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Conhecer o contexto histórico, econômico e social permite que se compreenda melhor a intenção do legislador na elaboração das propostas de modificação da legislação vigente. No Direito do Trabalho, em especial, tal fenômeno se torna mais evidente, pois se trata da regulação das relações entre empregados e empregadores. Nesse sentido, as Constituições desempenham papel de extrema relevância, pois não raramente trouxeram em seu texto uma série de direitos sociais com íntima relação com as relações de trabalho.
Dado esse contexto, assinale a alternativa que relaciona corretamente a Constituição e suas inovações, avanços e retrocessos no campo das relações de trabalho.
A. Constituição de 1934: instituição da Justiça do Trabalho; reconhecimento dos sindicatos; jornada diária de oito horas; reconhecimento das convenções coletivas; indenização por dispensa imotivada.
B. Constituição de 1937: remuneração do trabalho noturno superior à do diurno; proibição da greve; garantia de permanência no emprego (caso de mudança de proprietário da empresa); férias anuais; assistência aos desempregados.
C. Constituição de 1946: salário-maternidade; participação obrigatória e direta do empregado nos lucros da empresa; assistência aos desempregados; garantia do direito de greve.
D. Constituição de 1967: salário-família; Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS); proibição do trabalho do menor de 14 anos; salário mínimo.
E. Constituição de 1988: 13º salário; salário-família; adicional de insalubridade e periculosidade; proteção contra discriminação em relação ao deficiente.

Saber identificar e diferenciar as fontes do Direito do Trabalho é importante, pois fornece subsídios para suprir as lacunas encontradas a partir da análise e interpretação da norma para o caso concreto.
Analise as assertivas a seguir e assinale a alternativa correta:
Assertiva 1: as Convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT) ratificadas pelo Brasil são fontes formais heterônomas do Direito do Trabalho. Mesmo se não forem ratificadas internamente, podem se enquadrar como fontes materiais do Direito do Trabalho.
Assertiva 2: na qualidade de fonte normativa autônoma do Direito do Trabalho, a sentença normativa pode ser prolatada, pelos Tribunais do Trabalho, em processos de dissídio coletivo de natureza econômica em que tenha havido comum acordo entre as partes relativamente ao ajuizamento da respectiva ação coletiva.
A. A Assertiva 1 está incorreta, pois, apesar de as normas ratificadas serem fonte formal heterônoma, as normas não ratificadas internamente não devem impactar o ordenamento jurídico. A Assertiva 2 está correta, pois, neste caso, a sentença normativa atuará como norma ratificadora dos acordos firmados entre as partes.
B. A Assertiva 1 está correta, pois as normas ratificadas são fontes formais heterônomas e as normas não ratificadas internamente são fontes que podem servir de inspiração para futuras normas. A Assertiva 2 está incorreta, pois é fonte normativa autônoma e atua nos casos em que não há comum acordo entre as partes.

Saber identificar e diferenciar as fontes do Direito do Trabalho é importante, pois fornece subsídios para suprir as lacunas encontradas a partir da análise e interpretação da norma para o caso concreto. A CLT, em seu art. 8º, fornece algumas “dicas” aos intérpretes da lei em relação às fontes do Direito do Trabalho:
Da leitura do referido artigo, pode-se identificar as seguintes fontes do direito:
A. fontes formais: a Lei (disposições legais); usos e costumes; direito comparado. Fontes materiais: contratos de trabalho (disposições contratuais); analogia; equidade; outros princípios e normas do Direito.
B. fontes formais: a Lei (disposições legais); contratos de trabalho, ACT e CCT (disposições contratuais); direito comparado. Fontes materiais: analogia, equidade, outros princípios e normas do direito; usos e costumes.
C. fontes formais: a Lei (disposições legais); outros princípios e normas do Direito; direito comparado. Fontes materiais: analogia; equidade; contratos de trabalho (disposições contratuais); usos e costumes.
D. fontes formais: a Lei (disposições legais); contratos de trabalho, ACT e CCT (disposições contratuais); outros princípios e normas do direito; usos e costumes. Fontes materiais: analogia; equidade; direito comparado.

Conhecer a estrutura da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) nos auxilia na compreensão de como as regras estão organizadas e sistematizadas, o que facilita bastante a consulta e a aplicação no caso prático. No que se refere à CLT, seu conteúdo e estrutura, assinale a alternativa correta.
A CLT é organizada em títulos, capítulos, seções e artigos, organizados de forma lógica e sistemática:
A. inicia-se com uma introdução, seguida das normas gerais de tutela do trabalho e, em seguida, as tratativas especiais da tutela do trabalho. Normas específicas relacionadas à jornada de trabalho, férias e remuneração são tratadas em legislações esparsas.
B. inicia-se com um preâmbulo, seguido da introdução, das normas gerais de tutela do trabalho e, em seguida, as tratativas especiais da tutela do trabalho.
C. inicia-se com uma introdução, seguida das normas gerais de tutela do trabalho e, em seguida, as tratativas especiais da tutela do trabalho. Normas específicas relacionadas à jornada de trabalho, férias e remuneração são tratadas em título específico da CLT.
D. inicia-se com uma introdução, seguida das normas gerais de tutela do trabalho e, em seguida, as tratativas especiais da tutela do trabalho (não há preâmbulo). Normas específicas relacionadas à jornada de trabalho, férias e remuneração são tratadas em título específico da CLT, de forma minuciosa e detalhada, e não somente em normas esparsas.

Analise as situações a seguir e assinale a alternativa correta:
Caso 1: Convenção OIT 188, de 30 de maio de 2007, referente ao trabalho na pesca, e teve como objetivo assegurar que os pescadores tenham condições decentes de trabalho a bordo de embarcações de pesca com relação a exigências mínimas para trabalho a bordo; condições de serviço; acomodação e alimentação; proteção à segurança e saúde ocupacionais; assistência médica e seguridade social. Não foi ratificada pelo Brasil. Caso 2: decisão da 1ª Turma Julgadora do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (GO), no RO-0000094-38.2013.5.18.0010: “embora a terça-feira de carnaval não conste no rol de feriados nacionais insertos nas Leis n. 9.093/95 e 10.607/02, e não haja lei municipal em Goiânia/GO instituindo tal feriado, é fato público e notório que a folga nesse dia é prática observada em todo país, sendo aceito como feriado [...]”.
A. O Caso 1 trata de uma Convenção Internacional não ratificada pelo Brasil e considerada uma fonte formal heterônoma do Direito do Trabalho. O Caso 2 trata de um “uso ou costume”, uma fonte formal autônoma do Direito do Trabalho.
B. O Caso 1 trata de uma Convenção Internacional não ratificada pelo Brasil e considerada uma fonte formal autônoma do Direito do Trabalho. O Caso 2 trata de uma “analogia”, uma fonte material do Direito do Trabalho.
C. O Caso 1 trata de uma Convenção Internacional não ratificada pelo Brasil e considerada uma fonte material do Direito do Trabalho. O Caso 2 trata de um “uso ou costume”, uma fonte material do Direito do Trabalho.
D. O Caso 1 trata de uma Convenção Internacional não ratificada pelo Brasil e considerada uma fonte material do Direito do Trabalho. O Caso 2 trata de uma “analogia”, uma fonte material do Direito do Trabalho.
E. O Caso 1 trata de uma Convenção Internacional não ratificada pelo Brasil e considerada uma fonte material do Direito do Trabalho. O Caso 2 trata de um “uso ou costume”, uma fonte formal autônoma do Direito do Trabalho.

O contrato é um dos mais comuns tipos de negócio jurídico existentes no Direito brasileiro, e a lei prevê diversas formas como ele pode ser realizado. Posto isso, considere o caso de um fazendeiro A que oferece a outro, B, certo número de cabeças de gado para que ele não utilize um tipo específico de agrotóxico em seu cultivo — que está localizado próximo do cultivo do fazendeiro A. Aceitando B a proposta, terá-se constituído um contrato? Por quê?
Sim, há contrato, pois foi estabelecida relação jurídica mediante acordo de vontades.
A. Não há contrato, pois não houve assinatura de qualquer documento por escrito.
B. Não há contrato, pois não houve promessa de contraprestação monetária.
C. Não há contrato, pois não há nenhuma prova da existência do acordo, como testemunhas.
D. Sim, há contrato, pois foi estabelecida relação jurídica mediante acordo de vontades.
E. Sim, há contrato, pois a falta de documentação é simples vício que pode ser sanado no futuro.

Apesar de haver algumas normas específicas que tratam deles, os contratos agrários não deixam de ser regulamentados pelos princípios e pelas normas de Direito que se aplicam aos contratos em geral. Levando isso em consideração, o que preceitua o princípio da obrigatoriedade?
O princípio da obrigatoriedade preceitua que, sem exceções, os contratos devem ser cumpridos conforme o que foi acordado.
A. O princípio da obrigatoriedade preceitua que só pode haver exceção ao cumprimento das cláusulas acessórias de um contrato, não das cláusulas principais.
B. O princípio da obrigatoriedade preceitua que os contratos devem ser cumpridos da melhor forma possível, conforme a interpretação de cada parte.
C. O princípio da obrigatoriedade preceitua que, sem exceções, os contratos devem ser cumpridos conforme o que foi acordado.

O Código Civil brasileiro permite expressamente não só a compra e a venda de produtos atuais, já existentes, mas também aquela que tem como objeto coisas futuras, o que é utilizado comumente na compra e venda de safras.
Considerando-se isso, qual alternativa discorre corretamente sobre um dos tipos de venda futura?
A. Na venda definitiva, permanece a obrigação de pagar pelo produto quando ele nunca teve chance de existir.
B. Na venda definitiva, permanece a obrigação de pagar pelo produto quando ele não chega a existir no prazo estipulado.
C. Na venda definitiva, permanece a obrigação de pagar pelo produto quando ele não for entregue ao comprador.
D. Na venda condicionada, cessa a obrigação de pagar pelo produto quando ele não chega a existir até o momento de celebração do contrato.
E. Na venda condicionada, cessa a obrigação de pagar pelo produto quando há chance de que ele não venha a existir no prazo estipulado.

O Brasil tem o que se chama de "política de preço mínimo", que é centrada em uma iniciativa governamental de grande importância para o produtor rural que pretende vender sua produção.
Posto isso, como funciona essa política?
A. Por meio dessa política, a União força a compra de excedentes de produção de produtores rurais pelo preço mínimo estipulado, não permitindo que os preços de mercado sejam reduzidos para valores abaixo daqueles mínimos.
B. Por meio dessa política, a União compra excedentes de produção de produtores rurais e agroindústrias ou financia sua estocagem; contudo, apesar de comprar todos os produtos excedentes, ela só o faz quando os preços de mercado estão abaixo do preço mínimo estipulado.
C. Por meio dessa política, a União compra excedentes de produção de produtores rurais e agroindústrias ou financia sua estocagem; contudo, ela só o faz quando os preços de mercado estão abaixo do preço mínimo estipulado e só no intuito de compensar os produtores rurais e agroindústrias pelo que deixaram de ganhar.
D. Por meio dessa política, a União compra excedentes de produção de produtores rurais ou financia sua estocagem; contudo, apesar de comprar todos os produtos excedentes, ela só o faz quando os preços de mercado estão abaixo do preço mínimo estipulado.
E. Por meio dessa política, a União compra excedentes de produção de produtores rurais ou financia sua estocagem; contudo, ela só o faz quando os preços de mercado estão abaixo do preço mínimo estipulado e só no intuito de compensar os produtores rurais pelo que deixaram de ganhar.

Conhecer a estrutura da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) nos auxilia na compreensão de como as regras estão organizadas e sistematizadas, o que facilita bastante a consulta e a aplicação no caso prático.
No que se refere à CLT, seu conteúdo e estrutura, assinale a alternativa correta.
A CLT é organizada em títulos, capítulos, seções e artigos, organizados de forma lógica e sistemática: inicia-se com uma introdução, seguida das normas gerais de tutela do trabalho e, em seguida, as tratativas especiais da tutela do trabalho.
Normas específicas relacionadas à jornada de trabalho, férias e remuneração são tratadas em título específico da CLT, de forma minuciosa e detalhada, e não somente em normas esparsas.

O contrato é um dos mais comuns tipos de negócio jurídico existentes no Direito brasileiro, e a lei prevê diversas formas como ele pode ser realizado. Posto isso, considere o caso de um fazendeiro A que oferece a outro, B, certo número de cabeças de gado para que ele não utilize um tipo específico de agrotóxico em seu cultivo — que está localizado próximo do cultivo do fazendeiro A. Aceitando B a proposta, terá-se constituído um contrato? Por quê?
Resposta incorreta.
A. Não há contrato, pois não houve assinatura de qualquer documento por escrito.
B. Não há contrato, pois não houve promessa de contraprestação monetária.
C. Não há contrato, pois não há nenhuma prova da existência do acordo, como testemunhas.
D. Sim, há contrato, pois foi estabelecida relação jurídica mediante acordo de vontades.
E. Sim, há contrato, pois a falta de documentação é simples vício que pode ser sanado no futuro.

Apesar de haver algumas normas específicas que tratam deles, os contratos agrários não deixam de ser regulamentados pelos princípios e pelas normas de Direito que se aplicam aos contratos em geral. Levando isso em consideração, o que preceitua o princípio da obrigatoriedade?
Resposta incorreta.
A. O princípio da obrigatoriedade preceitua que só pode haver exceção ao cumprimento das cláusulas acessórias de um contrato, não das cláusulas principais.
B. O princípio da obrigatoriedade preceitua que os contratos devem ser cumpridos da melhor forma possível, conforme a interpretação de cada parte.
C. O princípio da obrigatoriedade preceitua que, sem exceções, os contratos devem ser cumpridos conforme o que foi acordado.

O princípio da obrigatoriedade baseia-se na ideia da expressão em latim pact sunt servanda, que significa que o que foi pactuado deve ser seguido. Assim, via de regra, os contratos devem ser cumpridos inteiramente, só podendo haver escusa de cumprimento por um dos casos predeterminados pelo ordenamento jurídico brasileiro.
Conforme definem os artigos 3.º e 4.º do Decreto n.º 59.566/66, no arrendamento rural, um arrendatário simplesmente deve retribuição ou aluguel para usufruir do imóvel rural do arrendador — exercendo atividade agrossilvopastoril nele e obtendo para si os lucros dessa atividade. Já na parceria, o proprietário do imóvel e aquele que trabalha a terra dele são, como o nome sugere, parceiros que compartilham de lucros e riscos na proporção que estipularem, podendo, inclusive, só compartilhar de um ou outro — dentro dos limites legais que proíbem, por exemplo, que o parceiro não proprietário abra mão dos benefícios inteiros de sua atividade. Qual a alternativa correta?
A. No contrato de arrendamento rural, o arrendatário incorre em todos os riscos da atividade realizada no imóvel do arrendador — devendo retribuição ou aluguel por seu usufruto —, mas também tem direito a todo o lucro gerado. Já no contrato de parceria rural, o proprietário do imóvel e o que exerce a atividade agrossilvopastoril nele compartilham dos riscos e/ou dos benefícios da atividade.
B. No contrato de parceria rural, a pessoa que realiza atividade agrossilvopastoril no imóvel — devendo retribuição ou aluguel por seu usufruto — incorre em todos os riscos da atividade, mas também tem direito a todo o lucro gerado. Já no contrato de arrendamento rural, o arrendador e o arrendatário compartilham dos riscos e também dos benefícios da atividade.
C. No contrato de parceria rural, a pessoa que realiza atividade agrossilvopastoril no imóvel — devendo retribuição ou aluguel por seu usufruto — incorre em todos os riscos da atividade, mas também tem direito a todo o lucro gerado. Já no contrato de arrendamento rural, o arrendador e o arrendatário compartilham dos riscos e/ou dos benefícios da atividade.

Entre elas, aquela que tem o acordo e a convenção coletiva como principais expoentes é:
A. a busca pelo equilíbrio social.
B. a pacificação de conflitos.
C. a geração de normas jurídicas.
D. o equilíbiro econômico.
E. a intensificação das condições de trabalho.

Nesse sentido, qual princípio pertence ao grupo dos que tratam das relações entre os seres coletivos obreiros e empresariais no contexto da negociação coletiva?
A. Princípio da liberdade sindical.
B. Princípio da autonomia sindical.
C. Princípio da liberdade associativa.
D. Princípio da equivalência dos contratantes coletivos.
E. Princípio da adequação setorial negociada.

Quanto aos critérios para que as normas coletivas prevaleçam sobre as normas gerais trabalhistas, considere as seguintes asserções e assinale a alternativa correta:
I - Por se tratar de negociação entre os envolvidos, qualquer norma coletiva poderá prevalecer sobre as normas gerais.
II - As normas coletivas prevalecerão desde que implementem direitos superiores ao padrão geral da legislação.
III - Se as normas coletivas tratarem de indisponibilidade absoluta, não poderão prevalecer; apenas se tratarem de indisponibilidade relativa.
A. Apenas a afirmativa I está correta.
B. Apenas a afirmativa II está correta.
C. Apenas a afirmativa III está correta.
D. Apenas as afirmativas I e II estão corretas.
E. Apenas as afirmativas II e III estão corretas.

Dessa forma, é correto afirmar que a arbitragem refere-se à qual aspecto do Direito Coletivo do Trabalho?
A. Ao princípio da equivalência dos contratantes coletivos.
B. À função de geração de normas jurídicas.
C. Ao princípio da autonomia sindical.
D. À função de pacificação de conflitos.
E. Ao princípio da liberdade associativa e sindical.

A arbitragem é um importante instrumento para a pacificação de conflitos e funciona por meio de um laudo arbitral efetivado por um árbitro estranho à relação entre os sujeitos em conflito, mas que, em geral, é escolhido por eles e está de acordo com o art. 114, § 1º, da Constituição Federal.
A arbitragem é um meio de solução de divergências, não se refere à equivalência entre os contratantes ou à geração de normas jurídicas, tampouco aos princípios da liberdade associativa e sindical e da autonomia sindical, que se referem especificamente aos sindicatos no contexto coletivo trabalhista. Qual é a função da arbitragem?
A. À função de pacificação de conflitos.
B. Desempenhar papel de adequação.
C. Desempenhar papel de ajustamento.
D. Desempenhar função coercitiva.
E. Desempenhar função social protetiva.

No ano de 2017, o Estado brasileiro votou, aprovou e sancionou a Lei nº 13.467/2017, que se refere a alterações e/ou revogações de artigos da CLT.
Sendo assim, assinale a alternativa que apresenta corretamente a qual legislação se refere a questão.
A. Lei no 13.467/2017.
B. Lei no 8.742/1993.
C. Lei no 10.741/2003.
D. Emenda Constitucional no 103/2019.
E. Emenda Constitucional no 95/2016.

A alteração realizada na previdência social ocorreu no ano de 2019 e trouxe diversas mudanças em relação aos direitos previdenciários da classe trabalhadora.
Sendo assim, assinale a alternativa que corresponde ao instrumento normativo e jurídico que concretizou essa reforma da previdência social e que altera o texto da Constituição Federal de 1988.
A. Lei nº 12.435.
B. Emenda Constitucional nº103.
C. Lei nº 10.048.
D. EC nº 97.
E. EC nº 107.

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Conhecer o contexto histórico, econômico e social permite que se compreenda melhor a intenção do legislador na elaboração das propostas de modificação da legislação vigente. No Direito do Trabalho, em especial, tal fenômeno se torna mais evidente, pois se trata da regulação das relações entre empregados e empregadores. Nesse sentido, as Constituições desempenham papel de extrema relevância, pois não raramente trouxeram em seu texto uma série de direitos sociais com íntima relação com as relações de trabalho.
Dado esse contexto, assinale a alternativa que relaciona corretamente a Constituição e suas inovações, avanços e retrocessos no campo das relações de trabalho.
A. Constituição de 1934: instituição da Justiça do Trabalho; reconhecimento dos sindicatos; jornada diária de oito horas; reconhecimento das convenções coletivas; indenização por dispensa imotivada.
B. Constituição de 1937: remuneração do trabalho noturno superior à do diurno; proibição da greve; garantia de permanência no emprego (caso de mudança de proprietário da empresa); férias anuais; assistência aos desempregados.
C. Constituição de 1946: salário-maternidade; participação obrigatória e direta do empregado nos lucros da empresa; assistência aos desempregados; garantia do direito de greve.
D. Constituição de 1967: salário-família; Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS); proibição do trabalho do menor de 14 anos; salário mínimo.
E. Constituição de 1988: 13º salário; salário-família; adicional de insalubridade e periculosidade; proteção contra discriminação em relação ao deficiente.

Saber identificar e diferenciar as fontes do Direito do Trabalho é importante, pois fornece subsídios para suprir as lacunas encontradas a partir da análise e interpretação da norma para o caso concreto.
Analise as assertivas a seguir e assinale a alternativa correta:
Assertiva 1: as Convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT) ratificadas pelo Brasil são fontes formais heterônomas do Direito do Trabalho. Mesmo se não forem ratificadas internamente, podem se enquadrar como fontes materiais do Direito do Trabalho.
Assertiva 2: na qualidade de fonte normativa autônoma do Direito do Trabalho, a sentença normativa pode ser prolatada, pelos Tribunais do Trabalho, em processos de dissídio coletivo de natureza econômica em que tenha havido comum acordo entre as partes relativamente ao ajuizamento da respectiva ação coletiva.
A. A Assertiva 1 está incorreta, pois, apesar de as normas ratificadas serem fonte formal heterônoma, as normas não ratificadas internamente não devem impactar o ordenamento jurídico. A Assertiva 2 está correta, pois, neste caso, a sentença normativa atuará como norma ratificadora dos acordos firmados entre as partes.
B. A Assertiva 1 está correta, pois as normas ratificadas são fontes formais heterônomas e as normas não ratificadas internamente são fontes que podem servir de inspiração para futuras normas. A Assertiva 2 está incorreta, pois é fonte normativa autônoma e atua nos casos em que não há comum acordo entre as partes.

Saber identificar e diferenciar as fontes do Direito do Trabalho é importante, pois fornece subsídios para suprir as lacunas encontradas a partir da análise e interpretação da norma para o caso concreto. A CLT, em seu art. 8º, fornece algumas “dicas” aos intérpretes da lei em relação às fontes do Direito do Trabalho:
Da leitura do referido artigo, pode-se identificar as seguintes fontes do direito:
A. fontes formais: a Lei (disposições legais); usos e costumes; direito comparado. Fontes materiais: contratos de trabalho (disposições contratuais); analogia; equidade; outros princípios e normas do Direito.
B. fontes formais: a Lei (disposições legais); contratos de trabalho, ACT e CCT (disposições contratuais); direito comparado. Fontes materiais: analogia, equidade, outros princípios e normas do direito; usos e costumes.
C. fontes formais: a Lei (disposições legais); outros princípios e normas do Direito; direito comparado. Fontes materiais: analogia; equidade; contratos de trabalho (disposições contratuais); usos e costumes.
D. fontes formais: a Lei (disposições legais); contratos de trabalho, ACT e CCT (disposições contratuais); outros princípios e normas do direito; usos e costumes. Fontes materiais: analogia; equidade; direito comparado.

Conhecer a estrutura da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) nos auxilia na compreensão de como as regras estão organizadas e sistematizadas, o que facilita bastante a consulta e a aplicação no caso prático. No que se refere à CLT, seu conteúdo e estrutura, assinale a alternativa correta.
A CLT é organizada em títulos, capítulos, seções e artigos, organizados de forma lógica e sistemática:
A. inicia-se com uma introdução, seguida das normas gerais de tutela do trabalho e, em seguida, as tratativas especiais da tutela do trabalho. Normas específicas relacionadas à jornada de trabalho, férias e remuneração são tratadas em legislações esparsas.
B. inicia-se com um preâmbulo, seguido da introdução, das normas gerais de tutela do trabalho e, em seguida, as tratativas especiais da tutela do trabalho.
C. inicia-se com uma introdução, seguida das normas gerais de tutela do trabalho e, em seguida, as tratativas especiais da tutela do trabalho. Normas específicas relacionadas à jornada de trabalho, férias e remuneração são tratadas em título específico da CLT.
D. inicia-se com uma introdução, seguida das normas gerais de tutela do trabalho e, em seguida, as tratativas especiais da tutela do trabalho (não há preâmbulo). Normas específicas relacionadas à jornada de trabalho, férias e remuneração são tratadas em título específico da CLT, de forma minuciosa e detalhada, e não somente em normas esparsas.

