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<p>PAPER DO ESTÁGIO II</p><p>ACADEMIA PRADOFIT – FUNCIONAL</p><p>Autor: Raiane Oliveira Gama Silva</p><p>Tutor Externo: Emille Oliveira</p><p>Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI</p><p>Bacharel em Educação Física - Turma BEF1732 - Estágio</p><p>12/06/2024</p><p>RESUMO</p><p>O principal objetivo deste resumo é relatar a experiência adquirida durante o curso de Educação Física, na disciplina de estágio supervisionado, na Academia PradoFit, na cidade de Prado/BA, a área de concentração para o desenvolvimento do estágio é a de biomecânica e cinesiologia durante o exercício nas aulas coletivas de funcional, para a construção destas aulas, foi elaborado um plano de estudos, que teve como objetivo apresentar a importância do treino funcional como atividade física e os benefícios voltados a essa prática, tematizando a concepção que a academia tem como instituição de cuidados à saúde, partindo da ação deste estágio e planos futuros. Contudo, a perspectiva de experiências profissionais, e das grandes considerações, crescimento e enriquecimento da formação inicial do processo de ensino.</p><p>Palavras-Chave: biomecânica, cinesiologia, funcional e academia.</p><p>1 INTRODUÇÃO</p><p>O estágio supervisionado está sendo realizado na Academia Prado Fit e desenvolvido numa das atividades propostas pelo local, as aulas de funcional. Escolhi essa academia por gostar da abordagem dela com os alunos e do foco em atividades para crianças e adolescentes. O espaço o qual estou atuando disponibiliza diversos aparelhos de ótima qualidade e assistência.</p><p>O estágio teve início no dia 10/04/2024 e foi realizado até o dia 11/06/2024, contando com a assistência da equipe e da gerente da área Neidiele Fontoura Mota, os treinos são necessários para melhorar o desempenho já que os treinos são em grupo.</p><p>Seguindo essa metodologia, o aluno foi acompanhado pelo instrutor/estagiário e orientado por ele, de modo que conseguissem adequar da melhor maneira a rotina com as atividades no momento. Junto à equipe da academia, durante o período do estágio, auxiliei os alunos na busca de seus objetivos, melhorando a rotina de atividades e movimentos, fortalecendo da musculatura, aprendendo a lidar com as várias solicitações e suas particularidades, além de entender os efeitos do treinamento e melhora no condicionamento físico do grupo em questão, identificando os efeitos e os benefícios da atividade física, de modo a compreender o treinamento físico adequando as atividades de modo eficiente, identificando ainda os pontos que levam a falta de atividade física e ao sedentarismo.</p><p>A área de concentração escolhida foi a Cinesiologia e a Biomecânica, durante a prática do funcional, sabendo que é importante para o desenvolvimento individual, foquei no grupo mais jovem, já que, em questão de saúde, vale prevenir casos de danos nessa faixa de idade, uma vez que, nessa fase, as pessoas tendem a ser mais ativas e envolvidas em atividades diversas, contudo, a prática de exercícios físicos pode melhorar a qualidade de vida delas numa diversidade de situações futuras. O estágio proporcionou o conhecimento prático daquilo que vejo na teoria na faculdade, consolidando o conhecimento e através do desenvolvimento nas aulas.</p><p>Diante disso a Academia PradoFit, com sua visão na saúde de seus associados, busca sempre propor às mesmas opções que elevem sua qualidade de vida, pautados sempre no profissionalismo, qualidade no que se é ofertado e proporcionado aos seus profissionais, condições para o desenvolvimento de suas atividades, sempre na melhor forma possível.</p><p>2 ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA</p><p>O treinamento funcional é uma das formas de treinamento mais divulgadas e praticadas atualmente no Brasil e no mundo. A capacidade funcional e a habilidade de realizar atividades simples do cotidiano com eficiência, autonomia e dependência. O sedentarismo e o envelhecimento são dois fatores que tem grande impacto na deterioração de vários sistemas fisiológicos e comprometem as qualidades. TEIXEIRA et al. (2016).