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Insuficiência cardíaca Definição: · Incapacidade do coração de suprir a demanda metabólica do organismo ou quando consegue fazer isso à custa de aumento de pressão. Sintomas: · Dispneia que piora com decúbito · Edema gravitacional, que sobe, podendo dar ascite, mas raramente acomete face e MMSS, se tiver nesses locais, pensar em Síndrome Nefrótica, hepatopatia, etc. Diagnóstico: Definição universal da IC 2021: · Síndrome clínica sinais/sintomas de IC (atuais ou prévios) relacionados com anormalidade cardíaca (estrutural e/ou funcional). Corroborado por um dos seguintes: elevação do BNP/NT pro BNP ou evidência de congestão (RX, ECO, Hemodinâmica). Exame físico: · Ortopneia (imediato – deitou tem piora da dispneia) X DPN (acontece horas após, quando está dormindo acorda com falta de ar). · B3 (sistólica) X B4 (diastólica). · Cheyne-Stokes: paciente começa a acelerar a respiração, chega em um pico e desacelera e entra em apneia. Isso acontece pelo atraso que tem na circulação do alvéolo e o centro respiratório, demorando em ele perceber que o CO2 foi lavado. · B4: IC diastólica, ICFEp, FEVE > 50%, acontece pela contração atrial. Etiologias: · Isquêmica 1ª mais comum, é a pós-infarto. Fator de risco CV (HAS, DM), ECG com onda Q patológica, área eletricamente inativa, alteração segmentar (ECO). · Hipertensiva 2ª mais comum. É o HAS mal controlado/resistente e geralmente no ECO tem hipertrofia concêntrica. · Valvar sopro, febre reumática, doença valvar (ECO). · Chagásica epidemiologia, BRD + BDAS (ECG), aneurisma apical (ECO). Local da congestão: · Direita comprometimento mais sistêmico (edema MMII, hepatomegalia, ascite). · Esquerda quando o território comprometido é pulmonar, tem-se a IC esquerda, a qual pode dar crepitações pulmonares, dispneia paroxística noturna, ortopneia. Quanto ao débito cardíaco (DC): · Baixo débito quase todas as etiologias. · Alto débito aumento da demanda (anemia, sepse, tireotoxicose). “Shunt” AV Béri-béri (def B1), cirrose, fístula. Estágios da AHA/ACC: · Estágio A tem fatores de risco, mas sem alteração estrutural, como um hipertenso, diabético, tabagista. · Estágio B tem alteração estrutural no ECG, ECO, RX, mas nunca teve sintoma. É uma pré-IC. · Estágio C sintomas atuais ou prévios. Aqui de fato é IC. · Estágio D sintomas refratários, está fazendo o tratamento e não melhora. Aqui precisa de transplante, de balão intraórtico, de dobutamina. Aqui é uma IC avançada. Classe funcional NYHA: · CF I assintomático (grandes esforços). · CF II esforços habituais (moderados esforços). · CF III esforços menores que habituais (pequenos esforços). · CF IV dispneia ao repouso. Fração de ejeção do VE (FEVE): Tratamento estabelecido ICFEr (≤ 40%). Manter na ICFEm. Exames complementares: ECG: · Alto valor preditivo negativo ECG normal à probabilidade de ter IC é baixa. Exemplo de ECG com sobrecarga do VE: Radiografia de tórax: · Típico RX da IC é a cardiomegalia. Mede a largura do tórax e a área cardíaca, se maior que metade, acima de 0,5, o paciente tem cardiomegalia. A congestão é outro problema da IC, a qual vemos pela cefalização de trama. O normal é que tenha mais sangue nos vasos da base, porque o paciente está em pé no RX, mas aqui conseguimos ver muito vaso no ápice, isso é cefalização de trama por conta da congestão. Vemos na imagem o hilo pulmonar bem congesto. Achado que é mais difícil de ver, na foto da esquerda vemos um RX normal, já no da direita vemos as linhas B de Kerley, que são linhas paralelas na periferia (como mostra nas setas vermelhas), as quais estão relacionadas com edema intersticial, entre os alvéolos. BNP/NT-proBNP: · O estímulo para liberar é quando tem aumento de pressão nos ventrículos, logo, quanto maior a pressão, maior a liberação, sendo um sinal/sintoma de IC. · Ação: faz