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Avaliação radiográfica do sistema osteoarticular

Resumo sobre patologias radiográficas do sistema osteoarticular: abrange anatomia óssea, respostas radiográficas (osteopenia, osteoporose, osteólise, esclerose), reações periosteais (lamelar, espicular, amorfa, triângulo de Codman), projeções radiográficas, classificação das patologias e luxação.

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Principais Patologias Radiograficas do S. Oesteoarticular 
 
ESTRUTURA ÓSSEA 
 
Diafise: região mais alongada 
Metafase: região de transição para epifises. É onde 
tem a produção de celulas (parte do osso 
metabolicamente ativa) 
Epifese: parte que vai entrar em contato com a região 
articular 
Cartilagem fisaria: presente em animais jovens - Linha 
de crescimento 
 
 
- As superfícies internas e externas dos ossos são 
recobertas por células osteogênicas e tecido 
conjuntivo que, constituem o endósteo e o periósteo, 
respectivamente. Eles tem funções relacionadas a 
nutrição e oxigenação do tecido ósseo 
 
RESPOSTA ÓSSEA A LESÃO/ DOENÇA 
 
Opacidade reduzida 
- O osso fica mais escuro (mais radioluscente) 
- Pode ocorrer por perda de mineralização 
 
Osteopenia 
- É o início da retirada de minerais do osso e da perda 
de massa óssea. 
- Tem início com o desequilíbrio entre as células de 
absorção e de regeneração, ou seja, os osteoclastos 
passam a agir mais rapidamente, degradando osso 
com maior velocidade do que os osteoblastos são 
capazes de repor 
 
Osteoporose 
- É a perda progressiva da densidade óssea, onde o 
osso fica cheio de poros e com isso se torna frágil e 
quebradiço. 
 
Osteólise 
- São reações de destruição do osso, ocorrendo 
ruptura óssea devido a uma reabsorção de parte do 
tecido ósseo por células especializadas (osteoclastos) 
 
Aumento de opacidade 
- O osso fica mais claro (mais radiopaco) 
- Comum de encontrar em superfícies do osso 
 
Esclerose 
- Ocorre nas bordas do osso (na periferia no osso) 
devido um atrito no osso que causa o acumulo de 
tecido na região, fazendo a densidade do osso 
aumentar 
- Caracteriza-se por endurecimento, engrossamento 
ou aumento da densidade, principalmente causada por 
lesões como osteoartrite e osteoma. 
 
Linhas de retardo de crescimento 
- O osso não cresce de forma adequada, acumulando 
tecidos minerais no osso. 
- É o menos comum de ocorrer 
 
Reação periosteal 
- Mediante a um estímulo, a camada interna do 
periósteo pode reagir de forma proliferativa, 
produzindo osso (neoformações ósseas), ocorrendo 
por traumatismos diretos ou por processos 
inflamatórios de estruturas adjacentes. 
- Na fase inicial ou aguda, o periósteo desprende-se 
da cortical óssea, ocorrendo acúmulo de sangue e/ou 
pus. Já a fase crônica é caracterizada pelo surgimento 
de neoformações ósseas, notadamente osteófitos e 
exostoses 
 Osteófitos são pequenas neoformações ósseas 
de superfície e que se originam 
frequentemente na região pericodral e/ou no 
espaço articular. Exostoses são neoformações 
ósseas maiores e mais regulares, também 
superficiais, geralmente com base ampla. 
 
 
 
Regular 
- É típica de traumas focais em que há hematoma 
subperiosteal e parte do periósteo se distancia do 
córtex. É uma reação característica de processos 
crônicos. 
Lamelar ou casca de cebola 
- É caracterizada pela deposição de múltiplas 
camadas ósseas recém-formadas, paralelas à cortical 
do osso, que podem assumir o aspecto de “cascas de 
cebola”, resultante de repetidos estímulos, processos 
irritativos e traumas. 
 
Paliçada ou Espicular 
- Caracteriza-se como uma neoformação óssea que se 
irradia perpendicularmente ao córtex do osso longo. É 
observada frequente�mente na osteopatia 
hipertrófica e ocasionalmente, na osteomielite. 
 
