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ATENDIMENTO PRÉ-
HOSPITALAR
TÓPICO: HISTÓRIA DO ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR (APH)
SIGNIFICADO DO TERMO APH
É a sigla utilizada quando se fala de atendimento pré-hospitalar;
Seu significado vem das ambulâncias e serviços de socorro que 
atendem chamados de emergência em casa ou na rua, oferecendo o 
primeiro atendimento médico.
SIGNIFICADO DO TERMO APH
• O uso do termo iniciou-se no final dos anos 1700, pelo médico chefe
militar francês de Napoleão, o Barão Dominique Jean Larrey;
• “Barão Larrey” é conhecido como o pai dos serviços de emergência
médica na era moderna e conseguiu reconhecer a necessidade de
atendimento pré-hospitalar imediato;
• No início dos anos 1800, estabeleceu a teoria básica do atendimento
pré-hospitalar que continuamos a usar até hoje:
FAZ PARTE DO APH
1. A ambulância;
2. Treinamento adequado de equipe médica e resgate;
3. Atendimento e recuperação do paciente no campo de batalha;
4. Controle de hemorragia ainda em campo;
5. Deslocamento para um hospital nas proximidades;
6. Prestação de cuidados durante o caminho;
7. Desenvolvimento de hospitais na linha de frente;
HISTÓRIA DO APH NO MUNDO
• França – Revolução Francesa;
• Guerra do Vietnã – uso de helicópteros e soldados com treinamento
em primeiros socorros;
HISTÓRIA DO APH NO MUNDO
• EUA - criação dos Serviços de Emergências Médicas;
1969 – Criação do curriculum de técnico de emergência médica (
soldados treinados para dar os primeiros socorros na guerra do
Vietnã, que voltaram para os EUA);
1972 – Departamento do trabalho reconhece a profissão.
HISTÓRIA DO APH NO BRASIL
• 1893: primeiros registros do serviço de atendimento pré-hospitalar (
Senado aprovou uma lei que pretendia estabelecer o socorro médico
de urgência na via pública no Rio de Janeiro);
• 1899: o Corpo de Bombeiros ( CB), colocava em ação a primeira
ambulância ( tração animal) para realizar o atendimento de urgência;
HISTÓRIA DO APH NO BRASIL
• Iniciou pós-guerra;
• 1949 surgiu o Serviço de Assistência Médica Domiciliar de Urgência –
SAMDU. O serviço permaneceu estáticos por quase 40 anos;
• Nos anos 50: instala-se o serviço de assistência médica domiciliar de
urgência ( SAMDU), na cidade de São Paulo.
• 1958: Foi implantado o CB na capital com apenas 1 auto bomba tanque;
HISTÓRIA DO APH NO BRASIL
• Década de 1970 em diante:
- Desproporção entre os equipamentos ditos modernos ( áreas hospitalares)
e os arcaicos ( pré-hospitalar – quando existiam);
- A sobrevida dos pacientes era muito menor; e, por outro lado, as sequelas
eram muito maiores;
- Verificou-se que o transporte das vítimas a qualquer custo não era o mais
recomendado;
- Ficou evidente a necessidade de se levar uma equipe especializada à cena
de ocorrência, para avaliação, estabilização e transporte a uma unidade
hospitalar.
