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-PCR é a cessação da circulação sanguínea pela ausência ou ineficácia da mecânica cardíaca. 
o Sem responsividade 
o Sem respiração ou somente gasping 
o Sem pulso detectável 
-Devemos realizar os 3 Cs: 
o Checar responsividade 
o Chamar ajuda se não houver resposta a estimulação 
o Checar pulso e respiração ao mesmo tempo 
-Sinais de óbito: livedo reticular, pele fria, rigidez 
cadavérica. Midríase bilateral ñ é parâmetro porque o 
paciente pode fazer durante a parada e depois volta. 
-Bebês e crianças, em sua maioria, têm PCRs resultante de 
insuficiência respiratória progressiva, choque ou ambos 
que resulta em PCR hipóxica-isquêmica. C/ < frequência, 
podem ocorrer sem aviso (colapso súbito), derivadas de 
uma arritmia (FV ou TV) 
-Condições respiratórias podem progredir p/ insuficiência 
respiratória c/ ou sem sinais de desconforto respiratório. 
-A insuficiência respiratória sem desconforto respiratório 
corre quando a criança ñ consegue manter uma via aérea 
aberta ou o esforço respiratório adequado e, 
normalmente, está associada a um < nível de consciência. 
É menos comum do que em adultos e, geralmente, resulta de arritmias. Durante 
atividades esportivas, pode ocorrer parada cardíaca em crianças c/ problemas cardíacos de base, que 
podem ou ñ ter sido identificados antecipadamente. Procure por febre ou resfriamento das 
extremidades. Anote a cor das extremidades. 
SINAIS DE UMA SITUAÇÃO POTENCIALMENTE FATAL: 
-Se a criança apresentar uma situação potencialmente fatal ou 
algo parecer errado, chame a emergência e inicie as 
intervenções. 
-Se ñ há situação potencialmente fatal, iniciar avaliação 
secundária e as avaliações diagnósticas. 
 
 
 
 
 