Analise as situações a seguir e assinale a alternativa correta:
Caso 1: Convenção OIT 188, de 30 de maio de 2007, referente ao trabalho na pesca, e teve como objetivo assegurar que os pescadores tenham condições decentes de trabalho a bordo de embarcações de pesca com relação a exigências mínimas para trabalho a bordo; condições de serviço; acomodação e alimentação; proteção à segurança e saúde ocupacionais; assistência médica e seguridade social. Não foi ratificada pelo Brasil. Caso 2: decisão da 1ª Turma Julgadora do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (GO), no RO-0000094-38.2013.5.18.0010: “embora a terça-feira de carnaval não conste no rol de feriados nacionais insertos nas Leis n. 9.093/95 e 10.607/02, e não haja lei municipal em Goiânia/GO instituindo tal feriado, é fato público e notório que a folga nesse dia é prática observada em todo país, sendo aceito como feriado [...]”.
A. O Caso 1 trata de uma Convenção Internacional não ratificada pelo Brasil e considerada uma fonte formal heterônoma do Direito do Trabalho. O Caso 2 trata de um “uso ou costume”, uma fonte formal autônoma do Direito do Trabalho.
B. O Caso 1 trata de uma Convenção Internacional não ratificada pelo Brasil e considerada uma fonte formal autônoma do Direito do Trabalho. O Caso 2 trata de uma “analogia”, uma fonte material do Direito do Trabalho.
C. O Caso 1 trata de uma Convenção Internacional não ratificada pelo Brasil e considerada uma fonte material do Direito do Trabalho. O Caso 2 trata de um “uso ou costume”, uma fonte material do Direito do Trabalho.
D. O Caso 1 trata de uma Convenção Internacional não ratificada pelo Brasil e considerada uma fonte material do Direito do Trabalho. O Caso 2 trata de uma “analogia”, uma fonte material do Direito do Trabalho.
E. O Caso 1 trata de uma Convenção Internacional não ratificada pelo Brasil e considerada uma fonte material do Direito do Trabalho. O Caso 2 trata de um “uso ou costume”, uma fonte formal autônoma do Direito do Trabalho.

O contrato é um dos mais comuns tipos de negócio jurídico existentes no Direito brasileiro, e a lei prevê diversas formas como ele pode ser realizado. Posto isso, considere o caso de um fazendeiro A que oferece a outro, B, certo número de cabeças de gado para que ele não utilize um tipo específico de agrotóxico em seu cultivo — que está localizado próximo do cultivo do fazendeiro A. Aceitando B a proposta, terá-se constituído um contrato? Por quê?
Sim, há contrato, pois foi estabelecida relação jurídica mediante acordo de vontades.
A. Não há contrato, pois não houve assinatura de qualquer documento por escrito.
B. Não há contrato, pois não houve promessa de contraprestação monetária.
C. Não há contrato, pois não há nenhuma prova da existência do acordo, como testemunhas.
D. Sim, há contrato, pois foi estabelecida relação jurídica mediante acordo de vontades.
E. Sim, há contrato, pois a falta de documentação é simples vício que pode ser sanado no futuro.

Apesar de haver algumas normas específicas que tratam deles, os contratos agrários não deixam de ser regulamentados pelos princípios e pelas normas de Direito que se aplicam aos contratos em geral. Levando isso em consideração, o que preceitua o princípio da obrigatoriedade?
O princípio da obrigatoriedade preceitua que, sem exceções, os contratos devem ser cumpridos conforme o que foi acordado.
A. O princípio da obrigatoriedade preceitua que só pode haver exceção ao cumprimento das cláusulas acessórias de um contrato, não das cláusulas principais.
B. O princípio da obrigatoriedade preceitua que os contratos devem ser cumpridos da melhor forma possível, conforme a interpretação de cada parte.
C. O princípio da obrigatoriedade preceitua que, sem exceções, os contratos devem ser cumpridos conforme o que foi acordado.

O Código Civil brasileiro permite expressamente não só a compra e a venda de produtos atuais, já existentes, mas também aquela que tem como objeto coisas futuras, o que é utilizado comumente na compra e venda de safras.
Considerando-se isso, qual alternativa discorre corretamente sobre um dos tipos de venda futura?
A. Na venda definitiva, permanece a obrigação de pagar pelo produto quando ele nunca teve chance de existir.
B. Na venda definitiva, permanece a obrigação de pagar pelo produto quando ele não chega a existir no prazo estipulado.
C. Na venda definitiva, permanece a obrigação de pagar pelo produto quando ele não for entregue ao comprador.
D. Na venda condicionada, cessa a obrigação de pagar pelo produto quando ele não chega a existir até o momento de celebração do contrato.
E. Na venda condicionada, cessa a obrigação de pagar pelo produto quando há chance de que ele não venha a existir no prazo estipulado.

O Brasil tem o que se chama de "política de preço mínimo", que é centrada em uma iniciativa governamental de grande importância para o produtor rural que pretende vender sua produção.
Posto isso, como funciona essa política?
A. Por meio dessa política, a União força a compra de excedentes de produção de produtores rurais pelo preço mínimo estipulado, não permitindo que os preços de mercado sejam reduzidos para valores abaixo daqueles mínimos.
B. Por meio dessa política, a União compra excedentes de produção de produtores rurais e agroindústrias ou financia sua estocagem; contudo, apesar de comprar todos os produtos excedentes, ela só o faz quando os preços de mercado estão abaixo do preço mínimo estipulado.
C. Por meio dessa política, a União compra excedentes de produção de produtores rurais e agroindústrias ou financia sua estocagem; contudo, ela só o faz quando os preços de mercado estão abaixo do preço mínimo estipulado e só no intuito de compensar os produtores rurais e agroindústrias pelo que deixaram de ganhar.
D. Por meio dessa política, a União compra excedentes de produção de produtores rurais ou financia sua estocagem; contudo, apesar de comprar todos os produtos excedentes, ela só o faz quando os preços de mercado estão abaixo do preço mínimo estipulado.
E. Por meio dessa política, a União compra excedentes de produção de produtores rurais ou financia sua estocagem; contudo, ela só o faz quando os preços de mercado estão abaixo do preço mínimo estipulado e só no intuito de compensar os produtores rurais pelo que deixaram de ganhar.

Conhecer a estrutura da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) nos auxilia na compreensão de como as regras estão organizadas e sistematizadas, o que facilita bastante a consulta e a aplicação no caso prático.
No que se refere à CLT, seu conteúdo e estrutura, assinale a alternativa correta.
A CLT é organizada em títulos, capítulos, seções e artigos, organizados de forma lógica e sistemática: inicia-se com uma introdução, seguida das normas gerais de tutela do trabalho e, em seguida, as tratativas especiais da tutela do trabalho.
Normas específicas relacionadas à jornada de trabalho, férias e remuneração são tratadas em título específico da CLT, de forma minuciosa e detalhada, e não somente em normas esparsas.

O contrato é um dos mais comuns tipos de negócio jurídico existentes no Direito brasileiro, e a lei prevê diversas formas como ele pode ser realizado. Posto isso, considere o caso de um fazendeiro A que oferece a outro, B, certo número de cabeças de gado para que ele não utilize um tipo específico de agrotóxico em seu cultivo — que está localizado próximo do cultivo do fazendeiro A. Aceitando B a proposta, terá-se constituído um contrato? Por quê?
Resposta incorreta.
A. Não há contrato, pois não houve assinatura de qualquer documento por escrito.
B. Não há contrato, pois não houve promessa de contraprestação monetária.
C. Não há contrato, pois não há nenhuma prova da existência do acordo, como testemunhas.
D. Sim, há contrato, pois foi estabelecida relação jurídica mediante acordo de vontades.
E. Sim, há contrato, pois a falta de documentação é simples vício que pode ser sanado no futuro.

Apesar de haver algumas normas específicas que tratam deles, os contratos agrários não deixam de ser regulamentados pelos princípios e pelas normas de Direito que se aplicam aos contratos em geral. Levando isso em consideração, o que preceitua o princípio da obrigatoriedade?
Resposta incorreta.
A. O princípio da obrigatoriedade preceitua que só pode haver exceção ao cumprimento das cláusulas acessórias de um contrato, não das cláusulas principais.
B. O princípio da obrigatoriedade preceitua que os contratos devem ser cumpridos da melhor forma possível, conforme a interpretação de cada parte.
C. O princípio da obrigatoriedade preceitua que, sem exceções, os contratos devem ser cumpridos conforme o que foi acordado.

O princípio da obrigatoriedade baseia-se na ideia da expressão em latim pact sunt servanda, que significa que o que foi pactuado deve ser seguido. Assim, via de regra, os contratos devem ser cumpridos inteiramente, só podendo haver escusa de cumprimento por um dos casos predeterminados pelo ordenamento jurídico brasileiro.
Conforme definem os artigos 3.º e 4.º do Decreto n.º 59.566/66, no arrendamento rural, um arrendatário simplesmente deve retribuição ou aluguel para usufruir do imóvel rural do arrendador — exercendo atividade agrossilvopastoril nele e obtendo para si os lucros dessa atividade. Já na parceria, o proprietário do imóvel e aquele que trabalha a terra dele são, como o nome sugere, parceiros que compartilham de lucros e riscos na proporção que estipularem, podendo, inclusive, só compartilhar de um ou outro — dentro dos limites legais que proíbem, por exemplo, que o parceiro não proprietário abra mão dos benefícios inteiros de sua atividade. Qual a alternativa correta?
A. No contrato de arrendamento rural, o arrendatário incorre em todos os riscos da atividade realizada no imóvel do arrendador — devendo retribuição ou aluguel por seu usufruto —, mas também tem direito a todo o lucro gerado. Já no contrato de parceria rural, o proprietário do imóvel e o que exerce a atividade agrossilvopastoril nele compartilham dos riscos e/ou dos benefícios da atividade.
B. No contrato de parceria rural, a pessoa que realiza atividade agrossilvopastoril no imóvel — devendo retribuição ou aluguel por seu usufruto — incorre em todos os riscos da atividade, mas também tem direito a todo o lucro gerado. Já no contrato de arrendamento rural, o arrendador e o arrendatário compartilham dos riscos e também dos benefícios da atividade.
C. No contrato de parceria rural, a pessoa que realiza atividade agrossilvopastoril no imóvel — devendo retribuição ou aluguel por seu usufruto — incorre em todos os riscos da atividade, mas também tem direito a todo o lucro gerado. Já no contrato de arrendamento rural, o arrendador e o arrendatário compartilham dos riscos e/ou dos benefícios da atividade.

Entre elas, aquela que tem o acordo e a convenção coletiva como principais expoentes é:
A. a busca pelo equilíbrio social.
B. a pacificação de conflitos.
C. a geração de normas jurídicas.
D. o equilíbiro econômico.
E. a intensificação das condições de trabalho.

Nesse sentido, qual princípio pertence ao grupo dos que tratam das relações entre os seres coletivos obreiros e empresariais no contexto da negociação coletiva?
A. Princípio da liberdade sindical.
B. Princípio da autonomia sindical.
C. Princípio da liberdade associativa.
D. Princípio da equivalência dos contratantes coletivos.
E. Princípio da adequação setorial negociada.

Quanto aos critérios para que as normas coletivas prevaleçam sobre as normas gerais trabalhistas, considere as seguintes asserções e assinale a alternativa correta:
I - Por se tratar de negociação entre os envolvidos, qualquer norma coletiva poderá prevalecer sobre as normas gerais.
II - As normas coletivas prevalecerão desde que implementem direitos superiores ao padrão geral da legislação.
III - Se as normas coletivas tratarem de indisponibilidade absoluta, não poderão prevalecer; apenas se tratarem de indisponibilidade relativa.
A. Apenas a afirmativa I está correta.
B. Apenas a afirmativa II está correta.
C. Apenas a afirmativa III está correta.
D. Apenas as afirmativas I e II estão corretas.
E. Apenas as afirmativas II e III estão corretas.

Dessa forma, é correto afirmar que a arbitragem refere-se à qual aspecto do Direito Coletivo do Trabalho?
A. Ao princípio da equivalência dos contratantes coletivos.
B. À função de geração de normas jurídicas.
C. Ao princípio da autonomia sindical.
D. À função de pacificação de conflitos.
E. Ao princípio da liberdade associativa e sindical.

A arbitragem é um importante instrumento para a pacificação de conflitos e funciona por meio de um laudo arbitral efetivado por um árbitro estranho à relação entre os sujeitos em conflito, mas que, em geral, é escolhido por eles e está de acordo com o art. 114, § 1º, da Constituição Federal.
A arbitragem é um meio de solução de divergências, não se refere à equivalência entre os contratantes ou à geração de normas jurídicas, tampouco aos princípios da liberdade associativa e sindical e da autonomia sindical, que se referem especificamente aos sindicatos no contexto coletivo trabalhista. Qual é a função da arbitragem?
A. À função de pacificação de conflitos.
B. Desempenhar papel de adequação.
C. Desempenhar papel de ajustamento.
D. Desempenhar função coercitiva.
E. Desempenhar função social protetiva.

No ano de 2017, o Estado brasileiro votou, aprovou e sancionou a Lei nº 13.467/2017, que se refere a alterações e/ou revogações de artigos da CLT.
Sendo assim, assinale a alternativa que apresenta corretamente a qual legislação se refere a questão.
A. Lei no 13.467/2017.
B. Lei no 8.742/1993.
C. Lei no 10.741/2003.
D. Emenda Constitucional no 103/2019.
E. Emenda Constitucional no 95/2016.

A alteração realizada na previdência social ocorreu no ano de 2019 e trouxe diversas mudanças em relação aos direitos previdenciários da classe trabalhadora.
Sendo assim, assinale a alternativa que corresponde ao instrumento normativo e jurídico que concretizou essa reforma da previdência social e que altera o texto da Constituição Federal de 1988.
A. Lei nº 12.435.
B. Emenda Constitucional nº103.
C. Lei nº 10.048.
D. EC nº 97.
E. EC nº 107.

