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PSICOLOGIA Luciana Rydz Pires Revisão técnica: Caroline Bastos Capaverde Graduada em Psicologia Especialista em Psicoterapia Psicanalítica Alexsander Canaparro da Silva Mestre em Administração Pós-Graduado em Marketing e em Comércio Exterior e Negócios Internacionais Catalogação na publicação: Karin Lorien Menoncin CRB-10/2147 P974 Psicologia / Luciana Rydz Pires... [et al.] ; [revisão técnica: Caroline Capaverde, Alexsander Canaparro da Silva.] – Porto Alegre : SAGAH, 2018. 188 p. : il. ; 22,5 cm. ISBN 978-85-9502-373-4 1. Psicologia. 2. Consumidores - comportamento. I. Pires, Luciana Rydz. CDU 159.9.019.4 Psicologia_Book.indb 2 15/03/2018 15:44:46 O surgimento do estudo do comportamento Objetivos de aprendizagem Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados: Descrever o desenvolvimento de estudos sobre o comportamento. Descrever as experiências de Pavlov, Watson e Skinner. Definir as principais contribuições de Pavlov, Watson e Skinner para os estudos sobre o comportamento. Introdução Neste capítulo, você vai aprender sobre como surgiu o estudo do com- portamento, vai conhecer as experiências que alguns dos principais autores desenvolveram para explicar as suas teorias e vai refletir sobre a relevância dessas contribuições para a psicologia. Comportamento: emergência de um novo campo de estudos O behaviorismo ou estudo do comportamento marcou uma nova fase na psicologia por estabelecer parâmetros diferentes dos que existiam até então, defi nindo o comportamento observável como campo de estudo e que pode ser medido, treinado e mudado. Esse estudo deveria ser objetivo, racional e com rigor científi co (WATSON, 1913), e, por isso, tornou-se um movimento contrário às concepções predominantes que, até então, trabalhavam com questões relacionadas aos fenômenos subjetivos e introspectivos. A escola comportamental foi estabelecida por John B. Watson (1913) a partir do trabalho intitulado “A psicologia como os Behavioristas veem”, publicado em 1913. Segundo Matos (1995, p. 2): Psicologia_Book.indb 31 15/03/2018 15:44:52 A proposta de Watson incluía estudar o comportamento por si mesmo, opondo- -se ao Mentalismo, ignorando os fenômenos como consciência, sentimentos e estados mentais; aderir ao evolucionismo biológico, estudando tanto o comportamento humano quanto o animal, considerando este último mais fundamental; buscar usar procedimentos objetivos na coleta de dados, rejei- tando a introspecção; realizar experimentos de forma controlada; fazer testes de hipótese e, de preferência, com grupo controle. O behaviorismo de Watson, também chamado behaviorismo metodoló- gico, toma como base o realismo, que defende que há um mundo real e que a partir desse mundo real externo – objetivo – construímos o nosso mundo interno – subjetivo. Em sua teoria, Watson salientou o papel do ambiente e dos estímulos na formação do comportamento. Além disso, para o autor, todo comportamento de interesse é aprendido e suas causas devem ser buscadas em seus antecedentes imediatos (exigindo proximidade entre esses antecedentes e o comportamento). O behaviorismo de Watson se fundamentou em uma das leis mais famosas do behaviorismo metodológico: o condicionamento clássico ou respondente de Pavlov (MATOS, 1995). Ivan Pavlov foi uma personalidade importante para a teoria compor- tamental, propondo um experimento com cães para demonstrar o que foi conhecido posteriormente como condicionamento clássico. Pavlov estava estudando o processo digestivo em cães, motivo pelo qual ganhou do prêmio Nobel em 1904, e percebeu que eles salivavam sempre que um assistente entrava na sala, mesmo não havendo presença de comida e nem mesmo seu cheiro. Pavlov, então, sugeriu que os animais salivavam pois tinham associado os assistentes à comida. Assim, percebeu que, depois de um certo número de ensaios, o cão faria algo que não havia feito anteriormente, ou seja, teria aprendido alguma coisa. Aprofundando e ampliando tais noções, Watson se apoiou no modelo do arco reflexo de Lashley e Pavlov para explicar a relação observada em SR (S = comportamento, R = consequência), também chamada estímulo-resposta, na qual o comportamento é resposta para um estímulo do ambiente, sendo involuntário e incondicionado e ocorrendo mediante contingências (MATOS, 1995). Um exemplo do que falamos é