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1. A transformada de Fourier aplicada em sinais não periódicos contínuos no tempo transforma tais sinais de que forma característica? Como são representados? A. x(t), após a aplicação da transformada de Fourier, caracteriza-se por x(sω) e é representado como a descontinuação de sinais contínuos. Para representar sinais não periódicos contínuos no tempo, a transformada de Fourier de um sinal de tempo contínuo é representado por superposição de senoides ponderadas, assim, X(t), após a aplicação da transformada de Fourier, caracteriza-se por x(jω). B. x(t), após a aplicação da transformada de Fourier, caracteriza-se por x(jω) e é representado por superposição de senoides ponderadas. Para representar sinais não periódicos contínuos no tempo, a transformada de Fourier de um sinal de tempo contínuo é representado por superposição de senoides ponderadas, assim, X(t), após a aplicação da transformada de Fourier, caracteriza-se por x(jω). C. x(s), após a aplicação da transformada de Fourier, caracteriza-se por x(t) e não tem representatividade em transformada de Fourier. Para representar sinais não periódicos contínuos no tempo, a transformada de Fourier de um sinal de tempo contínuo é representado por superposição de senoides ponderadas, assim, X(t), após a aplicação da transformada de Fourier, caracteriza-se por x(jω). D. x(tω), após a aplicação da transformada de Fourier, caracteriza-se por x(jω) e é representado com a convolução inversa dos sinais não periódicos. Para representar sinais não periódicos contínuos no tempo, a transformada de Fourier de um sinal de tempo contínuo é representado por superposição de senoides ponderadas, assim, X(t), após a aplicação da transformada de Fourier, caracteriza-se por x(jω). E. x(t), após a aplicação da transformada de Fourier, caracteriza-se por x(st) e é representado como a união de sinais periódicos quantizados. Para representar sinais não periódicos contínuos no tempo, a transformada de Fourier de um sinal de tempo contínuo é representado por superposição de senoides ponderadas, assim, X(t), após a aplicação da transformada de Fourier, caracteriza-se por x(jω). 2. Qual é a propriedade da transformada de Fourier que possibilita determinar que, se o sinal no domínio do tempo é de valor real, a sua transformada de Fourier conta com a propriedade em que o comportamento para frequências negativas equivale ao conjugado complexo do comportamento para as frequências positivas? Como a transformada de Laplace se equivale à transformada de Fourier? A. Propriedade da comparação; equivale, simplesmente, fazendo a troca de argumentos funcionais entre s e jɵ. Fazendo uso da propriedade da conjugação, pode-se descobrir outra característica útil da transformada de Fourier de sinais de valor real. Se x(t) é de valor real, então x(t) = x*(t). A transformada de Fourier de x(t) é X(f), e a transformada de Fourier de x*(t) é X*(–f). Portanto, se x(t) = x*(t), logo, X(f) = X*(-f). Em outras palavras, se o sinal no domínio do tempo é de valor real, a sua transformada de Fourier conta com a propriedade em que o comportamento para frequências negativas equivale ao conjugado complexo do comportamento para as frequências positivas. Por conseguinte, se a forma funcional na frequência positiva da transformada de Fourier de um sinal de valor real é conhecida, conhece-se também a forma funcional na frequência negativa. Esse comportamento é análogo à propriedade previamente observada em que as amplitudes harmônicas da transformada de Fourier complexa de um sinal real ocorrem nos pares conjugados complexos. A transformada de Fourier em função de ω e as funções GF (×) = GL (×) correspondem, matematicamente, à mesma função, e a conversão de uma forma para a outra entre as transformadas de Fourier representadas na forma ω e a transformada de Laplace equivale, simplesmente, a um processo de troca de argumentos funcionais entre s e jω. Sendo assim, não são precisos os subscritos F e L. Pode-se, simplesmente, escrever G(jω) = G(s) para s→ jω. Esse é o principal motivo pelo qual a forma em ω da transformada de Fourier de uma função x(t) foi escrita com a notação funcional X(jw) em lugar de X(w). B. Propriedade da disperção; equivale, simplesmente, fazendo a troca de argumentos funcionais entre s e jω. Fazendo uso da propriedade da conjugação, pode-se descobrir outra característica útil da transformada de Fourier de sinais de valor real. Se x(t) é de valor real, então x(t) = x*(t). A transformada de Fourier de x(t) é X(f), e a transformada de Fourier de x*(t) é X*(–f). Portanto, se x(t) = x*(t), logo, X(f) = X*(-f). Em outras palavras, se o sinal no domínio do tempo é de valor real, a sua transformada de Fourier conta com a propriedade em que o comportamento para frequências negativas equivale ao conjugado complexo do comportamento para as frequências positivas. Por conseguinte, se a forma funcional na frequência positiva da transformada de Fourier de um sinal de valor real é conhecida, conhece-se também a forma funcional na frequência negativa. Esse comportamento é análogo à propriedade previamente observada em que as amplitudes harmônicas da transformada de Fourier complexa de um sinal real ocorrem nos pares conjugados complexos. A transformada de Fourier em função de ω e as funções GF (×) = GL (×) correspondem, matematicamente, à mesma função, e a conversão de uma forma para a outra entre as transformadas de Fourier representadas na forma ω e a transformada de Laplace equivale, simplesmente, a um processo de troca de argumentos funcionais entre s e jω. Sendo assim, não são precisos os subscritos F e L. Pode-se, simplesmente, escrever G(jω) = G(s) para s→ jω. Esse é o principal motivo pelo qual a forma em ω da transformada de Fourier de uma função x(t) foi escrita com a notação funcional X(jw) em lugar de X(w). C. Propriedade da conjugação; equivale, simplesmente, fazendo a troca de argumentos funcionais entre s e jω. Fazendo uso da propriedade da conjugação, pode-se descobrir outra característica útil da transformada de Fourier de sinais de valor real. Se x(t) é de valor real, então x(t) = x*(t). A transformada de Fourier de x(t) é X(f), e a transformada de Fourier de x*(t) é X*(–f). Portanto, se x(t) = x*(t), logo, X(f) = X*(-f). Em outras palavras, se o sinal no domínio do tempo é de valor real, a sua transformada de Fourier conta com a propriedade em que o comportamento para frequências negativas equivale ao conjugado complexo do comportamento para as frequências positivas. Por conseguinte, se a forma funcional na frequência positiva da transformada de Fourier de um sinal de valor real é conhecida, conhece-se também a forma funcional na frequência negativa. Esse comportamento é análogo à propriedade previamente observada em que as amplitudes harmônicas da transformada de Fourier complexa de um sinal real ocorrem nos pares conjugados complexos. A transformada de Fourier em função de ω e as funções GF (×) = GL (×) correspondem, matematicamente, à mesma função, e a conversão de uma forma para a outra entre as transformadas de Fourier representadas na forma ω e a transformada de Laplace equivale, simplesmente, a um processo de troca de argumentos funcionais entre s e jω. Sendo assim, não são precisos os subscritos F e L. Pode-se, simplesmente, escrever G(jω) = G(s) para s→ jω. Esse é o principal motivo pelo qual a forma em ω da transformada de Fourier de uma função x(t) foi escrita com a notação funcional X(jw) em lugar de X(w). D. Propriedade da convolução; equivale, simplesmente, fazendo a troca de argumentos funcionais entre js e ω. Fazendo uso da propriedade da conjugação, pode-se descobrir outra característica útil da transformada de Fourier de sinais de valor real. Se x(t) é de valor real, então x(t) = x*(t). A transformada de Fourier de x(t) é X(f), e a transformada de Fourier de x*(t) é X*(–f). Portanto, se x(t) = x*(t), logo, X(f) = X*(-f). Em outras palavras,se o sinal no domínio do tempo é de valor real, a sua transformada de Fourier conta com a propriedade em que o comportamento para frequências negativas equivale ao conjugado complexo do comportamento para as frequências positivas. Por conseguinte, se a forma funcional na frequência positiva da transformada de Fourier de um sinal de valor real é conhecida, conhece-se também a forma funcional na frequência negativa. Esse comportamento é análogo à propriedade previamente observada em que as amplitudes harmônicas da transformada de Fourier complexa de um sinal real ocorrem nos pares conjugados complexos. A transformada de Fourier em função de ω e as funções GF (×) = GL (×) correspondem, matematicamente, à mesma função, e a conversão de uma forma para a outra entre as transformadas de Fourier representadas na forma ω e a transformada de Laplace equivale, simplesmente, a um processo de troca de argumentos funcionais entre s e jω. Sendo assim, não são precisos os subscritos F e L. Pode-se, simplesmente, escrever G(jω) = G(s) para s→ jω. Esse é o principal motivo pelo qual a forma em ω da transformada de Fourier de uma função x(t) foi escrita com a notação funcional X(jw) em lugar de X(w). E. Propriedade do redimensionamento; equivale, simplesmente, fazendo a troca de argumentos funcionais entre js e ɵ. Fazendo uso da propriedade da conjugação, pode-se descobrir outra característica útil da transformada de Fourier de sinais de valor real. Se x(t) é de valor real, então x(t) = x*(t). A transformada de Fourier de x(t) é X(f), e a transformada de Fourier de x*(t) é X*(–f). Portanto, se x(t) = x*(t), logo, X(f) = X*(-f). Em outras palavras, se o sinal no domínio do tempo é de valor real, a sua transformada de Fourier conta com a propriedade em que o comportamento para frequências negativas equivale ao conjugado complexo do comportamento para as frequências positivas. Por conseguinte, se a forma funcional na frequência positiva da transformada de Fourier de um sinal de valor real é conhecida, conhece-se também a forma funcional na frequência negativa. Esse comportamento é análogo à propriedade previamente observada em que as amplitudes harmônicas da transformada de Fourier complexa de um sinal real ocorrem nos pares conjugados complexos. A transformada de Fourier em função de ω e as funções GF (×) = GL (×) correspondem, matematicamente, à mesma função, e a conversão de uma forma para a outra entre as transformadas de Fourier representadas na forma ω e a transformada de Laplace equivale, simplesmente, a um processo de troca de argumentos funcionais entre s e jω. Sendo assim, não são precisos os subscritos F e L. Pode-se, simplesmente, escrever G(jω) = G(s) para s→ jω. Esse é o principal motivo pelo qual a forma em ω da transformada de Fourier de uma função x(t) foi escrita com a notação funcional X(jw) em lugar de X(w). 3. Por que é possível escrever G(jω) = G(s) para s→ jω quando aplica-se a transformada de Fourier em função de ω? Qual é a diferença relevante entre um sinal periódico e um sinal aperiódico? A. Porque corresponde, matematicamente, à mesma função e à conversão de uma forma para a outra entre as transformadas de Fourier representadas na forma S, e a transformada de Laplace equivale, simplesmente, a um processo de troca de argumentos funcionais entre x(t) e jω. É que o ciclo da frequência se repete em um tempo finito T0, denominado período fundamental. A transformada de Fourier em função de ω e as funções GF (jω) = GL (s) correspondem, matematicamente, à mesma função e à conversão de uma forma para a outra entre as transformadas de Fourier representadas na forma ω, e a transformada de Laplace equivale, simplesmente, a um processo de troca de argumentos funcionais entre s e jω. Sendo assim, não são precisos os subscritos F e L. Pode-se, simplesmente, escrever G(jω) = G(s) para s→ jω. Esse é o principal motivo pelo qual a forma em ω da transformada de Fourier de uma função x(t) foi escrita com a notação funcional X(jw) em lugar de X(w). É que o periódico se repete em um tempo finito T0, denominado período fundamental. O sinal vem se repetindo sempre com esse mesmo período fundamental e continuará a repetir a cada período fundamental indefinidamente. Um sinal aperiódico não conta com um período finito. Ele pode repetir um padrão várias vezes dentro de um certo tempo finito, porém, não ao longo de todo o tempo. A transição entre a série de Fourier e a integral de Fourier, que também pode ser chamada de transformada de Fourier, é conseguida por meio da determinação da forma da série de Fourier para um sinal periódico e, então, admitindo-se que o período fundamental tenda ao infinito. Se o período fundamental tende ao infinito, o sinal não pode repetir em um tempo finito e, portanto, deixa de ser periódico. B. Porque corresponde, matematicamente, à inversão entre as transformadas de Fourier representadas na forma ω e a transformada de Laplace equivalente. É que o periódico se repete em um tempo finito T0, denominado frequência fundamental. A transformada de Fourier em função de ω e as funções GF (jω) = GL (s) correspondem, matematicamente, à mesma função e à conversão de uma forma para a outra entre as transformadas de Fourier representadas na forma ω, e a transformada de Laplace equivale, simplesmente, a um processo de troca de argumentos funcionais entre s e jω. Sendo assim, não são precisos os subscritos F e L. Pode-se, simplesmente, escrever G(jω) = G(s) para s→ jω. Esse é o principal motivo pelo qual a forma em ω da transformada de Fourier de uma função x(t) foi escrita com a notação funcional X(jw) em lugar de X(w). É que o periódico se repete em um tempo finito T0, denominado período fundamental. O sinal vem se repetindo sempre com esse mesmo período fundamental e continuará a repetir a cada período fundamental indefinidamente. Um sinal aperiódico não conta com um período finito. Ele pode repetir um padrão várias vezes dentro de um certo tempo finito, porém, não ao longo de todo o tempo. A transição entre a série de Fourier e a integral de Fourier, que também pode ser chamada de transformada de Fourier, é conseguida por meio da determinação da forma da série de Fourier para um sinal periódico e, então, admitindo-se que o período fundamental tenda ao infinito. Se o período fundamental tende ao infinito, o sinal não pode repetir em um tempo finito e, portanto, deixa de ser periódico. C. Porque corresponde, matematicamente, à mesma função das transformadas de Fourier representadas na forma ω e a transformada de Laplace entre s e jω. É que o periódico se