Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

DIOCTOFIMOSE 
 
Definição: infecção parasitaria do rim 
causada por nematódeo popularmente 
conhecido como verme gigante renal e 
que afeta os cães principalmente 
Pode ficar no peritônio do fígado por 
migração errática 
Causam problemas renais 
Zoonose 
Maior parte dos animais são assintomáticos 
(sem hematúria e disúria) 
Peixes são os hospedeiros paratenicos 
(habito de comer carne/peixe cru 
favorece) 
1. Importância 
Saúde animal 
Saúde humana, menor incidência 
2. Taxonomia 
filo nematoda 
classe enoplea 
ordem dioctophymatida 
família dioctophymatidae 
gênero dioctophyma 
espécie dioctophyma renale 
3. Ciclo biológico 
HD: caninos e felinos 
HI: anelídeos - minhoca 
HP: peixes e anfíbios – ingerem os HI e as 
larvas ficam encistadas neles 
*** o que são os paratenicos, onde o 
parasita se incista e não se desenvolve e 
importância no ciclo para zoonose, carne 
de peixe e predação 
 
HD: rim direito é onde o parasita adulto se 
localiza pois esta mais próximo do 
duodeno, o rim esquerdo pode ser afetado 
tb. Parasita coloca os ovos e sai na urina 
(fazer urinalise), elimina os ovos na forma 
não larvada, no MA se desenvolve L1 
(temperatura e umidade) -> as minhocas 
ingerem o ovo com L1 -> precisa da 
condição adequada -> na minhoca 
desenvolve L3 na musculatura. 
 
 O 
cao ingerir o ovo não se infecta, só com a 
ingestão da L3 na minhoca ou do HP 
 
Pode ficar livre na cavidade peritoneal ou 
se encistar no fígado 
 
Destrói todo o parênquima renal 
 
Casca rugosa e espessa com presença de 
sangue na urina (hematúria na urinalise) 
 
Ausencia de ovo não indica ausência do 
parasita, deve ser feito USS também 
 
4. Vias de transmissão 
Ingestão de vísceras ou carcaças de 
peixes, ingestão do HI ou HP 
5. Epidemiologia 
Brasil 
Argentina 
Paquistão 
- baixa prevalência 
- diferenciar de neoplasia e lepto e 
obstrução em gatos 
Clima 
- regiões mais quentes e úmidas favorecem 
a doença 
Manejo 
- comportamento dos cães dentro do 
ambiente que vive (caça) 
Padrões socioculturais 
- comer peixe cru 
Mais comum em cães mais velhos 
6. Patogenia 
Destruição do parênquima renal 
Insuficiência renal 
Peritonite – cavidade abdominal 
Balança: qtd de parasitas e imunidade 
com sinais clínicos 
7. Sinais clínicos 
Apatia, anorexia, emagrecimento 
Disúria, hematúria 
Aumento de volume na região subcutânea 
8. Patologia 
Atrofia e hipertrofia renal 
Capsula renal fibrosa espessa e 
preenchida por liquido sanguinolento 
Exsudato peritoneal 
Lesões erosivas no fígado 
9. Diagnostico 
Epidemiológico: onde vive, habito 
alimentar 
Clinico : hematúria e disuria 
Sorologico: ELISA 
Complementares: USS 
Urinalise: ovos do parasita 
Bioquimicos: Creat e ureia 
Hemograma: eosinófilos aumentados 
Anatomo-patologico 
10. Tratamento 
Cirúrgico 
Nefrectomia 
11. Controle e profilaxia 
Alimentação adequada 
Evitar caça 
HABRONEMA 
CUTANEA E 
CONJUNTIVAL 
Definição: infecção parasitaria causada 
pela larva de helminto gastrointestinal 
Popularmente conhecido como ferida de 
verão, câncer dos pântanos 
Mais umidade e temperatura: mosca 
Local mais comum de lesão: membros, 
boleto, prepúcio 
Etiologia: gênero habronema e draschia 
Espécie: H. muscae, D. megastoma, 
H. majus (microstoma) 
Ciclo biológico: ovo sai larvado, no 
ambiente a larva eclode, a larva da 
mosca ingere L1 (musca domestica e 
stomoxys calcitrans – dos estábulos), nela 
se desenvolve L3 -> deposição de larvas na 
boca ou narina e cavalo ingere ou o 
cavalo ingere as moscas. A mosca pode 
colocar as larvas nas feridas e conjuntivas, 
fica ali se alimentando do tecido (na lesão 
cutânea o parasita não se desenvolve) 
 
Epidemiologia: manejo – esquema de 
vermifugação e clima 
Patogenia: feridas pre-existentes, 
penetração das larvas, reações 
granulomatosas, transtornos funcionais 
Sinais clínicos: feridas de aspecto 
granulomatoso, coloração avermelhada e 
cicatrização dificultada 
Locais mais frequentes: partes inferiores dos 
membros, partes inferiores doscmembros, 
locais de assento de arreios, pênis e 
prepúcio 
- Conjuntivite granulomatosa 
- Úlcera de córnea 
Diagnostico: clinico, epidemiológico, 
complementar – raspado de lesão e 
biopsia/histopatológico, 
coproparasitologico 
Tratamento: antiparasitário oral e tópico, 
cirúrgico, crioterapia 
Controle e profilaxia: vermifugação 
estratégica, controle de vetores, limpeza 
das baias e manejo de feridas

Mais conteúdos dessa disciplina