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1 
 
 
 
 
 
 
DICIONÁRIO DO POLICIAL 
 
 
 
 
 
 
 
Feito por: Chefe da Divisão de Cursos Derick 
 
2 
 
 
SUMÁRIO 
INTRODUÇÃO .................................................................................................................... 3 
OBJETIVO .......................................................................................................................... 4 
REGRAS GERAIS DA PMERJ .......................................................................................... 5 
CÓDIGO PENAL ................................................................................................................ 7
 0 CRIMES DIVERSOS ................................................................................................... 7 
1 CRIMES CONTRA A VIDA ........................................................................................ 7 
2 CRIMES CONTRA DIREITOS FUNDAMENTAIS .................................................. 8 
3 CRIMES CONTRA O PATRIMÔNIO ........................................................................ 8 
4 CRIMES DE ROUBOS, FURTOS E SEUS VARIANTES ......................................... 9 
5 CRIMES DE PORTE, POSSE E TRÁFICO ............................................................... 9 
6 CRIMES CONTRA A ORDEM PUBLICA ............................................................... 11 
7 CRIMES DE TRÂNSITO ........................................................................................... 16 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3 
 
 
 
 
 
 
INTRODUÇÃO 
A PMERJ (Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro) é uma instituição policial 
responsável pela preservação da ordem pública, manutenção da segurança e proteção dos 
cidadãos no estado do Rio de Janeiro, Brasil. Ela é uma das forças de segurança estaduais do 
país, subordinada ao governo do estado do Rio de Janeiro e vinculada à Secretaria de Estado de 
Polícia Militar. 
A PMERJ é composta principalmente por policiais militares, que são membros das 
Forças Armadas Brasileiras, e é organizada em unidades operacionais, como batalhões e 
companhias, que atuam em diversas áreas, como policiamento ostensivo, policiamento de 
trânsito, policiamento ambiental, policiamento de eventos e outras atividades relacionadas à 
segurança pública. 
A história da PMERJ remonta ao período colonial do Brasil, e a instituição passou por 
várias transformações ao longo dos anos. A PMERJ desempenha um papel fundamental na 
segurança pública do estado do Rio de Janeiro, enfrentando desafios como o combate ao crime 
organizado, o controle de distúrbios civis, a promoção da paz social e o apoio em emergências 
e desastres naturais. 
 
4 
 
OBJETIVO 
O objetivo desse material se baseia em trazer informações sobre a PMERJ, como por 
exemplo o as regras e o código penal. 
 
5 
 
REGRAS GERAIS DA PMERJ 
I. Proibido permanecer com o Toogle ligado à paisana; 
II. Estritamente proibido chegar ao Departamento Policial e deixar as viaturas destrancadas 
e de forma abandonada; 
III. Proibido qualquer tipo de discussão, falta de respeito ou assuntos que não condizem 
com a conduta de um policial; 
IV. Proibido realizar qualquer tipo de retirada de armamento, dinheiro e itens ilegais do baú 
sem a permissão a um Responsável da Polícia com motivos plausíveis; 
V. Qualquer policial que for pego desviando armamento do Departamento Policial, será 
banido permanentemente da cidade sem o direito de ser desbanido ou pagar pelo 
desbanimento; 
VI. Dentro do Departamento Policial é proibido o desrespeito a hierarquia e 
descumprimento de ordem (salvo em casos em que aconteça um abuso de poder); 
VII. Proibido policiais com cabelo colorido, olhos pintados, utilizando máscaras diferentes 
das autorizadas, acessórios, brinco ou qualquer tipo de coisa que fuja do padrão de 
uniforme; 
VIII. Qualquer denúncia ou prova que algum policial estiver abusando de seus "poderes" está 
sujeito a exoneração. 
IX. Toda abordagem deve ser iniciada com o tom de voz gritando, e sempre com motivo 
valido aparente, caso seja denunciado algum tipo de forja de motivo da parte da polícia 
para assim abordar o cidadão, o oficial responsável da barca e seus ocupantes serão 
punidos severamente diante do erro cometido. 
X. A abordagem deve ser limpa e com educação, dependendo do grau de gravidade da 
abordagem, segue-se os gráficos de grau de abordagem padrão, mantendo-se sempre o 
bom senso em primeiro lugar. 
XI. Toda abordagem deve ser anunciada via rádio para MARÉ antes de iniciar, assim 
informando a maré geral via rádio. 
XII. É recomendado que toda abordagem seja filmada do início ao fim, para que em casos 
de denúncia contra os policiais envolvidos exista o vídeo de defesa. 
XIII. Estritamente proibido iniciar abordagens em área safe sem que o indivíduo tenha 
cometido alguma infração como matar alguém ou estar portando armamento letal 
visível. 
6 
 