repete em uma frequência F0, denominada frequência fundamental. A transformada de Fourier em função de ω e as funções GF (jω) = GL (s) correspondem, matematicamente, à mesma função e à conversão de uma forma para a outra entre as transformadas de Fourier representadas na forma ω, e a transformada de Laplace equivale, simplesmente, a um processo de troca de argumentos funcionais entre s e jω. Sendo assim, não são precisos os subscritos F e L. Pode-se, simplesmente, escrever G(jω) = G(s) para s→ jω. Esse é o principal motivo pelo qual a forma em ω da transformada de Fourier de uma função x(t) foi escrita com a notação funcional X(jw) em lugar de X(w). É que o periódico se repete em um tempo finito T0, denominado período fundamental. O sinal vem se repetindo sempre com esse mesmo período fundamental e continuará a repetir a cada período fundamental indefinidamente. Um sinal aperiódico não conta com um período finito. Ele pode repetir um padrão várias vezes dentro de um certo tempo finito, porém, não ao longo de todo o tempo. A transição entre a série de Fourier e a integral de Fourier, que também pode ser chamada de transformada de Fourier, é conseguida por meio da determinação da forma da série de Fourier para um sinal periódico e, então, admitindo-se que o períodofundamental tenda ao infinito. Se o período fundamental tende ao infinito, o sinal não pode repetir em um tempo finito e, portanto, deixa de ser periódico. D. Porque corresponde, matematicamente, à inversão entre as transformadas de Fourier representadas na forma ω e a transformada de Laplace equivalente. É que o periódico se duplica a cada tempo finito T0, denominado período fundamental. A transformada de Fourier em função de ω e as funções GF (jω) = GL (s) correspondem, matematicamente, à mesma função e à conversão de uma forma para a outra entre as transformadas de Fourier representadas na forma ω, e a transformada de Laplace equivale, simplesmente, a um processo de troca de argumentos funcionais entre s e jω. Sendo assim, não são precisos os subscritos F e L. Pode-se, simplesmente, escrever G(jω) = G(s) para s→ jω. Esse é o principal motivo pelo qual a forma em ω da transformada de Fourier de uma função x(t) foi escrita com a notação funcional X(jw) em lugar de X(w). É que o periódico se repete em um tempo finito T0, denominado período fundamental. O sinal vem se repetindo sempre com esse mesmo período fundamental e continuará a repetir a cada período fundamental indefinidamente. Um sinal aperiódico não conta com um período finito. Ele pode repetir um padrão várias vezes dentro de um certo tempo finito, porém, não ao longo de todo o tempo. A transição entre a série de Fourier e a integral de Fourier, que também pode ser chamada de transformada de Fourier, é conseguida por meio da determinação da forma da série de Fourier para um sinal periódico e, então, admitindo-se que o período fundamental tenda ao infinito. Se o período fundamental tende ao infinito, o sinal não pode repetir em um tempo finito e, portanto, deixa de ser periódico. E. Porque corresponde, matematicamente, à mesma função e à conversão de uma forma para a outra entre as transformadas de Fourier representadas na forma ω, e a transformada de Laplace equivale simplesmente a um processo de troca de argumentos funcionais entre s e jω. É que o periódico se repete em um tempo finito T0, denominado período fundamental. A transformada de Fourier em função de ω e as funções GF (jω) = GL (s) correspondem, matematicamente, à mesma função e à conversão de uma forma para a outra entre as transformadas de Fourier representadas na forma ω, e a transformada de Laplace equivale, simplesmente, a um processo de troca de argumentos funcionais entre s e jω. Sendo assim, não são precisos os subscritos F e L. Pode-se, simplesmente, escrever G(jω) = G(s) para s→ jω. Esse é o principal motivo pelo qual a forma em ω da transformada de Fourier de uma função x(t) foi escrita com a notação funcional X(jw) em lugar de X(w). É que o periódico se repete em um tempo finito T0, denominado período fundamental. O sinal vem se repetindo sempre com esse mesmo período fundamental e continuará a repetir a cada período fundamental indefinidamente. Um sinal aperiódico não conta com um período finito. Ele pode repetir um padrão várias vezes dentro de um certo tempo finito, porém, não ao longo de todo o tempo. A transição entre a série de Fourier e a integral de Fourier, que também pode ser chamada de transformada de Fourier, é conseguida por meio da determinação da forma da série de Fourier para um sinal periódico e, então, admitindo-se que o período fundamental tenda ao infinito. Se o período fundamental tende ao infinito, o sinal não pode repetir em um tempo finito e, portanto, deixa de ser periódico. 4. As séries de Fourier são ferramentas para representar sinais e funções periódicas. Qual é a ferramenta utilizada para representar um sinal aperiódico e qual é a diferença entre um sinal e uma função? A. A ferramenta utilizada é a integral de Fourier. O sinal é o fenômeno físico propriamente dito que contém a informação, e a função é a descrição matemática desse sinal. As séries de Fourier são ferramentas para representar sinais e funções periódicas ou que tenham interesse apenas em intervalos finitos. Para representar sinais e funções que não são periódicas e que têm interesse sobre todo o eixo x, é necessário utilizar uma ferramenta matemática que é derivada das séries de Fourier, qual seja a integral de Fourier. Na análise de sinais e sistemas, os sinais são descritos (o mais detalhadamente possível) por funções matemáticas. O sinal é o fenômeno físico propriamente dito que contém a informação, e a função é a descrição matemática desse sinal. Rigorosamente falando, os dois conceitos são distintos, porém, a relação entre um sinal e a sua função matemática, que o descreve, é tão estreita que as duas palavras (sinal e função) são usadas de maneira intercambiável em análise de sinais e sistemas. B. A ferramenta utilizada é a integral de Laplace. O sinal é o fenômeno matemático propriamente dito, que contém a informação, e a função é a descrição física desse sinal. As séries de Fourier são ferramentas para representar sinais e funções periódicas ou que tenham interesse apenas em intervalos finitos. Para representar sinais e funções que não são periódicas e que têm interesse sobre todo o eixo x, é necessário utilizar uma ferramenta matemática que é derivada das séries de Fourier, qual seja a integral de Fourier. Na análise de sinais e sistemas, os sinais são descritos (o mais detalhadamente possível) por funções matemáticas. O sinal é o fenômeno físico propriamente dito que contém a informação, e a função é a descrição matemática desse sinal. Rigorosamente falando, os dois conceitos são distintos, porém, a relação entre um sinal e a sua função matemática, que o descreve, é tão estreita que as duas palavras (sinal e função) são usadas de maneira intercambiável em análise de sinais e sistemas. C. A ferramenta utilizada é a série de Laplace. O sinal é o período da informação, e a função é a frequência da informação. As séries de Fourier são ferramentas para representar sinais e funções periódicas ou que tenham interesse apenas em intervalos finitos. Para representar sinais e funções que não são periódicas e que têm interesse sobre todo o eixo x, é necessário utilizar uma ferramenta matemática que é derivada das séries de Fourier, qual seja a integral de Fourier. Na análise de sinais e sistemas, os sinais são descritos (o mais detalhadamente possível) por funções matemáticas. O sinal é o fenômeno físico propriamente dito que contém a informação, e a função é a descrição matemática desse sinal. Rigorosamente falando, os dois conceitos são distintos, porém, a relação entre um sinal e a sua função matemática, que o descreve, é tão estreita que as duas palavras (sinal e função) são usadas de maneira intercambiável em análise de sinais e sistemas. D. A ferramenta utilizada é a série de Fourier. O sinal é o fenômeno físico propriamente dito, que contém a informação, e a função é a descrição matemática desse sinal. As séries de Fourier são ferramentas para representar sinais e funções periódicas ou que tenham interesse apenas em intervalos finitos. Para representar sinais e funções que não são periódicas e que têm interesse sobre todo o eixo x, é necessário utilizar uma ferramenta matemática que é derivada das séries de Fourier, qual seja a integral de Fourier. Na análise de sinais e sistemas, os sinais são descritos (o mais detalhadamente possível) por funções matemáticas. O sinal é o fenômeno físico propriamente dito que contém a informação, e a função é a descrição matemática desse sinal. Rigorosamente falando, os dois conceitos são distintos, porém, a relação entre um sinal e a sua função matemática, que o descreve, é tão estreita que as duas palavras (sinal e função) são usadas de maneira intercambiável em análise de sinais e sistemas. E. A ferramenta utilizada é a convolução. O sinal é a descrição da função, e a função é a descrição desse sinal. As séries de Fourier são ferramentas para representar sinais e funções periódicas ou que tenham interesse apenasem intervalos finitos. Para representar sinais e funções que não são periódicas e que têm interesse sobre todo o eixo x, é necessário utilizar uma ferramenta matemática que é derivada das séries de Fourier, qual seja a integral de Fourier. Na análise de sinais e sistemas, os sinais são descritos (o mais detalhadamente possível) por funções matemáticas. O sinal é o fenômeno físico propriamente dito que contém a informação, e a função é a descrição matemática desse sinal. Rigorosamente falando, os dois conceitos são distintos, porém, a relação entre um sinal e a sua função matemática, que o descreve, é tão estreita que as duas palavras (sinal e função) são usadas de maneira intercambiável em análise de sinais e sistemas. 5. Para sinais não periódicos, de que maneira se aplica a transformada de Fourier? A. Como a união de sinais periódicos quantizados. Para sinais não periódicos, utiliza-se a transformada de Fourier para representar o sinal não periódico de tempo contínuo como uma superposição de senoides complexas. Devido à característica não periódica e contínua de um sinal de tempo, torna-se necessária a superposição de senoides complexas que utilizam frequências que variam de menos infinito a mais infinito. B. Como a convolução inversa dos sinais não periódicos. Para sinais não periódicos, utiliza-se a transformada de Fourier para representar o sinal não periódico de tempo contínuo como uma superposição de senoides complexas. Devido à característica não periódica e contínua de um sinal de tempo, torna-se necessária a superposição de senoides complexas que utilizam frequências que variam de menos infinito a mais infinito. C. Como a utilização da transformada de Laplace na substituição pela transformada de Fourier. Para sinais não periódicos, utiliza-se a transformada de Fourier para representar o sinal não periódico de tempo contínuo como uma superposição de senoides complexas. Devido à característica não periódica e contínua de um sinal de tempo, torna-se necessária a superposição de senoides complexas que utilizam frequências que variam de menos infinito a mais infinito. D. Como uma superposição de senoides complexas. Para sinais não periódicos, utiliza-se a transformada de Fourier para representar o sinal não periódico de tempo contínuo como uma superposição de senoides complexas. Devido à característica não periódica e contínua de um sinal de tempo, torna-se necessária a superposição de senoides complexas que utilizam frequências que variam de menos infinito a mais infinito. E. Como a descontinuação de sinais contínuos. Para sinais não periódicos, utiliza-se a transformada de Fourier para representar o sinal não periódico de tempo contínuo como uma superposição de senoides complexas. Devido à característica não periódica e contínua de um sinal de tempo, torna-se necessária a superposição de senoides complexas que utilizam frequências que variam de menos infinito a mais infinito. 1. Por que o padrão de comunicação RS-232 não é utilizado para a comunicação de longa distância? A. O cabeamento é muito caro. O cabeamento não é o fator limitante para esse caso, mas a qualidade com que o sinal é transferido. B. O cabeamento não é veloz. A velocidade não é o fator limitante para esse caso. Porém, em alguns casos, é essencial para diminuir a latência na comunicação. C. Devido à perda de sinal. A perda de sinal é o fator limitante para esse caso. O fio de condução que utiliza o padrão RS-232 possui uma resistência que é convertida em calor e, consequentemente, causa perda de sinal. D. O RS-232 é um padrão obsoleto. O padrão RS-232 foi muito utilizado no passado. Entretanto, nos dias de hoje, teve o uso reduzido a algumas tecnologias, mas não pode ser considerado obsoleto. E. A comunicação de longa distância é restrita ao uso de fibras ópticas. As fibras ópitcas são somente uma das formas de efetuar a comunicação de longa distância. 2. O que é uma onda portadora? A. Representa uma onda magnética. Ondas portadoras são utilizadas por modems. B. Representa uma frequência de rádio. Uma onda portadora semelhante à utilizada nos canais de rádio. No entanto, é voltada para a transmissão de dados. C. Representa uma onda senoidal contínua. Uma onda portadora transmite o sinal com a informação por meio de meios físicos (modems) que permitem a adequação da frêquencia do sinal. D. Representa uma onda digital. Ondas digitais são utilizadas em circuitos digitais, como, por exemplo, um computador. E. Representa uma frequência de TV. Frequências de TV utilizam o mesmo canal de frequências que transmitem dados, diversificando apenas o tipo da onda. 3. O que significa modulação? A. Representa o processo de autenticação em um modem. A autenticação em um modem é efetuada para garantir a conexão entre a companhia telefônica e o cliente. B. Efetua a conversão de sinais já modulados. Essa tarefa representa o modo de demodulação. C. Representa a criptografia efetuada durante a comunicação em uma rede. A criptografia somente é utilizada em etapas em um nível mais alto, geralmente efetuada pela aplicação. D. Está presente em todos os ativos de rede. A modulação faz parte dos modems utilizados para a conexão com a internet. E. Representa o processo de variação de altura (amplitude), intensidade, frequência, comprimento e/ou fase de onda numa onda de transporte. Esse processo é frequentemente utilizado por modems. 