PARADA CARDÍACA SÚBITA 
-É Menos comum em crianças do que em adultos, pode surgir de um desenvolvimento súbito de FV ou 
TVSP (Taquicardia Ventricular Sem Pulso) 
-Condições predisponentes: 
o Cardiomiopatia hipertrófica Artéria coronária anômala 
o Síndrome do QT longo ou outas canalopatias 
o Canalopatias: desordem hereditária dos canais iônicos das células miocárdicas que predispõe a arritmias. 
Antecedentes familiares podem indicar canalopatia familiar (síncope, convulsões, mortes súbitas e 
inexplicadas). 
o Miocardite 
o Intoxicação farmacológica (digoxina, efedrina, cocaína) 
o Commotio cordis (arritmia secundária à pancada forte no tórax) 
-A prevenção de alguns episódios de parada cardíaca pode ser possível c/ triagem cardiovascular e 
tratamento de problemas predisponentes. 
-A maioria dos episódios ocorre durante atividades físicas. 
CAUSAS DE PCR 
-Variam segundo a idade e saúde básica. 
-Síndrome da morte súbita do bebê (SMSL): causa importante de óbito em bebês c/ menos de 6 meses 
-O compartilhamento da mesma cama também é uma causa 
de morte em bebês. 
-Trauma é a causa predominante de morte em crianças acima 
dos 6 meses, as causas de PCR traumática são: 
o Comprometimento das vias aéreas 
o Pneumotórax hipertensivo 
o Choque hemorrágico 
o Lesão cerebral 
-As causas imediatas + comuns são insuficiência respiratória e 
choque hipotensivo. 
-Arritmia é uma causa menos comum de parada 
-DEVEMOS LEMBRAR DAS CAUSAS REVERSIVEIS: 6Hs e 5Ts 
RITMOS DE PARADA 
-Assistolia e AESP (atividade elétrica sem pulso): ritmos + comuns na pediatria, especialmente em 
crianças < 12 anos. 
-Ritmos agônicos: complexo QRS lento que precedem a assistolia. 
-FV e TVSP ocorrem mais em crianças + velhas c/ colapso súbito ou c/ doença de base 
ASSISTOLIA 
-É a parada cardíaca sem atividade elétrica discernível, apresenta no ECG uma linha reta (plana) e 
devemos sempre verificar se há um eletrodo frouxo no ECG. 
Ritmo agônico progredindo p/ assistolia 
AESP 
-Ñ é um ritmo específico, é qualquer atividade elétrica organizada (ou seja, ñ é FV ou assitolia) associada 
à ausência de pulsos palpáveis). Pode ter frequência baixa (+ comum), normal ou alta. AESP muito lenta 
pode ser denominada agônica. 
-No ECG apresenta as seguintes 
características: 
o Complexo QRS normais ou 
largos 
o Ondas T de baixa ou alta amplitude 
o Intervalos PR e QT prolongada 
o Dissociação atrioventricular, bloqueio cardíaco total ou complexos ventriculares sem ondas P 
-Se ñ tratada a AESP, o ritmo se deteriorará e se transformará em assistolia. 
FIBRILAÇÃO VENTRICULAR 
-Nesse caso ñ há ritmo organizado nem contrações coordenadas, a atividade elétrica é caótica, c/ pulsos 
ñ palpáveis. Vale lembrar que a FV primária é incomum em crianças. 
-Pode ser precedida de breve período de TV, c/ ou sem pulsos. 
-FV sem causa base prévia conhecida pode ocorrer em adolescentes que parecem saudáveis durante 
atividade física. A causa pode ser uma anormalidade cardíaca ou canalopatia. O impacto súbito contra o 
tórax pode provar “commotio cordis”, levando à FV. 
FV grosseira 
e outra fina, respectivamente. 
TAQUICARDIA VENTRICULAR SEM PULSO(TVSP) 
-A taquicardia ventricular pode produzir pulsos ou ñ, por isso deve avaliar o pulso p/ detectar 
-Apresenta complexos QRS largos e organizados, normalmente tem breve duração, deteriorando- se em 
FV. 
-É tratada exatamente como a FV. 
-Pode ser: 
o Monomórfica: complexos ventriculares parecem uniformes 
o Polimórfica: complexos não se assemelham 
o Torsades de pointes: forma distintiva da TV polimórfica. Vista em condições que se distinguem por um 
intervalo QT prolongado, inclusive a síndrome do QT longo congênito, toxicidade farmacológica e 
anormalidades eletrolíticas (hipomagnesemia). 
TV monomórfica 
 Torsades de pointes: complexos parecem estar 
girando sobre um ponto 
TRATAMENTO DA PCR 
-Reanimação Cardiopulmonar: composto por compressões torácicas e ventilações. Sequência CAB 
(Compressões – Via aérea – Respiração) p/ vítimas de todas as idades. 
-Se os socorristas estiverem relutantes ou ñ forem capazes de administrar ventilações, recomenda- se 
que os socorristas façam RCP somente c/ compressão. Deve ser feito compressões torácicas de alta 
qualidade 
COMPRESSOES TORÁCICAS DE ALTA QUALIDADE 
-Quando realizar : 
o Ausência de pulsos centrais e/ou FC < 60 bpm com sinais de instabilidade 
o Alteração do nível de consciência 
o Sinais de hipoperfusão (palidez, por exemplo) 
-Como realizar: 
1. Posicionar a criança em decúbito supino 
2. Superfície plana e rígida e põe tábua de reanimação 
3. Frequência de 100 a 120/minuto independentemente da idade (Fração de compressão 
cardíacas ideal é de 80% do tempo da RCP) 
4. Comprimir c/ força p/ comprimir 4 cm em bebês e 5 cm em crianças. Adolescente 5-6 cm, ñ 
superior a 6 cm. 
5. Permitir retorno do tórax. Tempo de compressão = tempo de relaxamento. 
6. Interrupções de no máximo 10 segundos. Interrupções somente p/ colocar via aérea avançada, 
verificação de ritmo e aplicação de choque. 
Técnicas de compressão: 
→Bebês: 
o 1 socorrista: 2 dedos no centro do tórax, logo abaixo da linha mamilar 
 
o 2 ou mais socorristas: técnica dos 2 polegares no centro do tórax, logo abaixo da linha mamilar. 
 
