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UNOPAR - UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ Sistema de Ensino A DISTÂNCIA CURSO DE PEDAGOGIA JOSELANE RODRIGUES DOS SANTOS PROJETO DE ENSINO EM pedagogia Cidade 2020 Cidade 2020 Cidade Cidad Ruy Barbosa 2023 JOSELANE RODRIGUES DOS SANTOS PROJETO DE ENSINO EM PEDAGOGIA Projeto de Ensino apresentado à UNOPAR, como requisito parcial à conclusão do Curso de Pedagogia. Docente supervisor: Prof. Giovana Beatriz Romero Unopar 2023 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 3 1 TEMA 4 2 JUSTIFICATIVA 5 3 PARTICIPANTES 6 4 OBJETIVOS 7 5 PROBLEMATIZAÇÃO 8 6 REFERENCIAL TEÓRICO 9 7 METODOLOGIA 10 8 CRONOGRAMA 11 9 RECURSOS 12 10 AVALIAÇÃO 13 CONSIDERAÇÕES FINAIS 14 REFERÊNCIAS 15 INTRODUÇÃO É da natureza humana a questão da criação, da capacidade de inventar ou modificar a realidade. A arte muitas vezes é protagonista, outras coadjuvantes, mas sempre presente como campo inesgotavelmente explorado em todas as épocas da sociedade humana. Dialogar com as informações é refletir a arte na educação pela ótica da tecnologia e acelerar o desenvolvimento pessoal e cognitivo, resultando em individuais cientes de sua identidade cultural, capazes de compreender o rápido processo de transformação da sociedade. Diante disso, o tema de pesquisa deste trabalho: “As tecnologias de comunicação e informação como suporte no desenvolvimento das capacidades e habilidades artísticas”, e é definido pela seguinte questão: A tecnologia pode melhorar a aula de artes, criando um ambiente propício ao desenvolvimento da criatividade e o desenvolvimento da motivação. Conhecimento artístico? Em primeiro lugar, a tecnologia pode ser um aliado muito poderoso no ambiente educacional, e analisar se ela pode melhorar a dinâmica do currículo de artes. À medida que os objetivos são revelados, surgem hipóteses sobre questões de que o uso da tecnologia pode ser positivo ou negativo, proporcionando ou não maior dinamismo às aulas de arte. Dessa forma, explorar o conhecimento prévio dos alunos sobre as ferramentas que podem utilizar em sala de aula proporciona maior motivação para o aprendizado da arte. Existem várias ferramentas tecnológicas que podem ajudar neste processo, mas este estudo valida essencialmente a utilização de computadores e se estas ferramentas têm um efeito positivo no ensino das artes. 7 TEMA Tema: As Tecnologias de Comunicação e Informação como Suporte no Desenvolvimento das Capacidades e Habilidades Artísticas. A área de concentração escolhida foi a letra a) Ensino e Aprendizagem das Artes Visuais A proposta dessa linha é analisar os aspectos do processo de ensinar e aprender nas diversas linguagens das Artes Visuais e níveis de ensino. Organizar situações de ensino e aprendizagem com propostas alternativas, inclusivas, socializadoras e criativas, procurando interagir e ampliar os conhecimentos acerca da arte e de como ela pode contribuir para um ensino e aprendizagem que além das particularidades de suas linguagens, respeita a diversidade humana, bem como suas diferenças culturais. O Presente trabalho contém atividades práticas sobre o tema Arte e Mídia “As Tecnologias de Comunicação e Informação como Suporte no Desenvolvimento das Capacidades e Habilidades Artísticas. Os Poderes que as Artes têm diante das pessoas são imensos e a escola não pode vendar os olhos a isso. O mesmo acontece com as Mídias que têm o poder total das preferências de todos os públicos. Diante dessa concentração de audiência, escolhi o tema para trabalharmos de forma unificada e interdisciplinar a fim de amenizar problemas detectados na Unidade Escolar: "A falta de interesse dos alunos às aulas". Nesse contexto, oferecer à comunidade escolar, prazeres como as Artes e as Mídias, farão com que eles se sintam estimulados, valorizados e convidados a participarem efetivamente. As Mídias passam a configurar novas maneiras para os indivíduos utilizarem e