Prévia do material em texto
DIMENSIONAMENTO E TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA 2 Tolerância Geométrica 3 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA A construção da peça, somente dentro das tolerâncias dimensionais, não garante que a peça terá seu funcionamento adequado. Veja exemplo abaixo: A figura da esquerda, representa o desenho técnico da peça, a figura da direita representa a peça depois de usinada. Percebemos que além das peças estarem com as dimensões dentro do que é previsto no desenho, também precisamos que estejam com sua forma ideal. Fonte: FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO, [2001?]. 4 Vimos que é quase impossível construir uma peça com as dimensões exatas, utilizamos assim, o recurso das tolerâncias dimensionais. Da mesma forma, também existe a dificuldade de construir com exatidão uma peça com sua forma rigorosamente idêntica ao desenho técnico. Assim existem os desvios de forma e das posições que dentro de certos limites calculados, não prejudicam a qualidade e funcionamento das peças. *FONTE IMAGEM: http://help.solidworks.com/2012/portugue se- brazilian/SolidWorks/sldworks/DimXpert_G eometric_Tolerance.htm?format=P&value= http://help.solidworks.com/2012/portuguese-brazilian/SolidWorks/sldworks/DimXpert_Geometric_Tolerance.htm?format=P&value= 5 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA Veja na tabela abaixo, os tipos de tolerância geométricas aplicadas: 6 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA TOLERÂNCIA DE FORMA: São desvios que uma peça pode apresentar em relação a sua forma geométrica ideal. Essas tolerâncias vem indicadas nos desenhos técnicos das peças, sendo aplicada em ELEMENTOS ISOLADOS. Como por exemplo uma linha ou uma superfície. São elas: * TOLERÂNCIA DE PLANEZA: Imaginamos dois planos, tendo entre eles uma distância t, a variação permitida da planeza, se encontra entre eles. Fonte: FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO, [2001?]. 7 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA Ao verificar o desenho temos a variação permitida pela tolerância. A indicação de planeza, é feita pelo símbolo: Podemos encontrar a peça com as seguintes formas abaixo, visto que devam respeitar a distância especificada entre os dois planos de 0,05mm. 8 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * TOLERÂNCIA DE PLANEZA, COMO MEDIR: Fonte: FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO, [2001?]. 9 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * DESENHO TÉCNICO: *FONTE IMAGEM: SENAI Nova Friburgo RJ 10 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA Vídeo Medição de Planeza 11 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * TOLERÂNCIA DE RETITUDE: Depende de uma linha ou eixo da forma da peça à qual a linha pertence. Quando vamos medir uma parte cilíndrica, determinamos a retitude em relação ao eixo central da parte cilíndrica. A tolerância é determinada por um cilindro imaginário com diâmetro t referente a tolerância especificada no desenho, no caso um cilindro de diâmetro de 0,03mm. Símbolo de retitude: Fonte: FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO, [2001?]. 12 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA Quando vamos medir uma peça de forma prismática, com uma seção retangular, determinamos a retitude em relação à um paralelepípedo imaginário cuja sua base fica definida pelos lados t1 e t2, referente a tolerância especificada no desenho, no caso um paralelepípedo de 0,1mm. Fonte: FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO, [2001?]. 13 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA *FONTE IMAGEM: google.com.br 14 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * TOLERÂNCIA DE RETITUDE, COMO MEDIR: Fonte: FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO, [2001?]. 15 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * DESENHO TÉCNICO: *FONTE IMAGEM: SENAI Nova Friburgo RJ 16 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA Vídeo Medição de Retitude 17 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * TOLERÂNCIA DE CIRCULARIDADE: Em peças com formas de cilindro, cone ou disco, temos a necessidade de verificar a cilindricidade. A tolerância de circularidade, é dada pelo espaço t entre duas circunferências de mesmo centro e diâmetros diferentes, no desenho temos a distância entre essas circunferências de 0,02. Símbolo de circularidade: Fonte: FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO, [2001?]