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26/04, 10/05 part� 1
PREPARO
QUÍMICO/MECÂNICO
REVISÃO AULA 16/04
Abertura coronária
➔ acesso reto e direto no canal;
Irrigação e aspiração
➔ preencher a câmara pulpar, canal,
com solução química auxiliar e
aspirar o excesso;
Localização da entrada dos canais
radiculares
➔ com a sonda exploradora reta;
➔ Pode inverter a ordem se estiver
sangrando muito, não localiza
canal, pode remover a polpa; mas
o hipoclorito consegue muitas
vezes conter sangramento.
Cateterismo-exploração inicial do
canal
➔ boa radiografia diagnóstica (antes
da abertura, radiografia inicial),
auxilia no cateterismo (canal
atresiado, raízes curvas; )
➔ instrumento proporcionando ao
diâmetro do canal; (volume do
canal)
➔ função do cateterismo é conhecer
o canal, comprimento do dente
na radiografia menos 2 mm:
comprimento de exploração inicial
➔ calibra instrumento com essa
medida, e entra no canal;
➔ canais amplos: pequenos
avanços, giro a D e E, pequenos
retrocessos; normalmente se
utiliza instrumento tipo K de aço
inoxidável, 0,06; 0,08 e 0,10 mm
(diâmetro depende, varia) de
comprimentos 21 ou 25 mm;
➔ precisa saber sem forçar o
instrumento, se ele conseguiu
descer até o comprimento inicial,
se preparar de cara o canal, pode
causar degrau; descer de forma
mais passível para conhecer a
anatomia do canal;
Pode fazer a remoção da polpa em
dentes vitais ao final do cateterismo,
chegou no comprimento do cateterismo,
pode fazer um giro de ½ volta, 1 ou 1
volta e meia e remover a polpa; avança e
depois remove a polpa;
Na biopulpectomia no final remove a
polpa;
Na necropulpectomia, faz o
esvaziamento concomitante a remoção
do tecido necrótico; faz de forma
segmentar, para evitar que
inadvertidamente, projete material
infectado de dentro do canal para região
perirradicular (evitar extravasamento).
Cateterismo, só que não introduz de uma
vez, desce 2-3 mm para e irriga, para
remover o conteúdo necrótico;
➔ revisar lesões crônica e agudas do
periápice;
Cateterismo de canais atresiados
usar instrumentos que são mais
resistentes a flambagem, suporta
pressão do longo eixo do instrumento:
C-plus e C-pilot; Sempre irrigando
continuamente (tanto para bio quanto
necro)
Ampliação cervical do canal
(pré-alargamento cervical)
➔ alargadores gattes glidden;
➔ Finalizou o cateterismos: utiliza a
gattes;
➔ em canais atresiados para
ampliar: próprios instrumentos
endodônticos manuais; alargada
manual, até metade da raiz; para
gattes entrar;
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➔
➔ vai até metade do comprimento
do cateterismo;
❖ Utilização das gattes
Mínimo 4 mm do comprimento do dente
entre uma e outra guardar distância de 2
mm com finalidade de segurança (rasgo,
cortar lateralmente) e manter a
conicidade do canal
ODONTOMETRIA
➔ Determinação do limite apical do
preparo endodôntico: quanto
mede o comprimento do canal;
1) Estabelecer o limite apical de
instrumentação: até onde eles
podem ir durante o preparo;
2) Estabelecer o comprimento de
patência do canal
3) Estabelecer o limite da obturação
do canal
Determinar o comprimento real do
canal, o que se tinha era o comprimento
aparente, na radiografia (régua ou
computador pelo programa; tabela), para
continuar o tratamento endodôntico
precisa saber quantos milímetros tem o
canal;
Uma correta odontometria nos
proporciona:
Melhor controle da limpeza e
desinfecção (se sabe quanto
mede, controla melhor os
instrumentos, o quanto deve
entrar e instrumentar)
trajeto do canal radicular
determinar o limite apical de
trabalho e obturação
previne possíveis injúrias aos
tecidos perirradiculares;
★ Relembrando a diferença dos
termos
Periapical: antigamente, usava esse
termo para tudo; em volta do ápice;
apenas ápice;
Perirradicular: em torno da raiz;
generalizar.
LIMITE CEMENTO-DENTINA-CANAL
(limite CDC)
O canal possui paredes circundadas no
interior da raiz por dentina, só que isso é
realidade até bem próximo do ápice,
após o ápice, existe um canal
cementário, abaixo do canal dentinário,
ao fim segue por canal então
cementário, porção pequena do canal
que é cimento radicular;
➔ canal cementário é exclusivo para
apical
➔ canal dentinário converge para a
apical formando assim uma
ampulheta;
É na união desses canais, é a porção
mais constrita (apertada) do canal
radicular; portanto mais fácil de remover
a polpa, portanto é nesse ponto que
deveria fazer a pulpectomia, mas não
vemos na radiografia;
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Limite CDC: ponto ideal para fazer
preparo do canal.
Essa distância entre o ápice radicular e
limite CDC, limite do preparo; mas não é
constante, indivíduos mais velhos têm
deposição de cimento maior, diferenças
de distância do forame pelo limite CDC;
➔ Obs: CDC não é o forame, e sim a
porção mais estreita do canal,
que é o local onde termina a
dentina e inicia o cemento; com a
idade isso muda;
● O limite CDC pode ficar, em
média: 0,5 a 0,75 mm do forame
apical; (não é regra); aquém do
forame;
● 83% dos casos o forame apical
está localizado equidistante do
ápice radicular, variando 0,5 a 3
mm aquém do ápice radiográfico;
(localizadores apicais é um
método para localizar o forame)
➔ Instrumento está fora do forame,
passando pelo forame;
➔ quando esse canal periapical está
por V ou P, quando raio incide,
projeta o instrumento sobre a raiz
a imagem é justamente a abaixo;
➔
➔ Instrumento passando do forame,
pois o forame não acaba no
ápice, ele é periapical, pode sair
de lado;
➔ 12% apenas coincide com vértice
apical;
➔ maioria para distal
consegue visualizar;
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3 MÉTODOS PARA EFETUAR A
ODONTOMETRIA
1) Método sinestésico: sensação
tátil e manual (comprimento do
canal)
2) Método radiográfico
3) Método eletrônico: localizador
apical;
Método sinestésico
➔ sensibilidade tátil, podia passar,
aquém do forame;
➔ retira a polpa, próxima consulta
instrumenta, quando ele sentir,
passou, recua 1 mm (AI - 1 )
➔ paciente sentiu dor, sangrando
muito, se não tiver outro método,
pode utilizar;
➔ antes da invenção da radiografia
utilizava muito e dentista
práticos;
Método radiográfico
➔ ainda mais usado no mundo;
mesmo com a invenção dos
eletrônicos
Considerações:
★ Uma boa radiografia inicial,
emprego de posicionador, pois é
por ela que determina o quanto o
instrumento vai entrar;
★ Obs: Considerar caráter dinâmico
da odontometria: canal de molar
curvo, a medida que for
trabalhando o canal, desgastando
ele vai ficar mais reto; isso
significa que a medida do canal
muda durante o preparo do canal
★ Comprimento da odontometria a
medida que o canal se retifica,
para diminuir esse efeito, preparo
cervical, o instrumento entra mais
reto possível, diminuindo o efeito,
mantendo a odontometria mais
constante possível durante o
preparo;
★ as limas utilizadas para realização
da odontometria devem estar
justas no canal radicular para
evitar seu deslocamento;
Consiste na introdução de um
instrumento no interior do canal
radicular, seguida de uma tomada
radiográfica, a partir de então algumas
avaliações da distância para saber o
comprimento do canal;
Utiliza duas referências externas do
dente: plano oclusal (borda incisal, ponta
de cúspide) e o ápice; cursos ajustado na
borda inicial (coloca instrumento dentro
do canal, está em posição e radiogra);
Duas técnicas de odontometria
- técnica de Bergman
- técnica de Ingle (usamos)
➔ fácil de ser visualizado e a
repetição dos instrumentos tem
que levar o cursor de forma fácil
e precisa no seu ponto de
referência; (borda incisal ou ponta
de cúspide)
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Determinação da referência coronária
● referência estável; ponto ou borda
deve ser nítido; tocando
determinado ponto (não pode
ficar mais ou menos);
● restaurações que podem se
fraturar, resto de restauração,
pedaço de esmalte sem apoio de
dentina não podem ser usados
para referência;
● facilmente visualizado durante
todo o preparo do canal ;
Técnica de Bregman
➔ CRD= CRI x CAD / CAI
➔ CDR: comprimento real do dente
➔ CRI: comprimento real do
instrumento
➔ CAD: comprimento aparente do
dente
➔ CAI: comprimento aparente do
instrumentoMuito usado na década de 70;
Técnica que utiliza fórmula matemática
Técnica de Ingle (1979)
Nessa técnica inicialmente, precisa de
uma boa radiografia periapical, tomada
pela técnica com os posicionadores
radiográficos (paralelismo);
Quando mais essa radiografia inicial
estiver fiel ao comprimento do dente,
melhor, não pode estar encurtada ou
alongada;
Com auxílio da régua milimetrada, vai
medir quando MM tem o dente na
radiografia;
Nesse exemplo, o comprimento do dente
deu 22 mm;
Retira 2 mm (antigamente
tirava 3 mm por conta da
técnica bissetriz) do
instrumento.
