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Projeto estágio

Relatório de estágio em Educação Física sobre treinamento de força para jovens e adolescentes. Inclui diagnóstico da unidade, fundamentação teórica, descrição de materiais e práticas (aquecimento, mobilidade, treino com pesos e corporal, máquinas e alongamento).

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CENTRO UNIVERSITÁRIO INTERNACIONAL – UNINTER
CURSO DE BACHARELADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA
ESTÁGIO SUPERVISIONADO: TREINAMENTO ESPORTIVO E PRESCRIÇÃO DO EXERCÍCIO (369586)
Treinamento de Força para Jovens e Adolescentes
ALUNO – RU
CIDADE - ESTADO
AGOSTO/2023
Sumário
1.	INTRODUÇÃO	3
2.	ENSAIO TÉCNICO PROFISSIONAL	4
2.1. O estágio curricular e a unidade concedente: um breve diagnóstico	6
2.2 Fundamentação Teórica	8
2.3. Material: criação e reflexão	10
2.4. Práxis e relatório de evidências	11
3.	CONSIDERAÇÕES FINAIS	16
REFERÊNCIAS	17
INTRODUÇÃO
No âmbito da minha formação acadêmica em Educação Física, eu _________________, tive a oportunidade de realizar um estágio que se revelou fundamental para a minha compreensão sobre a relevância do treinamento de força (TF) na vida de jovens e adolescentes. Nesse estágio, busquei explorar as maneiras pelas quais a prática regular desses exercícios pode influenciar positivamente o desenvolvimento físico, mental e social dessa faixa etária tão crucial.
	O estágio foi conduzido na “Academia X” (nome fictício) que tem se dedicado à promoção da saúde e bem-estar dos jovens. Localizado na cidade de _________ – SC, esse espaço proporcionou uma plataforma para a aplicação prática dos princípios teóricos que adquiri ao longo da minha formação acadêmica. A metodologia adotada durante o estágio priorizou a abordagem individualizada, considerando as necessidades físicas e emocionais de cada aluno.
	O presente trabalho tem como objetivo compartilhar as percepções, descobertas e lições aprendidas durante o estágio, em um esforço para demonstrar como a atividade física pode influenciar positivamente o desenvolvimento global dos jovens. Com base na minha experiência prática, explorarei os efeitos benéficos do treinamento de força nas áreas física, psicológica e social, assim como as estratégias utilizadas para engajar os jovens de maneira eficaz e motivadora.
	A metodologia empregada durante o estágio permitiu uma imersão profunda na rotina dos jovens e nas atividades promovidas pela instituição. Ao longo deste relato, apresentarei a estrutura do estágio e delinearei as atividades que foram desenvolvidas. Além disso, discutirei os desafios e as oportunidades que surgiram durante a interação direta com os alunos, bem como as estratégias utilizadas para superar esses desafios e maximizar os resultados positivos.
	Para atingir os objetivos propostos e desejados de melhorar a força muscular em geral, aumentar a resistência muscular, aprimorar a coordenação e o equilíbrio, promover a consciência corporal, prevenir lesões relacionadas à prática esportiva, fomentar a disciplina e o trabalho em equipe, para o público alvo algumas atividades e exercícios foram fundamentais, dentre eles: o aquecimento (corrida leve ou pular corda), exercícios de mobilidade, treinamento de força com pesos livres ou corporal, treinamento em máquinas, treinamento de equilíbrio e coordenação, alongamentos e relaxamentos.
	Esta produção conceitual é um reflexo da minha jornada de aprendizado e descoberta durante o estágio, e espero que ela possa contribuir para uma compreensão mais ampla sobre a importância da atividade física na formação de jovens e adolescentes.
ENSAIO TÉCNICO PROFISSIONAL
Durante o meu estágio em Educação Física, fui presenteado com a oportunidade de mergulhar nas intricadas complexidades do mundo do exercício e do desenvolvimento humano. Essa jornada enriquecedora permitiu-me compreender, em profundidade, os elementos fundamentais que compõem a prática profissional nessa área, enquanto também me ofereceu um espaço para explorar a teoria de maneira contextualizada e significativa.