→Crianças: 2 mãos ou 1 mão (o socorrista pode usar qualquer um dos métodos p/ crianças muito 
pequenas – aula: 1 mão até cerca de 6 anos) sobre a metade inferior do esterno 
 
MANEJO DAS VIAS AÉREAS 
-A cabeça deve ser inclinada ou o mento elevado (posição de cheirar). Em crianças vítimas de trauma 
deve ser feita a tração da mandíbula. Evitar hiperextensão excessiva do pescoço 
-Não pressionar os tecidos moles abaixo do pescoço, 
principalmente na hora de aplicar a técnica do C ou do E 
com o AMBU. 
 
 
-Uso do coxim: Criança tem proeminência occipital que fecha a via aérea 
o Lactentes: sobre os ombros 
o Crianças: sobre a nuca 
-A cada ventilação de resgate deve ser administrada por 1 segundo, c/ 
elevação visível do tórax. 
VIA AÉREA NÃO AVANÇADA 
-Formas: 
o Boca a boca: lactente e criança 
o Boca a boca/nariz: lactente 
o Bolsa valva máscara: lactente e criança 
-Relação ventilação compressão: 
o 15:2: 2 socorrista 
o 30: 2: 1 socorristas 
-A ventilação excessiva: pode impedir o retorno venoso e ↓DC; causar > pressão intratorácica, elevando 
apressão atrial direita e reduzindo a perfusão coronária e o excesso na ventilação c/ bolsa-valva- 
máscara pode distender o estômago: ↑o risco de regurgitação e aspiração. 
-Ventilação bolsa valva máscara: existem vários tamanhos: 
o 250 ml:RN prematuro 
o 450ml: RN termo até 18 meses no máximo 
o Adulto (500ml- 1000ml): acima de 18 meses 
o O fluxo tem que ser de 10 a 15 L/min 
VIA AÉREA AVANÇADA 
-Realizar 1 ventilação a cada 6segundos sem relação c/ as compressões contínuas 
-Ventilar 8-10 ventilações em 1 min 
-Compressões 100-120 p/ min 
-Evitar o uso rotineiro de pressão cricoide se isso interferir na intubação ou ventilação 
-Use capnografia c/ forma de onda ou capnometria c/ exame clínico p/ confirmar e monitorar a 
colocação do tubo ET. Se CO2 ñ detectado, use laringoscopia direta. 
-A monitorização do CO2 ao final da 
expiração (PETCO2) pode fornecer 
evidências indiretas da qualidade das 
compressões. Se PETCO2 < a 10 mmHg a 
!5 mmHg (aula: 15 a 20) 
-O débito cardíaco durante a RCP 
provavelmente será baixo, pois a 
quantidade de sangue que chega aos 
pulmões ñ é muito grande. 
-Se a criança tiver um cateter arterial 
permanente, use a forma de onda como feedback p/ avaliar a posição das mãos e a profundidade das 
compressões.Tanto a PETCO2 quanto a forma de onda arterial podem ser úteis na identificação do 
retorno da circulação espontânea (RCE) – na capnografia se vê picos. 
USO DO DEA 
-Parada cardíaca súbita: ritmos chocáveis (FV / TV sem pulso) 
- < de 8 anos: usar pá c/ atenuador de carga (liberará 50-80J), mas se ñtiver, usar mesmo assim, pois o 
benefício é : do que nenhum choque. 
REAVALIAÇÃO 
-2 minutos de RCP = 1 ciclo. Sem relógio: 1 ciclo = 5x (30:2 / 15:2). 
-A reavaliação do pulso central deverá ocorrer a cada 2 minutos ou em 5 ciclos de 30 compressões e 2 
ventilações quando há 1 socorrista ou 5 ou + ciclos, contando 2 minutos p/ 15 compressões e 2 
ventilações se houverem 2 socorristas. 
-Após 2 minutos, fazer o choque se o ritmo for chocável e não tiver pulso. Se ñ chocável, seguir c/ 
RCP.Se ñ tiver o DEA, olha somente o pulso. 
-Após 1 ciclo ou 2 minutos, se o pulso central estiver > do que 60 bpm avalia-se a respiração.Se a 
respiração estiver ausente ou agônica, deve- se realizar entre 12 a 20 respirações por minuto, 1 a cada 3 
a 5 s. 
-Se pulso retornar mas c/ FC < 60 Bpm deve-se manter as compressões pois trata-se de bradicardia 
sintomática c/ falência cardiopulmonar. 
SUPORTE BÁSICO DE VIDA 
-Determinar a segurança do local/cena 
-Determinar a responsividade da vítima 
-Acionar serviço de emergência 192/193 
-Realizar compressões torácicas intercaladas c/ ventilação. 
-Utilização do DEA (terapia elétrica precoce) 
 
