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26/04, 10/05 part� 1 PREPARO QUÍMICO/MECÂNICO REVISÃO AULA 16/04 Abertura coronária ➔ acesso reto e direto no canal; Irrigação e aspiração ➔ preencher a câmara pulpar, canal, com solução química auxiliar e aspirar o excesso; Localização da entrada dos canais radiculares ➔ com a sonda exploradora reta; ➔ Pode inverter a ordem se estiver sangrando muito, não localiza canal, pode remover a polpa; mas o hipoclorito consegue muitas vezes conter sangramento. Cateterismo-exploração inicial do canal ➔ boa radiografia diagnóstica (antes da abertura, radiografia inicial), auxilia no cateterismo (canal atresiado, raízes curvas; ) ➔ instrumento proporcionando ao diâmetro do canal; (volume do canal) ➔ função do cateterismo é conhecer o canal, comprimento do dente na radiografia menos 2 mm: comprimento de exploração inicial ➔ calibra instrumento com essa medida, e entra no canal; ➔ canais amplos: pequenos avanços, giro a D e E, pequenos retrocessos; normalmente se utiliza instrumento tipo K de aço inoxidável, 0,06; 0,08 e 0,10 mm (diâmetro depende, varia) de comprimentos 21 ou 25 mm; ➔ precisa saber sem forçar o instrumento, se ele conseguiu descer até o comprimento inicial, se preparar de cara o canal, pode causar degrau; descer de forma mais passível para conhecer a anatomia do canal; Pode fazer a remoção da polpa em dentes vitais ao final do cateterismo, chegou no comprimento do cateterismo, pode fazer um giro de ½ volta, 1 ou 1 volta e meia e remover a polpa; avança e depois remove a polpa; Na biopulpectomia no final remove a polpa; Na necropulpectomia, faz o esvaziamento concomitante a remoção do tecido necrótico; faz de forma segmentar, para evitar que inadvertidamente, projete material infectado de dentro do canal para região perirradicular (evitar extravasamento). Cateterismo, só que não introduz de uma vez, desce 2-3 mm para e irriga, para remover o conteúdo necrótico; ➔ revisar lesões crônica e agudas do periápice; Cateterismo de canais atresiados usar instrumentos que são mais resistentes a flambagem, suporta pressão do longo eixo do instrumento: C-plus e C-pilot; Sempre irrigando continuamente (tanto para bio quanto necro) Ampliação cervical do canal (pré-alargamento cervical) ➔ alargadores gattes glidden; ➔ Finalizou o cateterismos: utiliza a gattes; ➔ em canais atresiados para ampliar: próprios instrumentos endodônticos manuais; alargada manual, até metade da raiz; para gattes entrar; 26/04, 10/05 part� 1 ➔ ➔ vai até metade do comprimento do cateterismo; ❖ Utilização das gattes Mínimo 4 mm do comprimento do dente entre uma e outra guardar distância de 2 mm com finalidade de segurança (rasgo, cortar lateralmente) e manter a conicidade do canal ODONTOMETRIA ➔ Determinação do limite apical do preparo endodôntico: quanto mede o comprimento do canal; 1) Estabelecer o limite apical de instrumentação: até onde eles podem ir durante o preparo; 2) Estabelecer o comprimento de patência do canal 3) Estabelecer o limite da obturação do canal Determinar o comprimento real do canal, o que se tinha era o comprimento aparente, na radiografia (régua ou computador pelo programa; tabela), para continuar o tratamento endodôntico precisa saber quantos milímetros tem o canal; Uma correta odontometria nos proporciona: Melhor controle da limpeza e desinfecção (se sabe quanto mede, controla melhor os instrumentos, o quanto deve entrar e instrumentar) trajeto do canal radicular determinar o limite apical de trabalho e obturação previne possíveis injúrias aos tecidos perirradiculares; ★ Relembrando a diferença dos termos Periapical: antigamente, usava esse termo para tudo; em volta do ápice; apenas ápice; Perirradicular: em torno da raiz; generalizar. LIMITE CEMENTO-DENTINA-CANAL (limite CDC) O canal possui paredes circundadas no interior da raiz por dentina, só que isso é realidade até bem próximo do ápice, após o ápice, existe um canal cementário, abaixo do canal dentinário, ao fim segue por canal então cementário, porção pequena do canal que é cimento radicular; ➔ canal cementário é exclusivo para apical ➔ canal dentinário converge para a apical formando assim uma ampulheta; É na união desses canais, é a porção mais constrita (apertada) do canal radicular; portanto mais fácil de remover a polpa, portanto é nesse ponto que deveria fazer a pulpectomia, mas não vemos na radiografia; 26/04, 10/05 part� 1 Limite CDC: ponto ideal para fazer preparo do canal. Essa distância entre o ápice radicular e limite CDC, limite do preparo; mas não é constante, indivíduos mais velhos têm deposição de cimento maior, diferenças de distância do forame pelo limite CDC; ➔ Obs: CDC não é o forame, e sim a porção mais estreita do canal, que é o local onde termina a dentina e inicia o cemento; com a idade isso muda; ● O limite CDC pode ficar, em média: 0,5 a 0,75 mm do forame apical; (não é regra); aquém do forame; ● 83% dos casos o forame apical está localizado equidistante do ápice radicular, variando 0,5 a 3 mm aquém do ápice radiográfico; (localizadores apicais é um método para localizar o forame) ➔ Instrumento está fora do forame, passando pelo forame; ➔ quando esse canal periapical está por V ou P, quando raio incide, projeta o instrumento sobre a raiz a imagem é justamente a abaixo; ➔ ➔ Instrumento passando do forame, pois o forame não acaba no ápice, ele é periapical, pode sair de lado; ➔ 12% apenas coincide com vértice apical; ➔ maioria para distal consegue visualizar; 26/04, 10/05 part� 1 3 MÉTODOS PARA EFETUAR A ODONTOMETRIA 1) Método sinestésico: sensação tátil e manual (comprimento do canal) 2) Método radiográfico 3) Método eletrônico: localizador apical; Método sinestésico ➔ sensibilidade tátil, podia passar, aquém do forame; ➔ retira a polpa, próxima consulta instrumenta, quando ele sentir, passou, recua 1 mm (AI - 1 ) ➔ paciente sentiu dor, sangrando muito, se não tiver outro método, pode utilizar; ➔ antes da invenção da radiografia utilizava muito e dentista práticos; Método radiográfico ➔ ainda mais usado no mundo; mesmo com a invenção dos eletrônicos Considerações: ★ Uma boa radiografia inicial, emprego de posicionador, pois é por ela que determina o quanto o instrumento vai entrar; ★ Obs: Considerar caráter dinâmico da odontometria: canal de molar curvo, a medida que for trabalhando o canal, desgastando ele vai ficar mais reto; isso significa que a medida do canal muda durante o preparo do canal ★ Comprimento da odontometria a medida que o canal se retifica, para diminuir esse efeito, preparo cervical, o instrumento entra mais reto possível, diminuindo o efeito, mantendo a odontometria mais constante possível durante o preparo; ★ as limas utilizadas para realização da odontometria devem estar justas no canal radicular para evitar seu deslocamento; Consiste