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Questões resolvidas

Os caminhos jurídicos do direito brasileiro comportam a via participativa, onde se busca a articulação de indivíduos de diversos setores em direção a um determinado objetivo político, este que deve estruturar legislativa e moralmente as normas constitucionais. Todavia, tal necessidade vem sendo negligenciada ao longo de anos, não exclusivamente no Brasil, surgindo a urgência de expressamente declarar a aplicabilidade imediata das normas constitucionais, a exemplo da constituição portuguesa e a Lei Fundamental Alemã. Assim, mecanismos jurídicos e institucionais são criados para dizer o óbvio: que normas constitucionais são aplicáveis. Mesmo em caso de omissão destas, sobretudo ao se falar de lei, o Poder Judiciário, na importância de sua posição para a integração das normas constitucionais nas práticas diárias dos outros Poderes, pode garantir a aplicabilidade das normas da Carta Magna.
Considerando as informações acima, bem como a legislação relativa ao tema, assinale a alternativa que expresse corretamente quais são os outros artifícios hermenêuticos para garantir a aplicabilidade das normas constitucionais em caso de omissão legislativa:
analogia, efetividade e determinação conceitual.
analogia, costumes e efetividade.
efetividade, costumes e princípios gerais do direito.
analogia, costumes e princípios gerais do direito.
analogia, determinação conceitual e princípios gerais do direito.

O silogismo é uma forma de raciocínio dedutivo. Na sua forma padronizada, é constituído por três proposições: as duas primeiras denominam-se premissas e a terceira, conclusão. As premissas são juízos que precedem a conclusão. Em um silogismo, a conclusão é conseqüência necessária das premissas. São dados 3 conjuntos formados por 2 premissas verdadeiras e 1 conclusão não necessariamente verdadeira.
É(são) silogismo(s) somente:
I. Premissa 1: Alguns animais são homens. Premissa 2: Júlio é um animal. Conclusão: Júlio é homem.
II. Premissa 1: Todo homem é um animal. Premissa 2: João é um animal. Conclusão: João é um homem.
III. Premissa 1: Todo homem é um animal. Premissa 2: José é um homem. Conclusão: José é um animal.
I, apenas.
II e III, apenas.
III, apenas.
I e III, apenas.
II, apenas.

Considerando a Teoria da Argumentação Jurídica de Robert Alexy, podemos afirmar que o discurso jurídico é:
Um caso especial do discurso epidíctico
Um caso especial do discurso político
Um caso especial do discurso moral
Um caso especial do discurso filosófico
Um caso especial do discurso estético

Assinale a alternativa INCORRETA sobre o pós-positivismo e/ou autores pós-positivistas:
A interpretação e a argumentação jurídica, embora importantes nos dias atuais na atuação dos profissionais do Direito, são noções não essenciais para as doutrinas pós-positivistas.
Para Miguel Reale, a estrutura do Direito é tridimensional, uma vez que o ordenamento jurídico deve estar assentado necessariamente em três elementos: fato, valor e norma.
Um dos objetivos de Dworkin, com a sua teoria do Direito como integridade, é garantir uma coerência de princípios.
Na concepção de Robert Alexy, o Direito deve ser visto como um fenômeno discursivo, em que a argumentação jurídica e a ponderação de princípios são de absoluta importância para a aplicação do Direito.
Para Robert Alexy, a razão institucionalizada seria o Direito, de modo que uma criação perfeita seria o Direito correto.

Qual conceito do intérprete é ampliado quando da interpretação de um texto?
Horizonte hermenêutico.
Autoridade.
Preconceito.
Fusão de horizontes.
Interpretação.

O princípio da não contradição, inicialmente formulado por Aristóteles (384-322 a.C.), permanece como um dos sustentáculos da lógica clássica.
Uma proposição composta é contraditória quando:
seu valor lógico é falso e todas as proposições simples que a constituem são falsas.
seu valor lógico é sempre falso, não importando o valor de suas proposições constituintes.
uma ou mais das proposições que a constituem decorre/ decorrem de premissas sempre falsas.
suas proposições constituintes não permitem inferir uma conclusão sempre verdadeira.
uma ou mais das proposições que a constituem possui/ possuem valor lógico indeterminável.