➔ Ponta do instrumento até o
cursor: 20 mm e transfere esse
instrumento para o canal
radicular
2º radiografia
Mostra agora o canal radicular com o
instrumento em seu interior, cuja
distância entre a ponta do instrumento
até o ápice radiográfico uma distância e
aproximadamente: 20 mm;
Portanto, a radiografia inicial pode estar
distorcida, logo pode ter instrumentos
mais pertos ou longes do ápice
radiográfico;
Quando se obtém essa imagem, ajusta
comprimento do que queremos;
Coloca uma régua, medir e acrescentar a
diferença, para verificar se está
adequado;
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Comprimento de trabalho determinado: 1
mm aquém do ápice radiográfico;
➔ Tanto em dentes polpados quanto
despolpados, o limite da
instrumentação deve ser
confeccionado preferencialmente
a 1 mm do ápice radiográfico do
dente;
➔ nem sempre o ápice radiográfico
coincide com a localização do
forame
➔ se não tiver localizador apical:não
anestesiar o paciente na próxima
consulta, paciente sentirá, caso
não tenha lesão (cisto nao sente);
quando a ponta de papel vir
molhada;
MÉTODO ELETRÔNICO
década de 60, difundido a partir da
década de 80,90;
Determinação do comprimento de
trabalho por meio do uso de um aparelho
eletrônico (localizadores foraminais)
O aparelho não diz o quanto você entrou,
e sim o quanto você está distante do
forame, Se estiver ponto 0 está no
forame;
Fecha uma corrente elétrica no
periodonto; mas se tiver perfuração não
localiza (distingue); não sabe o que é
forame sabe o que é periodonto
➔ A partir da 4º geração ficou
menos problemático.
Não substitui a radiografia, ao final do
método eletrônico, faz uma radiografia
final para confirmação;
Indicações
➢ trivial, todos os dias;
➢ acompanhamento do
comprimento de trabalho durante
o processo de limpeza e
modelagem de canais curvos;
➢ pacientes gestantes.
➢ pacientes que apresentam ânsia
de vômito durante as tomadas
radiográficas;
Contra-indicações
➔ o canal deve estar patente,
forame desobstruído;
➔ retratamento: remover guta
percha, isolante, não deixa passar
corrente pela guta;
➔ perfurações; (desvia corrente)
➔ pacientes que possuam
marcapasso (possibilidade de
interferência), mas hoje em dia, a
densidade da corrente elétrica é
pequena, não tem problema
utilizar nesses pacientes (artigos)
Vantagens
➔ indica com precisão a
localização do forame
apical;
➔ menor tempo para
obtenção do comprimento
de trabalho
➔ não apresenta riscos à
saúde do pessoal (diminui
número de tomadas
radiográficas)
➔ fácil utilização
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Requisitos para um bom desempenho do
aparelho medidor do canal dentinário
➔ a alça ou clipe, gancho, aderido à
mucosa labial e a presilha onde
fica agarrado o instrumento
endodôntico.
➔ O canal radicular sempre úmido e
câmara pulpar seca (aspirar com
a ponta aspiradora)
➔ Material restaurador metálico em
contato com a lima desvia a
corrente; coroa metálica, se
instrumento tocar, não dá para
localizar;
➔ Bateria, pilha fraca não lê
➔ Gancho oxida, não lê, precisa
raspar;
Sequência operatória
● a presilha fica entre o cursor e o
cabo; cursor tem que deslizar; se
não, não consegue medir direito;
● Acopla a alça labial no paciente e
a presilha na lima
● Introduzir a lima lentamente no
interior do canal radicular
★ Onde o instrumento
para, ponto 0
Entre a constrição apical e o
forame;
● Ajustar o cursor ao bordo de
referência (posição correta)
● Realizar a tomada radiográfica
➔ Não substitui a radiografia
convencional
quais das três imagens, o instrumento
está 0,5 mm aquém do forame apical?
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➔ está no forame;
➔ mesmo que aparenta ser distante
do forame; é o comprimento ideal
de trabalho;
Finalidade da odontometria
➔ comprimento de trabalho (CT): 1
mm aquém do comprimento de
patência; CP - 1 MM
➔ comprimento de patência (CP): É
o comprimento que vai do ponto
de referência (borda incisal) até o
forame;
Filosofia do preparo do sistema de canais
radiculares
Schilder desenvolveu esses conceitos,
técnicas de instrumentação (conceito da
limpeza, conicidade)
1) Limpeza e desinfecção (em polpas
necrosadas)
Remoção de todo material orgânico
como restos de polpa, raspas de dentina,
contaminação bacteriana; remover polpa
e restos bacterianos (necro), fazemos
isso pela ação mecânica dos
instrumentos endodônticos (remoção da
dentina, por meio da ação mecânica
desses instrumentos): principal
mecanismo de limpeza do canal
radicular;
Outro mecanismo é a solução química
auxiliar
1. clorexidina (varia de 0,2 a 2%)
2. hipoclorito de sódio (varia de 0,5
a 5,25%)
➔ A finalidade, dos instrumentos é
raspar e cortar em profundidade
a dentina para remover a
quantidade possível de
microrganismos
➔ dentro dos túbulos estão cheios
de microrganismos: quem chega
ali é solução irrigadora,
medicação intracanal e na hora
da obturação a ideal é que o
cimento penetre um pouco dentro
do túbulo dentinário (por isso
utiliza EDTA, remover a lama
dentinária, limpar a smear layer
produzida pelos instrumentos de
corte, as bactérias são seladas
dentro dos túbulos, vão morrer):
diminuindo a carga microbiana a
níveis compatíveis com a saúde
perirradicular
Biofilme
tem dentro do canal, tem que ser
removido mecanicamente; química ajuda
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Ampliação e Modelagem
Ao final do preparo, desgaste da parede
dentinária, tem que cortar, raspar,
promover o desgaste que diminuía na
porção que possui maior quantidade de
microrganismo: no lume do canal;
transforma um canal clínico, diâmetro
normal, anatômico, instrumenta, amplia
para se obter o diâmetro cirúrgico:
aumento do diâmetro do canal clínico,
remover biofilme das paredes do canal e
algum comprimento dos túbulos
dentinários (a remoção não é 100%)
Forma cônico progressivo do canal
radicular com menor diâmetro apical e o
maior em nível coronário, apical menor
que cervical;
NOMENCLATURAS ESPECÍFICAS DE
ENDODONTIA
IAI: instrumento apical inicial
(primeiro instrumento utilizado no
comprimento de trabalho)
IAF ou IM: instrumento apical final ou
instrumento de memória (último
instrumento utilizado no comprimento de
trabalho)
★ Exemplo canal 22 mm (Incisivo
central superior)
CP: 22 mm (vai até o forame)
CT: 1 mm a menos: 21 mm (CP-1 MM)
IAI: primeiro instrumento utilizado no
comprimento de trabalho. Método de
tentativa, não pode estar folgado no
canal, deve estar justo; trava
levemente nas paredes do canal e a
partir dele começa a desgastar; que se
adapta ao CT.