ampliarem suas possibilidades de expressão, constituindo novas interfaces para captarem e interagirem com o mundo. Fazendo junção às Artes, terão um trabalho muito mais produtivo e encantador. As Mídias são ótimos recursos para envolver os discentes em atividades que são desafiadoras, problematizadoras e criadoras. Através da Internet podem-se construir inúmeros conhecimentos. Nossos alunos tornam-se pesquisadores; informados; escritores; compradores; autodidatas... Nossos alunos deixam as cadeiras da passividade (assistir aulas), para as cadeiras da interação e produção (escrever, produzir, baixar vídeos, músicas, postar fotos, montar blogs, relacionar-se com pessoas de todo Planeta...). JUSTIFICATIVA O ato de planejar faz parte da história do ser humano, pois o desejo de transformar sonhos em realidade objetiva é uma preocupação marcante de toda pessoa. Em nosso dia-a-dia, sempre estamos enfrentando situações que necessitam de planejamento, mas nem sempre, as nossas atividades diárias são delineadas em etapas concretas da ação, uma vez que já pertencem ao contexto de nossa rotina. Entretanto, para a realização de atividades que não estão inseridas em nosso cotidiano, usamos os processos racionais para alcançar o que desejamos. Planejamento é processo de busca de equilíbrio entre meios e fins, entre recursos e objetivos, visando o melhor funcionamento das atividades humanas. O ato de planejar é sempre processo de reflexão, de tomada de decisão sobre a ação; processo de previsão de necessidades e racionalização de emprego de meios (materiais) e recursos (humanos) disponíveis visando à concretização de objetivos em prazos determinado e etapas definidas, a partir dos resultados das avaliações" (PADILHA. 2001 p.30) Entendemos que planejar, em sentido amplo è um processo que "visa dar respostas a um problema, estabelecendo fins e meios que apontem para sua superação, de modo a atingir objetivos antes previstos, pensando e prevendo necessariamente o futuro", mas considerando as condições do presente, as experiências do passado, os aspectos contextuais e os pressupostos filosóficos, culturais, econômicos e político de quem planeja e com quem se planeja. Planejar é uma atividade que está dentro da educação, visto que esta tem como características básicas: evitar a improvisação, prever o futuro, estabelecer caminhos que possam nortear mais apropriadamente a execução da ação educativa, prever o acompanhamento e a avaliação da própria ação. “Planejar e avaliar andam de mãos dadas” (LIBÂNEO, 1992, p.221). A partir dessas questões o entendimento do conceito de participação, do trabalho associado de pessoas analisando situações, decidindo sobre seu encaminhamento e agindo sobre elas em conjunto, deve ser o eixo norteador das ações propostas. PARTICIPANTES O trabalho foi desenvolvido e aplicado sob uma abordagem descritiva, partindo inicialmente do estudo de campo com observação de prática de sala de aula a fim de reconhecer inicialmente as realidades das turmas a serem trabalhadas, após este momento foi realizado a conversação com coordenadora que possibilitou ficar a par dos conteúdos programáticos selecionados para e como poderia adequar o projeto a realidade existente. A proposta é analisar os aspectos do processo de ensinar e aprender nas diversas linguagens das Artes Visuais e níveis de ensino. Organizar situações de ensino e aprendizagem com propostas alternativas, inclusivas, socializadoras e criativas, procurando interagir e ampliar os conhecimentos acerca da arte e de como ela pode contribuir para um ensino e aprendizagem que além das particularidades de suas linguagens, respeita a diversidade humana, bem como suas diferenças culturais. De acordo com Ana Mae Barbosa a Arte é surpreendente e essencial, tanto para o educador quanto para o educando e em defesa desse ensino que a educanda afirma: a arte como uma linguagem aguçadora dos sentidos transmite significados que não podem ser