na introdução de um instrumento no interior do canal radicular, seguida de uma tomada radiográfica, a partir de então algumas avaliações da distância para saber o comprimento do canal; Utiliza duas referências externas do dente: plano oclusal (borda incisal, ponta de cúspide) e o ápice; cursos ajustado na borda inicial (coloca instrumento dentro do canal, está em posição e radiogra); Duas técnicas de odontometria - técnica de Bergman - técnica de Ingle (usamos) ➔ fácil de ser visualizado e a repetição dos instrumentos tem que levar o cursor de forma fácil e precisa no seu ponto de referência; (borda incisal ou ponta de cúspide) 26/04, 10/05 part� 1 Determinação da referência coronária ● referência estável; ponto ou borda deve ser nítido; tocando determinado ponto (não pode ficar mais ou menos); ● restaurações que podem se fraturar, resto de restauração, pedaço de esmalte sem apoio de dentina não podem ser usados para referência; ● facilmente visualizado durante todo o preparo do canal ; Técnica de Bregman ➔ CRD= CRI x CAD / CAI ➔ CDR: comprimento real do dente ➔ CRI: comprimento real do instrumento ➔ CAD: comprimento aparente do dente ➔ CAI: comprimento aparente do instrumentoMuito usado na década de 70; Técnica que utiliza fórmula matemática Técnica de Ingle (1979) Nessa técnica inicialmente, precisa de uma boa radiografia periapical, tomada pela técnica com os posicionadores radiográficos (paralelismo); Quando mais essa radiografia inicial estiver fiel ao comprimento do dente, melhor, não pode estar encurtada ou alongada; Com auxílio da régua milimetrada, vai medir quando MM tem o dente na radiografia; Nesse exemplo, o comprimento do dente deu 22 mm; Retira 2 mm (antigamente tirava 3 mm por conta da técnica bissetriz) do instrumento. ➔ Ponta do instrumento até o cursor: 20 mm e transfere esse instrumento para o canal radicular 2º radiografia Mostra agora o canal radicular com o instrumento em seu interior, cuja distância entre a ponta do instrumento até o ápice radiográfico uma distância e aproximadamente: 20 mm; Portanto, a radiografia inicial pode estar distorcida, logo pode ter instrumentos mais pertos ou longes do ápice radiográfico; Quando se obtém essa imagem, ajusta comprimento do que queremos; Coloca uma régua, medir e acrescentar a diferença, para verificar se está adequado; 26/04, 10/05 part� 1 Comprimento de trabalho determinado: 1 mm aquém do ápice radiográfico; ➔ Tanto em dentes polpados quanto despolpados, o limite da instrumentação deve ser confeccionado preferencialmente a 1 mm do ápice radiográfico do dente; ➔ nem sempre o ápice radiográfico coincide com a localização do forame ➔ se não tiver localizador apical:não anestesiar o paciente na próxima consulta, paciente sentirá, caso não tenha lesão (cisto nao sente); quando a ponta de papel vir molhada; MÉTODO ELETRÔNICO década de 60, difundido a partir da década de 80,90; Determinação do comprimento de trabalho por meio do uso de um aparelho eletrônico (localizadores foraminais) O aparelho não diz o quanto você entrou, e sim o quanto você está distante do forame, Se estiver ponto 0 está no forame; Fecha uma corrente elétrica no periodonto; mas se tiver perfuração não localiza (distingue); não sabe o que é forame sabe o que é periodonto ➔ A partir da 4º geração ficou menos problemático. Não substitui a radiografia, ao final do método eletrônico, faz uma radiografia final para confirmação; Indicações ➢ trivial, todos os dias; ➢ acompanhamento do comprimento de trabalho durante o processo de limpeza e modelagem de canais curvos; ➢ pacientes gestantes. ➢ pacientes que apresentam ânsia de vômito durante as tomadas radiográficas; Contra-indicações ➔ o canal deve estar patente, forame desobstruído; ➔ retratamento: remover guta percha, isolante, não deixa passar corrente pela guta; ➔ perfurações; (desvia corrente) ➔ pacientes que possuam marcapasso (possibilidade de interferência), mas hoje em dia, a densidade da corrente elétrica é pequena, não tem problema utilizar nesses pacientes (artigos) Vantagens ➔ indica com precisão a localização do forame apical; ➔ menor tempo para obtenção do comprimento de trabalho ➔ não apresenta riscos à saúde do pessoal (diminui número de tomadas radiográficas) ➔ fácil utilização 26/04, 10/05 part� 1 Requisitos para um bom desempenho do aparelho medidor do canal dentinário ➔ a alça ou clipe, gancho, aderido à mucosa labial e a presilha onde fica agarrado o instrumento endodôntico. ➔ O canal radicular sempre úmido e câmara pulpar seca (aspirar com a ponta aspiradora) ➔ Material restaurador metálico em contato com a lima desvia a corrente; coroa metálica, se instrumento tocar, não dá para localizar; ➔ Bateria, pilha fraca não lê ➔ Gancho oxida, não lê, precisa raspar; Sequência operatória ● a presilha fica entre o cursor e o cabo; cursor tem que deslizar; se não, não consegue medir direito; ● Acopla a alça labial no paciente e a presilha na lima ● Introduzir a lima lentamente no interior do canal radicular ★ Onde o instrumento para, ponto 0 Entre a constrição apical e o forame; ● Ajustar o cursor ao bordo de referência (posição correta) ● Realizar a tomada radiográfica ➔ Não substitui a radiografia convencional quais das três imagens, o instrumento está 0,5 mm aquém do forame apical? 26/04, 10/05 part� 1 ➔ está no forame; ➔ mesmo que aparenta ser distante do forame; é o comprimento ideal de trabalho; Finalidade da odontometria ➔ comprimento de trabalho (CT): 1 mm aquém do comprimento de patência; CP - 1 MM ➔ comprimento de patência (CP): É o comprimento que vai do ponto de referência (borda incisal) até o forame; Filosofia do preparo do sistema de canais radiculares Schilder desenvolveu esses conceitos, técnicas de instrumentação (conceito da limpeza, conicidade) 1) Limpeza e desinfecção (em polpas necrosadas) Remoção de todo material orgânico como restos de polpa, raspas de dentina, contaminação bacteriana; remover polpa e restos bacterianos (necro), fazemos isso pela ação mecânica dos instrumentos endodônticos (remoção da dentina, por meio da ação mecânica desses instrumentos): principal mecanismo de limpeza do canal radicular; Outro mecanismo é a solução química auxiliar 1. clorexidina (varia de 0,2 a 2%) 2. hipoclorito de sódio (varia de 0,5 a 5,25%) ➔ A finalidade, dos instrumentos é raspar e cortar em profundidade a dentina para remover a quantidade possível de microrganismos ➔ dentro dos túbulos estão cheios de microrganismos: quem chega ali é solução irrigadora, medicação intracanal e na hora da obturação a ideal é que o cimento penetre um pouco dentro do túbulo dentinário (por isso utiliza EDTA, remover a lama dentinária, limpar a smear layer produzida pelos instrumentos de corte, as bactérias são seladas dentro dos túbulos, vão morrer): diminuindo a carga microbiana a níveis