ICS: 25
ICL: 15
MI: 08,06,10;
➔ polpa viva: IAI + 3
➔ polpa necrosada: IAI + 4
➔ A CADA TROCA DE
INSTRUMENTO TEM QUE
IRRIGAR/aspirar E UTILIZAR
UM INSTRUMENTO DE PATÊNCIA
Instrumento de patência é um
instrumento menor que o IAI, que vai até
o forame apical; para não entupir o
canal;
IM ou IAF: último instrumento utilizado
no comprimento de trabalho (em todo
comprimento)
➔ IAI: 25
➔ IM: 40
➔ IP: a cada troca faz a patência e
irriga (20, 15,10; depende, mas
que alcance o forame)
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BATENTE, OMBRO, PARADA OU
DEGRAU APICAL
➔ além de ampliar canal, ele vai
formar o ponto de parada da
instrumentação; para o cone de
guta percha (na hora de
obturação do canal, introduz esse
cone que o diâmetro da ponta do
cone será dado pelo diâmetro
apical final, IM): se foi 30 o IM,
corta o cone na régua nessa
medida 30;
➔ 1 mm aquém do forame
➔ Equivale ao comprimento de
trabalho determinado pela
odontometria
IP: INSTRUMENTO DE PATÊNCIA DO
CANAL: instrumento que vai até a
abertura do forame apicalrecomenda a limpeza do forame ao
mesmo tempo que se prepara o batente
apical (tanto em bio quanto em necro,
em necro mais importante, restos de
dentinas que estiverem
contaminados,muito pior); reduz risco de
acidentes;
Canais curvos
Na regra, utiliza-se o IAI + 4
instrumentos (necro), por exemplo se o
IAI for 20, utiliza-se 25, 30, 35 e 40; com
canal curvo, quando chega no
instrumento 40 desvia, pois ele tem
pouca flexibilidade;
Alguns canais só consegue chegar no
forame com instrumento com
numeração 25 ou 30 no máximo, pois a
partir daí os instrumentos começam
perder flexibilidade, desvia;
Se for necessário o indicado é o uso dos
instrumentos da liga NiTi;
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Canal foi feito o preparo, a 1 mm foi o
instrumento 30, o canal é fino, se ele for
curvo e usar o 35, irá causar uma
deformação, precisa manter o batente
em 30, mas quero ampliar o preparo,
diâmetro do canal sem alterar batente,
faço o escalonamento;
PATÊNCIA do forame apical
É a manutenção do canal principal
patente (aberto, desobstruído) durante o
preparo do canal radicular; não tem
como função limpar mecanicamente as
paredes do forame, não têm diâmetro
para isso
O forame apical deve ser mantido limpo
e patente durante toda a instrumentação
com instrumentos de pequeno calibre,
ultrapassando o forame em 1 mm
aproximadamente, impedindo que as
raspas de dentina se acumlem no
segmento apical;
Os instrumentos de patência conseguem
instrumentar canais muito curvos;
Importância da patência
● evita o entupimento do canal,
entulha raspas de dentina; se
forçar começa a desviar (força
instrumento), perfura o canal;
obs: níquel titânio (instrumentos
flexíveis) mesmo assim faz a patência;
Faz a patência antes do preparo do
canal, durante e depois (antes
desobturar) para ter o canal
desobstruído durante o preparo;
ESCALONAMENTO ÁPICE-COROA
TÉCNICA SERIADA OU “STEP BACK”
➔ o escalonamento consiste na
ampliação do preparo, conicidade
do preparo, do diâmetro do
canal, sem que altere o batente
apical formado; degrau em
direção cervical;
➔ vai até 16 mm do canal (pois a
partir daí a Gaddes já ampliou,
atuou)
➔ movimento é de alargamento
➔ realizar irrigação, aspiração e
patência a cada troca de
instrumento
➔ aumenta o diâmetro do
instrumento e diminui o
comprimento de penetração do
instrumento
1 mm aquém um instrumento
mais calibroso
Exemplo
IM foi o 30
se o canal possui 22 mm
o batente está a 21 mm
➔ 35: vai até 20 mm
➔ 40: vai até 19 mm
➔ 45: vai até 18 mm
➔ 50: vai até 17mm
➔ 60: vai até 16 mm
Questão de prova: o primeiro
instrumento a chegar no comprimento
de trabalho foi o 15 e o último foi o 30;
➢ Tem que saber: IAI 15; IM 30
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➢ Escalonamento: 35 ao 60
➢ Quem é o IM É O 30!
➢ Instrumento de escalonamento
nunca é o IM (ele não chegou em
todo comprimento de trabalho)
MOVIMENTOS DE EXPLORAÇÃO OU
CATETERISMO
➔ penetração
➔ giro D e a E
➔ pequenos retrocessos
MOVIMENTO DE ALARGAMENTO COM
ROTAÇÃO PARCIAL
➔ penetração
➔ giro a D (¼; ½ volta)
➔ remoção;
➔ não tem pressão lateral contra as
paredes; no que gira trava espiral
da dentina e no que traciona
cisalha a dentina
➔ utilizado em alargamento de
canais atresiados
➔ o instrumento que alarga:
diâmetro maior que diâmetro do
canal, se não ele não corta a
dentina (limagem que é menor,
pois joga contra parede e
traciona)
MOVIMENTOS DE ALARGAMENTO COM
ROTAÇÃO ALTERNADA
➔ introdução
➔ giro a D (trava na dentina) e giro
maior a esquerda, com pressão
apical
➔ tração do alargador no interior do
canal
➔ ampliação mais harmônica do
canal;
➔ indicado para instrumentos tipo K
e NiTi
26/04, 10/05 part� 1
➔ instrumentos não devem ser
pré-curvados (mais chance de
fraturar; não forçar o instrumento
e entrar reta); só em caso de
desvio, para voltar para o canal
principal.
➔ ampliou o diâmetro dos
instrumentos, engloba todas as
paredes do canal;
➔ se o achatamento for maior, não
consegue englobar todas paredes;
➔ para esse tipo de canal (muito
achatado) usa movimentos de
limagem, pois consegue
determinar ao movimento na área
que deseja;
➔ alargamento atinge perímetro,
limagem concentra em uma
determinada parede; imagem
circundando somente a parede
desejada;
MOVIMENTO DE LIMAGEM
● avanço apical. pressão lateral
contra as paredes e tração com
movimentos curtos entre ½ a 2
mm a direção a coroa
● estes movimentos são realizados
igualmente por todo perímetro do
canal (limagem circunferencial)
● a nossa sorte é que a maioria dos
canais são circulares no segmento
apical (forame)
● realizar movimento de
alargamento no terço apical e
limagem na porção média e
cervical dos canais ovais;
● limagem então é feita no terço
médio e cervical dos canais ovais
(2ºPMS; ICI; RAIZ DISTAL DO
MOLAR INFERIOR ; além do
alargamento, nesses canais que
precisa ser associado movimentos
de limagem;
● Não deve ser empregado no
preparo apical do canal (guta
percha não se adapta, fica espaço
vazio)
Movimentos de alargamento e
limagem (associados)
➔ Introduz, gira e na hora de
tracionar faz tração contra as
paredes: indicado para canais
atresiados, ganha comprimento e
aproveita e vai ampliando
lateralmente;
26/04, 10/05 part� 1
➔ somente terço cervical e médio
➔ apenas limas tipo K (nunca as H)
ou às flex;
Sempre associar a anatomia dos canais
para determinar o instrumento e o
movimento a ser realizado;
OBTURAÇÃO DO SISTEMA DE
CANAIS RADICULARES
60% do insucesso em endodontia se
refere a obturação inadequada.
