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Tecnologia dos Alimentos Sebastião Sérgio Lima Cronograma Data Tecnologia dos Alimentos 11/ago Apresentação 18/ago Conservação pelo calor 25/ago Branqueamento e Pasteurização 01/set Branqueamento 08/set Fermentação 15/set Refrigeração e congelamento 22/set Adição de açúcar e sal 29/set A1 Cronograma Data Tecnologia dos Alimentos 06/out Geleia 13/out Aditivos e Coadjuvantes 20/out Produtos cárneos 27/out Iogurte 03/nov Óleos e gorduras 10/nov Picles 17/nov Embalagens 24/nov A2 01/dez Vista 08/dez A3 Trabalho de A1 • Temas: • Bebidas com sabor de fruta • Bebidas lácteas • Refrigerantes • Sorvetes • Pastas e cremes • Biscoitos • Molhos prontos • Alimentos congelados prontos para consumo • Atividade: • Visitar grande supermercado em busca do melhor e do pior produto de acordo com a quantidade de aditivos alimentares • Identificar o preço de cada um • Apontar os riscos para a saúde desses produtos • Apresentar modo de preparo saudável alternativo para esse produto Introdução à Tecnologia de Alimentos Introdução à Tecnologia de Alimentos Introdução à Tecnologia de Alimentos Introdução à Tecnologia de Alimentos Introdução à Tecnologia de Alimentos Introdução à Tecnologia de Alimentos Introdução à Tecnologia de Alimentos Introdução à Tecnologia de Alimentos Introdução à Tecnologia de Alimentos Introdução à Tecnologia de Alimentos Introdução à Tecnologia de Alimentos Introdução à Tecnologia de Alimentos Introdução à Tecnologia de Alimentos Obrigado 21 99479-5653 professorsergiolima@yahoo.com.br Tecnologia dos Alimentos Branqueamento Pasteurização Sebastião Sérgio Lima Roteiro • Conservação dos Alimentos • Classificação • Branqueamento • Pasteurização • Tindalização Conservação dos Alimentos • Eliminação total ou parcial de fatores que afetam negativamente os alimentos • Biológica (ex. bactérias) • Química (ex. enzimas) • Aplicação de Princípios físicos ou químicos combinados ou não Temperaturas Água Aditivos coadjuvantes de tecnologia Atmosfera controlada RadiaçõesFiltração Métodos de Conservação dos Alimentos Métodos Tipos Calor Pasteurização, Esterilização, Branqueamento Frio Refrigeração, Congelamento, Liofilização Controle de Umidade Secagem, desidratação Irradiação Radulização Adição de Soluto Açúcar, Sal Defumação **** Adição de Elementos Aditivos Fermentação Láctica, Acética, Alcoólica Limpeza da Matéria-Prima •Procedimentos que podem reduzir a necessidade do emprego de tratamentos térmicos mais severos durante o processamento. • Lavagem • Remoção de partes deterioradas • Filtração • Centrifugação • Sedimentação Tamização Peneração Mimetização Processos Térmicos Branqueamento - Resfriamento • Absolutamente indispensável o resfriamento rápido e imediato na saída do processo de branqueamento. • Interromper a ação do calor permitindo controlar melhor a duração do tratamento, • Redução do consumo de energia durante o processo de congelamento. Branqueamento + aditivo químico em baixas concentrações Branqueamento - Resfriamento • Absolutamente indispensável o resfriamento rápido e imediato na saída do processo de branqueamento. • Interromper a ação do calor permitindo controlar melhor a duração do tratamento, • Redução do consumo de energia durante o processo de congelamento. • Método • Agua corrente, exigindo pouco investimento mas pode provocar uma perda considerável de sólidos solúveis do produto. • Circulação de ar seco • Associação de ar seco seguida de imersão em água resfriada. Branqueamento – Repercussão ✓ Perda de NUTRIENTES (substs hidrossolúveis) ✓ Clarear alguns alimentos ✓ Manutenção da cor – carbonato de cálcio ou de sódio ✓ Amolecimento dos vegetais (envase) Branqueamento Branqueamento Critérios Branqueamento em água Branqueamento em vapor Produção de efluentes - + Perdas por lixiviação - + Lavagem complementar do produto + - Consumo de água - + Trocas térmicas + - Controle de temperatura + - Eficácia térmica do tratamento + - Homogeneidade do tratamento + - Facilidade de manutenção + - Possibilidade de incorporação de aditivos químicos + - Custo de tratamento + - Fonte: Philippon (1984) e modificado por Lima, D.M. (2010) Branqueamento por Imersão Branqueamento perda de vitaminas Branqueamento perda de vitaminas Vitamina Sem branqueamento Com branqueamento C 90% 50% B1 70% 20% B2 40% 3% Branqueamento Efeito do branqueamento sobre a perda de ácido ascórbico em vegetais Tratamento (branqueamento/resfriamento) Couve-flor ( % perda) Ervilha verde (%perda) Água / Água 38,7 29,1 Água / Ar 30,6 25,0 Vapor/ Água 22,2 24,2 Vapor/ Ar 9,0 14,0 Pasteurização • O método da pasteurização leva este nome em homenagem a Louis Pasteur (1864), o primeiro a perceber que havia a possibilidade e inativação de microrganismos deterioradores em vinho por meio da aplicação de calor. • Objetivo • Eliminar microbiota patogênica e peq carga de alteradores e ENZIMAS – aumenta SHELF LIFE. • Temperatura • Menor que 100ºC Pasteurização Pasteurização • Emprego: • I) alimento a ser conservado (ex:leite e suco), é susceptível a alterações quando expostos a elevadas temperaturas; • II) Agentes microbianos do tipo de alimento apresentam baixa termorresistência; • III) agentes competitivos podem ser eliminados sem prejudicar agentes benéficos (iogurte). Pasteurização • Método temporário! • Cuidados complementares: • Na pasteurização são destruída parte dos mo presentes nos alimentos, sendo recomendado na sequência os cuidados complementares como uso da refrigerãção; adição de açúcar e estabelecimento de condições de anaerobiose – ausência de ar. Pasteurização - Tipos TIPOS DE PASTEURIZAÇÃO • HTST (Hight Temperature Short Time) – rápida • LTLT (Low Temperature – Long Time) - lenta Temperatura: 72oC Tempo: 15 segundos Eficácia: passagem do líquido por trocadores de calor, com vazão que permite o líquido alcançar a temperatura desejada. Temperatura: 62oC Tempo: 30 minutos Eficácia: recomendado para peqs unds industriais – Fator limitador: tamanho do recipiente utilizado para o aquecimento da M.P. Pasteurização - Tipos Diagrama de fluxo do pasteurizador (Ordóñez, 2005). Pasteurização - Exemplos Leite de vaca Leite humano – Banco de leite Polpa de frutasSucos Pasteurização - Exemplos Vinhos Cervejas Gema e clara de ovos UHT UHT Tindalização TINDALIZAÇÃO ✓Método proposto pelo físico inglês John Tyndall. ✓ Temperaturas de 60 a 90oC por 10 a 20 min ✓ Destrói as formas vegetativas, mas não os esporos; ✓Depois de 24 horas – novo aquecimento e novo resfriamento; ✓Número de operações: 3 a 12 vezes – obter a “esterilização completa”. Vantagem: - Mantêm os nutrientes e a qualidade sensorial em melhores condições!! Desvantagem: - Custo elevado!! Obrigado 21 99479-5653 professorsergiolima@yahoo.com.br Tecnologia dos Alimentos Conservação parte 2 Sebastião Sérgio Lima Roteiro • Conservação dos Alimentos • Apertização • Liofilização • Evaporação • Refrigeração • Congelamento Apertização • Patenteado pelo confeiteiro parisiense Nicolas Appert em 1809! • Ganhou prêmio de 12 mil francos por ter descoberto um processo de conservação de alimentos por longo período – prêmio estipulado por Napoleão. • Conhecida como esterilização comercial • Produtos já elaborados e envasados em latas, vidros ou plásticos autoclaváveis. • Aquecimento do produto preparado, em recipientes hermeticamente fechados, na ausência relativa de ar • Não afeta significativamente o alimento • Mo deteriorantes são destruídos ou INIBIDOS a ponto de não poderem se desenvolver em condições normais de armazenamento. Apertização • Patenteado pelo confeiteiro parisiense Nicolas Appert em 1809! • Ganhou prêmio de 12 mil francos por ter descoberto um processo de conservação de alimentos por longo período – prêmioestipulado por Napoleão. • Conhecida como esterilização comercial • Produtos já elaborados e envasados em latas, vidros ou plásticos autoclaváveis. • Aquecimento do produto preparado, em recipientes hermeticamente fechados, na ausência relativa de ar • Não afeta significativamente o alimento • Mo deteriorantes são destruídos ou INIBIDOS a ponto de não poderem se desenvolver em condições normais de armazenamento. Apertização da sardinha em lata Nutricionalmente... - Vitamina C - Vitamina B1 - Vitamina D + Na Ômega 3 ??? Evaporação • Redução de água do alimento de 1/3 a 2/3 do volume inicial, por ação do calor. • Essa remoção não esteriliza! • Mais métodos são necessários como pasteurização e apertização • Pode provocar escurecimento e surgimento de sabor e aroma de queimado Uso do frio • Principal objetivo é retardar crescimento, reações químicas e enzimáticas • Quanto menor a temperatura maior será a eficiência • Tem potencial para destruição de microrganismos • Pode mudar características organolépticas • Não é um sistema de esterilização • Reduz perdas nutricionais Uso do frio - Etapas • Seleção de alimentos de boa qualidade • Aplicação rápida do frio • Reduz tamanho dos cristais • Reduz perdas nutricionais • Reduz exudação • Preserva melhor as características Refrigeração • De -1 a 10 ºC • Poucas alterações dos alimentos • Alimentos perecíveis • Consumo imediato • Fatores que interferem no tempo de prateleira • Temperatura • Umidade • Embalagem • Atmosfera controlada Congelamento • Conservação de longo prazo • Temperatura pode chega a – 40ºC • Reduz água livre • Concentra água não congelada • Embalagem • Evita desidratação • “queimadura pelo gelo” Congelamento • Congelamento Lento: • - 15 a -29ºC: por 3 a 12 horas • Maiores alterações: cristais de gelo GRANDES, rompimento de células • Maior perda de líquido descongelamento. • Congelamento Rápido: • Mesma temperatura X Tempo: máx 30’ • Menores alterações: cristais de gelo PEQUENOS, pouco rompimento de células • Menor perda de líquido descongelamento • Inativação enzimática mais rápida Congelamento • Congelamento por Contato: • Placas • Pequenas quantidades Congelamento • Congelamento por corrente de ar frio: • Ar imóvel (lento): baixo custo com exigência de controle de temperatura (ex.: freezer). • Ar circulante (rápido): alto custo Congelamento • Congelamento por imersão • Direto (contato com líquido refrigerante • Indireto (produto embalado) Congelamento • Congelamento por gases liquefeitos • Processo rápido • Conserva características sensoriais • Elimina oxigênio Congelamento • Congelamento super rápido • Temperatura pode chegar a -50ºC • Cristais de gelo pequenos • Alimento é mantido a -18ºC • Maior custo Liofilização Liofilização • Remoção da água livre • Etapas • Congelamento do produto (– 40ºC) • Aplica-se o vácuo quase absoluto • O alimento é submetido ao calor para sublimar a água que estava na forma de cristais • O alimento deve ser imediatamente embalado hermeticamente em presença de atmosfera inerte (usualmente nitrogênio) • Por fim, temos a secagem secundária para aproximar a temperatura de comercialização • Este ambiente permite que os micro cristais de gelo evaporem sem romper as estruturas moleculares • Após a sublimação, a umidade esperada do produto é de 1 a 2% Liofilização Liofilização VANTAGENS DESVANTAGENS Baixa temperatura de operação Econômica Multiplicação microbiana Envase Inibe reações enzimáticas Perda de peso/volume Redução de perdas de componentes voláteis Reidratação Estrutura do produto Sem refrigeração Obrigado 21 99479-5653 professorsergiolima@yahoo.com.br Tecnologia dos Alimentos Conservação parte 3 Sebastião Sérgio Lima Roteiro • Adição de soluto • Fermentação • Pão • Cerveja • Queijo Adição de Soluto • Princípio básico da desidratação • Sem retirada de água • Redução na água livre • Solutos mais comuns • Sal • Açúcar • Combinação com outros métodos • Apertização • Defumação Adição de Soluto • Princípio básico da desidratação • Sem retirada de água • Redução na água livre • Solutos mais comuns • Sal • Açúcar • Combinação com outros métodos • Apertização • Defumação Adição de Soluto • Princípio • Alimento é mergulhado na solução hipertônica • Uso domiciliar ou industrial • Alimentos • Frutas e hortaliças • Doces • Carnes Frutas cristalizadas • Etapas • Descasque • Corte • Branqueamento • Xarope • Água potável • Até 70% de açúcar • Não pode formar cristais ou xarope Frutas cristalizadas • Cristalização • Aquecimento do conjunto • Retirada das frutas • Formação de cristais • Novo banho • Variáveis • Tipo de alimento • Tamanho • Ponto de maturação Frutas glaceadas • Processo similar a cristalização • Utilização de xarope mais concentrado • Notória camada de cristais de açúcar na superfície Frutas em calda • Cocção em calda de açúcar Geleia de fruta • Fruto selecionado • Triturado • Amassado • Liquidificado • Cocção com açúcar • Proporção de açúcar 50% (extra) ou 60% (comum) • Forma final • Pectina • Acidez • Carboidratos (fruta e açúcar) Conserva de vegetais • Salmouras • Palmito, milho, ervilha, picles • Pode ou não ser acidificada • Concentração usual inferior a 5% • Combinação • Branqueamento • Apertização Conserva de carnes • Adição direta de sal ou salmoura • Mudança sabor • Aumento de biodisponibilidade • Pode ser combinada a outros métodos • Defumação • Uso de aditivos químicos • Secagem • Controle de atmosfera Fermentação • Processo natural anaeróbio • Bactérias • Fungos (leveduras ou bolores) • Modificação sensorial e conservação • Alimentos • Pães • Iogurte e queijos • Bebidas alcoólicas • Chucrutes • Alimentos a base de soja Fermentação • Alcoólica • Produção de