compatíveis com a saúde perirradicular Biofilme tem dentro do canal, tem que ser removido mecanicamente; química ajuda 26/04, 10/05 part� 1 Ampliação e Modelagem Ao final do preparo, desgaste da parede dentinária, tem que cortar, raspar, promover o desgaste que diminuía na porção que possui maior quantidade de microrganismo: no lume do canal; transforma um canal clínico, diâmetro normal, anatômico, instrumenta, amplia para se obter o diâmetro cirúrgico: aumento do diâmetro do canal clínico, remover biofilme das paredes do canal e algum comprimento dos túbulos dentinários (a remoção não é 100%) Forma cônico progressivo do canal radicular com menor diâmetro apical e o maior em nível coronário, apical menor que cervical; NOMENCLATURAS ESPECÍFICAS DE ENDODONTIA IAI: instrumento apical inicial (primeiro instrumento utilizado no comprimento de trabalho) IAF ou IM: instrumento apical final ou instrumento de memória (último instrumento utilizado no comprimento de trabalho) ★ Exemplo canal 22 mm (Incisivo central superior) CP: 22 mm (vai até o forame) CT: 1 mm a menos: 21 mm (CP-1 MM) IAI: primeiro instrumento utilizado no comprimento de trabalho. Método de tentativa, não pode estar folgado no canal, deve estar justo; trava levemente nas paredes do canal e a partir dele começa a desgastar; que se adapta ao CT. ICS: 25 ICL: 15 MI: 08,06,10; ➔ polpa viva: IAI + 3 ➔ polpa necrosada: IAI + 4 ➔ A CADA TROCA DE INSTRUMENTO TEM QUE IRRIGAR/aspirar E UTILIZAR UM INSTRUMENTO DE PATÊNCIA Instrumento de patência é um instrumento menor que o IAI, que vai até o forame apical; para não entupir o canal; IM ou IAF: último instrumento utilizado no comprimento de trabalho (em todo comprimento) ➔ IAI: 25 ➔ IM: 40 ➔ IP: a cada troca faz a patência e irriga (20, 15,10; depende, mas que alcance o forame) 26/04, 10/05 part� 1 BATENTE, OMBRO, PARADA OU DEGRAU APICAL ➔ além de ampliar canal, ele vai formar o ponto de parada da instrumentação; para o cone de guta percha (na hora de obturação do canal, introduz esse cone que o diâmetro da ponta do cone será dado pelo diâmetro apical final, IM): se foi 30 o IM, corta o cone na régua nessa medida 30; ➔ 1 mm aquém do forame ➔ Equivale ao comprimento de trabalho determinado pela odontometria IP: INSTRUMENTO DE PATÊNCIA DO CANAL: instrumento que vai até a abertura do forame apicalrecomenda a limpeza do forame ao mesmo tempo que se prepara o batente apical (tanto em bio quanto em necro, em necro mais importante, restos de dentinas que estiverem contaminados,muito pior); reduz risco de acidentes; Canais curvos Na regra, utiliza-se o IAI + 4 instrumentos (necro), por exemplo se o IAI for 20, utiliza-se 25, 30, 35 e 40; com canal curvo, quando chega no instrumento 40 desvia, pois ele tem pouca flexibilidade; Alguns canais só consegue chegar no forame com instrumento com numeração 25 ou 30 no máximo, pois a partir daí os instrumentos começam perder flexibilidade, desvia; Se for necessário o indicado é o uso dos instrumentos da liga NiTi; 26/04, 10/05 part� 1 Canal foi feito o preparo, a 1 mm foi o instrumento 30, o canal é fino, se ele for curvo e usar o 35, irá causar uma deformação, precisa manter o batente em 30, mas quero ampliar o preparo, diâmetro do canal sem alterar batente, faço o escalonamento; PATÊNCIA do forame apical É a manutenção do canal principal patente (aberto, desobstruído) durante o preparo do canal radicular; não tem como função limpar mecanicamente as paredes do forame, não têm diâmetro para isso O forame apical deve ser mantido limpo e patente durante toda a instrumentação com instrumentos de pequeno calibre, ultrapassando o forame em 1 mm aproximadamente, impedindo que as raspas de dentina se acumlem no segmento apical; Os instrumentos de patência conseguem instrumentar canais muito curvos; Importância da patência ● evita o entupimento do canal, entulha raspas de dentina; se forçar começa a desviar (força instrumento), perfura o canal; obs: níquel titânio (instrumentos flexíveis) mesmo assim faz a patência; Faz a patência antes do preparo do canal, durante e depois (antes desobturar) para ter o canal desobstruído durante o preparo; ESCALONAMENTO ÁPICE-COROA TÉCNICA SERIADA OU “STEP BACK” ➔ o escalonamento consiste na ampliação do preparo, conicidade do preparo, do diâmetro do canal, sem que altere o batente apical formado; degrau em direção cervical; ➔ vai até 16 mm do canal (pois a partir daí a Gaddes já ampliou, atuou) ➔ movimento é de alargamento ➔ realizar irrigação, aspiração e patência a cada troca de instrumento ➔ aumenta o diâmetro do instrumento e diminui o comprimento de penetração do instrumento 1 mm aquém um instrumento mais calibroso Exemplo IM foi o 30 se o canal possui 22 mm o batente está a 21 mm ➔ 35: vai até 20 mm ➔ 40: vai até 19 mm ➔ 45: vai até 18 mm ➔ 50: vai até 17mm ➔ 60: vai até 16 mm Questão de prova: o primeiro instrumento a chegar no comprimento de trabalho foi o 15 e o último foi o 30; ➢ Tem que saber: IAI 15; IM 30 26/04, 10/05 part� 1 ➢ Escalonamento: 35 ao 60 ➢ Quem é o IM É O 30! ➢ Instrumento de escalonamento nunca é o IM (ele não chegou em todo comprimento de trabalho) MOVIMENTOS DE EXPLORAÇÃO OU CATETERISMO ➔ penetração ➔ giro D e a E ➔ pequenos retrocessos MOVIMENTO DE ALARGAMENTO COM ROTAÇÃO PARCIAL ➔ penetração ➔ giro a D (¼; ½ volta) ➔ remoção; ➔ não tem pressão lateral contra as paredes; no que gira trava espiral da dentina e no que traciona cisalha a dentina ➔ utilizado em alargamento de canais atresiados ➔ o instrumento que alarga: diâmetro maior que diâmetro do canal, se não ele não corta a dentina (limagem que é menor, pois joga contra parede e traciona) MOVIMENTOS DE ALARGAMENTO COM ROTAÇÃO ALTERNADA ➔ introdução ➔ giro a D (trava na dentina) e giro maior a esquerda, com pressão apical ➔ tração do alargador no interior do canal ➔ ampliação mais harmônica do canal; ➔ indicado para instrumentos tipo K e NiTi 26/04, 10/05 part� 1 ➔ instrumentos não devem ser pré-curvados (mais chance de fraturar; não forçar o instrumento e entrar reta); só em caso de desvio, para voltar para o canal principal. ➔ ampliou o diâmetro dos instrumentos, engloba todas as paredes do canal; ➔ se o achatamento for maior, não consegue englobar todas paredes; ➔ para esse tipo de canal (muito achatado) usa movimentos de limagem, pois consegue determinar ao movimento na área que deseja; ➔ alargamento atinge perímetro, limagem concentra em uma determinada parede; imagem circundando somente a parede desejada; MOVIMENTO DE LIMAGEM ● avanço apical. pressão lateral contra as paredes e tração com movimentos curtos entre ½ a 2 mm a direção a coroa ● estes movimentos são realizados igualmente por todo perímetro do canal (limagem circunferencial) ● a nossa sorte é que a maioria dos canais são circulares no segmento apical (forame) ● realizar