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Acerto: 0,1 / 0,1 Considerando a disposição legal contida no Artigo 1º do Código Penal Brasileiro, segundo o qual "Não há crime sem lei anterior que o defina. Não há pena sem prévia cominação legal", é correto afirmar: O Presidente da República, por Medida Provisória, não pode definir conduta como crime, mas pode determinar o agravamento de penas através deste instrumento jurídico. Ao Poder Judiciário é conferida a possibilidade de definir condutas como crimes, em decisão judicial, desde que fundamentada, realizando a integração da norma. É possível a definição de crime por ato da chefia do Poder Executivo federal, estadual ou municipal. Somente a lei, no sentido formal e material pode definir condutas como crimes e cominar as penas abstratamente consideradas. Condutas consideradas anacrônicas pelos costumes e pela Jurisprudência deixam de configurar crime ainda que não haja lei revogando a norma penal incriminadora que as definiu. Respondido em 06/04/2023 14:42:32 Acerto: 0,1 / 0,1 Quanto ao STF e a sua atuação no sistema de justiça criminal: Não cabe ao STF exercer o controle de constitucionalidade de normas penais, dada a relevância dessa área O ativismo judicial não tem impactado na forma como o STF tem se posicionado sobre os conflitos criminais. O STF tem desempenhado o importante papel de limitar o poder estatal, analisando, por exemplo, a compatibilidade de leis penais com os preceitos democráticos. Cabe ao STF decidir o curso das normas constitucionais, inclusive alterando-as de sentido, quando necessário A Corte é democraticamente legitimada. Respondido em 06/04/2023 14:51:30 Acerto: 0,1 / 0,1 O princípio disposto no Código Penal e na Constituição a partir da conhecida frase "Não há crime sem lei anterior que o defina. Não há pena sem prévia cominação legal" é conhecido como: Humanidade Lesividade Intranscendência da pena Legalidade Proporcionalidade Respondido em 06/04/2023 14:50:35 Acerto: 0,1 / 0,1 João de Deus, de 17 anos de idade, teve uma desavença com seu amigo de profissão José Silva de 35 anos de idade. A discussão ocorreu por causa de uma partida de futebol que eles haviam participado no final de semana. José ficou brincando com João de Deus chamando-o de perna de pau e falando que ele não havia jogado nada na partida do fim de semana. Com isso, todos os colegas do trabalho passaram a zombar de João. Questão1 Questão2 Questão3 Questão4 No dia seguinte, João de Deus, tomado de irá, apanhou um pedaço de pau e com a intenção de matar, desferiu quatro golpes na cabeça de José. Após o socorro prestado pelos colegas José foi hospitalizado, mas depois de dois meses em estado de coma veio a falecer. Com base no relato assinale a alternativa correta. João de Deus responderá por homicídio culposo. João de Deus não responderá pelo crime já que é inimputável (praticou ato infracional), e o Código Penal adota para o tempo do crime a teoria da atividade. Joao de Deus responderá por homicídio, já que o Código Penal em relação ao tempo do crime ele adota a teoria da atividade João de Deus não responderá pelo crime já que ele é inimputável (praticou ato infracional), e o Código Penal adota para o tempo do crime a teoria da ubiquidade Joao de Deus responderá por homicídio, já que o Código Penal em relação ao tempo do crime adota a teoria da Ubiquidade. Respondido em 06/04/2023 15:03:25 Acerto: 0,1 / 0,1 A retroatividade de lei penal que não mais considera o fato como criminoso: É tratada, exclusivamente, pelo art. 2º do Código Penal. É importante instrumento de consagração dos direitos da pessoa acusada, com sede legal e constitucional, e da sociedade. É aplicável apenas para os casos de crimes permanentes ou continuados. É hipótese em latim referida como novatio legis incriminadora. Está proibida, haja vista o Estado Democrático de Direito. Respondido em 06/04/2023 15:05:53 Questão5