Para Klaus Günther é preciso um certo tipo de discurso que seja capaz de adequar-se às circunstâncias do caso concreto de tal forma que entenda aqueles fatos que são relevantes moralmente de tal forma que consiga satisfazer as expectativas dos atingidos. Podemos dizer que nesses casos estamos falando de um:
Discurso de Justificação
Discurso de Dissociação
Discurso de Apropriação
Discurso de Aplicação
Discurso de Validação

Atualmente, as Constituições existentes ao redor do mundo contemplam positivamente um amplo rol de direitos e garantias fundamentais. Igualmente, no plano internacional há um grande número de declarações e tratados internacionais que consagram direitos humanos que são universais, indivisíveis e indispensáveis para a garantia de uma vida digna, pautada na liberdade e na igualdade de todas as pessoas. Diante dessas considerações é CORRETO afirmar que:
É impossível afirmar que as constituições que surgiram a partir de meados do séc. XX e início do séc. XXI, ao consagrarem direitos indeclináveis dos indivíduos, acabaram por incorporar os enunciados do direito natural.
A existência de princípios jurídicos nas constituições contemporâneas indica a derrota do positivismo jurídico, uma vez que essa teoria do Direito passou a ser, no todo, insuficiente para lidar com as novas e complexas relações sociais da atualidade.
Na contemporaneidade tornou-se impossível conciliar os postulados do jusnaturalismo e do positivismo jurídico em face de toda evolução que o mundo experimentou nas últimas décadas.
Sob a ótica jusnaturalista, tais direitos nada mais são do que aqueles direitos naturais defendidos e reivindicados, cada um a seu tempo e modo, pelos jusfilósofos do direito natural.
Nas constituições, declarações e tratados de direitos humanos não há qualquer influência dos direitos naturais, uma vez que se tratam de direitos positivados em normas jurídicas.

Com efeito a lei positiva, ao conferir a uma justiça essencialmente flexível a forma de uma regra rígida, afastou-se necessariamente de seu modelo original. Pode-se compará-la ao metro de metal rígido que não consegue medir de maneira exata os contornos de um objeto sinuoso. Portanto, o juiz estará autorizado a tomar, por vezes, liberdades em relação ao texto de lei; adaptá-lo às circunstâncias, a levar em conta condições próprias a cada causa em particular: por exemplo, em matéria penal, a idade do acusado, a sua situação social, seu passado, suas intenções etc.
O texto acima introduz o conceito de:
legalidade.
microfísica do poder.
democracia.
soberania.
equidade.

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Questões resolvidas

Os caminhos jurídicos do direito brasileiro comportam a via participativa, onde se busca a articulação de indivíduos de diversos setores em direção a um determinado objetivo político, este que deve estruturar legislativa e moralmente as normas constitucionais. Todavia, tal necessidade vem sendo negligenciada ao longo de anos, não exclusivamente no Brasil, surgindo a urgência de expressamente declarar a aplicabilidade imediata das normas constitucionais, a exemplo da constituição portuguesa e a Lei Fundamental Alemã. Assim, mecanismos jurídicos e institucionais são criados para dizer o óbvio: que normas constitucionais são aplicáveis. Mesmo em caso de omissão destas, sobretudo ao se falar de lei, o Poder Judiciário, na importância de sua posição para a integração das normas constitucionais nas práticas diárias dos outros Poderes, pode garantir a aplicabilidade das normas da Carta Magna.
Considerando as informações acima, bem como a legislação relativa ao tema, assinale a alternativa que expresse corretamente quais são os outros artifícios hermenêuticos para garantir a aplicabilidade das normas constitucionais em caso de omissão legislativa:
analogia, efetividade e determinação conceitual.
analogia, costumes e efetividade.
efetividade, costumes e princípios gerais do direito.
analogia, costumes e princípios gerais do direito.
analogia, determinação conceitual e princípios gerais do direito.

O silogismo é uma forma de raciocínio dedutivo. Na sua forma padronizada, é constituído por três proposições: as duas primeiras denominam-se premissas e a terceira, conclusão. As premissas são juízos que precedem a conclusão. Em um silogismo, a conclusão é conseqüência necessária das premissas. São dados 3 conjuntos formados por 2 premissas verdadeiras e 1 conclusão não necessariamente verdadeira.
É(são) silogismo(s) somente:
I. Premissa 1: Alguns animais são homens. Premissa 2: Júlio é um animal. Conclusão: Júlio é homem.
II. Premissa 1: Todo homem é um animal. Premissa 2: João é um animal. Conclusão: João é um homem.
III. Premissa 1: Todo homem é um animal. Premissa 2: José é um homem. Conclusão: José é um animal.
I, apenas.
II e III, apenas.
III, apenas.
I e III, apenas.
II, apenas.