- Prefeitura Municipal de São Paulo no final dos anos 70 com SBV ( SAV em
1996);
HISTÓRIA DO APH NO BRASIL
• A partir da década de 80: o APH passou a ser aplicado de forma mais
sistematizada pelo Corpo de Bombeiro, deu início à estruturação do
serviços de atendimento pré-hospitalar ( SVAPH);
• 1986 foi criado o GSE (Grupamento de Socorro de Emergência),
no Rio de Janeiro;
- Responsável em oferecer serviços de emergência que antes eram
realizados de forma irregular por equipes não treinadas em hospitais
públicos;
- Tornou-se modelo para outros estados;
• 1986/1987: Rio de Janeiro, a partir do Incêndio do Andorinha (
12/02/1986) inicia o primeiro SAV do Brasil com 20 ambulâncias;
• 1987 – SIATE ( Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em
Emergência – Região Metropolitana de Curitiba;
• 1988: foi iniciado pelo CB militar do Rio de Janeiro o socorro extra-
hospitalar aeromédico;
HISTÓRIA DO APH NO BRASIL
TIPOS DE APH
• APH FIXO: as pessoas se locomovem até um local específico a
fim de receber atendimento ( UPA’s e Pronto Socorros);
• APH MÓVEL: a ambulância( SAMU, SIATE,...) se locomove até
o local do evento ( acidental ou clínico);
HISTÓRIA DO APH NO BRASIL
• 1990: primeiras viaturas do CB e equipamentos;
• 1990: implantado o Sistema Integrado de Atendimento ao Trauma e
Emergências ( SIATE):
- Atendimento era realizado pelos socorristas do CB e médicos dentro do
Sistema Regulador;
- Serviu de modelo para a reestruturação do APH em nível nacional;
• A partir de 1990: o MS criou um Programa de Enfrentamento às
Emergências e Traumas ( PEET):
- Visava a diminuição da incidência e morbimortalidade por agravos externos
por meio de intervenção nos níveis de prevenção, atendimento pré-
hospitalar e reabilitação.
HISTÓRIA DO APH NO BRASIL
• Meados de 1995: iniciou a implantação do SAMU ( baseado no
modelo americano ou francês);
- Tem como referencial o médico, tanto na regulação do sistema, como
no atendimento e monitorização do paciente, até a recepção
hospitalar;
- É um serviço ligado ao SUS, hierarquizado e regionalizado;
- Possui comunicação direta com os centros hospitalares.
HISTÓRIA DO APH NO BRASIL
SAMU – SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA
A partir de 2003 
em vários 
Municípios do 
Brasil
HISTÓRIA DO APH EM GOIÂNIA
• 2000: implantação do SIATE
• Viaturas: 2 VIR ( veiculo de intervenção rápida – médico + enfermeiros +
socorrista, sempre acompanhado de uma UR) + 1 SIV ( Suporte intermediário
de vida – 1 enfermeiro + 1 técnico de enfermagem + 2 socorristas); asa móvel
e asa rotativa só funcionam no período diurno.
• 2004: Implantação do SAMU
• 2010: utilização das motolâncias, porém foram desqualificadas em 2015;
• 2019: Governo de Goiás lança serviço de transporte aeromédico de asa fixa
do Corpo de Bombeiros (atenderá: resgate aéreo, captação e transporte de
órgãos e tecidos para transplantes);
• Viaturas do SAMU: 13 USB e 4 USA
ATENDIMENTO PRÉ-
HOSPITALAR
PORTARIA 2.048 e 05 de novembro de 2002
PORTARIA 2.048/2002
• É dividida em tópicos:
1. Plano Estadual de Atendimento ás Urgências e Emergências
2. Regulação médica das urgências e emergências
3. Atendimento Pré-hospitalar Fixo
4. Atendimento Pré-hospitalar Móvel
5. Atendimento Hospitalar
6. Transferências e transporte inter-hospitalar
7. Núcleos de Educação em Urgência
PORTARIA 2.048/2002 – REGULAÇÃO MÉDICA 
DE URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS 
• É o elemento ordenador e orientador dos Sistemas Estaduais de
Urgência e Emergência;
• As Centrais são estruturadas nos níveis estadual, regional e/ou
municipal;
• Organizam a relação entre os vários serviços, qualificando o fluxo dos
pacientes no Sistema;
• Geram uma porta de comunicação aberta ao público em geral,
através da qual os pedidos de socorro são recebidos, avaliados e
hierarquizados.
PORTARIA 2.048/2002 - ATENDIEMENTO PRÉ-
HOSPITALAR FIXO
• A assistência é prestada num primeiro nível de atenção, aos pacientes
portadores de quadros agudos, de natureza clínica, traumática ou
ainda psiquiátrica, que possa levar a sofrimento, sequelas ou mesmo
à morte;
• Promove um atendimento e/ou transporte adequado a um serviço de
saúde hierarquizado, regulado e integrante do Sistema Estadual de
Urgência e Emergência;
• O atendimento é prestado em:
- Unidades básicas de saúde;
- Unidades do Programa de Saúde da Família (PSF);
- Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS);
- Ambulatórios especializados;
- Serviços de diagnóstico e terapia;
- Unidades não hospitalares de atendimento às urgências e
emergências;
- Serviços de atendimento pré-hospitalar móvel.
