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CAPÍTULO 12 Questões contemporâneas sobre liderança O que é confiança? A confiança é uma expectativa positiva de que a outra pessoa não irá agir de maneira oportunista — seja por palavras, ações ou decisões. Os dois elementos mais importantes implícitos em nossa definição são familiaridade e risco. Na definição, a expressão expectativa positiva assume o conhecimento e a familiaridade entre as partes. A confiança é um processo que depende de uma história baseada em algumas experiência relevantes, mas limitadas. A medida que conhecemos alguém e o relacionamento amadurece, começamos a acreditar na nossa capacidade de formar uma expectativa positiva. A expressão "de maneira oportunista" se refere ao risco e à vulnerabilidade inerentes a qualquer relação de confiança. A confiança envolve a nossa vulnerabilidade, como acontece quando contamos segredos íntimos ou acreditamos nas promessas de alguém. Por sua própria natureza, a confiança leva ao risco do desapontamento ou do abuso. Mas a confiança não significa propriamente arriscar-se; ela é, principalmente, a disposição de assumir um risco. Assim, quando confio em alguém, estou pressupondo que essa pessoa não tentará tirar vantagem disso. Essa disposição para assumir riscos é comum a todas as situações que envolvem confiança. Quais são as dimensões básicas que fundamentam o conceito de confiança? As evidências mais recentes indicam cinco delas: integridade, competência, consistência, lealdade e abertura. A integridade se refere a honestidade e a confiabilidade. De todas as cinco dimensões, esta parece ser a mais crítica na avaliação da confiança despertada por alguém. A competência engloba as habilidades e conhecimentos técnicos e interpessoais do indivíduo. A pessoa sabe do que está falando? Você não vai dar ouvidos ou confiar em alguém cujas habilidades você não respeita. Você precisa acreditar que a pessoa possui as habilidades e capacidades necessárias para realizar aquilo que está prometendo. A consistência está relacionada à segurança, previsibilidade e capacidade de julgamento que uma pessoa demonstra nas situações. "A inconsistência entre as palavras e as ações reduzem a confiança." Esta dimensão é particularmente relevante para os executivos. "Nada é observado mais rapidamente... do que uma discrepância entre aquilo que os executivos pregam e aquilo que eles esperam que seus associados pratiquem." A lealdade é a disposição de proteger e defender uma outra pessoa. A confiança requer que você possa depender de alguém que não agirá de maneira oportunista. A última dimensão da confiança é a abertura. Você acredita que a outra pessoa tem total confiança em você? Confiança e liderança A confiança parece ser um atributo essencial associado à liderança. Quando esta confiança é perdida, o desempenho do grupo pode sofrer efeitos adversos graves. Um autor afirma: "Parte da tarefa do líder é trabalhar com as pessoas para identificar e solucionar problemas, mas o seu acesso ao conhecimento e ao pensamento criativo necessários para a resolução dos problemas vai depender do quanto as pessoas confiam nele. A confiança e a credibilidade modulam o acesso do líder ao conhecimento e à cooperação". Quando os liderados confiam em seu líder, estão dispostos a se colocar em vulnerabilidade em razão das ações dele — sob a crença de que seus direitos e interesses não serão prejudicados. As pessoas não seguem nem buscam orientação de alguém que elas percebem como uma pessoa desonesta ou capaz de levar vantagem sobre elas. A honestidade, inclusive, é apontada consistentemente como a principal característica admirada em um líder. "A honestidade é absolutamente essencial à liderança. Se as pessoas vão seguir alguém por vontade própria, seja em um campo de batalha ou na sala de reuniões da diretoria, elas querem primeiro se assegurar de que esse indivíduo é digno de sua confiança." A confiança nos líderes está diminuindo? Podemos afirmar com segurança que hoje, mais que nunca, a liderança organizacional requer confiança. Diversos estudos foram realizados nos Estados Unidos recentemente sobre esta questão. Um aspecto positivo: os norte-americanos têm confiança uns nos outros. Por exemplo, em 2000, 35 por cento disseram que a "maioria" das pessoas era confiável. Em 2002, este númer o subiu para 41 por cento. Quando se trata das grandes corporações e seus executivos, a resposta varia de acordo com a amostra: se de funcionários ou do público em geral. Este último segmento tem um a péssima opinião sobre os líderes empresariais. A confiança depositada neles era de apenas 28 por cento em 2000 e despencou para 13 por cento em 2003. Para se ter uma idéia, os bombeiros são considerados sete vezes mais confiáveis que os executivos, e a maioria diz confiar menos nos executivos do que nos advogados. Mas este clima de desconfiança parece reservado aos executivos das grandes empresas. A mesma pesquisa revelou que 75 por cento do público em geral tinha muita confiança nos pequenos empresários. Já os funcionários mostram uma confiança bem maior em seus líderes empresariais. Entre 1995 e 1999, a porcentagem de funcionários que declarou confiar nos dirigentes de suas empresas manteve-se estável em torno de 36 por cento. Em 2003, este número cresceu para 43 por cento. Os três tipos de confiança Existem três tipos de confiança nas relações organizacionais: a baseada na intimidação, a baseada no conhecimento e a baseada na identificação. Confiança Baseada na Intimidação As relações mais frágeis são aquelas estruturadas na confiança baseada na intimidação. Qualquer violação ou inconsistência pode destruir o relacionamento. Essa forma de confiança se baseia no medo de represálias. As pessoas que se encontram nesse tipo de relacionamento fazem o que dizem por medo das conseqüências no caso de não cumprirem suas obrigações. A confiança baseada na intimidação só funciona quando a punição é possível, as conseqüências são claras e a punição é realmente aplicada depois que a confiança foi traída. Para que ela se sustente, o potencial de perda de interação futura com a outra parte precisa ser maior do que o ganho potencial obtido com a traição das expectativas. Mais ainda, a parte potencialmente prejudicada precisa estar disposta a revidar e a prejudicar o traidor da confiança (por exemplo, não vou hesitar em falar mal de você caso traia a minha confiança). Confiança Baseada no Conhecimento A maioria das relações organizacionais tem sua raiz na confiança baseada no conhecimento. A confiança, nesse caso, tem por base a previsibilidade do comportamento que resulta de um histórico de interações. Isso acontece quando temos informações adequadas sobre alguém a ponto de podermos fazer previsões acuradas sobre seu comportamento. A confiança baseada no conhecimento se apoia mais na informação do que na intimidação. O conhecimento da outra parte e a previsibilidade de seu comportamento substitui os contratos, penalidades e arranjos formais típicos da confiança baseada na intimidação. Esse conhecimento se desenvolve no decorrer do tempo, essencialmente em função da experiência que constrói a confiabilidade e a previsibilidade. Quanto melhor você conhece alguém, mais precisamente pode prever o que ele vai fazer. A previsibilidade aumenta a confiança — mesmo que a previsão seja de que a pessoa não é digna dela — porque as formas como o outro provavelmente violará os acordos podem ser previstas! Quanto maior a comunicação e a regularidade das interações que temos com alguém, mais essa forma de confiança pode ser desenvolvida e aplicada. Confiança Baseada na Identificação O nível mais alto de confiança é atingido quando existe uma conexão emocional entre as partes. Essa confiança baseada na identificação permite que uma partefaça as vezes da outra e a substitua nas transações interpessoais. A confiança existe porque as partes entendem as intenções uma da outra e concordam com suas vontades e seus desejos. Essa compreensão mútua se desenvolve até o ponto de uma parte poder agir em nome da outra. Os controles são mínimos nesse nível. Não há necessidade de monitoramento da outra parte, porque existe uma lealdade inquestionável. O melhor exemplo de confiança baseada na identificação é um casamento longo e feliz. Um marido aprende o que é importante para sua esposa e antecipa essas ações. Ela, por seu lado, confia que ele antecipará o que é importante para ela sem que precise pedir. A crescente identificação os leva a pensar da mesma forma, sentir-se do mesmo jeito e reagir igualmente. Princípios básicos da confiança As pesquisas nos permitem oferecer alguns princípios para uma melhor compreensão sobre a criação da confiança e da desconfiança. A desconfiança destrói a confiança. As pessoas confiantes demonstram sua confiança aumentando sua abertura em relação aos outros, passando informações relevantes e expressando sempre suas reais intenções. As pessoas que não confiam, agem diferente. Elas escondem informações e agem de modo oportunista para levar vantagem. Para se defender dessa exploração constante, as pessoas confiantes acabam se tornando desconfiadas. Ou seja, um pequeno grupo de desconfiados pode envenenar toda uma organização. Confiança gera confiança. Da mesma forma que a desconfiança gera desconfiança, demonstrar confiança na outra pessoa pode criar reciprocidade. Os líderes eficazes vão construindo a confiança aos poucos e encorajam os liderados a responder da mesma maneira. O crescimento muitas vezes mascara a desconfiança. O crescimento dá aos líderes a oportunidade de promoções rápidas, e também maior poder e responsabilidade. Neste contexto, os líderes tendem a enfrentar as dificuldades com medidas paliativas, que escapam da atenção imediata de seus superiores, e deixam os problemas que surgem da desconfiança para seus sucessores. Os líderes assumem esta atitude de curto prazo porque provavelmente não estarão mais por perto para enfrentar as conseqüências de suas decisões a longo prazo. Os efeitos duradouros da desconfiança tornam-se aparentes para os sucessores quando o ritmo do crescimento diminui. A redução de pessoal (ou o downsizing) testa o mais alto grau de confiança. O corolário do princípio do crescimento, é que a redução (ou o downsizing) costuma ameaçar até o mais confiante dos ambientes. Demissões são assustadoras. Mesmo depois de terminados os cortes, aqueles que sobreviveram em seus empregos se sentem inseguros. Quando o empregador destrói o laço de lealdade, demitindo funcionários, há menos disposição entre os trabalhadores para confiar naquilo que seus dirigentes dizem. A confiança aumenta a coesão. A confiança mantém as pessoas juntas. Confiança significa que as pessoas podem contar umas com as outras. Se uma pessoa precisa de ajuda ou de apoio, ela sabe que os outros virão em seu auxílio. A desconfiança destrói o grupo. O corolário do princípio anterior é que, quando os membros da equipe desconfiam uns dos outros, eles se repelem e se separam. Eles buscam seus objetivos pessoais em vez daqueles de interesse do grupo. Eles tendem a não acreditar uns nos outros, estão sempre alertas contra explorações e restringem sua comunicação. A desconfiança geralmente reduz a produtividade. Embora não se possa afirmar que a confiança necessariamente aumenta a produtividade, ainda que isso geralmente aconteça, a desconfiança quase sempre reduz a produtividade. A desconfiança leva a um enfoque nos assuntos pessoais dos membros do grupo, dificultando uma visão do objetivo comum. As pessoas sonegam informações e buscam secretamente atender a seus próprios interesses. Quando enfrentam problemas, os funcionários evitam compartilhar com os outros, temendo ser prejudicados. O clima de desconfiança estimula formas disfuncionais de conflitos e dificulta a cooperação. Enquadramento: usando as palavras para moldar significados e inspirar os outros O famoso discurso de Martin Luther King iniciado com a frase "Eu tenho um sonho" contribuiu enormemente para a forma assumida pelo movimento pelos direitos civis. Suas palavras criaram um imaginário de como seria um país onde não mais existisse o preconceito racial. O que King fez foi enquadrar o movimento pelos direitos civis de modo que as outras pessoas pudessem ver a questão da mesma forma como ele a via. O enquadramento é um a maneira de utilizar a linguagem para administrar significados. É uma forma de os líderes influenciarem a maneira como os eventos serão vistos e compreendidos. O enquadramento é semelhante ao que um fotógrafo faz. A realidade visual que existe é essencialmente ambígua. Quando um fotógrafo dirige o foco de câmera para um determinado ponto, ele está enquadrando sua foto. As outras pessoas irão ver aquilo que ele quis mostrar. Elas enxergam sob o ponto de vista dele. E exatamente o que fazem os líderes quando enquadram um tópico. Eles escolhem quais os aspectos que devem ser focalizados e quais os que devem ser excluídos da observação. Então por que o conceito de enquadramento é importante para os líderes da atualidade? Porque no ambiente complexo e caótico em que a maioria dos líderes trabalha, existe um espaço de manobra considerável em relação aos "fatos". O que é verdade costuma ser aquilo que o líder diz ser verdade. O que é importante é aquilo que ele decide ser importante. Os líderes podem usar a linguagem para influenciar a percepção que seus seguidores terão do mundo, o significado dos acontecimentos, as crenças sobre causas e conseqüências e as visões do futuro. E por meio do enquadramento que os líderes determinam se as pessoas perceberão os problemas, como elas os entenderão e se lembrarão deles, e o que elas farão para solucioná-los. Portanto, o enquadramento é um a arma poderosa para os líderes influenciarem seus liderados sobre como ver e interpretar a realidade. Abordagens inspirativas sobre liderança Nesta seção, apresentaremos duas teorias contemporâneas sobre liderança, com um tema em comum. Elas vêem os líderes como indivíduos que inspiram seus seguidores por meio de suas palavras, idéias e comportamentos. Elas são as teorias de liderança carismática e transformacional. Liderança carismática A teoria da liderança carismática diz que os seguidores do líder atribuem a ele capacidades heróicas ou extraordinárias de liderança quando observam determinados comportamentos. Diversos estudos tentaram identificar as características pessoais dos líderes carismáticos e o mais bem documentado entre eles identificou cinco características que diferenciam os carismáticos dos não-carismáticos: os carismáticos têm uma visão, estão dispostos a correr riscos por esta visão, são sensíveis tanto às limitações ambientais como às necessidades de seus liderados e exibem comportamentos fora do comum. Como os Líderes Carismáticos Influenciam seus Liderados As evidências sugerem um processo de quatro etapas. Ele começa com o líder articulando um a visão atraente. Essa visão oferece um sentido de continuidade para os liderados ao vincular o presente a um futuro melhor para a organização. O líder, então, comunica suas expectativas de alto desempenho e expressa a confiança de que seus liderados vão conseguir alcançá-las. Isso desperta a auto-estima e a autoconfiança dos liderados. Em seguida, o líder comunica, através de palavras e ações, um novo sistema de valores, oferecendo um exemplo de comportamento a ser seguido pelos liderados. Finalmente, o líder carismático se submete a auto-sacrifícios e se engaja em comportamentos não-convencionaispara demonstrar coragem e convicção em relação à sua visão. Características-Chave dos Líderes Carismáticos 1. Visão e articulação. Eles têm uma visão — expressa como uma meta idealizada — que propõe um futuro melhor que o status quo. São capazes de esclarecer a importância da visão em termos compreensíveis para os demais. 2. Risco pessoal. Estão dispostos a correr riscos pessoais, sofrer altos custos e submeter-se ao auto-sacrifício para atingir sua visão. 3. Sensibilidade ao ambiente. São capazes de fazer avaliações realistas das limitações ambientais e dos recursos necessários para a realização da mudança. 4. Sensibilidade para as necessidades dos liderados. São perceptivos em relação às capacidades dos outros e sensíveis às suas necessidades e sentimentos. 5. Comportamentos não-convencionais. Engajam-se em comportamentos que são percebidos como novidades e que vão contra as normas. Os Líderes Carismáticos Já Nascem Feitos ou Podem Ser Criados? Se o carisma é desejável, as pessoas podem aprender a ser líderes carismáticos? Ou esses líderes já nascem com essa qualidade? Embora uma minoria ainda insista que o carisma não pode ser adquirido, muitos especialistas acreditam que as pessoas podem ser treinadas para ter comportamentos carismáticos e, desta forma, gozar dos benefícios de um "líder carismático". Um grupo de autores propõe, por exemplo, que um a pessoa pode aprender a ser carismática seguindo um processo de três etapas. Primeiro, a pessoa precisa desenvolver uma aura de carisma mantendo uma visão otimista; usar a paixão como um catalisador para gerar entusiasmo; e comunicar-se com o corpo, não apenas através das palavras. Segundo, a pessoa atrai as outras por meio da criação de um vínculo que as inspire a segui-la. E terceiro, a pessoa traz à tona o potencial dos demais mexendo com suas emoções. Prós e Contras da Liderança Carismática Do lado positivo, existem cada vez mais pesquisas que revelam uma forte correlação entre a liderança carismática, o alto desempenho e a satisfação dos liderados. As pessoas que trabalham para líderes carismáticos se sentem motivadas a fazer um esforço maior e, como gostam e respeitam seu líder, sentem mais satisfação no trabalho. Contudo, muitas outras pesquisas indicam que o carisma pode não ser generalizável; ou seja, a eficácia pode ser situacional. Mais ainda, as crises recentemente ocorridas em empresas comandadas por líderes carismáticos sugerem que o carisma pode ter um lado perigoso, que tem o potencial de comprometer a organização. A liderança carismática nem sempre é necessária para atingir altos níveis de desempenho dos funcionários. O carisma parece ser mais apropriado quando a tarefa dos liderados possui um componente ideológico ou quando o ambiente envolve um alto grau de incerteza ou tensão. Além da ideologia e da incerteza ambiental, um outro fator situacional que limita o carisma é o nível na organização. Lembre-se, a criação de uma visão é um componente essencial do carisma. Mas uma visão se aplica à empresa como um todo ou a uma grande divisão dela. Ela tende a ser gerada pelos altos executivos. Por isto, o carisma ajuda a explicar o sucesso ou o fracasso de altos executivos mais do que de gerentes de nível médio. Liderança transformacional Uma outra corrente de pesquisa é o recente interesse em diferenciar os líderes transformacionais e os líderes transacionais. Líderes transacionais esse tipo de líder conduz ou motiva seus seguidores na direção das metas estabelecidas por meio do esclarecimento dos papéis e das exigências das tarefas. Existe também o tipo de líder que inspira seus seguidores a transcender seus próprios interesses para o bem da organização e que é capaz de causar um efeito profundo e extraordinário sobre seus liderados. E o caso dos líderes transformacionais, Eles prestam atenção às preocupações e às necessidades de desenvolvimento de cada um de seus liderados; modificam a maneira de seus seguidores verem as coisas, ajudando- os a pensar nos velhos problemas de uma nova forma; e são capazes de entusiasmar, incitar e inspirar as pessoas a darem o máximo de si na busca dos objetivos do grupo. As evidências que corroboram a superioridade da liderança transformacional sobre a transacional são esmagadoras. Por exemplo, diversos estudos com oficiais militares norte-americanos, canadenses e alemães, de todos os níveis, mostraram que os líderes transformacionais foram avaliados como mais eficazes do que aqueles transacionais. Em resumo, as evidências, de maneira geral, indicam que a liderança transformacional está mais fortemente correlacionada com índices mais baixos de rotatividade, maior produtividade e maior satisfação dos funcionários. Características dos Líderes Transacionais e Transformacionais Líder Transacional Recompensa contingente: negocia a troca de recompensas por esforço, promete recompensas pelo bom desempenho, reconhece as conquistas. Administração por exceção (ativa): procura e observa desvios das regras e padrões, tomando as atitudes corretivas necessárias. Administração por exceção (passiva): intervém apenas quando os padrões não são alcançados. Laissez-faire: abdica das responsabilidades, evita a tomada de decisões. Líder Transformacional Carisma: oferece uma visão e o sentido da missão, estimula o orgulho, ganha o respeito e a confiança. Inspiração: comunica suas altas expectativas, utiliza símbolos para focar os esforços, expressa propósitos importantes de maneira simples. Estímulo intelectual: promove a inteligência, a racionalidade e a cuidadosa resolução de problemas. Consideração individualizada: dá atenção personalizada, trata cada funcionário individualmente, aconselha, orienta.