o comportamento de luta ou fuga diante de uma situação ameaçadora. O surgimento do estudo do comportamento32 Psicologia_Book.indb 32 15/03/2018 15:44:52 Comportamento incondicionado ou reflexo Watson também é reconhecido por suas pesquisas sobre o processo de condi- cionamento, principalmente a “experiência do pequeno Albert”, com a qual demonstrou que um indivíduo pode ser condicionado a temer um estímulo inicialmente neutro e que esse medo poderia ser generalizado para objetos semelhantes (WATSON; RAYNER, 1920). Outro importante pesquisador do movimento behaviorista foi Burrhus F. Skinner, que criou, em 1945, o behaviorismo radical, defendendo a análise experimental do comportamento, com grande repercussão na década de 1950. Skinner foi contra as causas mentais para explicar o comportamento humano, mas aceitou o estudo dos comportamentos privados (emoções, sentimentos, pensamentos, conhecimento e memória). Para analisar esses comportamentos privados, teríamos que partir da análise do comportamento verbal e não verbal do indivíduo. De acordo com Matos (1999): Skinner é radical em dois sentidos: nega radicalmente a existência de algo que escapa ao mundo físico, que não tenha uma existência identificável no espaço e no tempo (como a mente, a consciência e a cognição) e aceita de maneira radical todos os fenômenos comportamentais. Para explicar a sua teoria, Skinner apresenta o conceito de condiciona- mento operante, que é voluntário e trabalha as contingências, quer dizer, o comportamento (R) gera consequências (S), que reforçam ou enfraquecem o comportamento que as gerou, influenciando a probabilidade de que este comportamento ocorra (BALLS, 2004). Em outras palavras, é a interação sujeito-ambiente: o sujeito age em função das consequências dos seus atos por meio do reforço positivo ou negativo das consequências do seu com- portamento. O condicionamento operante é, na verdade, a aprendizagem de um novo comportamento, também chamado modelagem, e cujo principal instrumento é o reforço. (S reforça R) Existem 4 tipos de contingências operantes: 33O surgimento do estudo do comportamento Psicologia_Book.indb 33 15/03/2018 15:44:52 Reforço positivo: quando é apresentado um estímulo agradável depois de um comportamento desejado. Neste caso, há um aumento da frequ- ência desse comportamento. Reforço negativo: quando é removido um evento desagradável, após um comportamento desejado. Neste caso, há um aumento da frequência deste comportamento. Punição positiva: é a apresentação de uma consequência desagradável após a realização de um comportamento não desejado. Esta contingência diminui a frequência do comportamento. Punição negativa: é a remoção de um evento agradável após a reali- zação de um comportamento não desejado. Esta contingência diminui a frequência do comportamento. Veja, no link a seguir, um exemplo da “caixa de Skinner” (GRABE; GRABE, 2012). https://goo.gl/Ykqhrz As experiências de Pavlov, Watson e Skinner Para que você tenha uma compreensão maior a respeito do conteúdo teórico, é importante conhecer as experiências de Pavlov, Watson e Skinner. Assim, dedi- camos uma parte deste capítulo exclusivamente para elas. Seguindo pela ordem cronológica dos acontecimentos, primeiro você verá a infl uência da experiência de Pavlov para o desenvolvimento da experiência de Watson; depois, Skinner, que deu continuidade aos estudos de Pavlov e Watson sobre o condicionamento e demonstrou, por meio de sua experiência, o condicionamento operante. Pavlov A experiência que elucidou a existência do condicionamentoclássico envolveu a salivação dos animais. Cães salivam naturalmente por comida, pois a comida O surgimento do estudo do comportamento34 Psicologia_Book.indb 34 15/03/2018 15:44:53 https://goo.gl/Ykqhrz é um estímulo incondicionado e a salivação é uma resposta incondicionada. Quando um estímulo não provoca nenhuma resposta, chamamos esse fato de estímulo neutro. Na experiência, Pavlov apresentou alimento ao cão (estímulo incondicio- nado) e o cão salivou (resposta incondicionada). Em outro momento, tocou uma campainha – som (estímulo neutro) – e o cão não salivou, permaneceu como estava (ausência de resposta). Na sequência do experimento, sempre que tocava a campainha, Pavlov apresentava a comida ao cão. Após repetidas vezes, o cão associou o som da campainha à comida; cada vez que Pavlov tocava