PORTARIA 2.048/2002 - ATENDIEMENTO PRÉ-
HOSPITALAR FIXO
PORTARIA 2.048/2002 - ATENDIMENTO PRÉ-
HOSPITALAR MÓVEL
• Considera-se como nível pré-hospitalar móvel na área de urgência, o
atendimento que procura chegar precocemente à vítima, após ter ocorrido
um agravo à sua saúde;
• É dividido em:
- Primário: o pedido de socorro é oriundo de um cidadão;
- Secundário: a solicitação é de um serviço de saúde, no qual o paciente já
tenha recebido o primeiro atendimento, mas necessita ser conduzido a
outro serviço de maior complexidade para a continuidade do tratamento.
• É vinculado a uma Centralde Regulação, com equipe e frota de veículos
compatíveis com as necessidades de saúde da população de um município
ou uma região;
PORTARIA 2.048/2002 - ATENDIMENTO 
HOSPITALAR – UNIDADES GERAIS
• Unidades Hospitalares Gerais de Atendimento às Urgências e
Emergências de Tipo I:
- Instaladas em hospitais de pequeno porte;
- Funcionam 24hs/dia;
- Prestam assistência de urgência e emergência correspondente ao
primeiro nível de assistência da média complexidade;
• Unidades Hospitalares Gerais de Atendimento às Urgências e
Emergências de Tipo II:
- Instaladas em hospitais gerais de médio porte;
- Funcionam 24 hs/dia;
- Prestam assistência de urgência e emergência correspondente ao
segundo nível de assistência hospitalar da média complexidade com
profissionais especialistas;
PORTARIA 2.048/2002 - ATENDIMENTO 
HOSPITALAR – UNIDADES GERAIS
• Unidades de Referência:
- São instaladas em hospitais, gerais ou especializados;
- Prestam assistência de urgência e emergência de alta complexidade, de
acordo com sua capacidade instalada, especificidade e perfil assistencial.
Unidades Hospitalares de Referência em Atendimento às Urgências e
Emergências de Tipo I:
- São aquelas instaladas em hospitais especializados;
- Recursos tecnológicos e humanos adequados para o atendimento das
urgências/emergências de natureza clínica e cirúrgica, nas áreas de
pediatria ou traumato-ortopedia ou cardiologia.
PORTARIA 2.048/2002 - ATENDIMENTO 
HOSPITALAR – UNIDADES DE REFERÊNCIA
Unidades Hospitalares de Referência em Atendimento às Urgências e
Emergências de Tipo II:
- Instaladas em hospitais gerais e que contam com recursos tecnológicos e
humanos adequados para o atendimento das urgências/emergências de natureza
clínica e cirúrgica;
Unidades Hospitalares de Referência em Atendimento às Urgências e
Emergências de Tipo III:
- Instaladas em hospitais gerais;
- Contam com recursos tecnológicos e humanos adequados para o atendimento
das urgências/emergências de natureza clínica, cirúrgica e traumatológica;
- Desempenham atribuições de capacitação, aprimoramento e atualização dos
recursos humanos envolvidos com as atividades meio e fim da atenção às
urgências/emergências.
PORTARIA 2.048/2002 - ATENDIMENTO 
HOSPITALAR – UNIDADES DE REFERÊNCIA
PORTARIA 2.048/2002 - TRANSFERÊNCIAS E 
TRANSPORTE INTER-HOSPITALAR
• É a transferência de pacientes entre unidades não hospitalares ou
hospitalares de atendimento às urgências e emergências, unidades de
diagnóstico, terapêutica ou outras unidades de saúde que funcionem
como bases de estabilização para pacientes graves, de caráter público
ou privado e tem como principais finalidades:
- A transferência de pacientes de serviços de saúde de menor
complexidade para serviços de referência de maior complexidade;
- A transferência de pacientes de centros de referência de maior
complexidade para unidades de menor complexidade;
ATENDIMENTO PRÉ-
HOSPITALAR
Portaria n° 1864 de 29 de setembro de 2003
Portaria n° 1864 de 29 de setembro de 2003
• A quantidade de ambulância x população:
- Veículo de suporte básico à vida: 1 a cada 100.000 a 150.000
habitantes
- Veículo de suporte avançado à vida: 1 a cada 400.000 a 450.000 por
habitantes
ATENDIMENTO PRÉ-
HOSPITALAR
PORTARIA N° 356 / 2013
CENTRAL DE REGULAÇÃO DAS URGÊNCIAS –
PORTARIA 356/2013 (MS)
• É uma estrutura física constituída por profissionais (médicos,
telefonistas auxiliares de regulação médica e rádio-operadores);
• Profissionais são capacitados em regulação dos chamados telefônicos
que demandam orientação e/ou atendimento de urgência, por meio
de uma classificação e priorização das necessidades de assistência em
urgência;
• Ordenam o fluxo efetivo das referências e contra-referências dentro
de uma Rede de Atenção.
