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2 BIOSSEGURANÇA NO LABORATÓRIO CLÍNICO Arinelson Farias Faial. Felipe Trindade Pantoja. Raimundo Dorivaldo Corrêa Assunção Prof. Neilson do Socorro Freitas Maciel Centro Universitário Leonardo da Vinci- UNIASSELVI. Biomedicina (BBI0079). Biossegurança em Saúde (17499). 27/07/2020 RESUMO. O presente trabalho, visa em relatar a preocupação da biossegurança no laboratório clinico em sua respectiva área de conhecimento, e segurança dos servidores hospitalares e clínicas de saúde. A preocupação com os matérias de EPI, sigla para (Equipamentos de Proteção Individual), e o EPC, EPC, Equipamento de Proteção Coletiva. A segurança laboratorial e classificação de alto risco por esse motivo temos que estar atentos a manipulação de equipamentos e dispositivos pois estaremos expostos a carga excessiva de vírus, não pode haver erros. Os riscos biológicos são cada vez maior e o perigo de contaminação que o profissional da biomedicina aumenta, conforme o grau de riscos que são classificados por classe de riscos. Sabemos que os cuidados que devemos ter no laboratório de pesquisas e uma delas são higiene, tanto pessoal como no ambiente de trabalho, são chamadas as boas práticas, que são determinadas pela ANVISA e outros órgãos fiscalizadores. Trabalharemos os seguintes pontos específicos da biossegurança, em laboratório e análise clínicas, os equipamentos individuas (EPIs) e equipamento coletivo (EPC) e também os cuidados e higiene que são indispensáveis no requisito a segurança. Palavra-Chave. Biossegurança, Laboratório, Equipamento Individual. (EPI). 1- INTRODUÇÃO. No Brasil, a legislação de Biossegurança foi instituída pela lei nº 8.974, de 05 de janeiro de 1995, que criou a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio). Esta lei denomina os níveis de biossegurança em NB-1, NB-2, NB-3 e NB-4. Eles estão relacionados às exigências de segurança na manipulação de agentes biológicos. O presente trabalho, visa em relatar a preocupação da biossegurança em sua respectiva área de conhecimento, e segurança dos servidores hospitalares e clínicas de saúde. Sabemos que as normas da biossegurança têm como objetivo de anular ou diminuir os riscos de contaminação de alguma doença. Hoje estamos presenciando a importância de se relatar esse evento na comunidade cientifica, pois, o mundo está vivenciando uma pandemia respiratória. A preocupação com os matérias de EPI, sigla para (Equipamentos de Proteção Individual), e o EPC, EPC, Equipamento de Proteção Coletiva. Imaginamos uma pessoa que trabalha em um laboratório hospitalar e tem que coletar material sorológico de uma paciente que está com algum tipo de gripe mas séria, com o Covid-19 o H1N1, o profissional precisa manipular, o sangue de um paciente soropositivo , por exemplo, nessa situação o profissional tem que está amparado em condições suficiente para não se contaminar e isso é garantindo pelas medidas da biossegurança. Trabalharemos os seguintes pontos específicos da biossegurança, em laboratório e análise clínicas, os equipamentos individuas (EPIs) e equipamento coletivo (EPC) e também os cuidados e higiene que são indispensáveis no requisito a segurança. Quando trabalhamos biossegurança relatamos conflitos exposto tanto no trabalho como em torno dele falta de equipamento, estabilidade profissional. 2- BIOSSEGURANÇA EM LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS. Falarmos em segurança e fácil, difícil e colocar em prática principalmente por cuidados específicos e regras especificas, e cuidados biológicos. Com isso cabe a biossegurança estabelecer normais e associar o conhecimento dos riscos com alguns aspectos biológicos. A segurança laboratorial e classificação de alto risco por esse motivo temos que estar atentos a manipulação de equipamentos e dispositivos pois estaremos expostos a carga excessiva de vírus, não pode haver erros. Por esse motivos e outros temos que seguir as normas expostas por entidades cientificas que visam melhorar cada vez mas. Segundo o