4. Qual é a diferença entre modulação de amplitude e modulação de frequência? A. Não existe diferença, ambas são usadas para a mesma finalidade. Ambas são utilizadas em redes de computadores. No entanto, para finalidades diferentes. B. Modulação de frequência é utilizada em modems, enquanto a modulação de amplitude é utilizada em switches. Ambas as modulações são utilizadas por modems. C. Modulação de frequência é utilizada para transmissão de rádio; modulação de amplitude é utilizada para a transmissão de circuitos de TV. Ambas as modulação são encontradas em modems e auxíliam no processo de modulação. D. Modulação de frequência varia a frequência da portadora subjacente em proporção à informação que está sendo enviada. Já a modulação de amplitude varia a força do sinal de saída em proporção à informação que está sendo enviada. Ambas as modulações são utilizadas para tornar possível a comunicação e transmissão de dados a longas distâncias. E. São etapas de configuração do modem. O modem utiliza internamente esses processos para efetuar a correta modulação do sinal. 5. Qual é a função de um multiplexador? A. Multiplica a frequência para potencializar o sinal. Para potencializar um sinal, é necessário utilizar um transmissor mais potente. B. Autententicar um modem a uma conexão com a internet. A autenticação de um modem faz com que o cliente consiga se conectar ao sinal de internet fornecido pela companhia telefônica. C. Multiplexação otimiza o meio de transmissão para permitir várias comunicações simultâneas. Dessa forma, é possivel utilizar uma única conexão fisíca para a comunicação de canais. D. Multiplexação é um modo de modulação. A modulação é responsável por transformar o sinal conforme a necessidade antes de sua transmissão. E. Representa uma regra de firewall. O firewall é utilizado para aplicar políticas de segurança a determinadas redes. 1. Um sinal elétrico de tensão senoidal pode transportar informação por meio de um processo conhecido como modulação. Como se caracteriza o processo de modulação? A. Aplicação de um sinal de portadora sobre um sinal de informação. O processo de modulação se caracteriza pela aplicação de um sinal modulante sobre um sinal de portadora. Os demais casos não são processos de modulação, como sinal de portadora sobre sinal de informação; apenas um sinal modulante no meio, apenas um sinal de portadora ou um sinal de portadora sobre um sinal modulante, já que modulação é a insersão de um sinal de dados no sinal da portadora ou transportadora de sinal de informação. B. Aplicação de apenas um sinal modulanteno meio de transmissão. O processo de modulação se caracteriza pela aplicação de um sinal modulante sobre um sinal de portadora. Os demais casos não são processos de modulação, como sinal de portadora sobre sinal de informação; apenas um sinal modulante no meio, apenas um sinal de portadora ou um sinal de portadora sobre um sinal modulante, já que modulação é a insersão de um sinal de dados no sinal da portadora ou transportadora de sinal de informação. C. Aplicação de apenas um sinal de portadora no meio de transmissão. O processo de modulação se caracteriza pela aplicação de um sinal modulante sobre um sinal de portadora. Os demais casos não são processos de modulação, como sinal de portadora sobre sinal de informação; apenas um sinal modulante no meio, apenas um sinal de portadora ou um sinal de portadora sobre um sinal modulante, já que modulação é a insersão de um sinal de dados no sinal da portadora ou transportadora de sinal de informação. D. Aplicação de um sinal modulante sobre um sinal de portadora. O processo de modulação se caracteriza pela aplicação de um sinal modulante sobre um sinal de portadora. Os demais casos não são processos de modulação, como sinal de portadora sobre sinal de informação; apenas um sinal modulante no meio, apenas um sinal de portadora ou um sinal de portadora sobre um sinal modulante, já que modulação é a insersão de um sinal de dados no sinal da portadora ou transportadora de sinal de informação. E. Aplicação de um sinal de portadora sobre um sinal modulante. O processo de modulação se caracteriza pela aplicação de um sinal modulante sobre um sinal de portadora. Os demais casos não são processos de modulação, como sinal de portadora sobre sinal de informação; apenas um sinal modulante no meio, apenas um sinal de portadora ou um sinal de portadora sobre um sinal modulante, já que modulação é a insersão de um sinal de dados no sinal da portadora ou transportadora de sinal de informação. 2. Existem diversos tipos de sinais e formas de propagá-los. Em comunicação de dados, os sinais modulantes têm alguns meios nos quais são transmitidos, cada um com suas características. Quais são os meios em que um sinal modulante pode se propagar? A. Par de fios, luz e ondas eletromagnéticas. Os meios de transmissão são: par de fios, cabo coaxial e ondas eletromagnéticas. A luz e a umidade não propagam sinais modulantes. B. Luz, cabo coaxial e ondas eletromagnéticas. Os meios de transmissão são: par de fios, cabo coaxial e ondas eletromagnéticas. A luz e a umidade não propagam sinais modulantes. C. Par de fios, umidade e ondas eletromagnéticas. Os meios de transmissão são: par de fios, cabo coaxial e ondas eletromagnéticas. A luz e a umidade não propagam sinais modulantes. D. Umidade, cabo coaxial e parte de fios. Os meios de transmissão são: par de fios, cabo coaxial e ondas eletromagnéticas. A luz e a humidade não propagam sinais modulantes. E. Par de fios, cabo coaxial e ondas eletromagnéticas. Os meios de transmissão são: par de fios, cabo coaxial e ondas eletromagnéticas. A luz e a umidade não propagam sinais modulantes. 3. O processo de modulação discreta se dá pela substituição dos parâmetros de uma portadora pela função discreta do fluxo de bits. Marque a opção que representa os três parâmetros que podem ser modulados: A. Frequência, fase e tempo. Os três parâmetros que podem ser modulados são a amplitude, a frequência e a fase. O tempo e o meio de transmissão não são considerados parâmetros de modulação. B. Amplitude, frequência e fase. Os três parâmetros que podem ser modulados são a amplitude, a frequência e a fase. O tempo e o meio de transmissão não são considerados parâmetros de modulação. C. Fase, amplitude e meio de transmissão. Os três parâmetros que podem ser modulados são a amplitude, a frequência e a fase. O tempo e o meio de transmissão não são considerados parâmetros de modulação. D. Amplitude, frequência e tempo. Os três parâmetros que podem ser modulados são a amplitude, a frequência e a fase. O tempo e o meio de transmissão não são considerados parâmetros de modulação. E. Fase, tempo e meio de transmissão. Os três parâmetros que podem ser modulados são a amplitude, a frequência e a fase. O tempo e o meio de transmissão não são considerados parâmetros de modulação. 4. As técnicas mais modernas de modulação envolvem modulação mista, modulando simultaneamente mais do que um dos tipos básicos de modulação, que são: ASK, FSK e PSK. Marque a opção que representa os tipos de modulação que, quando utilizados simultaneamente, dão origem à modulação QAM: A. ASK e FSK. Os dois tipos de modulação que dão origem à modulação QAM são: ASK e PSK. A modulação OOK é outro nome que também se dá para a modulação ASK. B. FSK e PSK. Os dois tipos de modulação que dão origem à modulação QAM são: ASK e PSK. A modulação OOK é outro nome que também se dá para a modulação ASK. C. ASK e PSK Os dois tipos de modulação que dão origem à modulação QAM são: ASK e PSK. A modulação OOK é outro nome que também se dá para a modulação ASK. D. ASK, FSK e PSK. Os dois tipos de modulação que dão origem à modulação QAM são: ASK e PSK. A modulação OOK é outro nome que também se dá para a modulação ASK. E. OOK e FSK. Os dois tipos de modulação que dão origem à modulação QAM são: ASK e PSK. A modulação OOK é outro nome que também se dá para a modulação ASK. 5. A modulação PSK, ou por chaveamento de fase de uma portadora, define os símbolos a partir de trechos de sinal da portadora com determinada fase e tem diferentes esquemas de modulação. Marque a opção referente aos esquemas de modulação PSK: A. BPSK, QPSK e 8PSK. Os esquemas de modulação PSK são o BPSK, o QPSK, o 8PSK e o 16PSK. As modulações QAM, 8QAM e 16QAM utilizam, simultaneamente, as modulações ASK e PSK, e não são esquemas de modulação PSK. B. QPSK, QAM e 8PSK. Os esquemas de modulação PSK são o BPSK, o QPSK, o 8PSK e o 16PSK. As modulações QAM, 8QAM e 16QAM utilizam, simultaneamente, as modulações ASK e PSK, e não são esquemas de modulação PSK. C. 16PSK, BPSK e 16QAM. Os esquemas de modulação PSK são o BPSK, o QPSK, o 8PSK e o 16PSK. As modulações QAM, 8QAM e 16QAM utilizam, simultaneamente, as modulações ASK e PSK, e não são esquemas de modulação PSK. D. 16PSK, BPSK e 8QAM. Os esquemas de modulação PSK são o BPSK, o QPSK, o 8PSK e o 16PSK. As modulações QAM, 8QAM e 16QAM utilizam, simultaneamente, as modulações ASK e PSK, e não são esquemas de modulação PSK. E. BPSK, 8PSK e 8QAM. Os esquemas de modulação PSK são o BPSK, o QPSK, o 8PSK e o 16PSK. As modulações QAM, 8QAM e 16QAM utilizam, simultaneamente, as modulações ASK e PSK, e não são esquemas de modulação PSK. 5 de 5 perguntas Voltar 1. A compreensão das técnicas de modulação depende do entendimento de conceitos fundamentais. Dentre esses conceitos, vale mencionar o entendimento da relação entre dados e sinais, valores discretos e contínuos, sinais analógicos e digitais, os parâmetros das ondas. Considerando essas definições, é correto afirmar que: A. a representação matemática de um sinal analógico emprega valores discretos na relação entre o tempo e a tensão. Os dados e os sinais compartilham a semelhança de que ambos podem ser representados na forma analógica e digital, sendo que a modulação compreende o processo que representa o dado no sinal. A principal característica de um sinal analógico consiste em sua representação matemática de forma contínua. A principal característica de um sinal digital consiste em sua representação matemática de forma discreta. Um sinal digital pode ser representado como uma onda quadrada, variando entre apenas dois níveis, e o sinal analógico é representado como uma onda senoidal. A fase de uma onda descreve o valor do deslocamento e da inclinação em uma amplitude que ocorre em um período de tempo, em que o período corresponde à duração de um ciclo do sinal. A frequência compreende o número de vezes que o ciclo se repete no intervalo de tempo de um segundo. B. uma semelhança entre dados e sinaisconsiste em que ambos podem ser representados de forma analógica e digital. Os dados e os sinais compartilham a semelhança de que ambos podem ser representados na forma analógica e digital, sendo que a modulação compreende o processo que representa o dado no sinal. A principal característica de um sinal analógico consiste em sua representação matemática de forma contínua. A principal característica de um sinal digital consiste em sua representação matemática de forma discreta. Um sinal digital pode ser representado como uma onda quadrada, variando entre apenas dois níveis, e o sinal analógico é representado como uma onda senoidal. A fase de uma onda descreve o valor do deslocamento e da inclinação em uma amplitude que ocorre em um período de tempo, em que o período corresponde à duração de um ciclo do sinal. A frequência compreende o número de vezes que o ciclo se repete no intervalo de tempo de um segundo. C. a principal característica de um sinal digital consiste em sua representação matemática de forma contínua. Os dados e os sinais compartilham a semelhança de que ambos podem ser representados na forma analógica e digital, sendo que a modulação compreende o processo que representa o dado no sinal. A principal característica de um sinal analógico consiste em sua representação matemática de forma contínua. A principal característica de um sinal digital consiste em sua representação matemática de forma discreta. Um sinal digital pode ser representado como uma onda quadrada, variando entre apenas dois níveis, e o sinal analógico é representado como uma onda senoidal. A fase de uma onda descreve o valor do deslocamento e da inclinação em uma amplitude que ocorre em um período de tempo, em que o período corresponde à duração de um ciclo do sinal. A frequência compreende o número de vezes que o ciclo se repete no intervalo de tempo de um segundo. D. um sinal analógico pode ser representado como uma onda quadrada, variando entre apenas dois níveis. Os dados e os sinais compartilham a semelhança de que ambos podem ser representados na forma analógica e digital, sendo que a modulação compreende o processo que representa o dado no sinal. A principal característica de um sinal analógico consiste em sua representação matemática de forma contínua. A principal característica de um sinal digital consiste em sua representação matemática de forma discreta. Um sinal digital pode ser representado como uma onda quadrada, variando entre apenas dois níveis, e o sinal analógico é representado como uma onda senoidal. A fase de uma onda descreve o valor do deslocamento e da inclinação em uma amplitude que ocorre em um período de tempo, em que o período corresponde à duração de um ciclo do sinal. A frequência compreende o número de vezes que o ciclo se repete no intervalo de tempo de um segundo. E. a quantidade de ciclos mensurados durante um período de tempo caracteriza o conceito de fase senoidal. Os dados e os sinais compartilham a semelhança de que ambos podem ser representados na forma analógica e digital, sendo que a modulação compreende o processo que representa o dado no sinal. A principal característica de um sinal analógico consiste em sua representação matemática de forma contínua. A principal característica de um sinal digital consiste em sua representação matemática de forma discreta. Um sinal digital pode ser representado como uma onda quadrada, variando entre apenas dois níveis, e o sinal analógico é representado como uma onda senoidal. A fase de uma onda descreve o valor do deslocamento e da inclinação em uma amplitude que ocorre em um período de tempo, em que o período corresponde à duração de um ciclo do sinal. A frequência compreende o número de vezes que o ciclo se repete no intervalo de tempo de um segundo. 