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DIAGNÓSTICO EM ENDODONTIA Equipe de Endodontia @mbsabdalla mbabdala@udf.edu.br Patologias pulpares classificação 1.1 POLPA NORMAL 1.2 PULPITE REVERSÍVEL 1.3 PULPITE IRREVERSÍVEL SINTOMÁTICA 1.4 PULPITE IRREVERSÍVEL ASSINTOMÁTICA 1.5 NECROSE PULPAR 1.6 PULPITE HIPERPLÁSICA 1.7.1 CALCIFICAÇÃO PULPAR 1.7.2 REABSORÇÕES 8 DENTE COM TRAT. ENDO PRÉVIO 1.9 TERAPIA INICIADA ANTERIORMENTE 2.1 TECIDOS APICAIS NORMAIS 2.2 PERIODONTITE APICAL SINTOMÁTICA 2.3 PERIODONTITE APICAL ASSINTOMÁTICA 2.4 ABCESSO APICAL AGUDO 2.5 ABCESSO APICAL CRÔNICO 2.5 OSTEÍTE CONDENSANTE 1. LESÕES DE POLPA 2. LESÕES DE PERIÁPICE Equipe de Endodontia LESÕES DE POLPA Fonte: Cortesia Juarez Garcia Endodopntia 1.1 Polpa Normal • A polpa dentro desta categoria de diagnóstico está livre de sinais e sintomas; • Resposta positivamente aos testes pulpares térmicos e elétricos, reagindo aos estímulos com resposta dolorosa de intensidade compatível (suave ou transitória) à excitação provocada. Radiograficamente – Apresenta-se integridade de lâmina dura, sem espessamento de ligamento periodontal, ausência de cárie, reabsorção ou exposição pulpar mecânica. Lesões da Polpa Equipe de Endodontia 1.2 Pulpite Reversível • Apresenta sintomatologia provocada de resposta um pouco mais intensa que na polpa normal; • Os resultados da anamnese devem levar o profissional a acreditar que a inflamação pulpar regredirá após ter sido instituída a terapêutica apropriada. Dinâmica de acontecimentos: Estímulo Frio ou doce Dor brusca Desaparece poucos segundos da remoção do estímulo Dor provocada Equipe de Endodontia CASO 1 ▪ Sexo masculino, 20 anos, teste de sensibilidade pulpar ao frio = positivo que logo passa; ▪ Palpação negativo ▪ Percussão vertical negativo t.ly/NMQT Achados radiográficos Lâmina Dura intacta e possível aumento do Espaço Pericementário. Tratamento: • Proteção pulpar com Cimento bioceramico ou biodentine ou; • Proteção pulpar (CaOH2 pasta) – fotopolimerizável + CIV / Restauração de Resina t.ly/NMQT Equipe de Endodontia 1.3 Pulpite Irreversível Sintomática • A polpa inflamada vital é incapaz de se recuperar e retornar à sua higidez após a remoção dos fatores que levaram a esta condição inflamatória; • Indicado o tratamento endodôntico não conservador: pulpectomia ou, quando indicada, a pulpotomia. Os sintomas podem incluir: a. dor aguda após estímulo térmico (demorando a cessar após a remoção do estímulo, geralmente 30 segundos ou mais); b. dor espontânea - não provocada; c. dor irradiada (também chamada dor referida ou dor reflexa) ou localizada. Equipe de Endodontia Observação: Na maioria dos casos não será observada resposta aos testes de percussão e palpação. Radiograficamente a imagem pode se apresentar normal ou apenas com um discreto espessamento de ligamento periodontal. Estímulo térmico Dor aguda de longa duração Dor demora para cessar Dor espontânea e irradiada Fonte: Google Equipe de Endodontia CASO 2 Paciente do sexo feminino 43 anos, Leucoderma; Queixa Principal: ▪ Dor espontânea no dente 46; ▪ Extensa cárie no primeiro molar inferior direito; Exames Complementares: a) Testes de Sensibilidade: ▪ Positivo ao frio, com declínio lento; b) Testes para avaliação de Periápice: ▪ Negativo à percussão vertical Radiograficamente: ▪ Lesão de cárie em contato com os cornos pulpares; ▪ Discreto aumento do espaço pericementário is.gd/Xosx4b Equipe de Endodontia tratamento •BIOPULPECTOMIA 1.4 Pulpite Irreversível Assintomática • Polpa está inflamada e incapaz de regredir a condição de normalidade; • Muitas vezes não há neste caso uma queixa clínica dolorosa importante descrita pelo paciente. Ao contrário, pacientes portadores de pulpite irreversível assintomática costumam responder normalmente ou de forma bastante moderada aos testes térmicos; • O paciente pode ter sofrido agressão ou cárie profunda, cuja remoção frequentemente leva à exposição da polpa. • Quando existente, a dor costuma ser intermitente (não contínua), sobretudo por compressão. tratamento •BIOPULPECTOMIA 1.4.1 Pulpite Hiperplásica • Origina-se do supercrescimento de um tecido pulpar jovem com inflamação crônica em direção à superfície oclusal. Sinais e Sintomas: • Sem dor. Quando presente, esta associada à uma inflamação aguda da polpa, podendo ser provocada, aguda e localizada e persistente por um longo período de tempo após a remoção do estímulo. Em caso mais extremos pode haver dor pulsátil, contínua e espontânea; • Geralmente, se observa a presença de cáries ou restaurações extensas; • Testes pulpares (calor, frio e cavidade) com resposta positiva; • Resposta negativa aos testes de percussão; • Radiograficamente podem ser detectadas lesões cariosas e/ou restaurações extensas, geralmente sugerindo exposição pulpar. O espaço do ligamento periodontal apresenta-se normal ou, algumas vezes, ligeiramente espessado. Fonte: Endodontia Biologia e Técnica, Lopes & Siqueira, 4ª Edição. Paciente sexo feminino Queixa de “bolinha de sangue dentro do dente”; ▪ Dor à compressão no dente 36; ▪ Extensa lesão de cárie; Teste de sensibilidade pulpar: ▪ dor moderada ao frio; Teste de percussão vertical: ▪ Negativo; Radiograficamente: ▪ Pela radiografia, podem ser detectadas lesões cariosas e/ou restaurações extensas, geralmente sugerindo exposição pulpar. O espaço do ligamento periodontal (ELP) apresentase normal ou, algumas vezes, ligeiramente espessado. Caso 3 TRATAMENTO ▪Terapêutica endodoôntica ou ▪Pulpotomia 1.5 Necrose Pulpar • Na necrose da polpa, não existe suprimento sanguíneo e os nervos pulpares não estão funcionais. Trata-se da única classificação clínica que diretamente tenta descrever o estado histológico da polpa (ou sua ausência). • Pode ser parcial ou completa; • Presença excessiva de microorganismos; • Pode ser causada por trauma; • Em resposta à agressão e à necrose do tecido, o organismo desencadeia processos inflamatórios agudos ou crônicos de defesa na região perirradicular, podendo resultar na formação de cistos e granulomas perirradiculares e, eventualmente, no surgimento de coleções purulentas (abscessos). Fonte: Caminhos da Polpa, COHEN, 10ª Edição. Polpa confinada em paredes rígidas Não possui irrigação sanguínea colateral Vênulas e vasos sofrem colapso sob pressão tecidual elevada Pulpite Irreversível Necrose Pulpar por liquefação Fonte: JOE Se o exsudato for absorvido ou drenado(via cárie ou exposição pulpar), a necrose pode ser adiada Fechamento ou selamento de uma polpa inflamada, induz uma necrose pulpar CASO 4 Paciente sexo feminine; Queixa Principal: ▪ Estética (dente escuro); Clinicamente: ▪ Sem sintomatologia dolorosa; ▪ Histórico de trauma há 10 anos no dente 11 (incisive central superior direito); Exame Complementar - Teste de Sensibilidade Pulpar: ▪ Negativo ao frio; ▪ Percussão vertical negative; ▪ Palpação apical negative; Radiograficamente: ▪ Ausência de alterações 1.7 Alterações Causadas por Inflamação Pulpar 1.7.1 Calcificação Pulpar (Metamorfose Cálcica) Ocorre como