a campainha e não apresentava a comida, o cão salivava. Assim, a apresentação do som e sem o alimento gerava uma nova reação por parte do cão, a salivação (resposta condicionada). Após inúmeras repetições 35O surgimento do estudo do comportamento Psicologia_Book.indb 35 15/03/2018 15:44:53 Watson Aprofundando e ampliando os conceitos de Pavlov, Watson propõe a “expe- riência com o pequeno Albert”, uma criança de 11 meses, para demonstrar os processos de condicionamento. Na experiência, Watson e sua assistente condicionaram a pequena criança a ter medo de um rato branco (ele não tinha medo antes de ser submetido ao condicionamento). Para estabelecer essa relação de medo, apresentavam à criança, repetidas vezes, um rato branco na presença de um ruído alto. Aos poucos, a simples visualização do animal produzia sinais de medo na criança. Os cientistas perceberam, também, que outros estímulos semelhantes ao do rato branco também produziam medo, como, por exemplo, um coelho branco (WATSON; RAYNER, 1920). Após inúmeras repetições Generalização da Resposta O surgimento do estudo do comportamento36 Psicologia_Book.indb 36 15/03/2018 15:44:54 Skinner Para Skinner, o sujeito age em função das consequências do seu comporta- mento. Se essa consequência for agradável, a frequência do comportamento irá aumentar, o que chamamos de reforço (pode ser positivo ou negativo). Se a consequência desse comportamento for desagradável, a frequência do comportamento diminui, o que chamamos de punição (pode ser positiva ou negativa). Para explicar melhor, o cientista propôs um experimento conhecido como “caixa de Skinner”, na qual se colocou um rato faminto. Essa caixa continha uma barra que, quando acionada, liberava comida. Após um certo tempo de exploração, por acaso, o animal acionou a barra, que liberou certa quantidade de comida. Após algumas tentativas bem-sucedidas, o ratinho passou a pressionar a barra para receber comida. Esse experimento demonstrou a aprendizagem do rato a partir de reforço positivo. Em outro momento, Skinner colocou outro rato na “caixa de Skinner”, que, desta vez, produzia choques que eram eliminados sempre que a barra fosse acionada. Da mesma forma, o rato aprendeu que deveria pressionar a barra para evitar a dor. Demonstrou, assim, o reforço negativo. Para demonstrar a punição positiva, Skinner colocou o rato e delimitou um perímetro de acesso; caso saísse daquele perímetro, o ratinho levava choque. Por fim, para demonstrar a punição negativa, colocou o rato na caixa e, cada vez que ele saía do perímetro estabelecido, retirava-se a alimentação. 37O surgimento do estudo do comportamento Psicologia_Book.indb 37 15/03/2018 15:44:54 Observe, o reforço aumenta a ocorrência do comportamento; ao contrário disso, a punição e a ausência de reforço (extinção) tendem a diminuir a frequência dos comportamentos. Porém, lembre-se, a técnica mais eficaz e recomendada para alterar um comportamento é a extinção e não a punição, tendo em vista que a última traz consequências adversas. Você sabia que as cores são muito utilizadas para chamar a atenção para algum aspecto que o profissional do marketing deseja passar aos clientes? Quando você percebe uma cor, você capta um estímulo e faz uma associação com as suas vivências e experiências. Na percepção, sempre se identifica um fenômeno relacionado a outro já vivido. Em relação às cores, existem pesquisas que são feitas cuidadosamente para a criação de logotipos, embalagens, que são responsáveis pela primeira impressão do produto nas vitrines. A embalagem, por exemplo, tem a capacidade de chamar a atenção do consumidor e impulsioná-lo para a fidelização da marca. As cores aplicadas à embalagem devem estar relacionadas com o consumidor e com as características do produto (FUJISAWA, 2006). Alguns estudos relacionam cores com certos significados: por exemplo, as marcas que oferecem segurança deveriam utilizar o azul escuro, enquanto aquelas que prometem uma melhora deveriam utilizar embalagens vermelhas. A cor vermelha chama a atenção do consumidor nos pontos de venda, pois é relacionada a promoções (FUJISAWA, 2006). Segundo Parramón (1982 apud FUJISAWA, 2006), a maior parte das embalagens em “oferta” ou “novidade” é vermelha e, algumas vezes, amarela. As combinações dessas cores, algumas vezes agregadas ao azul, empregam-se invariavelmente nos produtos