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Atividades de Direito Trabalhista
1. Conhecer o contexto histórico, econômico e social permite que se compreenda melhor a
intenção do legislador na elaboração das propostas de modificação da legislação vigente. No
Direito do Trabalho, em especial, tal fenômeno se torna mais evidente, pois se trata da
regulação das relações entre empregados e empregadores. Nesse sentido, as Constituições
desempenham papel de extrema relevância, pois não raramente trouxeram em seu texto uma
série de direitos sociais com íntima relação com as relações de trabalho.
Dado esse contexto, assinale a alternativa que relaciona corretamente a Constituição e suas
inovações, avanços e retrocessos no campo das relações de trabalho.
Você acertou!
A. Constituição de 1934: instituição da Justiça do Trabalho; reconhecimento dos sindicatos;
jornada diária de oito horas; reconhecimento das convenções coletivas; indenização por
dispensa imotivada.
As Constituições brasileiras, no que tange aos direitos, deveres e garantias nas
relações de trabalho, refletiram as demandas sociais de seus respectivos contextos
históricos. Dessa forma, a Constituição de 1934, ante sua tendência social-democrática,
introduziu a Justiça do Trabalho, reconheceu o salário mínimo, estabeleceu a jornada
diária de 8 horas, a proibição de trabalho do menor de 14 anos, entre outras garantias.
A Constituição de 1937, baseada na época na Constituição Polonesa, manteve as
disposições de sua antecessora acrescentando a remuneração do trabalho noturno
superior à do diurno e a garantia de permanência no emprego, nos casos de mudança
de proprietário da empresa. Contudo, trouxe alguns retrocessos, como a proibição da
greve.
A Constituição de 1946, pós-Segunda Guerra Mundial, ampliou de forma considerável
as garantias e direitos dos trabalhadores em decorrência de uma forte atuante bancada
trabalhista. Além da manutenção de aspectos das Constituições anteriores, introduziu a
participação obrigatória e direta do empregado nos lucros da empresa; a assistência
aos desempregados; o retorno da garantia do direito de greve; fixação (por lei) de
porcentagens de empregados brasileiros em determinados setores produtivos.
A Constituição de 1967, ambientada no regime militar, introduziu o salário-família; o
FGTS (por opção, em substituição da estabilidade) e a aposentadoria especial para
mulheres e professores.
Por fim, mas não menos importante, a Constituição de 1988 marcou a
redemocratização no Brasil, consolidou diversas garantias e direitos que não constavam
nos textos constitucionais anteriores, mas que estavam em legislação ordinária e/ou em
cláusulas de dissídios coletivos, como o seguro-desemprego; piso salarial;
irredutibilidade de salários; garantia de salário fixo (para as categorias que recebem por
comissão); 13º salário; jornada de 6 horas nos turnos ininterruptos de revezamento;
licença remunerada de 120 dias à gestante e de 5 dias ao pai; aviso prévio proporcional
ao tempo de serviço; adicional de insalubridade e periculosidade; assistência em
creches aos filhos de até 6 anos; seguro contra acidente do trabalho; proteção contra
discriminação em relação à pessoa com deficiência.
Resposta incorreta.
B. Constituição de 1937: remuneração do trabalho noturno superior à do diurno; proibição da
greve; garantia de permanência no emprego (caso de mudança de proprietário da empresa);
férias anuais; assistência aos desempregados.
As Constituições brasileiras, no que tange aos direitos, deveres e garantias nas
relações de trabalho, refletiu as demandas sociais de seus respectivos contextos
históricos. Dessa forma, a Constituição de 1934, ante sua tendência social-democrática
introduziu a Justiça do Trabalho, reconheceu o salário mínimo, estabeleceu a jornada
diária de 8 horas, a proibição de trabalho do menor de 14 anos, entre outras garantias.
A Constituição de 1937, baseada na época na Constituição Polonesa, manteve as
disposições de seu antecessor acrescentando a remuneração do trabalho noturno
superior à do diurno e a garantia de permanência no emprego, nos casos de mudança
de proprietário da empresa. Contudo, trouxe alguns retrocessos como a proibição da
greve.
A Constituição de 1946, pós segunda guerra mundial, ampliou de forma considerável as
garantias e direitos dos trabalhadores em decorrência de uma forte a atuante bancada
trabalhista. Além da manutenção de manter aspectos das Constituições anteriores
introduziu a participação obrigatória e direta do empregado nos lucros da empresa; a
assistência aos desempregados; o retorno da garantia do direito de greve; fixação (por
lei) de porcentagens de empregados brasileiros em determinados setores produtivos.
A Constituição de 1967, ambientada no regime militar, introduziu o salário-família; o
FGTS (por opção, em substituição da estabilidade); e aposentadoria especial para
mulheres e professores.
Por fim, mas não menos importante, a Constituição de 1988 que marcou a
redemocratização no Brasil, consolidou diversas garantias e direitos que não constavam
nos textos constitucionais anteriores, mas que estavam em legislação ordinária e/ou em
cláusulas de dissídios coletivos, como o seguro-desemprego; piso salarial;
irredutibilidade de salários; garantia de salário fixo (para as categorias que recebem por
comissão); 13º salário; jornada de 6 horas nos turnos ininterruptos de revezamento;
licença remunerada de 120 dias à gestante e de 5 dias ao pai; aviso prévio proporcional
ao tempo de serviço; adicional de insalubridade e periculosidade; assistência em
creches aos filhos de até 6 anos; seguro contra acidente do trabalho; proteção contra
discriminação em relação ao deficiente.
Resposta incorreta.
C. Constituição de 1946: salário-maternidade; participação obrigatória e direta do empregado
nos lucros da empresa; assistência aos desempregados; garantia do direito de greve.
As Constituições brasileiras, no que tange aos direitos, deveres e garantias nas
relações de trabalho, refletiram as demandas sociais de seus respectivos contextos
históricos. Dessa forma, a Constituição de 1934, ante sua tendência social-democrática,
introduziu a Justiça do Trabalho, reconheceu o salário mínimo, estabeleceu a jornada
diária de 8 horas, a proibição de trabalho do menor de 14 anos, entre outras garantias.
A Constituição de 1937, baseada na época na Constituição Polonesa, manteve as
disposições de sua antecessora acrescentando a remuneração do trabalho noturno
superior à do diurno e a garantia de permanência no emprego, nos casos de mudança
de proprietário da empresa. Contudo, trouxe alguns retrocessos, como a proibição da
greve.
A Constituição de 1946, pós-Segunda Guerra Mundial, ampliou de forma considerável
as garantias e direitos dos trabalhadores em decorrência de uma forte atuante bancada
trabalhista. Além da manutenção de aspectos das Constituições anteriores, introduziu a
participação obrigatória e direta do empregado nos lucros da empresa; a assistência
aos desempregados; o retorno da garantia do direito de greve; fixação (por lei) de
porcentagens de empregados brasileiros em determinados setores produtivos.
A Constituição de 1967, ambientada no regime militar, introduziu o salário-família; o
FGTS (por opção, em substituição da estabilidade) e a aposentadoria especial para
mulheres e professores.
Por fim, mas não menos importante, a Constituição de 1988 marcou a
redemocratização no Brasil, consolidou diversas garantias e direitos que não constavam
nos textos constitucionais anteriores, mas que estavam em legislação ordinária e/ou em
cláusulas de dissídios coletivos, como o seguro-desemprego; piso salarial;
irredutibilidade de salários; garantia de salário fixo (para as categorias que recebem por
comissão); 13º salário; jornada de 6 horas nos turnos ininterruptos de revezamento;
licença remunerada de 120 dias à gestante e de 5 dias ao pai; aviso prévio proporcional
ao tempo de serviço; adicional de insalubridade e periculosidade; assistência em
creches aos filhos de até 6 anos; seguro contra acidente do trabalho;proteção contra
discriminação em relação à pessoa com deficiência.
Resposta incorreta.
D. Constituição de 1967: salário-família; Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS);
proibição do trabalho do menor de 14 anos; salário mínimo.
As Constituições brasileiras, no que tange aos direitos, deveres e garantias nas
relações de trabalho, refletiram as demandas sociais de seus respectivos contextos
históricos. Dessa forma, a Constituição de 1934, ante sua tendência social-democrática,
introduziu a Justiça do Trabalho, reconheceu o salário mínimo, estabeleceu a jornada
diária de 8 horas, a proibição de trabalho do menor de 14 anos, entre outras garantias.
A Constituição de 1937, baseada na época na Constituição Polonesa, manteve as
disposições de sua antecessora acrescentando a remuneração do trabalho noturno
superior à do diurno e a garantia de permanência no emprego, nos casos de mudança
de proprietário da empresa. Contudo, trouxe alguns retrocessos, como a proibição da
greve.
A Constituição de 1946, pós-Segunda Guerra Mundial, ampliou de forma considerável
as garantias e direitos dos trabalhadores em decorrência de uma forte atuante bancada
trabalhista. Além da manutenção de aspectos das Constituições anteriores, introduziu a
participação obrigatória e direta do empregado nos lucros da empresa; a assistência
aos desempregados; o retorno da garantia do direito de greve; fixação (por lei) de
porcentagens de empregados brasileiros em determinados setores produtivos.
A Constituição de 1967, ambientada no regime militar, introduziu o salário-família; o
FGTS (por opção, em substituição da estabilidade) e a aposentadoria especial para
mulheres e professores.
Por fim, mas não menos importante, a Constituição de 1988 marcou a
redemocratização no Brasil, consolidou diversas garantias e direitos que não constavam
nos textos constitucionais anteriores, mas que estavam em legislação ordinária e/ou em
cláusulas de dissídios coletivos, como o seguro-desemprego; piso salarial;
irredutibilidade de salários; garantia de salário fixo (para as categorias que recebem por
comissão); 13º salário; jornada de 6 horas nos turnos ininterruptos de revezamento;
licença remunerada de 120 dias à gestante e de 5 dias ao pai; aviso prévio proporcional
ao tempo de serviço; adicional de insalubridade e periculosidade; assistência em
creches aos filhos de até 6 anos; seguro contra acidente do trabalho; proteção contra
discriminação em relação à pessoa com deficiência.
Resposta incorreta.
E. Constituição de 1988: 13º salário; salário-família; adicional de insalubridade e periculosidade;
proteção contra discriminação em relação ao deficiente.
As Constituições brasileiras, no que tange aos direitos, deveres e garantias nas
relações de trabalho, refletiram as demandas sociais de seus respectivos contextos
históricos. Dessa forma, a Constituição de 1934, ante sua tendência social-democrática,
introduziu a Justiça do Trabalho, reconheceu o salário mínimo, estabeleceu a jornada
diária de 8 horas, a proibição de trabalho do menor de 14 anos, entre outras garantias.
A Constituição de 1937, baseada na época na Constituição Polonesa, manteve as
disposições de sua antecessora acrescentando a remuneração do trabalho noturno
superior à do diurno e a garantia de permanência no emprego, nos casos de mudança
de proprietário da empresa. Contudo, trouxe alguns retrocessos, como a proibição da
greve.
A Constituição de 1946, pós-Segunda Guerra Mundial, ampliou de forma considerável
as garantias e direitos dos trabalhadores em decorrência de uma forte atuante bancada
trabalhista. Além da manutenção de aspectos das Constituições anteriores, introduziu a
participação obrigatória e direta do empregado nos lucros da empresa; a assistência
aos desempregados; o retorno da garantia do direito de greve; fixação (por lei) de
porcentagens de empregados brasileiros em determinados setores produtivos.
A Constituição de 1967, ambientada no regime militar, introduziu o salário-família; o
FGTS (por opção, em substituição da estabilidade) e a aposentadoria especial para
mulheres e professores.
Por fim, mas não menos importante, a Constituição de 1988 marcou a
redemocratização no Brasil, consolidou diversas garantias e direitos que não constavam
nos textos constitucionais anteriores, mas que estavam em legislação ordinária e/ou em
cláusulas de dissídios coletivos, como o seguro-desemprego; piso salarial;
irredutibilidade de salários; garantia de salário fixo (para as categorias que recebem por
comissão); 13º salário; jornada de 6 horas nos turnos ininterruptos de revezamento;
licença remunerada de 120 dias à gestante e de 5 dias ao pai; aviso prévio proporcional
ao tempo de serviço; adicional de insalubridade e periculosidade; assistência em
creches aos filhos de até 6 anos; seguro contra acidente do trabalho; proteção contra
discriminação em relação à pessoa com deficiência.
2. Saber identificar e diferenciar as fontes do Direito do Trabalho é importante, pois fornece
subsídios para suprir as lacunas encontradas a partir da análise e interpretação da norma para o
caso concreto.
Analise as assertivas a seguir e assinale a alternativa correta:
Assertiva 1: as Convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT) ratificadas pelo
Brasil são fontes formais heterônomas do Direito do Trabalho. Mesmo se não forem ratificadas
internamente, podem se enquadrar como fontes materiais do Direito do Trabalho.
Assertiva 2: na qualidade de fonte normativa autônoma do Direito do Trabalho, a sentença
normativa pode ser prolatada, pelos Tribunais do Trabalho, em processos de dissídio coletivo de
natureza econômica em que tenha havido comum acordo entre as partes relativamente ao
ajuizamento da respectiva ação coletiva.
Resposta incorreta.
A. A Assertiva 1 está incorreta, pois, apesar de as normas ratificadas serem
fonte formal heterônoma, as normas não ratificadas internamente não devem impactar o
ordenamento jurídico. A Assertiva 2 está correta, pois, neste caso,
 a sentença normativa atuará como norma ratificadora dos acordos firmados entre as partes.
Em relação à Assertiva 1, os tratados e convenções internacionais são fontes formais
heterônomas desde que ratificados pelo Brasil, pois assim ingressam no ordenamento
jurídico, seja com status de Emenda Constitucional, Supralegal ou Lei ordinária, a
depender da matéria e do processo de ratificação. Em contrapartida, Recomendações
da OIT são apenas disposições sugestivas aos países membros, não possuem caráter
obrigatório, mas podem servir de inspiração para futuras normas legais. Trata-se, então,
de uma fonte material do Direito. Já a Assertiva 2 está incorreta, pois se trata de uma
fonte normativa heterônoma (não acordo entre as partes envolvidas, mas uma
intervenção de terceiro, de vontade estatal), atuando em um caso em que não é comum
acordo entre as partes.
Resposta incorreta.
B. A Assertiva 1 está incorreta, pois, apesar de as normas ratificadas serem fonte formal
heterônoma, as normas não ratificadas internamente não devem impactar o ordenamento
jurídico. A Assertiva 2 está incorreta, pois, na qualidade de fonte normativa heterônoma, deveria
atuar nos casos em que não há comum acordo entre as partes.
Em relação à Assertiva 1, os tratados e convenções internacionais são fontes formais
heterônomas desde que ratificados pelo Brasil, pois assim ingressam no ordenamento
jurídico, seja com status de Emenda Constitucional, Supralegal ou Lei ordinária, a
depender da matéria e do processo de ratificação. Em contrapartida, Recomendações
da OIT são apenas disposições sugestivas aos países membros, não possuem caráter
obrigatório, mas podem servir de inspiração para futuras normas legais. Trata-se, então,
de uma fonte material do Direito. Já a Assertiva 2 está incorreta, pois se trata de uma
fonte normativa heterônoma (não acordo entre as partes envolvidas, mas uma
intervenção de terceiro, de vontade estatal), atuando em um caso em que não é comum
acordo entre as partes.
Resposta incorreta.
C. A Assertiva1 está correta, pois as normas ratificadas são fontes formais heterônomas e as
normas não ratificadas internamente são fontes que podem servir de inspiração para futuras
normas. A Assertiva 2 está incorreta, pois é fonte normativa autônoma e atua nos casos em que
não há comum acordo entre as partes.
Em relação à Assertiva 1, os tratados e convenções internacionais são fontes formais
heterônomas desde que ratificados pelo Brasil, pois assim ingressam no ordenamento
jurídico, seja com status de Emenda Constitucional, Supralegal ou Lei ordinária, a
depender da matéria e do processo de ratificação. Em contrapartida, Recomendações
da OIT são apenas disposições sugestivas aos países membros, não possuem caráter
obrigatório, mas podem servir de inspiração para futuras normas legais. Trata-se, então,
de uma fonte material do Direito. Já a Assertiva 2 está incorreta, pois se trata de uma
fonte normativa heterônoma (não acordo entre as partes envolvidas, mas uma
intervenção de terceiro, de vontade estatal), atuando em um caso em que não é comum
acordo entre as partes.
Você acertou!
D. A Assertiva 1 está correta, pois as normas ratificadas são fontes formais heterônomas e as
normas não ratificadas internamente são fontes que podem servir de inspiração para futuras
normas. A Assertiva 2 está incorreta, pois é fonte normativa heterônoma e atuaria nos casos em
que não há comum acordo entre as partes.
Em relação à Assertiva 1, os tratados e convenções internacionais são fontes formais
heterônomas desde que ratificados pelo Brasil, pois assim ingressam no ordenamento
jurídico, seja com status de Emenda Constitucional, Supralegal ou Lei ordinária, a
depender da matéria e do processo de ratificação. Em contrapartida, Recomendações
da OIT são apenas disposições sugestivas aos países membros, não possuem caráter
obrigatório, mas podem servir de inspiração para futuras normas legais. Trata-se, então,
de uma fonte material do Direito. Já a Assertiva 2 está incorreta, pois se trata de uma
fonte normativa heterônoma (não acordo entre as partes envolvidas, mas uma
intervenção de terceiro, de vontade estatal), atuando em um caso em que não é comum
acordo entre as partes.
Resposta incorreta.
E. A Assertiva 1 está correta, pois as normas ratificadas são fontes formais heterônomas e as
normas não ratificadas internamente são fontes que podem servir de inspiração para futuras
normas. A Assertiva 2 está incorreta, pois é fonte normativa autônoma, mas deveria atuar nos
casos em que não há comum acordo entre as partes.
Em relação à Assertiva 1, os tratados e convenções internacionais são fontes formais
heterônomas desde que ratificados pelo Brasil, pois assim ingressam no ordenamento
jurídico, seja com status de Emenda Constitucional, Supralegal ou Lei ordinária, a
depender da matéria e do processo de ratificação. Em contrapartida, Recomendações
da OIT são apenas disposições sugestivas aos países membros, não possuem caráter
obrigatório, mas podem servir de inspiração para futuras normas legais. Trata-se, então,
de uma fonte material do Direito. Já a Assertiva 2 está incorreta, pois se trata de uma
fonte normativa heterônoma (não acordo entre as partes envolvidas, mas uma
intervenção de terceiro, de vontade estatal), atuando em um caso em que não é comum
acordo entre as partes.
3. Saber identificar e diferenciar as fontes do Direito do Trabalho é importante, pois fornece
subsídios para suprir as lacunas encontradas a partir da análise e interpretação da norma para o
caso concreto. A CLT, em seu art. 8º, fornece algumas “dicas” aos intérpretes da lei em relação
às fontes do Direito do Trabalho:
Art. 8º — As autoridades administrativas e a Justiça do Trabalho, na falta de disposições legais
ou contratuais, decidirão, conforme o caso, pela jurisprudência, por analogia, por equidade e
outros princípios e normas gerais de direito, principalmente do direito do trabalho, e, ainda, de
acordo com os usos e costumes, o direito comparado, mas sempre de maneira que nenhum
interesse de classe ou particular prevaleça sobre o interesse público.
Da leitura do referido artigo, pode-se identificar as seguintes fontes do direito:
Resposta incorreta.
A. fontes formais: a Lei (disposições legais); usos e costumes; direito comparado.
Fontes materiais: contratos de trabalho (disposições contratuais); analogia; equidade; outros
princípios e normas do Direito.
As fontes materiais (ou reais ou primárias) são os elementos que estão na base da
elaboração da norma jurídica, são a matéria-prima original para a elaboração da norma,
como os fatos sociais. Já as fontes formais são as formas de expressão do Direito; são
os veículos de sua exteriorização, a sua materialização.
As espécies legislativas (constituição, leis, decretos, etc.) são fontes formais. Os
contratos de trabalho, ACT e CCT são exemplos de fontes formais. Usos e costumes
são a aplicação reiterada pela sociedade e podem originar a norma jurídica, sendo fonte
formal. Sobre o direito comparado, ocorrendo lacuna no sistema jurídico, será fonte
para originar a norma e, dessa forma, fonte formal.
Analogia é forma de integração da lacuna jurídica. Trata-se de fonte material. Equidade
é critério de decisão de casos concretos.Trata-se de fonte material. Outros princípios e
normas de direito se aproximam das fontes materiais, por trazerem valores aplicáveis
ao caso concreto.
Dessa forma, tem-se:
Fontes formais: a Lei (disposições legais); contratos de trabalho, ACT e CCT
(disposições contratuais); usos e costumes; direito comparado.
Fontes materiais: analogia, equidade, outros princípios e normas do Direito.
Resposta incorreta.
B. fontes formais: a Lei (disposições legais); contratos de trabalho, ACT e CCT (disposições
contratuais); direito comparado.
Fontes materiais: analogia, equidade, outros princípios e normas do direito; usos e costumes.
As fontes materiais (ou reais ou primárias) são os elementos que estão na base da
elaboração da norma jurídica, são a matéria-prima original para a elaboração da norma,
como os fatos sociais. Já as fontes formais são as formas de expressão do Direito; são
os veículos de sua exteriorização, a sua materialização.
As espécies legislativas (constituição, leis, decretos, etc.) são fontes formais. Os
contratos de trabalho, ACT e CCT são exemplos de fontes formais. Usos e costumes
são a aplicação reiterada pela sociedade e podem originar a norma jurídica, sendo fonte
formal. Sobre o direito comparado, ocorrendo lacuna no sistema jurídico, será fonte
para originar a norma e, dessa forma, fonte formal.
Analogia é forma de integração da lacuna jurídica. Trata-se de fonte material. Equidade
é critério de decisão de casos concretos.Trata-se de fonte material. Outros princípios e
normas de direito se aproximam das fontes materiais, por trazerem valores aplicáveis
ao caso concreto.
Dessa forma, tem-se:
Fontes formais: a Lei (disposições legais); contratos de trabalho, ACT e CCT
(disposições contratuais); usos e costumes; direito comparado.
Fontes materiais: analogia, equidade, outros princípios e normas do Direito.
Resposta incorreta.
C. fontes formais: a Lei (disposições legais); outros princípios e normas do Direito; direito
comparado.
Fontes materiais: analogia; equidade; contratos de trabalho (disposições contratuais); usos e
costumes.
As fontes materiais (ou reais ou primárias) são os elementos que estão na base da
elaboração da norma jurídica, são a matéria-prima original para a elaboração da norma,
como os fatos sociais. Já as fontes formais são as formas de expressão do Direito; são
os veículos de sua exteriorização, a sua materialização.
As espécies legislativas (constituição, leis, decretos, etc.) são fontes formais. Os
contratos de trabalho, ACT e CCT são exemplos de fontes formais. Usos e costumes
são a aplicação reiterada pela sociedade e podem originar a norma jurídica, sendo fonte
formal. Sobre o direito comparado, ocorrendo lacuna no sistema jurídico, será fonte
para originar a norma e, dessa forma, fonte formal.
Analogiaé forma de integração da lacuna jurídica. Trata-se de fonte material. Equidade
é critério de decisão de casos concretos.Trata-se de fonte material. Outros princípios e
normas de direito se aproximam das fontes materiais, por trazerem valores aplicáveis
ao caso concreto.
Dessa forma, tem-se:
Fontes formais: a Lei (disposições legais); contratos de trabalho, ACT e CCT
(disposições contratuais); usos e costumes; direito comparado.
Fontes materiais: analogia, equidade, outros princípios e normas do Direito.
Resposta incorreta.
D. fontes formais: a Lei (disposições legais); contratos de trabalho, ACT e CCT (disposições
contratuais); outros princípios e normas do direito; usos e costumes.
Fontes materiais: analogia; equidade; direito comparado.
As fontes materiais (ou reais ou primárias) são os elementos que estão na base da
elaboração da norma jurídica, são a matéria-prima original para a elaboração da norma,
como os fatos sociais. Já as fontes formais são as formas de expressão do Direito; são
os veículos de sua exteriorização, a sua materialização.
As espécies legislativas (constituição, leis, decretos, etc.) são fontes formais. Os
contratos de trabalho, ACT e CCT são exemplos de fontes formais. Usos e costumes
são a aplicação reiterada pela sociedade e podem originar a norma jurídica, sendo fonte
formal. Sobre o direito comparado, ocorrendo lacuna no sistema jurídico, será fonte
para originar a norma e, dessa forma, fonte formal.
Analogia é forma de integração da lacuna jurídica. Trata-se de fonte material. Equidade
é critério de decisão de casos concretos.Trata-se de fonte material. Outros princípios e
normas de direito se aproximam das fontes materiais, por trazerem valores aplicáveis
ao caso concreto.
Dessa forma, tem-se:
Fontes formais: a Lei (disposições legais); contratos de trabalho, ACT e CCT
(disposições contratuais); usos e costumes; direito comparado.
Fontes materiais: analogia, equidade, outros princípios e normas do Direito.
Você acertou!
E. fontes formais: a Lei (disposições legais); contratos de trabalho, ACT e CCT (disposições
contratuais); usos e costumes; direito comparado.
Fontes materiais: analogia, equidade, outros princípios e normas do Direito.