</p><p>A aderência depende de um conjunto de fatores determinantes pessoais, ambientais e característicos do exercício físico, propicia uma manutenção da prática física por longos períodos, elevando a qualidade de vida desses indivíduos e garantindo-lhe saúde e satisfação. (SABA, 2001, p.81).</p><p>De acordo com Dias (2011) o treinamento funcional originou-se com os profissionais da área de fisioterapia, já que estes foram os pioneiros no uso de exercícios que simulavam o que os pacientes faziam no seu dia a dia no decorrer da terapia, permitindo, assim, um breve retorno à sua vida normal e as suas funções habituais após uma lesão ou cirurgia. Dessa forma, foi fundamentado no sucesso obtido na sua aplicação na reabilitação que o programa de treinamento funcional passou a ser empregado em programas de condicionamento físico, desempenho atlético, bem como para minimizar possíveis lesões (PRANDI, 2011).</p><p>Sabe-se que o treinamento funcional está amparado na proposta de melhoria de aspectos neurológicos que conduzem a capacidade funcional do corpo humano, empregando exercícios que estimulem os diferentes componentes do sistema nervoso, gerando, dessa forma, sua adaptação (SILVA, 2011; CAMPOS e CORAUCCI NETO, 2004).</p><p>Podem ser destacados alguns dos mais diversos benefícios com a prática do treinamento funcional, aumentando a força muscular; melhorando o equilíbrio estático e dinâmico, desenvolvendo condicionamento, resistência e agilidade, desenvolvendo ainda a percepção dos movimentos, acelerando o metabolismo e queimando gordura, corrigindo a má postura e desequilíbrios musculares, aumentando a estabilidade da região core (saúde da coluna vertebral), aliviando o estresse e melhora das estruturas afetadas por lesão no processo de reabilitação.</p><p>Noutras palavras, o treinamento funcional trabalha movimentos, e não músculos isoladamente, envolvendo, dessa forma, todas as capacidades físicas — equilíbrio, força, velocidade, coordenação, flexibilidade e resistência - de forma integrada por meio de movimentos multiarticulares e multiplanares e no envolvimento do sistema proprioceptivo, este último, de acordo com Ribeiro (2006 apud SILVA, 2011) relacionado com a sensação de movimento (sinestesia) e posição articular, sendo que, dentre as principais funções deste sistema, estão a manutenção do equilíbrio, a orientação do corpo e a prevenção de lesões.</p><p>O presente relatório de estágio resultou dos estudos de campo, relativo ao estágio supervisionado, com o objetivo de descrever as experiências observadas na Academia Prado Fit, com acompanhamento a crianças e adolescentes, de forma a apresentar os principais pontos de vista em relação ao desenvolvimento deles. A pesquisa de campo visa compreender melhor o problema, de modo a torná-lo mais explícito, bem como formular uma hipótese (Gil, 2002).</p><p>Desta forma, percebeu-se que o treinamento funcional envolve movimentos específicos para o desenvolvimento das atividades da vida diária do indivíduo. Sendo assim, o treino possibilita a todos os públicos o bom condicionamento das capacidades físicas, tornando-se possível, assim, atingir a excelência no desempenho, diante das dificuldades e empecilhos para a prática de atividade física para a população, esse tipo de treinamento vem sendo um viés a mais.</p><p>O treinamento funcional objetiva o aprimoramento da capacidade de realização de tarefas motoras do cotidiano com eficiência e independência, levando em conta as características de cada indivíduo, sejam estas tarefas motoras relacionadas ao trabalho (laboral), ao lazer, dia a dia ou esporte amador e profissional.</p><p>O estágio é o período em que colocamos em prática os conhecimentos adquiridos ao longo do curso, ligando as informações obtidas das disciplinas que compõem o currículo acadêmico, dando-lhes unidade estrutural e testando nosso nível de conhecimento e o grau de entendimento das disciplinas.