Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Cecília Gabrielle Lima Matos - 3º PERÍODO
Habilidades Médicas
Sistema Hemolinfopoiético: Semiologia Hematológica
Constituintes celulares do sangue
 Hemácias: série vermelha.
Anemia.
Policitemias.
 Leucócitos: série branca.
Leucopenias e leucocitoses.
Síndromes infiltrativas.
 Plaquetas: sistema de coagulação.
Síndromes hemorrágicas.
Trombofilias.
Anemia
 É a redução da hemoglobina por unidade de
volume de sangue, de acordo com a idade, sexo e
tensão de oxigênio do ambiente.
 Fisiologicamente, ocorre a diminuição da
capacidade transportadora de oxigênio que é a
principal função da hemoglobina.
Mulheres e crianças: Hb < 11g|dl.
Homem: Hb<12g|dl.
 A redução na capacidade da hemoglobina em
transportar oxigênio no sangue e
conseqüentemente, menor oxigenação tecidual é
a causa das manifestações clínicas.
 Para compensar esse déficit, numerosos
mecanismos fisiológicos entram em ação na
tentativa de minimizar a hipóxia tissular,
contribuindo, assim, para a gênese da
sintomatologia.
 Os sintomas são mais intensos na anemia aguda,
após grandes hemorragia ou hemólises, do que
na anemia crônica, em que a adaptação à hipoxia
se faz progressivamente.
SINTOMAS GERAIS
 Palidez cutaneomucosa; fadiga; astenia; cansaço
fácil; dores musculares; unhas quebradiças;
irritabilidade; taquicardia aos esforços;
sonolência; náuseas; perda da libido e
impotência, insuficiência cardíaca; edema em
membros inferiores; cefaléia e vertigem.
 As principais manifestações compensatórias em
relação à capacidade reduzida de transporte de
oxigênio envolvem os aparelhos
cardiovasculares e respiratórios.
 Os dados da anamnese, como idade, sexo e cor
têm muito valor no diagnóstico da anemia.
 Uma vez que se tem a hipótese diagnóstica
(história clínica), devem-se solicitar exames
laboratoriais apropriados, possibilitando o
diagnóstico definitivo.
Síndromes Leucopoiéticas
Leucemias
 Grupos de neoplasias malignas derivadas das
células hematopoiéticas.
 As células mieloides dão origem aos eritrócitos,
monócitos, neutrófilos, eosinófilos, basófilos e
plaquetas.
 As células linfóides dão origem aos linfócitos.
 Devido à redução no número de hemácias e,
subseqüentemente, da capacidade de transporte
de oxigênio do sangue, os pacientes com
leucemia vão apresentar anemia e fadiga.
 Os pacientes leucêmicos também apresentam
problemas de sangramento devido à falta de
plaquetas.
 A febre também é uma característica clínica
comum e está associada à infecção devido a
depleção de neutrófilos.
Linfomas
 Constituem proliferações de células linfocíticas e
de células reticulares dos órgãos linfóides,
especialmente dos gânglios linfáticos.
Linfomas de Hodgking
 Moléstia de caráter maligno.
 O quadro clínico geralmente inicia-se com
adenopatia regional, mais comumente da região
cervical ou supra clavicular e costuma ser
indolor.
 Disseminação do local inicial para outras regiões
ganglionares ocorre por contigüidade, através
dos canais linfáticos.
 A disseminação hematogênica ocorre nas fases
mais tardias da doença.
 Sintomas: febre, emagrecimento, prurido,
sudorese noturna, icterícia, anorexia e palidez.
 Exame clínico: adenomegalias (linfonodos
aumentados), anemia, icterícia, derrame pleural
e hepatoesplenomegalia.
 A leucopenia ocorre nas fases mais avançadas da
doença.
 A plaquetopenia reflete invasão medular.
 Raio-x de tórax e TC de podem evidenciar
adenopatia mediastinal (conseguimos visualizar
os linfonodos).
Linfomas não-Hodgking
 Há ploriferação clonais de linfócitos T, linfócitos
B ou de células reticulares.
Cecília Gabrielle Lima Matos - 3º PERÍODO
 Há maior freqüência de acometimento da
nasofaringe, das amígdalas e do trato
gastrointestinal.
 O crescimento ganglionar é mais rápido e o
quadro evolutivo mais dramático e mais grave.
 A infiltração cutânea é comum, causando
eritema cutâneo, pápulas e nódulos.
 A pele se torna seca, com rachaduras dolorosas e
prurido intenso, acabando por se infectar com
facilidade.