 
XIV. Na ausência de uma policial feminina, o policial masculino está autorizado a revistar a 
mesma, a revista deve ser feita com a caixinha seguindo todo o protocolo. Isso vale ao 
contrário, policial feminina se precisar revistar homem, deve utilizar o método da 
caixinha. 
XV. A pena máxima para prender um cidadão é de 180 meses, não podendo ultrapassar esse 
limite, independente da soma das infrações cometidas. 
XVI. A polícia é proibida de marcar os BLIP’s de farm/tráfico do ilegal. 
XVII. Os policiais poderão levar os bandidos desmaiados para o hospital com a intenção de 
que ele seja reanimado e possa responder pelos seus crimes, no entanto, caso o tempo 
de 08 minutos tenha expirado (o bandido tenha morrido), o médico não irá reanimar e o 
policial deverá indenizar a família do bandido com R$ 50.000,00 em seu passaporte. 
XVIII. Perseguições policiais só podem haver no máximo uma viatura primária, uma 
secundária e uma SPEED/GTM. Exceto em QRR, quando o bandido dispara contra a 
polícia fica autorizado a polícia pedir apoio de mais viaturas. 
XIX. Durante um sequestro, a partir do momento que os bandidos insistam em solicitar 
valores exorbitantes ou armamentos fora do permitido dentro das regras, eles deixam 
claro que NÃO estão abertos para negociação, assim a própria polícia fica ciente que 
poderá ter de abater os bandidos para salvar a vida dos Reféns. 
XX. Todos os policiais envolvidos em ações de resgate devem prezar ao máximo a vida de 
todos os reféns. 
 
7 
 
CÓDIGO PENAL 
0 CRIMES DIVERSOS 
Art. 0.1 - Azaralhamento Recrutamento** 
É o ato do indivíduo atrapalhar o recrutamento de qualquer forma. 
Art. 0.2 - Condicional Violada** 
É o ato do indivíduo cometer qualquer crime durante a condicional. 
Art. 0.3 - Agressão a Funcionário Público** 
É o ato de agredir qualquer cidadão que tenha emprego vinculado à prefeitura. 
1 CRIMES CONTRA A VIDA 
Art. 1.1 - Homicídio Doloso Qualificado** 
Homicídio doloso qualificado consiste em tirar a vida de outra pessoa de forma 
intencional, com agravantes que tornam o crime mais grave e passível de uma pena mais severa. 
O homicídio doloso ocorre quando há a intenção de matar ou assumir o risco de causar a morte 
de outra pessoa. 
Art. 1.2 - Homicídio Doloso** 
O homicídio doloso ocorre quando uma pessoa causa a morte de outra pessoa de forma 
intencional, ou seja, com vontade e conhecimento de que sua ação pode resultar na morte da 
vítima. 
Art. 1.3 - Tentativa de Homicídio** 
A tentativa de homicídio ocorre quando uma pessoa, de forma intencional, busca tirar 
a vida de outra pessoa, mas não consegue consumar o ato, seja por circunstâncias alheias à sua 
vontade ou por intervenção de terceiros. É considerada uma forma incompleta do crime de 
homicídio. 
Art. 1.4 - Homicídio Culposo 
O homicídio culposo é ocorre quando uma pessoa causa a morte de outra pessoa de 
forma não intencional, ou seja, sem ter a intenção de matar, mas agindo de forma negligente, 
imprudente ouimperita, e causando a morte da vítima. 
Art. 1.5 - Homicídio Culposo no Trânsito 
O homicídio culposo no trânsito ocorre quando uma pessoa, de forma não intencional, 
causa a morte de outra pessoa em acidentes de trânsito, em razão de negligência, imprudência 
ou imperícia ao dirigir. 
8 
 