</p><p>Umas das possíveis causas para uma maior ansiedade em realizar o estágio de Educação Física com um grupo mais novo, seria o fato de terem uma vulnerabilidade e necessidade de cuidado diferentes</p><p>dos demais alunos da academia. Entretanto, pode-se pensar que essa faixa de idade talvez seja mais difícil de compreender as necessidades e fraquezas por conta da sua realidade, sabendo que são mais impulsivos. Pensar junto a eles e fazer com que expressem o que desejam aprender auxiliando na construção desse conhecimento.</p><p>A experiência de estágio, no que diz respeito à formação do futuro profissional, no qual posso agregar experiências, valores e conhecimentos práticos da profissão como personal, uma oportunidade de aprender a lidar com os alunos de uma maneira, ao colocar em prática os métodos aprendidos durante a graduação, tive a oportunidade de comprovar que a Academia PradoFit oferece diversas situações que permitem e estimulam a criatividade, desenvolvendo a autoestima para este futuro profissional, promovendo integrações em diferentes áreas, como incentivo da formação profissional, que apresentou resultados satisfatórios relacionados à aos serviços oferecidos na forma de treinamento funcional, tanto no trabalho dos professores quanto em relação a ele com sugestões e dúvidas dos alunos.</p><p>3 VIVÊNCIA DO ESTÁGIO</p><p>O presente relatório de estágio resulta dos estudos de campo, relativo ao estágio supervisionado, com o objetivo de descrever as experiências observadas na Academia Prado Fit, com acompanhamento a crianças e adolescentes, de forma a apresentar os principais pontos de vista em relação ao desenvolvimento deles, quanto ao sedentarismo e a evitar possíveis casos de obesidade futuros. A pesquisa de campo visa compreender melhor o problema, de modo a torná-lo mais explícito, bem como formular uma hipótese (Gil, 2002).</p><p>O estágio foi desenvolvido na Academia Prado Fit, conforme falado anteriormente, com 4 crianças e adolescentes de idades variadas entre 10 e 16 anos. A metodologia consiste em três fases: observação, participação e resultados, uma vez que a carga horária total da disciplina de estágio curricular é de 170 horas, distribuídas semanalmente em cinco horas diárias. Para tanto, foram distribuídos horários entre o público atendido e demais alunos da academia (no intuito de obter um pouco mais de experiência), criando planos de aula e sequências para melhor desenvolver a prática de atividades físicas.</p><p>Este trabalho tratou-se ainda de uma pesquisa descritiva, de caráter qualitativo, que de acordo com Gil (1999) tem por finalidade analisar um grupo determinado de pessoas com o intuito de apanhar dados sobre suas ideias, atitudes e crenças. O grupo analisado é composto por indivíduos com idade entre 08 e 16 anos. Sabendo que, este público tende a ser mais “preguiçoso”, devido às facilidades e os novos vícios, um dos principais, são os jogos online, limita em tudo que a criança ou adolescente possa a vir desenvolver, tornando-os mais sedentários e possivelmente, obesos a médio/longo prazo.</p><p>O presente estudo consiste em um relato de experiência que foi desenvolvido com turmas de treinamento funcional na Academia PradoFit. O estágio supervisionado é o momento de pesquisa e formação, no qual pude encontrar a possibilidade de visitar e refletir acerca da prática. O material produzido foi desenvolvido a partir dos registros das intervenções ao longo de um semestre, tal como as reflexões, discursões e estudos que foram realizados durante todo esse processo.</p><p>Serão apontados a importância do treino funcional e sua prática pedagógica da Educação Física como educadora física. Será levantado ainda os saberes com base nos diagnósticos da turma que está sendo estagiada. Acompanhar de forma completa o que foi proposto pela empresa para melhor atender ao público, tendo cautela quando sua execução, a fim de não causar danos, analisando os elementos sobre o processo de desenvolvimento e aprendizagem das práticas corporais, além da análise da conjuntura e da educação física no campo de estágio.