Amorfa ou explosiva 
- Não tem forma determinada, sendo comparada a 
“raios de sol”. Caracteriza-se por espículas ósseas que 
se irradiam de uma lesão osteolítica ou osteoprodutiva 
agressiva, frequentemente nos tumores ósseos 
primários 
 
Triangulo de codman 
- Reação caracterizada pela elevação do periósteo, 
resultando em neoformação óssea subperiosteal em 
forma triangular. Ocorre com frequência nas 
neoplasias malignas primárias, embora também possa 
ser visibilizado nas osteomielites. 
 
ESTRUTURA ARTICULAR 
- É a estrutura que desenvolve movimento ao osso 
 
 
ANATOMIA RADIOGRÁFICA 
- Projeção ventro-dorsal (entrou pelo ventre e saiu 
pelo dorso) 
 
 
- Projeção lateral direita 
 
 
- Projeção crânio-caudal
 
 
- Projeção médio-lateral 
 
- Projeção dorso-plantar (pois é no pé) Se fosse na 
mão seria dorso palmar 
 
 
- Projeção médio-lateral 
 
 
 
- Projeção caudo- cranial 
- 
Escapulo umeral é a única articulação que é feita 
dessa maneira 
 
- Posição médio-latera 
 
 
- Projeção crânio caudal 
 
 
- Projeção médio-lateral 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PATOLOGIAS DO SISTEMA ÓSSEO 
- Patologias do desenvolvimento 
- De origem traumática 
- De origem degenerativa 
- De origem inflamatória 
- De origem neoplásica 
- Doenças ósseas metabólicas 
Patologias de origem traumática 
Luxações 
- É o deslocamento anormal das extremidades 
articulares de dois ossos contíguos, sendo completa 
ou total quando as superfícies articulares perdem 
totalmente o contato entre si, e incompleta ou 
subluxação quando as superfícies articulares mantêm 
contato parcial. 
- Perda total da relação articular 
- Ruptura de ligamentos 
- Lesão de cápsula articular 
- Lesão cartilaginosa 
 
Os sinais radiográficos são: 
 Superfícies articulares deslocadas e que não 
se articulam 
 Podem estar relacionadas a fraturas 
 Subluxações são difíceis de avaliar. As vezes 
necessita de projeções sobre estresse ou 
compressão 
 
 
- 1° Luxação da articulação coxo femoral esquerda. 
Traumática 
- 2° Luxação da articulação coxo femoral esquerda. 
Secundaria a uma doença, nesse caso a uma 
displasia 
 
 
- Luxação da articulação femulo tíbio patelar 
 
 
- Luxação medial de patela. A patela esta voltada 
para dentro. 
 
 
- Luxação medial de patela 
 
 
- Luxação secundaria a ruptura a ligação. É uma 
projeção feita sobre estresse. 
Fraturas 
- Resultantes de traumatismos ou enfraquecimento 
do osso por doenças (fratura patológica) 
 
 
 
Classificação das fraturas 
 Completa ou incompleta: completa é quando 
envolve as duas corticais, e incompleta 
quando envolve apenas uma cortical 
 Fechada ou aberta: fechada quando o osso 
quebra mas não consegue visualizar a olho 
nu, e aberta quando é visto a olho nu (fratura 
exposta) 
 Simples ou cominutiva : simples quando só 
tem uma linha de fratura ou cominutiva 
quando existem vários focos de fratura, vários 
pedaços de ossos 
 Transversa 
 Obliqua 
 Espiral 
 Avulsão/em chip: o tendão rompe e leva um 
pedaço do osso. É em animais jovens 
 Impactada/sobreposta: animal sofre uma 
pressão no osso, diminuindo de tamanho 
 Patológica/por estresse 
 Diafisaria ou epifisária: quando ocorre na 
diáfise ou epífise do osso. A epifiária também 
é chamada de salter-harris 
 
 
 
 
 
 
- Fratura obliqua de rádio e ulna, no terço distal 
 
 
- Fratura obliqua 
 
 
- Fratura em aspiral 
 
 
- Fratura por avulsão 
 
- Fratura cominutiva aberta 
 
 
- Fratura cominutiva de fêmur direito 
 
 
- Fratura patológica secundaria a um osteosarcoma 
 
 
- Fraturas de salter harris (epifisária): acontece em 
animal jovem, que ocorre partindo a linha de 
crescimento 
 Tipo I - Separação das epífises 
 Tipo II - Separação epifisária com 
envolvimento da metáfise. 
 Tipo III - Da superfície articular até a placa 
fisaria. 
 Tipo IV – Superfície articular, placa fisaria e 
metáfise. 
 Tipo V – Placa fisaria é esmagada entre a 
epífise e a metáfise. 
 
