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UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL – CAMPUS CARAÚBAS DISCIPLINA: MECÂNICA DOS SOLOS II PROFESSOR: WILKER FERNANDES SOARES Lista de Exercícios: Unidade II (Resistência ao cisalhamento das areias e solos argilosos) 1) Um teste triaxial do tipo drenado (CD) foi realizado em uma areia. Na ruptura obteve−se a seguinte relação: σ’1/σ’3 = 4,0. Se A tensão confinante utilizada no ensaio foi de 100 kPa, pede−se o ângulo de atrito efetivo do solo e um esboço da sua envoltória de resistência, em conjunto com o círculo de Mohr na ruptura. (Resp. ϕ = 36,87°). 2) O índice de vazios crítico de uma areia é de 0,70, para uma tensão confinante de 200 kPa. Esboce o comportamento típico desta areia em amostras com um índice de vazios de 0,70, quando ensaiadas a tensões confinantes de 50 kPa, 200 kPa e 500 kPa. 3) Uma areia é adensada em um teste triaxial a um valor de tensão confinante de 420 kPa e então é cisalhada mantendo−se as válvulas de drenagem abertas, a uma velocidade de cisalhamento compatível. Na ruptura obtém−se (𝜎1 − 𝜎3 ) = 1046 kPa. Determine o ângulo de atrito da areia. (Resp. ϕ = 33,68°). 4) Uma amostra de argila foi submetida a um ensaio CU com uma tensão de confinamento de 200 kPa, na qual a amostra encontra-se normalmente adensada. A tensão desviatória de ruptura da amostra foi de 600 kPa. Se a pressão neutra na ruptura da amostra foi de 30 kPa, calcule o seu ângulo de atrito interno (em termo de tensões efetivas) (Resp. ϕ = 39,66°). 5) Num ensaio adensado rápido (CU) romperam−se dois corpos de prova com tensões confiantes de 200 e 400 kPa. As tensões no instante da ruptura foram: CP 𝜎3 (kPa) 𝜎1 (kPa) u(KPa) 1 200 350 140 2 400 700 280 Pede-se as tensões do plano de ruptura para o corpo de prova 2. 6) Uma areia é adensada em um teste triaxial a um valor de tensão confinante de 420 kPa e então é cisalhada mantendo−se as válvulas de drenagem abertas, a uma velocidade de cisalhamento compatível. Na ruptura obtém−se (𝜎1 − 𝜎3 ) = 1046 kPa. Com que tensão de cisalhamento deve ocorrer a ruptura em um ensaio de cisalhamento direto nessa areia, com a mesma compacidade, e com uma tensão normal aplicada de 670 kPa. (Resp. ϕ = 33,68° e 𝜏 = 446,56 kPa). 7) Os resultados mostrados na Tabela abaixo foram obtidos para ruptura máxima em uma série de ensaios triaxiais adensados - não - drenados, com medida da poropressão, em corpos de prova de uma argila saturada. Determine os valores dos parâmetros de resistência da tensão total e da tensão efetiva. (Esboce os resultados na envoltória e nos círculos de Mohr correspondentes). (Resp. ϕ = 21,75° e ϕ’ = 33,20°). Pressão Confinante Total (kN/m²) Diferença das Tensões Principais Totais (kN/m²) Pressão Neutra (kN/m²) 150 192 80 300 341 154 450 504 222 8) Um ensaio triaxial realizado sobre uma amostra de areia pura acusou o seguinte resultado na ruptura: 𝜎3 = 100 kPa e 𝜎1 = 400kPa. Pede-se, a) A envoltória de resistência do solo; Resp. 𝜏 = 𝜎 𝑡𝑔 37° (𝑘𝑃𝑎); b) As coordenadas do pólo; Resp. P(100, 0); c) A direção do plano de ruptura; Resp. 63° com o plano principal maior 9) Uma amostra indeformada de areia fina argilosa foi utilizada para a realização de ensaios triaxiais rápidos, cujos resultados estão mostrados abaixo. CP 𝜎3 (kPa) 𝜎1 − 𝜎3 (kPa) 1 50 200 2 150 400 3 300 700 Calcular para o CP2: a) As tensões atuantes em um plano formando 30° com o plano principal maior. (Resp σ = 450 kPa e τ= 170 kPa); b) Direção dos planos onde ocorre a tensão cisalhante de 100 kPa. (Resp. 15° e 75° com o plano principal maior); c) Direção do plano de ruptura. (Resp.: 59° com o plano principal maior) 10) A equação da envoltória de ruptura da tensão efetiva para um solo argiloso normalmente adensado é τ’ = σ’ tg 30º. Um ensaio triaxial drenado foi realizado com o mesmo solo, sob pressão confinante de 69 KPa. Calcule a tensão desviadora na ruptura. (Resistência ao cisalhamento dos solos argilosos – trajetórias de tensões e resistência não drenada) 11) Porque em um ensaio UU a envoltória de resistência obtida é horizontal? Em que situações de campo utilizamos este ensaio? 12) Num ensaio adensado rápido (CU) romperam−se dois corpos de prova com tensões confiantes de 200 e 400 kPa. As tensões no instante da ruptura foram: CP 𝜎3 (kPa) 𝜎1 (kPa) u(KPa) 1 200 350 140 2 400 700 280 Pede-se a) As trajetórias de tensões, a envoltória das trajetórias e de resistência das tensões totais, s = f(s) e t= f(s); (Resp. β = 15,25°); b) As trajetórias de tensões, a envoltória das trajetórias e de resistência de tensões efetivas, s‘ = f(s‘) e t= f(s‘); (Resp. β = 29,05°). 13) Um depósito de argila formou-se por sedimentação no fundo de um lago. Uma amostra indeformada, retirada a 10 m de profundidade abaixo do nível do solo, apresentou um peso específico de 14 kN/m³ e, num ensaio do tipo CD, um ângulo de atrito interno efetivo de 22°. Determine o estado de tensões da amostra no terreno e logo após a amostragem, admitindo que o solo seja normalmente adensado. Qual será a pressão neutra na amostra, após a extração? 14) Uma amostra do terreno citado no exercício anterior, de menor profundidade, com tensão de pré-adensamento de 8 kPa, foi submetida a três ensaios de compressão triaxial do tipo CU, com os resultados indicados na tabela a seguir. Determine a razão de resistência do solo e estimar a tensão desviadora na ruptura de um ensaio CU com confinante igual a 30 kPa. CP 𝜎3 (kPa) 𝜎1 − 𝜎3 (kPa) 1 10 6,5 2 20 13 3 40 26 15) Com base nos resultados dos exercícios anteriores, quais seriam os resultados de ensaios do tipo UU, com confinantes de 50 e 75 kPa, em corpos de prova moldados a partir da amostra de 10 m de profundidade, admitindo-se que a tensão confinante efetiva de 30 kPa estabelecida logo após a amostragem tenha se mantido na amostra? 16) Os resultados de dois ensaios triaxiais adensados drenados em um solo argiloso são os seguintes: Ensaio nº σ‘3 (kN/m²) σ‘1 (kN/m²) 1 186,3 503,7 2 82,8 331,2 a) Determine a envoltória à trajetória e os parâmetros d’ e β’; b) Determine os parâmetros c’ e φ’ e a envoltória de resistência