CENTRAL DE REGULAÇÃO DAS URGÊNCIAS –
PORTARIA 356/2013 (MS)
• CENTRAL DE REGULAÇÃO ESTADUAL:
- Deve ser utilizado para o caso da Central de Regulação ser de Gestão 
Estadual;
- Tendo como abrangência de atendimento diversos municípios que 
não tem Central de Regulação das Urgências dentro do Estado.
CENTRAL DE REGULAÇÃO DAS URGÊNCIAS –
PORTARIA 356/2013 (MS)
• CENTRAL DE REGULAÇÃO REGIONAL
- Deve ser utilizado para o caso da Central de Regulação ser de Gestão
Municipal;
- Tendo como abrangência de atendimento mais de um município em
conformação regional, que não tem Central de Regulação das
Urgências.
CENTRAL DE REGULAÇÃO DAS URGÊNCIAS –
PORTARIA 356/2013 (MS)
• CENTRAL DE REGULAÇÃO MUNICIPAL
- Deve ser utilizado para o caso da Central de Regulação ser de Gestão
Municipal;
- Tendo como abrangência de atendimento apenas o próprio
município.
PORTARIA 354/2014 - SERVIÇO URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
• Os Serviços fixos podem funcionar como um serviço de saúde independente ou
inserido em um estabelecimento com internação com maior capacidade de
resolução;
• Devem estar organizados e estruturados considerando as necessidades da rede de
atenção a saúde existente.
• Serviços público ou privado, devem possuir ou estar inserido em um serviço de
saúde que possua Habilitação ou Licença de Funcionamento, expedida pelo órgão
sanitário competente, de acordo com a normativa de cada Estado.
• O Serviço de Urgência e Emergência deve:
Possuir estrutura organizacional documentada;
Preservar a identidade e a privacidade do paciente, assegurando um
ambiente de respeito e dignidade;
Promover um ambiente acolhedor;
Oferecer orientação ao paciente e aos familiares em linguagem clara,
sobre o estado de saúde e a assistência a ser prestada, desde a
admissão até a alta.
PORTARIA 354/2014 - SERVIÇO URGÊNCIA E 
EMERGÊNCIA
PORTARIA 354/2014 - SERVIÇO URGÊNCIA E 
EMERGÊNCIA - INFRA ESTRUTURA FÍSICA
• O Serviço de Urgência e Emergência deve dispor de
infraestrutura física dimensionada de acordo a demanda,
complexidade e perfil assistencial da unidade, garantindo a
segurança e a continuidade da assistência ao paciente.
• O Serviço de Urgência e Emergência deve garantir, conforme o
perfil assistencial, o acesso independente para pediatria.
PORTARIA 354/2014 - SERVIÇO URGÊNCIA E 
EMERGÊNCIA - INFRA ESTRUTURA FÍSICA
• Localização em pavimento amplo;
• Acesso sinalizado e ampla entrada;
• Espaço livre para circulação de ambulância;
• Acesso a exames laboratoriais e internações;
• Interligação com outros setores hospitalares;
• Isolada porém de fácil acesso ao CC, UTI e radiologia;
• Pontos de O2, ar comprimido e vácuo, pias e torneiras;
• Circuitos elétricos 110 e 220volts;
• Piso resistente e antiescorregadio, teto e paredes laváveis, gerador de
energia cabine telefônica, bebedouro.