2 CRIMES CONTRA DIREITOS FUNDAMENTAIS 
Art. 2.1 - Lesão Corporal 
A lesão corporal consiste em causar, de forma voluntária, ofensa à integridade corporal 
ou à saúde de outra pessoa. Pode ocorrer tanto de forma dolosa (com intenção) quanto culposa 
(sem intenção), e abrange uma série de condutas, como agressões físicas, ferimentos, 
mutilações, entre outras. 
Art. 2.2 – Incêndio 
Consiste em causar incêndio, expondo a perigo a vida, a integridade física ou o 
patrimônio de outras pessoas. O incêndio pode ser provocado de forma dolosa (com intenção) 
ou culposa (sem intenção). 
Art. 2.3 - Sequestro** 
O sequestro consiste em privar uma pessoa de sua liberdade, retendo-a contra a sua 
vontade, com o objetivo de obter algum tipo de vantagem, seja ela financeira, política, ou de 
qualquer outra natureza. 
Art. 2.4 - Cárcere Privado 
O cárcere privado consiste em privar uma pessoa de sua liberdade, restringindo seu 
direito de ir e vir, sem o seu consentimento ou fora das hipóteses legais de prisão, por qualquer 
meio, seja ele físico ou psicológico. 
3 CRIMES CONTRA O PATRIMÔNIO 
Art. 3.1 - Desmanche de Veículos 
O desmanche de veículos é uma prática ilegal que envolve a desmontagem, desmonte 
ou desmontagem de veículos automotores, com o objetivo de retirar e comercializar suas peças, 
sem seguir os procedimentos e requisitos legais estabelecidos para a atividade. 
Art. 3.2 - Furto 
O furto consiste em subtrair, para si ou para outrem, coisa alheia móvel, sem o 
consentimento do proprietário, com o objetivo de obter para si ou para outra pessoa um 
benefício indevido. 
Art. 3.3 - Receptação de Veículos 
A receptação de veículos consiste em adquirir, receber, guardar, ocultar, transportar, 
vender ou trocar veículos ou suas peças, sabendo ou devendo saber que são produtos de crime, 
9 
 
ou seja, que foram obtidos de forma ilícita, como por exemplo, através de furto, roubo, 
apropriação indébita, estelionato, entre outros. 
Art. 3.4 - Roubo de Veículos 
O roubo de veículos consiste em subtrair, para si ou para outrem, coisa móvel alheia, 
mediante o uso de violência ou grave ameaça, com o objetivo de obter para si ou para outra 
pessoa um benefício indevido 
Art. 3.5 - Tentativa de Furto 
A tentativa de furto ocorre quando alguém inicia a execução do crime de furto, ou seja, 
quando essa pessoa começa a agir com o propósito de subtrair coisa alheia móvel, mas não 
consegue consumar o crime por circunstâncias alheias à sua vontade. 
Art. 3.6 - Furto de Veículos 
O furto de veículos é uma prática criminosa que consiste em subtrair, para si ou para 
outrem, um veículo automotor alheio, sem o consentimento do proprietário, com o objetivo de 
obter para si ou para outra pessoa um benefício indevido. 
4 CRIMES DE ROUBOS, FURTOS E SEUS VARIANTES 
Art. 4.1 - Roubo 
O roubo consiste em subtrair, para si ou para outrem, coisa móvel alheia, mediante o 
uso de violência ou grave ameaça, com o objetivo de obter para si ou para outra pessoa um 
benefício indevido. 
Art. 4.2 - Furto a Caixa Eletrônico 
O furto a caixa eletrônico é uma prática criminosa que consiste na subtração de 
dinheiro, bens ou valores de caixas eletrônicos, sem o devido consentimento, com o objetivo 
de obter para si ou para outra pessoa um benefício indevido. 
Art. 4.3 – Extorsão 
A extorsão consiste em constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, com 
o objetivo de obter para si ou para outra pessoa um benefício econômico. 
5 CRIMES DE PORTE, POSSE E TRÁFICO 
Art. 5.1 - Posse de Peças de Armas 
A posse de armas refere-se ao ato de estar portando UMA arma de fogo sem seu devido 
porte. 
10 
 