pães e bebidas • Formação de CO2 e álcool • Calor evapora etanol e mata levedura Fermentação • Acética • Produção de vinagre • Forma ácido acético • Pode ter como matéria prima bebidas alcoólicas Fermentação • Láctea • Transforma lactose em ácido lácteo • Coagulação das proteínas • Coalho e soro Fermentação • Natô ou natto • Fermentado de soja • Cheiro e sabor característicos • Reduz risco de doença cardiovascular em 10% • Etapas • Cocção • Adição do Bacillus subtilis • 24 horas de fermentação https://www.bbc.com/portuguese/geral-53970021 Obrigado 21 99479-5653 professorsergiolima@yahoo.com.br Tecnologia dos Alimentos Aditivos e Coadjuvantes Sebastião Sérgio Lima Roteiro • Conceitos • Legislação • Aditivos • Coadjuvantes Conceitos • Ingrediente • Substância adicionada que está presente no produto final • Aditivo • Ingrediente adicionado sem propósito de nutrir • Modifica características físicas, química, biológica ou sensorial • Pode nutrir! • Coadjuvante • Elemento utilizado no processo ou preparo do alimento que é removido ou inativado no produto final • Não é ingrediente! Legislação • Portaria Nº 540 – SVS/MS, de 27 de Outubro de 1997 • Em atualização recorrente Conceitos • Ingrediente • Aditivo • Coadjuvante Aditivos Alimentares • Quando deve ser usado • Segurança • Limitada a menor quantidade possível • Tecnológica • Sanitárias • Nutricionais • Sensoriais Aditivos Alimentares • Proibido quando • Não é seguro • Interferir sensivelmente negativamente no valor nutricional do alimento • Encobrir falhas no processo ou manipulação • Adulterar produto já elaborado • Induzir o consumidor ao erro • Princípio da transferência • Aditivos alimentares adicionados a um dos ingredientes pode não ser citado no rótulo Aditivos Alimentares - BPF • Os aditivos sem dose máxima segundo IDA ou FAO Aditivos Alimentares - Função • Agente de Massa: substância que proporciona o aumento de volume e/ou da massa dos alimentos, sem contribuir significamente para o valor energéticodo alimento. • Etilcelulose • Antiespumante: substância que previne ou reduz a formação de espuma. • Mono e diglicerídeos • Antiumectante: substância capaz de reduzir as características higroscópicas dos alimentos e diminuir a tendência de adesão, umas às outras, das partículas individuais. • Carbonato de cálcio Aditivos Alimentares - Função • Antioxidante: substância que retarda o aparecimento de alteração oxidativa no alimento. • Lactato de potássio • Corante: substância que confere, intensifica ou restaura a cor de um alimento. • Caramelo I (150a) • Conservador: substância que impede ou retarda a alteração dos alimentos provocada por microrganismos ou enzimas. • Ácido acético Aditivos Alimentares - Função • Edulcorante: substância diferente dos açúcares que confere sabor doce ao alimento. • Sorbitol • Espessantes: substância que aumenta a viscosidade de um alimento. • Goma xantana • Geleificante: substância que confere textura através da formação de um gel. • Gelatina Aditivos Alimentares - Função • Estabilizante: substância que torna possível a manutenção de uma dispersão uniforme de duas ou mais substâncias imiscíveis em um alimento. • Carbonato de magnésio • Aromatizante: substância ou mistura de substâncias com propriedades aromáticas e/ou sápidas, capazes de conferir ou reforçar o aroma e/ou sabor dos alimentos. Aditivos Alimentares - Função • Umectante: substância que protege os alimentos da perda de umidade em ambiente de baixa umidade relativa ou que facilita a dissolução de uma substância seca em meio aquoso. • Triacetato de glicerila • Regulador de Acidez: substância que altera ou controla a acidez ou alcalinidade dos alimentos. • Acetato de sódio • Acidulante: substância que aumenta a acidez ou confere um sabor ácido aos alimentos. Aditivos Alimentares - Função • Emulsionante/Emulsificante: substância que torna possível a formação ou manutenção de uma mistura uniforme de duas ou mais fases imiscíveis no alimento. • Alginato de sódio • Melhorador de Farinha: substância que, agregada à farinha, melhora sua qualidade tecnológica para os fins a que se destina. • Lactato de cálcio • Realçador de Sabor: substância que ressalta ou realça o sabor/aroma de um alimento. • Glutamato de sódio Aditivos Alimentares - Função • Fermento Químico: substância ou mistura de substâncias que liberam gás e, desta maneira, aumentam o volume da massa. • Bicarbonato de sódio • Glaceante: substância que, quando aplicada na superfície externa