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Polyana Túrmina Torres EXAME FÍSICO DA COLUNA ANATOMIA 7 cervicais: móveis; 12 torácicas: móveis; 5 lombares: móveis; 5 sacrais: fusionadas (imóveis); 4 coccigeas: fusionadas (imóveis). Cervical: lordose 20° a 40°; Torácica: cifose: 20° a 40°; Lombar: lordose: 40° a 60°. ESCALA DE AVALIAÇÃO DA FORÇA MUSCULAR Grau 0 – ausência de contração muscular; Grau I – presença de contração muscular sem movimento; Grau II – movimentos com eliminação da força da gravidade; Grau III – movimento vence a força da gravidade; Grau IV – movimento contra a força da gravidade e alguma resistência; Grau V – normal: movimento contra a força da gravidade e grande resistência. CERVICAL CERVICAL – EXAME NEUROLÓGICO C5 C6 C7 C8 Polyana Túrmina Torres T1 TESTES ESPECIAIS – CERVICAL TESTE DE SPURLING Finalidade: avaliar compressão radicular; Posição: sentado, mãos do examinador sobre a cabeça; Manobra: realizar uma lateralização sob pressão. Resultado: aumento dos sintomas radiculares nas extremidades. TESTE DA DISTAÇÃO Finalidade: avaliar compressão radicular; Posição: sentado, mãos do examinador no queixo e região posterior da cabeça; Manobra: distração da região cervical. Resultado: alivio da dor presente por compressão foraminal. TESTE DE BAKODY Finalidade: avaliar compressão extradural cervical alta, principalmente C4/C5/C6 (disco compressão venosa ou radicular); Posição: sentado; Manobra: paciente vai abduzir o ombro e colocará a mão na cabeça. Resultado: positivo se alivio ou redução da dor ou sintomas radiculares. TESTE DE LHERMITTE Finalidade: avaliar a irritação meníngea, presente na meningite e esclerose múltipla; Posição: sentado, mãos do examinador no topo da cabeça; Manobra: realiza flexão cervical encostando o queixo no peito (flexão dos quadris sensibiliza o exame). Resultado: positivo se dor ou parestesia ou dor irradiada. MIELOPATIA CERVICAL TESTE DE HOFFMAN Finalidade: sinal de mielopatia cervical; Posição: sentado; Manobra: pinçamento da falange distal do 3° QD (segura a falange média e faz peteleco, teste é positivo de o 1º e 2º baterem e fizerem tipo uma chave). Polyana Túrmina Torres Resultado: positivo se houver flexão da falange distal do 1º QD. COLUNA TORÁCICA – ADM Flexão: 20° a 45°; Extensão: 20° a 35°; Rotação: 35° a 50°; Inclinação lateral: 20° a 40°. TRIGONO DE TALHE TESTES ESPECIAIS – COLUNA TORÁCICA TESTE DA ADAMS Finalidade: detectar escoliose; Posição: em pé; Manobra: paciente inclina para frente, fletindo a coluna. Resultado: positivo se houver presença de gibosidade. TESTE DO SERRÁTIL ANTERIOR Finalidade: avaliar a presença de escapula alada; Posição: em pé de frente para a parede e com ambas as mãos apoiadas; Manobra: paciente realiza uma flexão do cotovelo apoiando-se na parede. Resultado: se insuficiência do serrátil anterior a escapula se inclina e se afasta do gradil costal. PLUMB LINE Solta de C7 e cruza a linha interglútea, caso não passe, o paciente pode ter escoliose toraco- lombar. MIELOPATIA TORÁCICA/LOMBAR SINAL DE BABINSKI Finalidade: sinal de mielopatia; Posição: decúbito dorsal; Manobra: estimulo com objeto rombo na planta do pé; Resultado: positivo se houver dorsoflexão do hálux e abertura em leque dos outros dedos. Polyana Túrmina Torres COLUNA LOMBAR – ADM Flexão: 40° a 60°; Extensão: 20° a 35°; Inclinação: 15° a 20°; Rotação: 3° a 18°. COLUNA LOMBAR – EXAME NEUROLÓGICO L4 L5 S1 COLUNA LOMBAR – TESTES ESPECIAIS TESTE DE SCHOBER Finalidade: flexibilidade da coluna (Espondilite faz coluna em bambu, perdendo a flexibilidade); Posição: em pé; Manobra: medir 15 cm na coluna lombar – se fletir deve aumentar em torno de 6 cm. TESTE DA ELAVAÇÃO DO MEMBRO Finalidade: radiculopatia lombar baixa (irritação neurológica por compressão do ciático – estiramento do ciático comprime o nervo contra algo); Posição: decúbito dorsal; Manobra: elevação do membro com quadril e joelho estendido, tensão do nervo ciático com 35° a 70° de extensão. Resultado: positivo se dor no trajeto do dermátomo. Polyana Túrmina Torres TESTE DE BAGGARD Finalidade: sensibilização do teste de elevação do membro (ciático estica mais ainda devido à flexão dorsal do tornozelo); Manobra: eleva-se o membro até um pouco antes do início da dor e faz a dorsoflexão do tornozelo. Resultado: aumento da dor. MANOBRA DE LASEGUE Finalidade: radiculopatia lombar; Posição: decúbito dorsal; Manobra: extensão do joelho com quadril fletido. Resultado: positivo se dor à extensão da perna, no trajeto da raiz. TESTE DE NACHLAS/WALDSTROM Finalidade: radiculopatia lombar alta (L2 e L3); Posição: decúbito ventral; Manobra: flexão do joelho até o calcanhar alcançar o glúteo. Estiramento do nervo femoral. Resultado: positivo se referir dor em região lombar. Hiperextensão da perna, encostando o calcanhar na região glútea, estirando o nervo femoral na frente. SINAL DE BRUDZINSKI Finalidade: irritação meníngea; Posição: decúbito dorsal; Manobra: flexão ativa da coluna cervical – faz uma flexão forçada da cabeça do paciente. Resultado: positivo se o paciente flete quadril e joelhos para aliviar a dor.