Reparação de fraturas 
Controle da Osteossíntese - União das extremidades 
dos fragmentos ósseos fraturados e sua manutenção 
em posição anatómica correta com auxílio de placas, 
fios, pregos, parafusos, etc. 
 Formação de calo ósseo 
 Remodelamento ósseo 
 Fraturas consolidadas 
 Osteomielite 
 
Patologias do desenvolvimento 
Doenças do crescimento = doenças de animais 
jovens 
 
Oesteocondrose 
- De forma simples o espessamento da cartilagem 
articular gera necrose na região (pois devido o 
espeçamento a área para de recebersangue) fazendo 
com que um pedaço da cartilagem articular se 
desprenda do osso, gerando uma má formação da 
região da articulação, ocorrendo geralmente no ombro 
- Dentre os sinais clínicos estão claudicação, dor na 
palpação, reluta em querer apoiar o membro no chão 
e entre outros 
- Acomete mais raças de porte grande a gigante 
pois são animais que crescem muito rápido 
 
 
- O pedaço do osso se desprendeu da cartilagem na 
segunda imagem 
 
 
- Um lado da articulação é possível ver que está bem 
arredondado, já onde está a seta está faltando um 
pedaço e é possível ver mais em baixo um pedacinho 
da cartilagem mineralizada depois que se desprendeu 
solta dentro da cartilagem 
- Inclusive essa mesma imagem é uma causa de 
displasia do cotovelo 
Displasia do cotovelo 
- Anomalia no desenvolvimento causando má 
formação da articulação úmero-rádio-ulnar. Ela pode 
ser causada por várias afecções 
- As causas mais comuns são a fragmentação do 
processo coronoide (onde ele se esfarela), a não união 
do processo ancôneo, a oesteocontrose do côndilo 
medial do úmero e raramente pode ocorrer por 
crescimento assimétrico entra rádio e ulna (onde o 
rádio cresce mais do que a ulna) 
 
 
- Não união do processo ancôneo 
 
 
- É a causa mais comum a fragmentação do processo 
coronoide, deixando o osso mais claro (mais 
radiopaco) devido as farelos do osso 
- Da pra diagnosticar até 5 meses, após isso o animal 
só vai evoluir pra osteoartrose 
 
Displasia coxofemoral 
- É uma das principais doenças do crescimento, muito 
visto nos enxames de imagem, por ser bem recorrente 
- Afeta articulações coxofemorais de cães de grande 
porte. 
 
Causas 
- Lassidão das articulações – quando a articulação é 
frouxa, os ligamentos são frouxos causando 
instabilidade da articulação resultando em doença 
articular 
- Instabilidade 
- Doença articular degenerativa secundária 
 
Métodos Utilizados no exame radiográfico 
Método PENNHIP 
- Não é um método para diagnostico 
- É usado para tentar diagnosticar a frouxidão das 
articulações 
- Ele não diagnostica a displasia, apenas dá a 
probabilidade do animal ter a doença. Pode ser feito 
entre 6 semanas e 9 meses 
 
 
- não é todo veterinária pode realizar, apenas os que 
realizam um curso 
 Compressão: Vê se a cabeça do fêmur encaixa 
no acetábulo 
 Distração: objetivo de retirar a cabeça do 
fêmur de dentro do acetábulo. Se ele tiver um 
ligamento frouxo a cabeça do fêmur vai sair 
 Extenção 
 
Ângulo de norberg 
- Método oficial feito a partir de um ano de idade 
sendo um diagnóstico paliativo e com diagnóstico 
definitivo com 2 anos 
 
 
A: normal 
B: em torno de 100 a 105 - leve 
C: 100 a 90 - moderado 
D: em torno de 90 - grave 
E: bem ruim. Mesmo ângulo menor que 90 
- acima de 105 = ângulo normal 
- quanto mais pra fora a cabeça do fêmur for menor 
vai ser o ângulo 
 
 
Ângulo grau a = normal 
* Linha que margeia a borda do acetábulo 
 
 
- Animais com displasia grau E 
 
- Essa foto é um zoom da imagem anterir 
- Isso é uma luxação, a displasia está sendo 
mostrada do outro lado 
 