movimento de alargamento no terço apical e limagem na porção média e cervical dos canais ovais; ● limagem então é feita no terço médio e cervical dos canais ovais (2ºPMS; ICI; RAIZ DISTAL DO MOLAR INFERIOR ; além do alargamento, nesses canais que precisa ser associado movimentos de limagem; ● Não deve ser empregado no preparo apical do canal (guta percha não se adapta, fica espaço vazio) Movimentos de alargamento e limagem (associados) ➔ Introduz, gira e na hora de tracionar faz tração contra as paredes: indicado para canais atresiados, ganha comprimento e aproveita e vai ampliando lateralmente; 26/04, 10/05 part� 1 ➔ somente terço cervical e médio ➔ apenas limas tipo K (nunca as H) ou às flex; Sempre associar a anatomia dos canais para determinar o instrumento e o movimento a ser realizado; OBTURAÇÃO DO SISTEMA DE CANAIS RADICULARES 60% do insucesso em endodontia se refere a obturação inadequada. Preencher em todo comprimento do canal com material inerte e antisséptico, que sele de forma permanentemente. Tem que ter qualidades, características, na qual esse material não se desintegre, distorções, não sofra grandes contrações pós presa, se ele mudar essa características físicas depois da obturação pode criar espaço debaixo da massa obturadora, terá crescimento, microbiano, percolação, pode ter aparecimento assim de alguma doença perirradicular; De maneira mais hermética possível (absoluta não vai conseguir, devido aos túbulos dentinários e estruturas, canal lateral); estimulando o processo de reparo apical e periapical, perirradicular; Segundo de Deus o selamento do SCR objetiva principalmente 1) prevenir a formação de exsudato e sua percolação em seu interior (entrada de fluidos, bactérias que podem estar circulando na circulação sanguínea) ➔ espaço vazio do canal resulta percolação (proteínas solúveis em água, enzimas e sais) ➔ bactéria que pode estar circulando no sangue, se alojar na proximidade do forame e penetrar o canal:infecção anacorética 2) Impedir a reinfecção por microorganismos que possam eventualmente ter permanecido (quando está bem selado, bactérias ficam presas nos túbulos) 3) Favorecer o processo biológico de cicatrização dos tecidos periapicais Proservação, Controle clínico ou “follow up” Tratamento não acaba quando obtura o canal, mas sim quando há o reparo, acompanhar de tempo em tempo para ver se a doença cedeu ao tratamento; O tratamento endodôntico quando a região periapical neutraliza o transtorno por este tratamento ou reparar uma lesão preexistente; (Cowen e Burs) Controle clínico e radiográfico de 06 meses a 04 anos em média (em algumas lesões grandes, acompanhar mais de 04 anos) ● se não limpa, irriga, medica, desgasta as paredes do canal a chance de ter êxito no tratamento é mínima; SIGA O PROTOCOLO ➔ IAI (instrumento mais apertado no canal) + 3/4 instrumentos ➔ Escalonar (vai cortar mais a dentina no trecho do canal, quanto mais tocar, mais chance de tirar os detritos) ➔ Irrigação REQUISITOS PARA MATERIAL OBTURADOR IDEAL ● NENHUM material contempla todas essas propriedades, alguns possuem mais que outros; Classificação dos materiais obturadores Materiais em estado sólido - cones de guta-percha - cones de resina Materiais em estado plástico (cimentos) - cimentos a base de OZE - cimentos a base de resinas plásticas - cimento obturador contendo MTA - cimentos contendo HA (NÃO É QUE FORRA CAVIDADE) - cimentos a base de CIV (parou de ser fabricado) - cimentos a base de siliconeCONES DE GUTA-PERCHA retirada de uma árvore: Palaquium gutta Composição - guta-percha (20%) - óxido de zinco (60 a 75%) - carbonato de cálcio, sulfatos, óleo de cravo (1,5-15%) Existem diferentes cores; Propriedades ➔ facilidade de emprego ➔ custo reduzido ➔ bem tolerada pelos tecidos periapicais ➔ boa radiopacidade ➔ não solubilizada por fluidos orgânicos (cria espaço, percola e forma uma nova infecção) ➔ razoável estabilidade dimensional ➔ passível de ser removida quando necessário desobturar (não tem adesão às paredes do canal, quem fornece é o cimento, por isso sai com facilidade) FORMA forma alfa: ➔ maior temperatura de fusão ➔ quando plastifica escoa um pouco melhor e adere um pouco melhor nas paredes ➔ meio que “pegajosa” quando aquecida ➔ ideal para técnicas usa o calor para aquecer, plastificar a guta-percha e inserir ela de uma forma mais eficiente no interior do canal radicular forma beta ➔ menos flexíveis, podem ser usados por técnicas de obturação que não usam calor; ➔ mento temperatura de fusão ➔ baixo escoamento e pouca adesividade (nao usa na técnica de termoplastificação); ➔ mais rígidos, para facilitar a inserção dentro do canal TIPO tipo I- padronizados, estandardizados no diâmetro da sua ponta; “principais” ● cones que tem a ponta calibrada de acordo com a ponta do instrumento ● têm primeira e segunda série ● normalmente não se adaptam perfeitamente ● caiu em desuso tipo II- auxiliares (convencionais) ● vai se afinando ● coloca na régua calibrada; calibra sua ponta de acordo com diâmetro do seu IM e CT CIMENTOS ENDODÔNTICOS Tem a função de reduzir a interface existente entre a guta-percha e as paredes do canal ou entre os cones de guta ou seja, entre um cone e outro, e entre os cones e as paredes do canal quem preenche é o cimento endodôntico ➔ cimento penetra nos túbulos formando projeções, vedando os túbulos dentinários ➔ um bom selador adere fortemente à dentina e ao material obturador AH PLUS ● pasta/pasta ● padrão ouro ● contém ponta misturadora ● vantagem é que não há necessidade de manipulação, espatulação (como os outros dois) ● excelente escoamento ● padrão ouro ● maior estabilidade dimensional dentro do CR (contrai menos, o que menos causa contração) ● boa capacidade seladora ● capacidade antibacteriana satisfatória ● radiopacidade boa Endofill ➔ pó+líquido ➔ irritação LP quando extravasa o cimento; ➔ eugenol em sua composição: dificuldade da adesão com a resina composta e dentina (interfere na presa das resinas) ➔ chance de soltura se por exemplo for usado um pino de fibra de vidro; ➔ boa capacidade seladora ➔ baixa solubilidade ➔ baixa permeabilidade ➔ estabilidade dimensional ➔ baixa desintegração ➔ adesividade adequada ➔ atividade antibacteriana pronunciada Cimento de Rickert ● pó+líquido ● OZE CONTÉM PRATA (desuso) ● quase mesma composição do OZE, mas inseriu prata a fim de tornar o material mais radiopaco (aumentar radiopacidade do cimento) ● pode promover escurecimento da coroa dental ● limpar muito bem a câmara pulpar CIMENTOS CONTENDO HIDRÓXIDO DE CÁLCIO ➔ pó+ resina ➔ muito bom até tomar presa, depois que toma presa diminui capacidade biológico ➔ tolerado quando há extravasamento ➔ boa biocompatibilidade ➔ alta viscosidade que dificulta na obturação ➔ pouca radiopacidade MTA FILLAPEX ➔ cimento obturador contendo MTA ➔ pasta-pasta ➔ existe