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A INFÂNCIA NA
ESCOLA E NA VIDA: UMA
RELAÇÃO FUNDAMENTAL
Anelise Monteiro do Nascimento
Quem são as
crianças hoje?
O CONCEITO DE INFÂNCIA MUDA AO LONGO DA
HISTÓRIA EM FUNÇÃO DE FATORES SOCIAIS,
CULTURAIS, POLÍTICOS E ECONÔMICOS.
AS MENINAS, VELÁZQUEZ (1656)
AS CONCEPÇÕES DE INFÂNCIA ORIENTAM AS
PRÁTICAS ESCOLARES VIGENTES E FOMENTAM
MUDANÇAS.
Refletindo
sobre a
pluralidade
da infância
 É preciso entender a infância como plural e
multifacetada, isso significa captá-la de maneira
diferenciada em cada espaço e tempo.
Esse olhar para a infância possibilita ver as crianças pelo que são no
presente, sem se valer de estereótipos, ideias pré-concebidas ou de
práticas educativas que visam a moldá-las em função de visões
ideológicas e rígidas de desenvolvimento e aprendizagem
Desmistificar o conceito único de infância - Ao contribuir para
desmistificar um conceito único de infância, chamando atenção para o
fato de que existem infâncias e não infância, pelos aspectos sociais,
culturais, políticos e econômicos que envolvem essa fase da vida, vários
os estudos apontam a necessidade de se desconstruir padrões relativos
à concepção burguesa de infância.
No Brasil, as grandes desigualdades na distribuição de
renda e de poder foram responsáveis por infâncias
distintas para classes sociais também distintas. As
condições de vida das crianças fizeram com que o
significado social dado à infância não fosse homogêneo. 
As crianças das classes mais abastadas, segundo a autora,
eram educadas por preceptores particulares, não tendo
frequentado escolas até o início do século XX, e os filhos
dos pobres, desde muito cedo, eram considerados força
produtiva, não tendo a educação como prioridade. 
 Lei n° 11. 274, de 6 de fevereiro de 2006 - Altera a redação dos
arts. 29, 30, 32 e 87 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996,
que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional,
dispondo sobre a duração de 9 (nove) anos para o ensino
fundamental, com matrícula obrigatória a partir dos 6 (seis) anos
de idade.
 Essa lei, assegura o direito das crianças de seis anos à educação
formal, obrigando as famílias a matriculá-las e o Estado a
oferecer o atendimento. 
Vale lembrar que, no Brasil, ainda é muito recente a busca
pela democratização da escolarização obrigatória e
presenciamos agora a sua ampliação. Se já caminhamos para
a universalização desse atendimento, ainda temos muito a
construir em direção a uma estrutura social em que a
escolaridade seja considerada prioridade na vida das
crianças e jovens e estes, por sua vez, sejam olhados pela
escola nas suas especificidades para que a democratização
efetivamente aconteça.
Infância nos
espaços e os
espaços da
infância
Diferença do salto da Educação Infantil para o
Ensino Fundamental;
Olhar voltado aos espaços que a criança frequenta;
Mídia usa ascrianças como fonte de incentivo ao consumo;
Desigualdade social;
Primeiro contato da criança no Ensino Fundamental - Acolhida
Brincadeira
Essencial para descobrir as
diversas formas de ver e
interpretar o mundo. 
Definição de caminhos
pedagógicos
Encontro da cultura infantil;
Valorização de trocas de conhecimentos de todos ali presentes;
Construção da autonomia;
Infância na escola e na vida:
alguns desafios.
Dificuldades na adaptação 
Hábitos de estudo
Ludicidade nas aulas
Acolhida adequada 
Ambiente com aspectos infantis 
LEI Nº 11.274 
PRÁTICAS
PEDAGÓGICAS
POLÍTICAS DA ESCOLA
PIAGET E VYGOTSKYQUE TRABALHO
PEDAGÓGICO
UTILIZAR?
OS ESTUDOS SOBRE
APRENDIZAGEM E
DESENVOLVIMENTO 
Piaget 
4 fases do desenvolvimento infantil 
SENSÓRIO-MOTOR
 (0 A 2ANOS)
Desenvolvimento dos
sentidos e da
coordenação motora 
PRÉ-OPERACIONAL
(2 A 7ANOS)
Imaginação e memória 
Desenvolvimento da fala;
Nomeaçãode de objetos;
Início do desenvolvimento do
raciocínio lógico. 
OPERACIONAL 
CONCRETO (7 A 11 ANOS)
Capacidade cognitiva de
resolução concreta de alguns
problemas simples.
Iníciodo pensamento lógico;
Capacidadede fazer
interpretações;
Compreensãodos números e
operações básicas. 
OPERACIONAL 
FORMAL (11 ANOS OU
MAIS)
Capacidade cognitiva de
pensar; 
Iníciodo pensamento lógico;
Criar teorias;
Apropriação da autonomia. 
Espaços adequado pra garantia da infância
e trocas e aprendizagens significativas;
Um ensino rico em afetividade;
Profissionais capacitados;
 Formação continuada;
Ensino específico para essa fase.
Como superar os desafios?
Referências
NASCIMENTO. Anelise Monteiro. A infância na escola e na
vida: uma relação fundamental. In: BRASIL,Ministério da
Educação, Secretaria de Educação Básica. Ensino
fundamental de nove anos: orientações para a inclusão da
criança de seis anos de idade. BEAUCHAMP, J.; PAGEL, S. D.;
NASCIMENTO, A. R. do. Brasília, 2007.

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