Necrose asséptica da cabeça do fêmur 
- Mais ocorrente em cãesde raça pequena ou 
miniaturas em crescimento. 
- É a necrose (ausência de vascularização) asséptica 
(sem processo infeccioso) na região da cabeça do 
fêmur doença degenerativa e não infecciosa. 
- A imagem radiográfica fica com aspecto mais 
escuro (radioluscente) e bem irregular na cabeça do 
fêmur 
- Não se tem ainda uma causa exata que leva a 
necrose na cabeça do fêmur 
 
Sinais radiográficos: 
- Aumento do espaço articular 
- Diminuição da opacidade da cabeça e colo femoral 
- Perda do contorno arredondado da cabeça do 
fêmur 
- Arrasamento acetabular. 
 
- Cabeça do fêmur toda desregular, sem formato 
- Pode ser confundido com uma displasia coxofemoral 
mas o que diferencia é que na cabeça do fêmur tem 
algumas áreas radiolucentes, que são áreas de 
necrose 
 
 
- Quando ocorre de forma unilateral é ainda mais fácil 
de identificar, pois é possível notar a diferença 
gritante de uma cabeça de fêmur para outra 
 
Patologias de origem degenerativa 
Osteoartrose 
- É a destruição e perda da cartilagem articular de 
forma repetitiva o que gera uma instabilidade 
articular resultando no remodelamento das 
superfícies ósseas da articulações. 
 O osso começa a ser remodelado pra tentar 
manter a articulação estável 
 Gera muita dor, porque vai está forçando a 
articulação que está degenerada 
- É assim chamado porque nunca vem só a articulação 
alterada, mas o osso também 
- Pode evoluir para uma luxação 
Sinais radiográficos 
Efusão articular = acumulo de liquido na articulação, 
o liquido sinovial aumento de volume. É o primeiro 
sinal de uma doença articular degenerativa 
 
Formação de osteófitos/enteseófitos = é a formação 
de novos ossos, de novas estruturas ósseas 
mineralizadas. É a tentativa da articulação de manter 
sua estabilidade, sem se mexer muito 
 No raio x o osteofito e o enteseófito terá a 
mesma imagem mas didaticamente o 
primeiro vem do periósteo e o segundo vem 
de inserção de ligamentos no osso 
 O osteofito é uma proliferação em ponta 
 
Diminuição do espaço articular = o liquido sinovial vai 
diminuindo e assim o espaço também vai ficando 
menor, por causa disso vai aumentar o atrito das 
estruturas ósseas causando esclerose 
 
Esclerose do osso subcondral = é o desgaste do osso 
devido ao atrito entre as estruturas ósseas 
 
Remodelamento ósseo = é a mudança anatômica do 
osso devido os demais processos. Seria o último sinal 
 
 
1= efusão articular 
2= formação de osteofito, que é é uma proliferação 
de ponta 
3= formação de enteseofitos, pois é uma 
irregularidade óssea em inserção de ligamento e de 
tendão 
4= remodelamento da região articular 
5= mineralização intrarticular = mineralização de 
estruturas que estão dentro da articulação 
6= Esclerose do osso subcondral 
7= Cisto ósseo intrarticular = é uma perfuração no osso 
 
Síndrome lombossacra 
- É uma doença articular degenerativa na coluna que 
causa problema nas ultimas vertebras lombares e nas 
vertebras sacrais 
- É uma instabilidade na região, causando um 
processo degenerativo na região de L7 e S1 e ainda 
podem causar compressões nervosas 
 
 
- É possível ver um osteófito entre as vertebras L7 e 
S1. A bordas dos ossos estão com esclerose, além de 
alteração de espaço 
 
Espondilose 
- É a degeneração das vertebras caracterizada pela 
nova formação óssea nos aspectos cranioventral e 
caudoventral dos corpos vertebrais. 
 
- Esse é o famoso bico de papagaio 
 
- Quando se tem vários osteófitos juntos um do outro 
nos espaços intervetebrais se chama espondilose 
deformante 
 
Sinais radiográficos: Pequenas projeções semelhantes 
a ganchos, no aspecto cranioventral e caudoventral e 
presença de pontes ósseas completas. 
 