Preencher em todo comprimento do
canal com material inerte e antisséptico,
que sele de forma permanentemente.
Tem que ter qualidades, características,
na qual esse material não se desintegre,
distorções, não sofra grandes contrações
pós presa, se ele mudar essa
características físicas depois da
obturação pode criar espaço debaixo da
massa obturadora, terá crescimento,
microbiano, percolação, pode ter
aparecimento assim de alguma doença
perirradicular;
De maneira mais hermética possível
(absoluta não vai conseguir, devido aos
túbulos dentinários e estruturas, canal
lateral); estimulando o processo de
reparo apical e periapical, perirradicular;
Segundo de Deus o selamento do SCR
objetiva principalmente
1) prevenir a formação de
exsudato e sua percolação em
seu interior (entrada de fluidos,
bactérias que podem estar
circulando na circulação
sanguínea)
➔ espaço vazio do canal
resulta percolação
(proteínas solúveis em
água, enzimas e sais)
➔ bactéria que pode estar
circulando no sangue, se
alojar na proximidade do
forame e penetrar o
canal:infecção anacorética
2) Impedir a reinfecção por
microorganismos que possam
eventualmente ter permanecido
(quando está bem selado,
bactérias ficam presas nos
túbulos)
3) Favorecer o processo biológico
de cicatrização dos tecidos
periapicais
Proservação, Controle clínico ou
“follow up”
Tratamento não acaba quando obtura
o canal, mas sim quando há o reparo,
acompanhar de tempo em tempo para
ver se a doença cedeu ao tratamento;
O tratamento endodôntico quando a
região periapical neutraliza o transtorno
por este tratamento ou reparar uma
lesão preexistente; (Cowen e Burs)
Controle clínico e radiográfico de 06
meses a 04 anos em média (em algumas
lesões grandes, acompanhar mais de 04
anos)
● se não limpa, irriga, medica,
desgasta as paredes do canal a
chance de ter êxito no tratamento
é mínima;
SIGA O PROTOCOLO
➔ IAI (instrumento mais apertado no
canal) + 3/4 instrumentos
➔ Escalonar (vai cortar mais a
dentina no trecho do canal,
quanto mais tocar, mais chance
de tirar os detritos)
➔ Irrigação
REQUISITOS PARA MATERIAL
OBTURADOR IDEAL
● NENHUM material contempla
todas essas propriedades, alguns
possuem mais que outros;
Classificação dos materiais
obturadores
Materiais em estado sólido
- cones de guta-percha
- cones de resina
Materiais em estado plástico
(cimentos)
- cimentos a base de OZE
- cimentos a base de resinas
plásticas
- cimento obturador contendo MTA
- cimentos contendo HA (NÃO É
QUE FORRA CAVIDADE)
- cimentos a base de CIV (parou de
ser fabricado)
- cimentos a base de siliconeCONES DE GUTA-PERCHA
retirada de uma árvore: Palaquium gutta
Composição
- guta-percha (20%)
- óxido de zinco (60 a 75%)
- carbonato de cálcio, sulfatos, óleo
de cravo (1,5-15%)
Existem diferentes cores;
Propriedades
➔ facilidade de emprego
➔ custo reduzido
➔ bem tolerada pelos tecidos
periapicais
➔ boa radiopacidade
➔ não solubilizada por fluidos
orgânicos (cria espaço, percola e
forma uma nova infecção)
➔ razoável estabilidade dimensional
➔ passível de ser removida quando
necessário desobturar (não tem
adesão às paredes do canal,
quem fornece é o cimento, por
isso sai com facilidade)
FORMA
forma alfa:
➔ maior temperatura de fusão
➔ quando plastifica escoa um pouco
melhor e adere um pouco melhor
nas paredes
➔ meio que “pegajosa” quando
aquecida
➔ ideal para técnicas usa o calor
para aquecer, plastificar a
guta-percha e inserir ela de uma
forma mais eficiente no interior
do canal radicular
forma beta
➔ menos flexíveis, podem ser
usados por técnicas de obturação
que não usam calor;
➔ mento temperatura de fusão
➔ baixo escoamento e pouca
adesividade (nao usa na técnica
de termoplastificação);
➔ mais rígidos, para facilitar a
inserção dentro do canal
TIPO
tipo I- padronizados, estandardizados no
diâmetro da sua ponta; “principais”
● cones que tem a ponta calibrada
de acordo com a ponta do
instrumento
● têm primeira e segunda série
● normalmente não se adaptam
perfeitamente
● caiu em desuso
tipo II- auxiliares (convencionais)
● vai se afinando
● coloca na régua calibrada; calibra
sua ponta de acordo com
diâmetro do seu IM e CT
CIMENTOS ENDODÔNTICOS
Tem a função de reduzir a
interface existente entre a
guta-percha e as paredes do
canal ou entre os cones de guta
ou seja, entre um cone e outro, e
entre os cones e as paredes do
canal quem preenche é o cimento
endodôntico
➔ cimento penetra nos
túbulos formando
projeções, vedando os
túbulos dentinários
➔ um bom selador adere
fortemente à dentina e ao
material obturador
AH PLUS
● pasta/pasta
● padrão ouro
● contém ponta misturadora
● vantagem é que não há
necessidade de manipulação,
espatulação (como os outros dois)
● excelente escoamento
● padrão ouro
● maior estabilidade dimensional
dentro do CR (contrai menos, o
que menos causa contração)
● boa capacidade seladora
● capacidade antibacteriana
satisfatória
● radiopacidade boa
Endofill
➔ pó+líquido
➔ irritação LP quando extravasa o
cimento;
➔ eugenol em sua composição:
dificuldade da adesão com a
resina composta e dentina
(interfere na presa das resinas)
➔ chance de soltura se por exemplo
for usado um pino de fibra de
vidro;
➔ boa capacidade seladora
➔ baixa solubilidade
➔ baixa permeabilidade
➔ estabilidade dimensional
➔ baixa desintegração
➔ adesividade adequada
➔ atividade antibacteriana
pronunciada
Cimento de Rickert
● pó+líquido
● OZE CONTÉM PRATA (desuso)
● quase mesma composição do
OZE, mas inseriu prata a fim de
tornar o material mais radiopaco
(aumentar radiopacidade do
cimento)
● pode promover escurecimento da
coroa dental
● limpar muito bem a câmara
pulpar
CIMENTOS CONTENDO HIDRÓXIDO DE
CÁLCIO
➔ pó+ resina
➔ muito bom até tomar presa,
depois que toma presa diminui
capacidade biológico
➔ tolerado quando há
extravasamento
➔ boa biocompatibilidade
➔ alta viscosidade que dificulta na
obturação
➔ pouca radiopacidade
MTA FILLAPEX
➔ cimento obturador
contendo MTA
➔ pasta-pasta
➔ existe dessa marca
também o biocerâmico
➔ não é muito radiopaco
EXTRAVASAMENTO DE CONES E
CIMENTOS OBTURADOR
Guta percha
● deve manter sempre dentro do
CR, realizar um bom batente
(para ela parar 1 mm do forame)
o organismo tolera (células
tentam fagocitar, inflamação
crônica), não sofre reabsorção.
Cimentos endodônticos
➔ grande parte é absorvido; por ser
fluido preenche até o forame; ou
envoltos por cápsula fibrosa;
➔ diminui o volume lentamente;
reabsorvidos.