Art. 5.2 - Posse de Cápsulas 
A posse de cápsulas refere-se ao ato de estar portando capsulas de armas de fogo sem 
seu devido porte. 
Art. 5.3 - Tráfico de Armas 
O tráfico de armas refere-se ao ato de estar portando DUAS ou mais armas de fogo. 
Art. 5.4 - Tráfico de Itens Ilegais 
O tráfico de itens ilegais refere-se ao ato de estar portando DOIS ou mais itens ilegais. 
Art. 5.5 - Porte de Arma Pesada 
O porte de arma pesada refere-se ao ato do indivíduo estar portando UMA 
submetralhadora, metralhadora ou espingarda. 
Art. 5.6 - Porte de Arma Leve 
O porte de arma leve refere-se ao ato do indivíduo estar portando UMA pistola. 
Art. 5.7 - Disparo de Arma de Fogo 
Disparar arma de fogo em lugar habitado ou em suas adjacências, em via pública ou 
em direção a ela, desde que essa conduta não esteja amparada por alguma excludente de 
ilicitude, como a legítima defesa, o estado de necessidade, o cumprimento de dever legal ou o 
exercício regular de direito. 
Art. 5.8 - Tráfico de Munições (+100) 
O tráfico de munições envolve a compra, venda, transporte, distribuição ou comércio 
ilegal de munições, que são os cartuchos ou projéteis utilizados em armas de fogo. Se enquadra 
nesse crime o indivíduo que estiver portando mais de 100 munições. 
Art. 5.9 - Posse de Munição (-100) 
A posse de munições envolve a compra, venda, transporte, distribuição ou comércio 
ilegal de munições, que são os cartuchos ou projéteis utilizados em armas de fogo. Se enquadra 
nesse crime o indivíduo que estiver portando até 100 munições. 
Art. 5.10 - Posse de Colete 
A posse de colete refere-se ao ato de estar portando colete. 
Art. 5.11 - Porte de Arma Branca 
O porte de arma branca refere-se ao ato do indivíduo estar portando arma branca, desde 
que tenha oferecido perigo a algum cidadão. 
 
 
 