O desenvolvimento do meu estágio foi delineado por uma variedade de atividades cuidadosamente planejadas e executadas para otimizar minha experiência de aprendizado. A observação participativa foi um ponto de partida essencial, permitindo-me imergir na rotina e nas interações dos jovens, bem como entender suas necessidades individuais. Essa observação ativa, combinada com sessões regulares de mentoring, proporcionou a base para a elaboração de um plano de ação sob medida, que alinhou-se com os objetivos educacionais e as expectativas dos jovens.
A produção de materiais relevantes para o estágio desempenhou um papel significativo. O desenvolvimento de programas de treinamento e atividades interativas requeriu a síntese de conhecimentos teóricos com a compreensão prática adquirida por meio das interações com os jovens. Esses materiais não apenas reforçaram a importância da aplicação da teoria no cenário real, mas também facilitaram a minha habilidade em explicar conceitos complexos de forma acessível aos alunos.
A execução das atividades planejadas trouxe à tona desafios e oportunidades únicas. A adaptação constante às dinâmicas de grupo e às necessidades individuais mostrou-se vital para manter os jovens engajados e motivados. A pesquisa e o estudo aprofundado de conteúdos específicos também desempenharam um papel crucial na abordagem das demandas variadas dos alunos, garantindo que as estratégias empregadas fossem fundamentadas e eficazes.
A produção textual, como o presente ensaio, emerge como uma etapa significativa. Percebo que o estágio não só me equipou com habilidades práticas, mas também me desafiou a refletir sobre as minhas experiências de maneira crítica e analítica. Essa oportunidade de explorar o estágio em profundidade, analisando o contexto, as estratégias e os resultados, enriqueceu meu entendimento e me ajudou a identificar áreas que merecem aprofundamento em minha jornada profissional.
Em resumo, o estágio em Educação Física revelou-se um terreno fértil para a aplicação dos conceitos teóricos em um contexto prático e dinâmico. Ele reforçou a importância de abordagens personalizadas, adaptabilidade e colaboração eficaz com os jovens. Como profissional em formação, saio do estágio com uma visão mais holística da minha disciplina e uma motivação renovada para continuar a aprimorar minhas habilidades e conhecimentos, sempre guiado pela teoria, mas também enriquecido pelas experiências concretas que o estágio me proporcionou.
2.1. O estágio curricular e a unidade concedente: um breve diagnóstico
A instituição “Academia X” que foi onde realizei o estágio está localizada no município de Anchieta – SC, é um estabelicimento relativamente novo, com apenas 2 anos de funcionamento, por este motivo os equipamentos são todos novos e de excelente qualidade, o que atrai os alunos para o local, que conta com mais de 120 alunos matriculados, isso para um município que não possui nem 6 mil habitantes, e que conta com mais 2 academias instaladas na cidade, é um número bem relevante de alunos.
Este número de alunos reflete bem as pesquisas feitas, ou seja, no Brasil há muitas academias para poucos clientes, na comparação com os outros países. Enquanto uma academia brasileira atende em média 300 pessoas, uma "gym" americana é frequentada em média por 1600 clientes. Para cada brasileiro inscritos numa academia há cinco americanos. Os dados são da IHRSA (International Health Raquet and Sportsclub Association), associação americana que todo ano faz o mapeamento mundial do setor, e se referem ao ano passado.
	Voltando a falar da instituição, a sala de musculação tem uma área livre grande, o que proporciona um espaço bom para o deslocamento e realização dos exercícios, o que no horário de pico é fundamental. E se tratando de horários, o funcionamento se dá de segunda a sexta pela parte da manhã das 6h às 9h e pela parte da tarde das 15:30h às 21h, e nos sabádos das 13:30h às 15h. 