MOMENTO DA OBTURAÇÃO DOS
CANAIS RADICULARES
➔ o dente deve estar assintomático
(sem dores espontâneas,
percussão e sem sensibilidade
apical a palpação)
➔ canal deve estar seco, livre de
umidade e exsudato
➔ canal se encontra preparado,
limpo e dilatado na forma
cônico-progressiva
Quantas sessões podem obturar o
canal?
➔ em uma única sessão: dentes
com polpa vital
➔ no mínimo duas sessões: tecido
pulpar necrosado (medicação
intracanal vai potencializar nesse
elemento a desinfecção;
➔ 10% de chance maior se for em 2
sessões, colocar a medicação;
obs: A desinfecção do canal ocorre
devido a ação dos: instrumentos
endodônticos, solução química irrigadora
e medicação.
- Verificar ausência de exsudato e
dor)
- dentes com lesões grandes (evitar
sessão única)
- dentes que já foram obturados é
mais difícil de retratar, abrir,
limpar, retirar guta, refazer
batente, retirar cimento;
- situação (patologia) que até deve
fazer o canal em sessão única
mesmo paciente com dor: pulpite
aguda irreversível
- qualquer alteração perirradicular,
envolvendo infeção, ideal é
medicar;
Limite do preparo obturação
endodôntica
➢ tanto em dentes polpados quando
despolpados, o limite da
instrumentação deve ser
confeccionado preferencialmente
a 1mm do ápice radiográfico do
dente.m
RESUMINHO RAPHA
1) Abertura coronária, tira todo teto, tenta visualizar quantos canais tem (com a
sonda reta)
2) depois disso começar o sentir o canal, o cateterismo: lima 10, 08, a que entrar
folgada, coloca a lima para sentir o canal (se ele tem curvatura, resistência,
folgado, atresiado); nesse cateterismo retira a polpa ( no próprio cateterismo)
seja biopulpectomia e necropulpectomia
3) depois disso já começa irrigar
A RAPHA usa gates quando o canal está atresiado, quando a lima não entra com
facilidade, quando está estreito desde o terço coronário da raiz, tem necessidade (canino
e incisivo já são amplos desde o início, lima entra livre, sem encostar nas paredes, não
tem necessidade de utilizar gaddes); utiliza a gaddes, no pré-alargamento no início se
estiver atresiado ou dificuldades (ICI, M, PM), para dar abertura inicial para entrar com a
lima sem que bater nas paredes, com ela reta ;
Atenção quando precisar utilizar gaddes:
➔ só no terço reto do canal
➔ respeitar 5 mm apical (4 mm)
➔ gaddes 1 desde mais (2mm), gaddes 2 entra menos (2 mm), gaddes 3; muito difícil
utilizar mais que uma gaddes, ela entra com a 2 direto e vai para instrumentação
com as limas
ODONTOMETRIA
➔ lima fininha, vê se ela está descendo bem, e faz odontometria
➔ radiografia: comprimento do dente na radiografia - 2mm (ela faz com localizador
apical)
➔ ajusta o cursor (pinça) no ponto de referência (borda incisal, ponta de cúspide),
mede tamanho do dente (comprimento de patência)
➔ ex: dente 22 mm (patência) sempre coloca ponto de referência (qual cúspide)
➔ comprimento de trabalho: 1 mm aquém do comprimento de patência: 21 mm
➔ encontrar o IAI: primeiro instrumento que entra ajustado no comprimento de
trabalho; cateterismo, localização apical com a lima 10 (folgada), no comprimento
de trabalho com a lima 15 está ajustada ou folgada, se estiver folgada vai com a
20 (ajustada, mais arrochadinha)
➔ IM: última lima que via no CT; a importância do IM é que com esse número
vamos colocar a guta no buraquinho da régua cara coloca guta no mesmo
comprimento do IM (nesse exemplo 40) e vai cortar (lâmina de bisturi), a guta
então tem o mesmo tamanho do degrau que fizemos no CT: batente apical,
ombro apical; ela fica ajustada no batente;
⇒IAI + 3 : BIO (25, 30, 40)
⇒IAI + 4 : NECRO
Depois de terminar isso, fez a gente vai ESCALONAR
⇰1 mm a menos, 1 lima a mais
o CT era 21 mm, e a última lima foi a 40
➔ 1 mm a menos: 20; 1 lima a mais 45
➔ 1 mm a menos: 19; 1 lima a mais 50
➔ 1 mm a menos:18:1 lima a mais 55
➔ 1 mm a menos; 17 lima a mais 60
➔ 1 mm a menos: 15; 1 lima a mas 70
➢ isso vai deixando o canal mais cônico e alisando as paredes
➢ gira a lma enroscando um pouco, quando a lima trava um pouco, puxa; enrosco
(parafusa) trava e puxa; isso já vai cisalhar dentina
➢ depois lima a parede como todo;
● MUITO IMPORTANTE
⇒Sempre entre uma lima outra(tanto para construir a batente quanto para escalonar)
precisa irrigar e fazer patência, leva uma lima bem fininha até o ápice (para ele não
obstruir com resto de dentina), ou seja utilizar o instrumento de patência (geralmente
com a lima que fez o cateterismo.
TÉCNICAS DE OBTURAÇÃO DOS
CANAIS RADICULARES
1) Técnica da condensação lateral
2) Técnica híbrida de Tagger
Preparo do dente para obturação
uso do EDTA
(etilenodiaminotetracético): auxilia na
remoção da smear layer, da lama
dentinária que fica aderida na dentina
no canal radicular;
➔ usada antes de medicar
(medicação penetre melhor
nos túbulos dentinários, nas
paredes de dentina); 1 º
sessão;
➔ antes da obturação (usa cerca
3 min e movimentar ele para
ter o efeito desejado)
➔ pode fazer irrigação para
remover medicação com
próprio EDTA, desde que a
última irrigação seja feita com
hipoclorito de sódio
Ex: medicou canal com hidróxido de
cálcio CaOH (pasta) preenche
canal,nao toma presa; mimetiza
(imita) uma obturação, mas deixa
resíduos no canal radicular;
➔ abriu, faz irrigação, vai sobrar
resíduos, digamos que o IM foi
o 40, para desentupir o canal
utiliza um instrumento menor
que o IM;
➔ desalojar o material tem que
ser um instrumento menor;
penetrar entre meio aos
resíduos da pasta; remover a
pasta sem pressioná-la na
direção apical; irriga
novamente e faz a patência
Passo a passo limpeza da
medicação:
abriu, irrigou
desaloja pasta com
instrumento menor que IM (2
números menor)
irriga e faz a patência (passa
pelo forame um pouco para
desobstruir o canal)
irriga, utiliza o instrumento de
memória: testar o batente
apical (instrumento chega com
facilidade e trave levemente);
verificar a efetividade do
batente (cursor chegando no
CT);
irriga, seleciona o cone
principal para obturar;
Obs: O cone vai só se o instrumento
for;
IM for 45, coloca cone na régua (que
corte) e corta no diâmetro do IM;
para que o cone encaixe
perfeitamente no batente;
➔ recapitulação é levar o IM no
CT;
qual a importância? para ter a
certeza que o canal está desobstruído
até o CT e o batente está bem
formado; se não levar IM até o CT
pode ficar resíduos de medicação, o
cone não entra;
Obs: pode usar o EDTA no processo
de irrigação (da limpeza) nos
processos, mas a irrigação final com
hipoclorito ;
➔ abriu canal:usa hipoclorito, tira
bastante excesso da
medicação e utiliza a irrigação
EDTA (testa batente, patência
com EDTA) vai ter passado
mais de 3 min (tempo
desejado), e irriga no final com
hipoclorito
NO LABORATÓRIO NÃO FAZ
( FAZEMOS COM ÁGUA)
TÉCNICA DA CONDENSAÇÃO
LATERAL
após retirar medicação, verificar o
batente, utilizar o IP, IM: testar o
cone principal
CONE PRINCIPAL/CONE MESTRE:
➔ cone de guta percha que se
ajusta no CT e tenha o mesmo
diâmetro do IM; o diâmetro da
ponta dele é = ao IM;
Se instrumentou o canal, no batente
utilizou o IM instrumento 40, com 23