</p><p>A forma com que o trabalho está sendo desenvolvido, é de acordo a programação da academia, sabendo que seu horário de funcionamento é de segunda à sexta das 05h às 22h e aos sábados das 08h às 11h. As aulas de funcional são abertas aos alunos frequentes da academia, mudando a metodologia mensalmente, sendo vistos como treinos metabólico ou tensional, no entanto a adaptação mensal vai de acordo os alunos e suas individualidades, respeitando restrições caso tenham e sendo sempre acompanhados pelos professores e estagiários, o objetivo desse método é estimular a maior adesão nas atividades e melhor mobilidade.</p><p>Nisso a turma é acompanhada pelo instrutor/estagiário e orientado por ele, de modo que consigam adequar da melhor maneira a rotina com as atividades, influenciando no que é esperado, cuidando para que possíveis incidentes ou lesões sejam causadas. Junto à equipe da academia, pretendo, durante o período do estágio, auxiliar os alunos na busca de seus objetivos.</p><p>Anos atrás, crianças e adolescentes eram considerados incapazes de autoaperfeiçoamento sua força muscular através do treinamento de força, devido aos baixos níveis de testosterona circulando, segundo Faigenbaum et al. (1996), esses níveis de testosterona não são suficientes para aumentar a hipertrofia muscular, em comparação com adultos. Diversas pesquisas realizadas desde 1980 mostraram o contrário, comprovando ganhos de força nesse grupo de idade, ligada à secreção de testosterona que é responsável pelo anabolismo proteína, que surge no início da adolescência (SULLIVAN, ANDERSON, 2004; WEINECK, 1999).</p><p>O foco do estágio está em apresentar as vantagens da realização das atividades funcionais e seus benefícios para o dia a dia, meus atendimentos estão sendo distribuídos nos dias da semana, com 1hr de aula pela manhã e 1h no final do dia.</p><p>O estágio vai criar uma melhor visão de acompanhamento físico dessa faixa de idade e público, para que haja um aquecimento antes do treino com o objetivo de ativar todo o função neuromuscular, reduzem o risco de lesões e têm melhor adaptação durante o treino, e para que você tenha melhor desempenho e qualidade de execução Exercícios, atividades lúdicas e exercícios dinâmicos podem ser essenciais atingir o objetivo do aquecimento, tornando-o mais atrativo e motivador para crianças e adolescentes (UGHINI, 2011).</p><p>Este estudo se desenvolverá por meio de aulas agendadas ao espaço de aprendizagem seguidas de relatos, reflexões, discussões e atividades, permitindo a articulação da teoria e da prática, favorecendo o diálogo e as interações entre os sujeitos do processo de ensino e aprendizagem. Assim, estarão criadas as condições para a caracterização do espaço selecionado, a caracterização do conteúdo, os desafios e soluções relatados pelos alunos com experiências diversas.</p><p>Neste estudo, as experiências e metodologias utilizadas serão compostas de uma média de 15 alunos, com idades variadas.</p><p>O estágio foi desenvolvido em uma academia localizada na cidade de Prado, BA. Quanto as modalidades oferecidas são: musculação, dança, ginástica coletiva e treinamento funcional. Esta academia foi selecionada por sua área de abrangência, em termos de público e modalidades propostas, além de ser uma instituição de grande valor no cenário regional. Fui monitorada pelo instrutor Carlos Mendes Jesus da Silva, onde foram avaliadas as atividades realizadas, os motivos, os tipos de formação, a frequência e resultados percebidos.</p><p>Anos atrás, crianças e adolescentes eram considerados incapazes de autoaperfeiçoamento sua força muscular através do treinamento de força, devido aos baixos níveis de testosterona circulando, segundo Faigenbaum et al. (1996), esses níveis de testosterona não são suficientes para aumentar a hipertrofia muscular, em comparação com adultos. Diversas pesquisas realizadas desde 1980 mostraram o contrário, comprovando ganhos de força nesse grupo de idade, ligada à secreção de testosterona que é responsável pelo anabolismo proteína, que surge no início da adolescência (SULLIVAN, ANDERSON, 2004; WEINECK, 1999).</p><p>O estágio criou uma melhor visão de acompanhamento físico dessa faixa de idade e público, para que haja</p><p>AMERICAN ACADEMY OF PEDIATRICS. Care of the Young Athlete Patient Education Handouts, 2011.