PORTARIA N° 10 DE 3 DE JANEIRO DE 2017 ( 
UPA)
Emergência
Definição:
Constatação médica de 
condições de agravo à 
saúde que impliquem 
risco iminente de morte 
ou sofrimento intenso, 
exigindo, tratamento 
médico imediato. 
Ex.Suspeita de IAM 
Urgência
Definição: 
Ocorrência imprevista de 
agravo à saúde com ou 
sem risco potencial à 
vida,cujo portador 
necessita de assistência 
médica no menor tempo 
possível. 
Ex.Dor Lombar
RESOLUÇÃO CFM N° 1421/95
RESOLUÇÃO COFEN 375/2011
“A assistência de Enfermagem em qualquer tipo de unidade móvel 
(terrestre, aérea ou marítima) destinada ao Atendimento Pré-
Hospitalar e Inter-Hospitalar, em situações de risco conhecido ou 
desconhecido, somente deve ser desenvolvida na presença do 
Enfermeiro.”
FLUXO DOS PACIENTES
PRESCRIÇÃO POR TELEMEDICINA –
RESOLUÇÃO COFEN N° 487/2015
• Art. 1º É vedado aos profissionais de Enfermagem o cumprimento de
prescrição médica à distância fornecida por meio de rádio, telefones
fixos e/ou móveis, mensagem de SMS (short message service),
correio eletrônico, redes sociais de internet ou quaisquer outros
meios onde não conste o carimbo e assinatura do médico.
PRESCRIÇÃO POR TELEMEDICINA –
RESOLUÇÃO COFEN N° 487/2015
• Art. 2º Fazem exceção ao artigo anterior as seguintes situações de
urgência e emergência:
• I – Prescrição feita por médico regulador do Serviço de Atendimento
Móvel de Urgência(SAMU);
• II – Prescrição feita por médico à pacientes em atendimento
domiciliar;
• III – Prescrição feita por médico em atendimento de telesaúde.
PRESCRIÇÃO POR TELEMEDICINA –
RESOLUÇÃO COFEN N° 487/2015
• § 1º É permitido somente ao Enfermeiro o recebimento da
prescrição médica à distância, dentro das exceções previstas
nesta Resolução.
• § 2º O Enfermeiro que recebeu a prescrição médica à distância
estará obrigado a elaborar relatório circunstanciado, onde
deve constar a situação que caracterizou urgência e
emergência, as condutas médicas prescritas e as executadas
pela Enfermagem, bem como a resposta do paciente às
mesmas.
PRESCRIÇÃO POR TELEMEDICINA –
RESOLUÇÃO COFEN N° 487/2015
• § 3º Os serviços de saúde que praticam os casos de atendimento
previstos nos incisos deste artigo deverão garantir condições técnicas
apropriadas para que o atendimento médico à distância seja
transmitido, gravado, armazenado e disponibilizado quando
necessário.
GREVE NOS SERVIÇOS DE EMERGÊNCIA
• “É direito do médico suspender suas atividades, individual ou
coletivamente, quando a instituição pública ou privada para a qual
trabalhe não oferecer condições mínimas para o exercício profissional
ou não remunerar condignamente, ressalvadas as situações de
URGÊNCIA e EMERGÊNCIA, devendo comunicar imediatamente sua
decisão ao Conselho Regional de Medicina”.
Código de ética médica
GREVE NOS SERVIÇOS DE EMERGÊNCIA – LEI 
7.783/89
• É vedado, portanto, aos serviços de emergência a utilização da greve
(suspensão das atividades);
• É obrigatório a prestação dos serviços indispensáveis ao atendimento
das necessidades inadiáveis da comunidade;
• É aceitável triagem dos casos mais graves.
TESTEMUNHA DE JEOVÁ
• É vedado ao médico efetuar qualquer procedimento médico sem o
esclarecimento e consentimento prévio do paciente ou de seu
responsável legal, salvo em iminente perigo de vida.
TESTEMUNHA DE JEOVÁ
• “O médico não pode, em qualquer circunstância ou sob qualquer
pretexto, renunciar à sua liberdade profissional, devendo evitar
quaisquer restrições ou imposições que possam prejudicar a eficácia
e correção de seu trabalho.”
Código de ética
DÚVIDAS??

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