. 18 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * TOLERÂNCIA DE CIRCULARIDADE, COMO MEDIR: Fonte: FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO, [2001?]. 19 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * DESENHO TÉCNICO: *FONTE IMAGEM: SENAI Nova Friburgo RJ 20 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA Vídeo Medição de Circularidade 21 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * TOLERÂNCIA DE CILINDRICIDADE: Em uma peça cilíndrica, a sua forma real fabricada, deve estar entre a dois cilindros imaginários, tendo entre si uma distância t que possuem o mesmo eixo central e diâmetros diferentes. O espaço entre os cilindros imaginários, é a tolerância aceitável (t) da cilindricidade especificada no desenho. Fonte: FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO, [2001?]. 22 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA Ao veirficar o desenho temos a variação permitida pela tolerância, podendo variar conforme desenhoum total de 0,04mm. A indicação de cilindricidade, é feita pelo símbolo: Fonte: FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO, [2001?]. 23 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * TOLERÂNCIA DE CILINDRICIDADE, COMO MEDIR: Fonte: FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO, [2001?]. 24 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * DESENHO TÉCNICO: *FONTE IMAGEM: SENAI Nova Friburgo RJ 25 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA Vídeo Medição de Cilindricidade 26 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * TOLERÂNCIA LINHA QUALQUER: A tolerância de linha qualquer é dada pelo diâmetro t, que está entrre duas linhas imaginária tangentes a circunferência t, que tem seu diâmetro definido pela tolerância especificada no desenho. No caso abaixo, a tolerância é de 0,06mm. Símbolo de linha qualquer: Fonte: FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO, [2001?]. 27 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * TOLERÂNCIA DE LINHA QUALQUER, COMO MEDIR: Utilização de uma tridimensional para realizar a medição. PEÇA PONTEIRA DE MEDIÇÃO 28 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * TOLERÂNCIA DE SUPERFÍCIE QUALQUER: Podemos encontrar peças com formas de superfícies variadas, uma superfície qualquer. Essa tolerância é definida por uma esfera de diâmetro t, cujo o centro da esfera se movimenta pela superfície que tem a forma ideal. Dois planos planos estão tangentes à esfera t, tendo assim o campo de tolerância. Fonte: FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO, [2001?]. 29 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA Ao veirficar o desenho temos a variação permitida pela tolerância um total pedida no desenho de 0,03mm. A indicação de superfície qualquer, é feita pelo síbolo: Fonte: FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO, [2001?]. 30 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * TOLERÂNCIA DE SUPERFÍCIE QUALQUER, COMO MEDIR: Utilização de uma tridimensional para realizar a medição. PEÇA RESULTADO DA MEDIÇÃO LEITOR DE MEDIÇÃO SENSOR ÓPTICO 31 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * TOLERÂNCIA DE PARALELISMO: É a distância entre dois planos ou duas faces definida com relação à um comprimento de referência. O eixo do furo superior é o elemento tolerado, ele está sendo medido em relação ao eixo do furo inferior, que foi tomado como referência. TOLERÂNCIA DE ORIENTAÇÃO: É quando há a necessidade de que pontos ou superficies se comuniquem por meio de interseção de suas linhas. São elas: Fonte: FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO, [2001?]. 32 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA O eixo do furo superior deve estar dentro de uma zona cilíndrica de diâmetro t, paralela ao eixo do furo inferior, podendo variar conforme pedido no desenho um total de 0,02mm. O símbolo de paralelismo: Fonte: FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO, [2001?]. 33 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * TOLERÂNCIA DE PARALELISMO, COMO MEDIR: Fonte: FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO, [2001?]. 34 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * DESENHO TÉCNICO: *FONTE IMAGEM: SENAI Nova Friburgo RJ 35 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA Vídeo Medição de Paralelismo 36 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * TOLERÂNCIA DE PERPENDICULARIDADE: Quando duas linhas ou duas faces, são concorrentes e formam ângulos “retos” ( 90°) entre si. Nessa peça, o furo B é o element tolerado, devendo ficar perpendicular ao furo C, que é o elemento de referência. Fonte: FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO, [2001?]