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FRATURA DE CLAVÍCULA E ESCÁPULA INTERMEDIADOR: CARLOS HENRIQUE – R1 ORIENTADOR: FABRÍCIO N. HOLTZ PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA EM ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA HOSPITAL GERAL CLERISTON ANDRADE FRATURA DE CLAVÍCULA Homens Jovens 2%–10% de todas as fraturas Corresponde ao osso mais frequentemente fraturado na infância Em jovens a principal causa são as lesões desportivas 85% das fraturas claviculares ocorrem por uma queda sobre a região lateral do ombro Mecanismo do trauma: Indireto Aspecto lateral do ombro FRATURA DE CLAVÍCULA FRATURA DE CLAVÍCULA FRATURA DE CLAVÍCULA FRATURA DE CLAVÍCULA Lateral Peso do braço Peitoral maior Trapézio Translação anterior e inferior / Medializado Medial Esternocleidomastoideo Elevação DESVIO DOS FRAGMENTOS FRATURA DE CLAVÍCULA Lateral Peso do braço Peitoral maior Trapézio Translação anterior e inferior / Medializado Medial Esternocleidomastoideo Elevação DESVIO DOS FRAGMENTOS FRATURA DE CLAVÍCULA Em Pé Inclinação cefálica 20° (Diminuir sobreposições) Tórax (Avaliar o lado contralateral para calcular o encurtamento) Ângulo do feixe: Inclinação cefálica de aprox. 40° Região avaliada: Articulações esternoclaviculares Posição do paciente: Decúbito dorsal ou em pé, com a coluna alinhada Radiografia Inclinação cefálica do feixe em torno de 10–15°. Baixa penetração (≈50% da dose habitual). Melhor visualização da articulação acromioclavicular. Zanka (Lateral) Serendipity (Medial) FRATURA DE CLAVÍCULA Exame Físico: FRATURA DE CLAVÍCULA Exame Físico: FRATURA DE CLAVÍCULA Exame Físico: FRATURA DE CLAVÍCULA Exame Físico: FRATURA DE CLAVÍCULA Classificações: ALLMAN (Epidemiológica) FRATURA DE CLAVÍCULA Classificações: Neer Fratura terço lateral I – Lateral aos coracoides II a – Medial com conoide integro * II b – Medial com conoide rompido * III – Articular IV – Fisária V – Cominutiva (Com frag. Nos coracoclaviculares) FRATURA DE CLAVÍCULA Classificações: CRAIG (Epidemiológica) FRATURA DE CLAVÍCULA Classificações: CRAIG (Epidemiológica) FRATURA DE CLAVÍCULA Classificações: Craig x Almann-Neer FRATURA DE CLAVÍCULA Classificações: Craig x Almann-Neer FRATURA DE CLAVÍCULA Classificações: Craig x Almann-Neer FRATURA DE CLAVÍCULA Classificações: CRAIG FRATURA DE CLAVÍCULA TRATAMENTO CONSERVADOR Redução – Perde-se Imobilização em 8 – Neuropraxia Resultado iguais à tipoia 04 semanas Atividades Físicas leves: 06 semanas COMPLICÃÇÕES: Consolidação viciosa Pseudartrose Deformidade estética (“calo exuberante”) Dor residual FRATURA DE CLAVÍCULA TRATAMENTO CIRÚRGICO Encurtamento > 2cm Cominutiva Fratura exposta Lesão neurovascular associada Sofrimento cutâneo / ameaça de exposição (“skin tenting”) Perda do contato cortica O Campbell's Operative Orthopaedics ressalta que: A maioria das fraturas de clavícula consolida bem sem cirurgia, principalmente fraturas pouco desviadas do terço médio. Desvio importante Fraturas bilaterais Politraumatizados Pacientes de alta demanda funcional Consolidação viciosa sintomática FRATURA DE CLAVÍCULA TRATAMENTO CIRÚRGICO Fraturas Laterais ALLMAN II / NEER II Instabilidade Perda de contato ósseo Consequência prática: Alta taxa de pseudoartrose no tratamento conservador. FRATURA DE CLAVÍCULA TRATAMENTO CIRÚRGICO Fraturas Laterais NEER III / IV – Se desvio importante NEER V - Instável FRATURA DE CLAVÍCULA TRATAMENTO CIRÚRGICO Fraturas Laterais OPÇÕES: Banda de tensão Placa Gancho Placa bloqueada (Com ou sem sem fixação coracoclavicular) Amarrilha cocaroclavicular (Menos complicações) Menor incidência de pseudoartrose Retorno mais rápido às atividades FRATURA DE CLAVÍCULA TERÇO MÉDIO Placa Superior (Terço medial 1,5 cm / Terço lateral 6 cm) Placa Anterior Haste TRATAMENTO CIRÚRGICO FRATURA DE CLAVÍCULA TERÇO MEDIAL Lesões raras ( 0 – 5%) Tratamento conservador na maioria dos casos Cirúrgico: Compressão neurovascular posterior FRATURA DE ESCÁPULA 0,4 – 1% das fraturas Média de 35 – 35 anos Fraturas no corpo são as mais frequentes Mecanismo de Trauma: Direito Indireto Alta Energia Automóvel 50% - Moto 11 – 25% Lesões Associadas: (35 – 98% das fraturas) Pneumotorax Frat. De arcos costais Contusão pulmonar Frat. De clavícula Lesão do plexo braquial FRATURA DE ESCÁPULA Exames de Imagem AP da Escápula Perfil Axilar Perfil da escápula Corpo da escápula Espinha da escápula Acrômio Processo coracoide Luxações glenoumerais Fraturas do colo da escápula Relação da cabeça umeral com a glenoide Luxações anteriores e posteriores do ombro Fraturas da glenoide Relação exata entre cabeça umeral e glenoide FRATURA DE ESCÁPULA FRATURA DE ESCÁPULA FRATURA DE