Considerando a Teoria da Argumentação Jurídica de Robert Alexy, podemos afirmar que o discurso jurídico é:
Um caso especial do discurso epidíctico
Um caso especial do discurso político
Um caso especial do discurso moral
Um caso especial do discurso filosófico
Um caso especial do discurso estético

Assinale a alternativa INCORRETA sobre o pós-positivismo e/ou autores pós-positivistas:
A interpretação e a argumentação jurídica, embora importantes nos dias atuais na atuação dos profissionais do Direito, são noções não essenciais para as doutrinas pós-positivistas.
Para Miguel Reale, a estrutura do Direito é tridimensional, uma vez que o ordenamento jurídico deve estar assentado necessariamente em três elementos: fato, valor e norma.
Um dos objetivos de Dworkin, com a sua teoria do Direito como integridade, é garantir uma coerência de princípios.
Na concepção de Robert Alexy, o Direito deve ser visto como um fenômeno discursivo, em que a argumentação jurídica e a ponderação de princípios são de absoluta importância para a aplicação do Direito.
Para Robert Alexy, a razão institucionalizada seria o Direito, de modo que uma criação perfeita seria o Direito correto.

Qual conceito do intérprete é ampliado quando da interpretação de um texto?
Horizonte hermenêutico.
Autoridade.
Preconceito.
Fusão de horizontes.
Interpretação.

O princípio da não contradição, inicialmente formulado por Aristóteles (384-322 a.C.), permanece como um dos sustentáculos da lógica clássica.
Uma proposição composta é contraditória quando:
seu valor lógico é falso e todas as proposições simples que a constituem são falsas.
seu valor lógico é sempre falso, não importando o valor de suas proposições constituintes.
uma ou mais das proposições que a constituem decorre/ decorrem de premissas sempre falsas.
suas proposições constituintes não permitem inferir uma conclusão sempre verdadeira.
uma ou mais das proposições que a constituem possui/ possuem valor lógico indeterminável.

Para Klaus Günther é preciso um certo tipo de discurso que seja capaz de adequar-se às circunstâncias do caso concreto de tal forma que entenda aqueles fatos que são relevantes moralmente de tal forma que consiga satisfazer as expectativas dos atingidos. Podemos dizer que nesses casos estamos falando de um:
Discurso de Justificação
Discurso de Dissociação
Discurso de Apropriação
Discurso de Aplicação
Discurso de Validação

Atualmente, as Constituições existentes ao redor do mundo contemplam positivamente um amplo rol de direitos e garantias fundamentais. Igualmente, no plano internacional há um grande número de declarações e tratados internacionais que consagram direitos humanos que são universais, indivisíveis e indispensáveis para a garantia de uma vida digna, pautada na liberdade e na igualdade de todas as pessoas. Diante dessas considerações é CORRETO afirmar que:
É impossível afirmar que as constituições que surgiram a partir de meados do séc. XX e início do séc. XXI, ao consagrarem direitos indeclináveis dos indivíduos, acabaram por incorporar os enunciados do direito natural.
A existência de princípios jurídicos nas constituições contemporâneas indica a derrota do positivismo jurídico, uma vez que essa teoria do Direito passou a ser, no todo, insuficiente para lidar com as novas e complexas relações sociais da atualidade.
Na contemporaneidade tornou-se impossível conciliar os postulados do jusnaturalismo e do positivismo jurídico em face de toda evolução que o mundo experimentou nas últimas décadas.
Sob a ótica jusnaturalista, tais direitos nada mais são do que aqueles direitos naturais defendidos e reivindicados, cada um a seu tempo e modo, pelos jusfilósofos do direito natural.
Nas constituições, declarações e tratados de direitos humanos não há qualquer influência dos direitos naturais, uma vez que se tratam de direitos positivados em normas jurídicas.

Com efeito a lei positiva, ao conferir a uma justiça essencialmente flexível a forma de uma regra rígida, afastou-se necessariamente de seu modelo original. Pode-se compará-la ao metro de metal rígido que não consegue medir de maneira exata os contornos de um objeto sinuoso. Portanto, o juiz estará autorizado a tomar, por vezes, liberdades em relação ao texto de lei; adaptá-lo às circunstâncias, a levar em conta condições próprias a cada causa em particular: por exemplo, em matéria penal, a idade do acusado, a sua situação social, seu passado, suas intenções etc.
O texto acima introduz o conceito de:
legalidade.
microfísica do poder.
democracia.
soberania.
equidade.