de um alimento, confere uma aparência brilhante ou um revestimento protetor. • Cera de abelha • Agente de Firmeza: substância que torna ou mantém os tecidos de frutas ou hortaliças firmes ou crocantes, ou interage com agentes geleificantes para produzir ou fortalecer um gel. • sorbitol Aditivos Alimentares - Função • Sequestrante: substância que forma complexos químicos com íons metálicos. • Citrato monossódico • Estabilizante de cor: substância que estabiliza, mantém ou intensifica a cor de um alimento. • Bicarbonato de sódio • Espumante: substância que possibilita a formação ou a manutenção de uma dispersão uniforme de uma fase gasosa em um alimento líquido ou sólido. • Metilcelulose Coadjuvantes Alimentares- Função • Catalizador: • substância que inicia e/ou acelera a velocidade das reações químicas e enzimáticas. • Fermento Biológico: • levedura e outros microrganismos utilizados em processos de tecnologia alimentar que envolvem fermentação. • Agente de Clarificação/Filtração: • substância que tem a propriedade de clarificar e auxiliar a filtração de alimentos, facilitando a absorção de impurezas e sua remoção no momento da filtração. • Agente de Coagulação: • substância que promove a coagulação, facilitando a separação das substâncias durante o processo, ou a modificação da textura do alimento, com exceção dos coalhos. • Agente de controle de microrganismos: • substância que tem a propriedade de controlar e/ou inibir o desenvolvimento de microrganismos em determinada fase do processo de fabricação do alimento. Coadjuvantes Alimentares- Função • Agente de floculação: • substância que promove a floculação com o objetivo de facilitar a separação de outras substâncias do meio. • Agente e suporte de imobilização de enzimas: • substância que atua como agente ou suporte para a imobilização de enzimas. • Agente de lavagem e/ou descascamento: • substância que tem a propriedade de atuar sobre a superfície de produtos de origem vegetal ou animal, facilitando a limpeza ou descascamento. Coadjuvantes Alimentares- Função • Agente de resfriamento/Congelamento por contato: • substância que promove o resfriamento/congelamento por contato. • Agente degomante: • substância que favorece a remoção ou separação de gomas ou mucilagens. • Enzima ou preparação enzimática: • substância de origem animal, vegetal ou microbiana que atua favorecendo as reações químicas desejáveis. Coadjuvantes Alimentares- Função • Gás propelente, gás para embalagens: • gás inerte que serve de veículo para propelir alimentos ou substituir o ar nas embalagens. • Lubrificante, agente de moldagem ou desmoldagem: • substância que lubrifica evitando a aderência e auxilia na moldagem. • Nutriente para leveduras: • substância que nutre os fermentos biológicos para que mantenham seu desempenho durante o processo de fermentação. • Resina de troca iônica, membranas e peneiras moleculares: • substância que possibilita a separação, fracionamento ou troca de componentes de alimentos. Coadjuvantes Alimentares- Função • Solvente de extração e processamento: • substância que tem a capacidade de dissolver parte dos componentes de um alimento, facilitando sua extração e separação. • Agente de inibição enzimática antes da etapa de branqueamento: • substância que inibe reações enzimáticas de oxidação. • Detergente: • substância que modifica a tensão superficial em alimentos. https://www.uerj.br/noticia/pesquisa-da-uerj-aponta-aditivos-quimicos-presentes-na-maioria-dos-alimentos-industrializados-no-brasil/ Obrigado 21 99479-5653 professorsergiolima@yahoo.com.br Tecnologia dos Alimentos Carnes Sebastião Sérgio Lima Roteiro • Mercado de carnes • Definição • Salga • Cura • Defumação • Novas tecnologias Mercado de Carnes • Principal exportador • China, EU, Chile e Rússia Mercado de Carnes • Principal exportador • China, EU, Chile e Rússia • Industrialização • Bacon, linguiça, embutidos • Suínos e Aves Definição • Tecidos animais processados ou in natura para consumo humano • Vermelha • Bovino • Suíno • Caprino • Bubalino • Ovino • Branca • Aves • Pesca • “Caça” Composição • Proteína (20%) • Sarcoplasmáticas • Miofibrilares • Insolúveis Composição • Lipídeos (3 a 13%) • Extracelular • Intramuscular • Intermuscular Composição • Carboidratos (menor de 1%) • Glicogênio • pH (ácido lático) • Abate Processamento • Temperatura • Congelamento • Resfriamento • Cocção • Salga • Cura Salga • Objetivo principal está no sabor • Menor importância como