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Transferência de embriões em éguas Disciplina : fisiopatologia da reprodução . Docente: José Junior Discentes: Adriano Rodrigues/ Caio Martins/ Cristiele Almeida/ Eduarda de Moraes/ Kelly Sampaio/ Thales Fernando Introdução A transferência de embriões em éguas é uma técnica avançada utilizada na reprodução equina, visando maximizar a eficiência reprodutiva e acelerar o progresso genético. Essa prática permite a obtenção de descendentes de alto valor genético, sem a necessidade de gestação em tempo integral, proporcionando aos criadores a multiplicação dos sucessos reprodutivos de éguas de destaque. Resumindo... A transferência de embrião TE em equinos foi descrita no Brasil em 1887; Apresentar novas técnicas reprodutivas afim de melhorar sua eficiência; Tendo como consequência o melhoramento genético. Seleção de égua doadora e receptoras Deve ser considerado seu histórico reprodutivo; Fertilidade; Genitores; Diretrizes do registro da raça; O valor potencial do potro que vai nascer; Número de gestação desejada. Égua doadora Experiência anterior (Éguas doadoras experientes em transferência de embriões têm maior adaptação e probabilidade de sucesso no procedimento); Qualidade genética; Saúde e condição física geral (ausência de problemas físicos e reprodutivos); Idade (Éguas em idade reprodutiva, geralmente entre 5 e 15 anos, são as mais comumente selecionadas); Fertilidade e capacidade de ovulação (em parâmetros desejáveis para a prenhez); Temperamento e comportamento: Deve ter um temperamento calmo e receptivo, facilitando o manejo durante o processo de superovulação e coleta de embriões; Égua receptora Histórico reprodutivo (boa capacidade reprodutiva); Saúde e condição física geral (ausência de problemas físicos e reprodutivos); Compatibilidade de tamanho e raça: A égua receptora deve ser de tamanho e raça semelhantes à égua doadora; Sincronização do ciclo estral (doadora e receptora em sincronia); Compatibilidade de idade: É preferível que a égua receptora tenha idade semelhante à égua doadora; Temperamento e comportamento: Deve ter um temperamento calmo e receptivo, facilitando o manejo e a adaptação ao ambiente da criação. Como é feito Esse manejo Ocorre em 4 etapas: Monitorar o comportamento reprodutivo; Emprego de palpação transretal; Ultrassonografia para monitorar a atividade folicular e ovulação; Como é feito Esse manejo Uso de hormônios exógenos para a sincronizar o estro e ovulação. Exemplos: Prostaglandina F2α (PGF2α), Hormônio liberador de gonadotrofina (GnRH), Hormônio folículo-estimulante (FSH), Hormônio luteinizante (LH) e Progesterona. Coleta de embriões Embriões equinos são seletivamente transportados da tuba uterina para o útero entre os dias 5 e 6 pós ovulação Avaliação dos embriões Avaliação morfológica Inoculações de embriões O embrião e depositado no útero da fêmea receptora; Vantagens Melhor aproveitamento genético; Escolha de grau de sangue; Possibilidade de gerar mais animais. desvantagens Custo operacional elevado; Resposta superovulatória insatisfatória. Obrigado!