mm de comprimento;
cone de guta percha que tenha o
diâmetro da ponta do cone = do
diâmetro 40 (0,40 mm de diâmetro)
para se adaptar o mais perfeitamente
possível ao diâmetro do batente;
Utilizava-se muito os
estandardizados: diâmetro de ponta
já pré fabricado, só que a conicidade
é 0,02 mm e quando escalona, não
fica com essa medida;
Atualmente usa (Odus) os que
calibram na régua (azul da imagem);
calibra = ao diâmetro do IM e corta
bem levemente com a lâmina de
bisturi
Depois que calibrar o cone, marcar
com a pinça clínica em um ponto do
cone o CT; (aperta como se fosse o
cursor, esse amassadinho tem que
coincidir com o ponto de referência)
Agora esse cone tem o diâmetro do
batente e no comprimento de
trabalho; esse cone tem que estar
justo: verificar o travamento apical;
cones que serão usados coloca
3 min no hipoclorito antes de
serem usados, dentro de um
copinho plástico, dentro da
cuba; eles não podem ser
esterilizados,forma de se fazer
desinfecção
Travar o cone principal
( 1º radiografia-PROVA DO
CONE PRINCIPAL)
➔ Verificar se o cone principal
chegou no batente, no CT, 1
mm aquém do CP
➔ o cone se adapta nas paredes
no terço apical, esses espaços
serão preenchidos por cones
acessórios (coloca
lateralmente do cone principal)
e por cimento obturador;
sensibilidade tátil, leve travamento
com uma tração
➔ Cone ficou aquém: troca o
cone, recapitular; levar de
novo o IM;
➔ Cone ultrapassou: cortar,
trocar o cone
Cone está justo, radiografa; (ajusta
com a lâmina de bisturi sobre uma
placa vidro, superfície plana) e pode
começar obturar canal;
Todo esse processo de prova do cone,
o canal deve estar inundado com
hipoclorito, agora irá secar o canal
quando efetivamente estiver
obturando com ponta de papel
absorvente;
➔ ponta de papel deve ser
marcada no CT; utiliza 3
➔ para economizar as pontas,
coloca a agulha irrigadora da
seringa dentro do canal e
aspira (90% do volume de
líquido sai)
➔ Se a ponta de papel vier
molhada, pode indicar
exsudato; vermelha na ponta,
erro no CT, pode estar
passando, ela deve voltar
depois de 2, 3 pontas seca;
não pode vir molhada com
sangue ou com exsudato;
➔ seca não até o forame, mas
sim até o batente, 1 mm
aquém do forame;
Manipulação
cimento (pó+líquido) base de óxido
zinco e eugenol;
➔ 1 gota de pó+líquido obturar
dente unirradicular e
birradicular
➔ 2 gotas faz mais de um molar
➔ Espátula de Mariana: flexível;
➔ espatular o pó até ficar
homogêneo; aglutinado o pó
ao líquido até gerar uma
consistência de fio, diâmetro
de uma polegada (1 dedo)por
cerca 4 a 5 segundos de modo
que ao levantar a espátula não
se rompa
Pode inserir o cimento de 2 formas
➔ cone calibrado (estava no
hipoclorito, seca) passa no
cimento e leva cimento dentro
do canal no CT
➔ espiral de lentulo
Além do cone principal, levar os
cones acessórios para o hipoclorito;
cones acessórios servem para
preencher os espaços vazios
cones acessórios possuem diâmetro
diferentes (do mais fino ao mais
grosso-L)
➔ ICI: fino médio; fino
➔ ILI: ff ou F
➔ canal de molar: XF muito fino
Quem cria o espaço para o cone
acessório são os espaçadores digitais
(uso muito importante, para criar
espaço entre o cone principal e
parede do canal)
● espaçadores possuem
tamanhos diferentes: A, B, C e
D;
● B e C são os mais usados
● O A é muito fino, D é muito
largo;
Se usa o espaçador B, precisa de um
cone mais fino, F ou FF;
Se usa o espaçador C; precisa de um
cone F, FM, MF;
● cone mesmo diâmetro do
espaçador
Primeiros cones
acessórios irão a 1mm
equidistante do
batente, aquém do
CT;
leva o espaçador a 1
mm do CT e o cone
acessório também a mesma
distância; a segunda vez que levar
entra pouco menos, a terceiro um
pouco menos, até não entrar
praticamente no canal, 6 a 7 cones
acessórios no canal, preencher todo
canal;
Movimento que se utiliza no
espaçador
➔ rolha (penetração, direita e
esquerda) até chegar no
comprimento desejado
➔ para retirar o espaçador, gira e
desloca para puxar
➔ cuidado para não espetar o
cone;
➔ colocou espaçador até o
comprimento desejado, retira e
coloca o cone acessório
Tira a 2º radiografia (radiografia de
obturação)
Cortar o excesso de guta percha
➔ instrumento de lucas, cortar o
excesso até o nível
cemento-esmalte; embocadura
do canal
➔ mede do lado de fora a coroa e
tira praticamente o tamanho
da coroa;
➔ se o tamanho da coroa deu 8
mm, ajusta cursor em 9, 1 mm
acima da junção amelo
cementária, margem de
segurança para não ficar
cimento na região cervical, se
ficar cimento com passar do
tempo eles (cimento cone)
vão escurecer a dentina
➔ dá uma leve condensada para
que fique reta;
➔ limpar a câmara pulpar com
álcool, surgiu tipo escova
robson para limpeza de
preparo
Depois de limpa, selar a cavidade
● se tiver tempo pode restaurar;
● coltosol: usado na parte mais
profunda e sobre ele o CIV
(coltosol sozinho nao aguenta
pressão sozinho,
principalmente classe II e IV;
Radiografia final
● corte da guta percha
PARÂMETROS
➔ Extensão
➔ Conicidade (cônico)
➔ Densidade (preenchendo toda
conicidade, massa obturadora
densa)
➔ Nível da remoção da guta
percha e cimento (acima da
junção-amelo-cementária
TÉCNICAHÍBRIDA DE TAGGER
MODIFICADA
➔ Utiliza o compactador de
McSpaden, que se assemelha a
uma lima H invertida. inversão
bem próximas as espirais da lima
H;
➔ funciona girando dentro do CR,
gerando calor e empurrando o
material e direção apical;
➔ calibre igual diâmetro do
instrumento;
➔ comprimentos de 21 mm e 25
mm (não tem de 31 mm)
➔ mais usados (diâmetro): 40,45,50
e 55 (menor quebra fácil, e maior
muito calibroso)
➔ aço inox ou NiTi (não vale a
pena);
➔ A técnica do professor McSpaden
não funcionou, usar um cone
principal apenas, precisou
associar a técnica de
condensação lateral ao uso do
compactador para funcionar bem
(re-idealizaram a técnica, por isso
híbrida)
UTILIZAÇÃO DOS COMPACTADORES
● coloca o cone principal, 3 a 4 no
máx. de cones acessórios, sobrou
espaço, quando utiliza o
compactador ele vai plastificar
(muito calor) a guta percha,
empurrar em direção ao ápice,
preenchendo os espaços vazios;
● condensação lateral ativa;
● entrar e sair acionado do canal
(8000 a 15000 rpm)
● sentido horário (teste com gaze),
se girar no contrário, tira a guta,
e quem entra é o compactador;
(dica é sempre deixar o
micromotor sempre a direita);
● 4 a 5 mm aquém do
comprimento de
trabalho (mais que isso,
muita chance de
extravasar)
● forame muito amplo,
dente com reabsorção,
lesão lateral, rizogênese
incompleta: não são indicados
para técnica;
● tempo aproximado de 10
segundos girando no interior do
canal (aquecimento que gera)
● diâmetro superior ao instrumento
de memória (2 a 3 números); não
tem que tocar na parede; tem que
tocar no cone;
● IAI: pode ser nesse caso é o 15;
● IM: foi 25
● Um bom número para o
compactador poderia ser o 40 (3
números maior do que o IM)
● entra, encaixa desligado, coloca
na direção do canal, introduziu 1 a
2 mm gira, movimentos em ondas
(não vai de uma vez) até chegar
no limite do cursor; ele vai
plastificando, espelhando,
condesa a guta percha.