transmitidos por intermédio de nenhum tipo de linguagem, tais como a discursiva e a cientifica”. Dentre as artes, os visuais,tendo a imagem como matéria prima torna possível a visualização de quem somos, onde estamos e como sentimos. A falta de interesse dos alunos às aulas é evidente e nesse contexto, oferecer à comunidade escolar, prazeres como as Artes e as Mídias, farão com que eles se sintam estimulados, valorizados e convidados a participarem efetivamente. As Mídias passam a configurar novas maneiras para os indivíduos utilizarem e ampliarem suas possibilidades de expressão, constituindo novas interfaces para captarem e interagirem com o mundo. As Mídias são ótimos recursos para envolver os discentes em atividades que são desafiadoras, problematizadoras e criadoras. Através da Internet podem-se construir inúmeros conhecimentos. OBJETIVOS O trabalho foi desenvolvido a fim de contribuir para uma mudança, a de levar os alunos a desenvolverem com entusiasmo as aulas de arte. Com o objetivo de desenvolver no aluno uma curiosidade pelas Artes Plásticas e por outras Artes, utilizando as Mídias como canal de apresentação. Ao verificar estes aspectos, foram então planejadas atividades e metodologias para o desenvolvimento do tema proposto. Com metodologias parecidas, mas adequadas a cada realidade foi possível conseguir obter resultados esperados. Ao início do projeto pode-se dizer que o desenvolvimento das atividades não foi tão satisfatório como o esperado, porém ao longo do desenvolvimento foi notável a mudança em relação ao desenvolvimento e ao aprendizado dos referidos alunos. Assim posso afirmar que o Projeto de Arte desenvolvido obteve um resultado satisfatório uma vez que conseguiu contemplar os objetivos propostos em sua totalidade, atingindo ao maior número de educandos possível. PROBLEMATIZAÇÃO A pesquisa desenvolvida salienta e se firma através das narrativas das professoras, que a Arte deve ser vista como forma de expressão e manifestação de sentimentos, emoções e conhecimentos que estão intimamente relacionadas com a percepção de mundo e imaginação de cada criança. A criança na educação infantil explora os sentidos em tudo que faz. Através da realização de atividades artísticas ela desenvolve sentimento, auto estima, capacidade de representar o simbólico. A arte pode ir além de uma atividade prática e precisa ser compreendida como um processo que envolve sentimentos e emoções. Por fim, foi possível perceber através da pesquisa e da análise das narrativas que a Arte é vista como importante tema gerador a ser trabalhado diariamente nas Escolas de Educação Infantil, e que cabe ao professor planejar e incluir esse conceito respeitando a diversidade, o tempo e a maneira com que cada criança relaciona-se com a arte no processo de construção do conhecimento. REFERENCIAL TEÓRICO A arte, numa perspectiva histórica, pode ser identificada como uma ciência que vem percorrendo um longo caminho para ter seu reconhecimento institucional. O ensino de Arte no Brasil, ao longo do tempo, passou por diversos métodos, na maioria das vezes importados sem a devida adaptação, desde a colonização com os jesuítas, impondo a separação entre a retórica e a manufatura e negando a cultura indígena, passando pelo século XIX com a negação do barroco em favor do neoclássico. Já no século XX, havia uma grande preocupação com o ensino de Arte que até então se resumia ao ensino do desenho, este visto como um importante meio para formação técnica. A disciplina Desenho, apresentada sob a forma de Desenho Geométrico, Desenho do Natural e Desenho Pedagógico, era considerada mais por seu aspecto funcional do que uma experiência em arte. (BRASIL, 2000, p. 25). Em meados da segunda metade do século XX, a pedagogia experimental sinalizava um novo lugar para arte na educação. No momento em que a criança conquista seu lugar como sujeito, com características próprias, deixando de ser apenas um projeto de adulto, o