As fontes materiais (ou reais ou primárias) são os elementos que estão na base da
elaboração da norma jurídica, são a matéria-prima original para a elaboração da norma,
como os fatos sociais. Já as fontes formais são as formas de expressão do Direito; são
os veículos de sua exteriorização, a sua materialização.
As espécies legislativas (constituição, leis, decretos, etc.) são fontes formais. Os
contratos de trabalho, ACT e CCT são exemplos de fontes formais. Usos e costumes
são a aplicação reiterada pela sociedade e podem originar a norma jurídica, sendo fonte
formal. Sobre o direito comparado, ocorrendo lacuna no sistema jurídico, será fonte
para originar a norma e, dessa forma, fonte formal.
Analogia é forma de integração da lacuna jurídica. Trata-se de fonte material. Equidade
é critério de decisão de casos concretos.Trata-se de fonte material. Outros princípios e
normas de direito se aproximam das fontes materiais, por trazerem valores aplicáveis
ao caso concreto.
Dessa forma, tem-se:
Fontes formais: a Lei (disposições legais); contratos de trabalho, ACT e CCT
(disposições contratuais); usos e costumes; direito comparado.
Fontes materiais: analogia, equidade, outros princípios e normas do Direito.
4. Conhecer a estrutura da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) nos auxilia na
compreensão de como as regras estão organizadas e sistematizadas, o que facilita bastante a
consulta e a aplicação no caso prático. No que se refere à CLT, seu conteúdo e estrutura,
assinale a alternativa correta.
Resposta incorreta.
A. A CLT é organizada em títulos, capítulos, seções e artigos, organizados de forma lógica e
sistemática: inicia-se com uma introdução, seguida das normas gerais de tutela do trabalho e,
em seguida, as trataivas especiais da tutela do trabalho. Normas específicas relacionadas à
jornada de trabalho, férias e remuneração são tratadas em legislações esparsas.
A CLT é organizada em títulos, capítulos, seções e artigos, organizados de forma lógica
e sistemática: inicia-se com uma introdução, seguida das normas gerais de tutela do
trabalho e, em seguida, as tratativas especiais da tutela do trabalho (não há preâmbulo).
Normas específicas relacionadas à jornada de trabalho, férias e remuneração são
tratadas em título específico da CLT, de forma minuciosa e detalhada, e não somente
em normas esparsas. Normas relacionadas à Justiça do Trabalho compõem o Título VIII
da CLT.
Resposta incorreta.
B. A CLT é organizada em capítulos, seções e artigos, organizados de forma lógica e
sistemática: inicia-se com um preâmbulo, seguido da introdução, das normas gerais de tutela do
trabalho e, em seguida, as tratativas especiais da tutela do trabalho.
A CLT é organizada em títulos, capítulos, seções e artigos, organizados de forma lógica
e sistemática: inicia-se com uma introdução, seguida das normas gerais de tutela do
trabalho e, em seguida, as tratativas especiais da tutela do trabalho (não há preâmbulo).
Normas específicas relacionadas à jornada de trabalho, férias e remuneração são
tratadas em título específico da CLT, de forma minuciosa e detalhada, e não somente
em normas esparsas. Normas relacionadas à Justiça do Trabalho compõem o Título VIII
da CLT.
Você acertou!
C. A CLT é organizada em títulos, capítulos, seções e artigos, organizados de forma lógica e
sistemática: inicia-se com uma introdução, seguida das normas gerais de tutela do trabalho e,
em seguida, as tratativas especiais da tutela do trabalho. Normas específicas relacionadas à
jornada de trabalho, férias e remuneração são tratadas em título específico da CLT.
A CLT é organizada em títulos, capítulos, seções e artigos, organizados de forma lógica
e sistemática: inicia-se com uma introdução, seguida das normas gerais de tutela do
trabalho e, em seguida, as tratativas especiais da tutela do trabalho (não há preâmbulo).
Normas específicas relacionadas à jornada de trabalho, férias e remuneração são
tratadas em título específico da CLT, de forma minuciosa e detalhada, e não somente
em normas esparsas. Normas relacionadas à Justiça do Trabalho compõem o Título VIII
da CLT.
Resposta incorreta.
D. A CLT é organizada em capítulos, seções e artigos, organizados de forma lógica e
sistemática: inicia-se com uma introdução, seguida das normas gerais de tutela do trabalho e,
em seguida, as tratativas especiais da tutela do trabalho. Normas relacionadas à Justiça do
Trabalho não são elencadas na CLT, pois são escopo dos regulamentos do Poder Judiciário.
A CLT é organizada em títulos, capítulos, seções e artigos, organizados de forma lógica
e sistemática: inicia-se com uma introdução, seguida das normas gerais de tutela do
trabalho e, em seguida, as tratativas especiais da tutela do trabalho (não há preâmbulo).
Normas específicas relacionadas à jornada de trabalho, férias e remuneração são
tratadas em título específico da CLT, de forma minuciosa e detalhada, e não somente
em normas esparsas. Normas relacionadas à Justiça do Trabalho compõem o Título VIII
da CLT.
Resposta incorreta.
E. A CLT é organizada em capítulos, seções e artigos, organizados de forma lógica e
sistemática: inicia-se com um preâmbulo, seguido da introdução, das normas gerais de tutela do
trabalho e, em seguida, as tratativas especiais da tutela do trabalho. Normas relacionadas à
Justiça do Trabalho fazem parte da CLT em título específico.
A CLT é organizada em títulos, capítulos, seções e artigos, organizados de forma lógica
e sistemática: inicia-se com uma introdução, seguida das normas gerais de tutela do
trabalho e, em seguida, as tratativas especiais da tutela do trabalho (não há preâmbulo).
Normas específicas relacionadas à jornada de trabalho, férias e remuneração são
tratadas em título específico da CLT, de forma minuciosa e detalhada, e não somente
em normas esparsas. Normas relacionadasà Justiça do Trabalho compõem o Título VIII
da CLT.
5. Veja o trecho a seguir:
“O Direito tem uma realidade histórico-cultural, não admitindo o estudo de quaisquer de seus
ramos sem que se tenha noção de seu desenvolvimento dinâmico no transcurso do tempo. À
luz da história, é possível compreender com mais acuidade os problemas atuais.”(MARTINS,
Sergio Pinto. Direito do Trabalho. 36. ed. São Paulo: Saraiva Educação, 2020, p. 45)O Direito do
Trabalho, tal como outros ramos do Direito, precisa ser interpretado à luz dos fatos passados,
mas também com a aplicação dos fatos atuais e concretos, de forma a fomentar o seu
desenvolvimento e inspirar as mudanças legislativas necessárias para o atendimento das
demandas sociais.
Analise as situações a seguir e assinale a alternativa correta:
Caso 1: Convenção OIT 188, de 30 de maio de 2007, referente ao trabalho na pesca, e teve
como objetivo assegurar que os pescadores tenham condições decentes de trabalho a bordo de
embarcações de pesca com relação a exigências mínimas para trabalho a bordo; condições de
serviço; acomodação e alimentação; proteção à segurança e saúde ocupacionais; assistência
médica e seguridade social. Não foi ratificada pelo Brasil.
Caso 2: decisão da 1ª Turma Julgadora do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (GO),
no RO-0000094-38.2013.5.18.0010: “embora a terça-feira de carnaval não conste no rol de
feriados nacionais insertos nas Leis n. 9.093/95 e 10.607/02, e não haja lei municipal em
Goiânia/GO instituindo tal feriado, é fato público e notório que a folga nesse dia é prática
observada em todo país, sendo aceito como feriado [...]".
Resposta incorreta.
A. O Caso 1 trata de uma Convenção Internacional não ratificada pelo Brasil e considerada uma
fonte formal heterônoma do Direito do Trabalho. O Caso 2 trata de um “uso ou costume”, uma
fonte formal autônoma do Direito do Trabalho.
As Convenções e Tratados Internacionais não ratificados pelo Brasil não são
considerados fontes formais do Direito do Trabalho. Contudo, podem ser considerados
fontes materiais que poderão inspirar a criação de normas que podem integrar
futuramente o ordenamento jurídico brasileiro. Já o caso do reconhecimento da
terça-feira de carnaval como um feriado nacional pode ser considerado como “Uso e
Costume”. Pode-se entender o “uso” como a prática reiterada e/ou habitual de atos de
uma relação jurídica, estando sediada na esfera de autonomia concedida pelo Direito do
Trabalho às partes que se relacionam em um contrato de trabalho. Não se trata de uma
“analogia”, mas uma forma de integração da lacuna jurídica que buscará uma norma
que apresente pontos de semelhança para a solução de um caso concreto, que a
princípio não estará abarcada no Direito do Trabalho.
Resposta incorreta.
B. O Caso 1 trata de uma Convenção Internacional não ratificada pelo Brasil e considerada uma
fonte formal autônoma do Direito do Trabalho. O Caso 2 trata de uma “analogia”, uma fonte
material do Direito do Trabalho.
As Convenções e Tratados Internacionais não ratificados pelo Brasil não são
considerados fontes formais do Direito do Trabalho. Contudo, podem ser considerados
fontes materiais que poderão inspirar a criação de normas que podem integrar
futuramente o ordenamento jurídico brasileiro. Já o caso do reconhecimento da
terça-feira de carnaval como um feriado nacional pode ser considerado como “Uso e
Costume”. Pode-se entender o “uso” como a prática reiterada e/ou habitual de atos de
uma relação jurídica, estando sediada na esfera de autonomia concedida pelo Direito do
Trabalho às partes que se relacionam em um contrato de trabalho. Não se trata de uma
“analogia”, mas uma forma de integração da lacuna jurídica que buscará uma norma
que apresente pontos de semelhança para a solução de um caso concreto, que a
princípio não estará abarcada no Direito do Trabalho.
Resposta incorreta.
C. O Caso 1 trata de uma Convenção Internacional não ratificada pelo Brasil e considerada uma
fonte material do Direito do Trabalho. O Caso 2 trata de um “uso ou costume”, uma fonte
material do Direito do Trabalho.
As Convenções e Tratados Internacionais não ratificados pelo Brasil não são
considerados fontes formais do Direito do Trabalho. Contudo, podem ser considerados
fontes materiais que poderão inspirar a criação de normas que podem integrar
futuramente o ordenamento jurídico brasileiro. Já o caso do reconhecimento da
terça-feira de carnaval como um feriado nacional pode ser considerado como “Uso e
Costume”. Pode-se entender o “uso” como a prática reiterada e/ou habitual de atos de
uma relação jurídica, estando sediada na esfera de autonomia concedida pelo Direito do
Trabalho às partes que se relacionam em um contrato de trabalho. Não se trata de uma
“analogia”, mas uma forma de integração da lacuna jurídica que buscará uma norma
que apresente pontos de semelhança para a solução de um caso concreto, que a
princípio não estará abarcada no Direito do Trabalho.
Resposta incorreta.
D. O Caso 1 trata de uma Convenção Internacional não ratificada pelo Brasil e considerada uma
fonte material do Direito do Trabalho. O Caso 2 trata de uma “analogia”, uma fonte material do
Direito do Trabalho.
As Convenções e Tratados Internacionais não ratificados pelo Brasil não são
considerados fontes formais do Direito do Trabalho. Contudo, podem ser considerados
fontes materiais que poderão inspirar a criação de normas que podem integrar
futuramente o ordenamento jurídico brasileiro. Já o caso do reconhecimento da
terça-feira de carnaval como um feriado nacional pode ser considerado como “Uso e
Costume”. Pode-se entender o “uso” como a prática reiterada e/ou habitual de atos de
uma relação jurídica, estando sediada na esfera de autonomia concedida pelo Direito do
Trabalho às partes que se relacionam em um contrato de trabalho. Não se trata de uma
“analogia”, mas uma forma de integração da lacuna jurídica que buscará uma norma
que apresente pontos de semelhança para a solução de um caso concreto, que a
princípio não estará abarcada no Direito do Trabalho.
Você acertou!
E. O Caso 1 trata de uma Convenção Internacional não ratificada pelo Brasil e considerada uma
fonte material do Direito do Trabalho. O Caso 2 trata de um “uso ou costume”, uma fonte formal
autônoma do Direito do Trabalho.
As Convenções e Tratados Internacionais não ratificados pelo Brasil não são
considerados fontes formais do Direito do Trabalho. Contudo, podem ser considerados
fontes materiais que poderão inspirar a criação de normas que podem integrar
futuramente o ordenamento jurídico brasileiro. Já o caso do reconhecimento da
terça-feira de carnaval como um feriado nacional pode ser considerado como “Uso e
Costume”. Pode-se entender o “uso” como a prática reiterada e/ou habitual de atos de
uma relação jurídica, estando sediada na esfera de autonomia concedida pelo Direito do
Trabalho às partes que se relacionam em um contrato de trabalho. Não se trata de uma
“analogia”, mas uma forma de integração da lacuna jurídica que buscará uma norma
que apresente pontos de semelhança para a solução de um caso concreto, que a
princípio não estará abarcada no Direito do Trabalho.
1. O contrato é um dos mais comuns tipos de negócio jurídico existentes no Direito brasileiro, e
a lei prevê diversas formas como ele pode ser realizado. Posto isso, considere o caso de um
fazendeiro A que oferece a outro, B, certo número de cabeças de gado para que ele não utilize
um tipo específico de agrotóxico em seu cultivo — que está localizado próximo do cultivo do
fazendeiro A. Aceitando B a proposta, terá-se constituído um contrato? Por quê?
Resposta incorreta.
A. Não há contrato, pois não houve assinatura de qualquer documento por escrito.
Há, sim, contrato, pois foi criada relação jurídica entre os fazendeiros A e B que
determina obrigações para as duas partes: uma, obrigação de não utilizar aquele
agrotóxico específico; a outra, de dar as cabeças de gado em contraprestação. O
princípio da consensualidade estabelece que, via de regra, a leinão exige formalidades
para a constituição de contratos, bastando o acordo de vontades entre as partes.
Portanto, a falta de documentação não se trata sequer de vício contratual — embora,
claro, possa ser problemática se houver conflito futuro sobre os termos do contrato.
Resposta incorreta.
B. Não há contrato, pois não houve promessa de contraprestação monetária.
Há, sim, contrato, pois foi criada relação jurídica entre os fazendeiros A e B que
determina obrigações para as duas partes: uma, obrigação de não utilizar aquele
agrotóxico específico; a outra, de dar as cabeças de gado em contraprestação. O
princípio da consensualidade estabelece que, via de regra, a lei não exige formalidades
para a constituição de contratos, bastando o acordo de vontades entre as partes.
Portanto, a falta de documentação não se trata sequer de vício contratual — embora,
claro, possa ser problemática se houver conflito futuro sobre os termos do contrato.
Resposta incorreta.
C. Não há contrato, pois não há nenhuma prova da existência do acordo, como testemunhas.
Há, sim, contrato, pois foi criada relação jurídica entre os fazendeiros A e B que
determina obrigações para as duas partes: uma, obrigação de não utilizar aquele
agrotóxico específico; a outra, de dar as cabeças de gado em contraprestação. O
princípio da consensualidade estabelece que, via de regra, a lei não exige formalidades
para a constituição de contratos, bastando o acordo de vontades entre as partes.
Portanto, a falta de documentação não se trata sequer de vício contratual — embora,
claro, possa ser problemática se houver conflito futuro sobre os termos do contrato.
Você acertou!
D. Sim, há contrato, pois foi estabelecida relação jurídica mediante acordo de vontades.
Há, sim, contrato, pois foi criada relação jurídica entre os fazendeiros A e B que
determina obrigações para as duas partes: uma, obrigação de não utilizar aquele
agrotóxico específico; a outra, de dar as cabeças de gado em contraprestação. O
princípio da consensualidade estabelece que, via de regra, a lei não exige formalidades
para a constituição de contratos, bastando o acordo de vontades entre as partes.
Portanto, a falta de documentação não se trata sequer de vício contratual — embora,
claro, possa ser problemática se houver conflito futuro sobre os termos do contrato.
Resposta incorreta.
E. Sim, há contrato, pois a falta de documentação é simples vício que pode ser sanado no
futuro.
Há, sim, contrato, pois foi criada relação jurídica entre os fazendeiros A e B que
determina obrigações para as duas partes: uma, obrigação de não utilizar aquele
agrotóxico específico; a outra, de dar as cabeças de gado em contraprestação. O
princípio da consensualidade estabelece que, via de regra, a lei não exige formalidades
para a constituição de contratos, bastando o acordo de vontades entre as partes.
Portanto, a falta de documentação não se trata sequer de vício contratual — embora,
claro, possa ser problemática se houver conflito futuro sobre os termos do contrato.
2. Apesar de haver algumas normas específicas que tratam deles, os contratos agrários não
deixam de ser regulamentados pelos princípios e pelas normas de Direito que se aplicam aos
contratos em geral. Levando isso em consideração, o que preceitua o princípio da
obrigatoriedade?
Resposta incorreta.
A. O princípio da obrigatoriedade preceitua que só pode haver exceção ao cumprimento das
cláusulas acessórias de um contrato, não das cláusulas principais.
O princípio da obrigatoriedade baseia-se na ideia da expressão em latim pact sunt
servanda, que significa que o que foi pactuado deve ser seguido. Assim, via de regra,
os contratos devem ser cumpridos inteiramente, só podendo haver escusa de
cumprimento por um dos casos predeterminados pelo ordenamento jurídico brasileiro. A
decisão em juízo por si só também não pode contrariar isso, pois deve estar baseada
em alguma daquelas mencionadas exceções previstas em lei; ou seja, um juiz não pode
criar exceções desse tipo sem qualquer fundamento.
Resposta incorreta.
B. O princípio da obrigatoriedade preceitua que os contratos devem ser cumpridos da melhor
forma possível, conforme a interpretação de cada parte.
O princípio da obrigatoriedade baseia-se na ideia da expressão em latim pact sunt
servanda, que significa que o que foi pactuado deve ser seguido. Assim, via de regra,
os contratos devem ser cumpridos inteiramente, só podendo haver escusa de
cumprimento por um dos casos predeterminados pelo ordenamento jurídico brasileiro. A
decisão em juízo por si só também não pode contrariar isso, pois deve estar baseada
em alguma daquelas mencionadas exceções previstas em lei; ou seja, um juiz não pode
criar exceções desse tipo sem qualquer fundamento.
Resposta incorreta.
C. O princípio da obrigatoriedade preceitua que, sem exceções, os contratos devem ser
cumpridos conforme o que foi acordado.
O princípio da obrigatoriedade baseia-se na ideia da expressão em latim pact sunt
servanda, que significa que o que foi pactuado deve ser seguido. Assim, via de regra,
os contratos devem ser cumpridos inteiramente, só podendo haver escusa de
cumprimento por um dos casos predeterminados pelo ordenamento jurídico brasileiro. A
decisão em juízo por si só também não pode contrariar isso, pois deve estar baseada
em alguma daquelas mencionadas exceções previstas em lei; ou seja, um juiz não pode
criar exceções desse tipo sem qualquer fundamento.
Você acertou!
D. O princípio da obrigatoriedade preceitua que, salvo exceções previstas em lei, os contratos
devem ser cumpridos conforme o que foi acordado.
O princípio da obrigatoriedade baseia-se na ideia da expressão em latim pact sunt
servanda, que significa que o que foi pactuado deve ser seguido. Assim, via de regra,
os contratos devem ser cumpridos inteiramente, só podendo haver escusa de
cumprimento por um dos casos predeterminados pelo ordenamento jurídico brasileiro. A
decisão em juízo por si só também não pode contrariar isso, pois deve estar baseada
em alguma daquelas mencionadas exceções previstas em lei; ou seja, um juiz não pode
criar exceções desse tipo sem qualquer fundamento.
Resposta incorreta.
E. O princípio da obrigatoriedade preceitua que, salvo exceções estabelecidas em juízo, os
contratos devem ser cumpridos conforme o que foi acordado.
O princípio da obrigatoriedade baseia-se na ideia da expressão em latim pact sunt
servanda, que significa que o que foi pactuado deve ser seguido. Assim, via de regra,
os contratos devem ser cumpridos inteiramente, só podendo haver escusa de
cumprimento por um dos casos predeterminados pelo ordenamento jurídico brasileiro. A
decisão em juízo por si só também não pode contrariar isso, pois deve estar baseada
em alguma daquelas mencionadas exceções previstas em lei; ou seja, um juiz não pode
criar exceções desse tipo sem qualquer fundamento.
3. O arrendamento rural e a parceria rural são dois contratos típicos do agronegócio previstos
pelo ordenamento jurídico brasileiro que, apesar de servirem a propósitos similares, apresentam
diferença essencial. Qual é a principal diferença entre os contratos de arrendimento rural e os de
parceria rural?
Resposta incorreta.
A. No contrato de arrendamento rural, o arrendatário incorre em todos os riscos da atividade
realizada no imóvel do arrendador — devendo retribuição ou aluguel por seu usufruto —, mas
também tem direito a todo o lucro gerado. Já no contrato de parceria rural, o proprietário do
imóvel e o que exerce a atividade agrossilvopastoril nele compartilham dos riscos e também dos
benefícios da atividade.
Conforme definem os artigos 3.º e 4.º do Decreto n.º 59.566/66, no arrendamento rural,
um arrendatário simplesmente deve retribuição ou aluguel para usufruir do imóvel rural
do arrendador — exercendo atividade agrossilvopastoril nele e obtendo para si os lucros
dessa atividade. Já na parceria, o proprietário do imóvel e aquele que trabalha a terra
dele são, como o nome sugere, parceiros que compartilham de lucros e riscos na
proporção que estipularem,podendo, inclusive, só compartilhar de um ou outro —
dentro dos limites legais que proíbem, por exemplo, que o parceiro não proprietário abra
mão dos benefícios inteiros de sua atividade.
Você não acertou!
B. No contrato de arrendamento rural, o arrendador incorre em todos os riscos da atividade
realizada no imóvel do arrendatário — devendo retribuição ou aluguel por seu usufruto —, mas
também tem direito a todo o lucro gerado. Já no contrato de parceria rural, o proprietário do
imóvel e o que exerce a atividade agrossilvopastoril nele compartilham dos riscos e também dos
benefícios da atividade.
Conforme definem os artigos 3.º e 4.º do Decreto n.º 59.566/66, no arrendamento rural,
um arrendatário simplesmente deve retribuição ou aluguel para usufruir do imóvel rural
do arrendador — exercendo atividade agrossilvopastoril nele e obtendo para si os lucros
dessa atividade. Já na parceria, o proprietário do imóvel e aquele que trabalha a terra
dele são, como o nome sugere, parceiros que compartilham de lucros e riscos na
proporção que estipularem, podendo, inclusive, só compartilhar de um ou outro —
dentro dos limites legais que proíbem, por exemplo, que o parceiro não proprietário abra
mão dos benefícios inteiros de sua atividade.
Resposta correta.
C. No contrato de arrendamento rural, o arrendatário incorre em todos os riscos da atividade
realizada no imóvel do arrendador — devendo retribuição ou aluguel por seu usufruto —, mas
também tem direito a todo o lucro gerado. Já no contrato de parceria rural, o proprietário do
imóvel e o que exerce a atividade agrossilvopastoril nele compartilham dos riscos e/ou dos
benefícios da atividade.
Conforme definem os artigos 3.º e 4.º do Decreto n.º 59.566/66, no arrendamento rural,
um arrendatário simplesmente deve retribuição ou aluguel para usufruir do imóvel rural
do arrendador — exercendo atividade agrossilvopastoril nele e obtendo para si os lucros
dessa atividade. Já na parceria, o proprietário do imóvel e aquele que trabalha a terra
dele são, como o nome sugere, parceiros que compartilham de lucros e riscos na
proporção que estipularem, podendo, inclusive, só compartilhar de um ou outro —
dentro dos limites legais que proíbem, por exemplo, que o parceiro não proprietário abra
mão dos benefícios inteiros de sua atividade.
Resposta incorreta.
D. No contrato de parceria rural, a pessoa que realiza atividade agrossilvopastoril no imóvel —
devendo retribuição ou aluguel por seu usufruto — incorre em todos os riscos da atividade, mas
também tem direito a todo o lucro gerado. Já no contrato de arrendamento rural, o arrendador e
o arrendatário compartilham dos riscos e também dos benefícios da atividade.
Conforme definem os artigos 3.º e 4.º do Decreto n.º 59.566/66, no arrendamento rural,
um arrendatário simplesmente deve retribuição ou aluguel para usufruir do imóvel rural
do arrendador — exercendo atividade agrossilvopastoril nele e obtendo para si os lucros
dessa atividade. Já na parceria, o proprietário do imóvel e aquele que trabalha a terra
dele são, como o nome sugere, parceiros que compartilham de lucros e riscos na
proporção que estipularem, podendo, inclusive, só compartilhar de um ou outro —
dentro dos limites legais que proíbem, por exemplo, que o parceiro não proprietário abra
mão dos benefícios inteiros de sua atividade.
Resposta incorreta.
E. No contrato de parceria rural, a pessoa que realiza atividade agrossilvopastoril no imóvel —
devendo retribuição ou aluguel por seu usufruto — incorre em todos os riscos da atividade, mas
também tem direito a todo o lucro gerado. Já no contrato de arrendamento rural, o arrendador e
o arrendatário compartilham dos riscos e/ou dos benefícios da atividade.
Conforme definem os artigos 3.º e 4.º do Decreto n.º 59.566/66, no arrendamento rural,
um arrendatário simplesmente deve retribuição ou aluguel para usufruir do imóvel rural
do arrendador — exercendo atividade agrossilvopastoril nele e obtendo para si os lucros
dessa atividade. Já na parceria, o proprietário do imóvel e aquele que trabalha a terra
dele são, como o nome sugere, parceiros que compartilham de lucros e riscos na
proporção que estipularem, podendo, inclusive, só compartilhar de um ou outro —
dentro dos limites legais que proíbem, por exemplo, que o parceiro não proprietário abra
mão dos benefícios inteiros de sua atividade.
4. O Código Civil brasileiro permite expressamente não só a compra e a venda de produtos