Com essa divisão de horários não é difícil perceber uma divisão nas faixas etárias de idade que frequentam a academia em cada um deles, sendo pela manhã uma predominância de alunos idosos, pela parte da tarde os jovens e adolescente, sendo este o público que escolhi para focar meu projeto e motivo de ter escolhido este horário para o meu estágio, e pela parte da noite o público em geral.A academia funciona com planos de 3, 6 e 12 meses, onde o valor varia de acordo com o tempo escolhido, girando os valores entre R$ 100,00 até R$ 150,00 por mês dependendo de quantas aulas por semana e do tempo do contrato. Ela está classificada com um academia intermediaria na cidade, pois temos outra academia que tem a mensalidade mais barata e um studio fit que tem a mensalidade bem mais cara, dividindo bem as faixas de pessoas que frequentam esses lugares.
Figura 1 - À direita a visão do balcão de recepção da academia, à esquerda a visão dos alunos ao entrar na academia.
2.2 Fundamentação Teórica 
A escolha do tema para as atividades desenvolvidas no meu estágio em Educação Física, centrada no treinamento de força (TF) para jovens e adolescentes, foi guiada por uma combinação de fundamentação teórica sólida e uma clara compreensão da importância social e educacional desse enfoque. Esta seção abordará a revisão bibliográfica sobre o tema, apresentando autores fundamentais e justificando o papel significativo da atividade física para o público-alvo, a instituição, a comunidade local e a sociedade em geral.
Os adolescentes estão em uma fase crítica do desenvolvimento humano, onde mudanças físicas, emocionais e sociais ocorrem de maneira acelerada. As atividades físicas oferecem uma saída saudável para a energia acumulada, além de contribuírem para o desenvolvimento de habilidades sociais, autoconfiança e hábitos de vida saudáveis. Através das atividades propostas, busca-se não apenas melhorar a saúde física dos jovens, mas também promover valores de trabalho em equipe, respeito mútuo e responsabilidade.
O termo "treinamento de força" (TF), frequentemente chamado de "treinamento com pesos" ou simplismente “musculação”, descreve uma abordagem específica de aprimoramento físico, caracterizada pelo uso gradual de resistências para promover o desenvolvimento ou a manutenção da força muscular. Neste momento, estamos testemunhando um aumento significativo na participação de jovens em programas de treinamento que incorporam o treinamento de força, indicando uma tendência em ascensão.
Existe um amplo debate na literatura sobre a prescrição adequada da intensidade do treinamento de força para crianças e adolescentes, e como isso poderia atrapalhar no desenvolvimento do jovem. Embora o assunto ainda seja controverso, existem evidências de que os riscos associados à prática de treinamento de força em jovens surgem quando o treinamento não é devidamente planejado, estruturado e supervisionado por profissionais qualificados. Com a devida atenção a esses cuidados, o treinamento de força sera benéfico para crianças e adolescentes, permitindo alcançar os objetivos estabelecidos.
Malina (2006) afirma que: o treinamento com pesos, ou musculação, pode se tornar um importante aliado no desenvolvimento físico do adolescente, sendo que diversos estudos rigorosamente conduzidos mostram que, desde que adequadamente orientado por profissionais de Educação Física, não provocará qualquer comprometimento ao crescimento somático do indivíduo.
Segundo Fleck, Kraemer (2006): os principais benefícios do treinamento de força para crianças e adolescentes, são: aumento da força muscular, potência e resistência muscular localizada; diminuição de lesões e reabilitar lesões nos esportes e atividade recreativas; melhora do desempenho nos esportes e atividades físicas, melhora a saúde em longo prazo, aptidão cardiovascular, composição corporal, densidade mineral óssea. Entretanto esses benefícios serão alcançados se a prescrição do treinamento for adequada, ensinada corretamente e bem supervisionada.
Esses autores destacam a importância da atividade física na fase da adolescência, ressaltando seus impactos positivos no desenvolvimento físico, cognitivo e emocional. Enfatizam como o treinamento de força regular contribui para a melhoria da aptidão cardiovascular, do tônus muscular e da coordenação motora nessa faixa etária e destacam a relação entre a prática esportiva e a redução de comportamentos de risco e o aumento da autoestima entre adolescentes. Esses autores constituem uma base sólida para a definição do tema e o direcionamento das atividades.