natriurese/vasodilatação, quando elimina sódio, ele elimina água junto, fazendo um efeito de vasodilatação, contrabalanceando os efeitos do sistema renina angiotensina e do sistema simpático. · Situações que fazem o BNP aumentar: idade (pessoas mais idosas tem BNP mais alto), fibrilação atrial, sexo feminino (mulheres tem o BNP mais alto que homens). Existem situações que ele fica um pouco mais baixo, como na obesidade. · Diagnóstico ambulatorial: usar o corte de BNP > 35 e NT-proBNP >125. Exames laboratoriais prognósticos: Aumento · Ureia · Creatinina · BNP/NT-proBNP sinal de pior prognóstico. Anemia Hiponatremia Por exemplo, sobre a hiponatremia está retendo muito liquido, logo, começa ter uma queda na concentração relativa de sódio. BNP/NT-proBNP diagnóstico diferencial de dispneia. Prognóstico na IC, sendo que quanto mais elevado, pior o prognóstico e maior a chance de (se não tiver diagnóstico) de ter IC. Ecocardiograma: · Diagnóstico · Classificação · Prognóstico · FEVE lembrando que a reduzida é a que tem o tratamento bem estabelecido. · Etiologia: · Isquêmica terá alteração segmentar descrita. · HAS hipertrofia concêntrica. · Valvar alteração valvar descrita. · Chagas aneurisma apical. Terapia padrão: Não farmacológico: · Estágio A controlar fatores de risco. · Estágios B, C e D restrição hidrossalina, cessar tabagismo e etilismo, reabilitação CV – exercícios aeróbicos e resistivos, vacinação Influenza, Pneumo, COVID-19. Farmacológico: IECA/BRA: · Indicação: todos com ICFEr. · Contraindicação: Cr > 2,5 (RFG < 30), K > 5,5. · Tosse seca (IECA) substituir pelo BRA (bloqueador receptor AT1 da angiotensina II). · Nunca usar em conjunto IECA + BRA, a preferencia é um ou outro, mas sempre 1ª opção o IECA, se efeito colateral, optar pelo BRA. Betabloqueadores (BB): · Indicação: todos com ICFEr. · Contraindicação: bradicardia (FC < 50), broncoespasmo (principalmente paciente asmático, DPOC até pode ser usado), congestão (se descompensado – crepitação/edema, não se deve iniciar o BB, deve iniciar a congestão melhorar). · Se piora após introdução não se deve tirar o BB, ajusta diurético e vasodilatador antes, como IECA ou BRA, antes de pensar em substituir. · BB na ICFEr Carvedilol, Bisoprolol, Succinato de Metoprolol. ARM (Espironolactona): · Antagonista do receptor de mineralcorticoide. · Indicação: IECA/ BRA e BB todos pacientes com ICFEr que continuam sintomáticos mesmo usando aqueles 3 medicamentos. · Contraindicação: Cr > 2,5 (RFG < 30), K > 5,5. · Efeito colateral: ginecomastia (inibe hormônios androgênicos). INRA (Sacubitril/Valsartana): · Inibidor da Neprilisina e do receptor da angiotensa. · Ação: usado como tratamento padrão, o único que existe é o Sacubitril, o qual inibe a Neprilisina, que é uma enzima que degrada peptídeo natriurético, o qual aumenta BNP, fazendo vasodilatação e mais natriurese, e o Valsartana. · Se tiver usando essa medicação, o BNP já não será um bom parâmetro, tendo que usar o NT-proBNP, pois a Neprilisina não tem ação neste, só no outro. · Indicação: ICFEr se pacientes que continuam sintomáticos mesmo com as medicações como IECA/BRA, BB, ARM otimizadas. Deve-se substituir o IECA/BRA, nunca usar em conjunto, pois aumenta o risco de angiodema. A Diretriz Brasileira também diz que deve ser a terapia inicial em pacientes virgens de tratamento, porém o nível de evidencia é mais baixo. · Contraindicação: RFG < 30, K > 5,5. · Efeito colateral: hipotensão (se PAS < 100 mmHg), angiodema. Sacubitril/valsartana, em substituição do IECA (ou BRA), reduziu morbidade e mortalidade em pacientes com ICFEr sintomática (classes II-IV), com terapia clínica otimizada, níveis elevados de peptídeos natriuréticos plasmáticos e clearance de creatinina estimado ≥ 30 mL/min/1,73 m2. Inibidores do SGLT2 (Glifozinas): · Indicação: sintomáticos em terapia tripla (IECA/BRA/INRA + BB + ARM). · Contraindicações: hipotensão, DM1, RFG < 30. · São glicosúricas, usadas antes no tto para DM, mas agora fazem parte do tto da ICFEr. · Efeito colateral: cetoacidose diabética (CAD), ITUs até mesmo as fungícas, pois aumenta a glicosuria. · Empaglifozina, Dapaglifozina.ISGLT2 na ICFEr mesmo em não diabéticos. Tratamento adicional sintomáticos e terapias adicionais Nitrato e Hidralazina: · São vasodilatadores diretos, sendo que a Hidralazina age mais nas artérias e os Nitratos mais em território venoso. · A hidralazina associada com dinitrato de isossorbida (e apenas associados, não isoladamente) é uma estratégia terapêutica opcional em pacientes que não toleram uso de IECA, que possui efeito na redução de mortalidade. · Indicações: contraindicação IECA/BRA (como IR ou hipercalemia), maior evidência em pessoas afrodescendentes (negros) em tratamento otimizado em CF III/IV (aqui o nível de evidência é Classe I), qualquer raça em tratamento otimizado em CF III/IV (aqui o nível de evidência é Classe IIa). Ivabradina: · Ação: age no nó sinusal reduzindo a FC. inibe canais If do NSA, causando bradicardia, a qual é benéfica para quem tem IC. · Indicação: ICFEr, sintomáticos (otimizados), mas o paciente tem que estar em ritmo sinusal e tem que ter FC ≥ 70 bpm. Também pode ser usado como antianginoso. · Contraindicação: FA e Bradiarritmias. Diuréticos: · Indicação: sintomas de congestão. · 1ª opção Furosemida e pode acrescentar tiazídicos. · Contraindicação: assintomáticos. · Efeito colateral: DHE (Na, K, Ca, Mg), insuficiência renal pré-renal. · NÃO melhora mortalidade, ele é apenas sintomático. Digoxina: · Indicações: sintomáticos mesmo com tratamento otimizado. Aqui ele diminui os sintomas e diminui a hospitalização. · FAARV FC > 120/130 bpm. Aqui ele ajuda a controlar a FC. · Cuidados: idosos e IR, pois aumenta risco de ter intoxicação digitálica, paciente aparece passando mal com náuseas, vômitos, arritmias e com visão amarelada (xantopsia) e vai falar que o paciente tem IC, logo, lembrar-se dessa intoxicação. · NÃO melhora mortalidade, é apenas sintomático. Lembrar-se dessa alteração de repolarização que lembra uma pá de pedreiro, o qual nos remete ao efeito da digoxina. Diuréticos e Digoxina NÃO REDUZEM A MORTALIDADE. Diuréticos, BCC (Anlodipino), alfa-bloqueadores e digitais NÃO REDUZEM A MORTALIDADE. Dispositivos cardíacos: · Terapia de ressincronização: FEVE ≤ 35% e sinusal + BRE. É como se fosse um marca-passo que tem cabos que vai para o VD e VE, fazendo o coração contrair as duas câmaras simultaneamente. · Cardiodesfibrilador implantável (CDI): FEVE ≤ 35% e isquêmico (Classe I) para prevenção. Pode usar também para quem recuperou de uma parada cardíaca em FV ou TV como prevenção secundária. Outros tratamentos: · Reposição de ferro: Carboximaltose Férrica IV Deficiência de ferro mesmo sem anemia. Diminui hospitalizações e aumenta qualidade de vida. · Estágio D: dispositivos de assistência ventricular. Transplante cardíaco para casos refratários. IC com fração de ejeção preservada ICFEP: · Definição: paciente com sintomas (como dispneia e os critérios de Framingham) além de FEVE > 50%, logo, preservada. Geralmente tem BNP e NT-proBNP elevados, pois tem aumento de pressão nas câmaras cardíacas e tem alguma alteração estrutural no ECO e/ou disfunção diastólica. No exame físico se pode encontrar a B4, a qual ocorre no final da diástole e no momento da contração atrial, a qual está relacionada com disfunção diastólica. Epidemiologia: · Mulheres idosas · Prevalência = ICFER · Prognóstico = ICFER · Comorbidades: HAS, FA, obesidade. Exames complementares: Diagnóstico ambulatorial (*lembrar que são valores diferentes da IC descompensada) · BNP > 50 · NT-proBNP > 125 Ecocardiograma: · Disfunção diastólica · Aumento do átrio esquerdo (sinal que a pressão no VE está