11 
 
Art. 5.12 - Tráfico de Drogas (+100) 
O tráfico de drogas é um crime relacionado à comercialização, transporte, distribuição 
e/ou produção ilegal de substâncias entorpecentes, psicotrópicas ou outras substâncias 
controladas. Se enquadra nesse crime o indivíduo que estiver portando mais de 100 substâncias 
entorpecentes. 
Art. 5.13 - Aviãozinho (6 a 100) 
Refere-se a uma pessoa que atua como intermediária na venda ou transporte de drogas, 
normalmente em pequenas quantidades. Essa pessoa geralmente faz a entrega das drogas 
diretamente aos usuários finais, muitas vezes em troca de dinheiro ou outros favores. Se 
enquadra nesse crime o indivíduo que estiver portando de 5 a 100 substâncias entorpecentes. 
Art. 5.14 - Posse de Componentes Narcóticos 
A posse de componentes narcóticos refere-se à posse de substâncias, produtos 
químicos ou componentes que são utilizados na produção, fabricação ou preparação de drogas 
ilícitas, como cocaína, crack, maconha, ecstasy, entre outras. Se enquadra nesse crime o 
indivíduo que estiver portando mais de 400 componentes narcóticos. 
Art. 5.15 - Posse de Drogas (1 a 5) 
Refere-se a uma pessoa que consome drogas de forma recreativa ou para fins pessoais, 
geralmente para alterar o estado mental ou obter efeitos psicoativos. Se enquadra nesse crime 
o indivíduo que estiver portando de 1 a 5 substâncias entorpecentes. 
Art. 5.16 - Posse de Itens Ilegais 
A posse itens ilegais refere-se ao ato de estar portando UM item ilegal. 
Art. 5.17 - Dinheiro Sujo 
Refere-se a recursos financeiros que foram obtidos ou utilizados de forma ilegal, 
antiética ou fraudulenta. Esses recursos podem estar associados a atividades criminosas, como 
lavagem de dinheiro, corrupção, tráfico de drogas, fraude, evasão fiscal, entre outros. 
6 CRIMES CONTRA A ORDEM PUBLICA 
Art. 6.1 - Falsidade Ideológica 
A falsidade ideológica é um crime que consiste em apresentar uma informação falsa, 
distorcida ou ocultar a verdade em um documento público ou particular, com o objetivo de obter 
vantagens para si mesmo ou para outra pessoa, ou para causar prejuízo a terceiros. Na cidade, 
falsidade ideológica também se enquadrana utilização de fardamentos indevidos para se obter 
vantagens. 
12 
 
Art. 6.2 - Formação de Quadrilha 
É um crime que consiste na união de três ou mais pessoas com o objetivo de cometer 
crimes, seja para obter lucro, vantagens financeiras, poder, ou para praticar atividades ilícitas 
em geral. A formação de quadrilha pode envolver planejamento, organização e coordenação de 
atividades criminosas entre os membros do grupo. 
Art. 6.3 - Apologia ao Crime 
A apologia ao crime é uma conduta em que uma pessoa expressa, promove, incita, ou 
justifica publicamente a prática de crimes ou condutas ilegais, seja por meio de palavras, gestos, 
escritos, ou qualquer outra forma de comunicação. Essa conduta pode ser realizada de forma 
verbal, escrita, online, em redes sociais, ou em qualquer outro meio de comunicação. 
Art. 6.4 - Posse de Arma em Público 
É o crime de carregar uma arma de fogo em público sem a devida autorização ou 
licença, ou em violação de regulamentos específicos. 
Art. 6.5 - Suborno 
O suborno é um crime que ocorre quando uma pessoa oferece, promete, solicita ou 
aceita, direta ou indiretamente, dinheiro, presentes, favores, ou outros benefícios em troca de 
influência, vantagens indevidas, ou para obter favorecimento em alguma questão, geralmente 
relacionada a negócios, governo, ou atividades públicas. 
Art. 6.6 - Ameaça 
A ameaça é um crime que ocorre quando uma pessoa, de forma intencional, causa 
medo ou apreensão em outra pessoa, manifestando a intenção de causar-lhe algum mal injusto 
e iminente. A ameaça pode ser realizada por meio de palavras, gestos, escritos, ou qualquer 
outra forma de comunicação que seja capaz de gerar um temor legítimo na vítima. 
Art. 6.7 - Falsa Comunicação de Crime 
A falsa comunicação de crime é um crime que ocorre quando uma pessoa 
intencionalmente comunica às autoridades, por meio de denúncia falsa, a ocorrência de um 
crime que não aconteceu, sabendo que a informação é falsa. 
Art. 6.8 - Uso Indevido do 190/192 
O uso indevido do serviço de emergência 190/192, que é o número de telefone de 
atendimento de emergência utilizado para contato com a políci/resgate, pode ser considerado 
uma conduta ilegal. O serviço de emergência é destinado a situações reais de emergência, como 
crimes em andamento, acidentes graves ou outras situações que necessitem de resposta imediata 
das autoridades. 
13 
 