</p><p>BEHM, D. G.; FAIGENBAUM, A. D.; FALK, B. AND KLENTROU, P. Canadian society for exercise physiology position paper: resistance training in children and adolescents. Appl. Physiol. Nutr. Metab. v.33, p. 547-561, 2008.</p><p>CAMPOS, Maurício de Arruda; CORAUCCI NETO, Bruno. Treinamento Funcional Resistido. Rio de Janeiro: Revinter, 2004.</p><p>DIAS, Kalysson Araujo. Treinamento funcional: Um novo conceito de treinamento físico para idosos. Cooperativa do Fitness.</p><p>D'ELIA, Rodrigo; D'ELIA, Leandro. Treinamento funcional: 7º treinamento de professores e instrutores. São Paulo: SESC - Serviço Social do Comércio, 2005.</p><p>FAIGENBAUM, A. Youth resistance training. President's Council on Physical fitness and Sports. 1996.</p><p>FARIAS, Ivan Gabriel da Silva Rodrigues; RODRIGUES, Teresa da Silva. Exercício resistido: Na saúde, na doença e no envelhecimento. Tese (Especialização), Lins, 2009.</p><p>GALLAHUE,D.L.; OZUMUN J.C. Compreendendo o desenvolvimento motor. 3. ed. São Paulo:Phorte, 2005. p. 281.</p><p>GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 3.ed. São Paulo: Makron Books, 1999.</p><p>IBIDEM, Sebastião; et al. Atividade física e saúde no envelhecimento: a experiência do Programa de Atividade Física para a Terceira Idade (PROFIT). 2018.</p><p>__________ Lei Federal nº 9.394/1996. BRASIL. Ministério da Educação. Portaria número 56. Secretaria de Educação Superior e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Brasília: Ministério da Educação.</p><p>LEETUN, Darin T.; IRELAND, Marry Lloyd; WILSON, John T.; BALLANTYNE, Bryon T.; DAVIS, Irene Mc Clay. Core Stability Measures as Risk Factors for Lower Extremity Injury in Athletes. Medicine & Science in Sports & Exercise, Vol. 36, Num. 6, p. 926-934, 2004.</p><p>LONGMAN, Dicionário Escolar. Inglês — Português / Português — Inglês. 2º edição. Pearson Longman, 2009.</p><p>MALINA, R. M. Weight training in youth-growth, maturation, and safety: an evidence-based review. Clinical Journal of Sport Medicine, v. 16, n. 6, 2006.</p><p>MONTEIRO, Artur Guerrini; EVAGELISTA, Alexandre Lopes. Treinamento Funcional: Uma abordagem prática. São Paulo: Phorte, 2010.</p><p>PRANDI, Fernanda Rafaela. Treinamento Funcional e CORE TRAINING: Uma Revisão de Literatura. Tese (Graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2011.</p><p>RUAS, Cassio V.; BROWN, Lee E.; PINTO, Ronei S. Treino de força para crianças e adolescentes: adaptações, riscos e linhas de orientação. Brazilian Journal of Motor Behavior, v. 8, n. 1, 2014.</p><p>SCALABRIN, Cristina. MOLINARI. V. Atividade física, saúde e qualidade de vida: Conceitos e sugestões paraumestilo de vida ativo. Londrina, Editora Mediograf, 4ª edição, 2013.</p><p>SULLIVAN; ANDRESON. Cuidados com jovem atleta: enfoque interdisciplinar na iniciação e no treinamento esportivo. São Paulo: Manole, 2004.</p><p>UGHINI, Cristiano Cavedon; BECKER, Cristiano; PINTO, Ronei Silveira. Treinamento de força em crianças: segurança, benefícios e recomendações. CONEXÕES: Revista da Faculdade de Educação Física da UNICAMP, v. 9, n. 2, 2011.</p><p>WEINECK, JURGEN. Treinamento ideal, 9 ed. São Paulo: Manole, 1999.</p><p>ANEXO I</p><p>ANEXO II</p><p>TERMO DE AUTORIZAÇÃO PARA A DIVULGAÇÃO DE MATERIAL DIGITAL DESENVOLVIDO NO PROJETO DE EXTENSÃO</p><p>Eu, Raiane Oliveira Gama Silva, acadêmica do curso de Educação Física Bacharelado, matrícula __________, CPF ____________, da turma BEF1732, autorizo a divulgação do produto virtual, realizado para atender o Projeto de Extensão, intitulado de: Roteiro de Observação: Academia PradoFit – Funcional, de acordo com critérios abaixo relacionados:</p><p>Número de telefone fixo/celular: ( ) ____________________</p><p>Dar o aceite, __________________________________________</p><p>Assinatura do Acadêmico</p><p>Prado, _______ de junho de 2024.</p>AMERICAN ACADEMY OF PEDIATRICS. Care of the Young Athlete Patient Education Handouts, 2011. 
BEHM, D. G.; FAIGENBAUM, A. D.; FALK, B. AND KLENTROU, P. Canadian society for exercise physiology position paper: resistance training in children and adolescents. Appl. Physiol. Nutr. Metab. v.33, p. 547-561, 2008. 