aumentada, o que se transmite para o átrio). · Hipertrofia concêntrica (a HAS é comum e gera isso). · Aumento da pressão da artéria pulmonar. Tratamento: · Controle de comorbidades (HAS, perder peso, fazer atividade física). · Hipertrofia concêntrica no ECO + HAS se beneficia de IECA/BRA. · Reduzir internações Espironolactona (antagonista da aldosterona diminui internação, mas não diminui mortalidade). · Congestão diuréticos. ICFEP: · Não há tratamento para redução de mortalidade, pois o tratamento da ICFER não se aplica na ICEP!!!! IC descompensada O paciente que chega ao Pronto Socorro com IC descompensada vem com dispneia. Devem-se pedir exames para dar diagnóstico diferencial. Exames complementares: ECG · Sobrecargas átrios ou ventrículos · Arritmias como FA, extrassístoles. · Alto VPN, logo, se o exame está normal, provavelmente o paciente não tem IC e sim dispneia por outra causa. · Raio-X mostra cardiomegalia, cefalização de trama, linhas B de Kerley. · USG pulmonar tem um padrão normal chamado de “linhas A”, já se tiver congestão, tem-se as chamadas “linhas B” ou “rabo de cometa”, as quais são verticais. Essas linhas representam congestão. BNP e NT-proBNP – dispneia no Pronto Socorro · Representam aumento de pressão nas câmaras cardíacas. Exclui IC: · BNP < 100 · NT-proBNP < 300 Diagnóstico de IC: · BNP > 400 · NT-proBNP > 900 (lembrando que pacientes mais idosos – acima de 75 anos – o BNP aumenta, o corte fica > 1800). Perfil clínico-hemodinâmico: Baixo débito pressão baixa, pele sudoreica, pálida, náuseas, vômitos, TEC > 3 segundos. Congestao estertores pulmonares, edema de MMII, turgência jugular. Perfil B (quente e úmido): · Diuréticos: Furosemida 0,5 a 1 mg/kg EV pode acrescentar outros se for necessário como o Tiazídico VO, os quais tem ação sinérgica, pois s Furo age na alça de Henle, e o tiazídicos no túbulo contorcido distal, bloqueando o nefron em dois pontos diferentes. · Vasodilatadores: IECA VO ou Nitrato VO. Se muito hipertenso ou muito descompensado, Nitrato EV (Nitroglicerina – que é mais venosa e o Nitroprussiato – que é mais potente arterial e venoso). · NÃO suspender betabloqueador se ele já usa, e se ele não esta usando, não se deve introduzir também. · Identificar a causa da descompensação má adesão, isquemia, arritmia, infecção. · É o perfil mais comum. Perfil C (frio e úmido): · Maior mortalidade · Diuréticos: Furosemida 0,5 a 1 mg/kg EV pode acrescentar outros se for necessário como o Tiazídico VO. · Inotrópicos positivos: melhorar a contração, o melhor é a Dobutamina, pois ela age em receptores β1 adrenérgico aumentando o cálcio com as fibras de actina e miosina. Outros inotrópicos que podem ser utilizados: Milrinone que é inibidor da PDE3 e o Levosimendam que é um sensibilizador de cálcio. Mas a Dobuta é muito mais usada pois aqueles dois são contraindicados em casos de hipotensão (a maioria chega assim no perfil C). · Como eles agem esses inotrópicos? No cálcio intracelular, melhorando a relação de actina e miosina. A Dobuta vai agir fazendo aumentar o AMP-c e isso faz entrar mais cálcio na célula, o que faz sair mais sódio para compensar as cargas, e isso melhora a interação entre actina e miosina deixando a contração mais eficaz. Já o Milrinone ele faz o AMP-c ser degradado pela PDE3, inibindo a PDE3, o que aumenta AMP-c, mais cálcio entra na célula e melhora interação da actina e miosina. Já o Levosimendan ele melhora a interação entre actina e miosina, sensibilizando o cálcio. · Porém lembrar que quando aumenta o cálcio intracelular, aumenta o risco de arritmias, que é o principal efeito colateral de qualquer inotrópico positivo. Baixo débito e beta bloqueador reduzir ou suspender. Nunca introduzir. Perfil L (frio e seco): · Seco? O paciente pode estar seco porque teve perdas, como diarreias, GECA, cólera, perdeu líquido. Ou porque