teórico Teixeira e Valle (1996). A biossegurança, segundo Teixeira e Valle (1996), é um “conjunto de medidas que são aplicadas na prevenção, eliminação ou diminuição de riscos relacionados às atividades de produção, ensino, pesquisa, desenvolvimento tecnológico e prestação de serviços que podem comprometer a qualidade dos trabalhos realizados. Segundo o autor Teixeira e Valle (996), vale ressaltar que precisamos seguir essas normas, para que tenhamos um trabalho de qualidade, e assim comprometer a qualidade do trabalho laboratorial com relações a resultados e pesquisas. Os riscos biológicos são cada vez maior e o perigo de contaminação que o profissional da biomedicina aumenta, conforme o grau de riscos que são classificados por classe de riscos. · CLASSE DE RISCO 1. O trabalho envolve agente com menor risco de contaminação dos profissionais, dentro do laboratório e conduzido em geral em bancada os equipamentos de contenção específicos não são exigidos. Com relação ao treinamento do pessoal deve ser supervisionado, por cientista com treinamento em Microbiologia ou ciência correlata. Algumas práticas exigidas são acesso restritos a dependia laboratorial de acordo ao supervisor ou definição do pesquisador quando estiver sendo realizados procedimentos sobre pesquisas. · CLASSE DE RISCO 2. Os riscos de contaminação 2 e grau moderado e para alguns agentes e limitada, porem o profissional clinico tem que usar os equipamentos individual (EPI) e tem a probabilidade baixa de infeção. E aplicado em laboratórios clínicos e hospitalares, sendo também necessária a cooperação de boas práticas de uso de barreiras físicas e primarias. · CLASSE DE RISCO 3 O risco individual e alto, são grandes volumes de manipulações microrganismos, e preciso desenho e construções laboratórios especiais. O alto risco de contaminação e infeções podem ser graves o letais tanto para o homem quanto para o animal, quando são manipulados de forma incorretas. O profissional precisa usar equipamentos de EPIs especializados como respiradores e protetores faciais associados aos dispositivos de contenção física como as centrífugas de segurança e frascos selados. · CLASSE DE RISCO 4. O risco individual e para a comunidade e alto, e são efetuados em dois laboratórios de contenção 1, 2 e 3, barreiras (instalações, desenho equipamentos de proteção) os equipamentos como EPIs e EPC. Assegurados pela normal e legislação Brasileira (Equipamento de proteção individual), aprovada pela Portaria GM nº 3.214, de 08 de junho de 1978. A classe de risco 2 e que estamos trabalhando pois aplica em análise clínica, onde o trabalho envolve coleta de sangue, liquido corporais, tecidos ou células humanas primarias onde, a infeção e desconhecida. O laboratório é um ambiente extremamente hostil, convivem no mesmo espaço equipamentos, reagentes, soluções, microrganismo, pessoas, papeis, livros, amostras, entre outros. (Costa, 2000). Apesar do uso da tecnologia, equipamentos sofisticados, e o uso de EPI, o erro humano continua sendo uns dos principais fatores de acidentes. Por esse motivo e bastante importante o monitoramento e treinamento de um profissional de biomedicina. 1.2 BIOSSEGURAÇÃO E EQUIPAMENTO INDIVIDUAL (EPI), E EQUIPAMENTO COLETIVO(EPC). Hoje estamos presenciando uma pandemia que o mundo está vivendo, e as questão, mas decorrentes nesse meio, e a segurança do profissional de saúde, a falta de equipamento de segurança seja ela individual ou coletiva. A contaminação exacerbada do meio clínico nos laboratórios é alta, principalmente esses profissionais que se encontram na linha de frente contra essa doença respiratória. O uso desses equipamentos é crucial na segurança do trabalho e diminui o risco de contaminação. · Equipamentos de proteção individual (EPI), que tem o seu uso regulamentado, pelo Ministério do trabalho e emprego, em sua Norma Regulamentadora no6 (NR no6). Os equipamentos individuas são: Jaleco Óculos de Proteção, luvas de látex (Borracha) Luvas de vinil Luvas de alta temperatura (Kevlar). Máscaras de