2. As principais técnicas de modulação de sinais são: ASK (Amplitude-Shift Keying), FSK (Frequency-Shift Keying), PSK (Phase-Shift Keying) e QAM (Quadrature Amplitude Modulation). Sobre as distintas propriedades de cada uma dessas técnicas, é correto afirmar que: A. a QAM permite transmitir mais símbolos do que a ASK, a PSK e a FSK. A técnica de modulação QAM pode ser considerada um subgrupo da técnica de modulação por fase ou PSK, e por meio dela torna-se possível o uso de diferentes ângulos de fase e amplitudes, resultando em uma maior quantidade de símbolos transmitidos do que pelas técnicas ASK, PKS e FSK. Na ASK, os dados são representados por mudanças de amplitude. Na PSK, podem ser empregados diferentes ângulos de fase em um conjunto de amplitudes. Na FSK, os dados são representados por mudanças de frequência. O número de vezes que um sinal se altera por segundo é denominado de taxa de símbolos ou baud rate. B. na ASK, os dados são representados por mudanças de frequência. A técnica de modulação QAM pode ser considerada um subgrupo da técnica de modulação por fase ou PSK, e por meio dela torna-se possível o uso de diferentes ângulos de fase e amplitudes, resultando em uma maior quantidade de símbolos transmitidos do que pelas técnicas ASK, PKS e FSK. Na ASK, os dados são representados por mudanças de amplitude. Na PSK, podem ser empregados diferentes ângulos de fase em um conjunto de amplitudes. Na FSK, os dados são representados por mudanças de frequência. O número de vezes que um sinal se altera por segundo é denominado de taxa de símbolos ou baud rate. C. na PSK, os dados são representados na portadora ao variar a amplitude. A técnica de modulação QAM pode ser considerada um subgrupo da técnica de modulação por fase ou PSK, e por meio dela torna-se possível o uso de diferentes ângulos de fase e amplitudes, resultando em uma maior quantidade de símbolos transmitidos do que pelas técnicas ASK, PKS e FSK. Na ASK, os dados são representados por mudanças de amplitude. Na PSK, podem ser empregados diferentes ângulos de fase em um conjunto de amplitudes. Na FSK, os dados são representados por mudanças de frequência. O número de vezes que um sinal se altera por segundo é denominado de taxa de símbolos ou baud rate. D. a FSK permite empregar diferentes ângulos de fase em várias amplitudes. A técnica de modulação QAM pode ser considerada um subgrupo da técnica de modulação por fase ou PSK, e por meio dela torna-se possível o uso de diferentes ângulos de fase e amplitudes, resultando em uma maior quantidade de símbolos transmitidos do que pelas técnicas ASK, PKS e FSK. Na ASK, os dados são representados por mudanças de amplitude. Na PSK, podem ser empregados diferentes ângulos de fase em um conjunto de amplitudes. Na FSK, os dados são representados por mudanças de frequência. O número de vezes que um sinal se altera por segundo é denominado de taxa de símbolos ou baud rate. E. a velocidade angular é o número de vezes que um sinal se altera por segundo. A técnica de modulação QAM pode ser considerada um subgrupo da técnica de modulação por fase ou PSK, e por meio dela torna-se possível o uso de diferentes ângulos de fase e amplitudes, resultando em uma maior quantidade de símbolos transmitidos do que pelas técnicas ASK, PKS e FSK. Na ASK, os dados são representados por mudanças de amplitude. Na PSK, podem ser empregados diferentes ângulos de fase em um conjunto de amplitudes. Na FSK, os dados são representados por mudanças de frequência. O número de vezes que um sinal se altera por segundo é denominado de taxa de símbolos ou baud rate. 3. As técnicas de transmissão podem ser organizadas em três grandes grupos: DSSS (Direct Sequence Spread Spectrum), FHSS (Frequency Hopping Spread Spectrum) e THSS (Time Hopping Spread Spectrum). Cada uma dessas técnicas emprega um princípio e é definida em diferentes padrões. Sobre essas técnicas e seus respectivos componentes, é correto afirmar que: A. o FHSS segue o princípio de espalhamento por sequência direta e usa o conceito de chip. De fato, o THSS realiza o procedimento de espalhamento espectral realizando saltos aleatórios no tempo e empregando rajadas de transmissão de tamanho fixo. O DSSS segue o princípio de espalhamento por sequênciadireta e usa o conceito de chip. O FHSS segue a abordagem de saltos aleatórios de frequência como princípio norteador. O padrão IEEE 802.11b especifica a velocidade da técnica de espalhamento de espectral DSSS. O THSS ocorre em caráter experimental, não fazendo parte de nenhum padrão. B. o DSSS segue a abordagem de saltos aleatórios de frequência como princípio norteador. De fato, o THSS realiza o procedimento de espalhamento espectral realizando saltos aleatórios no tempo e empregando rajadas de transmissão de tamanho fixo. O DSSS segue o princípio de espalhamento por sequência direta e usa o conceito de chip. O FHSS segue a abordagem de saltos aleatórios de frequência como princípio norteador. O padrão IEEE 802.11b especifica a velocidade da técnica de espalhamento de espectral DSSS. O THSS ocorre em caráter experimental, não fazendo parte de nenhum padrão. C. o THSS emprega o princípio de saltos aleatórios no tempo e transmitindo por rajadas. De fato, o THSS realiza o procedimento de espalhamento espectral realizando saltos aleatórios no tempo e empregando rajadas de transmissão de tamanho fixo. O DSSS segue o princípio de espalhamento por sequência direta e usa o conceito de chip. O FHSS segue a abordagem de saltos aleatórios de frequência como princípio norteador. O padrão IEEE 802.11b especifica a velocidade da técnica de espalhamento de espectral DSSS. O THSS ocorre em caráter experimental, não fazendo parte de nenhum padrão. D. a velocidade de transmissão da técnica FHSS é especificada pelo padrão IEEE 802.11b. De fato, o THSS realiza o procedimento de espalhamento espectral realizando saltos aleatórios no tempo e empregando rajadas de transmissão de tamanho fixo. O DSSS segue o princípio de espalhamento por sequência direta e usa o conceito de chip. O FHSS segue a abordagem de saltos aleatórios de frequência como princípio norteador. O padrão IEEE 802.11b especifica a velocidade da técnica de espalhamento de espectral DSSS. O THSS ocorre em caráter experimental, não fazendo parte de nenhum padrão. E. o DSSS ocorre em caráter experimental, não fazendo parte de nenhum padrão da IEEE. De fato, o THSS realiza o procedimento de espalhamento espectral realizando saltos aleatórios no tempo e empregando rajadas de transmissão de tamanho fixo. O DSSS segue o princípio de espalhamento por sequência direta e usa o conceito de chip. O FHSS segue a abordagem de saltos aleatórios de frequência como princípio norteador. O padrão IEEE 802.11b especifica a velocidade da técnica de espalhamento de espectral DSSS. O THSS ocorre em caráter experimental, não fazendo parte de nenhum padrão. 4. As técnicas de transmissão CDMA (Code Division Multiple Access), OFDM (Orthogonal Frequency Division Multiplexing) e OFDMA (Orthogonal Frequency Division Multiple Access) consistem em subgrupos que derivam do DSSS. No entanto, cada uma dessas técnicas apresenta particularidades. Considerando essas particularidades, analise as afirmativas a seguir e classifique-as como verdadeiras (V) ou falsas (F): ( ) O CDMA possibilita que cada estação transmita por todo o espectro durante o tempo todo por usar o conceito de chip. ( ) O OFDM cria subportadoras para permitir o envio de múltiplas portadoras em um sinal digital. ( ) O CDMA permite realizar transmissões de dados de forma paralela, resultando em ganhos de desempenho. ( ) A diferença entre o OFDM e o OFDMA é que o primeiro agrupa as subportadoras em blocos e o segundo as intercala. ( ) O OFDMA expande o OFDM clássico, de modo a possibilitar a presença de múltiplos acessos e múltiplos usuários. Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta. A. V – V – V – F – V. A sequência correta é V – V – F – F – V. A primeira afirmativa é verdadeira, pois o conceito de chip no CDMA possibilita que as estações transmitam ao mesmo tempo no espectro e em diferentes ondas, uma vez que o chip permite a diferenciação das informações. A segunda afirmativa também é verdadeira, uma vez que a principal característica do OFDM consiste no envio de múltiplas portadoras ao gerar subportadoras. A terceira afirmativa é falsa, pois o OFDM, e não o CDMA, realiza transmissões de dados em paralelo. A quarta afirmativa é falsa, pois o OFDMA agrupa as suportadoras em blocos e o OFDM as intercala. A quinta e última afirmativa está correta, pois o OFDMA deriva do OFDM e permite múltiplos acessos e múltiplos usuários, associando cada usuário a um bloco de subportadoras. B. F – F – F – V – V. A sequência correta é V – V – F – F – V. A primeira afirmativa é verdadeira, pois o conceito de chip no CDMA possibilita que as estações transmitam ao mesmo tempo no espectro e em diferentes ondas, uma vez que o chip permite a diferenciação das informações. A segunda afirmativa também é verdadeira, uma vez que a principal característica do OFDM consiste no envio de múltiplas portadoras ao gerar subportadoras. A terceira afirmativa é falsa, pois o OFDM, e não o CDMA, realiza transmissões de dados em paralelo. A quarta afirmativa é falsa, pois o OFDMA agrupa as suportadoras em blocos e o OFDM as intercala. A quinta e última afirmativa está correta, pois o OFDMA deriva do OFDM e permite múltiplos acessos e múltiplos usuários, associando cada usuário a um bloco de subportadoras. C. F – V – F – F – V. A sequência correta é V – V – F – F – V. A primeira afirmativa é verdadeira, pois o conceito de chip no CDMA possibilita que as estações transmitam ao mesmo tempo no espectro e em diferentes ondas, uma vez que o chip permite a diferenciação das informações. A segunda afirmativa também é verdadeira, uma vez que a principal característica do OFDM consiste no envio de múltiplas portadoras ao gerar subportadoras. A terceira afirmativa é falsa, pois o OFDM, e não o CDMA, realiza transmissões de dados em paralelo. A quarta afirmativa é falsa, pois o OFDMA agrupa as suportadoras em blocos e o OFDM as intercala. A quinta e última afirmativa está correta, pois o OFDMA deriva do OFDM e permite múltiplos acessos e múltiplos usuários, associando cada usuário a um bloco de subportadoras. D. V – F – V – F – F. A sequência correta é V – V – F – F – V. A primeira afirmativa é verdadeira, pois o conceito de chip no CDMA possibilita que as estações transmitam ao mesmo tempo no espectro e em diferentes ondas, uma vez que o chip permite a diferenciação das informações. A segunda afirmativa também é verdadeira, uma vez que a principal característica do OFDM consiste no envio de múltiplas portadoras ao gerar subportadoras. A terceira afirmativa é falsa, pois o OFDM, e não o CDMA, realiza transmissões de dados em paralelo. A quarta afirmativa é falsa, pois o OFDMA agrupa as suportadoras em blocos e o OFDM as intercala. A quinta e última afirmativa está correta, pois o OFDMA deriva do OFDM e permite múltiplos acessos e múltiplos usuários, associando cada usuário a um bloco de subportadoras. E. V – V – F – F – V. A sequência correta é V – V – F – F – V. A primeira afirmativa é verdadeira, pois o conceito de chip no CDMA possibilita que as estações transmitam ao mesmo tempo no espectro e em diferentes ondas, uma vez que o chip permite a diferenciação das informações. A segunda afirmativa também é verdadeira, uma vez que a principal característica do OFDM consiste no envio de múltiplas portadoras ao gerar subportadoras. A terceira afirmativa é falsa, pois o OFDM, e não o CDMA, realiza transmissões de dados em paralelo. A quarta afirmativa é falsa, pois o OFDMA agrupa as suportadoras em blocos e o OFDM as intercala. A quinta e última afirmativa está correta, pois o OFDMA deriva do OFDM e permite múltiplos acessos e múltiplos usuários, associando cada usuário a um bloco de subportadoras. 5. O codificador de canal consiste em um bloco funcional dos sistemas de comunicação de dados sem fio capaz de interagir diretamente com a modulação. Existem funções específicas do codificador e particularidades de funcionamento que, juntas, definem características únicas desse bloco. Sobre essas particularidades, analise as seguintes sentenças:I. O espaço e as frequências podem ser adaptados por meio do codificador de canal. II. A diversidade de tempo pode ser ajustada no bloco funcional responsável pela modulação. III. A redundância necessária para identificação de erros provém da função de embaralhamento. IV. A codificação para correção de erros garante uma probabilidade equivalente de 0s e 1s. V. O entrelaçamento de dados (interleaving) evita concentrar erros em intervalos curtos de tempo. Agora, assinale a alternativa que apresenta a resposta correta. A. Somente a afirmativa IV está correta. Somente a afirmativa V está correta, pois o entrelaçamento de dados (interleaving), de fato, busca evitar a concentração de erros em intervalos curtos, empregando algoritmos de distribuição temporal. As diversidades de frequência e espaço podem ser adaptadas na modulação. A diversidade de tempo pode ser ajustada no bloco funcional responsável no codificador de canal. O embaralhamento (scrambling) garante uma probabilidade equivalente de 0s e 1s. A codificação para detecção e correção de erros agrega redundância para facilitar a identificação de erros. B. As afirmativas II e III estão corretas. Somente a afirmativa V está correta, pois o entrelaçamento de dados (interleaving), de fato, busca evitar a concentração de erros em intervalos curtos, empregando algoritmos de distribuição temporal. As diversidades de frequência e espaço podem ser adaptadas na modulação. A diversidade de tempo pode ser ajustada no bloco funcional responsável no codificador de canal. O embaralhamento (scrambling) garante uma probabilidade equivalente de 0s e 1s. A codificação para detecção e correção de erros agrega redundância para facilitar a identificação de erros. C. As afirmativas II e V estão corretas. Somente a afirmativa V está correta, pois o entrelaçamento de dados (interleaving), de fato, busca evitar a concentração de erros em intervalos curtos, empregando algoritmos de distribuição temporal. As diversidades de frequência e espaço podem ser adaptadas na modulação. A diversidade de tempo pode ser ajustada no bloco funcional responsável no codificador de canal. O embaralhamento (scrambling) garante uma probabilidade equivalente de 0s e 1s. A codificação para detecção e correção de erros agrega redundância para facilitar a identificação de erros. D. Somente a afirmativa V está correta. Somente a afirmativa V está correta, pois o entrelaçamento de dados (interleaving), de fato, busca evitar a concentração de erros em intervalos curtos, empregando algoritmos de distribuição temporal. As diversidades de frequência e espaço podem ser adaptadas na modulação. A diversidade de tempo pode ser ajustada no bloco funcional responsável no codificador de canal. O embaralhamento (scrambling) garante uma probabilidade equivalente de 0s e 1s. A codificação para detecção e correção de erros agrega redundância para facilitar a identificação de erros. E. As afirmativas I e IV estão corretas. Somente a afirmativa V está correta, pois o entrelaçamento de dados (interleaving), de fato, busca evitar a concentração de erros em intervalos curtos, empregando algoritmos de distribuição temporal. As diversidades de frequência e espaço podem ser adaptadas na modulação. A diversidade de tempo pode ser ajustada no bloco funcional responsável no codificador de canal. O embaralhamento (scrambling) garante uma probabilidade equivalente de 0s e 1s. A codificação para detecção e correção de erros agrega redundância para facilitar a identificação de erros. 