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Disc.: HERMENÊUTICA JURÍDICA   
Aluno(a): DÉBORA GABRIELLE SANTOS
FERREIRA
202101270606
Acertos: 2,0 de 2,0 18/09/2023
Acerto: 0,2  / 0,2
(CONTEMAX/2020)
Os caminhos jurídicos do direito brasileiro comportam
a via participativa, onde se busca a articulação de
indivíduos de diversos setores em direção a um
determinado objetivo político, este que deve estruturar
legislativa e moralmente as normas constitucionais.
Todavia, tal necessidade vem sendo negligenciada ao
 Questão1
a
https://simulado.estacio.br/alunos/inicio.asp
javascript:voltar();
longo de anos, não exclusivamente no Brasil, surgindo a
urgência de expressamente declarar a aplicabilidade
imediata das normas constitucionais, a exemplo da
constituição portuguesa e a Lei Fundamental Alemã.
Assim, mecanismos jurídicos e institucionais são
criados para dizer o óbvio: que normas constitucionais
são aplicáveis. Mesmo em caso de omissão destas,
sobretudo ao se falar de lei, o Poder Judiciário, na
importância de sua posição para a integração das
normas constitucionais nas práticas diárias dos outros
Poderes, pode garantir a aplicabilidade das normas da
Carta Magna.
Considerando as informações acima, bem como a
legislação relativa ao tema, assinale a alternativa que
expresse corretamente quais são os outros artifícios
hermenêuticos para garantir a aplicabilidade das
normas constitucionais em caso de omissão legislativa:
analogia, efetividade e determinação
conceitual.
analogia, costumes e efetividade.
efetividade, costumes e princípios gerais do
direito.
 analogia, costumes e princípios gerais do
direito.
analogia, determinação conceitual e princípios
gerais do direito.
Respondido em 18/09/2023 16:03:28
Explicação:
Art. 4o, LINDB: Quando a lei for omissa, o juiz decidirá o
caso de acordo com a analogia, os costumes e os
princípios gerais de direito.
Quando existe uma norma, o Direito é aplicado por meio
da interpretação ¿ processo pelo qual busca-se a
compreensão da norma e a realização de sua incidência
sobre o caso concreto. Quando, porém, não existe um
texto legal que resolva o caso, é necessário buscar uma
norma que atenda à exigência do caso concreto (lacuna).
A�nal, é vedado ao intérprete não resolver o caso. A
esse fenômeno chamamos de integração do Direito.
No processo de integração, destacam-se alguns
instrumentos:
Analogia
Equidade
Princípios gerais do Direito
Acerto: 0,2  / 0,2
(FGV/2009)
O silogismo é uma forma de raciocínio dedutivo. Na sua
forma padronizada, é constituído por três proposições:
as duas primeiras denominam-se premissas e a
terceira, conclusão. As premissas são juízos que
 Questão2
a
precedem a conclusão. Em um silogismo, a conclusão é
conseqüência necessária das premissas. São dados 3
conjuntos formados por 2 premissas verdadeiras e 1
conclusão não necessariamente verdadeira.
I. Premissa 1: Alguns animais são homens. Premissa 2:
Júlio é um animal. Conclusão: Júlio é homem.
II. Premissa 1: Todo homem é um animal. Premissa 2:
João é um animal. Conclusão: João é um homem.
III. Premissa 1: Todo homem é um animal. Premissa 2:
José é um homem. Conclusão: José é um animal.
É(são) silogismo(s) somente:
I, apenas.
II e III, apenas.
 III, apenas.
I e III, apenas.
II, apenas.
Respondido em 18/09/2023 16:03:25
Explicação:
I. Premissa 1: Alguns animais são homens.        
   Premissa 2: Júlio é um animal. 
   Conclusão: Júlio é homem. 
Incorreto: Alguns animais são homens, se Júlio é um
animal, então ele pode ser ou não ser homem (a
premissa traz o termo "alguns").
II. Premissa 1: Todo homem é um animal. 
     Premissa 2: João é um animal. 
     Conclusão: João é um homem. 
Incorreto: Todo homem é animal, mas será que todo
animal é homem? 
III. Premissa 1: Todo homem é um animal. 
      Premissa 2: José é um homem. 
      Conclusão: José é um animal.
Correto.
 