● mede até a junção
amelo-cementária, tira 1 mm a
mais (evitar o escurecimento do
elemento); câmara pulpar limpa e
guta na embocadura do canal;
TESTE DA GAZE
➔ quando gira a D o compactador,
ele empurra a gaze, afasta a gaze
➔ quando gira a E, ela agarra (a
gaze agarra)
VANTAGENS
➔ rápida e fácil de execução
➔ também utilizado para
corrigir pequenas falhas no
processo de obturação
(preencher pequeno espaço
vazios), mas para isso terço
apical precisa estar bem
obturado;
EVITAR O USO DO
TERMOCOMPACTADOR
❖ canal curvo
❖ dente com apice aberto (forame
amplo, rizogenese incompleta,
reabsotcoes_
❖ obturações em que não se tem
certeza que houve um bom
vedamento apical após a
condensação lateral do terço
apical
● reabsorção interna: condensação
lateral não conseguiria obturar,
apenas com a técnica de tagger
conseguiria
Irriga, Utiliza um
instrumento
que seja dois
números
menores que o
IM (DESALOJAR
MATERIAL) 
Irriga mais uma
vez e utiliza o IP
no CP
(desobstruir
cana, limpa até
o forame) 
irriga mais
uma vez e
prova o cone
principal 
-OBTURAÇÃO-
LIMPEZA DA MEDICAÇÃO
Obs: a efetividade do batente é testada: instrumento
entrando com facil idade e travando levemente 
01 02 03 04
Irriga mais
uma vez e
utiliza o IM 
(testar o
BATENTE
APICAL)
1
4
2
3
Prova do Cone Principal
Primeira radiografia, após a limpeza da medicação, irriga e o cone
deve ter o mesmo comprimento do diâmetro da ponta do IM e se
adaptar no CT; calibra na régua calibradora no comprimento do
IM, corta com lâmina de bisturi 
Depois de calibra cone, ajustar no CT, amassa
no CT com a pinça clínica; verificar o
travamento apical; mesmo CT e batente e
radiografa
 Começa a secar o canal com pontas de
papel absorvível e a agulha irrigadora da
seringa; 
CONDESAÇÃO
LATERAL 
Todos os cones devem ficar 3 min no hipoclorito para desinfecção e
esse processo deve ser feito com irrigação do canal 
Manipulação do cimento 
Secar o canal 
pó+líquido; espátula Mariana, aglutina líquido ao
pó, gerando fio de 1 polegada que não se rompa 4
a 5 segundos passa no cone principal e leva até o
CT; 
5
8
6
7
Cones acessórios
Escolhe o cone acessório e o espaçador digital, de modo que
ambos tenha o diâmetro semelhantes; além de serem
equivalentes com o espaço que tem (2 mm aquém do CT)
Leva o cone acessório após utilização do
espaçador a 2 mm do CT; e assim por diante, cada
vez ele vai entrando menos, até preencher todos os
espaços vazios com cones acessórios (em torno
de 6 ou 7) 
Para ver a obturação, localização cones, se
há espaço. se está 1 mm aquém;
CONDESAÇÃO
LATERAL 
Corte do excesso de guta
Radiografia de obturação 
corta com instrumento de Lucas 1 mm em direção
apical da junção amelo-cementária; junção cemento
esmalte; condensa
9
10
11
Limpeza
 limpa com álcool e a guta deve estar no nível da entrada do canal
radicular 
Coltosol na camada mais profunda+ CIV (nunca
coltosol sozinho) 
corte da guta percha na junção
cemento-esmalte 
CONDESAÇÃO
LATERAL 
Radiografia final 
Selamento final 
Extensão 
Conicidade (cônico)
Densidade (preenchendo toda conicidade, massa obturadora densa)
Nível da remoção da guta percha e cimento (acima da junção-amelo-cementária
PARÂMETROS AVALIAÇÃO
SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS
EMPREGADAS NO PREPARO DOS
CANAIS RADICULARES
Recursos utilizados para o PQM
➔ meios mecânicos: representados
pela ação dos instrumentos
endodônticos
➔ meios químicos: representados
pelo uso de soluções irrigadoras
➔ meios físicos: compreende os
atos de irrigar,aspirar e inundar o
CR com a solução irrigadora;
HIPOCLORITO DE SÓDIO
➔ a mais usada ainda na
endodontia;
Existem diversas concentrações de
hipoclorito de sódio usado em
endodontia na literatura
a) solução irrigadora de sódio a
0,5% (Líquido de Dakin)
b) solução de hipoclorito de sódio a
1 % (solução de Milton)
c) solução de hipoclorito de sódio a
2,5% (licor de Labarraque)
d) solução de hipoclorito de sódio a
4-6% (soda clorada duplamente
concentrada)
e) solução concentrada de
hipoclorito de sódio a 5,25%
(USP)
Na faculdade usamos o de 1% e o de
2,5%;
Propriedades
● baixa tensão superficial: faz
com que esse líquido entre mais
facilmente nas reentrâncias do
canal radicular, otimizando a
limpeza;
● neutralização dos produtos
tóxicos: tudo aquilo que os
microrganismos produzem que
são danosos ao tecidos
perirradiculares, ele neutraliza
(em todo ou em parte): enzimas,
endotoxinas, exotoxinas, produtos
metabólicos; sempre fazendo de
forma segmentada
(instrumentação + irrigação)
Reage quimicamente, e com o
movimento do instrumento
dentro o canal, vai levantando
todo aquele material necrótico e
vai se misturando; sempre irrigar
e renovar; (o hipólito tem tempo
útil também)
● antimicrobiana: devido a
liberação de oxigênio e cloro
(melhores anti sépticos)
● auxiliar na instrumentação
(ação lubrificante) : ele reage
com a gordura dos tecidos
perirradiculares, e forma sabão
(saponificação), tornando mais
fácil a ação de limpeza;
● pH alcalino (11,8): neutraliza a
acidez do meio, formado o
ambiente impróprio ao
desenvolvimento bacteriano
● Ação dissolvente do tecido
pulpar: dissolve literalmente a
polpa, matéria orgânica
Uma polpa pode ser dissolvida por esse
agente entre 20 min e duas horas;
(quanto mais ação dentro do canal,
renovar, levar essa substância dentro do
canal, melhor)
● Ação detergente e clareadora:
pela limpeza , dissolução,
neutralização dos tecidos ele
acaba dando uma leve clareada;
● Arraste mecânico:injetar o
líquido sobre uma determinada
pressão, para os restos
necróticos, entrarem em
suspensão, trazendo a câmara
pulpar, por o hipoclorito ter baixa
tensão superficial (penetra nas
reentrâncias do SCR);
A estabilidade das soluções de NaOCl
(hipoclorito)
Manter estável enquanto armazenado;
Manter a concentração, estabilidade da
solução;
➔ armazenar em lugar gelado, baixa
Temperatura, mas na hora do
uso, ideal é estar em temperatura
ambiente;
➔ presença de íons metálicos (não
armazenar em metais, ideal em
vidro, plastico)
➔ exposição à luz (manter em
ambiente escuro)
Obs: Armazenadas em frascos de vidro
âmbar hermeticamentefechados ao
abrigo da da luz e do calor
Indicações das diferentes
concentrações
- hipoclorito de sódio a 5,25%:
neutralização do conteúdo séptico
necrótico; começar irrigando com
essa concentração e depois utiliza
a de concentrar menor (preparo
com 2,5% por exemplo)
- hipoclorito de sódio a
2,5%:durante o PQM de dentes
despolpados e infectados, com
reação periapical
- hipoclorito de sódio a 1%:
durante o PQM de dentes
despolpados e infectados,sem
reação periapical e
biopulpectomias (manter a cadeia
séptica)
Na prática: utiliza em tudo, o 2,5%;
O poder da solução de NaOCl em
dissolver tecido orgânico depende dos
seguintes fatores:
★ quantidade de matéria orgânica e
NaOCl presente (quanto maior,
melhor solubilização do material)
★ tempo de ação
★ temperatura da solução (mais
alta, melhor)
★ concentração da solução
★ frequência e intensidade de fluxo
irrigante
★ agitação mecânica
★ superfície de contato entre o
tecido e solução de hipoclorito de
sódio (mais contato com tecidos)
A irrigação deve ser abundante para se
obter o máximo de efeito
Qual é melhor?