método de conservação • Remove água • Aplicação do sal promove CURA e MODIFICAÇÕES SENSORIAIS. Salga • Conservação • Alteração de pressão osmótica remove água dos tecidos • Retira água intracelular • Remove água ligada a estruturas • Desnaturação • Inibi atividade enzimática • Inibi proliferação microbiana Granulometria • Sal fino • Penetração rápida no início do processo • Provoca coagulação das proteínas da superfície da carne • Reduz posterior penetração • Sal grosso • Penetração lenta • Não coagula proteína • Produz características indesejáveis, em especial em dias quentes. • Salga ideal é 50% fino e 50% grosso Salga Seca • Salga seca: • Camadas alternadas de sal e a matéria-prima • Permite eliminação da salmoura • Produto final (> 50% H2O e 18% NaCl) • Secar até < 50% H2O • Vantagens: • Forte efeito desidratante;• Rapidez na penetração do sal; • Desvantagens: • Penetração do sal não homogênea; • Grande desnaturação (aparência desagradável e baixo rendimento) Secagem natural Salga Úmida Salga Úmida • NaCl 5% • Inibe o crescimento microbiano de anaeróbios. • Não tem efeito sobre os microrganismos aeróbios e anaeróbios facultativos; • NaCl 10% • Inibe o crescimento da maioria das bactérias. Salga Úmida • A matéria-prima é colocada em imersão com NaCl, de diferentes concentrações. • Processo prévio para outros métodos de conservação (defumação) • Indicação pescados com elevado teor de gordura! • As peças salgadas são colocadas em recipientes onde se acumula uma salmoura da própria umidade devido a penetração do sal. • Ex: carne de sol (salga seca e salga úmida) Salga Úmida • Vantagens: • Prevenção da oxidação das gorduras pelo O2; • Possibilidade de ajuste da concentração do sal; • Moderada desidratação do produto. • Desvantagem: • Ineficaz penetração do sal em peças grandes Cura • Adição de agentes de cura, conferindo ao alimento odor, coloração e sabor característicos • Agentes de cura: • - nitrato, nitrito, açúcar, condimentos (salsa, cebola, cravo-da-índia, canela,...) • Ex. carnes curadas Acém, paleta, coxão duro, lagarto Cura • Nitrito: • Não é eficaz como agente conservador – C. botulinum; • Atua na manutenção da coloração vermelha das carnes bovinas; • Ação bacteriostática; • Nitrosaminas Cura • Açúcar: • Dissimular o sabor amargo provocado pelo nitrato e por impurezas no NaCl; • Atua como conservador indireto por reduzir a atividade aquasa. • Condimentos: • Interferem no sabor; • Os óleos etéreos presentes inibem o crescimento de microrganismos; • Atuam como antioxidantes; • Ação bacteriostática. Defumação • Definição • Processo de aplicação da fumaça aos produtos alimentícios, produzida TRADICIONALMENTE, pela combustão incompleta de algumas madeiras previamente selecionadas ou por imersão em substâncias defumantes. • Produtos defumados: • São produtos que após os processos de cura são submetidos à defumação para conferir- lhes sabor e aroma característicos, além de um prazo maior de vida comercial por desidratação parcial. Defumação • Atualmente não é aplicado isoladamente como método de conservação. • Promove perda de água na superfície dos alimentos. • Promove alterações sensoriais (FENÓIS, ALDEÍDOS). • Inibem oxidação lipídica (rancificação). • Perda de água e ação dos constituintes da fumaça. • Barreira física e química contra penetração e atividade de microrganismos Defumação • Obtenção da fumaça: • Madeira, serragem ou carvão. • 20-30% de celulose; • 40-60% de hemicelulose; • 20-30% de lignina → pode gerar substâncias cancerígenas: • 3,4-benzopireno e 1,2,5,6- fenantraceno (↑ 350oC). Defumação • Constituintes da fumaça (liberados entre 200 e 400oC ): • Acetaldeídos e outros aldeídos • Ácidos alifáticos • Álcoois • Cetona • Fenóis • Gases (CO2, SO2, N2) • Mistura de ceras e resinas – alteram o sabor!!! Defumação Técnicas • Defumação a quente (120oC) • Produtos como salsichas – consumo sem cocção prévia • temperatura e UR controladas • defumação rápida (até 6 horas) • efeito preservativo menor • Defumação a frio (12-28 oC) • Presuntos crus e outros produtos curados • defumação demorada (até - 4 semanas) • efeito conservador maior (> contato com fumaça) Defumação • CIRCULAÇÃO NATURAL DE AR: abertura ou fechamento das chaminés; • AR FORÇADO (condicionado ou contínuo): controle uniforme de ar, temperatura (semi-artesanais e industriais). • Tempo e temperatura dependem do produto, do tamanho das peças e do objetivo de comercialização. Defumação Vantagens • Impregnação