. 37 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA Se toma como referência o eixo do furo C, o campo de tolerância do furo B fica limitado pela distância de dois planos, distância essa que foi limitada nodesenho por 0,05mm. O simbolo de perpendicularidade: Fonte: FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO, [2001?]. 38 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * TOLERÂNCIA DE PERPENDICULARIDADE, COMO MEDIR: *FONTE IMAGEM: SENAI Nova Friburgo RJ Mesas de medição de alta precisão 39 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * DESENHO TÉCNICO: *FONTE IMAGEM: SENAI Nova Friburgo RJ 40 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA Vídeo Medição de Perpendicularidade 41 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * TOLERÂNCIA DE INCLINAÇÃO: É a posição ou estado de uma face de uma peça, que se encontra disposta em posição oblíqua em relação a uma outra face em plano horizontal ou vertical. O furo da peça é o elemento tolerado e deve ficar inclinado a 60° em relação a base da peça que é o elemento de referência. Fonte: FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO, [2001?]. 42 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA O campo de tolerância é limitado por duas retas paralelas, tendo um distância entre si de medida t que formam com a base do ângulo uma inclinação especificada A medida entre as duas retas, foi especificada no desenho com 0,1mm. O símbolo de inclinação: Fonte: FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO, [2001?]. 43 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * TOLERÂNCIA DE INCLINAÇÃO, COMO MEDIR: *FONTE IMAGEM: SENAI Nova Friburgo RJ 44 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * DESENHO TÉCNICO: *FONTE IMAGEM: SENAI Nova Friburgo RJ 45 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA Vídeo Medição de Inclinação 46 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * TOLERÂNCIA DE LOCALIZAÇÃO: Quando a localização de um elemento, por exemplo: um furo, uma linha ou uma superfície, é fundamental para o funcionamento perfeito da peça, devemos determinar sua tolerância de localização. TOLERÂNCIA DE POSIÇÃO: É a diferença entre uma aresta ou superfície da peça e a posição prescrita pelo projeto da peça Fonte: FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO, [2001?]. 47 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA Vimos no desenho, que a locaização do centro do furo é o element tolerado. O campo de tolerância é dado por um cilindro de diâmetro t, que no caso foi especificado no desenho com a medida de 0,06mm. Assim, o centro do furo pode somente se deslocar dentro do limite do cilindro. O símbolo de posição: Fonte: FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO, [2001?]. 48 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * TOLERÂNCIA DE POSIÇÃO, COMO MEDIR: *FONTE IMAGEM: SENAI Nova Friburgo RJ Utilização de uma tridimensional para realizar a medição. PEÇA PONTEIRA DE MEDIÇÃO 49 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * DESENHO TÉCNICO: *FONTE IMAGEM: SENAI Nova Friburgo RJ 50 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA Vídeo Medição de POSIÇÃO 51 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * TOLERÂNCIA DE CONCENTRICIDADE: O campo de tolerância é limitado por um círculo de diâmetro t, cujo centro coincide com o centro de referência. No desenho abaixo o elemento referência é o eixo de centro do diâmetro menor, o element tolerado é o eixo de centro do diâmetro maior. *FONTE IMAGEM: NBR 6409 O centro do círculo que possui o quadro de tolerância, deve está contido dentro de um círculo de diâmetro 0,01mm. Símbolo de concentricidade: 52 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * TOLERÂNCIA DE CONCENTRICIDADE, COMO MEDIR: *FONTE IMAGEM: SENAI Nova Friburgo rj 53 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * DESENHO TÉCNICO: *FONTE IMAGEM: SENAI Nova Friburgo RJ 54 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA Vídeo Medição de CONCENTRICIDADE 55 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * TOLERÂNCIA DE COAXIALIDADE: A linha de centro do elemento tolerado, elemento esse que contém o quadro de tolerância, deve estar contida em um campo cilíndrico de diâmetro t, que no desenho pede 0,08mm de diâmetro. Esse