● 1L a 1% de NaOCl
● 50 ml a 5,25% de NaOCl
Preferível utilizar a quantidade maior,
com concentração menor, usando várias
vezes dentro do canal, agitação
mecânica maior.
➔ O fator que exerce maior
influência sobre a dissolução pelo
NaOCl é o pH, seguido da T e por
último a concentração (pH mais
importante, sempre muito alto,
pode mandar manipular)
Complicações
➢ manchamento e descoloração
das roupas do paciente (usar
aventais plásticos)
➢ prejuízos aos olhos do pacientes
(enxaguar os olhos com água
morna ou solução fisiológica, usar
óculos de proteção)
➢ injeção de hipoclorito de sódio
na região periapical (passa pelo
forame, necrose de tecido,
edema, fica escura, incha, tem
que entrar com corticoide e
antibiótico)
● reação alérgica à solução de
hipoclorito de sódio
● enfisema (ar nos tecidos) por
solução concentrada de NaOCl ou
água oxigenada 10 vols na região
periapical
CLOREXIDINA
➔ mais biotoleráveis, pH próximo ao
pH tecidual (5,5 a 7)
➔ 0,2% a 2,0% (irrigação dos
canais)
➔ possui atividade bacteriana de
amplo espectro
➔ não dissolver tecido pulpar,
orgânico;
➔ substantividade: ela continua
agindo mais prolongado, também
usado na medicação intracanal;
(continua sua ação, já o NaOCl
não, vira água, perde sua ação
muito rápido); se liga à
hidroxiapatita sendo lentamente
liberada à medida que a
concentração no meio decresce
➔ pode ser usada na medicação
intracanal
➔ suas propriedades antibacterianas
não são melhores que as das
soluções de hipoclorito de sódio
além de não possuir as
capacidades indispensáveis do
NaOCl como a dissolução tecidual
e ação clareadora
Indicações
- nos casos de hipersensibilidade
ao NaOCl
- nos casos de rizogênese
incompleta devido a relativa
ausência de toxicidade dessa
substância
- no tratamento das necroses
pulpares pela sua ação
antimicrobiana contra bactérias
anaeróbias;
- Não pode alternar NaOCl e
clorexidina, se quiser alternar os
dois, precisa neutralizar antes a
solução com soro fisiológico,
diretamente não pode misturar):
se misturar causa uma reação de
PARA-CLOROANILINA
(pigmentação coroa dental e não
sai)
QUELANTES
- EDTA- ácido
etilenodiamino tetracético
trissódico
- "ladrãozinho” de íons,
roubam íons;
- rouba íons de cálcio da
dentina, fica mais fácil de
raspar, cortar a dentina
(pouco efeito)
- remoção de smear layer
das paredes dentinárias,
limpas as paredes, tornar
mais expostos os túbulos
dentinários; (toilette final,
coloca solução no canal,
movimenta com
instrumento manual e deia
por 5 minutos )
- pode intercalar com
hipoclorito
- solução auxiliar para
instrumentação dos canais
radiculares atresiados ou
calcificados (não muito
indicado, chance de
desviar)
- biologicamente compatível
aos tecidos da polpa e
periápice (bio ou necro)
- não elimina
microrganismos, não tem
função antimicrobiana.
● auxilia no
imbricamento do
cimento, facilita
ação do NaOCl
Em gel o EDTA não é muito indicado, e
sim a aquosa;
IRRIGAÇÃO E ASPIRAÇÃO
Irrigação: corrente líquida no interior da
cavidade pulpar por meio de agulha
Aspiração: ação de atrair por sucção,
fluidos e partículas sólidas de uma
cavidade
Sempre deixar câmara pulpar inundada
de solução irrigadora;
Momento de irrigação
a) antes da instrumentação dos
canais radiculares (necro sempre
segmentada, neutralização parcial
dos produtos tóxicos e restos
orgânicos)
b) durante a instrumentação dos
canais (sempre canal úmido, suas
paredes úmidas)
c) após a instrumentação dos
canais (remover restos orgânicos,
raspas de dentina, evitando
obstruções do forame apical ou
deposição sobre os tecidos
periapicais)
FATORES QUE INFLUENCIAM NA
QUALIDADE DA IRRIGAÇÃO E
ASPIRAÇÃO
A) Complexidade anatômica do
canal radicular
Canais amplos e retos: maior calibre e
penetração da agulha no interior do
canal
Canais atresiados e curvos: limitação
da penetração da agulha. O líquido é
levado além da curvatura por meio dos
instrumentos endodônticos ou por
agulhas finas e flexíveis ; mais cuidado
deve tomar com agulhas muito finas
B) Sempre manter com câmara pulpar
preenchida com solução irrigadora:
funciona como reservatório, a medida
que via instrumentado, o líquido vai
descendo e sobe os detritos;
C) Calibre das agulhas irrigadoras:jato
da solução irrigadora alcança em média
3 mm além da ponta da agulha, portanto
a mesma deve sempre estar a 3 mm
aquém do ápice, evitado pressão e
difusão do irrigante nos tecidos
perirradiculares
D) Técnica de preparo dos canais
radiculares
Técnica escalona coroa-ápice
(pré-alargamento inicial, gaddes) quando
amplia o terço cervical antes do preparo
do terço apical, cria um reservatório para
acúmulo de NaOCl (facilitando a
renovação do NaOCl, favorece a
penetração da solução irrigadora, logo
facilita a desinfecção
CÂNULAS IRRIGADORAS
São mais finas que as aspiradoras, se a
aspiradora for fina entope, por isso é
mais robusta; e a cânula precisa atingir
os 3 mm aquém, inserção do canal
(facilita) sempre em 45º (curvar, para
facilitar)
Se travar a agulha no canal, na hora que
irriga terá uma pressão exacerbada par
apical, liquido nao tem refluxo, restante
do canal funcional como prolongamento
da agulha, extravasamento acontece;
Logo para isso não acontecer,
movimento de vai e vem, penetração e
retirada do canal (NUNCA PARADO)
AGULHA SEMPRE SOLTA (JAMAIS
PRESAS NAS PAREDES): aumentar
agitação, limpeza maior e proteção
● A é mais perigosa;
● B: se travar mais fácil de sair;
● C abertura lateral
● D abertura lateral e ponta cega
● E duas aberturas laterais
● F pontilhada, mais fácil de entupir
A cânula de aspiração é de maior calibre,
colocada ao nível da entrada do canal;
Sempre em seringa de 3 ou 5 ml (10 não)
metálica só para aspiração; irrigação não
usa mais;
➔ Navitip:
➔ Plásticos (angelus)