dessa marca também o biocerâmico ➔ não é muito radiopaco EXTRAVASAMENTO DE CONES E CIMENTOS OBTURADOR Guta percha ● deve manter sempre dentro do CR, realizar um bom batente (para ela parar 1 mm do forame) o organismo tolera (células tentam fagocitar, inflamação crônica), não sofre reabsorção. Cimentos endodônticos ➔ grande parte é absorvido; por ser fluido preenche até o forame; ou envoltos por cápsula fibrosa; ➔ diminui o volume lentamente; reabsorvidos. MOMENTO DA OBTURAÇÃO DOS CANAIS RADICULARES ➔ o dente deve estar assintomático (sem dores espontâneas, percussão e sem sensibilidade apical a palpação) ➔ canal deve estar seco, livre de umidade e exsudato ➔ canal se encontra preparado, limpo e dilatado na forma cônico-progressiva Quantas sessões podem obturar o canal? ➔ em uma única sessão: dentes com polpa vital ➔ no mínimo duas sessões: tecido pulpar necrosado (medicação intracanal vai potencializar nesse elemento a desinfecção; ➔ 10% de chance maior se for em 2 sessões, colocar a medicação; obs: A desinfecção do canal ocorre devido a ação dos: instrumentos endodônticos, solução química irrigadora e medicação. - Verificar ausência de exsudato e dor) - dentes com lesões grandes (evitar sessão única) - dentes que já foram obturados é mais difícil de retratar, abrir, limpar, retirar guta, refazer batente, retirar cimento; - situação (patologia) que até deve fazer o canal em sessão única mesmo paciente com dor: pulpite aguda irreversível - qualquer alteração perirradicular, envolvendo infeção, ideal é medicar; Limite do preparo obturação endodôntica ➢ tanto em dentes polpados quando despolpados, o limite da instrumentação deve ser confeccionado preferencialmente a 1mm do ápice radiográfico do dente.m RESUMINHO RAPHA 1) Abertura coronária, tira todo teto, tenta visualizar quantos canais tem (com a sonda reta) 2) depois disso começar o sentir o canal, o cateterismo: lima 10, 08, a que entrar folgada, coloca a lima para sentir o canal (se ele tem curvatura, resistência, folgado, atresiado); nesse cateterismo retira a polpa ( no próprio cateterismo) seja biopulpectomia e necropulpectomia 3) depois disso já começa irrigar A RAPHA usa gates quando o canal está atresiado, quando a lima não entra com facilidade, quando está estreito desde o terço coronário da raiz, tem necessidade (canino e incisivo já são amplos desde o início, lima entra livre, sem encostar nas paredes, não tem necessidade de utilizar gaddes); utiliza a gaddes, no pré-alargamento no início se estiver atresiado ou dificuldades (ICI, M, PM), para dar abertura inicial para entrar com a lima sem que bater nas paredes, com ela reta ; Atenção quando precisar utilizar gaddes: ➔ só no terço reto do canal ➔ respeitar 5 mm apical (4 mm) ➔ gaddes 1 desde mais (2mm), gaddes 2 entra menos (2 mm), gaddes 3; muito difícil utilizar mais que uma gaddes, ela entra com a 2 direto e vai para instrumentação com as limas ODONTOMETRIA ➔ lima fininha, vê se ela está descendo bem, e faz odontometria ➔ radiografia: comprimento do dente na radiografia - 2mm (ela faz com localizador apical) ➔ ajusta o cursor (pinça) no ponto de referência (borda incisal, ponta de cúspide), mede tamanho do dente (comprimento de patência) ➔ ex: dente 22 mm (patência) sempre coloca ponto de referência (qual cúspide) ➔ comprimento de trabalho: 1 mm aquém do comprimento de patência: 21 mm ➔ encontrar o IAI: primeiro instrumento que entra ajustado no comprimento de trabalho; cateterismo, localização apical com a lima 10 (folgada), no comprimento de trabalho com a lima 15 está ajustada ou folgada, se estiver folgada vai com a 20 (ajustada, mais arrochadinha) ➔ IM: última lima que via no CT; a importância do IM é que com esse número vamos colocar a guta no buraquinho da régua cara coloca guta no mesmo comprimento do IM (nesse exemplo 40) e vai cortar (lâmina de bisturi), a guta então tem o mesmo tamanho do degrau que fizemos no CT: batente apical, ombro apical; ela fica ajustada no batente; ⇒IAI + 3 : BIO (25, 30, 40) ⇒IAI + 4 : NECRO Depois de terminar isso, fez a gente vai ESCALONAR ⇰1 mm a menos, 1 lima a mais o CT era 21 mm, e a última lima foi a 40 ➔ 1 mm a menos: 20; 1 lima a mais 45 ➔ 1 mm a menos: 19; 1 lima a mais 50 ➔ 1 mm a menos:18:1 lima a mais 55 ➔ 1 mm a menos; 17 lima a mais 60 ➔ 1 mm a menos: 15; 1 lima a mas 70 ➢ isso vai deixando o canal mais cônico e alisando as paredes ➢ gira a lma enroscando um pouco, quando a lima trava um pouco, puxa; enrosco (parafusa) trava e puxa; isso já vai cisalhar dentina ➢ depois lima a parede como todo; ● MUITO IMPORTANTE ⇒Sempre entre uma lima outra(tanto para construir a batente quanto para escalonar) precisa irrigar e fazer patência, leva uma lima bem fininha até o ápice (para ele não obstruir com resto de dentina), ou seja utilizar o instrumento de patência (geralmente com a lima que fez o cateterismo. TÉCNICAS DE OBTURAÇÃO DOS CANAIS RADICULARES 1) Técnica da condensação lateral 2) Técnica híbrida de Tagger Preparo do dente para obturação uso do EDTA (etilenodiaminotetracético): auxilia na remoção da smear layer, da lama dentinária que fica aderida na dentina no canal radicular; ➔ usada antes de medicar (medicação penetre melhor nos túbulos dentinários, nas paredes de dentina); 1 º sessão; ➔ antes da obturação (usa cerca 3 min e movimentar ele para ter o efeito desejado) ➔ pode fazer irrigação para remover medicação com próprio EDTA, desde que a última irrigação seja feita com hipoclorito de sódio Ex: medicou canal com hidróxido de cálcio CaOH (pasta) preenche canal,nao toma presa; mimetiza (imita) uma obturação, mas deixa resíduos no canal radicular; ➔ abriu, faz irrigação, vai sobrar resíduos, digamos que o IM foi o 40, para desentupir o canal utiliza um instrumento menor que o IM; ➔ desalojar o material tem que ser um instrumento menor; penetrar entre meio aos resíduos da pasta; remover a pasta sem pressioná-la na direção apical; irriga novamente e faz a patência Passo a passo limpeza da medicação: abriu, irrigou desaloja pasta com instrumento menor que IM (2 números menor) irriga e faz a patência (passa pelo forame um pouco para desobstruir o canal) irriga, utiliza o instrumento de memória: testar o batente apical (instrumento chega com facilidade e trave levemente); verificar a efetividade do batente (cursor chegando no CT); irriga, seleciona o cone principal para obturar; Obs: O cone vai só se o instrumento for; IM for 45, coloca cone na régua (que corte) e corta no diâmetro do IM; para que o cone encaixe perfeitamente no batente; ➔ recapitulação é levar o IM no CT; qual a importância? para ter a certeza que o canal está desobstruído até o CT e o batente está bem formado; se não levar IM até o CT pode ficar resíduos de medicação, o cone não entra; Obs: pode usar o EDTA no processo de irrigação (da limpeza) nos