1. Os sistemas móveis estão se tornando cada vez mais sofisticados e eficientes, com alto compartilhamento de recursos por múltiplos usuários. Marque a opção que representa as duas tecnologias de acesso múltiplo, com múltiplas portadoras. A. OFDMA e DSP. As duas tecnologias de acesso múltiplo, com múltiplas portadoras, são o CDMA e suas variações e o OFDMA. DPS é a sigla para Digital Signal Processing, que, por conta de seu avanço, alavancou o desenvolvimento de sistema de comunicação. O PDA é a sigla para Personal Digital Assistant, que são dispositivos móveis utilizados pelos usuários como assistentes pessoais. B. CDMA e OFDMA. As duas tecnologias de acesso múltiplo, com múltiplas portadoras, são o CDMA e suas variações e o OFDMA. DPS é a sigla para Digital Signal Processing, que, por conta de seu avanço, alavancou o desenvolvimento de sistema de comunicação. O PDA é a sigla para Personal Digital Assistant, que são dispositivos móveis utilizados pelos usuários como assistentes pessoais. C. DSP e CDMA. As duas tecnologias de acesso múltiplo, com múltiplas portadoras, são o CDMA e suas variações e o OFDMA. DPS é a sigla para Digital Signal Processing, que, por conta de seu avanço, alavancou o desenvolvimento de sistema de comunicação. O PDA é a sigla para Personal Digital Assistant, que são dispositivos móveis utilizados pelos usuários como assistentes pessoais. D. PDA e OFDMA. As duas tecnologias de acesso múltiplo, com múltiplas portadoras, são o CDMA e suas variações e o OFDMA. DPS é a sigla para Digital Signal Processing, que, por conta de seu avanço, alavancou o desenvolvimento de sistema de comunicação. O PDA é a sigla para Personal Digital Assistant, que são dispositivos móveis utilizados pelos usuários como assistentes pessoais. E. CDMA e PDA. As duas tecnologias de acesso múltiplo, com múltiplas portadoras, são o CDMA e suas variações e o OFDMA. DPS é a sigla para Digital Signal Processing, que, por conta de seu avanço, alavancou o desenvolvimento de sistema de comunicação. O PDA é a sigla para Personal Digital Assistant, que são dispositivos móveis utilizados pelos usuários como assistentes pessoais. 2. Em 1992, surgiu a tecnologia CDMA na área de sistemas celulares, a partir de uma patente da Qualcom dos Estados Unidos. Qual das opções a seguir representa a tecnologia para a qual o CDMA foi criado como alternativa? A. W-CDMA. A tecnologia CDMA foi criada como alternativa para o TDMA, que era dominante nos celulares da época. O W-CDMA e o CDMA-2000 são padrões CDMA norte-americano e europeu, respectivamente. O DS-SS e o FH-SS são técnicas CDMA de espalhamento espectral. B. CDMA-2000. A tecnologia CDMA foi criada como alternativa para o TDMA, que era dominante nos celulares da época. O W-CDMA e o CDMA-2000 são padrões CDMA norte-americano e europeu, respectivamente. O DS-SS e o FH-SS são técnicas CDMA de espalhamento espectral. C. DS-SS. A tecnologia CDMA foi criada como alternativa para o TDMA, que era dominante nos celulares da época. O W-CDMA e o CDMA-2000 são padrões CDMA norte-americano e europeu, respectivamente. O DS-SS e o FH-SS são técnicas CDMA de espalhamento espectral. D. TDMA. A tecnologia CDMA foi criada como alternativa para o TDMA, que era dominante nos celulares da época. O W-CDMA e o CDMA-2000 são padrões CDMA norte-americano e europeu, respectivamente. O DS-SS e o FH-SS são técnicas CDMA de espalhamento espectral. E. FH-SS. A tecnologia CDMA foi criada como alternativa para o TDMA, que era dominante nos celulares da época. O W-CDMA e o CDMA-2000 são padrões CDMA norte-americano e europeu, respectivamente. O DS-SS e o FH-SS são técnicas CDMA de espalhamento espectral. 3. A técnica de espelhamento espectral utiliza uma largura de banda maior do que o necessário para transmitir a informação, o que pode ser justificado pelas seguintes características: I. A banda de espalhamento pode ser ocupada por múltiplos usuários simultaneamente, com uma interferência mínima entre eles. II. A potência do sinal de cada usuário pode ser bem abaixo da potência do ruído ou da interferência. III. Sinais de espalhamento espectral são muito robustos em relação a interferências de banda estreita. O processo de recuperação do sinal de informação filtra os sinais de interferência que podem ser confundidos com o ruído de fundo. Quais alternativas são verdadeiras em relação às características apresentadas? A. Alternativas I e II. As três características são verdadeiras a respeito da justificativa para a técnicade espelhamento espectral utilizar largura de banda maior do que o necessário para transmitir informação. B. Alternativas II e III. As três características são verdadeiras a respeito da justificativa para a técnica de espelhamento espectral utilizar largura de banda maior do que o necessário para transmitir informação. C. Alternativas I e III. As três características são verdadeiras a respeito da justificativa para a técnica de espelhamento espectral utilizar largura de banda maior do que o necessário para transmitir informação. D. Nenhuma das alternativas. As três características são verdadeiras a respeito da justificativa para a técnica de espelhamento espectral utilizar largura de banda maior do que o necessário para transmitir informação. E. Todas as alternativas. As três características são verdadeiras a respeito da justificativa para a técnica de espelhamento espectral utilizar largura de banda maior do que o necessário para transmitir informação. 4. A técnica de espelhamento espectral por saltos de frequência da portadora, ou FH-SS, possui uma das aplicações mais importantes em redes locais sem fio do padrão IEEE 802.11 do EIA do ano de 1999. Marque a opção que representa a característica correta do sistema. A. Fator de espelhamento de 80/1 ou 80. A característica correta para a técnica FH-SS é a taxa de informação de 1 ou 2 Mbits/s. O fator de espelhamento dessa técnica é de 75/1 ou 75. O número de subcanais com Bc em 1 MHz é igual a 75. O tempo de ocupação de um subcanal é igual a 400 ms. A banda de frequência livre é igual a 2,4 a 2,4835 GHz, com Be igual a 75 MHz nominal. B. Número de subcanais igual a 85, com Bc = 1 MHz. A característica correta para a técnica FH-SS é a taxa de informação de 1 ou 2 Mbits/s. O fator de espelhamento dessa técnica é de 75/1 ou 75. O número de subcanais com Bc em 1 MHz é igual a 75. O tempo de ocupação de um subcanal é igual a 400 ms. A banda de frequência livre é igual a 2,4 a 2,4835 GHz, com Be igual a 75 MHz nominal. C. Taxa de informação de 1 ou 2 Mbits/s. A característica correta para a técnica FH-SS é a taxa de informação de 1 ou 2 Mbits/s. O fator de espelhamento dessa técnica é de 75/1 ou 75. O número de subcanais com Bc em 1 MHz é igual a 75. O tempo de ocupação de um subcanal é igual a 400 ms. A banda de frequência livre é igual a 2,4 a 2,4835 GHz, com Be igual a 75 MHz nominal. D. Tempo de ocupação de um subcanal, ou delta t, igual a 1000 ms. A característica correta para a técnica FH-SS é a taxa de informação de 1 ou 2 Mbits/s. O fator de espelhamento dessa técnica é de 75/1 ou 75. O número de subcanais com Bc em 1 MHz é igual a 75. O tempo de ocupação de um subcanal é igual a 400 ms. A banda de frequência livre é igual a 2,4 a 2,4835 GHz, com Be igual a 75 MHz nominal. E. Banda de frequência livre igual a 4,2 a 4,2835 GHz. A característica correta para a técnica FH-SS é a taxa de informação de 1 ou 2 Mbits/s. O fator de espelhamento dessa técnica é de 75/1 ou 75. O número de subcanais com Bc em 1 MHz é igual a 75. O tempo de ocupação de um subcanal é igual a 400 ms. A banda de frequência livre é igual a 2,4 a 2,4835 GHz, com Be igual a 75 MHz nominal. 5. Com o desenvolvimento do processamento do sinal digital, houve um salto no avanço do desenvolvimento de sistemas de comunicação de dados, especialmente das técnicas de acesso por múltiplas portadoras. Qual o nome da técnica de modulação utilizada no sistema de transmissão OFDM para modular o conjunto das subportadoras? A. QAM. No sistema de transmissão OFDM, o conjunto das subportadoras é modulado utilizando técnicas de QAM. O FFT e o IFFT são operações lineares para realizar transformadas de Fourier. A sigla QoS diz respeito aos parâmetros de qualidade do serviço. O CDMA é uma das técnicas de espelhamento do espectro da informação que, assim como o OFDM, utiliza o conceito de acesso por múltiplas portadoras. B. FFT. No sistema de transmissão OFDM, o conjunto das subportadoras é modulado utilizando técnicas de QAM. O FFT e o IFFT são operações lineares para realizar transformadas de Fourier. A sigla QoS diz respeito aos parâmetros de qualidade do serviço. O CDMA é uma das técnicas de espelhamento do espectro da informação que, assim como o OFDM, utiliza o conceito de acesso por múltiplas portadoras. C. IFFT. No sistema de transmissão OFDM, o conjunto das subportadoras é modulado utilizando técnicas de QAM. O FFT e o IFFT são operações lineares para realizar transformadas de Fourier. A sigla QoS diz respeito aos parâmetros de qualidade do serviço. O CDMA é uma das técnicas de espelhamento do espectro da informação que, assim como o OFDM, utiliza o conceito de acesso por múltiplas portadoras. D. QoS. No sistema de transmissão OFDM, o conjunto das subportadoras é modulado utilizando técnicas de QAM. O FFT e o IFFT são operações lineares para realizar transformadas de Fourier. A sigla QoS diz respeito aos parâmetros de qualidade do serviço. O CDMA é uma das técnicas de espelhamento do espectro da informação que, assim como o OFDM, utiliza o conceito de acesso por múltiplas portadoras. E. CDMA. No sistema de transmissão OFDM, o conjunto das subportadoras é modulado utilizando técnicas de QAM. O FFT e o IFFT são operações lineares para realizar transformadas de Fourier. A sigla QoS diz respeito aos parâmetros de qualidade do serviço. O CDMA é uma das técnicas de espelhamento do espectro da informação que, assim como o OFDM, utiliza o conceito de acesso por múltiplas portadoras. 1. Para a transmissão de sinais em meio sem fio, existe a necessidade de se transformar o sinal originalmente digital em analógico. Para essa transmissão, qual é o tipo de canal necessário para a transmissão dos dados? A. Canal livre de obstáculos. Obstáculos, como paredes, prédios e morros, interferem nas transmissões, mas não as inviabilizam por completo. B. Canal banda base. O canal banda base é geralmente usado para a transmissão de dados em meio cabeado, por exemplo, onde os sinais estão confinados naquele meio. C. Canal livre de atenuação. Esse seria o canal ideal, mas na prática isso não se aplica, fora em curtas distâncias. D. Canal passa-faixa. Esse é o tipo de canal necessário para a transmissão de sinais originalmente digitais convertidos para analógicos. Isso porque o sinal digital é modulado para cima de uma frequência específica para o tipo de tecnologia sem fio que está sendo usada. E. Canal livre de ruído. No meio sem fio sempre haverá ruído. 2. O autor Fourozan afirma que: "A onda senoidal é definida por três características: amplitude, frequência e fase. Quando variamos qualquer uma dessas características, criamos uma versão diferente dessa onda. Assim, variando uma característica de um sinal elétrico simples, podemos usá-lo para representar dados digitais. Qualquer uma das três características pode ser alterada dessa forma, o que nos dá pelo menos três mecanismos para modular dados digitais em um sinal analógico". Qual das afirmativas relaciona corretamente o tipo de característica variada no sinal senoidal com o tipo de modulação analógica? A. PWS - Técnica que relaciona a fase e o comprimeito do sinal para a modulação. PWS não existe como especificação de modulção analógica. B. PSK - Técnica que usa a variação da frequência chaveada para a modulação do sinai digital. PSK - Usa o chaveamento da fase para a modulação em função do sinal digital fornecido. C. QAM - Usa uma combinação da variação da amplitude e da fase da portadora para modular o sinal digital. Essa é a forma atualmente mais eficiente e aplicada para a transmissão de sinais digitais sobre portadoras analógicas. D. FSK - Tem o sinal digital modulado em formato analógico em função da variação da fase da portadora. FSK - Usa o chaveamento por frequência para modular o sinal digital em formato analógico. E. ASK - Usa uma combinação da variação da amplitude e frequência da portadora analógica para modular o sinal digital. ASK - Usa o chaveamento por amplitude para modular o sinal digital em umaportadora analógica. . No processo de modulação analógica de sinais digitais, compreender o diagrama de constelação gerado pelas técnicas de modulação é muito importante. Assim, qual das afirmativas define melhor a representação gerada pelo diagrama de constelação? A. O diagrama de constelação é uma representação plana do módulo (amplitude) de fases possíveis de serem obtidas pelo sinal digital modulado em analógico. Definição mais completa sobre o diagrama de constelação. B. O diagrama de constelação representa todos os possíveis tipos de modulação. O diagrama não representa os tipos de modulação, mas, por observação do resultado do diagrama, pode-se inferir qual tipo de modulação é aplicada ao sinal. C. O diagrama de constelação mostra o formato da onda senoidal ao longo do tempo contínuo. O diagrama de constelação é uma representação dos possíveis pontos chaveados em tempo discreto pelo transmissor para representar o sinal modulado. D. O diagrama de constelação é usado apenas como uma representação matemática do sinal modulado. O diagrama de constelação tem aplicações bastante importantes no tratamento dos sinais transmitidos e recebidos nos sistemas transmissor/receptor, como a observação da interferência intersimbólica. E. O diagrama de constelação é limitado ao uso de sinais modulados em um único possível nível, não se aplicando por exemplo à técnica QAM. O diagrama de constelação é aplicado especialmente na especificação de sistemas moduladores multinível. 