de limpeza, pois criam uma impressão de um alto poder de limpeza. As cores primárias e as cores naturais atraem as crianças. A exploração das cores é muito utilizada como forma de estimular o consumo e tem sido utilizada pela indústria da comunicação (agências de comunicação, propaganda, publicidade, etc.). Estar no pensamento e nos sentidos do consumidor é uma forma das marcas ganharem espaço na sua preferência, tendo em vista a saturação e as alternativas que o mercado consumidor oferece (FUJISAWA, 2006). O surgimento do estudo do comportamento38 Psicologia_Book.indb 38 15/03/2018 15:44:54 Principais contribuições de Pavlov, Watson, Skinner para os estudos sobre o comportamento Uma das maiores contribuições que o behaviorismo trouxe foi a consolidação da psicologia como uma área de conhecimento científi co, colocando o com- portamento como objeto de estudo, mesmo que a defi nição de comportamento não estivesse muito clara desde o seu início (BATISTA, 2007). A psicologia, então, passou a investigar o comportamento com rigor e controle a partir de experimentação. O desenvolvimento das teorias comportamentais permitiu o conhecimento a respeito das leis gerais do comportamento, tornando-o previsível. Os conceitos de condicionamento clássico, de Pavlov e Watson, e operante, de Skinner, são fundamentais na teoria comportamental, tal como hoje a conhecemos. Embora ambos resultem na aprendizagem, têm processos completamente diferentes. O conceito de condicionamento clássico envolve associação com algum tipo de estímulo que ocorre naturalmente. Aqui, o sujeito é passivo e a resposta é involuntária e automática, envolvendo sempre um elemento neutro, como exemplificado na experiência do cão. Já no condicionamento operante, o sujeito é ativo e envolve comportamentos voluntários, que são controlados pelas consequências que seguem as respostas, ou seja, o indivíduo deve realizar alguma ação a fim de ser recompensado ou punido. Assim, as probabilidades futuras de que um operante ocorra novamente estão na dependência das consequências que foram geradas por ele (SKINNER apud SOUZA; KUBO, 2011, p. 73). O behaviorismo radical, por sua vez, contribuiu para que a psicologia supe- rasse as noções de causa e efeito e de determinismo absoluto dos fenômenos, passando a considerar as múltiplas relações funcionais que alteram a proba- bilidade de ocorrência do comportamento. Além do conhecimento sobre os diferentes tipos de comportamento, o conceito de condicionamento traz a ideia de que a partir de mudanças no ambiente os comportamentos podem ser mudados. Então, comportamentos inadequados, pensamentos automáticos, novos aprendizados e associações podem ser feitas e ou mudados de acordo com esta teoria.Esta prática tem influenciado até hoje o nosso processo de aprendizagem nas escolas e outros centros educacionais. Por essa lente teórica, a aprendizagem é quase sempre provocada por condicionamento operante, por meio de reforço, já que este processo aumenta a probabilidade de resposta. 39O surgimento do estudo do comportamento Psicologia_Book.indb 39 15/03/2018 15:44:54 Os estudos sobre o comportamento começaram no Brasil, nos anos 60. Hoje, o Brasil é um dos maiores centros de estudos de análise do comportamento em nível mundial. De uma forma geral, esta abordagem acredita que o indivíduo vai se desenvolvendo e aprendendo, e a partir da relação com o meio em que vive vai se moldando por meio dos comportamentos reforçadores. Na primeira infância, a figura central são os pais e tudo que gira ao seu redor, posteriormente o contato com outras pessoas e ambientes amplia o campo de aprendizagem. A psicologia comportamental não influenciou apenas os conhecimentos sobre a aprendizagem, mas também outros diversos campos do conhecimento. Um exemplo disso é o marketing: pode-se dizer que a relação entre o compor- tamentalismo e o marketing sempre foi próxima, inclusive com a psicologia influenciando, desde o princípio, a forma como se desenvolveu a publicidade, a propaganda e, consequentemente, o marketing. Watson, após encerrar cedo a sua vida acadêmica devido a problemas pessoais, trabalhou em uma agência de advertising e teve uma carreira de muito sucesso quando utilizou seu conhecimento para resolver “problemas” do entendimento do consumidor (FONTENELLE, 2008). No decorrer dos estudos sobre o comportamento do