processos, mas a irrigação final com hipoclorito ; ➔ abriu canal:usa hipoclorito, tira bastante excesso da medicação e utiliza a irrigação EDTA (testa batente, patência com EDTA) vai ter passado mais de 3 min (tempo desejado), e irriga no final com hipoclorito NO LABORATÓRIO NÃO FAZ ( FAZEMOS COM ÁGUA) TÉCNICA DA CONDENSAÇÃO LATERAL após retirar medicação, verificar o batente, utilizar o IP, IM: testar o cone principal CONE PRINCIPAL/CONE MESTRE: ➔ cone de guta percha que se ajusta no CT e tenha o mesmo diâmetro do IM; o diâmetro da ponta dele é = ao IM; Se instrumentou o canal, no batente utilizou o IM instrumento 40, com 23 mm de comprimento; cone de guta percha que tenha o diâmetro da ponta do cone = do diâmetro 40 (0,40 mm de diâmetro) para se adaptar o mais perfeitamente possível ao diâmetro do batente; Utilizava-se muito os estandardizados: diâmetro de ponta já pré fabricado, só que a conicidade é 0,02 mm e quando escalona, não fica com essa medida; Atualmente usa (Odus) os que calibram na régua (azul da imagem); calibra = ao diâmetro do IM e corta bem levemente com a lâmina de bisturi Depois que calibrar o cone, marcar com a pinça clínica em um ponto do cone o CT; (aperta como se fosse o cursor, esse amassadinho tem que coincidir com o ponto de referência) Agora esse cone tem o diâmetro do batente e no comprimento de trabalho; esse cone tem que estar justo: verificar o travamento apical; cones que serão usados coloca 3 min no hipoclorito antes de serem usados, dentro de um copinho plástico, dentro da cuba; eles não podem ser esterilizados,forma de se fazer desinfecção Travar o cone principal ( 1º radiografia-PROVA DO CONE PRINCIPAL) ➔ Verificar se o cone principal chegou no batente, no CT, 1 mm aquém do CP ➔ o cone se adapta nas paredes no terço apical, esses espaços serão preenchidos por cones acessórios (coloca lateralmente do cone principal) e por cimento obturador; sensibilidade tátil, leve travamento com uma tração ➔ Cone ficou aquém: troca o cone, recapitular; levar de novo o IM; ➔ Cone ultrapassou: cortar, trocar o cone Cone está justo, radiografa; (ajusta com a lâmina de bisturi sobre uma placa vidro, superfície plana) e pode começar obturar canal; Todo esse processo de prova do cone, o canal deve estar inundado com hipoclorito, agora irá secar o canal quando efetivamente estiver obturando com ponta de papel absorvente; ➔ ponta de papel deve ser marcada no CT; utiliza 3 ➔ para economizar as pontas, coloca a agulha irrigadora da seringa dentro do canal e aspira (90% do volume de líquido sai) ➔ Se a ponta de papel vier molhada, pode indicar exsudato; vermelha na ponta, erro no CT, pode estar passando, ela deve voltar depois de 2, 3 pontas seca; não pode vir molhada com sangue ou com exsudato; ➔ seca não até o forame, mas sim até o batente, 1 mm aquém do forame; Manipulação cimento (pó+líquido) base de óxido zinco e eugenol; ➔ 1 gota de pó+líquido obturar dente unirradicular e birradicular ➔ 2 gotas faz mais de um molar ➔ Espátula de Mariana: flexível; ➔ espatular o pó até ficar homogêneo; aglutinado o pó ao líquido até gerar uma consistência de fio, diâmetro de uma polegada (1 dedo)por cerca 4 a 5 segundos de modo que ao levantar a espátula não se rompa Pode inserir o cimento de 2 formas ➔ cone calibrado (estava no hipoclorito, seca) passa no cimento e leva cimento dentro do canal no CT ➔ espiral de lentulo Além do cone principal, levar os cones acessórios para o hipoclorito; cones acessórios servem para preencher os espaços vazios cones acessórios possuem diâmetro diferentes (do mais fino ao mais grosso-L) ➔ ICI: fino médio; fino ➔ ILI: ff ou F ➔ canal de molar: XF muito fino Quem cria o espaço para o cone acessório são os espaçadores digitais (uso muito importante, para criar espaço entre o cone principal e parede do canal) ● espaçadores possuem tamanhos diferentes: A, B, C e D; ● B e C são os mais usados ● O A é muito fino, D é muito largo; Se usa o espaçador B, precisa de um cone mais fino, F ou FF; Se usa o espaçador C; precisa de um cone F, FM, MF; ● cone mesmo diâmetro do espaçador Primeiros cones acessórios irão a 1mm equidistante do batente, aquém do CT; leva o espaçador a 1 mm do CT e o cone acessório também a mesma distância; a segunda vez que levar entra pouco menos, a terceiro um pouco menos, até não entrar praticamente no canal, 6 a 7 cones acessórios no canal, preencher todo canal; Movimento que se utiliza no espaçador ➔ rolha (penetração, direita e esquerda) até chegar no comprimento desejado ➔ para retirar o espaçador, gira e desloca para puxar ➔ cuidado para não espetar o cone; ➔ colocou espaçador até o comprimento desejado, retira e coloca o cone acessório Tira a 2º radiografia (radiografia de obturação) Cortar o excesso de guta percha ➔ instrumento de lucas, cortar o excesso até o nível cemento-esmalte; embocadura do canal ➔ mede do lado de fora a coroa e tira praticamente o tamanho da coroa; ➔ se o tamanho da coroa deu 8 mm, ajusta cursor em 9, 1 mm acima da junção amelo cementária, margem de segurança para não ficar cimento na região cervical, se ficar cimento com passar do tempo eles (cimento cone) vão escurecer a dentina ➔ dá uma leve condensada para que fique reta; ➔ limpar a câmara pulpar com álcool, surgiu tipo escova robson para limpeza de preparo Depois de limpa, selar a cavidade ● se tiver tempo pode restaurar; ● coltosol: usado na parte mais profunda e sobre ele o CIV (coltosol sozinho nao aguenta pressão sozinho, principalmente classe II e IV; Radiografia final ● corte da guta percha PARÂMETROS ➔ Extensão ➔ Conicidade (cônico) ➔ Densidade (preenchendo toda conicidade, massa obturadora densa) ➔ Nível da remoção da guta percha e cimento (acima da junção-amelo-cementária TÉCNICAHÍBRIDA DE TAGGER MODIFICADA ➔ Utiliza o compactador de McSpaden, que se assemelha a uma lima H invertida. inversão bem próximas as espirais da lima H; ➔ funciona girando dentro do CR, gerando calor e empurrando o material e direção apical; ➔ calibre igual diâmetro do instrumento; ➔ comprimentos de 21 mm e 25 mm (não tem de 31 mm) ➔ mais usados (diâmetro): 40,45,50 e 55 (menor quebra fácil, e maior muito calibroso) ➔ aço inox ou NiTi (não vale a pena); ➔ A técnica do professor McSpaden não funcionou, usar um cone principal apenas, precisou associar a técnica de condensação lateral ao uso do compactador para funcionar bem (re-idealizaram a técnica, por isso híbrida) UTILIZAÇÃO DOS COMPACTADORES ● coloca o cone principal, 3 a 4 no máx. de cones acessórios, sobrou espaço, quando utiliza o compactador ele vai plastificar (muito calor) a guta percha, empurrar em direção ao ápice, preenchendo os espaços vazios; ● condensação lateral ativa; ● entrar e sair acionado do canal (8000 a 15000 rpm) ● sentido horário (teste com gaze), se girar no contrário, tira a guta, e