4. Além da configuração do tipo de modulação a aplicar para a transmissão de sinais, qual o outro elemento de extrema importância para o uso do meio sem fio que deve ser considerado? A. A quantidade de bateria necessária no modulador para gerar o sinal modulado. Em muitos casos esse item é desprezível. Pode se tornar significativo quando o modulador está embarcado em algum dispositivo de aplicação remota, sem fonte de energia próxima. B. O comprimento do cabo do transmissor até a antena. Esse cabo deve sempre atender às especificações do fabricante. C. O tempo de uso do sistema de transmissão sem fio. O tempo de uso não tem significância para o tipo de modulação aplicado. D. Se o rádio transmissor opera em frequências comerciais. O fato de o rádio transmissor operar em frequências comerciais ou não depende da aplicação. E. A largura de banda gerada pelo sinal modulado. Esse é o item mais importante aqui. Dependendo do tipo de modulação aplicada, pode-se ocupar mais ou menos banda do espectro. Ocupando mais banda do espectro, faixas em outras frequências podem ser sobrepostas degradando sinais de outras fontes transmissoras. 5. Considerando um modulador analógico para transmissão de sinais digitalizados, caso se queira a maior taxa de transmissão possível entre as possibilidades mostradas, por qual você iria optar? Considere que todos têm a mesma taxa de transmissão de símbolo. A. BPSK. Transmite 1 bit por símbolo. B. QPSK. Transmite 2 bits por símbolo. C. 4-QAM. Transmite 2 bits por símbolo. D. 16-QAM. Transmite 4 bits por símbolo. E. 256-QAM. Transmite 8 bits por símbolo. 1. Uma rede de computadores é construída para enviar informações de um ponto a outro. Essas informações, geradas pelos dispositivos e submetidas às camadas do modelo OSI ou TCP/IP, são conhecidas como pacotes de dados e estão no formato digital. Existe, porém, um outro conceito que envolve a transmissão de dados: os sinais digitais. Então, para uma transmissão de informações em uma rede de computadores, temos os conceitos de dados digitais e sinais digitais. Analise as alternativas abaixo e marque a que expõe CORRETAMENTE a relação entre dados e sinais digitais. A. Sinais digitais são os pacotes de dados gerados pelos dispositivos, e os dados digitais são os bits enviados pelo meio de comunicação. Apesar de esses conceitos parecerem semelhantes, há diferenças entre eles. Para saber quais são, pesquise sobre transmissão de sinais. B. A relação existente entre dados e sinais digitais é que os conceitos são exatamente iguais. Existe semelhança entre esses conceitos, que algumas vezes causa certa confusão, porém há uma diferença entre eles: um refere-se aos pacotes de dados gerados pelos dispositivos, e o outro refere-se à forma com que os bits são enviados pelo meio de comunicação. C. A relação existente entre eles é que as duas nomenclaturas se referem ao mesmo conceito, e esses dados e/ou sinais digitais circularão no meio físico na forma de sinais analógicos. Os conceitos não são os mesmos, e os sinais não são enviados somente na forma analógica. D. Dados digitais são os pacotes de dados gerados pelos dispositivos, e os sinais digitais são os dados convertidos em bits, que circulam pelo meio de comunicação. Os pacotes de dados, a partir do dispositivo de origem, quando chegam na camada de enlace, são convertidos em sinais digitais, os quais são transmitidos um a um pelo meio de comunicação. Técnicas de codificação, aplicadas a estes sinais, permitem que o dispositivo de destino saiba exatamente como remontar este conjunto de sinais recebidos em forma de pacotes de dados novamente. E. Não há nenhuma relação entre eles, pois são conceitos completamente diferentes. Independentemente se as informações estão representadas na forma de dados ou de sinais digitais, o resultado final da transmissão deve ser seguro, de forma que a informação enviada seja a mesma informação recebida; portanto, há uma grande relação entre esses conceitos. 2. Sabe-se que os dados podem ser digitais ou analógicos. Sabe-se também que os sinais que representam dados podem ser digitais ou analógicos. Para que os dados possam ser convertidos em sinais, independentemente da forma, eles precisam ser convertidos. Tratando especificamente da conversão de dados digitais para sinais digitais, existem técnicas de conversão que podem ser adotadas. Analise as alternativas e marque a que mostra CORRETAMENTE as técnicas que podem ser adotadas para conversão de dados digitais para sinais digitais. A. Codificação de linha, codificação de blocos e mistura de sinais. Essas são as três técnicas usadas para conversão, sendo que a codificação de linha é sempre necessária. As demais não são necessariamente utilizadas. B. Elemento de sinal e elemento de dados. Apesar de os termos estarem diretamente ligados à transmissão de dados digitais, os elementos de dados são aquilo que precisamos transmitir, e os elementos de sinal são aquilo que podemos transmitir, porém, não são técnicas de conversão. C. Técnica de cancelamento e técnica de acoplagem. Nenhum dos termos refere-se às técnicas de conversão de sinais. A técnica de cancelamento é um termo utilizado em cabos UTP para anulação de ruído entre os pares trançados do cabo; já a técnica de acoplagem não faz referência a nenhum termo de transmissão de dados. D. Taxa de pulsos, taxa de modulação e taxa de transmissão. Esses termos são utilizados para definir a taxa de sinais, e não as técnicas de conversão para sinais. E. Modulação por código de pulso e modulação delta. Essas modulações referem-se às técnicas utilizadas para conversão de sinais analógicos em dados digitais. 3. Da mesma forma que necessitamos converter dados digitais para sinais digitais, o mesmo ocorre quando se trata de conversão analógica-analógica, processo este conhecido como modulação analógica, que é a representação de informações analógicas por um sinal analógico. Essa conversão pode ocorrer por meio de três diferentes processos: A. Modulações síncrona, assíncrona e isócrona. Esses termos não fazem referência ao processo de modulação, mas, sim, às formas de transmissão digital. B. Modulação por chaveamento de amplitude (ASK), modulação por chaveamento de frequência (FSK) e modulação por chaveamento de fase (PSK). Essas formas de modulação referem-se às formas de conversão digital analógica. C. AM, FM e PM. Esses são os métodos corretos para modulação analógica e significam, respectivamente: AM (modulação em amplitude), FM (modulação em frequência)e PM (modulação em fase). D. Codificação de linha, codificação de blocos e mistura de sinais. Apesar de serem técnicas de conversão, esses conceitos são utilizados para conversão digital-digital, e não analógico-analógico. E. NRZ-L, NRZ-I, bifásico. Esses termos referem-se ao método de codificação digital unipolar e fazem referência direta à forma de sincronização de sinais. 4. Em transmissões digitais, diz-se que o objetivo a ser alcançado para garantir um melhor desempenho é aumentar a taxa de dados e, ao mesmo tempo, diminuir a taxa de sinal. Analise as alternativas abaixo e assinale a que define CORRETAMENTE a relação existente entre esses conceitos. A. A taxa de dados define o número de elementos de sinal enviados na forma de 0 (zero), enquanto a taxa de sinal define o número de elementos de dados enviados na forma de 0 (zero). A forma de bit, que é considerada para medir o fluxo de dados e sinais, é a que tem formato 1. B. A taxa de dados refere-se à quantidade de bits convertidos, e a taxa de sinal é a quantidade de sinais enviados. A taxa de dados não se refere somente à quantidade de bits convertidos, mas, sim, à quantidade de elementos de dados enviados na forma de 1. C. A taxa de dados e a taxa de sinais têm o mesmo significado, porém com nomes diferentes. Ambas se referem à quantidade de bits enviados. Um dos conceitos faz referência à taxa de produção, e o outro refere-se ao sinal enviado pelo meio de comunicação. D. A taxa de dados define o número de elementos de sinal enviados na forma de 1, enquanto a taxa de sinal define o número de elementos de dados enviados na forma de 1. Aumentar a taxa de produção de dados eleva a velocidade de transmissão, e reduzir a taxa de sinal diminui as exigências em termos de largura de banda. E. A taxa de dados define o número de elementos de dados (bits) enviados na forma de 1. A unidade é bits por segundo (bps), e a taxa de sinal é o número de elementos de sinal enviados na forma de 1. Aumentar a taxa de produção de dados eleva a velocidade de transmissão, e reduzir a taxa de sinal diminui as exigências em termos de largura de banda. 5. Quanto às técnicas de conversão de dados digitais para sinais digitais, existem três técnicas que podem ser utilizadas, porém a utilização de uma delas sempre é requerida, e as demais nem sempre se fazem necessárias. Identifique dentre as alternativas qual é a técnica INDISPENSÁVEL para a conversão digital-digital. A. Codificação de linha. A codificação de linha sempre ocorre, pois é por meio dela que se converte uma sequência de bits em um sinal digital. No emissor, os dados digitais são codificados em um sinal digital; no receptor, os dados digitais são recriados, reconvertendo-se o sinal digital. B. Codificação manchester. A codificação manchester é uma das formas em que pode ocorrer a codificação de linha, então, ele poderá ocorrer em algum momento, porém não necessariamente tenha de ser essa a forma de codificação. C. Codificação de bloco. A codificação de bloco ocorrerá somente se for necessária redundância para garantir sincronismo e para fornecer algum tipo de detecção de erros inerentes. A codificação de blocos pode fornecer essa redundância e melhorar o desempenho da codificação de linha. D. Mistura de sinais. Para que ocorra a mistura de sinais, devem ocorrer outras duas formas de codificação, pois ela é a combinação da codificação de blocos com a codificação de linha. Portanto, não é essa a forma de codificação que sempre se faz necessária. E. Codificação 3B/4B. A codificação 3B/4B é uma das formas em que pode ocorrer a codificação de blocos, então, ela poderá ocorrer em algum momento, mas não necessariamente ocorrerá sempre. Conteúdo Complementar 1. O controle de potência é importante, pois permite alterar o funcionamento da carga acionada. Qual é a principal vantagem oferecida pela modulação por largura de pulso (PWM) utilizada pelos sistemas microcontrolados? A. Evita a produção de harmônicas ao operar com padrões de frequência bem definidos. Os sistemas digitais trabalham com níveis lógicos bem definidos: alto e baixo. O PWM permite que esse tipo de sistema possa interagir de forma mais dinâmica com uma carga que permite diferentes níveis de intensidade. A frequência, nesse caso, pode ser alterada enquanto o ciclo de trabalho é alterado para modificar a amplitude média. Apesar disso, o PWM tem suas limitações e, entre outros problemas, o chaveamento em frequências elevadas pode criar ruídos pelo circuito, além de não ter a mesma precisão de outras técnicas lineares de controle. B. Não é possível alterar a frequência do sinal de saída. Os sistemas digitais trabalham com níveis lógicos bem definidos: alto e baixo. O PWM permite que esse tipo de sistema possa interagir de forma mais dinâmica com uma carga que permite diferentes níveis de intensidade. A frequência, nesse caso, pode ser alterada enquanto o ciclo de trabalho é alterado para modificar a amplitude média. Apesar disso, o PWM tem suas limitações e, entre outros problemas, o chaveamento em frequências elevadas pode criar ruídos pelo circuito, além de não ter a mesma precisão de outras técnicas lineares de controle. C. Permite regular a tensão utilizando os mesmo níveis lógicos. Os sistemas digitais trabalham com níveis lógicos bem definidos: alto e baixo. O PWM permite que esse tipo de sistema possa interagir de forma mais dinâmica com uma carga que permite diferentes níveis de intensidade. A frequência, nesse caso, pode ser alterada enquanto o ciclo de trabalho é alterado para modificar a amplitude média. Apesar disso, o PWM tem suas limitações e, entre outros problemas, o chaveamento em frequências elevadas pode criar ruídos pelo circuito, além de não ter a mesma precisão de outras técnicas lineares de controle. D. O comprimento de onda não pode ser alterado. Os sistemas digitais trabalham com níveis lógicos bem definidos: alto e baixo. O PWM permite que esse tipo de sistema possa interagir de forma mais dinâmica com uma carga que permite diferentes níveis de intensidade. A frequência, nesse caso, pode ser alterada enquanto o ciclo de trabalho é alterado para modificar a amplitude média. Apesar disso, o PWM tem suas limitações e, entre outros problemas, o chaveamento em frequências elevadas pode criar ruídos pelo circuito, além de não ter a mesma precisão de outras técnicas lineares de controle. E. É mais preciso e eficaz que outras técnicas. Os sistemas digitais trabalham com níveis lógicos bem definidos: alto e baixo. O PWM permite que esse tipo de sistema possa interagir de forma mais dinâmica com uma carga que permite diferentes níveis de intensidade. A frequência, nesse caso, pode ser alterada enquanto o ciclo de trabalho é alterado para modificar a amplitude média. Apesar disso, o PWM tem suas limitações e, entre outros problemas, o chaveamento em frequências elevadas pode criar ruídos pelo circuito, além de não ter a mesma precisão de outras técnicas lineares de controle. 