Patologias de origem inflamatória 
- As doenças osteoarticulares inflamatórias se dão de 
forma infecciosa ou não infecciosa 
 
Artrite 
- São lesões bem agressivas quando estão estaladas 
na articulação pois ela destrói o osso, e não apenas 
retida cálcio do osso como em outras doenças 
- Pode ser infecciosa ou não infecciosa 
 A artrite não infecciosa: são de origem 
sistêmica, geralmente de caráter auto imune, 
onde o próprio organismo se defende contra 
suas próprias células. Tende a afetar diversas 
articulações de uma vez, por ser algo que via 
corrente sanguínea 
 A artrite infecciosa: apresenta um foco de 
lesão onde a bactéria pode migrar para a 
articulação. Geralmente elas são locais, em 
uma articulação só porque existe um foco de 
lesão naquela articulação 
- Geram grave claudicação, aumento de volume da 
articulação, temperatura e dor a palpação 
 
 
Sinais radiográficos: 
- Podem estar ausentes e normalmente apresentam 
apenas aumento de volume articular 
- Se for uma artrite muito no início não serávisto 
nada, mas se for uma artrite já instalada é possível 
ver um aumento do volume articular 
- Tendem a causar lesões destrutivas no osso, 
destruindo a articulação e as estruturas ósseas que 
estão próximas dela. É uma lesão bem agressiva 
quando está instalada na articulação 
 
 
Artrite  neoplasia 
- A diferença de neoplasia para artrite é que a artrite 
sai destruindo tudo. As neoplasias ósseas comumente 
respeitam os limites ósseos atacando um osso apenas 
 O termo usado então é que artrites são 
piliostoticas e neoplasias são monostoticas 
 
 
- Algumas artrites além de causar a lise óssea 
(destruição óssea) ainda causa reações proliferativas 
como a da imagem que é uma reação periostial 
lamelar que está “revestindo” o osso para evitar que 
a inflamação saia dessa região, é uma tentativa de 
proteger o osso 
Patologias de origem neoplásicas 
- As neoplasias ósseas são incomuns. É mais fácil 
achar uma osteoartrose do que neoplasias 
- Incomum em cães e gatos, sendo mais comum em 
cães de grande porte 
- Osteossarcoma é a neoplasia óssea mais comum. 
 
Sinais radiográficos: 
- Destruição Óssea 
- Neoformação óssea = região proliferativa do osso 
- Contorno Indefinido 
- Reação periosteal 
- Aumento de volume dos tecidos moles 
- Normalmente se originam nas extremidades ósseas, 
principalmente na região metafisária 
- Uma neoplasia óssea comumente vai causar 
metástase não no osso que está perto dele, mas em 
órgãos que estão longe (via sanguínea), 
principalmente ossos bem vascularizados como 
pulmão, fígado e baço. 
 
 
- Exemplos de ostossarcoma 
 
Patologias de origem metabólicas 
- São lesões bem raras de serem encontradas 
Hipervitaminose A 
- Doença de felinos alimentados com Fígado. 
Caracterizado por anquiloses cervicais e 
cervicotoracicas 
Raquitismo 
- Falha da mineralização dos discos epifisários 
- Aspectos radiográficos: Aumento dos discos 
epifisários 
 
Hiperparatireoidismo primário e secundário 
- Primário = Deficiência Nutricional (baixa de Ca+ e 
excesso de P+) 
 Diminuição generalizada da radiopacidade 
óssea. 
 Comum em animais silvestres e exóticos. 
- Secundário = Insuficiência Renal Crônica (Retenção 
de Potassio) 
 Diminuição da radiopacidade óssea do crânio 
(Mandíbula de Borracha) 
 Fraturas patológicas 
 
Osteodistrofia hipertrófica 
- Acomete raças grandes a gigantes superalimentadas 
- Aumento de volume das articulações, dor e febre 
- Proliferação óssea periosteal importante, com 
aumento de volume 
 
Osteopatia craniomandibular 
- Animais jovens, com aumento de volume mandibular 
- Doença dos Wests 
- Neoproliferações ósseas irregulares em mandíbula 
 
*Osteopatia Hipertrófica Pulmonar 
- Lesão óssea secundária a lesões pulmonares 
crônicas. 
- Sinais radiográficos: Proliferação óssea em paliçada 
bilateralmente.