O impacto positivo da promoção desse treinamento não se limita ao público-alvo e à instituição. A comunidade local é beneficiada através da criação de uma cultura de bem-estar, que pode influenciar familiares e amigos dos jovens envolvidos. A longo prazo, uma população jovem ativa tende a contribuir para a redução dos custos de saúde e para uma sociedade mais produtiva.
2.3. Material: criação e reflexão 
Durante o meu estágio criei um recurso educacional que desempenhou um papel crucial na minha interação com os jovens. Este material foi projetado para promover o aprendizado e o engajamento das crianças e adolescentes nas sessões de treinamento e para educar sobre os benefícios do treinamento de força.
Como os jovens são altamente ligados a tecnologia, usei recursos nesse sentido para explicar e motivar eles no aprendizado da consciência de treinar e na motivação para fazer os treinos. O que também favoreceu isso foi que a academia onde fiz o estágio conta com um aplicativo de prescrição de treinos, onde são lançados os treinos dos alunos, eles podem acompanhar a ficha de treino, alterar os pesos quando fazem progressão, e ver videos da execução dos exercícios no próprio aplicativo, e claro que usei isso a meu favor.
Figura 2 - Print da área do aluno no aplicativo disponibilizado pela academia.
 Além disso utilizei materias audiovisuais que projetei no televisor que fica em frente as esteiras, os conteúdos eram vídeos de execução de exercícos e circuítos de exercícos que seriam realizados. 
Figura 3 - Projeção dos recursos audiovisuais.
	A importâncias desses materiais foi de prender a atenção dos jovens no que realmente é importante no começo da pratica do exercícios de força que é a execução correta para evitar probelmas futuros, como já enfatizou Malina na citação antes apresentada.
2.4. Práxis e relatório de evidências 
Durante o meu estágio de prescrição de treinamento resistido de força para crianças e adolescentes, pude vivenciar em primeira mão como os conhecimentos teóricos do meu curso de bacharelado em Educação Física se aplicam de maneira prática e impactante. 
O processo começou com uma avaliação detalhada de cada cliente, que incluiu uma análise de sua história médica, metas de condicionamento físico e nível de experiência anterior com exercícios. Também levei em consideração o estágio de desenvolvimento biológico de cada cliente, adaptando os programas de treinamento de acordo com a maturação.
Figura 4 - Materiais utilizados nas adaptações de exercícios (caixas, steps, cano de pvc, colchonetes).
	Como o foco eram crianças e adolescentes alguns exercícios precisavam de adaptações, um exemplo foi o aluno mais novo que tinha apenas 12 anos, algumas máquinas não são projetadas para crianças, e muitas vezes os pesos mais leves dos halteres também são demais para eles realizarem os exercícios, nessa hora entra a criatividade do professor para elaborar com as ferramentas disponíveis exercícios que tenham o foco desejado.
Ao longo desse período, algumas conexões claras entre a teoria e a prática se destacaram, como anatomia e fisiologia aplicadas onde os conhecimentos adquiridos nas aulas foram essenciais para compreender como os músculos, ossos e sistemas do corpo se relacionam com os exercícios de treinamento de força. Isso me permitiu prescrever exercícios de maneira mais precisa, levando em consideração a biomecânica e a fisiologia de cada aluno.
Minhas aulas sobre desenvolvimento infantil e psicologia do esporte foram fundamentais para entender as necessidades específicas e as motivações das crianças e adolescentes. Isso me ajudou a adaptar os programas de treinamento de acordo com a faixa etária e a criar um ambiente de treinamento que promovesse o engajamento e a diversão.
Os princípios de treinamento que aprendi nas aulas teóricas foram aplicados diariamentena prescrição de treinamentos personalizados. Isso incluiu a progressão de cargas, a variedade de exercícios e a periodização dos programas de treinamento.
Os conceitos de ética e responsabilidade profissional foram cruciais na interação com os jovens clientes e suas famílias. Isso envolveu garantir a segurança, manter a confidencialidade das informações e fornecer orientação ética aos clientes.