2. O segredo de um bom microcontrolador está em proporcionar grande flexibilidade, além do poder de processamento com custos, tamanho, consumo e preços mais reduzidos. Assim, é prática comum o compartilhamento de funções entre diferentes módulos com mecanismos de operação similares ou complementares. Para produzir um sinal de PWM simples, um microcontrolador deve dispor principalmente de: A. temporizadores. Temporizadores para controlar o ciclo de trabalho e a frequência do sinal, junto do controle de alguma saída digital, são os requisitos fundamentais para produzir um PWM. Apesar de possível, não há necessidade de sinalizar as mudanças do ciclo ou qualquer outro evento durante o PWM. Já os módulos de captura e comparação podem estar presentes no microcontrolador e até no mesmo módulo do PWM, o que não é uma regra. Já os somadores são completamente dispensáveis para essa função. B. sinalizadores de interrupção. Temporizadores para controlar o ciclo de trabalho e a frequência do sinal, junto do controle de alguma saída digital,são os requisitos fundamentais para produzir um PWM. Apesar de possível, não há necessidade de sinalizar as mudanças do ciclo ou qualquer outro evento durante o PWM. Já os módulos de captura e comparação podem estar presentes no microcontrolador e até no mesmo módulo do PWM, o que não é uma regra. Já os somadores são completamente dispensáveis para essa função. C. somadores. Temporizadores para controlar o ciclo de trabalho e a frequência do sinal, junto do controle de alguma saída digital, são os requisitos fundamentais para produzir um PWM. Apesar de possível, não há necessidade de sinalizar as mudanças do ciclo ou qualquer outro evento durante o PWM. Já os módulos de captura e comparação podem estar presentes no microcontrolador e até no mesmo módulo do PWM, o que não é uma regra. Já os somadores são completamente dispensáveis para essa função. D. módulos de captura de sinal. Temporizadores para controlar o ciclo de trabalho e a frequência do sinal, junto do controle de alguma saída digital, são os requisitos fundamentais para produzir um PWM. Apesar de possível, não há necessidade de sinalizar as mudanças do ciclo ou qualquer outro evento durante o PWM. Já os módulos de captura e comparação podem estar presentes no microcontrolador e até no mesmo módulo do PWM, o que não é uma regra. Já os somadores são completamente dispensáveis para essa função. E. módulos de comparação de sinal. Temporizadores para controlar o ciclo de trabalho e a frequência do sinal, junto do controle de alguma saída digital, são os requisitos fundamentais para produzir um PWM. Apesar de possível, não há necessidade de sinalizar as mudanças do ciclo ou qualquer outro evento durante o PWM. Já os módulos de captura e comparação podem estar presentes no microcontrolador e até no mesmo módulo do PWM, o que não é uma regra. Já os somadores são completamente dispensáveis para essa função. 3. Considere um microcontrolador com ciclo de máquina de 4 pulsos rodando com um oscilador de 20MHz e registradores de 8 bits. Qual será a menor frequência possível para um sinal de PWM caso a contagem do temporizador associado seja escalável em até 64 vezes? A. 305Hz. fpwm = fosc/(pcm . fd . C) Fosc = 20MHz pcm = 4 fd = 64 C = 2^8 = 256 fpwm = 20MHz/(4 . 64 . 256) fpwm = 305Hz B. 78,125kHz. fpwm = fosc/(pcm . fd . C) Fosc = 20MHz pcm = 4 fd = 64 C = 2^8 = 256 fpwm = 20MHz/(4 . 64 . 256) fpwm = 305Hz C. 1,22kHz. fpwm = fosc/(pcm . fd . C) Fosc = 20MHz pcm = 4 fd = 64 C = 2^8 = 256 fpwm = 20MHz/(4 . 64 . 256) fpwm = 305Hz D. 312,5kHz. fpwm = fosc/(pcm . fd . C) Fosc = 20MHz pcm = 4 fd = 64 C = 2^8 = 256 fpwm = 20MHz/(4 . 64 . 256) fpwm = 305Hz E. 1,225kHz. fpwm = fosc/(pcm . fd . C) Fosc = 20MHz pcm = 4 fd = 64 C = 2^8 = 256 fpwm = 20MHz/(4 . 64 . 256) fpwm = 305Hz 4. Considerando o PIC16F877A, que utiliza temporizador Timer 2 de 8 bits e módulo CCP com PWM de 10 bits, operando com clock de 4 MHz, determine qual dos algoritmos a seguir produzirá um PWM com ciclo de trabalho de 30% e frequência de 2kHz? A. TRISC2 = 0; PR2 = 124; CCPR1L = 37; CCP1CONbits.CCP1X = 1; CCP1CONbits.CCP1Y = 0; T2CONbits.T2CKPS = 0b01; T2CONbits.TMR2ON = 1; CCP1CONbits.CCP1M = 0b1111; PR2 = fosc/(fpwm . 4 . T2PRE) - 1 PR2 = 4MHz/(2kHz . 4 . 4) - 1 PR2 = 124 RPWM = k . fosc/(fpwm . T2PRE) RPWM = 0,3 . 4MHz/(2kHz . 4) RPWM = 150 (10 bits) RPWM = 0b0010010110 8 mais significativos: 0b00100101 = 37 CCP1X = 1 CCP1Y = 0 Prescaler 1:4 no Timer 2 é T2CKPS = 0b01 Para ligar o Timer 2: TMR2ON = 1 B. TRISC2 = 0; PR2 = 31; CCPR1L = 37; CCP1CONbits.CCP1X = 0; CCP1CONbits.CCP1Y = 1; T2CONbits.T2CKPS = 0b01; T2CONbits.TMR2ON = 1; CCP1CONbits.CCP1M = 0b0011; PR2 = fosc/(fpwm . 4 . T2PRE) - 1 PR2 = 4MHz/(2kHz . 4 . 4) - 1 PR2 = 124 RPWM = k . fosc/(fpwm . T2PRE) RPWM = 0,3 . 4MHz/(2kHz . 4) RPWM = 150 (10 bits) RPWM = 0b0010010110 8 mais significativos: 0b00100101 = 37 CCP1X = 1 CCP1Y = 0 Prescaler 1:4 no Timer 2 é T2CKPS = 0b01 Para ligar o Timer 2: TMR2ON = 1 C. TRISC2 = 0; PR2 = 124; CCPR1L = 150; CCP1CONbits.CCP1X = 1; CCP1CONbits.CCP1Y = 0; T2CONbits.T2CKPS = 0b01; T2CONbits.TMR2ON = 1; CCP1CONbits.CCP1M = 0b1100; PR2 = fosc/(fpwm . 4 . T2PRE) - 1 PR2 = 4MHz/(2kHz . 4 . 4) - 1 PR2 = 124 RPWM = k . fosc/(fpwm . T2PRE) RPWM = 0,3 . 4MHz/(2kHz . 4) RPWM = 150 (10 bits) RPWM = 0b0010010110 8 mais significativos: 0b00100101 = 37 CCP1X = 1 CCP1Y = 0 Prescaler 1:4 no Timer 2 é T2CKPS = 0b01 Para ligar o Timer 2: TMR2ON = 1 D. TRISC2 = 0; PR2 = 37; CCPR1L = 150; CCP1CONbits.CCP1X = 0; CCP1CONbits.CCP1Y = 1; T2CONbits.T2CKPS = 0b10; T2CONbits.TMR2ON = 1; CCP1CONbits.CCP1M = 0b0011; PR2 = fosc/(fpwm . 4 . T2PRE) - 1 PR2 = 4MHz/(2kHz . 4 . 4) - 1 PR2 = 124 RPWM = k . fosc/(fpwm . T2PRE) RPWM = 0,3 . 4MHz/(2kHz . 4) RPWM = 150 (10 bits) RPWM = 0b0010010110 8 mais significativos: 0b00100101 = 37 CCP1X = 1 CCP1Y = 0 Prescaler 1:4 no Timer 2 é T2CKPS = 0b01 Para ligar o Timer 2: TMR2ON = 1 E. TRISC2 = 0; PR2 = 31; CCPR1L = 37; CCP1CONbits.CCP1X = 0; CCP1CONbits.CCP1Y = 1; T2CONbits.T2CKPS = 0b00; T2CONbits.TMR2ON = 0; CCP1CONbits.CCP1M = 0b1111; PR2 = fosc/(fpwm . 4 . T2PRE) - 1 PR2 = 4MHz/(2kHz . 4 . 4) - 1 PR2 = 124 RPWM = k . fosc/(fpwm . T2PRE) RPWM = 0,3 . 4MHz/(2kHz . 4) RPWM = 150 (10 bits) RPWM = 0b0010010110 8 mais significativos: 0b00100101 = 37 CCP1X = 1 CCP1Y = 0 Prescaler 1:4 no Timer 2 é T2CKPS = 0b01 Para ligar o Timer 2: TMR2ON = 1 Modo PWM: CCP1CONbits.CCP1M = 0b11xx X = indiferente. 5. A partir de um PWM, a depender da carga, a intensidade percebida será similar a de uma tensão constante de valor médio equivalente ao PWM produzido. A partir do código de configuração a seguir, considerando um PIC16F877A, com clock de 20MHz e alimentação de 5V, determine a tensão média esperada na carga e qual a frequência do sinal gerado. PR2 = 99; CCPR1L = 70; CCP1X = 0; CCP1Y = 0; TRISC2 = 0; T2CONbits.T2CKPS = 0b00; TMR2ON = 1; CCP1CONbits.CCP1M = 0b1100; A. 3,5V e 50kHz. O Timer está configurado para um prescaler de 1:1 (T2CKPS = 0b00). E os registradores que compõem o duty cycle têm um valor em conjunto de: 280 (CCPR1L : CCP1X : CCP1Y). fpwm = fosc/[(PR2 + 1) . 4 . T2PRE] fpwm = 20MHz/[(99 + 1) . 4 . 1] fpwm = 20MHz/400 fpwm = 50kHz Rpwm = k .fosc/(fpwm . T2PRE) Isolando o valor de k: k = Rpwm . fpwm . T2PRE/fosc k = 280 . 50kHz . 1/20MHz k = 0,7 Tensão média corresponde a: Vout = k . Vp = 0,7 . 5V = 3,5V B. 3,5V e 200kHz. O Timer está configurado para um prescaler de 1:1 (T2CKPS = 0b00). E os registradores que compõem o duty cycle têm um valor em conjunto de: 280 (CCPR1L : CCP1X : CCP1Y). fpwm = fosc/[(PR2 + 1) . 4 . T2PRE] fpwm = 20MHz/[(99 + 1) . 4 . 1] fpwm = 20MHz/400 fpwm = 50kHz Rpwm = k .fosc/(fpwm . T2PRE) Isolando o valor de k: k = Rpwm . fpwm . T2PRE/fosc k = 280 . 50kHz . 1/20MHz k = 0,7 Tensão média corresponde a: Vout = k . Vp = 0,7 . 5V = 3,5V C. 0,875 e 200kHz. O Timer está configurado para um prescaler de 1:1 (T2CKPS = 0b00). E os registradores que compõem o duty cycle têm um valor em conjunto de: 280 (CCPR1L : CCP1X : CCP1Y). fpwm = fosc/[(PR2 + 1) . 4 . T2PRE] fpwm = 20MHz/[(99 + 1) . 4 . 1] fpwm = 20MHz/400 fpwm = 50kHz Rpwm = k .fosc/(fpwm . T2PRE) Isolando o valor de k: k = Rpwm . fpwm . T2PRE/fosc k = 280 . 50kHz . 1/20MHz k = 0,7 Tensão média corresponde a: Vout = k . Vp = 0,7 . 5V = 3,5V D. 0,875 e 50kHz. O Timer está configurado para um prescaler de 1:1 (T2CKPS = 0b00). E os registradores que compõem o duty cycle têm um valor em conjunto de: 280 (CCPR1L : CCP1X : CCP1Y). fpwm = fosc/[(PR2 + 1) . 4 . T2PRE] fpwm = 20MHz/[(99 + 1) . 4 . 1] fpwm = 20MHz/400 fpwm = 50kHz Rpwm = k .fosc/(fpwm . T2PRE) Isolando o valor de k: k = Rpwm . fpwm . T2PRE/fosc k = 280 . 50kHz . 1/20MHz k = 0,7 Tensão média corresponde a: Vout = k . Vp = 0,7 . 5V = 3,5V E. 4,5V e 250kHz. O Timer está configurado para um prescaler de 1:1 (T2CKPS = 0b00). E os registradores que compõem o duty cycle têm um valor em conjunto de: 280 (CCPR1L: CCP1X : CCP1Y). fpwm = fosc/[(PR2 + 1) . 4 . T2PRE] fpwm = 20MHz/[(99 + 1) . 4 . 1] fpwm = 20MHz/400 fpwm = 50kHz Rpwm = k .fosc/(fpwm . T2PRE) Isolando o valor de k: k = Rpwm . fpwm . T2PRE/fosc k = 280 . 50kHz . 1/20MHz k = 0,7 Tensão média corresponde a: Vout = k . Vp = 0,7 . 5V = 3,5V 1. Em alguns microcontroladores, a razão de trabalho de um sinal PWM pode ser alterada ajustando um número inteiro entre 0 e 255, em que 0 e 255 representam, respectivamente, razão cíclica igual a 0 e 1. A forma de onda a seguir apresenta um sinal PWM lido na saída de um microcontrolador ao arbitrar um número inteiro. Determine a razão de trabalho do sinal observado. A. 20%. É possível observar que a forma de onda se repete de 1 em 1 segundo, ou seja, o período do sinal é 1 segundo. Em ambos os períodos, o sinal PWM permaneceu em nível lógico alto durante 0,4 segundos. Como a razão de trabalho (D) é a razão entre tempo em nível lógico alto (W) e período (T), tem-se que: D = W/T = 0,4/1 = 0,4 = 40%. B. 30%. É possível observar que a forma de onda se repete de 1 em 1 segundo, ou seja, o período do sinal é 1 segundo. Em ambos os períodos, o sinal PWM permaneceu em nível lógico alto durante 0,4 segundos. Como a razão de trabalho (D) é a razão entre tempo em nível lógico alto (W) e período (T), tem-se que: D = W/T = 0,4/1 = 0,4 = 40%. C. 40%. É possível observar que a forma de onda se repete de 1 em 1 segundo, ou seja, o período do sinal é 1 segundo. Em ambos os períodos, o sinal PWM permaneceu em nível lógico alto durante 0,4 segundos. Como a razão de trabalho (D) é a razão entre tempo em nível lógico alto (W) e período (T), tem-se que: D = W/T = 0,4/1 = 0,4 = 40%. D. 50%. É possível observar que a forma de onda se repete de 1 em 1 segundo, ou seja, o período do sinal é 1 segundo. Em ambos os períodos, o sinal PWM permaneceu em nível lógico alto durante 0,4 segundos. Como a razão de trabalho (D) é a razão entre tempo em nível lógico alto (W) e período (T), tem-se que: D = W/T = 0,4/1 = 0,4 = 40%. E. 60%. É possível observar que a forma de onda se repete de 1 em 1 segundo, ou seja, o período do sinal é 1 segundo. Em ambos os períodos, o sinal PWM permaneceu em nível lógico alto durante 0,4 segundos. Como a razão de trabalho (D) é a razão entre tempo em nível lógico alto (W) e período (T), tem-se que: D = W/T = 0,4/1 = 0,4 = 40%. 2. O sinal PWM pode ser utilizado para ligar e desligar um equipamento em alta frequência, seja um relé de estado sólido ou um transistor. Com relação ao PWM, é correto afirmar que: A. o PWM pode alterar sua amplitude sem alterar a frequência. O sinal PWM modula a largura do pulso do sinal pulsante. Idealmente, cada pulso deve manter sua amplitude e frequência constantes, ou seja, a largura pode ser alterada, porém, nem a amplitude ou a frequência podem ser modificadas. B. o PWM pode alterar sua frequência sem alterar a largura do pulso. O sinal PWM modula a largura do pulso do sinal pulsante. Idealmente, cada pulso deve manter sua amplitude e frequência constantes, ou seja, a largura pode ser alterada, porém, nem a amplitude ou a frequência podem ser modificadas. C. o PWM pode alterar a largura de pulso sem alterar a frequência. O sinal PWM modula a largura do pulso do sinal pulsante. Idealmente, cada pulso deve manter sua amplitude e frequência constantes, ou seja, a largura pode ser alterada, porém, nem a amplitude ou a frequência podem ser modificadas. D. o PWM pode alterar sua amplitude sem alterar a largura de pulso. O sinal PWM modula a largura do pulso do sinal pulsante. Idealmente, cada pulso deve manter sua amplitude e frequência constantes, ou seja, a largura pode ser alterada, porém, nem a amplitude ou a frequência podem ser modificadas. E. o PWM pode alterar sua frequência sem alterar a amplitude. O sinal PWM modula a largura do pulso do sinal pulsante. Idealmente, cada pulso deve manter sua amplitude e frequência constantes, ou seja, a largura pode ser alterada, porém, nem a amplitude ou a frequência podem ser modificadas. 3. Considere uma lâmpada incandescente de 40W ideal, ou seja, que transforma toda energia em luz, sem gerar calor. Essa lâmpada está sendo alimentada por uma fonte de tensão cuja forma de onda é um sinal PWM. Determine a largura de pulso para que a lâmpada ilumine apenas 64% de sua iluminação nominal. A. 90%. Como a lâmpada incandescente é ideal, sua luminosidade será proporcional à potência, bastando apenas calcular a largura de pulso que irá dissipar 64% da potência nominal, ou seja, 25,6W. Como a resistência da lâmpada não se altera, a potência varia com o quadrado da tensão, ou seja: P ∝ V2 Logo: Vmed=Vnominal √0,64= 0,8 ∙Vnominal A tensão média na lâmpada deverá ser de 80% da tensão nominal, ou seja, deve-se ajustar a largura de pulso do PWM para 80%. B. 80%. Como a lâmpada incandescente é ideal, sua luminosidade será proporcional à potência, bastando apenas calcular a largura de pulso que irá dissipar 64% da potência nominal, ou seja, 25,6W. Como a resistência da lâmpada não se altera, a potência varia com o quadrado da tensão, ou seja: P ∝ V2 Logo: Vmed=Vnominal √0,64= 0,8 ∙Vnominal A tensão média na lâmpada deverá ser de 80% da tensão nominal, ou seja, deve-se ajustar a largura de pulso do PWM para 80%. C. 70%. Como a lâmpada incandescente é ideal, sua luminosidade será proporcional à potência, bastando apenas calcular a largura de pulso que irá dissipar 64% da potência nominal, ou seja, 25,6W. Como a resistência da lâmpada não se altera, a potência varia com o quadrado da tensão, ou seja: P ∝ V2 Logo: Vmed=Vnominal √0,64= 0,8 ∙Vnominal A tensão média na lâmpada deverá ser de 80% da tensão nominal, ou seja, deve-se ajustar a largura de pulso do PWM para 80%. D. 60%. Como a lâmpada incandescente é ideal, sua luminosidade será proporcional à potência, bastando apenas calcular a largura de pulso que irá dissipar 64% da potência nominal, ou seja, 25,6W. Como a resistência da lâmpada não se altera, a potência varia com o quadrado da tensão, ou seja: P ∝ V2 Logo: Vmed=Vnominal √0,64= 0,8 ∙Vnominal A tensão média na lâmpada deverá ser de 80% da tensão nominal, ou seja, deve-se ajustar a largura de pulso do PWM para 80%. E. 50%. Como a lâmpada incandescente é ideal, sua luminosidade será proporcional à potência, bastando apenas calcular a largura de pulso que irá dissipar 64% da potência nominal, ou seja, 25,6W. Como a resistência da lâmpada não se altera, a potência varia com o quadrado da tensão, ou seja: P ∝ V2 Logo: Vmed=Vnominal √0,64= 0,8 ∙Vnominal A tensão média na lâmpada deverá ser de 80% da tensão nominal, ou seja, deve-se ajustar a largura de pulso do PWM para 80%. 