atuais, já existentes, mas também aquela que tem como objeto coisas futuras, o que é utilizado
comumente na compra e venda de safras. Considerando-se isso, qual alternativa discorre
corretamente sobre um dos tipos de venda futura?
Resposta incorreta.
A. Na venda definitiva, permanece a obrigação de pagar pelo produto quando ele nunca teve
chance de existir.
O contrato de venda definitiva é inerentemente de risco, dada a possibilidade de que o
produto não venha a existir no prazo estipulado e a permanência da obrigação de pagar
independentemente desse resultado. Contudo, se nunca houve chance de o produto
existir, não há motivo para celebração do contrato, já que ele é realizado exatamente
porque, no momento de celebração, uma das partes acredita que o produto virá a
existir. Contudo, seria absurda a permanência da obrigação de pagar em situação em
que o produtor só não entrega o produto, apesar de ele existir.
Quanto à venda condicionada, ela simplesmente condiciona a obrigação de pagar à
existência do produto dentro do prazo estipulado. Ou seja, o produto não existe no
momento da celebração do contrato, e há chance de que não venha a existir dentro do
prazo. No entanto, a obrigação só cessa se, de fato, ele não chegar a existir até esse
ponto.
Resposta correta.
B. Na venda definitiva, permanece a obrigação de pagar pelo produto quando ele não chega a
existir no prazo estipulado.
O contrato de venda definitiva é inerentemente de risco, dada a possibilidade de que o
produto não venha a existir no prazo estipulado e a permanência da obrigação de pagar
independentemente desse resultado. Contudo, se nunca houve chance de o produto
existir, não há motivo para celebração do contrato, já que ele é realizado exatamente
porque, no momento de celebração, uma das partes acredita que o produto virá a
existir. Contudo, seria absurda a permanência da obrigação de pagar em situação em
que o produtor só não entrega o produto, apesar de ele existir.
Quanto à venda condicionada, ela simplesmente condiciona a obrigação de pagar à
existência do produto dentro do prazo estipulado. Ou seja, o produto não existe no
momento da celebração do contrato, e há chance de que não venha a existir dentro do
prazo. No entanto, a obrigação só cessa se, de fato, ele não chegar a existir até esse
ponto.
Resposta incorreta.
C. Na venda definitiva, permanece a obrigação de pagar pelo produto quando ele não for
entregue ao comprador.
O contrato de venda definitiva é inerentemente de risco, dada a possibilidade de que o
produto não venha a existir no prazo estipulado e a permanência da obrigação de pagar
independentemente desse resultado. Contudo, se nunca houve chance de o produto
existir, não há motivo para celebração do contrato, já que ele é realizado exatamente
porque, no momento de celebração, uma das partes acredita que o produto virá a
existir. Contudo, seria absurda a permanência da obrigação de pagar em situação em
que o produtor só não entrega o produto, apesar de ele existir.
Quanto à venda condicionada, ela simplesmente condiciona a obrigação de pagar à
existência do produto dentro do prazo estipulado. Ou seja, o produto não existe no
momento da celebração do contrato, e há chance de que não venha a existir dentro do
prazo. No entanto, a obrigação só cessa se, de fato, ele não chegar a existir até esse
ponto.
Resposta incorreta.
D. Na venda condicionada, cessa a obrigação de pagar pelo produto quando ele não chega a
existir até o momento de celebração do contrato.
O contrato de venda definitiva é inerentemente de risco, dada a possibilidadede que o
produto não venha a existir no prazo estipulado e a permanência da obrigação de pagar
independentemente desse resultado. Contudo, se nunca houve chance de o produto
existir, não há motivo para celebração do contrato, já que ele é realizado exatamente
porque, no momento de celebração, uma das partes acredita que o produto virá a
existir. Contudo, seria absurda a permanência da obrigação de pagar em situação em
que o produtor só não entrega o produto, apesar de ele existir.
Quanto à venda condicionada, ela simplesmente condiciona a obrigação de pagar à
existência do produto dentro do prazo estipulado. Ou seja, o produto não existe no
momento da celebração do contrato, e há chance de que não venha a existir dentro do
prazo. No entanto, a obrigação só cessa se, de fato, ele não chegar a existir até esse
ponto.
Você não acertou!
E. Na venda condicionada, cessa a obrigação de pagar pelo produto quando há chance de que
ele não venha a existir no prazo estipulado.
O contrato de venda definitiva é inerentemente de risco, dada a possibilidade de que o
produto não venha a existir no prazo estipulado e a permanência da obrigação de pagar
independentemente desse resultado. Contudo, se nunca houve chance de o produto
existir, não há motivo para celebração do contrato, já que ele é realizado exatamente
porque, no momento de celebração, uma das partes acredita que o produto virá a
existir. Contudo, seria absurda a permanência da obrigação de pagar em situação em
que o produtor só não entrega o produto, apesar de ele existir.
Quanto à venda condicionada, ela simplesmente condiciona a obrigação de pagar à
existência do produto dentro do prazo estipulado. Ou seja, o produto não existe no
momento da celebração do contrato, e há chance de que não venha a existir dentro do
prazo. No entanto, a obrigação só cessa se, de fato, ele não chegar a existir até esse
ponto.
5. O Brasil tem o que se chama de "política de preço mínimo", que é centrada em uma iniciativa
governamental de grande importância para o produtor rural que pretende vender sua produção.
Posto isso, como funciona essa política?
Resposta incorreta.
A. Por meio dessa política, a União força a compra de excedentes de produção de produtores
rurais pelo preço mínimo estipulado, não permitindo que os preços de mercado sejam reduzidos
para valores abaixo daqueles mínimos.
Via de regra, nenhuma pessoa, física ou jurídica, privada pode ser obrigada a comprar
produto por preço mais elevado do que lhe interessa. Contudo, dada a importância
básica dos produtores rurais para a sociedade brasileira, se o mercado determina que o
preço de um produto rural tem valor abaixo do custo de produção, o Poder Público
intervém para comprar excedentes e financiar estocagem até que aqueles produtores
se vejam compensados pela desvalorização de seus produtos. O mesmo não ocorre
com a agroindústria e a produção de produtos industrializados, já que a mesma
justificativa não se aplica.
Resposta incorreta.
B. Por meio dessa política, a União compra excedentes de produção de produtores rurais e
agroindústrias ou financia sua estocagem; contudo, apesar de comprar todos os produtos
excedentes, ela só o faz quando os preços de mercado estão abaixo do preço mínimo
estipulado.
Via de regra, nenhuma pessoa, física ou jurídica, privada pode ser obrigada a comprar
produto por preço mais elevado do que lhe interessa. Contudo, dada a importância
básica dos produtores rurais para a sociedade brasileira, se o mercado determina que o
preço de um produto rural tem valor abaixo do custo de produção, o Poder Público
intervém para comprar excedentes e financiar estocagem até que aqueles produtores
se vejam compensados pela desvalorização de seus produtos. O mesmo não ocorre
com a agroindústria e a produção de produtos industrializados, já que a mesma
justificativa não se aplica.
Resposta incorreta.
C. Por meio dessa política, a União compra excedentes de produção de produtores rurais e
agroindústrias ou financia sua estocagem; contudo, ela só o faz quando os preços de mercado
estão abaixo do preço mínimo estipulado e só no intuito de compensar os produtores rurais e
agroindústrias pelo que deixaram de ganhar.
Via de regra, nenhuma pessoa, física ou jurídica, privada pode ser obrigada a comprar
produto por preço mais elevado do que lhe interessa. Contudo, dada a importância
básica dos produtores rurais para a sociedade brasileira, se o mercado determina que o
preço de um produto rural tem valor abaixo do custo de produção, o Poder Público
intervém para comprar excedentes e financiar estocagem até que aqueles produtores
se vejam compensados pela desvalorização de seus produtos. O mesmo não ocorre
com a agroindústria e a produção de produtos industrializados, já que a mesma
justificativa não se aplica.
Resposta incorreta.
D. Por meio dessa política, a União compra excedentes de produção de produtores rurais ou
financia sua estocagem; contudo, apesar de comprar todos os produtos excedentes, ela só o faz
quando os preços de mercado estão abaixo do preço mínimo estipulado.
Via de regra, nenhuma pessoa, física ou jurídica, privada pode ser obrigada a comprar
produto por preço mais elevado do que lhe interessa. Contudo, dada a importância
básica dos produtores rurais para a sociedade brasileira, se o mercado determina que o
preço de um produto rural tem valor abaixo do custo de produção, o Poder Público
intervém para comprar excedentes e financiar estocagem até que aqueles produtores
se vejam compensados pela desvalorização de seus produtos. O mesmo não ocorre
com a agroindústria e a produção de produtos industrializados, já que a mesma
justificativa não se aplica.
Você acertou!
E. Por meio dessa política, a União compra excedentes de produção de produtores rurais ou
financia sua estocagem; contudo, ela só o faz quando os preços de mercado estão abaixo do
preço mínimo estipulado e só no intuito de compensar os produtores rurais pelo que deixaram
de ganhar.
Via de regra, nenhuma pessoa, física ou jurídica, privada pode ser obrigada a comprar
produto por preço mais elevado do que lhe interessa. Contudo, dada a importância
básica dos produtores rurais para a sociedade brasileira, se o mercado determina que o
preço de um produto rural tem valor abaixo do custo de produção, o Poder Público
intervém para comprar excedentes e financiar estocagem até que aqueles produtores
se vejam compensados pela desvalorização de seus produtos. O mesmo não ocorre
com a agroindústria e a produção de produtos industrializados, já que a mesma
justificativa não se aplica.
1. Considerando a evolução histórica do Direito Coletivo do Trabalho, percebe-se que sua
origem começou a ser delineada nos primórdios da escravidão e desenvolveu-se ao longo dos
tempos até atingir a configuração atual.
Sendo assim, assinale a alternativa correta:
Resposta incorreta.
A. A Revolução Industrial não é considerada um marco na história dos direitos trabalhistas,
porque as condições dos trabalhadores nesse período eram precárias.
Do período feudal, evoluiu-se para as corporações de ofício, que foram suprimidas com
a Revolução Francesa, em 1789. Já a Revolução Industrial foi um marco trabalhista
porque trouxe a noção de emprego, embora a situação do trabalho fosse precária - o
que sempre motivou a Igreja Católica a se posicionar a favor dos trabalhadores na
busca por melhores condições. No Brasil, os direitos trabalhistas foram reconhecidos
com o advento da CLT, ensejando seu fortalecimento desde então, de forma que
atualmente o Direito Coletivo do Trabalho não pode ser confudido com Direito Sindical
ou Direito Social.
Você acertou!
B. A Igreja Católica, com base na sua doutrina de fé, teve importante posicionamento na luta
pela dignidade dos trabalhadores.
Do período feudal, evoluiu-se para as corporações de ofício, que foram suprimidas com
a Revolução Francesa, em 1789. Já a Revolução Industrial foi um marco trabalhista
porque trouxe a noção de emprego, embora a situação do trabalho fosse precária - o
que sempre motivou aIgreja Católica a se posicionar a favor dos trabalhadores na
busca por melhores condições. No Brasil, os direitos trabalhistas foram reconhecidos
com o advento da CLT, ensejando seu fortalecimento desde então, de forma que
atualmente o Direito Coletivo do Trabalho não pode ser confudido com Direito Sindical
ou Direito Social.
Resposta incorreta.
C. Apesar do advento da CLT, em 1943, ainda não era possível se falar em direitos trabalhistas
no Brasil, o que ocorreu somente com a Constituição de 88.
Do período feudal, evoluiu-se para as corporações de ofício, que foram suprimidas com
a Revolução Francesa, em 1789. Já a Revolução Industrial foi um marco trabalhista
porque trouxe a noção de emprego, embora a situação do trabalho fosse precária - o
que sempre motivou a Igreja Católica a se posicionar a favor dos trabalhadores na
busca por melhores condições. No Brasil, os direitos trabalhistas foram reconhecidos
com o advento da CLT, ensejando seu fortalecimento desde então, de forma que
atualmente o Direito Coletivo do Trabalho não pode ser confudido com Direito Sindical
ou Direito Social.
Resposta incorreta.
D. O Direito Coletivo do Trabalho também pode ser referido pelas expressões Direito Sindical e
Direito Social, sem qualquer prejuízo de compreensão.
Do período feudal, evoluiu-se para as corporações de ofício, que foram suprimidas com
a Revolução Francesa, em 1789. Já a Revolução Industrial foi um marco trabalhista
porque trouxe a noção de emprego, embora a situação do trabalho fosse precária - o
que sempre motivou a Igreja Católica a se posicionar a favor dos trabalhadores na
busca por melhores condições. No Brasil, os direitos trabalhistas foram reconhecidos
com o advento da CLT, ensejando seu fortalecimento desde então, de forma que
atualmente o Direito Coletivo do Trabalho não pode ser confudido com Direito Sindical
ou Direito Social.
Resposta incorreta.
E. As corporações de ofício sucederam ao feudalismo, sendo regulamentadas em todo o mundo
a partir da Revolução Francesa, em 1789.
Do período feudal, evoluiu-se para as corporações de ofício, que foram suprimidas com
a Revolução Francesa, em 1789. Já a Revolução Industrial foi um marco trabalhista
porque trouxe a noção de emprego, embora a situação do trabalho fosse precária - o
que sempre motivou a Igreja Católica a se posicionar a favor dos trabalhadores na
busca por melhores condições. No Brasil, os direitos trabalhistas foram reconhecidos
com o advento da CLT, ensejando seu fortalecimento desde então, de forma que
atualmente o Direito Coletivo do Trabalho não pode ser confudido com Direito Sindical
ou Direito Social.
2. As funções do Direito Coletivo do Trabalho são responsáveis pela sua importância no cenário
jurídico brasileiro e dividem-se em funções gerais e funções específicas.
Entre elas, aquela que tem o acordo e a convenção coletiva como principais expoentes é:
Resposta incorreta.
A. a busca pelo equilíbrio social.
O acordo e a convenção coletiva são instrumentos que atendem à geração de normas
jurídicas no Direito Coletivo do Trabalho, tendo em vista que são de caráter normativo
entre as partes envolvidas e não se referem diretamente à pacificação de conflito. Da
mesma forma, a busca pelo equilíbiro social e econômico deve ser simultânea. O
principal objetivo desses instrumentos é melhorar as condições de trabalho, não
intensificá-las.
Resposta incorreta.
B. a pacificação de conflitos.
O acordo e a convenção coletiva são instrumentos que atendem à geração de normas
jurídicas no Direito Coletivo do Trabalho, tendo em vista que são de caráter normativo
entre as partes envolvidas e não se referem diretamente à pacificação de conflito. Da
mesma forma, a busca pelo equilíbiro social e econômico deve ser simultânea. O
principal objetivo desses instrumentos é melhorar as condições de trabalho, não
intensificá-las.
Você acertou!
C. a geração de normas jurídicas.
O acordo e a convenção coletiva são instrumentos que atendem à geração de normas
jurídicas no Direito Coletivo do Trabalho, tendo em vista que são de caráter normativo
entre as partes envolvidas e não se referem diretamente à pacificação de conflito. Da
mesma forma, a busca pelo equilíbiro social e econômico deve ser simultânea. O
principal objetivo desses instrumentos é melhorar as condições de trabalho, não
intensificá-las.
Resposta incorreta.
D. o equilíbiro econômico.
O acordo e a convenção coletiva são instrumentos que atendem à geração de normas
jurídicas no Direito Coletivo do Trabalho, tendo em vista que são de caráter normativo
entre as partes envolvidas e não se referem diretamente à pacificação de conflito. Da
mesma forma, a busca pelo equilíbiro social e econômico deve ser simultânea. O
principal objetivo desses instrumentos é melhorar as condições de trabalho, não
intensificá-las.
Resposta incorreta.
E. a intensificação das condições de trabalho.
O acordo e a convenção coletiva são instrumentos que atendem à geração de normas
jurídicas no Direito Coletivo do Trabalho, tendo em vista que são de caráter normativo
entre as partes envolvidas e não se referem diretamente à pacificação de conflito. Da
mesma forma, a busca pelo equilíbiro social e econômico deve ser simultânea. O
principal objetivo desses instrumentos é melhorar as condições de trabalho, não
intensificá-las.
3. O Direito Coletivo do Trabalho é regido por princípios específicos, divididos em três grandes
grupos, que são estabelecidos em torno do seu núcleo jurídico: a noção de coletividade e suas
consequências nas relações trabalhistas.
Nesse sentido, qual princípio pertence ao grupo dos que tratam das relações entre os seres
coletivos obreiros e empresariais no contexto da negociação coletiva ?
Resposta incorreta.
A. Princípio da liberdade sindical.
Para o princípio da equivalência dos contratantes coletivos, os instrumentos à
disposição dos trabalhadores devem reduzir a sua disparidade histórica em relação aos
empregadores, integrando, portanto, o grupo de princípios que trata das relações entre
os seres coletivos obreiros e empresariais no contexto da negociação coletiva. Os
princípios da liberdade associativa e sindical, bem como o princípio da autonomia
sindical, referem-se ao grupo de princípios assecuratórios da existência do ser coletivo
obreiro, enquanto o princípio da adequação setorial negociada pertence ao grupo de
princípios que trata das relações e efeitos perante o universo e a comunidade jurídicos
das normas produzidas pelos contratantes coletivos.
Resposta incorreta.
B. Princípio da autonomia sindical.
Para o princípio da equivalência dos contratantes coletivos, os instrumentos à
disposição dos trabalhadores devem reduzir a sua disparidade histórica em relação aos
empregadores, integrando, portanto, o grupo de princípios que trata das relações entre
os seres coletivos obreiros e empresariais no contexto da negociação coletiva. Os
princípios da liberdade associativa e sindical, bem como o princípio da autonomia
sindical, referem-se ao grupo de princípios assecuratórios da existência do ser coletivo
obreiro, enquanto o princípio da adequação setorial negociada pertence ao grupo de
princípios que trata das relações e efeitos perante o universo e a comunidade jurídicos
das normas produzidas pelos contratantes coletivos.
Resposta incorreta.
C. Princípio da liberdade associativa.
Para o princípio da equivalência dos contratantes coletivos, os instrumentos à
disposição dos trabalhadores devem reduzir a sua disparidade histórica em relação aos
empregadores, integrando, portanto, o grupo de princípios que trata das relações entre
os seres coletivos obreiros e empresariais no contexto da negociação coletiva. Os
princípios da liberdade associativa e sindical, bem como o princípio da autonomia
sindical, referem-se ao grupo de princípios assecuratórios da existência do ser coletivo
obreiro, enquanto o princípio da adequação setorial negociada pertence ao grupo de
princípios que trata das relações e efeitos perante o universo e a comunidade jurídicos
das normas produzidaspelos contratantes coletivos.
Você acertou!
D. Princípio da equivalência dos contratantes coletivos.
Para o princípio da equivalência dos contratantes coletivos, os instrumentos à
disposição dos trabalhadores devem reduzir a sua disparidade histórica em relação aos
empregadores, integrando, portanto, o grupo de princípios que trata das relações entre
os seres coletivos obreiros e empresariais no contexto da negociação coletiva. Os
princípios da liberdade associativa e sindical, bem como o princípio da autonomia
sindical, referem-se ao grupo de princípios assecuratórios da existência do ser coletivo
obreiro, enquanto o princípio da adequação setorial negociada pertence ao grupo de
princípios que trata das relações e efeitos perante o universo e a comunidade jurídicos
das normas produzidas pelos contratantes coletivos.
Resposta incorreta.
E. Princípio da adequação setorial negociada.
Para o princípio da equivalência dos contratantes coletivos, os instrumentos à
disposição dos trabalhadores devem reduzir a sua disparidade histórica em relação aos
empregadores, integrando, portanto, o grupo de princípios que trata das relações entre
os seres coletivos obreiros e empresariais no contexto da negociação coletiva. Os
princípios da liberdade associativa e sindical, bem como o princípio da autonomia
sindical, referem-se ao grupo de princípios assecuratórios da existência do ser coletivo
obreiro, enquanto o princípio da adequação setorial negociada pertence ao grupo de
princípios que trata das relações e efeitos perante o universo e a comunidade jurídicos
das normas produzidas pelos contratantes coletivos.
4. O princípio da adequação setorial negociada refere-se às possibilidades e aos limites jurídicos
da negociação coletiva. Quanto aos critérios para que as normas coletivas prevaleçam sobre as
normas gerais trabalhistas, considere as seguintes asserções e assinale a alternativa correta:
I - Por se tratar de negociação entre os envolvidos, qualquer norma coletiva poderá prevalecer
sobre as normas gerais.
II - As normas coletivas prevalecerão desde que implementem direitos superiores ao padrão
geral da legislação. 
III - Se as normas coletivas tratarem de indisponibilidade absoluta, não poderão prevalecer;
apenas se tratarem de indisponibilidade relativa.
Resposta incorreta.
A. Apenas a afirmativa I está correta.
Embora haja consenso entre as partes envolvidas na negociação coletiva, as
disposições contidas no instrumento normativo somente serão válidas se atenderem a
dois critérios fundamentais: implementarem maiores direitos e vantagens ao
trabalhador, em relação à norma geral, e tratarem apenas de indisponibilidades
relativas, nunca absolutas.
Resposta incorreta.
B. Apenas a afirmativa II está correta.
Embora haja consenso entre as partes envolvidas na negociação coletiva, as
disposições contidas no instrumento normativo somente serão válidas se atenderem a
dois critérios fundamentais: implementarem maiores direitos e vantagens ao
trabalhador, em relação à norma geral, e tratarem apenas de indisponibilidades
relativas, nunca absolutas.
Resposta incorreta.
C. Apenas a afirmativa III está correta.
Embora haja consenso entre as partes envolvidas na negociação coletiva, as
disposições contidas no instrumento normativo somente serão válidas se atenderem a
dois critérios fundamentais: implementarem maiores direitos e vantagens ao
trabalhador, em relação à norma geral, e tratarem apenas de indisponibilidades
relativas, nunca absolutas.
Resposta incorreta.
D. Apenas as afirmativas I e II estão corretas.
Embora haja consenso entre as partes envolvidas na negociação coletiva, as
disposições contidas no instrumento normativo somente serão válidas se atenderem a
dois critérios fundamentais: implementarem maiores direitos e vantagens ao
trabalhador, em relação à norma geral, e tratarem apenas de indisponibilidades
relativas, nunca absolutas.
Você acertou!
E. Apenas as afirmativas II e III estão corretas.
Embora haja consenso entre as partes envolvidas na negociação coletiva, as
disposições contidas no instrumento normativo somente serão válidas se atenderem a
dois critérios fundamentais: implementarem maiores direitos e vantagens ao
trabalhador, em relação à norma geral, e tratarem apenas de indisponibilidades
relativas, nunca absolutas.
5. Na prática jurídica, é comum identificar os princípios e as funções do Direito Coletivo do
Trabalho, o que fortalece a importância dessa área do Direito para as relações trabalhistas e,
especialmente, para a proteção dos trabalhadores.
Dessa forma, é correto afirmar que a arbitragem refere-se à qual aspecto do Direito Coletivo do
Trabalho?
Resposta incorreta.
A. Ao princípio da equivalência dos contratantes coletivos.
A arbitragem é um importante instrumento para a pacificação de conflitos e funciona por
meio de um laudo arbitral efetivado por um árbitro estranho à relação entre os sujeitos
em conflito, mas que, em geral, é escolhido por eles e está de acordo com o art. 114, §
1º, da Constituição Federal. Como é um meio de solução de divergências, não se refere
à equivalência entre os contratantes ou à geração de normas jurídicas, tampouco aos
princípios da liberdade associativa e sindical e da autonomia sindical, que se referem
especificamente aos sindicatos no contexto coletivo trabalhista.
Resposta incorreta.
B. À função de geração de normas jurídicas.
A arbitragem é um importante instrumento para a pacificação de conflitos e funciona por
meio de um laudo arbitral efetivado por um árbitro estranho à relação entre os sujeitos
em conflito, mas que, em geral, é escolhido por eles e está de acordo com o art. 114, §
1º, da Constituição Federal. Como é um meio de solução de divergências, não se refere
à equivalência entre os contratantes ou à geração de normas jurídicas, tampouco aos
princípios da liberdade associativa e sindical e da autonomia sindical, que se referem
especificamente aos sindicatos no contexto coletivo trabalhista.
Resposta incorreta.
C. Ao princípio da autonomia sindical.
A arbitragem é um importante instrumento para a pacificação de conflitos e funciona por
meio de um laudo arbitral efetivado por um árbitro estranho à relação entre os sujeitos
em conflito, mas que, em geral, é escolhido por eles e está de acordo com o art. 114, §
1º, da Constituição Federal. Como é um meio de solução de divergências, não se refere
à equivalência entre os contratantes ou à geração de normas jurídicas, tampouco aos
princípios da liberdade associativa e sindical e da autonomia sindical, que se referem
especificamente aos sindicatos no contexto coletivo trabalhista.
Você acertou!
D. À função de pacificação de conflitos.
