Flexão (para frente)
· Extensão (para trás)
Pode estar em posição de Neutralidade, Flexão (disco intervertebral se desloca para trás), Extensão (disco se desloca para frente) e Lateral (desloca-se para lado oposto).
MÚSCULOS DO CORE
· Músculos estabilizadores da coluna vertebral, sustentação da região lombar, mm. Antigravitacionais!
 ABDOME: RETO DO ABDOME, OBLÍQUOS INTERNO E EXTERNO, TRANSVERSO DO ABDOME
 PELVE ANTERIOR: PSOAS, ILÍACO, RETO FEMORAL, PECTÍNEO e SARTÓRIO
 LOMBAR: ERETORES DA ESPINHA e MULTÍFIDOS.
 PELVE POSTERIOR: GLÚTEOS (MÉDIO, MÁXIMO, MÍNIMO), ISQUIOSTIBIAIS, GRANDE DORSAL, QUADRADO LOMBAR 
 MEDIAL: ADUTORES. 
· Platisma
· Esternocleidomastóideo
· Escaleno (1ª costela)
· Trapézio
Eretores da espinha
Dorsal longo da cabeça, longo do pescoço, longo do tórax
Músculo psoas chamado de m. de “chute”, também responsável pela sustentação do abdome 
L1-L5
QUADRADO LOMBAR
Fibras dispostas em três planos diferentes:
· Posterior: fibras diretas costoiliacas
· Intermediárias: fibras transversoiliacas
· Anterior: fibras costotransversas
Função: inclina a coluna lombar e pelve, extensão da coluna e tronco
Origina-se nas últimas costelas e processos transversos e se insere na crista ilíaca
MULTÍFIDOS
Fazem a rotação das vértebras
Vetores de força de ação longitudinais para baixo
MÚSCULOS DO PESCOÇO
M. Platisma Musculocutâneo extensão do pescoço e controle da mandíbula.
ESTERNOCLEIDOMASTÓIDEO inclinação para direita e rotação para esquerda
 
Trapézio liga-se ao ligamento nucal, extensão do pescoço, inclinação lateral da coluna + esternocleidomastóideo + platisma = mm. superficiais
Mais internamente escaleno:
Artrose presença de esporão ósseo e desgaste de cartilagem
ETIOLOGIA DA LOMBALGIA
· PRIMÁRIA: MECÂNICO-DEGENERATIVO (alterações da biomecânica da unidade funcional espinhal – UFE)
· Alterações discais - protusão
· Alterações osseocartilaginosas e capsuloligamentares 
· Idiopática (muscular mecânico) – encurtamento muscular
· SECUNDÁRIA: NÃO MECÂNICAS
· Doenças inflamatórias: auto-imune
· Processos infecciosos
· Tumores
· Causas psicogênicas e psicossomáticas
PLEXO BRAQUIAL
A maioria dos nervos no membro superior origina-se no plexo braquial Rede nervosa que supre o membro superior; começa no pescoço e estende-se até a axila. Quase todos os ramos do plexo originam-se na axila (após o plexo cruzar a costela I). 
Formado pela união dos ramos anteriores dos quatro últimos nervos cervicais (C5–C8) e o primeiro nervo torácico (T1), que constituem as raízes do plexo braquial
PLEXO LOMBOSSACRAL
Hérnia de disco
Nervo ciático (isquiático): músculo piriforme, teste de elevação
Compressão entre L2-L4
Na parte inferior do pescoço, as raízes do plexo braquial unem-se para formar três troncos:
· Tronco superior: união das raízes de C5 e C6
· Tronco médio: continuação da raiz de C7
· Tronco inferior: união das raízes de C8 e T1.
As divisões dos troncos formam três fascículos do plexo braquial:
· Fascículo lateral: união das divisões anteriores dos troncos superior e médio
· Fascículo medial: continuação da divisão anterior do tronco inferior
· Fascículo posterior: união das divisões posteriores dos três troncos 
O plexo é dividido em supraclavicular e infraclavicular pela clavícula 
4 Ramos da parte supraclavicular (anteriores): nervo dorsal da escápula, nervo torácico longo, nervo para o músculo subclávio