4. Os sinais PWM podem ser gerados por uma vasta gama de topologias de circuitos. Uma delas é o circuito gerador de sinal PWM, utilizando um AmpOp como comparador (Figura 1). Para esse circuito, considere Vcc e R1 iguais a 10V e 6k ohms, respectivamente. Além disso, considere a forma de onda V_tri como a forma de onda triangular apresentada na Figura 2. Ajuste um valor para R2 de modo a obter na saída do amplificador operacional um sinal PWM com razão de trabalho de 80%. A. 1.000. B. 2.000. C. 3.000. D. 4.000. E. 5.000. 5. Um filtro RC é aplicado após um sinal PWM. Considere um filtro bem ajustado, com um capacitor suficientemente grande de modo a eliminar as oscilações de tensão. Determine o valor da tensão na saída do filtro RC para um sinal PWM que tem nível lógico baixo igual a 0V e alto igual a 10V, quando a razão de trabalho vale 30%. A. 2V. Um filtro RC bem ajustado extrai, idealmente, a média do sinal PWM. Assim, para um PWM que varia entre 0 e 10V com razão de trabalho de 30%, a média da tensão será de 3V. B. 3V. Um filtro RC bem ajustado extrai, idealmente, a média do sinal PWM. Assim, para um PWM que varia entre 0 e 10V com razão de trabalho de 30%, a média da tensão será de 3V. C. 4V. Um filtro RC bem ajustado extrai, idealmente, a média do sinal PWM. Assim, para um PWM que varia entre 0 e 10V com razão de trabalho de30%, a média da tensão será de 3V. D. 5V. Um filtro RC bem ajustado extrai, idealmente, a média do sinal PWM. Assim, para um PWM que varia entre 0 e 10V com razão de trabalho de 30%, a média da tensão será de 3V. E. 6V. Um filtro RC bem ajustado extrai, idealmente, a média do sinal PWM. Assim, para um PWM que varia entre 0 e 10V com razão de trabalho de 30%, a média da tensão será de 3V. 1. Apesar da característica essencialmente discreta dos sinais digitais, pode-se recorrer à modulação por meio de uma portadora analógica para melhorar a transmissão. Qual das características a seguir deve ser mantida constante em qualquer tipo de modulação? A. Amplitude. Independentemente do tipo de sinal utilizado e da forma como os dados são representados, amensagem é composta de um conjunto de símbolos ordenados para que serem atribuídos significados a eles. A portadora pode alterar o sinal da mensagem, afetando amplitude, frequência e fase por meio do processo de modulação, e influenciar diretamente no alcance devido à frequência do sinal da portadora em si, mas não pode alterar o significado da mensagem e, portanto, o símbolo. B. Frequência. Independentemente do tipo de sinal utilizado e da forma como os dados são representados, amensagem é composta de um conjunto de símbolos ordenados para que serem atribuídos significados a eles. A portadora pode alterar o sinal da mensagem, afetando amplitude, frequência e fase por meio do processo de modulação, e influenciar diretamente no alcance devido à frequência do sinal da portadora em si, mas não pode alterar o significado da mensagem e, portanto, o símbolo. C. Fase. Independentemente do tipo de sinal utilizado e da forma como os dados são representados, amensagem é composta de um conjunto de símbolos ordenados para que serem atribuídos significados a eles. A portadora pode alterar o sinal da mensagem, afetando amplitude, frequência e fase por meio do processo de modulação, e influenciar diretamente no alcance devido à frequência do sinal da portadora em si, mas não pode alterar o significado da mensagem e, portanto, o símbolo. D. Alcance. Independentemente do tipo de sinal utilizado e da forma como os dados são representados, amensagem é composta de um conjunto de símbolos ordenados para que serem atribuídos significados a eles. A portadora pode alterar o sinal da mensagem, afetando amplitude, frequência e fase por meio do processo de modulação, e influenciar diretamente no alcance devido à frequência do sinal da portadora em si, mas não pode alterar o significado da mensagem e, portanto, o símbolo. E. Símbolo. Independentemente do tipo de sinal utilizado e da forma como os dados são representados, amensagem é composta de um conjunto de símbolos ordenados para que serem atribuídos significados a eles. A portadora pode alterar o sinal da mensagem, afetando amplitude, frequência e fase por meio do processo de modulação, e influenciar diretamente no alcance devido à frequência do sinal da portadora em si, mas não pode alterar o significado da mensagem e, portanto, o símbolo. 2. A transmissão e a recepção de sinais requerem o uso de filtros para evitar que sinais diferentes interfiram na comunicação. A transmissão em banda passante difere da transmissão em banda base em: A. amplitude. A banda passante faz menção ao sinal transmitido dentro de uma faixa de frequência selecionada, com o auxílio de filtros tipo passa-faixa, enquanto a banda base é caracterizada por sinais passa-baixa, com frequência centrada em 0Hz. Assim, a diferença fundamental entre as duas é a frequência. Em ambos os casos, os sinais utilizados são tipicamente eletromagnéticos e, portanto, não diferem em relação à grandeza utilizada. Amplitude e fase são características que também podem ser alteradas, porém com outra finalidade: modular o sinal em uma portadora. Da mesma forma, a modulação pode ocorrer em ambos os casos. B. fase. A banda passante faz menção ao sinal transmitido dentro de uma faixa de frequência selecionada, com o auxílio de filtros tipo passa-faixa, enquanto a banda base é caracterizada por sinais passa-baixa, com frequência centrada em 0Hz. Assim, a diferença fundamental entre as duas é a frequência. Em ambos os casos, os sinais utilizados são tipicamente eletromagnéticos e, portanto, não diferem em relação à grandeza utilizada. Amplitude e fase são características que também podem ser alteradas, porém com outra finalidade: modular o sinal em uma portadora. Da mesma forma, a modulação pode ocorrer em ambos os casos. C. frequência. A banda passante faz menção ao sinal transmitido dentro de uma faixa de frequência selecionada, com o auxílio de filtros tipo passa-faixa, enquanto a banda base é caracterizada por sinais passa-baixa, com frequência centrada em 0Hz. Assim, a diferença fundamental entre as duas é a frequência. Em ambos os casos, os sinais utilizados são tipicamente eletromagnéticos e, portanto, não diferem em relação à grandeza utilizada. Amplitude e fase são características que também podem ser alteradas, porém com outra finalidade: modular o sinal em uma portadora. Da mesma forma, a modulação pode ocorrer em ambos os casos. D. modulação. A banda passante faz menção ao sinal transmitido dentro de uma faixa de frequência selecionada, com o auxílio de filtros tipo passa-faixa, enquanto a banda base é caracterizada por sinais passa-baixa, com frequência centrada em 0Hz. Assim, a diferença fundamental entre as duas é a frequência. Em ambos os casos, os sinais utilizados são tipicamente eletromagnéticos e, portanto, não diferem em relação à grandeza utilizada. Amplitude e fase são características que também podem ser alteradas, porém com outra finalidade: modular o sinal em uma portadora. Da mesma forma, a modulação pode ocorrer em ambos os casos. E. grandeza. A banda passante faz menção ao sinal transmitido dentro de uma faixa de frequência selecionada, com o auxílio de filtros tipo passa-faixa, enquanto a banda base é caracterizada por sinais passa-baixa, com frequência centrada em 0Hz. Assim, a diferença fundamental entre as duas é a frequência. Em ambos os casos, os sinais utilizados são tipicamente eletromagnéticos e, portanto, não diferem em relação à grandeza utilizada. Amplitude e fase são características que também podem ser alteradas, porém com outra finalidade: modular o sinal em uma portadora. Da mesma forma, a modulação pode ocorrer em ambos os casos. 3. A modulação em banda passante pode assumir diversas formas, cada uma delas com suas vantagens e diferentes níveis de complexidade. Assinale a alternativa que corresponde a uma modulação binária: A. ASK. A modulação ASK é a representação genérica de uma modulação em amplitude e pode assumir diferentes níveis de modulação. QAM é uma modulação que modifica fase e amplitude e, por isso, é capaz de representar múltiplos estados com mais facilidade. Assim como a ASK, não tem uma quantidade de níveis definidos. OOK é uma modulação em amplitude (ASK) contendo apenas os estados ligados e desligados, ou seja, é essencialmente binária. FSK representa qualquer modulação em frequência. Assim como ASK e QAM, pode ter muitos níveis. QPSK é uma modulação quadrática de fase. B. QAM. A modulação ASK é a representação genérica de uma modulação em amplitude e pode assumir diferentes níveis de modulação. QAM é uma modulação que modifica fase e amplitude e, por isso, é capaz de representar múltiplos estados com mais facilidade. Assim como a ASK, não tem uma quantidade de níveis definidos. OOK é uma modulação em amplitude (ASK) contendo apenas os estados ligados e desligados, ou seja, é essencialmente binária. FSK representa qualquer modulação em frequência. Assim como ASK e QAM, pode ter muitos níveis. QPSK é uma modulação quadrática de fase. C. OOK. A modulação ASK é a representação genérica de uma modulação em amplitude e pode assumir diferentes níveis de modulação. QAM é uma modulação que modifica fase e amplitude e, por isso, é capaz de representar múltiplosestados com mais facilidade. Assim como a ASK, não tem uma quantidade de níveis definidos. OOK é uma modulação em amplitude (ASK) contendo apenas os estados ligados e desligados, ou seja, é essencialmente binária. FSK representa qualquer modulação em frequência. Assim como ASK e QAM, pode ter muitos níveis. QPSK é uma modulação quadrática de fase. D. FSK. A modulação ASK é a representação genérica de uma modulação em amplitude e pode assumir diferentes níveis de modulação. QAM é uma modulação que modifica fase e amplitude e, por isso, é capaz de representar múltiplos estados com mais facilidade. Assim como a ASK, não tem uma quantidade de níveis definidos. OOK é uma modulação em amplitude (ASK) contendo apenas os estados ligados e desligados, ou seja, é essencialmente binária. FSK representa qualquer modulação em frequência. Assim como ASK e QAM, pode ter muitos níveis. QPSK é uma modulação quadrática de fase. E. QPSK. A modulação ASK é a representação genérica de uma modulação em amplitude e pode assumir diferentes níveis de modulação. QAM é uma modulação que modifica fase e amplitude e, por isso, é capaz de representar múltiplos estados com mais facilidade. Assim como a ASK, não tem uma quantidade de níveis definidos. OOK é uma modulação em amplitude (ASK) contendo apenas os estados ligados e desligados, ou seja, é essencialmente binária. FSK representa qualquer modulação em frequência. Assim como ASK e QAM, pode ter muitos níveis. QPSK é uma modulação quadrática de fase. 4. Um elemento de sinal em uma portadora pode representar um ou mais bits de dados. Quantos bps são transmitidos em uma portadora contendo 8 níveis de amplitude para cada elemento de sinal e uma taxa de transmissão de 100baud? A. 100bps. r = log28 = 3 S = N/r N = S.r N = 100 . 3 = 300bps B. 200bps. r = log28 = 3 S = N/r N = S.r N = 100 . 3 = 300bps C. 300bps. r = log28 = 3 S = N/r N = S.r N = 100 . 3 = 300bps D. 400bps. r = log28 = 3 S = N/r N = S.r N = 100 . 3 = 300bps E. 500bps. r = log28 = 3 S = N/r N = S.r N = 100 . 3 = 300bps 5. Esquemas de modulação em M-ário podem ser aproveitados para ampliar a taxa de transmissão de dados sem afetar a largura de banda necessária. Considerando a taxa de dados de 2.500bps, determine quantos bits são necessários para manter uma largura de banda menor que 1.000Hz. A. 1. A taxa de dados corresponde à quantidade de bits transmitidos por segundo, ou seja, a frequência do sinal. fb = 2.500Hz = 2.500bps Logo, a duração de cada bit é de: Tb = 1/fb = 1/2.500 = 400us A relação entre a largura de banda, o período e a quantidade de bits é dada por: B = 1/(m.Tb) Logo: B < 1/(m.Tb) 1.000 < 1/(m.400u) 1.000.400u < 1/m 0,4 < 1/m m > 1/0,4 m > 2,5 São necessários 2,5 bits. Como não existe meio bit, deve-se ter, pelo menos, 3 bits em cada elemento de sinal. B. 2. A taxa de dados corresponde a quantidade de bits transmitidos por segundo, ou seja, a frequência do sinal. fb = 2500 Hz = 2500bps Logo a duração de cada bit é de: Tb = 1/fb = 1/2500 = 400us A relação entre a largura de banda, período e quantidade de bits é dado por: B = 1/(m.Tb) Logo: B < 1/(m.Tb) 1000 < 1/(m.400u) 1000.400u < 1/m 0,4 < 1/m m > 1/0,4 m > 2,5 São necessários 2,5 bits, como não existe meio bit, deve-se ter pelo menos 3 bits em cada elemento de sinal. C. 3. A taxa de dados corresponde à quantidade de bits transmitidos por segundo, ou seja, a frequência do sinal. fb = 2.500Hz = 2.500bps Logo, a duração de cada bit é de: Tb = 1/fb = 1/2.500 = 400us A relação entre a largura de banda, o período e a quantidade de bits é dada por: B = 1/(m.Tb) Logo: B < 1/(m.Tb) 1.000 < 1/(m.400u) 1.000.400u < 1/m 0,4 < 1/m m > 1/0,4 m > 2,5 São necessários 2,5 bits. Como não existe meio bit, deve-se ter, pelo menos, 3 bits em cada elemento de sinal. D. 4. A taxa de dados corresponde à quantidade de bits transmitidos por segundo, ou seja, a frequência do sinal. fb = 2.500Hz = 2.500bps Logo, a duração de cada bit é de: Tb = 1/fb = 1/2.500 = 400us A relação entre a largura de banda, o período e a quantidade de bits é dada por: B = 1/(m.Tb) Logo: B < 1/(m.Tb) 1.000 < 1/(m.400u) 1.000.400u < 1/m 0,4 < 1/m m > 1/0,4 m > 2,5 São necessários 2,5 bits. Como não existe meio bit, deve-se ter, pelo menos, 3 bits em cada elemento de sinal. E. 5. A taxa de dados corresponde à quantidade de bits transmitidos por segundo, ou seja, a frequência do sinal. fb = 2.500Hz = 2.500bps Logo, a duração de cada bit é de: Tb = 1/fb = 1/2.500 = 400us A relação entre a largura de banda, o período e a quantidade de bits é dada por: B = 1/(m.Tb) Logo: B < 1/(m.Tb) 1.000 < 1/(m.400u) 1.000.400u < 1/m 0,4 < 1/m m > 1/0,4 m > 2,5 São necessários 2,5 bits. Como não existe meio bit, deve-se ter, pelo menos, 3 bits em cada elemento de sinal.