da fumaça protegendo contra microrganismos. • Poder conservador devido ao calor alcançado e penetração dos componentes da fumaça. • O sal presente e a desidratação conservam o alimento. • Quase a todas as bactérias não esporuladas são destruídas. • Retarda a oxidação de gordura. Defumação Líquida • Fumaça Líquida (smoke flavor) • Uniformidade e simplicidade de aplicação; livre de substâncias nocivas e despreocupação com problemas ambientais. • Obtida por condensação e destilação fracionada da fumaça – fumaça tratada com água, azeite ou solventes orgânicos. • Pode ser produzida sinteticamente!!! Defumação Líquida • Pode ser aplicada diretamente ao produto, fora do fumeiro, por adição ou imersão ou dentro do fumeiro, por pulverização. • Vantagens: • Não contém substâncias tóxicas; • Economicamente mais barata; • Processo controlado Defumação Fumaça Sólida • Fumaça em pó adsorvido basicamente em sal, especiarias, glicose e gomas ( 2 a 5%). • Sua utilização é simples e rápida, com a vantagem de diminuir a emissão das câmaras de defumação e o custo de limpeza destas. • Pode ser usada: • Incorporada diretamente à mistura dos ingredientes, como nos produtos picados – Salsicha e salame. • Imersão dos produtos em solução de aroma de fumaça ( 5 a 60 seg.). Obrigado 21 99479-5653 professorsergiolima@yahoo.com.br Tecnologia dos Alimentos Óleos e Gorduras Sebastião Sérgio Lima Roteiro • Histórico • Definição • Extração Histórico ✓ Brasil – maior produtor e consumidor de óleos vegetais da América Latina. ✓ 1ª Fase: anos 50 – ÓLEO DE ALGODÃO • Óleo neutro com propriedades adequadas para industrialização / frituras (altas ToC). • Desvantagem: presença de gossipol (composto polifenólico – cor amarelada / “livre” e “ligada” à lisina – processamento promove “ligação”) ✓ 2ª Fase: década 60 – ÓLEO DE AMENDOIM • Aroma agradável (desodorização) • Desvantagem: AFLATOXINA ✓ 1972: Cultivo da soja➔ ÓLEO DE SOJA Aflatoxina ✓Produto do metabolismo fúngico ✓Intoxicação aguda ✓ Lesão hepática com febre, vômitos e icterícia ✓Intoxicação crônica ✓ Carcinoma hepático Definição ✓Produtos de extração da fração lipídica de sementes e frutos com altos teores de gordura. ✓Obtenção: extração a frio (prensagem mecânica) ou por solventes orgânicos. ✓Extração: 12% da matéria-prima Legislação ✓ “Óleos e gorduras vegetais são produtos constituídos principalmente de glicerídeos de ácidos graxos de espécie(s) vegetal(is)... ✓ ... Podem conter pequenas quantidades de outros lipídeos como fosfolipídios, constituintes insaponificáveis e ácidos graxos livres naturalmente presentes no óleo ou na gordura.” (RDC 270/2005) ✓Outras legislações: ✓ IN49/2006 – Regulação técnica da produção de óleos ✓ RDC 481/2021 – Requisitos sanitários para produção ✓ IN/87/2021 – Parâmetros e vegetais que podem ser utilizados Características ✓Insolubilidade em água ✓Solúvel em solventes orgânicos Composição de óleos Azeite, de dendê 43,1 40,1 16,6 Azeite, de oliva, extra virgem 14,9 75,5 9,5 Manteiga, com sal 49,2 20,4 1,2 Manteiga, sem sal 51,5 21,9 1,5 Margarina, com óleo hidrogenado, com sal (65% de lipídeos) 14,9 18,2 21,4 Margarina, com óleo interesterificado, com sal (65%de lipídeos) 21,9 15,0 27,6 Margarina, com óleo interesterificado, sem sal (65% de lipídeos) 20,9 14,4 26,5 Óleo, de babaçu 50,9 18,6 30,2 Óleo, de canola 7,9 62,6 28,4 Óleo, de girassol 10,8 25,4 62,6 Óleo, de milho 15,2 33,4 50,9 Óleo, de pequi 39,9 55,8 4,2 Óleo, de soja 15,2 23,3 60,0 SAT Mono Poli100 ml Composição de óleos 0,0 10,0 20,0 30,0 40,0 50,0 60,0 70,0 80,0 90,0 100,0 Poli Mono Sat Composição de óleos 0,0 10,0 20,0 30,0 40,0 50,0 60,0 70,0 80,0 90,0 100,0 Poli Mono Sat Composição de óleos 0,0 10,0 20,0 30,0 40,0 50,0 60,0 70,0 80,0 90,0 100,0 Poli Mono Sat Poliinsaturados 0,00 10,00 20,00 30,00 40,00 50,00 60,00 70,00 n-3 n-6 Poliinsaturados 0,00 10,00 20,00 30,00 40,00 50,00 60,00 70,00 n-3 n-6 Poliinsaturados 0,00 5,00 10,00 15,00 20,00 25,00 30,00 35,00 40,00 45,00 n-3 n-6 Extração do óleo ✓Processo industrial de elevado custo e estrutura✓Processo artesanal é possível Extração do óleo ✓Óleo ✓Farelo/torta – alimentação humana e animal ✓Gomas - emulsificantes ✓Borra alcalina - sabão ✓Substâncias Destiladas – conc. vitaminas, esteróis e AGL ✓Ceras/estearina – cosméticos, ração, vela, etc. Extração do óleo ✓Etapas ✓Avaliação ✓Pré Limpeza e secagem ✓Armazenamento Extração do óleo ✓Limpeza e pesagem ✓Descorticação ✓Laminação e trituração ✓Cozimento ✓Facultativa ✓Extração ✓Frio e ou solvente Extração do óleo ✓Limpeza e pesagem ✓Descorticação ✓Laminação e trituração ✓Cozimento ✓Facultativa ✓Extração ✓Frio e ou solvente Extração do óleo ✓Uso de solvente ✓Hexano ou etanol ✓Destilação com insuflação de vapor direto ✓Vantagens ✓Alto percentual de rendimento ✓Produto mais estável a altas temperaturas ✓Possibilidade de obtenção de sub-produtos Extração do óleo ✓Uso de solvente ✓Hexano ou etanol ✓Destilação com insuflação de vapor direto ✓Vantagens ✓Alto percentual de rendimento ✓Produto mais estável a altas temperaturas ✓Possibilidade de obtenção de sub-produtos ✓Desvantagens ✓Perda de nutrientes durante o processo ✓Geração de resíduos ✓ Agressiva ao ambiente (produtos tóxicos) Refino do óleo ✓Degomagem ✓Remoção de fosfolipídios ✓Obtenção da lecitina ✓Água ou ácido Refino do óleo ✓Degomagem ✓Remoção de fosfolipídios ✓Obtenção da lecitina ✓Água ou ácido Refino do óleo ✓Degomagem ✓Remoção de fosfolipídios ✓Obtenção da lecitina ✓Água ou ácido Refino do óleo ✓Neutralização ✓Ajuste de pH Refino do óleo ✓Neutralização ✓Ajuste de pH – 2 etapas Refino do óleo ✓Neutralização ✓Ajuste de pH – 3 etapas Refino do óleo ✓Branqueamento ✓ Remoção de pigmentos ✓ Silicato de alumínio ✓ Argila ✓ Carvão ✓ Filtragem ✓ Tanques: agitadores + aquecimento a vapor em vácuo para evitar oxidação ✓ Óleo bem seco 80 –950C/vácuo ✓ Agitação por 20 – 30 min. ✓ Filtro prensa (separação) Refino do óleo ✓Winterização ✓Etapa facultativa ✓Remoção de ceras por filtragem com ou sem centrifugação Refino do óleo ✓Desodorização ✓Remoção de compostos voláteis Refino do óleo ✓Desodorização ✓Remoção de compostos voláteis ✓Temperatura: 180 até 270°C e vácuo. ✓ Tempo: 15 até 80 minutos (usual 45 a 60’) Pode chegar a 3 horas! ✓ Etapas: : Desaerarão, Aquecimento, Retenção, Resfriamento Obrigado 21 99479-5653 professorsergiolima@yahoo.com.br Tecnologia dos Alimentos Embalagens Sebastião Sérgio Lima Roteiro • Histórico • Conceitos • Legislação • Classificação • Função Embalagens • Histórico • Primeiros registros datam de 4.000 A.C • Partes de animais • Partes de plantas • Conchas • Finalidade • Transporte • Proteção • Facilidade de consumo Embalagens • Histórico • Evolução das embalagens com manufatura • Novos materiais • Barro • Madeira • Tranças com fibras naturais • Couro manufaturado Embalagens • Fase protetiva (1760 – 1890) • Primeiras embalagens modernas • Armazenagem • Transporte • Manuseio • Novos materiais como o vidro e estanho Embalagens • Fase ilustrativa (1890 - 1930) • Criação de marcas • Rótulos • Meio de comunicação Embalagens • Fase ilustrativa (1890 - 1930) • Criação de marcas • Rótulos • Meio de comunicação Embalagens • Fase de venda (1930 – até hoje) • Vendas em supermercados • Marketing • Concorrência • Avanços tecnológicos Legislações • ABRE – Associação Brasileira de Embalagens • Não específica para alimentos • Anvisa – Agência nacional de Vigilância Sanitária • Subordinada ao SUS • Específica para alimentos • MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento • Registro de alguns alimentos • Outras agências ligadas aos materiais • Inmetro e ABNT Definição Classificação Rotulagem Rotulagem Rotulagem Rotulagem Outras Leis Outras Leis Outras Leis Outras Leis Outras Leis Outras Leis Funções • Conter • Quantificar e transportar • Proteger • Mecanicamente e preservar • Informar • Obrigatória e facultativa • Vender • Valor agregado e marketing • Rastrear • Origem • Praticidade Funções • Conter • Quantificar e transportar • Proteger • Mecanicamente e preservar • Informar • Obrigatória e facultativa • Vender • Valor agregado e marketing • Rastrear • Origem • Praticidade Classificação • Primária • Secundária • Terciária Classificação • Primária • Secundária • Terciária Classificação • Primária • Secundária • Terciária Madeira • Caixa • Engradado • Barril Tecido • Saco • Ráfia Vidro • Garrafa • Potes • Copos • Ampolas • Frascos Vidro • Papel • Cartonados • Papelão Plástico • Rígido • Semirrígido • Flexíveis Metal • Alumínio • Lata • Blisters • Selos • Flandres • Conservas Verniz Multicamadas • Blisters • Flowpack • Sachês • Stand up pouch • Tetrapack Embalagens Inteligentes • Interagem com alimento • Interagem com consumidor • Interatividade Embalagens Inteligentes • Interagem com alimento • Interagem com consumidor • Interatividade • Sustentabilidade Embalagens Inteligentes Embalagens Inteligentes Embalagens Inteligentes Obrigado 21 99479-5653 professorsergiolima@yahoo.com.br