A arbitragem é um importante instrumento para a pacificação de conflitos e funciona por
meio de um laudo arbitral efetivado por um árbitro estranho à relação entre os sujeitos
em conflito, mas que, em geral, é escolhido por eles e está de acordo com o art. 114, §
1º, da Constituição Federal. Como é um meio de solução de divergências, não se refere
à equivalência entre os contratantes ou à geração de normas jurídicas, tampouco aos
princípios da liberdade associativa e sindical e da autonomia sindical, que se referem
especificamente aos sindicatos no contexto coletivo trabalhista.
Resposta incorreta.
E. Ao princípio da liberdade associativa e sindical.
A arbitragem é um importante instrumento para a pacificação de conflitos e funciona por
meio de um laudo arbitral efetivado por um árbitro estranho à relação entre os sujeitos
em conflito, mas que, em geral, é escolhido por eles e está de acordo com o art. 114, §
1º, da Constituição Federal. Como é um meio de solução de divergências, não se refere
à equivalência entre os contratantes ou à geração de normas jurídicas, tampouco aos
princípios da liberdade associativa e sindical e da autonomia sindical, que se referem
especificamente aos sindicatos no contexto coletivo trabalhista.
1. A previdência social se configura como uma política pública social organizada a partir da
ConstituiçãoFederal de 1988 no campo da seguridade social. No campo do Direito
Previdenciário, também é concebida como um direito inerente à população trabalhadora formal,
sendo-lhe atribuída outra característica.
Desse modo, assinale a alternativa correta que corresponde a essa característica.
Resposta incorreta.
A. Desempenhar função punitiva.
A previdência social é uma política pública social prevista no campo da seguridade
social a partir da promulgação da Constituição Federal de 1988. Além de ser
considerada um direito inerente à classe trabalhadora com vínculo formal de trabalho,
na doutrina do Direito Previdenciário, a referida política tem por característica a função
social protetiva para os trabalhadores formais perante uma situação de risco. Desse
modo, não se pode afirmar que a previdência social tem por característica a função
punitiva ou de adequação, uma vez que tem como intento ser uma política que visa a
ofertar proteção e amparo. Da mesma forma, não se pode afirmar que é de ajustamento
ou coercitiva, visto que as ações devem ser de fortalecimento e oferta de atendimento e
benefícios que são, por direito, da classe trabalhadora, que contribui para a previdência
social. Portanto, a previdência social, de acordo com a doutrina do Direito
Previdenciário, desempenha função social para os trabalhadores em situação de risco,
o que impõe responsabilidade sobre os contratantes no que diz respeito a situações de
risco que o trabalhador possa enfrentar.
Resposta incorreta.
B. Desempenhar papel de adequação.
A previdência social é uma política pública social prevista no campo da seguridade
social a partir da promulgação da Constituição Federal de 1988. Além de ser
considerada um direito inerente à classe trabalhadora com vínculo formal de trabalho,
na doutrina do Direito Previdenciário, a referida política tem por característica a função
social protetiva para os trabalhadores formais perante uma situação de risco. Desse
modo, não se pode afirmar que a previdência social tem por característica a função
punitiva ou de adequação, uma vez que tem como intento ser uma política que visa a
ofertar proteção e amparo. Da mesma forma, não se pode afirmar que é de ajustamento
ou coercitiva, visto que as ações devem ser de fortalecimento e oferta de atendimento e
benefícios que são, por direito, da classe trabalhadora, que contribui para a previdência
social. Portanto, a previdência social, de acordo com a doutrina do Direito
Previdenciário, desempenha função social para os trabalhadores em situação de risco,
o que impõe responsabilidade sobre os contratantes no que diz respeito a situações de
risco que o trabalhador possa enfrentar.
Resposta incorreta.
C. Desempenhar papel de ajustamento.
A previdência social é uma política pública social prevista no campo da seguridade
social a partir da promulgação da Constituição Federal de 1988. Além de ser
considerada um direito inerente à classe trabalhadora com vínculo formal de trabalho,
na doutrina do Direito Previdenciário, a referida política tem por característica a função
social protetiva para os trabalhadores formais perante uma situação de risco. Desse
modo, não se pode afirmar que a previdência social tem por característica a função
punitiva ou de adequação, uma vez que tem como intento ser uma política que visa a
ofertar proteção e amparo. Da mesma forma, não se pode afirmar que é de ajustamento
ou coercitiva, visto que as ações devem ser de fortalecimento e oferta de atendimento e
benefícios que são, por direito, da classe trabalhadora, que contribui para a previdência
social. Portanto, a previdência social, de acordo com a doutrina do Direito
Previdenciário, desempenha função social para os trabalhadores em situação de risco,
o que impõe responsabilidade sobre os contratantes no que diz respeito a situações de
risco que o trabalhador possa enfrentar.
Resposta incorreta.
D. Desempenhar função coercitiva.
A previdência social é uma política pública social prevista no campo da seguridade
social a partir da promulgação da Constituição Federal de 1988. Além de ser
considerada um direito inerente à classe trabalhadora com vínculo formal de trabalho,
na doutrina do Direito Previdenciário, a referida política tem por característica a função
social protetiva para os trabalhadores formais perante uma situação de risco. Desse
modo, não se pode afirmar que a previdência social tem por característica a função
punitiva ou de adequação, uma vez que tem como intento ser uma política que visa a
ofertar proteção e amparo. Da mesma forma, não se pode afirmar que é de ajustamento
ou coercitiva, visto que as ações devem ser de fortalecimento e oferta de atendimento e
benefícios que são, por direito, da classe trabalhadora, que contribui para a previdência
social. Portanto, a previdência social, de acordo com a doutrina do Direito
Previdenciário, desempenha função social para os trabalhadores em situação de risco,
o que impõe responsabilidade sobre os contratantes no que diz respeito a situações de
risco que o trabalhador possa enfrentar.
Você acertou!
E. Desempenhar função social protetiva.
A previdência social é uma política pública social prevista no campo da seguridade
social a partir da promulgação da Constituição Federal de 1988. Além de ser
considerada um direito inerente à classe trabalhadora com vínculo formal de trabalho,
na doutrina do Direito Previdenciário, a referida política tem por característica a função
social protetiva para os trabalhadores formais perante uma situação de risco. Desse
modo, não se pode afirmar que a previdência social tem por característica a função
punitiva ou de adequação, uma vez que tem como intento ser uma política que visa a
ofertar proteção e amparo. Da mesma forma, não se pode afirmar que é de ajustamento
ou coercitiva, visto que as ações devem ser de fortalecimento e oferta de atendimento e
benefícios que são, por direito, da classe trabalhadora, que contribui para a previdência
social. Portanto, a previdência social, de acordo com a doutrina do Direito
Previdenciário, desempenha função social para os trabalhadores em situação de risco,
o que impõe responsabilidade sobre os contratantes no que diz respeito a situações de
risco que o trabalhador possa enfrentar.
2. O Estado brasileiro, no ano de 2017, conseguiu concretizar a reforma trabalhista,
promulgando uma legislação que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Cabe
destacar que a aprovação dessa lei materializa o desejo que reverberava dentro da classe
empresarial e dominante desse país, assim como entre os políticos neoliberais.
Sendo assim, assinale a alternativa que apresenta corretamente a qual legislação se refere a
questão.
Você acertou!
A. Lei no 13.467/2017.
No ano de 2017, o Estado brasileiro votou, aprovou e sancionou a Lei nº 13.467/2017,
que se refere a alterações e/ou revogações de artigos da CLT. Essa legislação
concretizou o desejo de ampla parte dos políticos e, principalmente, da elite empresarial
do Brasil. Trata-se de uma lei que altera as relações trabalhistas entre trabalhadores e
empregadores. Desse modo, não se pode afirmar que a questão se refere à Lei nº
8.742/1993, visto que se trata da Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS) e é de
1993. Também não se pode afirmar que se trata da Lei nº 10.741/2003, pois refere-se
ao Estatuto do Idoso e é anterior à promulgação da lei da reforma trabalhista. Da
mesma maneira, não se trata da EC nº 103, visto que essa emenda constitucional é de
2019 e se refere à reforma da previdência social. Pela mesma razão, está incorreto
afirmar que é a EC nº 95/2016, pois esta refere-se ao teto do gasto público e é de 2016.
Portanto, a legislação que se refere à reforma trabalhista é a Lei nº 13.467/2017, que
traz uma série de mudanças nas relações trabalhistas.
Resposta incorreta.
B. Lei no 8.742/1993.
No ano de 2017, o Estado brasileiro votou, aprovou e sancionou a Lei nº 13.467/2017,
que se refere a alterações e/ou revogações de artigos da CLT. Essa legislação
concretizou o desejo de ampla parte dospolíticos e, principalmente, da elite empresarial
do Brasil. Trata-se de uma lei que altera as relações trabalhistas entre trabalhadores e
empregadores. Desse modo, não se pode afirmar que a questão se refere à Lei nº
8.742/1993, visto que se trata da Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS) e é de
1993. Também não se pode afirmar que se trata da Lei nº 10.741/2003, pois refere-se
ao Estatuto do Idoso e é anterior à promulgação da lei da reforma trabalhista. Da
mesma maneira, não se trata da EC nº 103, visto que essa emenda constitucional é de
2019 e se refere à reforma da previdência social. Pela mesma razão, está incorreto
afirmar que é a EC nº 95/2016, pois esta refere-se ao teto do gasto público e é de 2016.
Portanto, a legislação que se refere à reforma trabalhista é a Lei nº 13.467/2017, que
traz uma série de mudanças nas relações trabalhistas.
Resposta incorreta.
C. Lei no 10.741/2003.
No ano de 2017, o Estado brasileiro votou, aprovou e sancionou a Lei nº 13.467/2017,
que se refere a alterações e/ou revogações de artigos da CLT. Essa legislação
concretizou o desejo de ampla parte dos políticos e, principalmente, da elite empresarial
do Brasil. Trata-se de uma lei que altera as relações trabalhistas entre trabalhadores e
empregadores. Desse modo, não se pode afirmar que a questão se refere à Lei nº
8.742/1993, visto que se trata da Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS) e é de
1993. Também não se pode afirmar que se trata da Lei nº 10.741/2003, pois refere-se
ao Estatuto do Idoso e é anterior à promulgação da lei da reforma trabalhista. Da
mesma maneira, não se trata da EC nº 103, visto que essa emenda constitucional é de
2019 e se refere à reforma da previdência social. Pela mesma razão, está incorreto
afirmar que é a EC nº 95/2016, pois esta refere-se ao teto do gasto público e é de 2016.
Portanto, a legislação que se refere à reforma trabalhista é a Lei nº 13.467/2017, que
traz uma série de mudanças nas relações trabalhistas.
Resposta incorreta.
D. Emenda Constitucional no 103/2019.
No ano de 2017, o Estado brasileiro votou, aprovou e sancionou a Lei nº 13.467/2017,
que se refere a alterações e/ou revogações de artigos da CLT. Essa legislação
concretizou o desejo de ampla parte dos políticos e, principalmente, da elite empresarial
do Brasil. Trata-se de uma lei que altera as relações trabalhistas entre trabalhadores e
empregadores. Desse modo, não se pode afirmar que a questão se refere à Lei nº
8.742/1993, visto que se trata da Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS) e é de
1993. Também não se pode afirmar que se trata da Lei nº 10.741/2003, pois refere-se
ao Estatuto do Idoso e é anterior à promulgação da lei da reforma trabalhista. Da
mesma maneira, não se trata da EC nº 103, visto que essa emenda constitucional é de
2019 e se refere à reforma da previdência social. Pela mesma razão, está incorreto
afirmar que é a EC nº 95/2016, pois esta refere-se ao teto do gasto público e é de 2016.
Portanto, a legislação que se refere à reforma trabalhista é a Lei nº 13.467/2017, que
traz uma série de mudanças nas relações trabalhistas.
Resposta incorreta.
E. Emenda Constitucional no 95/2016.
No ano de 2017, o Estado brasileiro votou, aprovou e sancionou a Lei nº 13.467/2017,
que se refere a alterações e/ou revogações de artigos da CLT. Essa legislação
concretizou o desejo de ampla parte dos políticos e, principalmente, da elite empresarial
do Brasil. Trata-se de uma lei que altera as relações trabalhistas entre trabalhadores e
empregadores. Desse modo, não se pode afirmar que a questão se refere à Lei nº
8.742/1993, visto que se trata da Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS) e é de
1993. Também não se pode afirmar que se trata da Lei nº 10.741/2003, pois refere-se
ao Estatuto do Idoso e é anterior à promulgação da lei da reforma trabalhista. Da
mesma maneira, não se trata da EC nº 103, visto que essa emenda constitucional é de
2019 e se refere à reforma da previdência social. Pela mesma razão, está incorreto
afirmar que é a EC nº 95/2016, pois esta refere-se ao teto do gasto público e é de 2016.
Portanto, a legislação que se refere à reforma trabalhista é a Lei nº 13.467/2017, que
traz uma série de mudanças nas relações trabalhistas.
3. Seguindo o percurso de mudanças no rol de direitos relacionados à classe trabalhadora, o
Estado brasileiro, no ano de 2019, implementou e implantou mais uma alteração, dessa vez na
política de previdência social.
Sendo assim, assinale a alternativa que corresponde ao instrumento normativo e jurídico que
concretizou essa reforma da previdência social e que altera o texto da Constituição Federal de
1988.
Resposta incorreta.
A. Lei nº 12.435.
A alteração realizada na previdência social ocorreu no ano de 2019 e trouxe diversas
mudanças em relação aos direitos previdenciários da classe trabalhadora. Essas
mudanças afetam e afetarão consideravelmente a vida dos trabalhadores que
dependem dessa política. A alteração se materializou por meio da EC nº 103. Sendo
assim, não se pode afirmar que se trata da Lei nº 12.435, visto que esta é referente ao
ano de 2011 e altera a LOAS. Do mesmo modo, é incorreto afirmar que a questão se
refere à Lei nº 10.048, que é referente ao ano 2000 e está direcionada ao direito de
mobilidade das pessoas com deficiência. Também não se pode afirmar que se trata da
EC nº 97, que está relacionada com a alteração da Constituição Federal no que se
refere às normas de acesso dos partidos políticos aos recursos do fundo partidário e
que foi promulgada no ano de 2017. Por fim, não se pode afirmar que é a EC nº 107,
uma vez que essa emenda se refere ao adiamento das eleições municipais em virtude
da pandemia de COVID-19 e foi sancionada no ano de 2020. Portanto, asseveramos
que a EC nº 103/2019 foi a emenda à Constituição Federal responsável por alterar a
previdência social brasileira.
Você acertou!
B. Emenda Constitucional nº103.
A alteração realizada na previdência social ocorreu no ano de 2019 e trouxe diversas
mudanças em relação aos direitos previdenciários da classe trabalhadora. Essas
mudanças afetam e afetarão consideravelmente a vida dos trabalhadores que
dependem dessa política. A alteração se materializou por meio da EC nº 103. Sendo
assim, não se pode afirmar que se trata da Lei nº 12.435, visto que esta é referente ao
ano de 2011 e altera a LOAS. Do mesmo modo, é incorreto afirmar que a questão se
refere à Lei nº 10.048, que é referente ao ano 2000 e está direcionada ao direito de
mobilidade das pessoas com deficiência. Também não se pode afirmar que se trata da
EC nº 97, que está relacionada com a alteração da Constituição Federal no que se
refere às normas de acesso dos partidos políticos aos recursos do fundo partidário e
que foi promulgada no ano de 2017. Por fim, não se pode afirmar que é a EC nº 107,
uma vez que essa emenda se refere ao adiamento das eleições municipais em virtude
da pandemia de COVID-19 e foi sancionada no ano de 2020. Portanto, asseveramos
que a EC nº 103/2019 foi a emenda à Constituição Federal responsável por alterar a
previdência social brasileira.
Resposta incorreta.
C. Lei nº 10.048.
A alteração realizada na previdência social ocorreu no ano de 2019 e trouxe diversas
mudanças em relação aos direitos previdenciários da classe trabalhadora. Essas
mudanças afetam e afetarão consideravelmente a vida dos trabalhadores que
dependem dessa política. A alteração se materializou por meio da EC nº 103. Sendo
assim, não se pode afirmar que se trata da Lei nº 12.435, visto que esta é referente ao
ano de 2011 e altera a LOAS. Do mesmo modo, é incorreto afirmar que a questão se
refere à Lei nº 10.048, que é referente ao ano 2000 e está direcionada ao direito de
mobilidade das pessoas com deficiência. Também não se pode afirmar que se trata da
EC nº 97, que está relacionada com a alteração da Constituição Federal no que se
refere às normas de acesso dos partidos políticos aos recursos do fundo partidário e
que foi promulgada no ano de 2017. Por fim, não se pode afirmar que é a EC nº 107,
umavez que essa emenda se refere ao adiamento das eleições municipais em virtude
da pandemia de COVID-19 e foi sancionada no ano de 2020. Portanto, asseveramos
que a EC nº 103/2019 foi a emenda à Constituição Federal responsável por alterar a
previdência social brasileira.
Resposta incorreta.
D. Emenda Constitucional nº 97.
A alteração realizada na previdência social ocorreu no ano de 2019 e trouxe diversas
mudanças em relação aos direitos previdenciários da classe trabalhadora. Essas
mudanças afetam e afetarão consideravelmente a vida dos trabalhadores que
dependem dessa política. A alteração se materializou por meio da EC nº 103. Sendo
assim, não se pode afirmar que se trata da Lei nº 12.435, visto que esta é referente ao
ano de 2011 e altera a LOAS. Do mesmo modo, é incorreto afirmar que a questão se
refere à Lei nº 10.048, que é referente ao ano 2000 e está direcionada ao direito de
mobilidade das pessoas com deficiência. Também não se pode afirmar que se trata da
EC nº 97, que está relacionada com a alteração da Constituição Federal no que se
refere às normas de acesso dos partidos políticos aos recursos do fundo partidário e
que foi promulgada no ano de 2017. Por fim, não se pode afirmar que é a EC nº 107,
uma vez que essa emenda se refere ao adiamento das eleições municipais em virtude
da pandemia de COVID-19 e foi sancionada no ano de 2020. Portanto, asseveramos
que a EC nº 103/2019 foi a emenda à Constituição Federal responsável por alterar a
previdência social brasileira.
Resposta incorreta.
E. Emenda Constitucional nº 107.
A alteração realizada na previdência social ocorreu no ano de 2019 e trouxe diversas
mudanças em relação aos direitos previdenciários da classe trabalhadora. Essas
mudanças afetam e afetarão consideravelmente a vida dos trabalhadores que
dependem dessa política. A alteração se materializou por meio da EC nº 103. Sendo
assim, não se pode afirmar que se trata da Lei nº 12.435, visto que esta é referente ao
ano de 2011 e altera a LOAS. Do mesmo modo, é incorreto afirmar que a questão se
refere à Lei nº 10.048, que é referente ao ano 2000 e está direcionada ao direito de
mobilidade das pessoas com deficiência. Também não se pode afirmar que se trata da
EC nº 97, que está relacionada com a alteração da Constituição Federal no que se
refere às normas de acesso dos partidos políticos aos recursos do fundo partidário e
que foi promulgada no ano de 2017. Por fim, não se pode afirmar que é a EC nº 107,
uma vez que essa emenda se refere ao adiamento das eleições municipais em virtude
da pandemia de COVID-19 e foi sancionada no ano de 2020. Portanto, asseveramos
que a EC nº 103/2019 foi a emenda à Constituição Federal responsável por alterar a
previdência social brasileira.
4. A reforma da previdência social gerou uma série de mudanças em relação aos direitos
previdenciários dos trabalhadores que têm trabalho formal e afetou alguns regimes de
previdência social.
Sob esse aspecto, informe corretamente qual(is) foi(ram) o(s) regime(s) de previdência social
que sofreu(ram) alterações com a reforma da previdência social.
Resposta incorreta.
A. Regime de Previdência Complementar (RPC).
A reforma da previdência social brasileira está relacionada à grande massa de
trabalhadores, aqueles que são inscritos no Regime Geral da Previdência Social
(RGPS), e se destina também aos trabalhadores públicos efetivos do governo federal
que são inscritos no Regime Próprio de Previdência Social da União (RPPS). Logo, não
se pode afirmar que a questão se refere ao RPC, uma vez que este está relacionado à
previdência complementar. Também não se pode afirmar que se trata do Regime
Próprio e Complementar da Previdência Social (RPCPS), visto que tal regime não
existe. Também está incorreto afirmar que a questão trata do Regime Próprio da
Previdência Social do Estado de São Paulo (RPPS), uma vez que essa reforma não
englobou os funcionários públicos efetivos do Estado de São Paulo. Por fim, não se
pode afirmar que se trata apenas do RGPS, visto que a reforma em questão abrange,
além desse regime, o RPPS da União. Portanto, asseguramos que os regimes que
sofreram as mudanças oriundas da reforma da previdência social brasileira foram o
RPPS da União e o RGPS .
Resposta incorreta.
B. Regime Próprio e Complementar da Previdência Social (RPCPS).
A reforma da previdência social brasileira está relacionada à grande massa de
trabalhadores, aqueles que são inscritos no Regime Geral da Previdência Social
(RGPS), e se destina também aos trabalhadores públicos efetivos do governo federal
que são inscritos no Regime Próprio de Previdência Social da União (RPPS). Logo, não
se pode afirmar que a questão se refere ao RPC, uma vez que este está relacionado à
previdência complementar. Também não se pode afirmar que se trata do Regime
Próprio e Complementar da Previdência Social (RPCPS), visto que tal regime não
existe. Também está incorreto afirmar que a questão trata do Regime Próprio da
Previdência Social do Estado de São Paulo (RPPS), uma vez que essa reforma não
englobou os funcionários públicos efetivos do Estado de São Paulo. Por fim, não se
pode afirmar que se trata apenas do RGPS, visto que a reforma em questão abrange,
além desse regime, o RPPS da União. Portanto, asseguramos que os regimes que
sofreram as mudanças oriundas da reforma da previdência social brasileira foram o
RPPS da União e o RGPS .
Resposta incorreta.
C. Regime Geral da Previdência Social (RGPS).
A reforma da previdência social brasileira está relacionada à grande massa de
trabalhadores, aqueles que são inscritos no Regime Geral da Previdência Social
(RGPS), e se destina também aos trabalhadores públicos efetivos do governo federal
que são inscritos no Regime Próprio de Previdência Social da União (RPPS). Logo, não
se pode afirmar que a questão se refere ao RPC, uma vez que este está relacionado à
previdência complementar. Também não se pode afirmar que se trata do Regime
Próprio e Complementar da Previdência Social (RPCPS), visto que tal regime não
existe. Também está incorreto afirmar que a questão trata do Regime Próprio da
Previdência Social do Estado de São Paulo (RPPS), uma vez que essa reforma não
englobou os funcionários públicos efetivos do Estado de São Paulo. Por fim, não se
pode afirmar que se trata apenas do RGPS, visto que a reforma em questão abrange,
além desse regime, o RPPS da União. Portanto, asseguramos que os regimes que
sofreram as mudanças oriundas da reforma da previdência social brasileira foram o
RPPS da União e o RGPS .
Você acertou!
D. Regime Próprio da Previdência Social da União (RPPS) e Regime Geral da Previdência
Social (RGPS).
A reforma da previdência social brasileira está relacionada à grande massa de
trabalhadores, aqueles que são inscritos no Regime Geral da Previdência Social
(RGPS), e se destina também aos trabalhadores públicos efetivos do governo federal
que são inscritos no Regime Próprio de Previdência Social da União (RPPS). Logo, não
se pode afirmar que a questão se refere ao RPC, uma vez que este está relacionado à
previdência complementar. Também não se pode afirmar que se trata do Regime
Próprio e Complementar da Previdência Social (RPCPS), visto que tal regime não
existe. Também está incorreto afirmar que a questão trata do Regime Próprio da
Previdência Social do Estado de São Paulo (RPPS), uma vez que essa reforma não
englobou os funcionários públicos efetivos do Estado de São Paulo. Por fim, não se
pode afirmar que se trata apenas do RGPS, visto que a reforma em questão abrange,
além desse regime, o RPPS da União. Portanto, asseguramos que os regimes que
sofreram as mudanças oriundas da reforma da previdência social brasileira foram o
RPPS da União e o RGPS .
Resposta incorreta.
E. Regime Próprio da Previdência Social do Estado de São Paulo (RPPS) e Regime de
Previdência Complementar (RPC).
A reforma da previdência social brasileira está relacionada à grande massa de
trabalhadores, aqueles que são inscritos no Regime Geral da Previdência Social
(RGPS), e se destinatambém aos trabalhadores públicos efetivos do governo federal
que são inscritos no Regime Próprio de Previdência Social da União (RPPS). Logo, não
se pode afirmar que a questão se refere ao RPC, uma vez que este está relacionado à
previdência complementar. Também não se pode afirmar que se trata do Regime
Próprio e Complementar da Previdência Social (RPCPS), visto que tal regime não
existe. Também está incorreto afirmar que a questão trata do Regime Próprio da
Previdência Social do Estado de São Paulo (RPPS), uma vez que essa reforma não
englobou os funcionários públicos efetivos do Estado de São Paulo. Por fim, não se
pode afirmar que se trata apenas do RGPS, visto que a reforma em questão abrange,
além desse regime, o RPPS da União. Portanto, asseguramos que os regimes que
sofreram as mudanças oriundas da reforma da previdência social brasileira foram o