resposta a traumas, lesões de cárie, doença periodontal ou outros irritantes. Sinais e Sintomas: • Coloração amarelada da coroa dental; • Limiar de dor é reduzido ou sem resposta; • Palpação e percussão normais; Lesões de Polpa Achados Radiográficos Imagem compatível com obliteração pulpar Tratamento Caso se confirme a calcificação, não há necessidade de Tratamento. Lesões de Polpa Fonte: Google 1.7.2 Reabsorções A reabsorção dentária pode ser definida como um evento fisiológico ou patológico decorrente, principalmente, da ação de clastos ativados, sendo caracterizada pela perda progressiva ou transitória de cemento ou cemento e dentina. são um fenômeno estritamente local e podem ser induzidas por fatores traumáticos e/ou infecciosos. Podem ser classificadas em: 1.7.2.1 – ReabsorçãoExterna 1.7.2.1 – Reabsorção Interna Substitutiva; Inflamatória; Transitória; Substituição. Por pressão; Lateral; Cervical Invasiva; Lesões de Polpa Fonte: Endodontia Biologia e Técnica, Lopes & Siqueira, 4ª Edição. Achados Radiográficos Imagem compatível com áreas radiolúscidas Com aumento irregular do comprimento do conduto radicular. Tratamento Caso se confirme a calcificação, não há necessidade de tratamento. Lesões de Polpa Fonte: Google 1.8 Dentes com Tratamento Endodôntico Prévio • Dente previamente tratado ou com algum material obturador no interior do SCR; • Pode ou não apresentar sinais ou sintomas; • Necessidade de realização de outros procedimentos endodônticos para a preservação do dente; • Não vai haver mais nenhum tecido pulpar ou necrosado. 1.9 Terapia Iniciada Anteriormente • Considera-se para este caso apenas dentes que já realizaram um pulpotomia ou pulpectomia. Lesões pulpares • Processos inflamatórios reversíveis, que podem ocorrer tanto em dentes portadores de polpa viva inflamada quanto em elementos dentários com polpa necrosada, tendo várias e distintas causas. • Ocorrem em função de uma infecção de origem pulpar; • Geralmente em decorrência da evolução da necrose pulpar; • O processo infeccioso se aproxima do forame apical podendo em alguns casos, aparecer a lesão perirradicular antes da necrose atingir o tecido apical; • As respostas imunes podem ser inatas(resposta primária, rápida e inespecífica) e adaptativas (desenvolvida após contato com antígenos imunogênicos); Quais são os Portais de Acesso dos Microorgsanismos às Estruturas Dentais? a. Cáries; b. Fraturas; c. Fendas; d. Traumas; e. Sulco gengival e bolsa periodontal; f. Túbulos dentinários. Como será a resposta Inflamatória frente a agressão? a. Aguda b. Crônica Como será a resposta dos tecidos perirradiculares? a. Necrose Pulpar Não há circulação ativa ausência de suprimento sanguíneo; b. Presença de colônias de microorganismos podendo haver o extravasamento via ápice combate mais eficaz dos mecanismos de defesa. LESões Perirradiculares Cortesia Imagem fundo: Prof.a Erika Calvijo 2.1 Tecidos Apicais Normais • Não apresentam resposta dolorosa ao teste da percussão e palpação; • Radiograficamente a lâmina encontra-se intacta, bem como o espaço periodontal está uniforme; Fonte: CRO – Clínica de Radiologia ▪ 2.2 Periodontite Apical Sintomática (aguda) ▪ Inflamação do periodonto apical; ▪ Dor intense, espontânea e localizada; ▪ Testes pulpares negativos; ▪ Clinicamente apresenta: a) dor à mordida e/ou percussão; b) Pode sentir ou não dor à palpação apical (dependendo da extensão da resposta inflamatória); ▪ Edema intra-oral ou extra-oral; ▪ Sensação de “dente crescido”. Fonte: Endodontia Biologia e Técnica, Lopes & Siqueira, 4ª Edição. • Pode apresentar um discreto espessamento do espaço periodontal; • Restaurações com sobre-contornos oclusais, pontos de contato oclusais prematuros, más oclusões e forças ortodônticas excessivas podem desencadear o seu aparecimento, mesmo com vitalidade e higidez pulpar; • Por ser um processo rápido, não se observa lesão apical associada. Caso a lesão esteja presente, pode ser associada a agudização de um processo crônico (cisto ou graunloma). 