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Avaliando 2 de Direito Penal

Conjunto de questões objetivas de Direito Penal: princípio da legalidade, atuação do STF, teorias do tempo do crime (atividade/ubiquidade), caso de homicídio praticado por adolescente de 17 anos e retroatividade da lei penal; inclui respostas e pontuações.

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Questões resolvidas

Considerando a disposição legal contida no Artigo 1° do Código Penal Brasileiro, segundo o qual "Não há crime sem anterior que O defina. Não há pena sem prévia cominação legal", é correto afirmar: lei Condutas consideradas anacrônicas pelos costumes e pela Jurisprudência deixam de configurar crime ainda que não haja lei revogando a norma penal incriminadora que as definiu. É possível a definição de crime por ato da chefia do Poder Executivo federal, estadual ou municipal. O Presidente da República, por Medida Provisória, não pode definir conduta como crime, mas pode determinar o agravamento de penas através deste instrumento jurídico. Somente a lei, no sentido formal e material pode definir condutas como crimes e cominar as penas abstratamente consideradas. Ao Poder Judiciário é conferida a possibilidade de definir condutas como crimes, em decisão judicial, desde que fundamentada, realizando a integração da norma.

O princípio disposto no Código Penal e na Constituição a partir da conhecida frase "Não há crime sem lei anterior que o defina. Não há pena sem prévia cominação legal" é conhecido como:
Humanidade
Legalidade
Intranscendência da pena
Lesividade
Proporcionalidade

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Questões resolvidas

Considerando a disposição legal contida no Artigo 1° do Código Penal Brasileiro, segundo o qual "Não há crime sem anterior que O defina. Não há pena sem prévia cominação legal", é correto afirmar: lei Condutas consideradas anacrônicas pelos costumes e pela Jurisprudência deixam de configurar crime ainda que não haja lei revogando a norma penal incriminadora que as definiu. É possível a definição de crime por ato da chefia do Poder Executivo federal, estadual ou municipal. O Presidente da República, por Medida Provisória, não pode definir conduta como crime, mas pode determinar o agravamento de penas através deste instrumento jurídico. Somente a lei, no sentido formal e material pode definir condutas como crimes e cominar as penas abstratamente consideradas. Ao Poder Judiciário é conferida a possibilidade de definir condutas como crimes, em decisão judicial, desde que fundamentada, realizando a integração da norma.

O princípio disposto no Código Penal e na Constituição a partir da conhecida frase "Não há crime sem lei anterior que o defina. Não há pena sem prévia cominação legal" é conhecido como:
Humanidade
Legalidade
Intranscendência da pena
Lesividade
Proporcionalidade

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Acerto: 0,1 / 0,1
Considerando a disposição legal contida no Artigo 1º do Código Penal Brasileiro, segundo o qual "Não há
crime sem lei anterior que o defina. Não há pena sem prévia cominação legal", é correto afirmar:
O Presidente da República, por Medida Provisória, não pode definir conduta como crime, mas pode
determinar o agravamento de penas através deste instrumento jurídico.
Ao Poder Judiciário é conferida a possibilidade de definir condutas como crimes, em decisão judicial,
desde que fundamentada, realizando a integração da norma.
É possível a definição de crime por ato da chefia do Poder Executivo federal, estadual ou municipal.
 Somente a lei, no sentido formal e material pode definir condutas como crimes e cominar as penas
abstratamente consideradas.
Condutas consideradas anacrônicas pelos costumes e pela Jurisprudência deixam de configurar
crime ainda que não haja lei revogando a norma penal incriminadora que as definiu.
Respondido em 06/04/2023 14:42:32
Acerto: 0,1 / 0,1
Quanto ao STF e a sua atuação no sistema de justiça criminal:
Não cabe ao STF exercer o controle de constitucionalidade de normas penais, dada a relevância
dessa área
O ativismo judicial não tem impactado na forma como o STF tem se posicionado sobre os conflitos
criminais.
 O STF tem desempenhado o importante papel de limitar o poder estatal, analisando, por exemplo, a
compatibilidade de leis penais com os preceitos democráticos.
Cabe ao STF decidir o curso das normas constitucionais, inclusive alterando-as de sentido, quando
necessário
A Corte é democraticamente legitimada.
Respondido em 06/04/2023 14:51:30
Acerto: 0,1 / 0,1
O princípio disposto no Código Penal e na Constituição a partir da conhecida frase "Não há crime sem lei
anterior que o defina. Não há pena sem prévia cominação legal" é conhecido como:
Humanidade
Lesividade
Intranscendência da pena
 Legalidade
Proporcionalidade
Respondido em 06/04/2023 14:50:35
Acerto: 0,1 / 0,1
João de Deus, de 17 anos de idade, teve uma desavença com seu amigo de profissão José Silva de 35
anos de idade. A discussão ocorreu por causa de uma partida de futebol que eles haviam participado no
final de semana. José ficou brincando com João de Deus chamando-o de perna de pau e falando que ele
não havia jogado nada na partida do fim de semana. Com isso, todos os colegas do trabalho passaram a
zombar de João.
 Questão1
 Questão2
 Questão3
 Questão4
No dia seguinte, João de Deus, tomado de irá, apanhou um pedaço de pau e com a intenção de matar,
desferiu quatro golpes na cabeça de José. Após o socorro prestado pelos colegas José foi hospitalizado,
mas depois de dois meses em estado de coma veio a falecer.
Com base no relato assinale a alternativa correta.
João de Deus responderá por homicídio culposo.
 João de Deus não responderá pelo crime já que é inimputável (praticou ato infracional), e o Código
Penal adota para o tempo do crime a teoria da atividade.
Joao de Deus responderá por homicídio, já que o Código Penal em relação ao tempo do crime ele
adota a teoria da atividade
João de Deus não responderá pelo crime já que ele é inimputável (praticou ato infracional), e o
Código Penal adota para o tempo do crime a teoria da ubiquidade
Joao de Deus responderá por homicídio, já que o Código Penal em relação ao tempo do crime adota
a teoria da Ubiquidade.
Respondido em 06/04/2023 15:03:25
Acerto: 0,1 / 0,1
A retroatividade de lei penal que não mais considera o fato como criminoso:
É tratada, exclusivamente, pelo art. 2º do Código Penal.
 É importante instrumento de consagração dos direitos da pessoa acusada, com sede legal e
constitucional, e da sociedade.
É aplicável apenas para os casos de crimes permanentes ou continuados.
É hipótese em latim referida como novatio legis incriminadora.
Está proibida, haja vista o Estado Democrático de Direito.
Respondido em 06/04/2023 15:05:53
 Questão5

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