 A infiltração pleuropulmonar e a
hepatoesplenomegalia são mais comuns do que
na moléstia de Hodking.
Síndromes Plaquetárias
As doenças hemorrágicas podem ser classificadas em
dois grupos:
 Diminuição no número (púrpuras
plaquetopênicas).
 Diminuição da qualidade das plaquetas
(púrpuras não-plaquetopênicas ou
plaquetopáticas).
Sistema Linfático
 Constitui uma via acessória pela qual líquido
podem fluir dos espaços intersticiais para o
sangue.
 Removem proteínas e grandes materiais
particulados dos espaços teciduais.
 Desempenham papel importante nas defesas do
corpo contra as infecções e alguns outros tipos
de doença, inclusive o câncer.
 Os vasos linfáticos conduzem a linfa dos
capilares linfáticos para a corrente sanguínea.
 Todos os vasos linfáticos têm válvulas
unidirecionadas que impedem o refluxo.
 Os vasos passam através dos linfonodos, que
contem grande quantidade de linfócitos e atuam
como filtros confinando organismos infecciosos.
 Quando o corpo é invadido por micro-
organismos, os linfócitos dos linfonodos
próximos ao local da invasão começam a se
multiplicar ativamente para combater os
invasores.
 Ocorre uma liberação de substâncias que atraem
linfócitos e macrófagos tornando o gânglio
bastante aumentado de tamanho e doloroso, a
que se dá o nome de linfonodomegalia,
adenomegalia ou íngua.
As adenomegalias podem ser decorrentes de:
 Processos infecciosos – tuberculose ganglionar,
mononucleose, paracoccidiomicose, etc.
 Invasão carcinomatosa – câncer de mama,
pulmão, estômago etc.
 Doenças hematopoiéticas primárias – leucemias
e linfomas.
 Outras – hipertireoidismo, dermatite seborreica,
gengivite etc.
Exame físico
 Investigação sistemática dos gânglios linfáticos,
que é realizada inicialmente pela inspeção e
complementada pela palpação.
 A palpação é realizada com as polpas digitais e a
face ventral dos dedos médio, indicador e anular.
 Posiciona-se de frente para o paciente.
 Devem ser pesquisados: Grupo ganglionar da
cabeça e pescoço, axilas e das virilhas.
As seguintes características devem ser analisadas:
 Tamanho em centímetros ou comparativos-
maiores que 3 cm requerem investigação.
 Número.
 Consistência (duro, mole).
 Mobilidade (móveis ou aderentes).
 Sensibilidade (dolorosos ou indolores).
 Alterações da pele (presença de sinais flogísticos,
fistulização, pigmentação etc.
Cecília Gabrielle Lima Matos - 3º PERÍODO
ORDEM DO EXAME FÍSICO DOS LINFONODOS:
 Orelha: pré-auricular, retro-auricular e occiptal.
 Mandíbula: tonsilar, submandibular e
submentoniano.
Obs.: coloca uma mão na parte superior da cabeça e traciona o
pescoço pra um lado pra deixar a musculatura mais livre e avalia
o linfonodo com um mão de cada vez (traciona pro lado a ser
avaliado).
 Pescoço: cervical anterior, posterior (próximo ao
trapézio) e supraclavicular.
 Axilar: anterior, médio e posterior.
Obs.: avalia-se com a mão em forma de pinça.
 Retrotroclear.
 Linfonodo inguinal (paciente deitado).
 Fossa poplítea: com o paciente deitado, pede pra
relaxar a perda e dobrar o joelho pro lado ou em
decúbito ventral avalia-se com a perna
levantada.
Obs.: A palpação deve ser digital ou bidigital em movimento
circular.
Como realizar a prova do laço?
1. Medir a pressão arterial.
2. Insuflar novamente o manguito até o ponto
médio entre a pressão arterial máxima e mínima.
3. Manter o anguito insuflado por 5 minutos em
adultos e 3 minutos em crianças.
4. Soltar o ar do manguito, retirá-lo do braço do
paciente e procurar por petéquias no antebraço
abaixo da prega do cotovelo.
5. Escolher o local de maior concentração de
petéquias e marcar um quadrado com 2,5 cm de
lado.
6. Contar o número de petéquias dentro do
quadrado.
7. Considerar positiva quando houver 20 ou mais
petequias em adultos e 10 ou mais em crianças
(sugestivo de plaquetopenia).

Mais conteúdos dessa disciplina