CAMPOS, Maurício de Arruda; CORAUCCI NETO, Bruno. Treinamento Funcional Resistido. Rio de Janeiro: Revinter, 2004.
 
DIAS, Kalysson Araujo. Treinamento funcional: Um novo conceito de treinamento físico para idosos. Cooperativa do Fitness. 
D'ELIA, Rodrigo; D'ELIA, Leandro. Treinamento funcional: 7º treinamento de professores e instrutores. São Paulo: SESC - Serviço Social do Comércio, 2005.
FAIGENBAUM, A. Youth resistance training. President's Council on Physical fitness and Sports. 1996.
FARIAS, Ivan Gabriel da Silva Rodrigues; RODRIGUES, Teresa da Silva. Exercício resistido: Na saúde, na doença e no envelhecimento. Tese (Especialização), Lins, 2009.
GALLAHUE,D.L.; OZUMUN J.C. Compreendendo o desenvolvimento motor. 3. ed. São Paulo:Phorte, 2005. p. 281.
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 3.ed. São Paulo: Makron Books, 1999.
IBIDEM, Sebastião; et al. Atividade física e saúde no envelhecimento: a experiência do Programa de Atividade Física para a Terceira Idade (PROFIT). 2018.
__________ Lei Federal nº 9.394/1996. BRASIL. Ministério da Educação. Portaria número 56. Secretaria de Educação Superior e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Brasília: Ministério da Educação. 
LEETUN, Darin T.; IRELAND, Marry Lloyd; WILSON, John T.; BALLANTYNE, Bryon T.; DAVIS, Irene Mc Clay. Core Stability Measures as Risk Factors for Lower Extremity Injury in Athletes. Medicine & Science in Sports & Exercise, Vol. 36, Num. 6, p. 926-934, 2004.
LONGMAN, Dicionário Escolar. Inglês — Português / Português — Inglês. 2º edição. Pearson Longman, 2009.
MALINA, R. M. Weight training in youth-growth, maturation, and safety: an evidence-based review. Clinical Journal of Sport Medicine, v. 16, n. 6, 2006.
MONTEIRO, Artur Guerrini; EVAGELISTA, Alexandre Lopes. Treinamento Funcional: Uma abordagem prática. São Paulo: Phorte, 2010.
PRANDI, Fernanda Rafaela. Treinamento Funcional e CORE TRAINING: Uma Revisão de Literatura. Tese (Graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2011.
RUAS, Cassio V.; BROWN, Lee E.; PINTO, Ronei S. Treino de força para crianças e adolescentes: adaptações, riscos e linhas de orientação. Brazilian Journal of Motor Behavior, v. 8, n. 1, 2014.
SCALABRIN, Cristina. MOLINARI. V. Atividade física, saúde e qualidade de vida: Conceitos e sugestões paraumestilo de vida ativo. Londrina, Editora Mediograf, 4ª edição, 2013.
SULLIVAN; ANDRESON. Cuidados com jovem atleta: enfoque interdisciplinar na iniciação e no treinamento esportivo. São Paulo: Manole, 2004.
UGHINI, Cristiano Cavedon; BECKER, Cristiano; PINTO, Ronei Silveira. Treinamento de força em crianças: segurança, benefícios e recomendações. CONEXÕES: Revista da Faculdade de Educação Física da UNICAMP, v. 9, n. 2, 2011.
WEINECK, JURGEN. Treinamento ideal, 9 ed. São Paulo: Manole, 1999.
ANEXO I
ANEXO II
TERMO DE AUTORIZAÇÃO PARA A DIVULGAÇÃO DE MATERIAL DIGITAL DESENVOLVIDO NO PROJETO DE EXTENSÃO
Eu, Raiane Oliveira Gama Silva, acadêmica do curso de Educação Física Bacharelado, matrícula __________, CPF ____________, da turma BEF1732, autorizo a divulgação do produto virtual, realizado para atender o Projeto de Extensão, intitulado de: Roteiro de Observação: Academia PradoFit – Funcional, de acordo com critérios abaixo relacionados:
Número de telefone fixo/celular: ( ) ____________________
Dar o aceite, __________________________________________
Assinatura do Acadêmico
Prado, _______ de junho de 2024.

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