Acerto: 0,2  / 0,2
Considerando a Teoria da Argumentação Jurídica
de Robert Alexy, podemos a�rmar que o discurso
jurídico é: 
Um caso especial do discurso �losó�co 
Um caso especial do discurso epidíctico 
Um caso especial do discurso estético 
Um caso especial do discurso político 
 Um caso especial do discurso moral 
Respondido em 18/09/2023 16:03:22
 Questão3
a
Explicação:
A resposta correta é: Um caso especial do
discurso moral 
Acerto: 0,2  / 0,2
Assinale a alternativa INCORRETA sobre o pós-
positivismo e/ou autores pós-positivistas:
Na concepção de Robert Alexy, o Direito deve
ser visto como um fenômeno discursivo, em
que a argumentação jurídica e a ponderação de
princípios são de absoluta importância para a
aplicação do Direito.
Para Miguel Reale, a estrutura do Direito é
tridimensional, uma vez que o ordenamento
jurídico deve estar assentado necessariamente
em três elementos: fato, valor e norma.
Um dos objetivos de Dworkin, com a sua teoria
do Direito como integridade, é garantir uma
coerência de princípios.
 A interpretação e a argumentação jurídica,
embora importantes nos dias atuais na atuação
 Questão4
a
dos pro�ssionais do Direito, são noções não
essenciais para as doutrinas pós-positivistas.
Para Robert Alexy, a razão institucionalizada
seria o Direito, de modo que uma criação
perfeita seria o Direito correto.
Respondido em 18/09/2023 16:03:20
Explicação:
A resposta correta é:  A interpretação e a argumentação
jurídica, embora importantes nos dias atuais na atuação
dos pro�ssionais do Direito, são noções não essenciais
para as doutrinas pós-positivistas.
Acerto: 0,2  / 0,2
Qual conceito do intérprete é ampliado quando
da  interpretação de um texto?
 Horizonte hermenêutico.
Autoridade. 
Interpretação.
Preconceito.
Fusão de horizontes.
Respondido em 18/09/2023 16:03:17
 Questão5
a
Explicação:
A resposta correta é: Horizonte hermenêutico.
Acerto: 0,2  / 0,2
(VUNESP/2014) 
O princípio da não contradição, inicialmente formulado
por Aristóteles (384-322 a.C.), permanece como um
dos sustentáculos da lógica clássica. Uma proposição
composta é contraditória quando:
seu valor lógico é falso e todas as proposições
simples que a constituem são falsas.
 seu valor lógico é sempre falso, não importando
o valor de suas proposições constituintes.
uma ou mais das proposições que a constituem
decorre/ decorrem de premissas sempre falsas.
suas proposições constituintes não permitem
inferir uma conclusão sempre verdadeira.
uma ou mais das proposições que a constituem
possui/ possuem valor lógico indeterminável.
Respondido em 18/09/2023 16:03:15
 Questão6
a
Explicação:
Na lógica de Aristóteles, existem três princípios
fundamentais:
Princípio da identidade: A = A
Princípio da não contradição: É impossível a�rmar que A
é A e que A não é A ao mesmo tempo.
Princípio do terceiro excluído: Uma proposição
é verdadeira ou falsa, não há terceira possibilidade.
Uma vez que podemos fazer a�rmações ou negações, é
importante destacar o princípio da contradição
(antiphasis) segundo o qual toda a�rmação corresponde
a uma negação, de tal forma que toda negação nega
exatamente aquilo que a a�rmação a�rma. A informação
vinda de uma contradição ou é verdadeira, ou é falsa;
não podem ambas ser verdadeiras ou falsas ao mesmo
tempo. Contraditórios não podem ser ambos
verdadeiros
Acerto: 0,2  / 0,2
Para Klaus Günther é preciso um certo tipo de
discurso que seja capaz de adequar-se às
circunstâncias do caso concreto de tal forma que
 Questão7
a
entenda aqueles fatos que são relevantes
moralmente de tal forma que consiga satisfazer as
expectativas dos atingidos. Podemos dizer que
nesses casos estamos falando de um:
Discurso de Justi�cação 
Discurso de Validação 
Discurso de Apropriação 
 Discurso de Aplicação 
Discurso de Dissociação 
Respondido em 18/09/2023 16:03:11
Explicação:
A resposta correta é: Discurso de Aplicação 
Acerto: 0,2  / 0,2
Atualmente, as Constituições existentes ao redor do
mundo contemplam positivamente um amplo rol de
direitos e garantias fundamentais.Igualmente, no plano
internacional há um grande número de declarações e
tratados internacionais que consagram direitos
humanos que são universais, indivisíveis e
indispensáveis para a garantia de uma vida digna,
 Questão8
a
pautada na liberdade e na igualdade de todas as
pessoas. Diante dessas considerações é CORRETO
a�rmar que:
A existência de princípios jurídicos nas
constituições contemporâneas indica a derrota
do positivismo jurídico, uma vez que essa teoria
do Direito passou a ser, no todo, insu�ciente
para lidar com as novas e complexas relações
sociais da atualidade.  
 Sob a ótica jusnaturalista, tais direitos nada
mais são do que aqueles direitos naturais
defendidos e reivindicados, cada um a seu
tempo e modo, pelos jus�lósofos do direito
natural.
Nas constituições, declarações e tratados de
direitos humanos não há qualquer in�uência
dos direitos naturais, uma vez que se tratam de
direitos positivados em normas jurídicas.
É impossível a�rmar que as constituições que
surgiram a partir de meados do séc. XX e início
do séc. XXI, ao consagrarem direitos
indeclináveis dos indivíduos, acabaram por
incorporar os enunciados do direito natural.
Na contemporaneidade tornou-se impossível
conciliar os postulados do jusnaturalismo e do
positivismo jurídico em face de toda evolução
que o mundo experimentou nas últimas
décadas.
Respondido em 18/09/2023 16:03:07
Explicação:
A resposta correta é:  Sob a ótica jusnaturalista, tais
direitos nada mais são do que aqueles direitos naturais
defendidos e reivindicados, cada um a seu tempo e
modo, pelos jus�lósofos do direito natural.
 