2.3 Periodontite Apical Crônica ou Assintomática Pode ser classificada em: 2.3.1 Incial; 2.3.2 Granuloma; 2.3.3 Cisto. 2.3.1 Periodontite Apical Crônica ou Assintomática Inicial Sinais e Sintomas: ▪ Verifica-se a presença de cárie profunda ou de restauração extensa associada ou não à cárie recidivante.; ▪ Ausência de dor, podendo o paciente relatar um episódio prévio de dor; ▪ Testes pulpares apresentam resposta negativa; ▪ Ausência de dor à palpação e percussão. Fonte: Endodontia Biologia e Técnica, Lopes & Siqueira, 4ª Edição. 1. Ligamento periodontal normal ou espessado. • Dor espontânea, pulsátil, lancinante e localizada; • Pode ou não apresentar evidências de envolvimento sistêmico, como linfadenite regional, febre e mal-estar; • A dor é pronunciada quando o abscesso ainda está intraósseo ou já se localiza subperiosteal ; • Um dramático alívio da dor ocorre após a ruptura do periósteo pelo exsudato purulento, atingindo os tecidos moles supraperiosteais; • Normalmente apresentam testes pulpares negativos, uma vez que a polpa encontra-se necrosada. Entretanto os testes de calor e elétrico (em raras ocasiões), podem oferecer falsos positivos (devido a presença de líquido no interior dos canais); • Sensibilidade exacerbada aos testes de palpação e percussão; • Presença de pus e tumefação dos tecidos moles podendo ser intra ou extra oral e a infecção pode progredir para a cortical e espaços medulares do osso (osteomielite) ou, se difundir pelos tecidos moles (celulite – Angina de Ludwig e Trombose de seio cavernoso); • Frequentemente acompanhada de manifestações sistêmicas como: febre, trismo, prostração. 2.3 Abcesso periapical agudo Fonte: Endodontia Biologia e Técnica, Lopes & Siqueira, 4ª Edição. • Quando se desenvolve pela agudização, observa-se destruição perirradicular e imagem sugestiva de cisto ou granuloma; • Quando se desenvolve pela necrose pulpar, observa-se apenas o espessamento do ligamento periodontal, como resultado da extrusão do dente no alvéolo; • Pode ser observada também a destruição da coroa dentária por processo carioso extenso ou a presença de restauração extensa e profunda, associada ou não à cárie recidivante. Achados Radiográficos Fonte: Endodontia Biologia e Técnica, Lopes & Siqueira, 4ª Edição. Tratamento 1. Disseminação e drenagem do abcesso quando existe; 2. Eliminação do agente agressor; 3. Terapêutica endodôntica (preferencialmente me duas sessões); 4. Prescrição medicamentosa de analgésicos e anti- inflamatórios. Fonte: Endodontia Biologia e Técnica, Lopes & Siqueira, 4ª Edição. Fonte: Google 2.5 Abcesso Periapical Crônico Sinais e Sintomas • Geralmente assintomático; • Encontra-se associado a uma drenagem intermitente ou contínua por meio de fístula, que pode ser intraoral ou extraoral; • Verifica-se a presença de cárie e/ou restauração extensa; • Uma fístula, ativa ou não, geralmente localizada ao nível da mucosa alveolar, é observada. Seu trajeto pode ser rastreado pela introdução de um cone de guta-percha em sua luz, seguido por constatação radiográfica; • Testes pulpares com resposta negativa; • Testes de percussão e palpação negativos. Fonte: Endodontia Biologia e Técnica, Lopes & Siqueira, 4ª Edição. • Observa-se, uma área de destruição óssea perirradicular com limites mau deifinidos; • Cáries e/ou restaurações profundas também podem ser detectadas radiograficamente. Achados Radiográficos Fonte: Endodontia Biologia e Técnica, Lopes & Siqueira, 4ª Edição. 