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Projeto e revisão de literatura

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A intenção destas lâminas é chamar atenção para certos itens que são observados tanto pelas bancas de defesa, como de concursos e pareceristas de periódicos acadêmicos. 
E, às vezes, por estarmos tão envolvidos com os nossos temas passam desapercebidos. Acontece com todos.
P R O J E T O
Tema e problema:
O que eu quero saber?
Objetivos:
Onde quero chegar
(há ocasiões em que os objetivos específicos podem se tornar o índice da tese)
Proposta metodológica:
Como eu faço para chegar lá?
O que vem primeiro?
A) o trabalho de campo
ou
B) revisão de literatura?
Letra B, revisão de literatura, porque o objeto de estudo (pesquisa/investigação) de nosso universo - os pesquisadores acadêmicos - precisa ser visto sob uma perspectiva teórica (conceitos teóricos). 
Antes de tudo construímos a perspectiva teórica, ou seja, quais os autores que vão ajudar a refletir sobre o meu objeto de investigação? E partir dessa perspectiva escolhida é que o pesquisador vai olhar a realidade que está investigando.
Se um pesquisador for a campo sem uma perspectiva teórica corre o risco de fazer uma análise sociológica/antropológica/ciência política do senso comum.
Aqui pode surgir uma questão: Qual a diferença entre tema e objeto?
O tema, geralmente, está relacionado à linha de pesquisa do orientador, ou aquela que vocês pretendem investir nos anos seguintes da carreira acadêmica ou profissional. É importante ter isso em mente.  O objeto de estudo é o recorte que se faz em cima do tema. Isso dá coerência e um fio condutor na vida do pesquisador(a).
Continuando.....uma vez construída a perspectiva teórica, ela nos fornecerá material para os instrumentos que vamos produzir (questionários) ou eles já podem estar prontos como os softwares de pesquisa, mas neste caso ela nos dará os parâmetros para ajustar esses programas.
 Quando coletarmos os dados das entrevistas, do fichamento do diário de campo etc..., ou seja, do material empírico, esses dados precisam ser analisados e discutidos a partir dos autores que escolhemos na revisão de literatura.
Mas o que acontece se vocês não realizarem uma revisão de literatura bem feita ou nem a fizerem?
Vocês se arriscam a fazer ou mesmo a realizar reflexões que não tem relação com o que vocês estão pesquisando a revisão de literatura, a resposta e a reflexão provavelmente não vai estar ligada com o aporte teórico escolhido. 
Logo vocês – pesquisadores acadêmicos - não vão conseguir explicar e discutir de forma teórica a resposta ou o dado encontrado no campo.
Por isso o referencial teórico tem que ser feito antes, é ele que vai dar condições para o pesquisador olhar os dados de campo obtidos sob a perspectiva teórica: no que ela me auxilia a refletir , a teria escolhida joga luz sobre que itens dos meus dados? E quais ela não me ajuda? Isso tem que ficar claro.
A perspectiva teórica (o aporte teórico) vai me indicar que material devo coletar, de que forma devo coletar, de que maneira devo entrevistar os interlocutores, quais são as perguntas que devem ser feitas, que devem estar presentes na entrevista.
A revisão de literatura dá o embasamento para vocês pensarem o objeto de estudo e o problema.
A má qualidade da revisão de literatura compromete todo o estudo, uma vez que esta não se constitui em uma seção isolada, mas ao contrário tem por objetivo iluminar o caminho a ser trilhado pelo pesquisador, desde a definição do problema até a interpretação dos resultados. Para isso, ela deve servir a dois aspectos básicos:
(a) a contextualização do problema dentro da área de estudo
(b) a análise do referencial teórico.
( Alvez-Mazzotti, 2002, p.26)
Fonte: ALVEZ – MAZZOTTI, Alda Judith. A “revisão da bibliografia” em teses e dissertações: meus tipos inesquecíveis – o retorno. In BIANCHETTI, Lucídio e MACHADO, Ana Maria N. Bússola de escrever. Cortez, 2002, p. 25-41.
REFERÊNCIAS:
MEDEIROS, João Bosco. Redação Científica. A prática de fichamentos resumos e resenhas. São Paulo: Atlas, 2004.
FERRAREZI JUNIOR, Celso. Guia do trabalho científico. Do projeto a redação final. São Paulo: Contexto, 2011.
BIANCHETTI, Lucídio e Machado, Ana Maria N. Bússola de escrever. Cortez, 2002.
 
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