MANOBRAS DE DESENGASGO EM LACTENTES 
-Bebês até 1 ano: posicionar c/ a cabeça em nível inferior ao do tórax e deferir 5 golpes na região 
interescapular. Caso ñ ocorra a desobstrução, o socorrista deve realizar 5 compressões torácicas e 
repetir o ciclo até eliminar o objeto. Nunca deve ser realizada manobra de varredura às cegas na boca 
do lactente, mas caso seja visto o objeto causador da obstrução este deve ser retirado com movimento 
de pinça. 
-Manobra de Heimlich: 5 compressões abdominais subdiafragmáticas até a desobstrução ou a perda da 
consciência. Se perder a consciência e em apneia: iniciar as 30 compressões, abrir as vias aéreas, tirar o 
objeto se visualizado, se não visualizar, seguir com as 2 ventilações e continuar a RCP e ativar 
emergência. 
 
SUPORTE AVANÇADO DE VIDA EM PEDIATRIA 
-Equipe treinada c/ ações simultâneas e coordenadas 
-Líder comanda: compressão torácica, ventilação, acesso vascular, administração de medicações, 
registro 
-SBV faz parte do SAVP 
-Controle da via aérea 
-Monitorização cardíaca 
-Acesso vascular 
-Terapia medicamentosa 
-Terapia Elétrica 
-Cuidados pós ressuscitação 
CONTROLE DA VIA AÉREA 
-Deve ser indicada pelo líder da equipe, vale ressaltar que Não é uma URGÊNCIA, desde que a 
ventilação c/ bolsa valva-mascara(AMBU) esteja sendo eficaz. Ou seja, só intuba quando ñ há certeza de 
que a ventilação está sendo adequada p/ a RCE, aí se faz p/ garantir vias aéreas pérvias. P/ intubação, se 
p/ a RCP e c/ isso se perde tempo de compressões. 
INTUBAÇÃO OROTRAQUEAL: 
-Marca p/ fixação do tubo orotraqueal: nº do tubo orotraqueal x 3 ou peso (Kg) + 6 
-Alterações anatômicas na criança: língua é> , abertura da boca é< , pescoço é + curto e traqueia é + 
anteriorizada e + funilada. 
- Sequência rápida de intubação →uso de medicamentos p/ sedar o paciente. Não se usa pois o paciente 
já está parado e inconsciente; 
-Tamanhos e diâmetro das cânulas: 
 