desenho infantil passa ser objeto de estudo cognitivo. Com a Semana da Arte Moderna em 1922, os modelos de educação técnica voltada para o trabalho, com forte identificação ao estudo do desenho clássico e do desenho geométrico, começaram a ser contestados, passando a valorizar a expressão infantil. No início dos anos 30, também começaram a ganhar espaço no Brasil escolas especializadas em arte para crianças e adolescentes. No final dos anos 40, o ensino de arte conquista mais espaços fora dos muros da escola com as “Escolinhas de Arte” implantadas em vários pontos do país. Este movimento visava a um ensino de arte pautado na livre expressão, como um rumo alternativo na busca de uma identidade ainda desconhecida. Segundo Ana Mãe Barbosa, a Escolinha de Arte, em parceria com o governo, promoveu vários cursos de formação de professores, com “uma enorme influência multiplicadora, chegando a haver 32 Escolinhas no país” (BARBOSA, 2003). Nos anos 70, a apresentação dos programas reflete influência da tendência tecnicista. O ensino de arte é fortemente influenciado pelas idéias de Lowenfeld e Herbert Read, o que levará ao espontaneísmo, ao laissez-faire, na maioria das escolas. A Lei de Diretrizes e Bases nº 5.692/71 é tecnicista e incita à profissionalização; o trabalho pedagógico fragmentou-se para tornar o sistema educacional efetivo e produtivo. Através dessa lei, foi instituída no currículo a Educação Artística, reunindo todos os tipos de linguagem tornando o ensino de artes polivalente. A promulgação da lei, sem prever anteriormente a formação dos professores e sua qualificação, enfraqueceu a qualidade de ensino, ao invés de promover melhorias nas condições já existentes. (BEMVENUTI, 1997, p. 44). Em 1973, criaram os cursos superiores em Educação Artística, uma formação com duas opções, a licenciatura curta em dois anos e a licenciatura plena em quatro anos. Com cursos de curta duração e um currículo abrangente que propunha conhecimentos de música, artes plásticas e teatro, os professores conheciam superficialmente as linguagens e conduziam o ensino sem uma concepção filosófica adequada, sem a essência do ensino de arte. Com ausência de formação continuada consistente, conhecimentos básicos de arte, os professores sentem-se despreparados, inseguros e sem capacidade e disposição de tempo para aprofundar seus conhecimentos, nem para explicitar, discutir e praticar um planejamento mais consistente de educação e arte, e passam a apoiar-se nos livros didáticos de Educação Artística produzidos desde o final da década de 70. Nas escolas, a arte ocupa apenas o lugar de relaxamento, lazer, sendo ignorada como área de conhecimento. Com a nova LDB (lei nº 9.394/96), é extinta a Educação Artística e entra em campo a disciplina Arte, reconhecida oficialmente como área de conhecimento. O artigo 26 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, em seu § 2º, dispõe que: § 2º. O ensino da arte constituirá componente curricular obrigatório, nos diversos níveis da educação básica, de forma a promover o desenvolvimento cultural dos alunos. Essa mudança não foi apenas nominal, mas de toda a estruturação que envolve o tratamento de uma área de conhecimento. De atividades esporádicas de cunho mais próprio de relaxamento e recreação, passa-se ao compromisso de construir conhecimentos significativos em arte. Artes visuais, como um conjunto de manifestações artísticas, compreendem todo o campo de linguagem e pensamento sobre olhar e sentido do ser humano. As Artes que normalmente lidam com a visão como seu meio principal de apreciação costumam ser chamadas de Artes Visuais. Porém as artes visuais não devem ficar restringidas apenas ao visual, pois, através dessas manifestações artísticas (desenho, pintura, modelagem, recorte colagem entre outros), há vários significados que o artista deseja passar Segundo Panofsky (1989), uma obra de arte deve ser definida como um “objeto feito pelo homem que exige ser esteticamente experenciado”. As Artes Visuais são linguagens, por isso é uma forma muito importante de expressão e comunicação humana. O ensino de Arte aborda uma série de significações, tais como: o senso estético, a sensibilidade e a criatividade.Atualmente, algumas ações estão interferindo qualitativamente no processo de melhoria do ensino e aprendizagem de Arte. Os Parâmetros Curriculares Nacionais de Arte destacam que: Dentre as várias propostas que estão sendo difundidas no Brasil na transição para o século XXI, destacam-se aquelas que têm se afirmado pela abrangência e por envolver ações que, sem dúvida, estão interferindo na melhoria do ensino e da aprendizagem de arte. Trata-se de estudos sobre a educação estética, a estética do cotidiano, complementando a formação artística dos alunos. Ressalta-se ainda o encaminhamento pedagógico- artístico que tem por premissa básica a integração do fazer artístico, a apreciação da obra de arte e sua contextualização histórica. (PCN, 2000, p. 31). Podemos destacar a “Proposta ou Metodologia Triangular” difundida e orientada por Ana Mãe Barbosa, que vem se afirmando por sua maior abrangência cultural. Essa proposta pedagógica integradora tem por base trabalhar três vertentes do conhecimento em arte: o fazer artístico, a leitura da imagem e a contextualização histórica. Outra ação que está interferindo na melhoria do ensino e da aprendizagem de Arte se refere a estudos sobre a educação estética do cotidiano, complementando a formação estético-artística dos alunos. METODOLOGIA O Trabalho foi desenvolvido e aplicado sob uma abordagem descritiva, partindo inicialmente do estudo de campo com observação de prática de sala de aula a fim de reconhecer inicialmente as realidades das turmas a serem trabalhadas, após este momento foi realizado a conversação com coordenadora que possibilitou ficar a par dos conteúdos programáticos selecionados para e como poderia adequar o projeto a realidade existente. Num terceiro momento, foi realizado o planejamento das aulas práticas a serem ministradas por mim. Após o planejamento, foi então iniciada a prática de sala de aula com a minha introdução como regente estagiaria. Paralelamente a realização do estágio, era feita a análise dos dados referentes ao desenvolvimento do projeto e a sua aplicabilidade na sala de aula e, por fim, a conclusão com verificação do alcance dos fins proposto. Esta prática foi realizada mediante autorização do gestor da unidade escolar, bem como da docente da disciplina de Arte das turmas. Este período foi de estrema importância para meu aprendizado e futuro profissional, levarei muitos conhecimentos para um futuro na atuação da área, fiquei encantada com a experiência de poder ensinar e ver o desenvolvimento de cada criança, a alfabetização é muito interessante, ver o processo de aprendizagem na leitura e contagens poder observar e acompanhar os seus desenvolvimentos. Procurei dá o melhor para obter bons resultados, e com muito esforço, apesar das dificuldades que encontrei, acredito ter alcançados os objetivos propostos. CRONOGRAMA Escola: Escola Municipal José Sampaio do Lago Disciplina: Arte Data Turno e Horário Detalhamento das Atividades 17/04/2023 Manhã – 08:00 às 10:00 Diálogo com a Direção – Carta de Apresentação. 18/04/2023 Manhã – 08:00 às 10:30 Observação – Aulas de Arte na turma do 4º Ano B – Matutino. 25/04/2023. Manhã – 08:00 às 10:30 Observação – Aulas de Arte na turma do 4º Ano B – Matutina. 26/04/2023 Noite – 20:00 às 22:00 Elaboração dos Planos de Aula. 28/04/2023 Noite – 20:00 às 22:00 Elaboração dos Planos de Aula.. 02/05/2023 Manhã– 08:00 às 09:00 Regência. 09/05/2023 Manhã– 08:00 às 09:00 Regência. 23/05/2023 Manhã– 08:00 às 09:00 Regência. 30/05/2023 Manhã– 08:00 às 09:00 Regência. 06/06/2023 Manhã– 08:00 às 09:00 Regência. 13/06/2023 Manhã– 08:00 às 09:00 Regência. 14/06/2023 Noite– 20:00 às 21:00 Elaboração do Roteiro de Entrevista. 