campo cilíndrico tem que estar coaxial com a linha de centro dos elementos de referência, que seriam os corpos onde encontramoa a letra A e B. O símbolo de coaxialidade: *FONTE IMAGEM: NBR 6409 56 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * TOLERÂNCIA DE COAXIALIDADE, COMO MEDIR: *FONTE IMAGEM: SENAI Nova Friburgo rj 57 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * DESENHO TÉCNICO: *FONTE IMAGEM: SENAI Nova Friburgo RJ 58 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA Vídeo Medição de COAXIALIDADE 59 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * TOLERÂNCIA DE SIMETRIA: O campo de tolerância é limitado por dois planos paralelos de distância t e dispostos simetricamente em relação a linha ou plano do elemento de referência. O plano médio do rasgo, elemento tolerado, deve estar contido entre dois planos paralelos, afastados 0,08mm simetricamente posicionados em torno do plano médio do elemento de referência A. Símbolo de simetria: Fonte: FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO, [2001?]. 60 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * TOLERÂNCIA DE SIMETRIA, COMO MEDIR: *FONTE IMAGEM: SENAI Nova Friburgo rj 61 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * DESENHO TÉCNICO: *FONTE IMAGEM: SENAI Nova Friburgo RJ 62 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA Vídeo Medição de SIMETRIA 63 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * TOLERÂNCIA DE BATIMENTO CIRCULAR AXIAL: O campo de tolerância é limitado por duas circunferências, afastadas axialmente em uma distância t e que são perpendiculares ao eixo de rotação. Símbolo utilizado: TOLERÂNCIA DE BATIMENTO: Em um movimento completo de uma peça em torno de seu próprio eixo, pode sofrer oscilação, isto é, deslocamentos em relação ao eixo. O elemento controlado, onde encontramos a caixa de tolerância, pode varia 0,1mm em relação ao elemento referência A. Fonte: FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO, [2001?]. 64 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * TOLERÂNCIA DE BATIMENTO CIRCULAR AXIAL, COMO MEDIR: *FONTE IMAGEM: SENAI Nova Friburgo 65 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * DESENHO TÉCNICO: *FONTE IMAGEM: SENAI Nova Friburgo RJ 66 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA Vídeo Medição de Batimento circular axial 67 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * TOLERÂNCIA DE BATIMENTO TOTAL RADIAL: O batimento total radial, é limitado por duas superficies cilíndricas coaxiais, afastadas entre si por uma distância t, cuja a linha de centro, coincide com a linha de referência. Símbolo usado: *FONTE IMAGEM: NORMA 6409 O batimento total radial não deve ser maior que 0,1mm em qualquer ponto especificado da superfície, durante várias rotações em torno da linha de rotação dos eixos dos elementos referência A e B. 68 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * TOLERÂNCIA DE BATIMENTO TOTAL RADIAL, COMO MEDIR: *FONTE IMAGEM: SENAI Nova Friburgo RJ 69 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * DESENHO TÉCNICO: *FONTE IMAGEM: SENAI Nova Friburgo RJ 70 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA Vídeo Medição de Batimento Total Radial 71 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * INDICAÇÕES DA TOLERÂNCIA EM DESENHOS TÉCNICOS O quadro de tolerância vem sempre ligado ao elemento que se deseja tolerar, terminando em seta, apoiada em uma superfície ou em uma linha. *FONTE IMAGEM: TELECURSO 2000 72 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * INDICAÇÕES DA TOLERÂNCIA EM DESENHOS TÉCNICOS Os elementos de referência são indicados por uma linha que termina com um triângulo cheio. A base do triângulo é apoiado sobre o contorno do elemento ou a uma linha de prolongamento desse contorno. *FONTE IMAGEM: TELECURSO 2000 73 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA * INDICAÇÕES DA TOLERÂNCIA EM DESENHOS TÉCNICOS Entendendo o conteúdo dos quadros: *FONTE IMAGEM: TELECURSO 2000 VALOR DA TOLERÂNCIA SÍMBOLO DE TOLERÂNCIA ELEMENTO REFERÊNCIA ELEMENTO A QUEM ELE ESTÁ SE REFERENCIANDO 74 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6158: sistemas de tolerâncias e ajustes. Rio de Janeiro, 1995. 79 p. FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO. Leitura e interpretação de desenho técnico mecânico: aulas 1 a 30. [São Paulo]: Globo, [2001?]. 3 v. (Telecurso 2000). SENAI. Departamento Nacional. Desenho técnico mecânico. Brasília: SENAI/DN, 2015. 168 p. (Série Mecânica).