Proteção Respirador descartável- equipamento está aprovado para classe PFF1 (poeiras e névoas) Máscara KSN - PFF2 VO C/ Válvula Indicado para proteção das vias respiratórias contra odores incômodos de vapores orgânicos, poeiras tóxicas como: poeiras de grãos, névoas, e fumos metálicos. Figura 1 · Equipamentos coletivos também são indispensáveis no laboratório e de suma importância para a segurança o com intuito de evitar contaminação dos profissionais que ali trabalham. Exemplos desses equipamentos que são indispensáveis no laboratório: Autoclaves, Forno Pasteur, Chuveiro de emergência, Lava olhos, extintor de incêndio, Cabines de segurança química, Cabine de segurança biológica. Figura 2 Sabemos da importância da biossegurança nos laboratórios de pesquisas clinicas e são essenciais para evitar acidentes e contaminação. 3- CUIDADOS E HIGIENTE DENTRO DO LABORATÓRIO Sabemos que os cuidados que devemos ter no laboratório de pesquisas e uma delas são higiene, tanto pessoal como no ambiente de trabalho, são chamadas as boas práticas, que são determinadas pela ANVISA e outros órgãos fiscalizadores. Vejamos alguns exemplos. · Utilizar corretamente os equipamentos de proteção individual e coletivos; · Levar para o laboratório apenas o essencial; · Manter-se atento e evitar distrações durante a realização dos experimentos; · Não fumar ou consumir alimentos e bebidas durante sua permanência no laboratório; · Não utilizar lentes de contato, acessórios de braço e/ou cabelo solto; · Antes de qualquer experimento, ler atentamente os rótulos das substâncias que serão manuseadas a fim de tomar conhecimento de suas propriedades físicas e de sua toxicidade, além de conferir se as mesmas estão dentro do prazo de validade; · Descartar os resíduos corretamente e nunca na pia ou em lixo comum; · Manter as bancadas e local de trabalho sempre organizados. Esses cuidados tem que ser tomados todos os dias na entrada e saída do laboratório de análise clinicas principalmente por se tratar de segurança nunca e de mais. De acordo com a segurança no trabalho com relação aos laboratórios qualquer acidente que ocorra tem que ser registrado no requerimento, para que seja tomada asa providencias necessárias com relação aos materiais, resíduos ou equipamentos. 4- CONSIDERAÇÕES FINAIS. É de suma importância o uso da biossegurança nos laboratórios de analise clinicas, principalmente com o intuito de diminuir os riscos com acidentes, e contaminação que podem deixar sequelas ou levar o indivíduo a morte. Sabemos também que a maior parte de acidente nos laboratórios clínicos ocorre por falha humana devido a manipulação erradas dos equipamentos. O presente trabalho foi constituído de pesquisas referentes a revistas, livros internet, principalmente manual da biossegurança da FIOCRUZ etc. As práticas de biossegurança adotadas em laboratórios se baseiam na necessidade de proteger os colaboradores, o meio ambiente e a comunidade da exposição a agentes presentes nestes locais e que representam possíveis riscos. A “cultura de biossegurança” deve ser estabelecida com políticas consistentes e orientações claras, integrada aos procedimentos administrativos, de rotina e também de conscientização dos profissionais para identificar ameaças e minimizar qualquer tipo de risco, seja à saúde, ao resultado ou ao ambiente. REFERÊNCIAS. BrbaraOstroskydeOliveira/biossegurana-em-laboratrios-de-anlises-clnicas-2014: Acesso no dia 13 de julho de 2020. COSTA, M.A.F., Qualidade em Biossegurança. Rio de janeiro. ED. Qualitymark, 2000b. Centers for Disease Control and Prevention - CDC. Biosafety in microbiological and biomedical laboratories. 4a. ed. U.S. Department of Health and Human Services, Atlanta, 1999. 250p. TEIXEIRA, P.; VALLE, S. Biossegurança: uma abordagem multidisciplinar. Rio de Janeiro: Fiocruz, 1996. https://autolac.com.br/blog/riscos-em-laboratorio-de-analises-clinicas/ Acesso no dia: 10 de http://www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/manuais/biosseguranca/manual_biosseguranca.pdf julho de 2020