deu muito diurético para o paciente, deixando-o seco e hipovolêmico. · Prova volêmica SF 250 mL. Reavaliar. Ficar em perfil A (melhorou), logo, reduz diurético. Ou pode ir para o perfil B (fica úmido), logo, dar diurético com parcimônia e vasodilatar o paciente. Ou o pior cenário, ele vai para o perfil C, tendo que dar diurético com parcimônia e inotrópico. Logo, ele evolui conforme a resposta ao volume. Causas da descompensação: · Má adesão, medicações como Diltiazem/Verapamil (diminuem força de contração, pois bloqueiamcanal de cálcio), AINE, Glitazonas (fazem reter líquido e podem descompensar, logo, evitar). · Anemia · Insuficiência renal · TEP tem maior risco, pois tem um estado pró-trombótico. · Isquemia · Arritmias · Infecção Insuficiência cardíaca Definição: · Incapacidade do coração de suprir a d emanda metabólica do organismo ou quando consegue fazer isso à custa de aumento de pressão. Sintomas : · D ispneia que piora com decúbito · Edema gravitacional, que sobe, podendo dar ascite, mas raramente acomete face e MMSS , se tiver nesses locais, pensar em Síndrome Nefrótica, hepatopatia, etc . Diagnóstico : Definição universal da IC 2021: · Síndrome clínica à sinais/sintomas de IC (atuais ou prévios) relacionados com anormalidade cardíaca (estrutural e/ou funcional). Corroborado por um dos seguintes: elevação do BNP/NT pro BNP ou evidência de congestão (RX, ECO, Hemo dinâmica ). Exame físico : · Ortopneia (imediato – deitou tem piora da dispneia) X DPN (acontece horas após , quando está dormindo acorda com falta de ar ). · B3 (sistólica) X B4 (diastólica). · Cheyne - Stokes: paciente começa a acelerar a respiração, chega em um pico e de sacelera e entra em apneia. Isso acontece pelo atraso que tem na circulação do alvéolo e o centro respiratório, demorando em ele perceber que o CO2 foi lavado. · B4: I C diastólica, ICFEp, FEVE > 50%, acon tece pela contração atrial. Etiologias : · Isquêmica à 1ª mais comum , é a pós - infarto . Fator de risco CV (HAS, DM), ECG com onda Q patológica , área eletricamente inativa, alteração segmentar (ECO). · Hipertensiva à 2ª mais comum. É o HAS mal c ontrolado/resistente e geralmente no ECO tem hipertrofia concêntrica. · Valvar à sopro, febre reumática, doença valvar (ECO). · Chagásica à epidemiologia, BRD + BDAS (ECG) , aneurisma apical (ECO). Insuficiência cardíaca Definição: Incapacidade do coração de suprir a demanda metabólica do organismo ou quando consegue fazer isso à custa de aumento de pressão. Sintomas: Dispneia que piora com decúbito Edema gravitacional, que sobe, podendo dar ascite, mas raramente acomete face e MMSS, se tiver nesses locais, pensar em Síndrome Nefrótica, hepatopatia, etc. Diagnóstico: Definição universal da IC 2021: Síndrome clínica sinais/sintomas de IC (atuais ou prévios) relacionados com anormalidade cardíaca (estrutural e/ou funcional). Corroborado por um dos seguintes: elevação do BNP/NT pro BNP ou evidência de congestão (RX, ECO, Hemodinâmica). Exame físico: Ortopneia (imediato – deitou tem piora da dispneia) X DPN (acontece horas após, quando está dormindo acorda com falta de ar). B3 (sistólica) X B4 (diastólica). Cheyne-Stokes: paciente começa a acelerar a respiração, chega em um pico e desacelera e entra em apneia. Isso acontece pelo atraso que tem na circulação do alvéolo e o centro respiratório, demorando em ele perceber que o CO2 foi lavado. B4: IC diastólica, ICFEp, FEVE > 50%, acontece pela contração atrial. Etiologias: Isquêmica 1ª mais comum, é a pós-infarto. Fator de risco CV (HAS, DM), ECG com onda Q patológica, área eletricamente inativa, alteração segmentar (ECO). Hipertensiva 2ª mais comum. É o HAS mal controlado/resistente e geralmente no ECO tem hipertrofia concêntrica. Valvar sopro, febre reumática, doença valvar (ECO). Chagásica epidemiologia, BRD + BDAS (ECG), aneurisma apical (ECO).