consumidor, a psicologia acabou “ensinando” aos profissionais do marketing que era possível manipular estímulos a fim de produzir, nos consumidores, associações mentais extremamente fortes e eficientes, de forma que pudesse induzir ações desejadas pelos marqueteiros (FONTENELLE, 2008). A partir desse momento, muitos estudos começaram a ser realizados de forma que pudessem permitir uma ação mais incisiva no comportamento do consumidor. Aproximando essas proposições teóricas, desenvolvidas em outro tempo histórico, da nossa modernidade, caracterizada pela tecnologização da vida, podemos observar que, por meio dos conhecimentos adquiridos sobre os processos de condicionamento clássico e operante, a indústria da publicidade, da propaganda e do marketing, cada vez mais, modela o comportamento de crianças e adultos a partir de propagandas, revistas, desenhos, redes sociais, entre outros. Logo, para as decisões de consumo, essa situação não é diferente. É também a partir dessas noções teóricas (desenvolvidas por Watson, Pavlov, Skinner) que podemos pensar comportamento de consumo na interface entre a psicologia e o marketing. Com relação a isso, podemos constatar que o marke- ting se utiliza do comportamentalismo, de modo geral, por meio de estímulos ambientais que possam produzir e reforçar ações e respostas desejáveis ou indesejáveis. Isso pode gerar as associações que induzem às ações desejadas para o comportamento de compra, por exemplo. As teorias de condicionamento O surgimento do estudo do comportamento40 Psicologia_Book.indb 40 15/03/2018 15:44:54 de Pavlov e Skinner foram utilizadas no campo das vendas, com foco no anúncio de produtos, entre outros. Watson, inclusive, enquanto na agência de advertising, atuou com foco no “entendimento do consumidor que a ascensão do capitalismo corporativo intensificara” (FONTENELLE, 2008, p. 147). 41O surgimento do estudo do comportamento Psicologia_Book.indb 41 15/03/2018 15:44:56 BATISTA, T. M. O legado filosófico de B. F. Skinner: as influências filosóficas iniciais e a epistemologia da análise experimental do comportamento. 2007. 121 f. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Florianópolis, 2007. FONTENELLE, I. A. Psicologia e marketing: da parceria à crítica. Arquivos Brasileiros de Psicologia, Rio de Janeiro, v. 60, n. 2, p. 143-157, 2008. FUJISAWA, M. S. A exploração dos cinco sentidos como forma de persuasão e estímulo ao consumo. Comunicação e Inovação, São Caetano do Sul, v. 7, n. 13, 2006. GRABE, M.; GRABE. C. An Example of Learning From A Simulation: “Sniffy - The Virtual Rat”. Integrating technology for meaningful learning, Grand Forks, 2012. Disponível em: < http://learningaloud.com/grabe6/Chapter4/ch4_sniffy.html>. Acesso em: 19 fev. 2018. MATOS, M. A. O behaviorismo metodológico e suas relações com o mentalismo e o behaviorismo radical. In: RANGÉ B. (Org.), Psicoterapia comportamental e cognitiva: pesquisa, prática, aplicações e problemas. Campinas, Editorial Psy, 1995. SOUZA, E. J.; KUBO, O. M. Contribuições do behaviorismo radical para a psicologia e desenvolvimento das concepções de metodologia e método científico. Revista Perspectivas, São Paulo, vol. 2, n. 1, 2011. p. 72-76. WATSON, J. B. Psychology as the behaviorist sees it. Psychological Review, Washington, v. 20, p. 158-177, 1913. WATSON, J. B.; RAYNER, R. Conditioned emotional reactions. Journal of Experimental Psychology, Washington, v. 3, n. 1, p. 1-14, 1920. Leituras recomendadas BALHS, S. C.; NAVOLAR, A. B. B. Terapia cognitivo-comportamental: conceitos e pres- supostos teóricos. Psicologia UTP On-line, Curitiba, v. 4, p. 1-11, 2004. SKINNER, B. F. Verbal behavior. New Jersey: Prentice Hall, 1957. WATSON, J. B. Clássico traduzido: a psicologia como o behaviorista a vê. Temas em Psicologia, Ribeirão Preto, v. 16, n. 2, p. 289-301, 2008. Disponível em: <http://pepsic. bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-389X2008000200011&lng=pt &nrm=iso>. Acesso em: 19 fev. 2018. O surgimento do estudo do comportamento42 Psicologia_Book.indb 42 15/03/2018 15:44:56 http://learningaloud.com/grabe6/Chapter4/ch4_sniffy.html http://bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-389X2008000200011&lng=pt Encerra aqui o trecho do livro disponibilizado para esta Unidade de Aprendizagem. Na Biblioteca Virtual da Instituição, você encontra a obra na íntegra. Conteúdo: