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MemorexCNU(Bloco04)-Rodada05 pdf

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MEMOREX CNU (BLOCO 04) – RODADA 05 
 
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Parabéns por ter dado esse passo importante na sua preparação, meu amigo (a). Temos 
TOTAL certeza de que este material vai te fazer ganhar muitas questões e garantir a sua 
aprovação. 
Você está tendo acesso agora à Rodada 05. A última rodada será disponibilizada na sua 
área de membros conforme o cronograma abaixo: 
 
Material Data 
Rodada 01 Disponível imediatamente 
Rodada 02 Disponível imediatamente 
Rodada 03 Disponível imediatamente 
Rodada 04 Disponível imediatamente 
Rodada 05 Disponível imediatamente 
Rodada 06 19/02/2024 
 
 
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RODADAS já disponíveis, independentemente da data de compra. 
 
Nesse material focamos também nos temas mais simples e com mais DECOREBA, pois, 
muitas vezes, os deixamos de lado e isso pode, infelizmente, custar inúmeras posições no 
resultado f inal. 
 
Lembre-se: uma boa revisão é o segredo da APROVAÇÃO. 
 
Portanto, utilize o nosso material com todo o seu esforço, estudando e aprofundando cada 
uma das dicas. 
 
Se houver qualquer dúvida, você pode entrar em contato conosco enviando suas dúvidas 
para: atendimento@pensarconcursos.com 
 
 
 
 
 
 
 
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 3 
 
 
ÍNDICE 
 
 
POLÍTICAS PÚBLICAS ...................................................................... 4 
DESAFIOS DO ESTADO DE DIREITO: DEMOCRACIA E CIDADANIA .... 6 
ÉTICA E INTEGRIDADE .................................................................... 9 
DIVERSIDADE E INCLUSÃO NA SOCIEDADE ................................... 11 
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA FEDERAL ............................................. 14 
FINANÇAS PÚBLICAS..................................................................... 17 
GESTÃO GOVERNAMENTAL E GOVERNANÇA PÚBLICA .................... 19 
POLÍTICAS PÚBLICAS .................................................................... 22 
SOCIOLOGIA E PSICOLOGIA APLICADAS AO TRABALHO ................ 25 
SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO E DA TRABALHADORA .......... 28 
DIREITO DO TRABALHO................................................................. 30 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 4 
POLÍTICAS PÚBLICAS 
 
DICA 01 
PROCESSOS DE DECISÃO 
A implementação de políticas públicas é um processo complexo que engloba muitas 
etapas, e os processos de decisão desempenham um papel crucial em todas elas. 
O primeiro passo no processo de decisão na implementação de políticas públicas é a 
identificação de um problema ou necessidade que requer intervenção do governo. Isso 
pode ser feito por meio de pesquisas, análises de dados, consultas públicas e envolvimento 
de especialistas. 
DICA 02 
PROCESSOS DE DECISÃO 
Uma vez identif icado o problema, é preciso definir os objetivos da política pública que 
será implementada. 
Essa etapa engloba a definição de metas específ icas que a política pretende alcançar, bem 
como a identif icação dos grupos ou comunidades que serão afetados por ela. 
 SISTEMATIZANDO: 
 
 
 
DICA 03 
PROCESSOS DE DECISÃO 
Em momento posterior a definição dos objetivos, é preciso que haja a formulação da política 
pública. Isso envolve a elaboração de propostas, a análise de alternativas e a avaliação dos 
possíveis impactos. 
 IMPORTANTE: No decorrer desta fase, os tomadores de decisão devem considerar uma 
série de fatores, como a viabilidade política, econômica e social da política, bem como 
seus efeitos potenciais sobre a equidade e a justiça social. 
DICA 04 
PROCESSOS DE DECISÃO 
A próxima etapa é sua implementação. Neste estágio, as decisões sobre como a política 
será colocada em prática são cruciais. 
Isso engloba a alocação de recursos, a definição de responsabilidades e a elaboração 
de planos de ação. Os processos de decisão nesta fase devem levar em consideração as 
capacidades do governo. 
DICA 05 
MONITORAMENTO DE UMA POLÍTICA PÚBLICA 
O monitoramento de uma política pública é um processo fundamental para garantir a 
eficácia, a transparência e o fornecimento de contas das ações governamentais. 
Identificação do problema/necessidade 
Definição dos objetivos 
1º PASSO 
2º PASSO 
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É por meio desse acompanhamento sistemático que se torna possível avaliar se os objetivos 
propostos estão sendo práticos, se os recursos estão sendo utilizados de maneira ef iciente 
e se as necessidades da população estão sendo atendidas de forma adequada. 
DICA 06 
MONITORAMENTO DE UMA POLÍTICA PÚBLICA 
O monitoramento das políticas públicas interessa a muitos setores sociais, como os 
cidadãos, os agentes públicos, os órgãos de controle, as instituições da sociedade civil 
organizada, grupos da iniciativa privada entre outros. 
 IMPORTANTE: os direitos sociais são efetivados por intermédio das políticas públicas, as 
quais apresentam demandas variadas e complexas, em um cenário de recursos escassos. 
DICA 07 
CADASTRO ÚNICO 
O Cadastro Único é um conjunto de informações sobre as famílias brasileiras em situação 
de pobreza e extrema pobreza. 
 IMPORTANTE: Essas informações são utilizadas pelo Governo Federal, pelos Estados e 
pelos municípios para implementação de políticas públicas capazes de promover a melhoria 
da vida dessas famílias. 
DICA 08 
CADASTRO ÚNICO 
O Cadastro Único é um grande mapa das famílias de baixa renda no Brasil. Ele mostra ao 
governo quem essas famílias são, como elas vivem e do que elas precisam para melhorar 
suas vidas. 
 Quem pode se cadastrar: famílias que vivem com renda mensal de até meio salário-
mínimo por pessoa podem e devem ser registradas no Cadastro Único. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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DESAFIOS DO ESTADO DE DIREITO: DEMOCRACIA E CIDADANIA 
DICA 09 
DO PODER JUDICIÁRIO 
O Poder Judiciário é um dos Poderes da União ao lado do Poder Executivo e Legislativo. 
A atividade típica do Poder Judiciário é a jurisdicional, oportunidade em que se substitui 
aos titulares dos interesses em conflito para, imparcialmente, buscar a pacif icação do 
conflito. 
O Poder Judiciário exerce também atividades atípicas, tanto executivas-
administrativas (concessão de férias) quanto legislativas (elaboração de regimento 
interno). 
ATENÇÃO!! 
O Poder Judiciário é constituído apenas na União, nos Estados e no Distrito Federal. Os 
municípios não possuem poder judiciário próprio. 
Mas cuidado, os Municípios apresentam fóruns e juízes, mas eles são constituídos 
pelo Estado respectivo, e não pelo próprio Município. 
DICA 10 
ESTRUTURA DO PODER JUDICIÁRIO 
 Segundo o artigo 92 da Constituição Federal, são órgãos do Poder Judiciário: 
 Supremo Tribunal Federal; 
 ConselhoNacional de Justiça; 
 Superior Tribunal de Justiça; 
 Tribunal Superior do Trabalho; 
 Tribunais Regionais Federais e Juízes Federais; 
 Tribunais e Juízes do Trabalho; 
 Tribunais e Juízes Eleitorais; 
 Tribunais e Juízes Militares; 
 Tribunais e Juízes dos Estados e do Distrito Federal e Territórios. 
 O STF é a cúpula do Poder Judiciário, atuando como guardião da Constituição. Atua 
como última instância de resolução de conflitos no caso concreto. 
DICA 11 
JUSTIÇA COMUM E ESPECIAL 
 A jurisdição no Brasil, divide-se em: 
 Justiça Comum: Justiça Estadual composta por Tribunais de Justiça e Juízes de 
Direito. E Justiça Federal composta por Tribunais Regionais Federais e Juízes 
Federais. 
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 Justiça Especial: Composta pela Justiça do Trabalho, Eleitoral e Militar. 
DICA 12 
DA ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA 
 A União, no Distrito Federal e nos Territórios, e os Estados criarão: 
 Juizados Especiais: providos por juízes togados, ou togados e leigos, competentes 
para a conciliação, o julgamento e a execução de causas cíveis de menor complexidade e 
infrações penais de menor potencial ofensivo, mediante os procedimentos oral 
e sumaríssimo, permitidos, nas hipóteses previstas em lei, a transação e o julgamento de 
recursos por turmas de juízes de primeiro grau. 
 Justiça de Paz: remunerada, composta de cidadãos eleitos pelo voto direto, universal 
e secreto, com mandato de 04 (quatro) anos e competência para, na forma da lei, celebrar 
casamentos, verif icar, de of ício ou em face de impugnação apresentada, o processo de 
habilitação e exercer atribuições conciliatórias, sem caráter jurisdicional, além de outras 
previstas na legislação. 
DICA 13 
DA AUTONOMIA ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DO PODER JUDICIÁRIO 
 O encaminhamento da proposta, ouvidos os outros tribunais interessados, compete: 
 no âmbito da União: aos Presidentes do Supremo Tribunal Federal e dos Tribunais 
Superiores, com a aprovação dos respectivos tribunais; 
 no âmbito dos Estados e no do Distrito Federal e Territórios: aos Presidentes dos 
Tribunais de Justiça, com a aprovação dos respectivos tribunais. 
Se os órgãos referidos acima NÃO encaminharem as respectivas propostas 
orçamentárias dentro do prazo estabelecido na lei de diretrizes orçamentárias, o Poder 
Executivo considerará, para f ins de consolidação da proposta orçamentária anual, os valores 
aprovados na lei orçamentária vigente, ajustados de acordo com os limites estipulados. 
DICA 14 
DA AUTONOMIA ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DO PODER JUDICIÁRIO 
Se as propostas orçamentárias forem encaminhadas em desacordo com os limites 
estipulados, o Poder Executivo procederá aos ajustes necessários para f ins de consolidação 
da proposta orçamentária anual. 
Durante a execução orçamentária do exercício, não poderá haver a realização de 
despesas ou a assunção de obrigações que extrapolem os limites estabelecidos na lei de 
diretrizes orçamentárias, exceto se previamente autorizadas, mediante a abertura de 
créditos suplementares ou especiais. 
DICA 15 
REDEMOCRATIZAÇÃO 
No ano de 1984, o movimento pelas diretas já ganhou muita força. Em 85, José Sarney 
assumiu como o primeiro presidente civil em mais de 20 anos. 
 
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 8 
ATENÇÃO!! 
Sua escolha foi indireta, pois Sarney foi eleito enquanto vice de Tancredo Neves, que 
f icou doente antes de sua posse e acabou morrendo sem se tornar presidente. 
→ Em 1988, foi promulgada a Constituição Federal. 
 O VOTO COMO PROTESTO: Já existiram no país situações inusitadas onde o protesto 
foi feito por meio do voto. No ano de 1987, a cidade capixaba de Vila Velha enfrentava um 
surto de dengue, e o poder público municipal era duramente criticado, pois não interviu com 
medidas ef icientes contra o transmissor e os focos do mosquito na região. 
Nas eleições do dia 14 de dezembro de 1987, como uma espécie de protesto das autoridades 
para o caso a população elegeu o candidato “mosquito”, que obteve 29.668 cédulas com 
seu nome depositado nas urnas, mais do que o candidato Magno Pires da Silva, que f icou 
em segundo lugar, com 26.633 votos. O voto nesta época era escrito e em cédulas. Magno, 
como segundo colocado, ganhou. E tomou medidas de prof ilaxia contra a doença que se 
espalhava na cidade. 
Você já ouviu falar do Cacareco? Em 1959, elegeu um rinoceronte como vereador da 
cidade. O nome dele era Cacareco, tinha sido emprestado pelo Rio para a capital paulista 
por conta da inauguração do zoológico municipal. 
Neste tempo, uma grande insatisfação com os políticos e candidatos a vereador para a 
câmara da cidade ganhava muita força na sociedade paulistana. 
 IMPORTANTE: dizem que o rinoceronte recebeu quase 100 mil votos nas eleições. A 
revista americana “Time” chegou a noticiar que “melhor eleger um rinoceronte do que um 
asno”. 
DICA 16 
DEMOCRACIA REPRESENTATIVA 
Os regimes democráticos contemporâneos são chamados de democracias representativas, 
pois o povo participa das decisões do governo indiretamente, por intermédio dos seus 
representantes eleitos. 
 IMPORTANTE: Numa democracia representativa, como é o Brasil, o direito de votar 
para escolha dos governantes, que irão estar os cargos do executivo e do legislativo, é 
um dos direitos fundamentais da cidadania. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 9 
ÉTICA E INTEGRIDADE 
DICA 17 
GOVERNO ELETRÔNICO 
O Governo Eletrônico, também chamado como e-Government ou e-Gov, representa uma 
transformação signif icativa na maneira como os governos interagem com os cidadãos, 
empresas e outras entidades. 
O Governo Eletrônico abrange uma ampla gama de iniciativas, desde a disponibilização de 
informações governamentais online até a implementação de sistemas avançados de gestão 
de serviços públicos e participação cidadã. 
DICA 18 
GOVERNO ELETRÔNICO 
 Transparência e acesso à informação: uma das bases do Governo Eletrônico é a 
disponibilização de informações públicas de maneira fácil e acessível. 
Isso permite que os cidadãos tenham acesso a dados governamentais, orçamentos, leis e 
regulamentos de forma rápida e ef icaz. A transparência criada pelo e-Gov contribui para 
uma governança mais responsável e combate a corrupção. 
DICA 19 
GOVERNO ELETRÔNICO 
 Serviços Online: os governos têm desenvolvido portais e plataformas online que 
oferecem uma variedade de serviços públicos, desde emissão de documentos até 
pagamento de impostos e solicitação de benefícios sociais. 
Essa abordagem traz uma economia de tempo e também de recursos para os 
cidadãos, ao mesmo tempo que aumenta a ef iciência dos governos. 
DICA 20 
GOVERNO ELETRÔNICO 
 Participação Cidadã: O e-Gov também tem por intuito envolver os cidadãos no 
processo decisório, permitindo que eles contribuam com opiniões e feedback sobre políticas 
públicas e projetos governamentais. 
Isso pode ocorrer por intermédio de consultas públicas online, fóruns de discussão e outras 
ferramentas interativas. 
DICA 21 
GOVERNO ELETRÔNICO 
 Governo Aberto: A ideia de governo aberto está intimamente relacionada ao Governo 
Eletrônico. 
Ela promove a colaboração entre o governo, a sociedade civil e o setor privado para 
melhorar a qualidade dos serviços públicos, a ef icácia da gestão governamental e a inovação 
no setor público. 
 
 
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 10 
DICA 22 
GOVERNO ELETRÔNICO 
 Segurança e Proteção de Dados: à medida que mais informações são compartilhadas 
online, é fundamental garantir a segurança e também a proteção dos dados pessoais 
dos cidadãos (observância da LGPD). 
Os Governos devem implementar medidas rigorosas de segurança cibernética e 
conformidade com as regulamentações de privacidade. 
DICA 23 
GOVERNO ELETRÔNICO 
 Inclusão Digital: para que o Governo Eletrônico seja ef icaz, é importante garantir que 
todos os cidadãos tenham acesso à tecnologia e à internet. 
Isso requer esforços para combater a exclusão digital, que pode ser alcançada por meio de 
programas de inclusão digital e acesso gratuito à internet em áreas carentes. 
DICA 24 
GOVERNO ELETRÔNICO 
O Governo Eletrônico representa uma evolução essencial na forma como os governos 
atendem às necessidades dos cidadãos e promovem a governança democrática. 
Entretanto, também apresenta desafios, como a garantia da segurança cibernética, a 
inclusão digital e a proteção da privacidade. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 11 
DIVERSIDADE E INCLUSÃO NA SOCIEDADE 
DICA 25 
DIVERSIDADE ÉTNICO-RACIAL 
A diversidade étnico-racial é um tema de grande relevância e importância na 
sociedade contemporânea. 
Refere-se à variedade de grupos étnicos e raciais que compõem uma determinada 
população ou sociedade, abrangendo uma gama de origens culturais, étnicas e raciais 
diferentes. 
É uma característica intrínseca das sociedades modernas e desempenha um papel 
fundamental na construção de identidades individuais e coletivas, na promoção da 
igualdade e na busca por uma sociedade mais justa e inclusiva. 
A composição étnica do Brasil engloba uma ampla diversidade de etnias, tradições, 
culturas, idiomas e outros pontos. 
 A região Sul teve uma ocupação majoritária dos europeus, na Região Norte predominam 
os descendentes indígenas; os afro-descendentes são maioria no Nordeste. 
DICA 26 
DIVERSIDADE CULTURAL: COMUNIDADES CIGANAS 
Os ciganos são um grupo étnico nômade que se originou no noroeste da Índia e se 
espalhou por todo o mundo ao longo dos séculos. 
 No Brasil, há 3 grandes grupos ciganos: 
 Os Calon, que viviam na Península Ibérica e vieram para o Brasil durante a colonização; 
 Os Rom, do Leste Europeu; 
 Os Sinti, do centro europeu. 
 
 PORAJMOS: o Porajmos foi o holocausto direcionado ao povo cigano, durante a 2ª 
Guerra Mundial. Neste sombrio momento da história humana, foram exterminados cerca de 
500.000 ciganos pelos nazistas, na chamada “Solução Final da Questão Cigana”. 
DICA 27 
DIVERSIDADE CULTURAL: COMUNIDADES CIGANAS 
Uma característica marcante das comunidades ciganas é seu estilo de vida nômade. 
Tradicionalmente, os ciganos vivem em acampamentos temporários ou em caravanas, 
viajando de um lugar para outro em busca de oportunidades econômicas e mantendo suas 
tradições culturais vivas. 
Entretanto, muitos ciganos no Brasil também se estabeleceram em áreas urbanas e rurais, 
adaptando-se à vida sedentária. As tradições culturais das comunidades ciganas são ricas 
e diversas. Elas incluem música, dança, artesanato e espiritualidade. 
 
 
 
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 12 
DICA 28 
DIVERSIDADE CULTURAL: COMUNIDADES CIGANAS 
Suas comunidades estão localizadas principalmente nas regiões Nordeste, Sudeste e Sul. 
Para enfrentar esses desafios, organizações da sociedade civil, governos e líderes ciganos 
têm trabalhado para promover os direitos e a inclusão das comunidades ciganas no 
Brasil. Esses esforços incluem ações para combater o preconceito, promover a educação, o 
emprego, e garantir o acesso a serviços de saúde adequados. 
DICA 29 
DIVERSIDADE CULTURAL: JUDEUS 
A presença judaica no Brasil é uma parte significativa e histórica da diversidade 
étnica e religiosa do país. A história dos judeus no Brasil remonta aos primórdios da 
colonização portuguesa e é marcada por uma série de eventos e desafios ao longo dos 
séculos. 
Os primeiros judeus que chegaram ao Brasil durante o período colonial foram, em sua 
maioria, judeus sefarditas, descendentes de judeus expulsos da Península Ibérica em 1492, 
quando ocorreu a Inquisição Espanhola. Muitos deles buscaram refúgio no Brasil, onde, sob 
o domínio português, tiveram que praticar sua fé secretamente devido à Inquisição 
portuguesa, que também estava presente no Brasil. 
Os judeus no Brasil também enfrentaram desafios ao longo de sua história, incluindo o 
antissemitismo (Holocausto) e a discriminação. Durante a Segunda Guerra Mundial, o Brasil 
recebeu refugiados judeus que escaparam do Holocausto, mas enfrentaram obstáculos para 
serem aceitos no país. 
Apesar dos desafios, a comunidade judaica no Brasil continua a desempenhar um papel 
importante na construção da sociedade brasileira, promovendo a diversidade cultural e 
contribuindo para o desenvolvimento do país. Ela é um testemunho da resiliência e da 
capacidade de adaptação do povo judeu ao longo da história e destaca a importância da 
coexistência pacíf ica e do respeito à diversidade no Brasil e no mundo. 
O Holocausto, que também é conhecido como Shoá, foi o genocídio e perseguição feitos 
contra os judeus pelo regime nazista alemão, bem como também pelos seus aliados e 
colaboradores. Muitos foram mortos em campos de concentração, como por exemplo os 
campos de Auschwitz e Chelmno. 
Também foram mortos em massacres, como por exemplo o Massacre de Babi Yar, que 
ocorreu na Ucrânia. 
Houve também o seu extermínio por meio da fome, doenças e frio em locais de segregação, 
como o Gueto de Varsóvia. 
Hitler tinha uma política de preconceito e ódio direcionados a muitas pessoas, no caso dos 
judeus, os culpava por muitas coisas, dentre elas pelo colapso econômico da Alemanha. 
Todas as acusações de Hitler contra os que ele considerava como inimigos da Alemanha 
eram infundadas e carregadas de discriminação. 
 
 
 
 
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 13 
DICA 30 
DIVERSIDADE CULTURAL: ARMÊNIOS 
A Armênia é um país na região montanhosa do Cáucaso, divisa entre Ásia e Europa, cuja 
a capital é Yerevan. A comunidade armênia no Brasil é estimada em 100 mil pessoas, e a 
maior parte vive em São Paulo. 
 Curiosidade: Os armênios foram os primeiros povos a adotar o Cristianismo como 
religião of icial, em 303. 
Genocídio Armênio: o Império Turco-Otomano era aliado da Alemanha. E foi no 
decorrer da Primeira Guerra que se iniciou uma política de genocídio e dizimação do povo 
armênio pelas mãos dos turcos, em abril de 1915. Como ocorreu: os homens eram levados 
para a guerra, onde eram mortos enquanto cavavam trincheiras. Crianças, idosos e 
mulheres eram tirados de suas casas para "caravanas da morte", onde sucumbiam ao frio, 
à fome e às doenças. Os armênios calculam que o número de mortos chegou a 1,5 milhão. 
 Resultado da Primeira Guerra Mundial para o Império Turco Otomano: este império foi 
dissolvido em 1923, quando foi proclamada a República da Turquia. 
DICA 31 
DIVERSIDADE CULTURAL: JAPONESES 
O Brasil tem a maior comunidade japonesa fora do Japão. Atualmente, são mais de 
2 milhões de nipo-brasileiros. Ao longo das décadas, os nikkeiprosperaram e contribuíram 
para diversos setores da sociedade brasileira. 
Uma das principais contribuições dos nikkei foi no campo agrícola. Eles introduziram técnicas 
avançadas de cultivo e diversif icação de culturas, tornando-se importantes produtores de 
alimentos no Brasil. Hoje, a agricultura nipo-brasileira é conhecida por sua ef iciência e 
qualidade. 
Cidades como Maringá, Tomé-Açu, São Paulo, Assai e Ivoti são exemplos de munícipios com 
grandes concentrações de japoneses e de nipo-brasileiros. 
DICA 32 
DIVERSIDADE CULTURAL: CHINESES 
Em 1892, foi aprovada a lei nº 97 que permitia a entrada de imigrantes chineses e japoneses 
no Brasil. Os primeiros grupos de chineses foram trazidos de Macau ao Rio de Janeiro por 
D. João VI para começar o cultivo de chá no Brasil. 
A formação do Brasil tem um elo muito grande com chegada de imigrantes de muitas 
nações. Entre as grandes contribuições, destacam-se os chineses. Estima-se que no Brasil 
vivam cerca de 300 mil chineses. A grande maioria vive no estado de São Paulo, em 
especial na capital. 
 
 
 
 
 
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 14 
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA FEDERAL 
DICA 33 
REGIME JURÍDICO DOS SERVIDORES PÚBLICOS DA UNIÃO (LEI Nº 8.112/1990) - 
DAS PENALIDADES 
A advertência só será aplicada por escrito, nos casos de violação de proibição 
constante do art. 117, incisos I a VIII e XIX, e de inobservância de dever funcional 
previsto em lei, regulamentação ou norma interna, que não justif ique imposição de 
penalidade mais grave. 
 Já, a demissão será aplicada nos seguintes casos: 
 MACETE: CrIA CoR, ApOIA LeTra II 
CR CRime contra a administração pública; 
I Inassiduidade habitual; 
A Abandono de cargo; 
CO COrrupção; 
R Revelação de segredo do qual se apropriou em razão do cargo; 
AP APlicação irregular de dinheiros públicos; 
O Ofensa f ísica, em serviço, a servidor ou a particular, salvo em legítima defesa 
própria ou de outrem; 
I Improbidade administrativa; 
A Acumulação ilegal de cargos, empregos ou funções públicas; 
LE LEsão aos cofres públicos e dilapidação do patrimônio nacional; 
TRA TRAnsgressão dos incisos IX a XVI do art. 117; 
I Insubordinação grave em serviço; 
I Incontinência pública e conduta escandalosa, na repartição; 
DICA 34 
AGENTES PÚBLICOS - REMUNERAÇÃO DOS SERVIDORES 
 Vejamos alguns pontos importantes sobre a remuneração dos servidores: 
 Os vencimentos dos cargos do Poder Legislativo e do Poder Judiciário não poderão ser 
superiores aos pagos pelo Poder Executivo; 
 Vedada a vinculação ou equiparação de quaisquer espécies remuneratórias para o 
efeito de remuneração de pessoal do serviço público; 
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 15 
 Os acréscimos pecuniários percebidos por servidor público não serão computados 
nem acumulados para f ins de concessão de acréscimos ulteriores; 
 O subsídio e os vencimentos dos ocupantes de cargos e empregos públicos são 
irredutíveis, a não ser casos excepcionais dispostos na própria Constituição Federal; 
 Vencimento + Vantagens (caráter permanente) = remuneração > é irredutível. 
DICA 35 
ACUMULAÇÃO DE CARGOS PÚBLICOS 
 Vejamos alguns pontos importantes sobre a acumulação de cargos públicos: 
 Em regra, é vedada a acumulação remunerada de cargos públicos; 
Essa regra abrange autarquias, fundações, empresas públicas, sociedades de economia 
mista, suas subsidiárias, e sociedades controladas, direta ou indiretamente, pelo poder 
público. 
DICA 36 
RESPONSABILIDADE DO SERVIDOR PÚBLICO 
 O servidor público é passível de três tipos de responsabilidade, a civil, penal e 
administrativa: 
 A responsabilidade civil decorrerá da condenação da Administração Pública a indenizar 
terceiros por danos causados pelo servidor, uma vez provado que este tenha agido com 
dolo ou culpa; 
 Já a responsabilidade penal decorrerá de atuação típica e antijurídica do servidor 
relacionada ao exercício de suas atribuições, comprovada através do devido processo legal 
no juízo penal; 
 A responsabilidade administrativa decorrerá da violação do servidor aos deveres e 
proibições inseridos nos respectivos estatutos. 
DICA 37 
RESPONSABILIDADE DO SERVIDOR PÚBLICO 
Importante destacar que uma única conduta praticada por um servidor público poderá 
configurar infração administrativa, implicar dano à Administração e ser tipif icada como 
crime, ensejando, nessa hipótese, responsabilidades nas esferas administrativa, civil e 
criminal, pois as três têm fundamentos e naturezas diversas. 
 IMPORTANTE: as esferas de responsabilidades (administrativa, cível e penal) são, em 
regra, independentes, de tal sorte que as penas aplicadas em cada uma das esferas 
serão cumulativas. 
DICA 38 
REGIME JURÍDICO DOS SERVIDORES PÚBLICOS DA UNIÃO (LEI Nº 8.112/1990) -
REGIME DISCIPLINAR - DEVERES 
É dever do servidor cumprir as ordens de seus superiores e levar a eles irregularidades 
observadas durante o exercício da função. 
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 16 
Quando a suspeita de irregularidade, ilegalidade, omissão ou abuso de poder, for 
relacionado a seu superior, é dever informar e representar a outra autoridade 
competente. 
A não execução da ordem do superior, por suspeita de irregularidade de tal atividade, 
não acarretará prejuízo ao servidor. 
Quando um servidor não observar algum dos deveres, será penalizado, em regra, com 
penalidade de advertência. 
DICA 39 
DAS PROIBIÇÕES 
O art. 117 da lei discorre sobre interdições impostas ao servidor. Dependo da violação 
cometida, o servidor poderá ser responsabilizado com advertência, suspensão ou 
demissão. 
É passível de suspensão: 
 Cometer a outro servidor atribuições estranhas ao cargo em que ocupa, exceto em 
situações de emergência ou transitórias. 
 Exercer quaisquer atividades que sejam incompatíveis com o exercício do cargo ou 
função e com o horário e trabalho. 
DICA 40 
DAS PENALIDADES 
 São penalidades disciplinares: 
 MACETE: CaDe DeDe SuAD 
CA CAssação de aposentadoria 
DE DEmissão 
DE DEstituição do cargo em comissão 
DE DEstituição de função comissionada 
SU SUspensão 
AD ADvertência 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 17 
FINANÇAS PÚBLICAS 
DICA 41 
FUNÇÃO DOS TRIBUTOS 
A função principal do tributo é gerar recursos financeiros para o Estado. É a função 
chamada fiscal. 
O tributo também pode ter função extrafiscal (interferência no domínio econômico, a 
exemplo das alíquotas de importação) ou parafiscal (arrecadação de recursos para 
autarquias, fundações públicas, sociedades de economia mista, empresas públicas ou 
mesmo pessoas de direito privado que desenvolvam atividades relevantes, mas que não 
são próprias do Estado, a exemplo dos sindicatos, do Sesi etc.). 
DICA 42 
PRINCÍPIOS GERAIS TRIBUTÁRIOS 
O Sistema Constitucional Tributário, é o conjunto de princípios constitucionais que 
informa o quadro orgânico de normas fundamentais e gerais de direito tributário vigentes 
em determinado país. Assim, os principais princípios que regem toda a organização 
tributária e que já funcionam também como limitadores constitucionais à tributação, são: 
Princípio da Reserva Legal Tributária ou da Legalidade:o sistema tributário 
brasileiro tem como princípio basilar proeminente, decorrente de regra constitucional o da 
legalidade. 
Princípio da Legalidade: "Ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma 
coisa senão em virtude de lei". Esse princípio visa combater o poder arbitrário do Estado. 
Só por meio de espécies normativas previstas no art. 59, devidamente elaboradas, 
conforme as regras do processo legislativo constitucional, podem-se criar obrigações para 
o indivíduo. 
DICA 43 
PRINCÍPIOS GERAIS TRIBUTÁRIOS 
Princípio da Igualdade Tributária: diz o art. 5°, I da CF, que todos são iguais perante 
a lei sem distinção de qualquer natureza. Esse texto proclama o princípio da igualdade ou 
da isonomia, determinando o convívio de todos, sem discriminações. 
Princípio da Igualdade: o Sistema Tributário Nacional repetiu o disposto no art. 5º da 
CF/88 em seu art. 150, II, que diz ser vedado "instituir tratamento desigual entre 
contribuintes que se encontram em situação equivalente, proibida qualquer distinção em 
razão de ocupação prof issional ou função por eles exercida, independentemente da 
denominação jurídica dos rendimentos, títulos ou direitos". 
 Vale lembrar! Só a lei em seu sentido formal e material é que pode dispor sobre a 
exigência e a majoração de tributos, pois, não há tributo sem lei. 
DICA 44 
FEDERALISMO FISCAL NO BRASIL 
O federalismo f iscal trata-se de um dos pilares do sistema político e econômico 
brasileiro. Trata-se de um arranjo no qual o poder de tributar e gastar é compartilhado 
entre os diferentes níveis de governo - União, estados e municípios. 
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 18 
Essa distribuição de competências e recursos f inanceiros visa promover a descentralização 
administrativa e garantir maior ef iciência na prestação de serviços públicos à população. 
DICA 45 
FEDERALISMO FISCAL NO BRASIL 
O federalismo f iscal brasileiro também enfrenta desafios signif icativos. Um deles é a 
complexidade do sistema tributário, que envolve múltiplos impostos e contribuições, 
tornando-o oneroso e dif ícil de ser compreendido tanto pelos cidadãos quanto pelas 
empresas. 
A carga tributária elevada e a burocracia tributária podem desestimular o investimento e a 
atividade econômica. 
DICA 46 
FEDERALISMO FISCAL NO BRASIL 
No Brasil, o federalismo f iscal é uma característica marcante do sistema político desde a 
CF/88, que conferiu maior autonomia f iscal aos estados e municípios. 
A Carta Magna trouxe a criação de diversos impostos e transferências de recursos entre 
os entes federativos, com o objetivo de promover o desenvolvimento regional e reduzir as 
desigualdades sociais e econômicas. 
DICA 47 
FEDERALISMO FISCAL NO BRASIL 
O federalismo f iscal no Brasil é uma ferramenta fundamental para a promoção do 
desenvolvimento regional e para a descentralização do poder. 
Entretanto, é preciso enfrentar os desafios mencionados para garantir que esse modelo seja 
ef iciente, transparente e capaz de atender às demandas da sociedade brasileira. A busca 
por um federalismo f iscal mais equitativo e ef icaz continua sendo uma das questões centrais 
da agenda política e econômica do país. 
DICA 48 
FEDERALISMO FISCAL NO BRASIL - REFORMA TRIBUTÁRIA: IMPOSTO DO PECADO 
OU IMPOSTO SELETIVO 
A partir do ano de 2027, será criado o Imposto Seletivo, também chamado de imposto 
do pecado, que incidirá uma só vez sobre a produção, extração, comercialização ou 
importação de produtos e serviços prejudiciais à saúde e ao meio ambiente. 
Nos dias atuais, a função é exercida pelo IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) com 
relação a produtos maléf icos à saúde, como o tabaco. 
Um dos intuitos deste imposto não é somente majorar o recolhimento tributário, sendo 
também seu intuito tornar o acesso mais caro, minorando seu consumo excessivo. 
 
 
 
 
 
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 19 
GESTÃO GOVERNAMENTAL E GOVERNANÇA PÚBLICA 
DICA 49 
BOAS PRÁTICAS DE GESTÃO DE RISCOS NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 
A gestão de riscos é essencial para garantir a eficiência e a transparência na prestação 
de serviços governamentais. 
É fundamental que os órgãos governamentais sejam capazes de identif icar e avaliar os 
riscos associados às suas atividades. Isso pode englobar a realização de análises de risco, 
consulta a especialistas e a coleta de dados relevantes. 
DICA 50 
BOAS PRÁTICAS DE GESTÃO DE RISCOS NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 
É importante que os gestores públicos estejam abertos a ouvir e envolver os cidadãos e 
partes interessadas na identif icação de riscos. 
Isso pode fornecer uma perspectiva valiosa sobre as preocupações e expectativas da 
comunidade. 
DICA 51 
PROCESSOS DO PMBOK 
O PMBOK define um conjunto de processos que guiam o gerenciamento de projetos. São 
cinco grupos de processos: 
 
 
 
 
 
 
 
 
DICA 52 
PROCESSOS DO PMBOK 
O chamado PMBOK também descreve os processos em termos de suas interconexões 
e dependências, o que é essencial para uma gestão eficaz de projetos. 
Além disso, o PMBOK também fornece diretrizes sobre como adaptar os processos a 
diferentes tipos de projetos e ambientes. Essa adaptabilidade é crucial, especialmente em 
gestão pública, onde os projetos podem ser altamente variados em termos de escopo e 
complexidade. É importante adaptar as melhores práticas do PMBOK para atender às 
necessidades específ icas de cada projeto. 
 
 
Iniciação; 
Planejamento; 
Execução; 
Monitoramento e Controle; 
Encerramento. 
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 20 
DICA 53 
PROCESSOS DO PMBOK 
O PMBOK é uma ferramenta valiosa para prof issionais de gestão pública que desejam 
garantir que seus projetos sejam bem-sucedidos e entreguem resultados ef icazes para 
a comunidade. 
 IMPORTANTE: A gestão de projetos baseada nos princípios do PMBOK pode ajudar a 
aumentar a ef iciência, a transparência e a prestação de contas em projetos governamentais. 
DICA 54 
PMBOK- INICIAÇÃO 
Este grupo de processos concentra-se em: 
Definir formalmente o início de um projeto e 
Autorizar formalmente o início de um projeto. 
Isso engloba a identif icação das partes interessadas, bem como a elaboração do termo de 
abertura do projeto (Project Charter), que é o documento que autoriza o projeto, e a 
definição inicial do escopo do projeto. 
DICA 55 
PMBOK- PLANEJAMENTO 
O grupo de processos de Planejamento envolve a elaboração de um plano detalhado que 
guiará a execução do projeto. Isso inclui o desenvolvimento do Plano de Gerenciamento do 
Projeto, que descreve como o projeto será executado, monitorado e controlado. 
Outros processos de planejamento abrangem a definição de escopo, a elaboração de 
cronogramas, o planejamento de custos, a identif icação e análise de riscos, entre outros. 
DICA 56 
PMBOK- EXECUÇÃO 
Neste grupo de processos, as atividades planejadas são efetivamente executadas para 
produzir os entregáveis do projeto. 
Isso envolve a coordenação das equipes de projeto, a comunicação com as partes 
interessadas, a gestão dos recursos e a garantia de que o trabalho está sendo realizado de 
acordo com o Plano de Gerenciamento do Projeto. 
DICA 57 
PMBOK- MONITORAMENTO E CONTROLE 
Durante esta fase, o desempenho do projeto é monitorado e comparado ao plano. Isso 
inclui a coleta de dados sobre o progresso, a identif icação de desvios em relação ao plano 
e a implementaçãode ações corretivas quando necessário. 
O controle de mudanças também é uma parte essencial deste grupo de processos, pois 
ajuda a manter o projeto dentro dos limites de escopo, custo e prazo definidos. 
 
 
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 21 
DICA 58 
PMBOK- ENCERRAMENTO 
O grupo de processos de Encerramento envolve a conclusão formal do projeto e a 
entrega de seus produtos finais. Isso inclui a obtenção da aceitação do cliente, a 
documentação de lições aprendidas e a f inalização de todos os contratos e obrigações 
associados ao projeto. 
 IMPORTANTE: O Plano de Encerramento do Projeto é desenvolvido e executado nesta 
fase. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 22 
POLÍTICAS PÚBLICAS 
DICA 59 
DIREITOS COLETIVOS 
Podemos dizer, em sentido estrito, que os direitos coletivos tem como principais 
características: 
São transindividuais; 
São indivisíveis; 
 IMPORTANTE: As bancas, em muitas ocasiões, gostam de interdisciplinaridade. Neste 
ponto, o CDC traz uma definição importante de direitos coletivos. 
No art. 81, parágrafo único, do CDC engloba 3 modalidades de direitos coletivos em 
sentido amplo: 
 Direitos difusos; 
 Direitos coletivos em sentido estrito (stricto sensu); 
 Direitos individuais homogêneos. 
DICA 60 
DIREITOS SOCIAIS 
Os direitos sociais são consagrados na CF como princípios, os quais devem ser efetivados 
pelos poderes públicos. 
Esses direitos, conforme as dimensões dos direitos fundamentais, são os de 2ª dimensão, 
ou seja, são direitos que o Estado deve garantir, com a f inalidade de promover a igualdade 
material. 
Tendo em vista a f inalidade de promover a igualdade material, a efetivação dos direitos 
sociais é onerosa para os cofres públicos. Dessa forma, surge o que a doutrina denomina 
de reserva do possível. 
DICA 61 
DIREITOS SOCIAIS 
A reserva do possível consiste na relação entre a efetivação dos direitos sociais e as 
limitações orçamentárias que o Estado possui. 
Em face dessa limitação orçamentária, muitos casos envolvendo a efetivação de direitos 
sociais são judicializados. O STF entende que não havendo comprovação objetiva da 
incapacidade econômico-f inanceira da pessoa estatal, inexistirá empecilho jurídico para 
que o Judiciário determine a inclusão de determinada política pública nos planos 
orçamentários do ente político. 
 
 
 
 
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 23 
DICA 62 
DIREITOS SOCIAIS COLETIVOS DOS TRABALHADORES 
Os direitos sociais coletivos são aqueles exercidos pelos trabalhadores, coletivamente ou 
no interesse de uma coletividade, e podem ser classif icados em: 
Direito de associação prof issional ou sindical; 
Direito de greve; 
Direito de substituição processual; 
Direito de participação; 
Direito de representação classista. 
DICA 63 
POLÍTICAS PÚBLICAS ENQUANTO GARANTIDORAS DOS DIREITOS INDIVIDUAIS, 
COLETIVOS E DIFUSOS 
Os direitos individuais referem-se às liberdades e garantias fundamentais de cada 
pessoa. Isso inclui a liberdade de expressão, de religião, de associação, o direito à vida, à 
propriedade e à integridade f ísica. 
As políticas públicas têm a responsabilidade de garantir que esses direitos sejam respeitados 
e que qualquer violação seja combatida de forma ef icaz. Isso engloba a criação de leis e 
regulamentações adequadas, a promoção da educação sobre os direitos individuais e o 
acesso à justiça para resolver disputas. 
DICA 64 
POLÍTICAS PÚBLICAS ENQUANTO GARANTIDORAS DOS DIREITOS INDIVIDUAIS, 
COLETIVOS E DIFUSOS 
Já os direitos difusos são aqueles que se referem a interesses difusos da sociedade 
como um todo, como o direito ao meio ambiente saudável, à qualidade dos serviços 
públicos, à segurança pública e à saúde. As políticas públicas desempenham um papel 
fundamental na proteção desses direitos, pois envolvem a regulamentação de setores 
econômicos, a f iscalização de empresas e a promoção de políticas de prevenção e educação. 
 Por exemplo: políticas de preservação ambiental, regulamentações de segurança 
alimentar e programas de educação em saúde são exemplos de como o Estado pode garantir 
direitos difusos. 
DICA 65 
POLÍTICAS PÚBLICAS ENQUANTO GARANTIDORAS DOS DIREITOS INDIVIDUAIS, 
COLETIVOS E DIFUSOS 
As políticas públicas desempenham um papel crucial na garantia dos direitos individuais, 
coletivos e difusos, pois são responsáveis por criar um ambiente jurídico, regulatório e 
social que protege e promove esses direitos. 
É fundamental que o Estado atue de forma eficaz e comprometida na busca pela justiça, 
igualdade e bem-estar de todos os cidadãos, respeitando e promovendo esses diferentes 
tipos de direitos em harmonia com os princípios democráticos e os valores da sociedade. 
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 24 
DICA 66 
PARTICIPAÇÃO SOCIAL NOS PROCESSOS DE GESTÃO DAS INSTITUIÇÕES 
ESTATAIS 
A participação social nos processos de gestão das instituições estatais desempenha um 
papel essencial na construção de sociedades mais democráticas, transparentes e 
responsáveis. Esse conceito envolve a capacidade dos cidadãos e das comunidades de 
inf luenciar as decisões e políticas governamentais, garantindo que as ações do Estado 
estejam alinhadas com as necessidades e interesses da sociedade como um todo. 
A participação social pode ocorrer em várias formas, incluindo consultas públicas, 
audiências, conselhos, comissões, grupos de trabalho e outras instâncias que permitem aos 
cidadãos, organizações da sociedade civil e outros grupos interessados contribuir 
ativamente para a tomada de decisões governamentais. 
DICA 67 
PARTICIPAÇÃO SOCIAL NOS PROCESSOS DE GESTÃO DAS INSTITUIÇÕES 
ESTATAIS 
Há diversas razões pelas quais a participação social é fundamental nos processos de 
gestão das instituições estatais: 
 Promoção da democracia; 
 Legitimidade e Transparência; 
 Melhorias nas Políticas Públicas, dentre outros. 
DICA 68 
PARTICIPAÇÃO SOCIAL NOS PROCESSOS DE GESTÃO DAS INSTITUIÇÕES 
ESTATAIS 
Para que a participação social tenha efetividade, é de suma importância que as instituições 
estatais estabeleçam mecanismos claros e acessíveis para a participação, garantam a 
diversidade de vozes, ofertam informações bem essenciais e tenha uma escuta ativa com 
as preocupações e sugestões da sociedade. 
Outrossim, é crucial que haja um compromisso real por parte dos governos em levar em 
consideração as contribuições da sociedade civil e implementar medidas concretas baseadas 
nessa participação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 25 
SOCIOLOGIA E PSICOLOGIA APLICADAS AO TRABALHO 
DICA 69 
PSICOLOGIA SOCIAL NA SAÚDE 
A Psicologia Social desempenha um papel fundamental na área da saúde, pois se concentra 
na compreensão das interações sociais e dos fatores psicológicos que inf luenciam o 
comportamento e o bem-estar das pessoas em contextos de saúde e doença. 
Ela aborda uma série de questões cruciais para a promoção da saúde, prevençãode 
doenças e tratamento de pacientes. 
 Já caiu em concurso: De acordo com a visão do autor Spink, a psicologia social da 
saúde é como um campo ampliado de atuação do psicólogo nas instituições de saúde. 
DICA 70 
PSICOLOGIA SOCIAL NA SAÚDE 
“A psicologia social da saúde configura-se como um campo de conhecimento e prática que 
trata das questões psicológicas com enfoque mais social, coletivo e comunitário voltado 
para a saúde.” (Aguiar, 2007.) 
No que diz respeito ao comportamento de saúde e mudança de comportamento, a Psicologia 
Social investiga como as crenças, atitudes e normas sociais afetam as decisões de 
saúde das pessoas. Ela oferta insights sobre por que algumas pessoas adotam 
comportamentos saudáveis, como exercício e dieta equilibrada, enquanto outras resistem a 
essas práticas. Além disso, ajuda a desenvolver estratégias ef icazes de mudança de 
comportamento, como campanhas de conscientização e programas de educação em saúde. 
DICA 71 
PSICOLOGIA SOCIAL NA SAÚDE 
No que diz respeito ao apoio social, a presença de uma rede de apoio social é crucial para 
o bem-estar emocional e físico. 
A Psicologia Social explora como o apoio de amigos, familiares e comunidades afeta a 
capacidade de enfrentar doenças, lidar com estresse e manter a adesão ao tratamento 
médico. 
DICA 72 
PSICOLOGIA SOCIAL NA SAÚDE 
Na interface da Psicologia Social e a Saúde, as práticas em saúde ainda sustentam uma 
concepção fragmentada de saúde e o caráter impositivo e normatizador da visão positivista 
de ciência. 
As práticas em saúde mostram ainda uma tendência a continuarem concentradas numa 
biotecnologia aplicada, fortalecendo a indústria farmacêutica e a de equipamentos médicos 
muito sof isticados. 
DICA 73 
SAÚDE MENTAL 
A Psicologia Social desempenha um papel fundamental na compreensão dos 
determinantes sociais da saúde mental. Ela aborda questões como o estigma em 
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 26 
relação aos transtornos mentais, os fatores de risco relacionados ao ambiente social e os 
efeitos do apoio social na recuperação de problemas de saúde mental. 
 Psicofobia é o preconceito em relação a pessoas que sofrem de transtornos mentais. A 
psicofobia acaba por também se materializar não somente na aversão em relação a pessoas 
que sofrem de transtornos mentais, mas também na aversão ao médico psiquiatra. Logo, 
percebe-se que o tabu em torno de transtornos mentais. 
O principal motivo para o estigma é a falta de conhecimento. Não conhecer traz esse 
estranhamento, sendo o principal antídoto para o combate da psicofobia a popularização 
informações sobre transtornos mentais. 
Um fato importante de salientar é que em estudo realizado recentemente pela Associação 
Brasileira de Psiquiatria, os médicos associados perceberam um aumento de até 25% nos 
atendimentos psiquiátricos e de 82,9% no agravamento dos sintomas de seus pacientes 
depois do começo da pandemia. 
DICA 74 
SAÚDE MENTAL NA PANDEMIA E NO PÓS-PANDEMIA 
Embora seja tratada como um tabu, a saúde mental terminou sendo extremamente 
discutida durante este momento de pandemia, pois com o isolamento social muitas pessoas 
desenvolveram uma série de problemas de cunho psicológico e psiquiátricos. Muitos 
encararam o isolamento como um gatilho para problemas de saúde mental. 
Outros vieram a adquirir tais problemas por outras situações, como por exemplo demissões, 
queda acentuada de renda, f im de relacionamentos entre outros. 
Não apenas adultos foram atingidos por estes transtornos (em muitos casos ocasionados 
pela diminuição ou perda da fonte f inanceira), mas também crianças e adolescentes. 
 Serviços importantes de apoio emocional: embora existissem antes da pandemia, 
os serviços de apoio emocional, mesmo à distância, ganharam uma importância muito 
grande durante a pandemia. 
Cabe aqui destacar o “Como vai você?” que atende pelo número de telefone 188 e pelo 
chat (Instagram: @cvvoficial), bem como os serviços fornecidos pelo CAPS (Centros de 
Atenção Psicossocial), que fornecem auxílio de graça. 
DICA 75 
PSICOLOGIA SOCIAL NA EDUCAÇÃO 
A Psicologia Social desempenha um papel fundamental na área da educação, pois se 
concentra na compreensão das interações sociais, das inf luências do ambiente e das 
dinâmicas psicológicas que moldam o processo educacional. 
Ela desempenha um papel crucial em muitos aspectos da educação, inf luenciando o 
desenvolvimento de estratégias pedagógicas, a promoção de um ambiente escolar saudável 
e inclusivo e a compreensão das questões sociais que afetam o aprendizado. 
DICA 76 
PSICOLOGIA SOCIAL NA EDUCAÇÃO 
A diversidade e inclusão, a diversidade é uma característica intrínseca à sociedade e, 
consequentemente, às salas de aula. 
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A Psicologia Social contribui para a compreensão das questões relacionadas à diversidade 
cultural, de gênero, socioeconômica e de habilidades na educação. Ela ajuda os educadores 
a desenvolver estratégias que promovam a inclusão, o respeito à diferença e a equidade no 
ambiente escolar. 
DICA 77 
PSICOLOGIA SOCIAL NA EDUCAÇÃO 
A Psicologia Social analisa como os processos cognitivos dos alunos são inf luenciados pelo 
ambiente social e pela interação com o conteúdo educacional. 
Ela auxilia a identif icar estratégias de ensino mais eficazes, adaptadas ao contexto e às 
necessidades dos estudantes, bem como a avaliar o impacto das metodologias pedagógicas . 
A Psicologia Social também está relacionada ao desenvolvimento moral e à formação de 
cidadãos responsáveis. 
DICA 78 
PSICOLOGIA SOCIAL NA EDUCAÇÃO 
A Psicologia Social fornece ferramentas para melhorar a tomada de decisão e a 
resolução de conflitos nas escolas. 
Ela ajuda os educadores e os alunos a desenvolver habilidades de pensamento crítico, 
empatia e negociação, promovendo a resolução pacíf ica de disputas e a construção de um 
ambiente escolar mais harmonioso. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO E DA TRABALHADORA 
DICA 79 
BIOMECÂNICA E FISIOLOGIA DO TRABALHO 
A biomecânica e a f isiologia do trabalho são duas áreas interligadas que desempenham um 
papel fundamental na compreensão do funcionamento do corpo humano no ambiente de 
trabalho. 
As duas desempenham um papel crucial na promoção da saúde, segurança e ef iciência dos 
trabalhadores. 
DICA 80 
BIOMECÂNICA E FISIOLOGIA DO TRABALHO 
A biomecânica estuda as leis do movimento e as forças que atuam no corpo humano durante 
atividades f ísicas e ocupacionais. No contexto do trabalho, a biomecânica desempenha um 
papel importante na avaliação e otimização das condições ergonômicas dos postos de 
trabalho. 
Isso engloba a análise de movimentos, posturas e forças envolvidas nas tarefas laborais 
para identif icar riscos de lesões musculoesqueléticas e propor melhorias no design das 
atividades e equipamentos. 
DICA 81 
BIOMECÂNICA E FISIOLOGIA DO TRABALHO 
A f isiologia do trabalho, por sua vez, concentra-se no estudo das respostas fisiológicas 
do corpo humano às demandas do trabalho. Isso engloba o funcionamento do sistema 
cardiovascular, respiratório, musculoesquelético e outros sistemas durante o exercício f ísico 
e atividades laborais. 
Compreender a f isiologia do trabalho é crucial para garantir que as tarefas laborais sejam 
realizadasde maneira segura e ef iciente, minimizando o risco de fadiga, lesões e doenças 
ocupacionais. 
DICA 82 
BIOMECÂNICA E FISIOLOGIA DO TRABALHO 
A relação entre a biomecânica e a f isiologia do trabalho é evidente, uma vez que a forma 
como o corpo humano responde ao trabalho está intrinsecamente ligada à biomecânica das 
atividades realizadas. 
Um é exemplo é levantar objetos pesados repetidamente, a biomecânica estuda as forças 
envolvidas nessa tarefa, enquanto a f isiologia do trabalho examina como essa atividade 
afeta a frequência cardíaca, a respiração e a tensão muscular do trabalhador. 
DICA 83 
BIOMECÂNICA E FISIOLOGIA DO TRABALHO 
A união da biomecânica e da f isiologia do trabalho é crucial para a concepção de 
ambientes de trabalho seguros e saudáveis. 
Com base em dados biomecânicos e f isiológicos, as empresas podem desenvolver 
estratégias para minimizar riscos ocupacionais, como o desenvolvimento de políticas 
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de pausas regulares, treinamento adequado, melhorias ergonômicas e avaliação de 
exposições a substâncias químicas nocivas. 
DICA 84 
BIOMECÂNICA E FISIOLOGIA DO TRABALHO 
A biomecânica e a f isiologia do trabalho desempenham papéis complementares e essenciais 
na promoção da saúde e segurança no ambiente de trabalho. 
 IMPORTANTE: Com uma compreensão adequada dessas áreas, é possível criar 
condições laborais mais favoráveis, reduzindo o risco de lesões e melhorando o bem-estar 
dos trabalhadores. 
DICA 85 
PSICOPATOLOGIA DO TRABALHO 
A psicopatologia do trabalho é um campo interdisciplinar que se concentra no estudo dos 
efeitos do ambiente de trabalho na saúde mental dos trabalhadores. 
Ela explora como fatores psicológicos, sociais e organizacionais podem contribuir para 
o desenvolvimento de problemas de saúde mental relacionados ao trabalho. Esta área de 
estudo é crucial para entender e abordar questões de saúde mental no local de trabalho 
e promover ambientes de trabalho mais saudáveis e produtivos. 
DICA 86 
PSICOPATOLOGIA DO TRABALHO 
 Estresse Ocupacional: Um dos principais focos da psicopatologia do trabalho é o 
estresse ocupacional, que pode resultar de altas demandas no trabalho, falta de controle 
sobre as tarefas, conflitos interpessoais, assédio moral, insegurança no emprego e outras 
pressões psicossociais. 
O estresse ocupacional pode levar a distúrbios de ansiedade, depressão e burnout. 
DICA 87 
PSICOPATOLOGIA DO TRABALHO 
 Intervenções e prevenção: a psicopatologia do trabalho não se limita a identif icar 
problemas, mas também busca desenvolver intervenções e estratégias de prevenção para 
melhorar a saúde mental dos trabalhadores. 
Isso pode incluir programas de promoção da saúde mental, treinamento de gestão de 
estresse, políticas de combate ao assédio e mudanças nas práticas organizacionais. 
DICA 88 
PSICOPATOLOGIA DO TRABALHO 
 Condições organizacionais: a estrutura e a cultura organizacional também são focos 
de estudo na psicopatologia do trabalho. 
Uma organização que não valoriza o bem-estar dos funcionários, promove longas horas de 
trabalho, pressão constante por desempenho e falta de suporte social pode contribuir 
para problemas de saúde mental. 
 
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DIREITO DO TRABALHO 
DICA 89 
NR 29 
Esta Norma Regulamentadora (NR) tem por objetivo estabelecer as medidas de prevenção 
em segurança e saúde no trabalho portuário e as diretrizes para a implementação do 
gerenciamento dos riscos ocupacionais nos ambientes de trabalho alcançados por esta NR. 
Os operadores portuários, os tomadores de serviço, os empregadores e o Órgão Gestor de 
Mão de Obra (OGMO) devem colaborar no cumprimento desta NR e das demais normas 
regulamentadoras de segurança e saúde no trabalho. 
 A Cesgranrio recentemente cobrou essa Norma: 
QUESTÃO CESGRANRIO, 2023. 
Há um dispositivo de acionamento manual que emite luz vermelha intensa de 15.000 
candelas por 60 segundos. É utilizado nas embarcações de sobrevivência para indicar sua 
posição à noite, vetorando o navio ou a aeronave para a sua posição. 
Esse dispositivo de sinalização de emergência é denominado: 
a) EPIRB 
b) espelho heliográfico 
c) facho manual luz vermelha 
d) foguete iluminativo com paraquedas 
e) sinal fumígeno flutuante laranja 
Gabarito: Letra c. Facho manual luz vermelha. 
DICA 90 
NR 29 - OGMO 
 OGMO = Órgão Gestor de Mão de Obra. Este órgão deve oferecer as capacitações quanto 
às normas de segurança e saúde no trabalho para f ins de engajamento do trabalhador no 
serviço. 
Somente o OGMO pode escalar trabalhadores nas atividades que estes estejam 
capacitados. 
DICA 91 
NR 29 
Compete ao OGMO, em relação aos seus trabalhadores avulsos: 
 Participar, com os operadores portuários e tomadores de serviço, da definição das 
medidas de prevenção, nos termos da NR-01; 
 Proporcionar a todos os trabalhadores formação sobre segurança e saúde no trabalho 
portuário, conforme previsto nesta NR; 
 Escalar trabalhadores capacitados, conforme os riscos informados pelo operador 
portuário ou tomador de serviço; 
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 Atender à NR-06 em relação ao EPI; 
 Elaborar e implementar o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional - PCMSO, 
observado o disposto na NR-07; 
Notif icar o operador portuário ou tomador de serviço na eventualidade de 
descumprimento desta NR ou demais disposições legais de segurança e saúde dos 
trabalhadores. 
QUESTÃO INÉDITA E SIMULADA. 
No que tange aos seus trabalhadores avulsos, podemos af irmar corretamente que a 
notif icação do operador portuário ou tomador de serviço na eventualidade de 
descumprimento da NR 29 ou demais disposições legais de segurança e saúde dos 
trabalhadores é de competência do: 
a) Órgão Gestor de Mão de Obra. 
b) Ministério Público do Trabalho. 
c) Auditor- Fiscal do Trabalho. 
d) Ministério Público do Trabalho em parceria com as Delegacias. 
Gabarito: Letra a. 
DICA 92 
NR 29- PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS – PGR 
O operador portuário, o tomador de serviço e o empregador deve: 
 Elaborar e implementar o Programa de Gerenciamento de Riscos, nos termos da NR-01 
na instalação portuária em que atuem; 
 Considerar em seus programas as informações sobre riscos ocupacionais que impactam 
nas operações portuárias, fornecidas pelo OGMO e pela administração portuária, em relação 
às suas atividades; 
 Fornecer as informações dos riscos ocupacionais sob sua gestão que possam impactar 
as atividades da administração portuária e do OGMO. 
E o trabalhador avulso? O operador portuário e o tomador de serviço devem incluir as 
atividades do trabalho avulso em seu PGR. 
DICA 93 
NR 29- PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS – PGR 
O PGR da administração portuária poderá incluir medidas de prevenção para os 
operadores portuários, tomadores de serviço, empregadores e OGMO que atuem em suas 
dependências ou local previamente convencionado em contrato ou referenciar os programas 
dos mesmos. 
Os operadores portuários, tomadores de serviço, empregadores e o OGMO podem 
referenciar o PGR da administração portuária em seus programas. 
 
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DICA 94 
NR 29- SERVIÇOESPECIALIZADO EM SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHADOR 
PORTUÁRIO - SESSTP 
Os Serviços Especializados em Segurança e Saúde do Trabalhador Portuário – SESSTP e os 
Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho – SESMT 
Portuário, previstos na Norma Regulamentadora nº 29 – NR 29, são compostos por 
profissionais especializados e consistem em serviços destinados ao desenvolvimento de 
ações técnicas, integradas às práticas de gestão de segurança e saúde, com vistas a tornar 
o meio ambiente de trabalho compatível com a promoção da segurança e saúde e a 
preservação da integridade f ísica dos trabalhadores portuários. 
O custeio do SESST será dividido proporcionalmente de acordo com o número de 
trabalhadores utilizados pelos OGMO, os operadores portuários e os tomadores de serviço, 
por ocasião da arrecadação dos valores relativos à remuneração dos trabalhadores. 
DICA 95 
NR 29- SERVIÇO ESPECIALIZADO EM SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHADOR 
PORTUÁRIO - SESSTP 
O Órgão Gestor de Mão de Obra (OGMO) deve constituir SESSTP de acordo com o 
dimensionamento mínimo constante do Quadro I do seu Anexo I, atendendo aos 
trabalhadores avulsos. 
Os operadores portuários, as administrações portuárias e os terminais de uso privado 
podem firmar convênios para compor o SESSTP local com seus prof issionais. 
DICA 96 
NR 29- SERVIÇO ESPECIALIZADO EM SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHADOR 
PORTUÁRIO – SESSTP 
Antes de fazer o procedimento de registro do SESSTP e SESMT, o usuário deve ser vinculado 
ao CNPJ da organização que irá registrar o Serviço. 
Para efetivar esse procedimento, é necessário que a organização possua certif icado digital 
de pessoa jurídica e seja cadastrada no portal gov.br. 
Quando identif icados perigos ou riscos adicionais, os integrantes do SESSTP devem: 
 Imediatamente adotar medidas de prevenção específ icas; 
Se os riscos não estiverem previstos no PGR, revisar o PGR e os procedimentos. 
DICA 97 
NR 29- SERVIÇOS ESPECIALIZADOS EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA E EM 
MEDICINA DO TRABALHO – SESMT 
A administração portuária, o OGMO, os operadores portuários e os titulares de instalações 
portuárias autorizadas devem constituir SESMT para seus empregados próprios, aplicando-
se a NR-04. 
 IMPORTANTE: Os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina 
do Trabalho - SESMT (NR4) permitem que organizações que possuem empregados regidos 
pela Consolidação das Leis do Trabalho - CLT registrem os SESMT de forma online. 
 
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DICA 98 
NR 3 – EMBARGO E INTERDIÇÃO 
Esta norma estabelece as diretrizes para caracterização do grave e iminente risco e os 
requisitos técnicos objetivos de embargo e interdição. 
 Embargo e Interdição são medidas administrativas, de caráter cautelar, cuja 
adoção tem o objetivo de evitar a ocorrência de acidente ou doença com lesão grave ao 
trabalhador, não se tratando de medida punitiva às organizações. 
 Como isso pode ser cobrado em prova: 
QUESTÃO INÉDITA E SIMULADA. 
Leia o texto atenciosamente: 
“Justiça embarga obras em shopping de Maceió após trabalhador cair de andaime 
Embargo foi feito a pedido do MPT. Homem de 50 anos f icou gravemente ferido após cair 
de uma altura aproximada de 3m, na sexta (25). Duas obras estão sendo executadas na 
área externa do shopping em Mangabeiras. 
O Ministério Público do Trabalho (MPT) ajuizou uma ação em caráter liminar, neste 
sábado (25), pedindo à Justiça o embargo total das obras que estão sendo realizadas na 
área externa do Maceió Shopping após um homem de 50 anos cair de um andaime, com 
altura aproximada de 3 metros. A 1ª Vara do Trabalho da capital acatou o pedido. Cabe 
recurso da decisão.” 
Sobre o embargo e a interdição, trazidos na NR 3, estes são medidas: 
a) Cíveis. 
b) Penais. 
c) Administrativas. 
d) Tributárias e Penais. 
Gabarito: Letra c. 
DICA BÔNUS 
NR 3 – EMBARGO E INTERDIÇÃO 
 Diferença entre o embargo e a interdição: 
 Embargo: O embargo implica a paralisação parcial ou total da obra. 
 Interdição: A interdição implica a paralisação parcial ou total da atividade, da máquina 
ou equipamento, do setor de serviço ou do estabelecimento. 
ATENÇÃO!! 
O Auditor Fiscal do Trabalho deve adotar o embargo ou a interdição na menor unidade 
onde for constatada situação de grave e iminente risco. 
 
 
 
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DICA BÔNUS 
RECONHECIMENTO DE VÍNCULO EMPREGATÍCIO 
 O reconhecimento de vínculo empregatício pode ser feito pelo AFT? 
Depende da situação. Em uma situação não complexa, de clara presença dos requisitos 
da relação de emprego, caso o AFT perceba que o trabalhador não tem o vínculo 
reconhecido, este pode administrativamente fazer o reconhecimento e lavrar o auto de 
infração. 
 CUIDADO: O AFT não pode fazer esse reconhecimento supramencionado com base em 
terceirização ilícita. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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