Art. 6.9 - Perseguição 
Refere-se a ações de perseguição realizadas por uma pessoa ou grupo sem autorização 
legal ou justificativa adequada. Por exemplo, uma pessoa que persegue outra pessoa sem motivo 
válido, de forma a causar medo, intimidação ou assédio, pode ser acusada de crime de 
perseguição. 
Art. 6.10 - Desobediência 01 
É o ato de não cumprir ordens ou mandados legais emitidos por autoridades 
competentes, como a polícia, agentes de trânsito, funcionários públicos, entre outros. 
Art. 6.11 - Desobediência 02 
Agravante do Art. 6.10 
Art. 6.12 - Desobediência 03 
Agravante do Art. 6.11 
Art. 6.13 - Assédio Moral** 
Refere-se a comportamentos abusivos e repetitivos que têm como objetivo prejudicar 
a integridade emocional e psicológica de uma pessoa no ambiente de trabalho. Esses 
comportamentos podem ser realizados por superiores hierárquicos, colegas de trabalho ou 
subordinados, e podem incluir ações como humilhação, insultos, intimidação, ridicularização, 
exclusão, ameaças e outras formas de tratamento hostil. 
Art. 6.14 - Atentado ao Pudor 
O atentado ao pudor é um crime que envolve violações à moralidade sexual, como a 
prática de atos libidinosos diversos do estupro, como o ato de constranger alguém, mediante 
violência ou grave ameaça, a praticar ou permitir que com ele se pratique ato libidinoso diverso 
da conjunção carnal. 
Art. 6.15 - Vandalismo 
O vandalismo é um crime que envolve a destruição, dano, deterioração ou depredação 
de bens públicos ou privados sem autorização legal ou consentimento do proprietário. Esses 
atos podem incluir pichação, grafitagem não autorizada, quebra de vidraças, danificação de 
propriedades, incêndios criminosos, entre outros atos de violação e destruição do patrimônio 
alheio. 
Art. 6.16 - Vandalismo a Propriedade do Governo 
O vandalismo contra propriedades do governo, como prédios públicos, monumentos, 
veículos ou equipamentos públicos. 
 
14 
 
Art. 6.17 - Invasão de Propriedade 
A invasão de propriedade ocorre quando alguém entra em uma propriedade alheia sem 
a devida autorização legal do proprietário ou possuidor legítimo. Isso pode incluir a invasão de 
residências, empresas, terrenos ou outros tipos de propriedades sem permissão, seja por meio 
de arrombamento, escalada, violação de cercas ou portões, entre outros meios. 
Art. 6.18 - Abuso de Autoridade 
O abuso de autoridade ocorre quando uma pessoa em posição de autoridade, como um 
policial, servidor público ou outra pessoa que detenha poder ou responsabilidade oficial, utiliza 
esse poder de forma inadequada ou excessiva, geralmente em detrimento dos direitos, 
liberdades ou interesses de outra pessoa. 
Art. 6.19 - Uso de Máscara 
Refere-se ao indivíduo estar utilizando máscara. 
Art. 6.20 - Uso de Equipamentos Restritos 
Refere-se ao uso de coldre, máscara, colete, lockpick, entre outros. 
Art. 6.21 - Omissão de Socorro 
A omissão de socorro é um crime que ocorre quando uma pessoa está em condições 
de prestar assistência a outra pessoa em situação de perigo ou necessidade imediata de socorro 
e, deliberadamente, se abstém de fazê-lo, colocando em risco a vida ou a integridade física da 
vítima. 
Art. 6.22 - Tentativa de Fuga 
A tentativa de fuga, em termos gerais, refere-se à ação de uma pessoa em tentar escapar 
de um local, situação ou autoridade, com o objetivo de evitar a responsabilidade ou a punição 
por um crime ou infração cometida. A tentativa de fuga pode ocorrer em diversos contextos, 
como durante uma abordagem policial, prisão, detenção ou em um local de custódia, como uma 
prisão, delegacia, hospital ou instituição de internação. 
Art. 6.23 - Desacato 01** 
O desacato consiste em proferir palavras ofensivas, realizar gestos ou adotar 
comportamento desrespeitoso ou insolente contra uma autoridade ou servidor público no 
exercício de suas funções, com o intuito de humilhá-lo ou menosprezá-lo. 
Art. 6.24 - Desacato 02** 
Agravante do Ar. 6.23. 
Art. 6.25 - Desacato 03** 
Agravante do Ar. 6.24. 
15 
 
Art. 6.26 - Resistência à Prisão 
A resistência à prisão ocorre quando uma pessoa, mediante violência ou ameaça, tenta 
se opor à execução de uma prisão legalmente determinada por autoridade policial ou de outra 
natureza, com o objetivo de evitar a sua prisão ou a prisão de outra pessoa. 
Art. 6.27 - Réu Reincidente 
Um réu reincidente é uma pessoa que, após ter sido condenada por um crime, comete 
uma nova infração ou é novamente condenada por outro crime. A reincidência ocorre quando 
uma pessoa já condenada por um crime anteriormente comete um novo crime, seja da mesma 
natureza ou não. 
Art. 6.28 - Cúmplice 
Um cúmplice é uma pessoa que, de alguma forma, colabora ou participa 
voluntariamente na prática de um crime cometido por outra pessoa. O cúmplice pode fornecer 
ajuda, apoio, conselho ou facilitar de alguma forma a realização do crime, seja antes, durante 
ou após a sua execução. 
Art. 6.29 - Obstrução de Justiça 
A obstrução de justiça é um crime que ocorre quando uma pessoa tenta interferir, 
obstruir, atrapalhar ou dificultar o funcionamento do sistema de justiça ou a investigação de um 
crime. Isso pode envolver a destruição, ocultação, falsificação de provas, ameaças a 
testemunhas, suborno de autoridades, fornecimento de informações falsas ou enganosas, ou 
qualquer outra ação que tenha o objetivo de obstruir a investigação ou a administração da 
justiça. 
Art. 6.30 - Ocultação de Provas 
A ocultação de provas é uma forma específica de obstrução dejustiça em que uma 
pessoa tenta esconder evidências relevantes para uma investigação criminal ou processo 
judicial. Isso pode envolver a destruição, manipulação, ocultação ou falsificação de provas 
materiais, documentos, registros ou qualquer outra forma de evidência que possa ser relevante 
para uma investigação ou processo legal em andamento. 
Art. 6.31 - Vadiagem 
O crime de vadiagem é tipificado como um crime que envolve a ociosidade ou a 
vagabundagem, sendo considerado ilegal o comportamento de não trabalhar ou não ter uma 
ocupação aparente. 
 