ESCÁPULA Classificações IDEBERG Utilizado para categorizar as fraturas que envolvem a cavidade glenoidal da escápula FRATURA DE ESCÁPULA Fratura da Glenóide Fratura extra-articular: Maioria conservador Tratamento cirúrgico (40° de angulação, 1cm de desvio ou Frat. Clavícula) Fratura Intra-articular: Degrau articular ≥ 4–5 mm Perda de congruência articular Comprometimento de >20–25% da superfície glenoidal Subluxação ou luxação glenoumeral associada Instabilidade persistente do ombro FRATURA DE ESCÁPULA Tipo I Desvio > 1 cm Dor persistente Não consolidação Pacientes jovens e de alta demanda funcional Tratamento Cirurgico: Tipo II Grande deslocamento Pseudartrose sintomática Dor persistente Atleta de alta demanda FRATURA DE ESCÁPULA Classificações: Classificação de KUHN: Tipo I – Fratura sem desvio Tipo II – Fratura desviada mas sem redução do espaço sub-acromial Tipo III – Fratura com redução do espaço sub-acromial (Tto Cirúrgico) Classifica as fraturas do acrômio e baseia-se principalmente no grau de deslocamento e no comprometimento do espaço subacromial. Questões Um paciente de 32 anos apresenta fratura do terço distal da clavícula. A radiografia demonstra fratura medial à inserção dos ligamentos coracoclaviculares, com ruptura do ligamento conoide e manutenção da inserção do ligamento trapezoide no fragmento distal. A fratura é instável, com deslocamento superior do fragmento medial. Essa lesão corresponde a: A) Neer tipo I / Craig tipo 1 B) Neer tipo IIA / Craig tipo 2A C) Neer tipo IIB / Craig tipo 2B D) Neer tipo III / Craig tipo 3 E) Neer tipo V / Craig tipo 5 Questões Um paciente de 32 anos apresenta fratura do terço distal da clavícula. A radiografia demonstra fratura medial à inserção dos ligamentos coracoclaviculares, com ruptura do ligamento conoide e manutenção da inserção do ligamento trapezoide no fragmento distal. A fratura é instável, com deslocamento superior do fragmento medial. Essa lesão corresponde a: A) Neer tipo I / Craig tipo 1 B) Neer tipo IIA / Craig tipo 2A C) Neer tipo IIB / Craig tipo 2B D) Neer tipo III / Craig tipo 3 E) Neer tipo V / Craig tipo 5 Questões Qual complicação tardia é mais frequentemente associada ao tratamento cirúrgico das fraturas da clavícula? A) Osteonecrose. B) Lesão do manguito rotador. C) Necessidade de retirada do implante por incômodo local. D) Infecção hematogênica. Questões Qual complicação tardia é mais frequentemente associada ao tratamento cirúrgico das fraturas da clavícula? A) Osteonecrose. B) Lesão do manguito rotador. C) Necessidade de retirada do implante por incômodo local. D) Infecção hematogênica. Questões Em relação às fraturas da escápula, assinale a alternativa correta: A) São lesões frequentes e representam cerca de 10% de todas as fraturas. B) Ocorrem geralmente após traumas de baixa energia. C) Estão frequentemente associadas a lesões torácicas e politraumatismo. D) A maioria envolve a cavidade glenoidal. Questões Em relação às fraturas da escápula, assinale a alternativa correta: A) São lesões frequentes e representam cerca de 10% de todas as fraturas. B) Ocorrem geralmente após traumas de baixa energia. C) Estão frequentementeassociadas a lesões torácicas e politraumatismo. D) A maioria envolve a cavidade glenoidal. Questões Qual dos seguintes critérios constitui indicação cirúrgica clássica para fratura do colo da escápula? A) Desvio de 2 mm. B) Angulação inferior a 20°. C) Angulação superior a 40°. D) Fratura sem encurtamento. Questões Qual dos seguintes critérios constitui indicação cirúrgica clássica para fratura do colo da escápula? A) Desvio de 2 mm. B) Angulação inferior a 20°. C) Angulação superior a 40°. D) Fratura sem encurtamento. 40° de angulação, 1cm de desvio ou Frat. Clavícula Referências TORNETTA III, Paul; RICCI, William M.; OSTRUM, Robert F.; McQUEEN, Margaret M.; McKEE, Michael D.; COURT-BROWN, Charles M. (ed.). Rockwood and Green's fractures in adults. 9. ed. Philadelphia: Wolters Kluwer, 2020. 2 v. AZAR, Frederick M.; BEATY, James H.; CANALE, S. Terry (ed.). Campbell's operative orthopaedics. 14. ed. Philadelphia: Elsevier, 2021. 4 v. Obrigado!! image6.emf image7.jpeg image8.png image9.png image10.png image11.png image12.jpeg image13.jpeg image14.jfif image15.jpeg image16.png image17.png image18.jpeg image19.jfif image20.jpeg image21.png image22.jpeg image23.png image24.png image25.jpeg image26.png image27.jpeg image28.jpeg image29.png image30.png image31.jpeg image32.jpeg image33.jpeg image34.jpeg image35.jpeg image36.png image37.jpeg image38.png image39.jpeg image40.jpeg image41.png image42.png image43.png image44.png image45.png image46.jpeg image2.png image3.png image4.png image5.png