As habilidades de comunicação e educação adquiridas no curso foram constantemente utilizadas para explicar aos alunos os benefícios do treinamento de força, responder às suas perguntas e incentivar o comprometimento com um estilo de vida ativo.
Como já citei anteriormente, o treinamento para crianças muitas vezes é mal visto, inclusive pelos pais, que preferem ver os filhos praticando atividades como futebol ou volei. Com o conhecimento adquirido tive que traduzir conceitos complexos de forma acessível, garantindo que todos compreendessem a importância do treinamento de força e consegui explicar que o exercício proposto não acarretaria qualquer prejuízo para os jovens, muito pelo contrário, melhoraria o desempenho deles em outras atividades.
Figura 5 - Espaço utilizado para atividades como aquecimento, alongamento e relaxamento.
	
	No início o plano era prescrever somente o treinamento de força, mas achei que ficaria muito maçante para os jovens e isso poderia desmotiva-los, então adicionei algumas atividades de aquecimento como pular corda, alongamento na bola e relaxamento no rolo. A aceitação foi boa pois desviou um pouco a pressão dos exercícios de força e tudo isso ainda contribuiu para o desenvolvimento muscular, pois sabemos que a mobilidade tem grande papel no ganho de força e massa muscular. 
Figura 6 - Área de treinamento livre.
A academia também ofereceu o espaço necessário para realização dessas atividades, com um grande espaço livre e área de emborrachados, as atividades podiam ser realizadas até de pé descalço, onde os alunos adquiriam consciência da distribuição de força na base dos pés, e que isso é importante em qualquer exercício, mas muito mais nos de membros inferiores.
Como ultimo tópico gostaria de comentar que o estágio teve inicio no dia 19/06/2023 e termino no dia 18/08/2023. Ele excedeu em muito as horas obrigatórias necessárias mas como tinha tempo preferi fazer a mais, e não me arrependo, o conhecimento adquirido nesse tempo foi enorme, e a satifação maior é ainda hoje frequentar a academia e ver os alunos que acompanhei treinando e me reconhecendo como professor. Fazer a diferença na vida das pessoas é o que deve motivar um profissional da área da saúde, e nos como orientadores fisícos fazemos parte disso.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
	Ao final do estágio posso afirmar que essa experiência foi profundamente enriquecedora em diversos aspectos. Minha jornada de aprendizado envolveu ações de estudo, pesquisa, prática e produção escrita, permitindo-me atingir os objetivos propostos na introdução deste relatório.
	Foi incrível observar a evolução dos alunos nesse pouco tempo que tive de convivência, e não falando somente da parte fisíca pois essa é a ultima que se nota o resultado, mas na parte cognitiva e até emocional. No fim do período já notava uma grande diferença de concentração durante a atividade e uma preocupação na consciência corporal, o que mostrava que realmente eles estavam pensando no que estavam fazendo.
	É por esse e outros motivos que eu, e vários autores renomados defendem a pratica do exercício de força para jovens, quando se tem uma orientação dedicada e pensada o resultado não será negativo.
	Este estágio representou uma etapa significativa em minha formação profissional em Educação Física. A experiência me proporcionou um entendimento mais profundo da aplicação prática da teoria, bem como a importância da adaptação, comunicação, segurança e progressão gradual. 
	Estou confiante de que os conhecimentos e as habilidades adquiridos serão inestimáveis à medida que avanço em minha carreira e continuo a promover a importância do exercício físico para crianças e adolescentes. Agradeço à equipe da academia, aos alunos e aos supervisores por tornarem esta experiência possível e enriquecedora.
REFERÊNCIAS
FLECK, S. J.; KRAEMER, W. J. Fundamentos do treinamento de força muscular, 3 ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. 375 p.
MALINA, R. M. Weight Training in Youth–Growth, Maturation, and Safety: an Evidence-Based Review. Clinical Journal of Sport Medicine., v.16, n. 6, p. 478-487, Nov. 2006.
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