 
16 
 
Art. 6.32 - Prevaricação 
A prevaricação é um crime que ocorre quando um servidor público, no exercício de 
suas funções, retarda, deixa de praticar ou prática indevidamente um ato de ofício, ou seja, um 
ato que é de sua responsabilidade e deveria ser realizado de acordo com a lei, visando obter 
vantagem pessoal, para si ou para outra pessoa, ou para prejudicar terceiros. 
Art. 6.33 - Perturbação do Sossego Alheio 
A perturbação do sossego alheio é um crime que ocorre quando uma pessoa, de forma 
deliberada e injustificada, perturba o sossego de outra pessoa ou de uma comunidade, causando 
incômodo, barulho excessivo ou outras formas de interferência no ambiente tranquilo e pacífico 
de outrem. 
Art. 6.34 - Calúnia, Injúria ou Difamação 
Calúnia, injúria e difamação são crimes relacionados à reputação e honra das pessoas, 
e são tipificados da seguinte forma: 
Calúnia: A calúnia é um crime que ocorre quando uma pessoa faz uma afirmação falsa 
e maliciosa sobre outra pessoa, imputando-lhe falsamente a prática de um crime que pode 
resultar em pena de prisão. A calúnia envolve a divulgação de informações falsas com o 
objetivo de prejudicar a reputação de uma pessoa. 
Injúria: A injúria é um crime que ocorre quando uma pessoa ofende a honra ou 
dignidade de outra pessoa por meio de palavras, gestos, escritos ou outros meios de 
comunicação. A injúria pode ser verbal ou escrita, e não requer a imputação de um crime 
específico, ao contrário da calúnia. 
Difamação: A difamação é um crime que ocorre quando uma pessoa divulga 
informações falsas ou prejudiciais sobre outra pessoa, com o objetivo de prejudicar a sua 
reputação. A difamação pode ser feita de forma escrita (difamação escrita ou calúnia) ou verbal 
(difamação verbal ou injúria). 
7 CRIMES DE TRÂNSITO 
Art. 7.1 - Condução Imprudente 
A condução imprudente, também conhecida como direção perigosa ou direção 
negligente, é um comportamento inadequado ao volante que pode colocar em risco a segurança 
de outras pessoas no trânsito. A condução imprudente pode ser caracterizada por uma série de 
ações, como excesso de velocidade, ultrapassagens perigosas, desrespeito a sinalizações de 
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trânsito, uso de celular enquanto dirige, dirigir sob influência de álcool ou drogas, entre outros 
comportamentos negligentes que podem resultar em acidentes graves. 
Art. 7.2 - Dirigir na Contramão 
Dirigir na contramão é uma infração de trânsito que ocorre quando um condutor 
trafega em uma via de sentido único na direção oposta à estabelecida pela sinalização de trânsito 
ou pela marcação na pista. 
Art. 7.3 - Alta Velocidade 
É o ato de dirigir o veículo com velocidade superior a máxima permitida na via. A alta 
velocidade aumenta o risco de acidentes de trânsito, uma vez que diminui o tempo de reação 
do condutor, dificulta a manobra de controle do veículo e pode resultar em colisões mais graves 
em caso de acidente. 
Art. 7.4 - Poluição Sonora 
A poluição sonora, também conhecida como poluição sonora ou poluição auditiva, é a 
presença excessiva de ruídos indesejáveis no ambiente, causando incômodo, desconforto ou até 
mesmo prejuízos à saúde das pessoas. A poluição sonora pode ser gerada pelo som do veículo 
automotivo. 
Art. 7.5 - Corridas Ilegais 
As corridas ilegais, também conhecidas como rachas, são atividades em que dois ou 
mais veículos competem em uma corrida não autorizada em vias públicas, desrespeitando as 
leis de trânsito. 
Art. 7.6 - Uso Excessivo de Insulfilm 
O uso excessivo de insulfilm refere-se à aplicação de películas escuras nos vidros de 
veículos de forma que ultrapasse os limites estabelecidos pela legislação de trânsito em relação 
à transparência dos vidros. 
Art. 7.7 - Veículo Muito Danificado 
É quando um veículo está com a lataria muito amassada, sem portas, pneus furados, 
vidros quebrados, sem capô ou porta-malas. 
Art. 7.8 - Veículo Ilegalmente Estacionado 
O estacionamento irregular ou ilegal de um veículo ocorre quando o veículo é 
estacionado em local proibido, sem autorização ou em desacordo com as regras de trânsito e de 
estacionamento estabelecidas pela legislação local. 
 
 
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Art. 7.9 - Não Ceder Passagem a Viaturas 
A não cedência de passagem a viaturas de emergência, como ambulâncias e viaturas 
policiais em serviço, quando solicitado por meio de sinais sonoros e luminosos, pode configurar 
uma infração de trânsito, sujeita a penalidades e multas de acordo com a legislação de trânsito 
do local. 
Art. 7.10 - Impedir o Fluxo do Tráfego 
Impedir o fluxo do tráfego, também conhecido como obstrução de trânsito, ocorre 
quando um veículo ou outra obstrução está posicionada ou bloqueia o fluxo normal de veículos 
em uma via, resultando em congestionamento e interrupção do tráfego. 
Art. 7.11 - Dano ao Patrimônio Público 
O dano ao patrimônio público ocorre quando uma pessoa causa danos materiais a bens 
ou propriedades que pertencem ao patrimônio público, como prédios, veículos, equipamentos, 
infraestruturas, entre outros, que são de propriedade do governo ou de entidades públicas.

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