MONITORIZAÇÃO CARDÍACA 
-Deve ser instalada imediatamente após reconhecimento de PCR. 
-Checagem de ritmo c/ pás do desfibrilador (a cada 2 minutos, no intervalo p/ checagem de pulso) 
-Uso da capnografia 
-Quando tem assistolia → Protocolo de linha reta: deve-se checar Cabos, Ganho da derivação, 
Derivações. 
ACESSO VASCULAR 
Ordem de preferência: EV, IO, ET. Se usa o que tem mais rápido. Se não tenho acesso periférico, limitar 
o tempo gasto na tentativa de punções e se não for possível, fazer o IO. 
VIA ENDOVENOSA (EV) 
-Acesso central: ñ é necessário na maioria das RCP e sua inserção requer interrupção da compressão, se 
ñ pode lacerar vasos, causar hematomas, pneumotórax e hemorragia. Se já houver um central, esta é a 
via preferencial. 
-Periférico: ñ requer interrupção da RCP. Ao administrar medicamentos pelo acesso periférico: 
o Fazer por injeção de bolus 
o Administrar enquanto são realizadas as compressões 
o Acompanhar um bolus c/ 5 ml de solução salina normal p/ transferir o fármaco da circulação periférica p/ 
a central 
ACESSO INTRAÓSSEO (IO) 
-Locais de punção: tíbia proximal (2 dedos abaixo da tuberosidade da tíbia p/ ñ atrapalhar o 
crescimento), tíbia distal (acima do maléolo medial), fêmur distal, espinha ilíaca anterossuperior 
-Plexo venoso medular ñ colapsável: rápido (obtido em 30 a 60 
segundos), seguro e confiável p/ administração de fármacos 
para todas as faixas etárias. 
-Todo medicamento administrado IV pode ser feito 
 -Não é definitivo. Após estabilização fazer EV 
-Contraindicações: 
o Fraturas e lesões por esmagamento 
o Condições com ossos frágeis 
o Tentativas prévias no mesmo osso 
VIA ENDOTRAQUEAL (ET) 
-Medicamentos solúveis em lipídios podem ser administrados por via ET 
-Dentre eles: ANEL + vasopressina. Existem estudos limitados quanto à vasopressina. 
-ANEL: Adropina, Naloxona, Epinefrina, Lidocaína. 
o Absorção pela árvore traqueobrônquica dos fármacos é imprevisível 
o Dose ideal é desconhecida. 
o Gera concentrações mais baixas no sangue 
o Concentrações + baixas de epinefrina no sangue: produz vasodilatação prejudicial por mediar beta-
adrenérgicos. 
-Dose recomendada: 
o Epinefrina: 10 vezes a dose EV/IO 
o Outros: 2 a 3 vezes a dose EV/IO 
-Técnica de administração: 
1. Instile o medicamento do tubo ET (suspenda as compressões brevemente durante a instilação) 
2. Acompanhe de uma lavagem c/ no mínimo, 5 mL de solução salina normal; um volume < pode ser usado 
em neonatos 
3. Forneça 5 ventilações rápidas c/ pressão positiva após a instilação do medicamento. 
Terapia Medicamentosa 
-Objetivos da administração medicamentosa: 
o ↑ as pressões de perfusão coronária e cerebral e o fluxo sanguíneo 
o Estimular a contratilidade miocárdica espontânea ou forçada 
o Acelerar a FC 
o Corrigir e tratar a possível causa da PCR 
o Suprimir ou tratar as arritmias 
-Usa-se vasopressores ou antiarritmos. Geralmente um ou outro 
-Recomenda-se administração durante as compressões imediatamente 
antes (enquanto o desfibrilador carrega) ou depois do choque. 
-Torsades de pointes: administra-se magnésio, no mesmo momento da 
administração de amiodarona. 
 VASSOPRESSORES: causa vasoconstricção mediada por alfas adrenérgicos 
que ↑a pressão diastólica aórtica e pressão de perfusão coronariana. 
 Epinefrina, deve ser feita a cada 3 a 5 minutos, nos ciclos “pares” (2/ 
4 / 6). Pode ser feita enquantodurar a RCP. 
ANTIARRÍTMICOS: atividade de bloqueio alfa e beta adrenérgico 
Desacelera a condução AV 
 Amiodarona ou Lidocaína nos ciclos ímpares (3/ 5), só se faz duas 
vezes 
 