Acerto: 0,2  / 0,2
(FCC/2019 - Adaptada)
Com efeito a lei positiva, ao conferir a uma justiça
essencialmente �exível a forma de uma regra rígida,
afastou-se necessariamente de seu modelo original.
Pode-se compará-la ao metro de metal rígido que não
consegue medir de maneira exata os contornos de um
objeto sinuoso. Portanto, o juiz estará autorizado a
tomar, por vezes, liberdades em relação ao texto de lei;
adaptá-lo às circunstâncias, a levar em conta condições
próprias a cada causa em particular: por exemplo, em
matéria penal, a idade do acusado, a sua situação social,
seu passado, suas intenções etc. (VILLEY, Michel. A
formação do pensamento jurídico moderno . São Paulo:
Martins Fontes, 2009, p. 62 e 63). 
O texto acima introduz o conceito de:
 Questão9
a
legalidade.
microfísica do poder.
democracia.
soberania.
 equidade.
Respondido em 18/09/2023 16:03:04
Explicação:
Equidade
Alguns autores a chamam equidade de justiça, embora
não sejam exatamente sinônimos, dada a diferença
entre Direito e Justiça. Trata-se, de fato, de um ajuste do
Direito às necessidades do caso concreto. Assim, o
intérprete pode realizar uma espécie de abrandamento
do texto legal em circunstâncias especí�cas. Não é regra
no sistema jurídico, e sim uma exceção.
Acerto: 0,2  / 0,2
(CPCON/2016)
Considere o seguinte argumento:
 Questão10
a
Todas as frutas que Maria comprou no mercado estão
boas. Assim, todas as frutas vendidas no mercado são
boas.
Este argumento pode ser considerado:
uma metonímia.
 uma falácia.
um pleonasmo.
uma onomatopeia.
uma ambiguidade.
Respondido em 18/09/2023 16:02:54
Explicação:
Uma falácia é um argumento que preserva uma
aparência de ser verdadeiro, mas, devido a um vício,
pode ser considerado inválido ou incorreto.
Uma das mais sistematizadas explicações é dada por
Irving Copi, que as classi�ca da seguinte
maneira: formais e não formais. As primeiras são aquelas
que violam as regras da inferência válida, por vícios
lógico-formais. Já as falácias informais ou não formais
constituem erros de raciocínio devido à falta de atenção
ou por conta das ambiguidades naturais da linguagem.
As falácias não formais podem
ser (a) de relevância ou (b) de ambiguidade. As primeiras
se ligam à relação entre as premissas e a conclusão. Copi
nos diz que essas premissas são irrelevantes para as
conclusões, não tendo, portanto, a relação de
consequência. As segundas, de ambiguidade, são
aquelas em que os termos contêm palavras ambíguas
que irão variar de acordo com o contexto ou até mesmo
na estrutura do argumento, tornando o argumento
inválido.

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