quem entra é o compactador; (dica é sempre deixar o micromotor sempre a direita); ● 4 a 5 mm aquém do comprimento de trabalho (mais que isso, muita chance de extravasar) ● forame muito amplo, dente com reabsorção, lesão lateral, rizogênese incompleta: não são indicados para técnica; ● tempo aproximado de 10 segundos girando no interior do canal (aquecimento que gera) ● diâmetro superior ao instrumento de memória (2 a 3 números); não tem que tocar na parede; tem que tocar no cone; ● IAI: pode ser nesse caso é o 15; ● IM: foi 25 ● Um bom número para o compactador poderia ser o 40 (3 números maior do que o IM) ● entra, encaixa desligado, coloca na direção do canal, introduziu 1 a 2 mm gira, movimentos em ondas (não vai de uma vez) até chegar no limite do cursor; ele vai plastificando, espelhando, condesa a guta percha. ● mede até a junção amelo-cementária, tira 1 mm a mais (evitar o escurecimento do elemento); câmara pulpar limpa e guta na embocadura do canal; TESTE DA GAZE ➔ quando gira a D o compactador, ele empurra a gaze, afasta a gaze ➔ quando gira a E, ela agarra (a gaze agarra) VANTAGENS ➔ rápida e fácil de execução ➔ também utilizado para corrigir pequenas falhas no processo de obturação (preencher pequeno espaço vazios), mas para isso terço apical precisa estar bem obturado; EVITAR O USO DO TERMOCOMPACTADOR ❖ canal curvo ❖ dente com apice aberto (forame amplo, rizogenese incompleta, reabsotcoes_ ❖ obturações em que não se tem certeza que houve um bom vedamento apical após a condensação lateral do terço apical ● reabsorção interna: condensação lateral não conseguiria obturar, apenas com a técnica de tagger conseguiria Irriga, Utiliza um instrumento que seja dois números menores que o IM (DESALOJAR MATERIAL) Irriga mais uma vez e utiliza o IP no CP (desobstruir cana, limpa até o forame) irriga mais uma vez e prova o cone principal -OBTURAÇÃO- LIMPEZA DA MEDICAÇÃO Obs: a efetividade do batente é testada: instrumento entrando com facil idade e travando levemente 01 02 03 04 Irriga mais uma vez e utiliza o IM (testar o BATENTE APICAL) 1 4 2 3 Prova do Cone Principal Primeira radiografia, após a limpeza da medicação, irriga e o cone deve ter o mesmo comprimento do diâmetro da ponta do IM e se adaptar no CT; calibra na régua calibradora no comprimento do IM, corta com lâmina de bisturi Depois de calibra cone, ajustar no CT, amassa no CT com a pinça clínica; verificar o travamento apical; mesmo CT e batente e radiografa Começa a secar o canal com pontas de papel absorvível e a agulha irrigadora da seringa; CONDESAÇÃO LATERAL Todos os cones devem ficar 3 min no hipoclorito para desinfecção e esse processo deve ser feito com irrigação do canal Manipulação do cimento Secar o canal pó+líquido; espátula Mariana, aglutina líquido ao pó, gerando fio de 1 polegada que não se rompa 4 a 5 segundos passa no cone principal e leva até o CT; 5 8 6 7 Cones acessórios Escolhe o cone acessório e o espaçador digital, de modo que ambos tenha o diâmetro semelhantes; além de serem equivalentes com o espaço que tem (2 mm aquém do CT) Leva o cone acessório após utilização do espaçador a 2 mm do CT; e assim por diante, cada vez ele vai entrando menos, até preencher todos os espaços vazios com cones acessórios (em torno de 6 ou 7) Para ver a obturação, localização cones, se há espaço. se está 1 mm aquém; CONDESAÇÃO LATERAL Corte do excesso de guta Radiografia de obturação corta com instrumento de Lucas 1 mm em direção apical da junção amelo-cementária; junção cemento esmalte; condensa 9 10 11 Limpeza limpa com álcool e a guta deve estar no nível da entrada do canal radicular Coltosol na camada mais profunda+ CIV (nunca coltosol sozinho) corte da guta percha na junção cemento-esmalte CONDESAÇÃO LATERAL Radiografia final Selamento final Extensão Conicidade (cônico) Densidade (preenchendo toda conicidade, massa obturadora densa) Nível da remoção da guta percha e cimento (acima da junção-amelo-cementária PARÂMETROS AVALIAÇÃO SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS EMPREGADAS NO PREPARO DOS CANAIS RADICULARES Recursos utilizados para o PQM ➔ meios mecânicos: representados pela ação dos instrumentos endodônticos ➔ meios químicos: representados pelo uso de soluções irrigadoras ➔ meios físicos: compreende os atos de irrigar,aspirar e inundar o CR com a solução irrigadora; HIPOCLORITO DE SÓDIO ➔ a mais usada ainda na endodontia; Existem diversas concentrações de hipoclorito de sódio usado em endodontia na literatura a) solução irrigadora de sódio a 0,5% (Líquido de Dakin) b) solução de hipoclorito de sódio a 1 % (solução de Milton) c) solução de hipoclorito de sódio a 2,5% (licor de Labarraque) d) solução de hipoclorito de sódio a 4-6% (soda clorada duplamente concentrada) e) solução concentrada de hipoclorito de sódio a 5,25% (USP) Na faculdade usamos o de 1% e o de 2,5%; Propriedades ● baixa tensão superficial: faz com que esse líquido entre mais facilmente nas reentrâncias do canal radicular, otimizando a limpeza; ● neutralização dos produtos tóxicos: tudo aquilo que os microrganismos produzem que são danosos ao tecidos perirradiculares, ele neutraliza (em todo ou em parte): enzimas, endotoxinas, exotoxinas, produtos metabólicos; sempre fazendo de forma segmentada (instrumentação + irrigação) Reage quimicamente, e com o movimento do instrumento dentro o canal, vai levantando todo aquele material necrótico e vai se misturando; sempre irrigar e renovar; (o hipólito tem tempo útil também) ● antimicrobiana: devido a liberação de oxigênio e cloro (melhores anti sépticos) ● auxiliar na instrumentação (ação lubrificante) : ele reage com a gordura dos tecidos perirradiculares, e forma sabão (saponificação), tornando mais fácil a ação de limpeza; ● pH alcalino (11,8): neutraliza a acidez do meio, formado o ambiente impróprio ao desenvolvimento bacteriano ● Ação dissolvente do tecido pulpar: dissolve literalmente a polpa, matéria orgânica Uma polpa pode ser dissolvida por esse agente entre 20 min e duas horas; (quanto mais ação dentro do canal, renovar, levar essa substância dentro do canal, melhor) ● Ação detergente e clareadora: pela limpeza , dissolução, neutralização dos tecidos ele acaba dando uma leve clareada; ● Arraste mecânico:injetar o líquido sobre uma determinada pressão, para os restos necróticos, entrarem em suspensão, trazendo a câmara pulpar, por o hipoclorito ter baixa tensão superficial (penetra nas reentrâncias do SCR); A estabilidade das soluções de NaOCl (hipoclorito) Manter estável enquanto armazenado; Manter a concentração, estabilidade da solução; ➔ armazenar em lugar gelado, baixa Temperatura, mas na hora do uso, ideal é estar em temperatura ambiente; ➔ presença de íons metálicos (não armazenar em metais, ideal em vidro, plastico) ➔ exposição à luz (manter em ambiente escuro) Obs: Armazenadas em frascos de vidro âmbar hermeticamentefechados ao abrigo da da luz e do calor Indicações das diferentes concentrações - hipoclorito de sódio a 5,25%: neutralização do conteúdo séptico necrótico; começar irrigando com essa concentração e depois utiliza a de concentrar menor (preparo com 2,5% por exemplo) - hipoclorito de sódio a 2,5%:durante o PQM de dentes despolpados e infectados, com reação periapical - hipoclorito de sódio a 1%: durante o PQM de dentes despolpados e infectados,sem reação periapical e biopulpectomias (manter a cadeia séptica) Na prática: utiliza em tudo, o 2,5%; O poder da solução de NaOCl em dissolver tecido orgânico depende dos seguintes fatores: ★ quantidade de matéria orgânica e NaOCl presente (quanto maior, melhor solubilização do material) ★ tempo de ação ★ temperatura da solução (mais alta, melhor) ★ concentração da solução ★ frequência e intensidade de fluxo irrigante ★ agitação mecânica ★ superfície de contato entre o tecido e solução de hipoclorito de sódio (mais contato com tecidos) A irrigação deve ser abundante para se obter o máximo de efeito Qual é melhor? ● 1L a 1% de NaOCl ● 50 ml a 5,25% de NaOCl Preferível utilizar a quantidade maior, com concentração menor, usando várias vezes dentro do canal, agitação mecânica maior. ➔ O fator que exerce maior influência sobre a dissolução pelo NaOCl é o pH, seguido da T e por último a concentração (pH mais importante, sempre muito alto, pode mandar manipular) Complicações ➢ manchamento e descoloração das roupas do paciente (usar aventais plásticos) ➢ prejuízos aos olhos do pacientes (enxaguar os olhos com água morna ou solução fisiológica, usar óculos de proteção) ➢ injeção de hipoclorito de sódio na região periapical (passa pelo forame, necrose de tecido, edema, fica escura, incha, tem que entrar com corticoide e antibiótico) ● reação alérgica à solução de hipoclorito de sódio ● enfisema (ar nos tecidos) por solução concentrada de NaOCl ou água oxigenada 10 vols na região periapical CLOREXIDINA ➔ mais biotoleráveis, pH próximo ao pH tecidual (5,5 a 7) ➔ 0,2% a 2,0% (irrigação dos canais) ➔ possui atividade bacteriana de amplo espectro ➔ não dissolver tecido pulpar, orgânico; ➔ substantividade: ela continua agindo mais prolongado, também usado na medicação intracanal; (continua sua ação, já o NaOCl não, vira água, perde sua ação muito rápido); se liga à hidroxiapatita sendo lentamente liberada à medida que a concentração no meio decresce ➔ pode ser usada na medicação intracanal ➔ suas propriedades antibacterianas não são melhores que as das soluções de hipoclorito de sódio além de não possuir as capacidades indispensáveis do NaOCl como a dissolução tecidual e ação clareadora Indicações - nos casos de hipersensibilidade ao NaOCl - nos casos de rizogênese incompleta devido a relativa ausência de toxicidade dessa substância - no tratamento das necroses pulpares pela sua ação antimicrobiana contra bactérias anaeróbias; - Não pode alternar NaOCl e clorexidina, se quiser alternar os dois, precisa neutralizar antes a solução com soro fisiológico, diretamente não pode misturar): se misturar causa uma reação de PARA-CLOROANILINA (pigmentação coroa dental e não sai) QUELANTES - EDTA- ácido etilenodiamino tetracético trissódico - "ladrãozinho” de íons, roubam íons; - rouba íons de cálcio da dentina, fica mais fácil de raspar, cortar a dentina (pouco efeito) - remoção de smear layer das paredes dentinárias, limpas as paredes, tornar mais expostos os túbulos dentinários; (toilette final, coloca solução no canal, movimenta com instrumento manual e deia por 5 minutos ) - pode intercalar com hipoclorito - solução auxiliar para instrumentação dos canais radiculares atresiados ou calcificados (não muito indicado, chance de desviar) - biologicamente compatível aos tecidos da polpa e periápice (bio ou necro) - não elimina microrganismos, não tem função antimicrobiana. ● auxilia no imbricamento do cimento, facilita ação do NaOCl Em gel o EDTA não é muito indicado, e sim a aquosa; IRRIGAÇÃO E ASPIRAÇÃO Irrigação: corrente líquida no interior da cavidade pulpar por meio de agulha Aspiração: ação de atrair por sucção, fluidos e partículas sólidas de uma cavidade Sempre deixar câmara pulpar inundada de solução irrigadora; Momento de irrigação a) antes da instrumentação dos canais radiculares (necro sempre segmentada, neutralização parcial dos produtos tóxicos e restos orgânicos) b) durante a instrumentação dos canais (sempre canal úmido, suas paredes úmidas) c) após a instrumentação dos canais (remover restos orgânicos, raspas de dentina, evitando obstruções do forame apical ou deposição sobre os tecidos periapicais) FATORES QUE INFLUENCIAM NA QUALIDADE DA IRRIGAÇÃO E ASPIRAÇÃO A) Complexidade anatômica do canal radicular Canais amplos e retos: maior calibre e penetração da agulha no interior do canal Canais atresiados e curvos: limitação da penetração da agulha. O líquido é levado além da curvatura por meio dos instrumentos endodônticos ou por agulhas finas e flexíveis ; mais cuidado deve tomar com agulhas muito finas B) Sempre manter com câmara pulpar preenchida com solução irrigadora: funciona como reservatório, a medida que via instrumentado, o líquido vai descendo e sobe os detritos; C) Calibre das agulhas irrigadoras:jato da solução irrigadora alcança em média 3 mm além da ponta da agulha, portanto a mesma deve sempre estar a 3 mm aquém do ápice, evitado pressão e difusão do irrigante nos tecidos perirradiculares D) Técnica de preparo dos canais radiculares Técnica escalona coroa-ápice (pré-alargamento inicial, gaddes) quando amplia o terço cervical antes do preparo do terço apical, cria um reservatório para acúmulo de NaOCl (facilitando a renovação do NaOCl, favorece a penetração da solução irrigadora, logo facilita a desinfecção CÂNULAS IRRIGADORAS São mais finas que as aspiradoras, se a aspiradora for fina entope, por isso é mais robusta; e a cânula precisa atingir os 3 mm aquém, inserção do canal (facilita) sempre em 45º (curvar, para facilitar) Se travar a agulha no canal, na hora que irriga terá uma pressão exacerbada par apical, liquido nao tem refluxo, restante do canal funcional como prolongamento da agulha, extravasamento acontece; Logo para isso não acontecer, movimento de vai e vem, penetração e retirada do canal (NUNCA PARADO) AGULHA SEMPRE SOLTA (JAMAIS PRESAS NAS PAREDES): aumentar agitação, limpeza maior e proteção ● A é mais perigosa; ● B: se travar mais fácil de sair; ● C abertura lateral ● D abertura lateral e ponta cega ● E duas aberturas laterais ● F pontilhada, mais fácil de entupir A cânula de aspiração é de maior calibre, colocada ao nível da entrada do canal; Sempre em seringa de 3 ou 5 ml (10 não) metálica só para aspiração; irrigação não usa mais; ➔ Navitip: ➔ Plásticos (angelus)