RPPS da União e o RGPS .
5. Conforme estudamos, podemos perceber que as reformas efetivadas, tanto em relação à
previdência social como no que se refere à reforma trabalhista, seguiram um ímpeto de
mudança desejado pela elite. Contudo, as mudanças têm muito impacto na vida de quem é
trabalhador assalariado. Considerando essas alterações, podemos afirmar que as respectivas
reformas agravaram outro grave problema macro da sociedade brasileira.
Assinale a alternativa que corresponde a esse problema.
Resposta incorreta.
A. Igualdade de oportunidades.
Todas as alterações realizadas no âmbito da reforma trabalhista e da reforma da
previdência social vieram ao encontro apenas das necessidades da elite brasileira. Em
contrapartida. agravaram ainda mais a desigualdade social no Brasil, visto que grande
parte dos trabalhadores brasileiros foi impactada diretamente essas reformas, assim
como os dependentes de segurados. Desse modo, podemos considerar que não se
pode afirmar que a igualdade de oportunidades foi agravada, assim como a distribuição
de renda, visto nenhuma se refere a problemas, mas, sim, à possibilidade de solução de
problemas sociais. Também não se pode afirmar que a distribuição igualitária da riqueza
produzida foi agravada ou que houve elevação do índice de empregabilidade, visto que
esses não são efeitos de reformas nefastas que prejudicam a classe trabalhadora, mas,
sim, consequências de um Estado que oferta proteção social em sua totalidade e
investe em políticas sociais. Portanto, assegura-se que as reformas em questão só
contribuíram para agravar ainda mais a desigualdade social no Brasil. 
Resposta incorreta.
B. Distribuição de renda.
Todas as alterações realizadas no âmbito da reforma trabalhista e da reforma da
previdência social vieram ao encontro apenas das necessidades da elite brasileira. Em
contrapartida. agravaram ainda mais a desigualdade social no Brasil, visto que grande
parte dos trabalhadores brasileiros foi impactada diretamente essas reformas, assim
como os dependentes de segurados. Desse modo, podemos considerar que não se
pode afirmar que a igualdade de oportunidades foi agravada, assim como a distribuição
de renda, visto nenhuma se refere a problemas, mas, sim, à possibilidade de solução de
problemas sociais. Também não se pode afirmar que a distribuição igualitária da riqueza
produzida foi agravada ou que houve elevação do índice de empregabilidade, visto que
esses não são efeitos de reformas nefastas que prejudicam a classe trabalhadora, mas,
sim, consequências de um Estado que oferta proteção social em sua totalidade e
investe em políticas sociais. Portanto, assegura-se que as reformas em questão só
contribuíram para agravar ainda mais a desigualdade social no Brasil. 
Resposta incorreta.
C. Distribuição igualitária da riqueza produzida.
Todas as alterações realizadas no âmbito da reforma trabalhista e da reforma da
previdência social vieram ao encontro apenas das necessidades da elite brasileira. Em
contrapartida. agravaram ainda mais a desigualdade social no Brasil, visto que grande
parte dos trabalhadores brasileiros foi impactada diretamente essas reformas, assim
como os dependentes de segurados. Desse modo, podemos considerar que não se
pode afirmar que a igualdade de oportunidades foi agravada, assim como a distribuição
de renda, visto nenhuma se refere a problemas, mas, sim, à possibilidade de solução de
problemas sociais. Também não se pode afirmar que a distribuição igualitária da riqueza
produzida foi agravada ou que houve elevação do índice de empregabilidade, visto que
esses não são efeitos de reformas nefastas que prejudicam a classe trabalhadora, mas,
sim, consequências de um Estado que oferta proteção social em sua totalidade e
investe em políticas sociais. Portanto, assegura-se que as reformas em questão só
contribuíram para agravar ainda mais a desigualdade social no Brasil. 
Resposta incorreta.
D. Elevação do índice de empregabilidade.
Todas as alterações realizadas no âmbito da reforma trabalhista e da reforma da
previdência social vieram ao encontro apenas das necessidades da elite brasileira. Em
contrapartida. agravaram ainda mais a desigualdade social no Brasil, visto que grande
parte dos trabalhadores brasileiros foi impactada diretamente essas reformas, assim
como os dependentes de segurados. Desse modo, podemos considerar que não se
pode afirmar que a igualdade de oportunidades foi agravada, assim como a distribuição
de renda, visto nenhuma se refere a problemas, mas, sim, à possibilidade de solução de
problemas sociais. Também não se pode afirmar que a distribuição igualitária da riqueza
produzida foi agravada ou que houve elevação do índice de empregabilidade, visto que
esses não são efeitos de reformas nefastas que prejudicam a classe trabalhadora, mas,
sim, consequências de um Estado que oferta proteção social em sua totalidade e
investe em políticas sociais. Portanto, assegura-se que as reformas em questão só
contribuíram para agravar ainda mais a desigualdade social no Brasil. 
Você acertou!
E. Desigualdade social.
Todas as alterações realizadas no âmbito da reforma trabalhista e da reforma da
previdência social vieram ao encontro apenas das necessidades da elite brasileira. Em
contrapartida. agravaram ainda mais a desigualdade social no Brasil, visto que grande
parte dos trabalhadores brasileiros foi impactada diretamente essas reformas, assim
como os dependentes de segurados. Desse modo, podemos considerar que não se
pode afirmar que a igualdade de oportunidades foi agravada, assim como a distribuição
de renda, visto nenhuma se refere a problemas, mas, sim, à possibilidade de solução de
problemas sociais. Também não se pode afirmar que a distribuição igualitária da riqueza
produzida foi agravada ou que houve elevação do índice de empregabilidade, visto que
esses não são efeitos de reformas nefastas que prejudicam a classe trabalhadora, mas,
sim, consequências de um Estado que oferta proteção social em sua totalidade e
investe em políticas sociais. Portanto, assegura-se que as reformas em questão só
contribuíram para agravar ainda mais a desigualdade social no Brasil. 
1. Dentre as modalidades de afastamento, encontramos a suspensão, que refere-se à sustação
ampla e bilateral de efeitos do contrato empregatício, que se mantém vigente. Assinale a
alternativa correta sobre quando a suspensão é causada por motivo alheio ao empregado.
Resposta incorreta.
A. Participação do trabalhador em greves.
A participação do trabalhador em greves é atribuída ao trabalhador, da mesma forma
que a eleição para cargo sindical. A licença para assuntos particulares é atribuível ao
empregado. A suspensão disciplinar também presume a conduta do trabalhador. O
afastamento por motivo de doença não se dá por vontade do trabalhador, ou seja, é
alheio à vontade dele.
Resposta incorreta.
B. Eleição para cargo de direção sindical.
A participação do trabalhador em greves é atribuída ao trabalhador, da mesma forma
que a eleição para cargo sindical. A licença para assuntos particulares é atribuível ao
empregado. A suspensão disciplinar também presumea conduta do trabalhador. O
afastamento por motivo de doença não se dá por vontade do trabalhador, ou seja, é
alheio à vontade dele.
Resposta incorreta.
C. Licença para assuntos particulares.
A participação do trabalhador em greves é atribuída ao trabalhador, da mesma forma
que a eleição para cargo sindical. A licença para assuntos particulares é atribuível ao
empregado. A suspensão disciplinar também presume a conduta do trabalhador. O
afastamento por motivo de doença não se dá por vontade do trabalhador, ou seja, é
alheio à vontade dele.
Resposta incorreta.
D. Suspensão disciplinar do trabalhador.
A participação do trabalhador em greves é atribuída ao trabalhador, da mesma forma
que a eleição para cargo sindical. A licença para assuntos particulares é atribuível ao
empregado. A suspensão disciplinar também presume a conduta do trabalhador. O
afastamento por motivo de doença não se dá por vontade do trabalhador, ou seja, é
alheio à vontade dele.
Você acertou!
E. Afastamento por motivo de doença.
A participação do trabalhador em greves é atribuída ao trabalhador, da mesma forma
que a eleição para cargo sindical. A licença para assuntos particulares é atribuível ao
empregado. A suspensão disciplinar também presume a conduta do trabalhador. O
afastamento por motivo de doença não se dá por vontade do trabalhador, ou seja, é
alheio à vontade dele.
2. A interrupção pressupõe que o contrato continue em plena execução, exceto pela prestação e
disponibilidade dos serviços do trabalhador. Assim, assinale a alternativa que contenha um
exemplo dessa modalidade de afastamento, que é a interrupção.
Você acertou!
A. Férias obrigatórias anuais.
A interrupção pressupõe que o contrato continue em plena execução, exceto pela
prestação e disponibilidade dos serviços do trabalhador, como nas férias. A participação
em greves é um efeito da suspensão. Óbito de primos não possui respaldo na lei.
Eleição para cargo de direção sindical é exemplo de suspensão.
Resposta incorreta.
B. Participação do trabalhador em greves.
A interrupção pressupõe que o contrato continue em plena execução, exceto pela
prestação e disponibilidade dos serviços do trabalhador, como nas férias. A participação
em greves é um efeito da suspensão. Óbito de primos não possui respaldo na lei.
Eleição para cargo de direção sindical é exemplo de suspensão.
Resposta incorreta.
C. Óbito de primos do trabalhador.
A interrupção pressupõe que o contrato continue em plena execução, exceto pela
prestação e disponibilidade dos serviços do trabalhador, como nas férias. A participação
em greves é um efeito da suspensão. Óbito de primos não possui respaldo na lei.
Eleição para cargo de direção sindical é exemplo de suspensão.
Resposta incorreta.
D. Licença para assuntos particulares.
A interrupção pressupõe que o contrato continue em plena execução, exceto pela
prestação e disponibilidade dos serviços do trabalhador, como nas férias. A participação
em greves é um efeito da suspensão. Óbito de primos não possui respaldo na lei.
Eleição para cargo de direção sindical é exemplo de suspensão.
Resposta incorreta.
E. Eleição para cargo de direção sindical.
A interrupção pressupõe que o contrato continue em plena execução, exceto pela
prestação e disponibilidade dos serviços do trabalhador, como nas férias. A participação
em greves é um efeito da suspensão. Óbito de primos não possui respaldo na lei.
Eleição para cargo de direção sindical é exemplo de suspensão.
3. O que a empresa deverá fazer se um determinado funcionário decidir doar sangue como
voluntário mais de uma vez por ano? 
Você acertou!
A. A empresa não pode descontar um dia apenas, em caso de doação voluntária de sangue
devidamente comprovada.
Quando um funcionário doa sangue mais de uma vez, a empresa não descontará um
dos dias, os demais serão descontados, mesmo que haja comprovação. A empresa
pode descontar os dias a mais do que esse dia de direito por doação e não terá o
funcionário direito a mais dois dias, aliás, a nenhum dia a mais. A comprovação é
sempre necessária, mas a empresa não descontará do funcionário um dia apenas,
assim, se ele quiser doar mais vezes, terá de arcar com as faltas desses dias.
Resposta incorreta.
B. A empresa não pode descontar os dois dias em caso de doação voluntária de sangue
devidamente comprovada.
Quando um funcionário doa sangue mais de uma vez, a empresa não descontará um
dos dias, os demais serão descontados, mesmo que haja comprovação. A empresa
pode descontar os dias a mais do que esse dia de direito por doação e não terá o
funcionário direito a mais dois dias, aliás, a nenhum dia a mais. A comprovação é
sempre necessária, mas a empresa não descontará do funcionário um dia apenas,
assim, se ele quiser doar mais vezes, terá de arcar com as faltas desses dias.
Resposta incorreta.
C. A empresa não pode descontar os dois dias e o funcionário terá direito a mais dois dias em
caso de doação voluntária de sangue devidamente comprovada.
Quando um funcionário doa sangue mais de uma vez, a empresa não descontará um
dos dias, os demais serão descontados, mesmo que haja comprovação. A empresa
pode descontar os dias a mais do que esse dia de direito por doação e não terá o
funcionário direito a mais dois dias, aliás, a nenhum dia a mais. A comprovação é
sempre necessária, mas a empresa não descontará do funcionário um dia apenas,
assim, se ele quiser doar mais vezes, terá de arcar com as faltas desses dias.
Resposta incorreta.
D.
A empresa não pode descontar um dia em caso de doação voluntária de sangue, mas é
desnecessária a comprovação.
Quando um funcionário doa sangue mais de uma vez, a empresa não descontará um
dos dias, os demais serão descontados, mesmo que haja comprovação. A empresa
pode descontar os dias a mais do que esse dia de direito por doação e não terá o
funcionário direito a mais dois dias, aliás, a nenhum dia a mais. A comprovação é
sempre necessária, mas a empresa não descontará do funcionário um dia apenas,
assim, se ele quiser doar mais vezes, terá de arcar com as faltas desses dias.
Resposta incorreta.
E. A empresa não descontará os dias de doação voluntária, independentemente de quantos dias
o empregado quiser doar sangue, desde que o comprove.
Quando um funcionário doa sangue mais de uma vez, a empresa não descontará um
dos dias, os demais serão descontados, mesmo que haja comprovação. A empresa
pode descontar os dias a mais do que esse dia de direito por doação e não terá o
funcionário direito a mais dois dias, aliás, a nenhum dia a mais. A comprovação é
sempre necessária, mas a empresa não descontará do funcionário um dia apenas,
assim, se ele quiser doar mais vezes, terá de arcar com as faltas desses dias.
4. O dia 28 de abril foi eleito o Dia Mundial em Homenagem às Vítimas de Acidentes de
Trabalho, tamanha a importância desse ocorrido nas atividades laborais. Assinale a alternativa
correta para o conceito de acidente de trabalho.
Você acertou!
A. O acidente de trabalho é aquele que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço de uma
empresa e que pode causar a morte, perda ou redução da capacidade laborativa de forma
permanente ou temporária.
O acidente de trabalho é aquele que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço de uma
empresa e que pode causar a morte, perda ou redução da capacidade laborativa de
forma permanente ou temporária. Ele pode não apenas acarretar em perda ou redução
da capacidade laborativa, mas sim pode causar morte. Entretanto, ele não acarretará
sempre na morte do trabalhador. Ele não é permanente nem é apenas temporário.
Resposta incorreta.
B. O acidente de trabalho é aquele que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço de uma
empresa e que pode apenas acarretar em perda ou redução da capacidade laborativa de forma
permanente ou temporária.
O acidente de trabalho é aquele que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço de uma
empresa e que pode causar a morte, perda ou redução da capacidade laborativa de
forma permanente ou temporária. Ele pode não apenas acarretar em perdaou redução
da capacidade laborativa, mas sim pode causar morte. Entretanto, ele não acarretará
sempre na morte do trabalhador. Ele não é permanente nem é apenas temporário.
Resposta incorreta.
C. O acidente de trabalho é aquele que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço de uma
empresa e que pode causar a morte, perda ou redução da capacidade laborativa apenas de
forma permanente.
O acidente de trabalho é aquele que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço de uma
empresa e que pode causar a morte, perda ou redução da capacidade laborativa de
forma permanente ou temporária. Ele pode não apenas acarretar em perda ou redução
da capacidade laborativa, mas sim pode causar morte. Entretanto, ele não acarretará
sempre na morte do trabalhador. Ele não é permanente nem é apenas temporário.
Resposta incorreta.
D. O acidente de trabalho é aquele que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço de uma
empresa e que pode causar a morte, perda ou redução da capacidade laborativa de forma
temporária apenas.
O acidente de trabalho é aquele que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço de uma
empresa e que pode causar a morte, perda ou redução da capacidade laborativa de
forma permanente ou temporária. Ele pode não apenas acarretar em perda ou redução
da capacidade laborativa, mas sim pode causar morte. Entretanto, ele não acarretará
sempre na morte do trabalhador. Ele não é permanente nem é apenas temporário.
Resposta incorreta.
E. O acidente de trabalho é aquele que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço de uma
empresa e que sempre acarretará na morte do trabalhador.
O acidente de trabalho é aquele que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço de uma
empresa e que pode causar a morte, perda ou redução da capacidade laborativa de
forma permanente ou temporária. Ele pode não apenas acarretar em perda ou redução
da capacidade laborativa, mas sim pode causar morte. Entretanto, ele não acarretará
sempre na morte do trabalhador. Ele não é permanente nem é apenas temporário.
5.
O acidente de trabalho deve ser comunicado ao INSS por meio de qual documento?
Você acertou!
A. CAT.
CAT é o Comunicado de Acidente de Trabalho, que deve ser enviado ao INSS para
comunicar que houve um acidente na empresa (assim, a alternativa a está correta). A
GPS é a Guia de Pagamento da Previdência Social. A GFIP é a Guia de recolhimento
do FGTS e de informação para o INSS . A SEFIP é o Sistema (programa
computacional) em que se elabora a GFIP. E CANPAT é a sigla para a Campanha
Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho.
Resposta incorreta.
B. GPS.
CAT é o Comunicado de Acidente de Trabalho, que deve ser enviado ao INSS para
comunicar que houve um acidente na empresa (assim, a alternativa a está correta). A
GPS é a Guia de Pagamento da Previdência Social. A GFIP é a Guia de recolhimento
do FGTS e de informação para o INSS . A SEFIP é o Sistema (programa
computacional) em que se elabora a GFIP. E CANPAT é a sigla para a Campanha
Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho.
Resposta incorreta.
C. GFIP.
CAT é o Comunicado de Acidente de Trabalho, que deve ser enviado ao INSS para
comunicar que houve um acidente na empresa (assim, a alternativa a está correta). A
GPS é a Guia de Pagamento da Previdência Social. A GFIP é a Guia de recolhimento
do FGTS e de informação para o INSS . A SEFIP é o Sistema (programa
computacional) em que se elabora a GFIP. E CANPAT é a sigla para a Campanha
Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho.
Resposta incorreta.
D. SEFIP.
CAT é o Comunicado de Acidente de Trabalho, que deve ser enviado ao INSS para
comunicar que houve um acidente na empresa (assim, a alternativa a está correta). A
GPS é a Guia de Pagamento da Previdência Social. A GFIP é a Guia de recolhimento
do FGTS e de informação para o INSS . A SEFIP é o Sistema (programa
computacional) em que se elabora a GFIP. E CANPAT é a sigla para a Campanha
Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho.
Resposta incorreta.
E. CANPAT.
CAT é o Comunicado de Acidente de Trabalho, que deve ser enviado ao INSS para
comunicar que houve um acidente na empresa (assim, a alternativa a está correta). A
GPS é a Guia de Pagamento da Previdência Social. A GFIP é a Guia de recolhimento
do FGTS e de informação para o INSS . A SEFIP é o Sistema (programa
computacional) em que se elabora a GFIP. E CANPAT é a sigla para a Campanha
Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho.
1. Os princípios são vetores axiológicos que auxiliam na interpretação do Direito. Em relação
aos princípios, pode-se afirmar que:
Resposta incorreta.
A. a CLT exclui a possibilidade de utilização do princípio da proteção do trabalhador.
O princípio da proteção do trabalhador, conhecido também como princípio tutelar ou
tutelar-protetivo, aplica-se a todos os trabalhadores, inclusive os regidos pela CLT. Não
se destina a proteger o empregador e fundamenta a interpretação da norma mais
favorável ao empregado.
Resposta incorreta.
B. a proteção do trabalhador é importante como forma de proteção do empregador, tendo
caráter de indisponibilidade.
O princípio da proteção do trabalhador, conhecido também como princípio tutelar ou
tutelar-protetivo, aplica-se a todos os trabalhadores, inclusive os regidos pela CLT. Não
se destina a proteger o empregador e fundamenta a interpretação da norma mais
favorável ao empregado.
Você acertou!
C. o princípio tutelar serve como fundamento da interpretação benéfica da norma em favor do
empregado.
O princípio da proteção do trabalhador, conhecido também como princípio tutelar ou
tutelar-protetivo, aplica-se a todos os trabalhadores, inclusive os regidos pela CLT. Não
se destina a proteger o empregador e fundamenta a interpretação da norma mais
favorável ao empregado.
Resposta incorreta.
D. o princípio tutelar difere do princípio de proteção do trabalhador, apresentando finalidades
diversas.
O princípio da proteção do trabalhador, conhecido também como princípio tutelar ou
tutelar-protetivo, aplica-se a todos os trabalhadores, inclusive os regidos pela CLT. Não
se destina a proteger o empregador e fundamenta a interpretação da norma mais
favorável ao empregado.
Resposta incorreta.
E. o princípio da proteção do trabalhador e o princípio tutelar-protetivo são diferentes entre si.
O princípio da proteção do trabalhador, conhecido também como princípio tutelar ou
tutelar-protetivo, aplica-se a todos os trabalhadores, inclusive os regidos pela CLT. Não
se destina a proteger o empregador e fundamenta a interpretação da norma mais
favorável ao empregado.
2. A interpretação da norma pelo juiz tornará o direito do trabalhador efetivo, razão da
importância de seu estudo. Na dúvida entre as duas normas, o juiz deve:
Resposta incorreta.
A. interpretar favoravelmente ao empregador, pois o capital permite a geração de mais
empregos.
O Direito do Trabalho apresenta princípios específicos, que orientam o juiz a decidir, na
dúvida, favoravelmente ao empregado, que é considerada a parte mais fraca da relação
empregatícia. O juiz adotará a máxima e o princípio do in dubio pro operario, pois o
Judiciário deve equiparar as partes que apresentam diferenças na relação de direito
material.
Você acertou!
B. interpretar favoravelmente ao empregado, pois este é a parte mais fraca na relação
empregatícia.
O Direito do Trabalho apresenta princípios específicos, que orientam o juiz a decidir, na
dúvida, favoravelmente ao empregado, que é considerada a parte mais fraca da relação
empregatícia. O juiz adotará a máxima e o princípio do in dubio pro operario, pois o
Judiciário deve equiparar as partes que apresentam diferenças na relação de direito
material.
Resposta incorreta.
C. interpretar a norma de forma equitativa, pois o Poder Judiciário não pode equiparar eventuais
diferenças entre as partes.
O Direito do Trabalho apresenta princípios específicos, que orientam o juiz a decidir, na
dúvida, favoravelmente ao empregado, que é considerada a parte mais fraca da relação
empregatícia. O juiz adotará a máxima e o princípio do in dubio pro operario,pois o
Judiciário deve equiparar as partes que apresentam diferenças na relação de direito
material.
Resposta incorreta.
D. interpretar a norma observando o melhor interesse da empresa, pois a continuidade da
relação de emprego não é relevante.
O Direito do Trabalho apresenta princípios específicos, que orientam o juiz a decidir, na
dúvida, favoravelmente ao empregado, que é considerada a parte mais fraca da relação
empregatícia. O juiz adotará a máxima e o princípio do in dubio pro operario, pois o
Judiciário deve equiparar as partes que apresentam diferenças na relação de direito
material.
Resposta incorreta.
E. interpretar conforme os princípios do Direito Civil, que orientam o Juiz quanto às regras de
interpretação.
O Direito do Trabalho apresenta princípios específicos, que orientam o juiz a decidir, na
dúvida, favoravelmente ao empregado, que é considerada a parte mais fraca da relação
empregatícia. O juiz adotará a máxima e o princípio do in dubio pro operario, pois o
Judiciário deve equiparar as partes que apresentam diferenças na relação de direito
material.
3. O estudo das fontes do Direito é necessário para a criação de direito e compreensão da
hierarquia entre elas. Sobre isso, assinale a alternativa correta:
Você acertou!
A. As fontes materiais são aquelas que levam ao desenvolvimento das fontes formais.
As fontes materiais são o arbítrio humano e direito natural e servem como fundamento
das fontes formais, que são a própria expressão do Direito, como as leis. As fontes são
necessárias para todos os ramos do Direito.
Resposta incorreta.
B. As fontes formais são a própria expressão do Direito e se confundem com as fontes
materiais.
As fontes materiais são o arbítrio humano e direito natural e servem como fundamento
das fontes formais, que são a própria expressão do Direito, como as leis. As fontes são
necessárias para todos os ramos do Direito.
Resposta incorreta.
C. As fontes formais são as leis e o direito natural, que servem de fundamento do arbítrio
humano.
As fontes materiais são o arbítrio humano e direito natural e servem como fundamento
das fontes formais, que são a própria expressão do Direito, como as leis. As fontes são
necessárias para todos os ramos do Direito.
Resposta incorreta.
D. As fontes formais e as fontes materiais são fundamentais no Direito Civil, não se usando no
Direito do Trabalho.
As fontes materiais são o arbítrio humano e direito natural e servem como fundamento
das fontes formais, que são a própria expressão do Direito, como as leis. As fontes são
necessárias para todos os ramos do Direito.
Resposta incorreta.
E. As fontes formais e materiais não criam direito, servindo como expressão do direito estatal.
As fontes materiais são o arbítrio humano e direito natural e servem como fundamento
das fontes formais, que são a própria expressão do Direito, como as leis. As fontes são
necessárias para todos os ramos do Direito.
4. A hierarquia entre fontes auxilia na interpretação da norma, principalmente considerando os