2.6 Osteíte Condensante ou Osteomielite Esclerosante Focal, Osteomielite crônica esclerosante focal ou Osteíte esclerosante • Resposta dos tecidos ósseos periapicais a uma agressão de baixo estímulo inflamatório ou microbiano; • Tem origem na polpa dental; Sinais e Sintomas • Maior prevalência em pacientes jovens, e o primeiro molar inferior é o dente mais acometido; • Os dentes normalmente possuem lesões cariosas extensas e podem ser vitais ou não vitais, sendo geralmente assintomáticas. Achados Radiográficos • A lesão pode apresentar massa radiopaca bem definida ou mal definida associada ao ápice de um dente endodonticamente envolvido; • A lâmina dura ao redor do ápice radicular geralmente está intacta. Fonte: Google Fonte: Caminhos da Polpa, 10ª Edição, COHEN Que tal PRATICAR?? Caso 1 Paciente Selma, veio ao CEO UDF para atenidmento odontológico. Queixa Principal: • Estética “ dente escuro”; Sinais e Sintomas Clínicos: • Sem sintomatologia dolorosa e histórico de trauma há 10 anos no seu dente 21; Testes Complementares: • Teste de sensibilidade pulpar negative; • Percussão e pressão negativos; • Palpação apical sem sintomatologia; Achados Radiográficos: • Semalterações periapicais; • Obliteração parcial do terço cervical e médio do conduto radicular. Caso 2 • Paciente Lúcia procurou o CEO UDF para realização de atendimento odontológico. Queixa Principal: • “Odor e gosto ruim na boca.” Sinais e Sintomas Clínicos: • Sem sensação dolorosa; • Dente 46 apresentando uma restauração deficiente; Testes Complementares: • Testes de percussão negativos; • Teste de sensibilidade pulpar ao frio negativo; Achados Radiográficos: • Rarefação óssea Periapical Difusa Caso 1 1. Diagnóstico: • Calcificação pulpar (parcial) • Necrose Pulpar 2. Plano de Tratamento: • Necropulpectomia Obs. Necessário a utilização de Guia Endodôntica. Caso 2 1. Diagnóstico: • Periodontite Apical Assintomática Crônica 2. Plano de Tratamento: • Necropulpectomia Caso 3 Paciente: Mariazinha Sexo: Feminino Idade: 30 anos Queixa Principal: • Exame de rotina por indicação ortodôntica; Sinais e Sintomas Clínicos: • Sem relatos relevantes; • Assintomático. Exame clínico intra-oral: • Aspécto clínico de normalidade; Achados Radiográficos: • Áreas radiolúcidas difusas bem circunscritas associadas ao ápice radicular com discreto esfumaçamento em seu interior. Slide 1: DIAGNÓSTICO EM ENDODONTIA Slide 2: Patologias pulpares classificação Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11: CASO 2 Slide 12: tratamento Slide 13 Slide 14: tratamento Slide 15 Slide 16: Caso 3 Slide 17 Slide 18 Slide 19: Dinâmica de acontecimentos da necrose pulpar Slide 20 Slide 21 Slide 22 Slide 23 Slide 24 Slide 25: Lesões pulpares Slide 26 Slide 27 Slide 28 Slide 29: LESões Perirradiculares Slide 30 Slide 31 Slide 32 Slide 33 Slide 34 Slide 35: 2.3 Abcesso periapical agudo Slide 36 Slide 37 Slide 38 Slide 39 Slide 40 Slide 41 Slide 42: Que tal PRATICAR?? Slide 43: Caso 1 Slide 44: Caso 2 Slide 45: Caso 1 Slide 46: Caso 2 Slide 47: Caso 3