TERAPIA ELÉTRICA 
DESFIBRILADOR MANUAL 
-Indicada nos ritmos chocáveis (FV/TV) 
-Dose inicial: 2 a 4 J/Kg. Inicia-se com 2 J/Kg Se o ritmo chocável persistir -> 4J/kg. Se persistir ainda 
na próxima checagem-> 4 a 10 J/Kg. Máximo 10 j/Kg. 
-Retornar massagem cardíaca imediatamente após choque e após 2 minutos checa-se o ritmo. 
-Pás autoadesivas: são preferíveis pela facilidade e reduzirem risco de faíscas. 
-Pás manuais: aplicar gel, creme ou pasta condutiva, ou uma pá entre a pá manual e o tórax. Não 
usar compressas de gaze embebidas em solução salina, géis de sonogrofia ou compressas de álcool. 
-Não deixar um alto fluxo de O2 direcionado p/ o tórax e avisar p/ 
todos se afastarem. 
 
PCR EM RITMOS NÃO CHOCÁVEIS 
-Assistolia e AESP: SBV + Epinefrina em ciclos ímpares (1/3/5/7). Sempre pensar nas causas 
reversíveis de PCR. Teoricamente após 20 a 30 minutos, você já pode parar de fazer a RCP. Mas é 
relativo de cada paciente. 
 
 
 
 
 
Componente Adultos e Adolescentes 
Crianças (1 ano até 
puberdade) 
Lactentes (< 1 ano, 
exceto RN) 
Segurança do local Verificar segurança do local para socorristas e vítima 
Reconhecimento de 
PCR 
- Ausência de ventilação ou apenas gasping 
- Nenhum pulso sentido em 10 segundos 
Ventilação e pulso devem ser verificados simultaneamente em menos de 10 segundos 
 
 
 
Acionar emergência 
Se sozinho e sem celular: 
deixar a vítima e ativar a 
emergência e obter um 
DEA/DAE, antes de iniciar 
a RCP 
Do contrário, pedir para 
alguém o fazer e iniciar a 
RCP imediatamente; usar o 
DEA assim que disponível 
 
▪ Colapso presenciado: sigas os passos usados em 
adultos e adolescentes 
▪ Colapso não presenciado, 1 socorrista: Fazer 2 
minutos de RCP, deixar a vítima para acionar o 
serviço e buscar DEA, retornar e reiniciar a RCP, 
usando o DEA/DAE assim que disponível 
Relação compressão- 
ventilação sem via 
aérea avançada 
 
1 ou 2 socorristas: 30:2 
1 socorrista: 30:2 
2 ou mais socorristas: 15:2 
Relação compressão 
ventilação com via 
aérea avançada 
Compressões contínuas a uma frequência de 100 a 120/min 
Administre 1 ventilação a cada 6 segundos (10 ventilações/min) 
Taxa de compressão 100 a 120/min 
Profundidade da 
compressão 
 
Pelo menos 5 cm 
Pelo menos 1/3 do 
diâmetro AP do tórax 
Cerca de 5 cm 
Pelo menos 1/3 do 
diâmetro AP 
Cerca de 4 cm 
 
 
Posicionamento das 
mãos 
 
 
2 mãos sobre a metade 
inferior do esterno 
2 mãos ou 1 mão (o 
socorrista pode usar 
qualquer um dos métodos 
para crianças muito 
pequenas) sobre a metade 
inferior do esterno 
▪ 1 socorrista: 2 dedos no 
centro do tórax, logo 
abaixo da linha mamilar 
▪ 2 ou mais socorristas: 
técnica dos dois polegares 
no centro do tórax, logo 
abaixo da linha mamilar 
Retorno do tórax 
Esperar o retorno total do tórax após cada compressão; não se apoiar sobre o tórax 
após cada compressão 
Minimizar interrupções Limite as interrupções nas compressões torácicas a menos de 10 segundos