princípios juslaborais. Sobre isso, assinale a alternativa correta:
Resposta incorreta.
A. A Reforma Trabalhista permitiu que o legislado prevalecesse sobre o negociado a partir de
negociação coletiva.
A Reforma Trabalhista permitiu que empregados e empregadores passassem a
negociar algumas regras trabalhistas do vínculo de emprego, prevalecendo o negociado
sobre o legislado. Algumas regras, que importam em afronta às de higiene, segurança e
saude do trabalhador, não podem ser negociadas.
Resposta incorreta.
B. A Reforma Trabalhista não dispôs sobre a possibilidade de negociação entre empregados e
empregadores.
A Reforma Trabalhista permitiu que empregados e empregadores passassem a
negociar algumas regras trabalhistas do vínculo de emprego, prevalecendo o negociado
sobre o legislado. Algumas regras, que importam em afronta às de higiene, segurança e
saude do trabalhador, não podem ser negociadas.
Resposta incorreta.
C. Os empregados e empregadores não negociam normas relativas ao vínculo empregatício.
A Reforma Trabalhista permitiu que empregados e empregadores passassem a
negociar algumas regras trabalhistas do vínculo de emprego, prevalecendo o negociado
sobre o legislado. Algumas regras, que importam em afronta às de higiene, segurança e
saude do trabalhador, não podem ser negociadas.
Resposta incorreta.
D. Os empregados e os empregadores podem negociar qualquer regra trabalhista.
A Reforma Trabalhista permitiu que empregados e empregadores passassem a
negociar algumas regras trabalhistas do vínculo de emprego, prevalecendo o negociado
sobre o legislado. Algumas regras, que importam em afronta às de higiene, segurança e
saude do trabalhador, não podem ser negociadas.
Você acertou!
E. A Reforma Trabalhista permitiu que empregados e empregadores negociem mediante
convenção coletiva de trabalho.
A Reforma Trabalhista permitiu que empregados e empregadores passassem a
negociar algumas regras trabalhistas do vínculo de emprego, prevalecendo o negociado
sobre o legislado. Algumas regras, que importam em afronta às de higiene, segurança e
saude do trabalhador, não podem ser negociadas.
5. As decisões trabalhistas consideram as fontes e os princípios na escolha do Direito aplicável
ao caso concreto. Afirma-se que:
Resposta incorreta.
A.
os princípios aplicam-se na relação de direito processual, deixando de interferir na relação de
direito material.
Os princípios trabalhistas são aplicáveis na relação material e na processual,
considerados tanto na fase de confecção das normas trabalhistas como quando de sua
aplicação. São os princípios que auxiliam na realização dos valores sociais vigentes.
Você acertou!
B. os princípios são aplicáveis na relação de direito material e na relação processual.
Os princípios trabalhistas são aplicáveis na relação material e na processual,
considerados tanto na fase de confecção das normas trabalhistas como quando de sua
aplicação. São os princípios que auxiliam na realização dos valores sociais vigentes.
Resposta incorreta.
C. os princípios influem na relação de direito material, deixando de influir na relação processual.
Os princípios trabalhistas são aplicáveis na relação material e na processual,
considerados tanto na fase de confecção das normas trabalhistas como quando de sua
aplicação. São os princípios que auxiliam na realização dos valores sociais vigentes.
Resposta incorreta.
D. os princípios se aplicam na fase de confecção das normas; desconsideram-se os princípios
na fase de aplicação do direito.
Os princípios trabalhistas são aplicáveis na relação material e na processual,
considerados tanto na fase de confecção das normas trabalhistas como quando de sua
aplicação. São os princípios que auxiliam na realização dos valores sociais vigentes.
Resposta incorreta.
E. quando da confecção das normas trabalhistas, os princípios são desconsiderados.
Os princípios trabalhistas são aplicáveis na relação material e na processual,
considerados tanto na fase de confecção das normas trabalhistas como quando de sua
aplicação. São os princípios que auxiliam na realização dos valores sociais vigentes.
1. Considerando que o trabalho é uma atividade eminentemente humana e se configura como
um elemento importante para o estabelecimento das relações, em qual regime de trabalho já se
apresentava a negociação como um elemento importante das relações de trabalho?
Resposta incorreta.
A. Intervencionismo.
A escravidão é considerada a primeira forma organizada de trabalho, trazendo a
concepção de que uma pessoa é propriedade de outra, sendo obrigada a trabalhar
forçadamente, estando sujeita à punição corporal ou negociação comercial, os seja, os
escravos eram vendidos, comprados ou trocados como uma mercadoria, se
caracterizando como uma propriedade de quem o tem. A servidão e o assalariado são
regimes posteriores à escravidão, ou seja, a concepção de propriedade já existia. O
liberalismo e o intervencionismo se configuram como modelos de Estado, e não como
regime de trabalho.
Resposta incorreta.B. Liberalismo.
A escravidão é considerada a primeira forma organizada de trabalho, trazendo a
concepção de que uma pessoa é propriedade de outra, sendo obrigada a trabalhar
forçadamente, estando sujeita à punição corporal ou negociação comercial, os seja, os
escravos eram vendidos, comprados ou trocados como uma mercadoria, se
caracterizando como uma propriedade de quem o tem. A servidão e o assalariado são
regimes posteriores à escravidão, ou seja, a concepção de propriedade já existia. O
liberalismo e o intervencionismo se configuram como modelos de Estado, e não como
regime de trabalho.
Resposta incorreta.
C. Assalariado.
A escravidão é considerada a primeira forma organizada de trabalho, trazendo a
concepção de que uma pessoa é propriedade de outra, sendo obrigada a trabalhar
forçadamente, estando sujeita à punição corporal ou negociação comercial, os seja, os
escravos eram vendidos, comprados ou trocados como uma mercadoria, se
caracterizando como uma propriedade de quem o tem. A servidão e o assalariado são
regimes posteriores à escravidão, ou seja, a concepção de propriedade já existia. O
liberalismo e o intervencionismo se configuram como modelos de Estado, e não como
regime de trabalho.
Resposta incorreta.
D. Servidão.
A escravidão é considerada a primeira forma organizada de trabalho, trazendo a
concepção de que uma pessoa é propriedade de outra, sendo obrigada a trabalhar
forçadamente, estando sujeita à punição corporal ou negociação comercial, os seja, os
escravos eram vendidos, comprados ou trocados como uma mercadoria, se
caracterizando como uma propriedade de quem o tem. A servidão e o assalariado são
regimes posteriores à escravidão, ou seja, a concepção de propriedade já existia. O
liberalismo e o intervencionismo se configuram como modelos de Estado, e não como
regime de trabalho.
Você acertou!
E. Escravidão.
A escravidão é considerada a primeira forma organizada de trabalho, trazendo a
concepção de que uma pessoa é propriedade de outra, sendo obrigada a trabalhar
forçadamente, estando sujeita à punição corporal ou negociação comercial, os seja, os
escravos eram vendidos, comprados ou trocados como uma mercadoria, se
caracterizando como uma propriedade de quem o tem. A servidão e o assalariado são
regimes posteriores à escravidão, ou seja, a concepção de propriedade já existia. O
liberalismo e o intervencionismo se configuram como modelos de Estado, e não como
regime de trabalho.
2. O Direito do Trabalho passou por diversas alterações, sendo uma delas as que ocorreram
durante a década de 1930, com o capitalismo industrial.
Nessa época, surgiu o protecionismo nos países de capitalismo avançado, marcando qual
modelo de Estado?
Resposta incorreta.
A. Estado liberal.
O Estado intervencionista ficou conhecido como Estado de bem-estar social, sendo
marco do Direito do Trabalho em termos de proteção ao trabalhador no que tange à
saúde, à higiene e às garantias básicas, ou seja, intervinha diretamente na economia.
Houve uma rápida expansão dos direitos trabalhistas a nível mundial, criando-se a
Organização Internacional do Trabalho (fundada em 1919), dando caráter universal ao
Direito do Trabalho. O Estado liberal não intervinha na economia, e o Estado neoliberal
intervém parcialmente na economia. No Feudalismo ainda não se tinha a ideia de
Estado, já o Toyotismo se configura como um modo de gestão da produção em tempos
de capital flexível.
Resposta incorreta.
B. Estado neoliberal.
O Estado intervencionista ficou conhecido como Estado de bem-estar social, sendo
marco do Direito do Trabalho em termos de proteção ao trabalhador no que tange à
saúde, à higiene e às garantias básicas, ou seja, intervinha diretamente na economia.
Houve uma rápida expansão dos direitos trabalhistas a nível mundial, criando-se a
Organização Internacional do Trabalho (fundada em 1919), dando caráter universal ao
Direito do Trabalho. O Estado liberal não intervinha na economia, e o Estado neoliberal
intervém parcialmente na economia. No Feudalismo ainda não se tinha a ideia de
Estado, já o Toyotismo se configura como um modo de gestão da produção em tempos
de capital flexível.
Você acertou!
C. Estado intervencionista.
O Estado intervencionista ficou conhecido como Estado de bem-estar social, sendo
marco do Direito do Trabalho em termos de proteção ao trabalhador no que tange à
saúde, à higiene e às garantias básicas, ou seja, intervinha diretamente na economia.
Houve uma rápida expansão dos direitos trabalhistas a nível mundial, criando-se a
Organização Internacional do Trabalho (fundada em 1919), dando caráter universal ao
Direito do Trabalho. O Estado liberal não intervinha na economia, e o Estado neoliberal
intervém parcialmente na economia. No Feudalismo ainda não se tinha a ideia de
Estado, já o Toyotismo se configura como um modo de gestão da produção em tempos
de capital flexível.
Resposta incorreta.
D. Feudalismo.
O Estado intervencionista ficou conhecido como Estado de bem-estar social, sendo
marco do Direito do Trabalho em termos de proteção ao trabalhador no que tange à
saúde, à higiene e às garantias básicas, ou seja, intervinha diretamente na economia.
Houve uma rápida expansão dos direitos trabalhistas a nível mundial, criando-se a
Organização Internacional do Trabalho (fundada em 1919), dando caráter universal ao
Direito do Trabalho. O Estado liberal não intervinha na economia, e o Estado neoliberal
intervém parcialmente na economia. No Feudalismo ainda não se tinha a ideia de
Estado, já o Toyotismo se configura como um modo de gestão da produção em tempos
de capital flexível.
Resposta incorreta.
E. Toyotismo.
O Estado intervencionista ficou conhecido como Estado de bem-estar social, sendo
marco do Direito do Trabalho em termos de proteção ao trabalhador no que tange à
saúde, à higiene e às garantias básicas, ou seja, intervinha diretamente na economia.
Houve uma rápida expansão dos direitos trabalhistas a nível mundial, criando-se a
Organização Internacional do Trabalho (fundada em 1919), dando caráter universal ao
Direito do Trabalho. O Estado liberal não intervinha na economia, e o Estado neoliberal
intervém parcialmente na economia. No Feudalismo ainda não se tinha a ideia de
Estado, já o Toyotismo se configura como um modo de gestão da produção em tempos
de capital flexível.
3. A relação do sujeito com o Estado é realizada por um setor específico do Direito do Trabalho.
Nesse sentido, a fiscalização do trabalho, a formação, a qualificação e a colocação da mão de
obra, ao fundo de amparo ao trabalhador e ao seguro-desemprego , dizem respeito a qual
divisão do Direito do Trabalho?
Resposta incorreta.
A. Continuidade da relação de emprego.
O Direito Público do Trabalho é composto pelo conjunto de normas e princípios que
regula a relação de cada sujeito com o Estado. Podem ser citadas como normas
aquelas que se referem à fiscalização do trabalho, à formação, à qualificação e à
colocação da mão de obra, ao fundo de amparo ao trabalhador e ao
seguro-desemprego. O Direito Coletivo do Trabalho fundamenta as relações coletivas
de trabalho, no que concerne a organização, aos acordos e aos conflitos coletivos. O
Direito Individual do Trabalho trata das relações individuais de trabalho subordinadas
mantidas pelo empregado e o empregador. O Direito Tutelar do Trabalho é composto
por normas jurídicas que impõem ao trabalhador e ao empregador deveres jurídicos
públicos visando à proteção do trabalhador, e a continuidade da relação de emprego é o
princípio que assegura maior possibilidade de permanência do trabalhador em seu
emprego.
Resposta incorreta.
B. Direito Tutelar do Trabalho.
O Direito Público do Trabalho é composto pelo conjunto de normas e princípios que
regula a relação de cada sujeito com o Estado. Podem ser citadas como normas
aquelas que se referem à fiscalização do trabalho, à formação, à qualificação e à
colocação da mão de obra, ao fundo de amparo ao trabalhador e ao
seguro-desemprego. O Direito Coletivo do Trabalho fundamenta as relações coletivas
detrabalho, no que concerne a organização, aos acordos e aos conflitos coletivos. O
Direito Individual do Trabalho trata das relações individuais de trabalho subordinadas
mantidas pelo empregado e o empregador. O Direito Tutelar do Trabalho é composto
por normas jurídicas que impõem ao trabalhador e ao empregador deveres jurídicos
públicos visando à proteção do trabalhador, e a continuidade da relação de emprego é o
princípio que assegura maior possibilidade de permanência do trabalhador em seu
emprego.
Resposta incorreta.
C. Direito Individual do Trabalho.
O Direito Público do Trabalho é composto pelo conjunto de normas e princípios que
regula a relação de cada sujeito com o Estado. Podem ser citadas como normas
aquelas que se referem à fiscalização do trabalho, à formação, à qualificação e à
colocação da mão de obra, ao fundo de amparo ao trabalhador e ao
seguro-desemprego. O Direito Coletivo do Trabalho fundamenta as relações coletivas
de trabalho, no que concerne a organização, aos acordos e aos conflitos coletivos. O
Direito Individual do Trabalho trata das relações individuais de trabalho subordinadas
mantidas pelo empregado e o empregador. O Direito Tutelar do Trabalho é composto
por normas jurídicas que impõem ao trabalhador e ao empregador deveres jurídicos
públicos visando à proteção do trabalhador, e a continuidade da relação de emprego é o
princípio que assegura maior possibilidade de permanência do trabalhador em seu
emprego.
Você acertou!
D. Direito Público do Trabalho.
O Direito Público do Trabalho é composto pelo conjunto de normas e princípios que
regula a relação de cada sujeito com o Estado. Podem ser citadas como normas
aquelas que se referem à fiscalização do trabalho, à formação, à qualificação e à
colocação da mão de obra, ao fundo de amparo ao trabalhador e ao
seguro-desemprego. O Direito Coletivo do Trabalho fundamenta as relações coletivas
de trabalho, no que concerne a organização, aos acordos e aos conflitos coletivos. O
Direito Individual do Trabalho trata das relações individuais de trabalho subordinadas
mantidas pelo empregado e o empregador. O Direito Tutelar do Trabalho é composto
por normas jurídicas que impõem ao trabalhador e ao empregador deveres jurídicos
públicos visando à proteção do trabalhador, e a continuidade da relação de emprego é o
princípio que assegura maior possibilidade de permanência do trabalhador em seu
emprego.
Resposta incorreta.
E. Direito Coletivo do Trabalho.
O Direito Público do Trabalho é composto pelo conjunto de normas e princípios que
regula a relação de cada sujeito com o Estado. Podem ser citadas como normas
aquelas que se referem à fiscalização do trabalho, à formação, à qualificação e à
colocação da mão de obra, ao fundo de amparo ao trabalhador e ao
seguro-desemprego. O Direito Coletivo do Trabalho fundamenta as relações coletivas
de trabalho, no que concerne a organização, aos acordos e aos conflitos coletivos. O
Direito Individual do Trabalho trata das relações individuais de trabalho subordinadas
mantidas pelo empregado e o empregador. O Direito Tutelar do Trabalho é composto
por normas jurídicas que impõem ao trabalhador e ao empregador deveres jurídicos
públicos visando à proteção do trabalhador, e a continuidade da relação de emprego é o
princípio que assegura maior possibilidade de permanência do trabalhador em seu
emprego.
4. Sabendo que os princípios constituem o núcleo inicial do próprio Direito, qual deles tem por
finalidade amparar o trabalhador nas relações de emprego a fim de equiparar as desigualdades?
Você acertou!
A. Princípio da proteção.
O princípio da proteção é a referência que orienta o Direito Trabalhista, em que se
contrapõe a desigualdade jurídica à desigualdade econômica que marca a relação de
emprego para amparar o trabalhador e nivelar as desigualdades. O princípio da
irrenunciabilidade dos direitos trabalhistas trata da impossibilidade de o trabalhador
renunciar, de forma voluntária, das vantagens a ele conferidas por meio da lei
trabalhista. O princípio da primazia da realidade diz que, em caso de dissonância entre
o que ocorre na realidade dos fatos e o que emerge de documentos, devemos
privilegiar a verdade real. Sobre o princípio da razoabilidade nas relações de trabalho,
as partes, os administradores e os juízes devem conduzir-se de maneira razoável na
solução de problemas ou conflitos delas decorrentes, não de forma arbitrária ou
subjetiva, ou seja, toda conduta humana deve ser razoável. A boa-fé diz respeito a toda
e qualquer contratação, não apenas aos contratos de trabalho.
Resposta incorreta.
B. Irrenunciabilidade dos direitos trabalhistas.
O princípio da proteção é a referência que orienta o Direito Trabalhista, em que se
contrapõe a desigualdade jurídica à desigualdade econômica que marca a relação de
emprego para amparar o trabalhador e nivelar as desigualdades. O princípio da
irrenunciabilidade dos direitos trabalhistas trata da impossibilidade de o trabalhador
renunciar, de forma voluntária, das vantagens a ele conferidas por meio da lei
trabalhista. O princípio da primazia da realidade diz que, em caso de dissonância entre
o que ocorre na realidade dos fatos e o que emerge de documentos, devemos
privilegiar a verdade real. Sobre o princípio da razoabilidade nas relações de trabalho,
as partes, os administradores e os juízes devem conduzir-se de maneira razoável na
solução de problemas ou conflitos delas decorrentes, não de forma arbitrária ou
subjetiva, ou seja, toda conduta humana deve ser razoável. A boa-fé diz respeito a toda
e qualquer contratação, não apenas aos contratos de trabalho.
Resposta incorreta.
C. Primazia da realidade.
O princípio da proteção é a referência que orienta o Direito Trabalhista, em que se
contrapõe a desigualdade jurídica à desigualdade econômica que marca a relação de
emprego para amparar o trabalhador e nivelar as desigualdades. O princípio da
irrenunciabilidade dos direitos trabalhistas trata da impossibilidade de o trabalhador
renunciar, de forma voluntária, das vantagens a ele conferidas por meio da lei
trabalhista. O princípio da primazia da realidade diz que, em caso de dissonância entre
o que ocorre na realidade dos fatos e o que emerge de documentos, devemos
privilegiar a verdade real. Sobre o princípio da razoabilidade nas relações de trabalho,
as partes, os administradores e os juízes devem conduzir-se de maneira razoável na
solução de problemas ou conflitos delas decorrentes, não de forma arbitrária ou
subjetiva, ou seja, toda conduta humana deve ser razoável. A boa-fé diz respeito a toda
e qualquer contratação, não apenas aos contratos de trabalho.
Resposta incorreta.
D. Razoabilidade.
O princípio da proteção é a referência que orienta o Direito Trabalhista, em que se
contrapõe a desigualdade jurídica à desigualdade econômica que marca a relação de
emprego para amparar o trabalhador e nivelar as desigualdades. O princípio da
irrenunciabilidade dos direitos trabalhistas trata da impossibilidade de o trabalhador
renunciar, de forma voluntária, das vantagens a ele conferidas por meio da lei
trabalhista. O princípio da primazia da realidade diz que, em caso de dissonância entre
o que ocorre na realidade dos fatos e o que emerge de documentos, devemos
privilegiar a verdade real. Sobre o princípio da razoabilidade nas relações de trabalho,
as partes, os administradores e os juízes devem conduzir-se de maneira razoável na
solução de problemas ou conflitos delas decorrentes, não de forma arbitrária ou
subjetiva, ou seja, toda conduta humana deve ser razoável. A boa-fé diz respeito a toda
e qualquer contratação, não apenas aos contratos de trabalho.
Resposta incorreta.
E. Boa-fé.
O princípio da proteção é a referência que orienta o Direito Trabalhista, em que se
contrapõe a desigualdade jurídica à desigualdade econômica que marca a relação de
emprego para amparar o trabalhador e nivelar as desigualdades. O princípio da
irrenunciabilidade dos direitos trabalhistas trata da impossibilidade de o trabalhador
renunciar, de forma voluntária,das vantagens a ele conferidas por meio da lei
trabalhista. O princípio da primazia da realidade diz que, em caso de dissonância entre
o que ocorre na realidade dos fatos e o que emerge de documentos, devemos
privilegiar a verdade real. Sobre o princípio da razoabilidade nas relações de trabalho,
as partes, os administradores e os juízes devem conduzir-se de maneira razoável na
solução de problemas ou conflitos delas decorrentes, não de forma arbitrária ou
subjetiva, ou seja, toda conduta humana deve ser razoável. A boa-fé diz respeito a toda
e qualquer contratação, não apenas aos contratos de trabalho.
5. Diante da necessidade de normatizar os direitos do trabalhador no Brasil, qual documento
reúne normas de direito individual e coletivo de trabalho, de fiscalização do trabalho e de direito
processual do trabalho, trazendo os direitos e os deveres tanto do empregador quanto do
empregado?
Resposta incorreta.
A. Lei Orgânica da Previdência Social.
Promulgada em 1.° de maio de 1943 por meio do Decreto-Lei n.° 5243, a Consolidação
das Leis Trabalhistas é um documento que reúne normas de direito individual e coletivo
de trabalho, de fiscalização do trabalho e de direito processual do trabalho, que ficaram
esparsas durante a história do Direito do Trabalho no Brasil. A Lei Orgânica da
Previdência Social garante a proteção ao trabalhador que está na qualidade de
segurado; a Constituição Federal de 1988 traz em seu texto um modelo democrático
que visa a administração de conflitos sociais do país; a Seguridade Social tem por
objetivo garantir a segurança e a proteção do cidadão ao longo de sua vida, provendo a
assistência e os recursos para os momentos de necessidades sociais; e a Portaria n.°
3.214/78 trata das Normas Regulamentadoras do trabalho.
Você acertou!
B. Consolidação das Leis Trabalhistas.
Promulgada em 1.° de maio de 1943 por meio do Decreto-Lei n.° 5243, a Consolidação
das Leis Trabalhistas é um documento que reúne normas de direito individual e coletivo
de trabalho, de fiscalização do trabalho e de direito processual do trabalho, que ficaram
esparsas durante a história do Direito do Trabalho no Brasil. A Lei Orgânica da
Previdência Social garante a proteção ao trabalhador que está na qualidade de
segurado; a Constituição Federal de 1988 traz em seu texto um modelo democrático
que visa a administração de conflitos sociais do país; a Seguridade Social tem por
objetivo garantir a segurança e a proteção do cidadão ao longo de sua vida, provendo a
assistência e os recursos para os momentos de necessidades sociais; e a Portaria n.°
3.214/78 trata das Normas Regulamentadoras do trabalho.
Resposta incorreta.
C. Constituição Federal de 1988.
Promulgada em 1.° de maio de 1943 por meio do Decreto-Lei n.° 5243, a Consolidação
das Leis Trabalhistas é um documento que reúne normas de direito individual e coletivo
de trabalho, de fiscalização do trabalho e de direito processual do trabalho, que ficaram
esparsas durante a história do Direito do Trabalho no Brasil. A Lei Orgânica da
Previdência Social garante a proteção ao trabalhador que está na qualidade de
segurado; a Constituição Federal de 1988 traz em seu texto um modelo democrático
que visa a administração de conflitos sociais do país; a Seguridade Social tem por
objetivo garantir a segurança e a proteção do cidadão ao longo de sua vida, provendo a
assistência e os recursos para os momentos de necessidades sociais; e a Portaria n.°
3.214/78 trata das Normas Regulamentadoras do trabalho.
Resposta incorreta.
D. Seguridade Social.
Promulgada em 1.° de maio de 1943 por meio do Decreto-Lei n.° 5243, a Consolidação
das Leis Trabalhistas é um documento que reúne normas de direito individual e coletivo
de trabalho, de fiscalização do trabalho e de direito processual do trabalho, que ficaram
esparsas durante a história do Direito do Trabalho no Brasil. A Lei Orgânica da
Previdência Social garante a proteção ao trabalhador que está na qualidade de
segurado; a Constituição Federal de 1988 traz em seu texto um modelo democrático
que visa a administração de conflitos sociais do país; a Seguridade Social tem por
objetivo garantir a segurança e a proteção do cidadão ao longo de sua vida, provendo a
assistência e os recursos para os momentos de necessidades sociais; e a Portaria n.°
3.214/78 trata das Normas Regulamentadoras do trabalho.
Resposta incorreta.
E. Portaria n.° 3.214/78.
Promulgada em 1.° de maio de 1943 por meio do Decreto-Lei n.° 5243, a Consolidação
das Leis Trabalhistas é um documento que reúne normas de direito individual e coletivo
de trabalho, de fiscalização do trabalho e de direito processual do trabalho, que ficaram
esparsas durante a história do Direito do Trabalho no Brasil. A Lei Orgânica da
Previdência Social garante a proteção ao trabalhador que está na qualidade de
segurado; a Constituição Federal de 1988 traz em seu texto um modelo democrático
que visa a administração de conflitos sociais do país; a Seguridade Social tem por
objetivo garantir a segurança e a proteção do cidadão ao longo de sua vida, provendo a
assistência e os recursos para os momentos de necessidades sociais; e a Portaria n.°
3.214/78 trata das Normas Regulamentadoras do trabalho.

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