15/06/2023 Manhã– 08:00 às 10:00 Roteiro de Entrevista. RECURSOS Atualmente vivemos em um mundo pós-moderno, em que tudo gira em torno de tecnologias. Qualquer lugar em que se vá, depara-se com informações que são processadas e compartilhadas em tempo real por meio das mídias digitais. A cada dia são apresentadas inovações tecnológicas, que trazem benefícios para sociedade, seja nas áreas da informação, transporte, educação, saúde entre outras. Devido a essas exigências sociais atuais, busca-se por meio da realização dessa pesquisa bibliográfica, discutir os benefícios dos recursos tecnológicos na Educação de Jovens e Adultos e analisar os problemas que necessitam ser solucionados para uma utilização eficaz desses recursos para o processo de ensino e aprendizagem nesta modalidade de ensino. Este artigo visa também refletir sobre as dificuldades que a educação infantil enfrenta e como as tecnologias podem saná-las, além de refletir o papel da escola, do professor e do governo na promoção de uma educação democrática menos excludente que esteja em acordo com uma sociedade na Era da Informação . AVALIAÇÃO A avaliação é um dos componentes essenciais do planejamento de ensino, sendo ela determinante para o processo educativo, ao se pensar em avaliação devemos pensar em um instrumento como meio de diagnóstico, de investigação do processo ensino aprendizagem, sendo assim, ela assume uma dimensão formadora, contribuindo para o desenvolvimento do aluno e, ao mesmo tempo, permite ao professor verificar sua prática pedagógica. A avaliação deve possibilitar o trabalho como novo, numa dimensão criadora e criativa que envolva o ensino e a aprendizagem. Para fundamentar melhor essa ideia (LIMA 2002, p.107) acrescenta: “[...] a avaliação deve servir para acompanhar o desempenho no presente, orientar as possibilidades de desempenho futuro e mudar as práticas insuficientes, apontando novos caminhos para superar problemas e fazer emergir novas práticas educativas”. Pensar em avaliação, ainda hoje, é pensar em resultados, é atribuir valores, é perceber a totalidade da aprendizagem que alunos obtêm em determinados níveis de ensino ou anos. Não é difícil encontrar educadores que ainda só avalia para verificar a aprendizagem final do processo deixando de se preocupar com os avanços ou progressos contínuos dos alunos. Neste contexto Zabala diz que: Basicamente, a avaliação é considerada como um Instrumento sancionador e qualificador, em que o sujeito da avaliação é o aluno e somente o aluno e o objeto da avaliação são as aprendizagens realizadas segundo certos objetivos mínimos para todos. (ZABALA, 1998, p. 195). Percebemos muitas vezes, que a avaliação da aprendizagem escolar para o educando é apenas uma ameaça. Isto porque, para ele, os objetivos a serem alcançados não ficam claros e isso faz com que não se preocupem com a essência do conteúdo e sim com a mera resolução de atividades mecânicas , sem relacionar com o contexto do seu dia a dia. O processo de avaliação tem como princípio norteador a verificação dos conhecimentos adquiridos, que possibilitem ao educando compreender o mundo onde ele vive. Apropriar-se de informações, estudar, pensar, refletir e dirigir suas ações são necessidades impostas no contexto histórico da humanidade e, assim, a prática pedagógica do professor precisa contribuir para essa formação. Portanto, para que isso possa ser capaz, é importante que no momento de avaliar os instrumentos, os critérios estejam bem definidos para avaliar os conteúdos estudados, possibilitando ao educando ficar mais seguro e confiante daquilo que está buscando ou construindo. Diante dessa circunstância (LUCKESI, 2011. p.17), afirma que "[...] o ato de avaliar é a forma de investigar o resultado que se espera, e o instrumento de avaliação deve conter sistematizado tudo que foi ensinado para o estudante e não pode ser perguntas aleatórias". Compreendemos que a avaliação não deve servir apenas para qualificar o aluno, mas sim um instrumento que visa contribuir para a compreensão das dificuldades de aprendizagens que os mesmos apresentam. A relação professor e educando, é um ato significativo neste aspecto, um fator muito importante nesse processo, é o diálogo entre ambos, para que essa relação possa ser fortalecida deve haverrespeito mútuo, para que o mesmo possa sentir seguro, discutir os valores que favorecem ao aluno, uma melhor responsabilidade e compromisso que poderão ajudar na sua formação enquanto cidadão. A escola deve trabalhar de forma que promova no aluno o pensamento crítico e a formação humana na totalidade, para que o mesmo possa relacionar com os outros grupos sociais e tenha condições de expor sua opinião. Sobre tudo ter condições de discutir as questões sociais. A escola não deve ser apenas o lugar onde forma o indivíduo para o trabalho, mas sim deve trabalhar de forma que acentue no aluno o valor do estudo e promova o na sua totalidade, ou seja, formando o indivíduo integralmente e autônomo para promover mudanças no meio em que vive. Para que isso aconteça professor/aluno devem estar sempre em sintonia um com o outro, tendo como objetivo comum a aprendizagem; ou seja, o domínio dos conteúdos. Nesse contexto de acordo com (FREIRE, 1996, p. 59) “Ensinar exige respeito à autonomia do educando”. Portanto o professor deve embasar suas aulas partindo das suas necessidades e avaliar como está sendo sua prática pedagógica para que não cometa erros e comprometa a formação do aluno. De acordo com (FREIRE, 1996, p. 38) “Ensinar exige reflexão crítica sobre a prática”. Nesse contexto, entendemos que a prática educativa do professor deve partir sempre do ponto de vista da necessidade do educando. A avaliação dessa prática deve estar vinculada à essência do conhecimento transmitido pelo professor e/ou que deveria ser assimilado pelo educando.. CONSIDERAÇÕES FINAIS Foi um período de estrema importância para meu aprendizado e futuro profissional, levarei muitos conhecimentos para minha atuação da área, fiquei encantada com a experiência de poder ensinar e ver o desenvolvimento de cada criança e adolescente, ver o processo de aprendizagem e poder observar e acompanhar os seus desenvolvimentos. Procurei dá o melhor para obter bons resultados, e com muito esforço, apesar das dificuldades que encontrei, acredito ter alcançados os objetivos propostos. A compreensão de quais objetivos a educação de hoje se propõe é indispensável à arte-educador, a fim de que a Arte cumpra seu papel social na escola, isto é, forme educandos capazes de aprender permanentemente com as artes visuais, sejam capazes de ler imagens de maneira crítica e tenham os sentidos voltados para o mundo que os rodeia, tornando-os sujeitos reflexivos e conhecedores da arte e do mundo. Não cabe mais o professor ser apenas técnico. Ele precisa ampliar sua capacidade reflexiva, ser dono de seu pensar e recuperar a centralidade da educação. Uma das posturas que pode vir a efetivar tais mudanças é todo professor ser e ensinar a ser pesquisador. REFERÊNCIAS ALBINATTI Maria Eugênia Castelo Branco. Artes visuais. Artes II. Belo Horizonte. 2008. BARBOSA, Ana Mãe. Arte Educação no Brasil: do modernismo ao pós-modernismo. São Paulo, 2003. Disponível em: http://www.revista.art.br/site-numero-00/anamae.htm Acesso em: 26 maio. 2015. BEMVENUTI, Alice. O que rompe o que continua. Para onde vamos mesmo? In: Seminário sobre o Ensino Superior de Artes e Design no Brasil. Salvador, 1997. BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Parâmetros Curriculares Nacionais: arte/Secretaria de Educação Fundamental. Caracterização da área de arte. 2. ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2000. Cap.1, p. 19-43. MELO, José Marques de; TOSTA, Sandra de Fátima Pereira. Mídia & educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2008. 111 p. PANOFSKY, Erwin. Significado nas artes visuais. Lisboa: Editorial Presença, 1989.439 p.