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Bases Biológicas Marli Aparecida Fernandes Rosa 1 PRÁTICA 1 Extração de DNA Vegetal OBJETIVO O objetivo dessa atividade prática é a identificação do DNA extraído a partir de material vegetal em solução de lise. METODOLOGIA ETAPA 01 – foi colocado ¾ de água (natural) no copo, acrescentado uma colher de detergente líquido incolor (sem mexer muito para não espumar) e uma colher de chá de sal de cozinha e misture bem com o auxílio de uma colher. Essa é a solução de lise que utilizou para extrair o DNA do material vegetal. ETAPA 02 – Picou-se o material vegetal (cebola) em pequenos pedaços – quanto menor eles forem, melhor, e foi colocado tudo dentro do recipiente (copo) com a solução de lise. Misturou-se tudo vagarosamente para evitar a formação de bolhas devido a presença de detergente na solução e cobriu com plástico filme o copo. Figura1 – Extração de DNA Vegetal 2 ETAPA 03 – Foi colocado o copo com o material em água já aquecida (Banho Maria no fogo baixo) por 20 minutos. ETAPA 04 – Retirou-se o copo com material de dentro da água quente e filtre o material utilizando o coador de café com papel filtro em um outro copo, colocando até a metade do copo. ETAPA 05 – Cobriu-se com papel filme o copo com material coado e dado banho de gelo e deixou-se esfriar por cerca de 5 minutos. ETAPA 06 – Retirou-se o copo do gelo e adicionou o álcool gelado (colocado no congelador um dia antes) com muito cuidado e pela parede do recipiente. O volume de álcool adicionado foi aproximadamente o mesmo do material filtrado, até encher o copo e deixado descansar um pouquinho. ETAPA 07 – Observou-se o DNA precipitando como uma nuvem esbranquiçada na divisa entre a água e o álcool, leva de 5 a 10 minutos para o DNA ficar visível, finalizando assim a extração de DNA. PRÁTICA 1 Extração de DNA Vegetal PRÁTICA 1 Extração de DNA Vegetal RESULTADOS E DISCUSSÃO Para este experimento foi utilizado: 1 Cebola grande, 1 Faca de cozinha, 2 Copos, 1 Colher de sopa, 1 Colher de chá, 1 Filtro de café, 1 Coador de café,1 Tábua de corte, Água, Plástico filme, Detergente incolor, Sal de cozinha, Panela com Água (Banho Maria), Álcool 92% (gelado) 1 par de Luvas de Procedimento (látex). Foi utilizado ¾ de água no copo, com uma colher de detergente e uma colher de chá de sal de cozinha(solução de lise). Em segundo momento foi picado a cebola em pequenos e colocado com a solução de lise. e cobriu com plástico. Foi colocado em banho maria por 20 minutos e filtrado e foi colocado para resfriar por cerca de 5 minutos e adicionado o álcool gelado e após observado o DNA precipitando como uma nuvem esbranquiçada na divisa entre a água e o álcool. Figura 2 – DNA cebola 4 PRÁTICA 1 Extração de DNA Vegetal CONCLUSÕES O detergente, por possuir um componente chamado de lauril sulfato de sódio, desnatura as membranas lipídicas e as proteínas, desintegrando os núcleos e os cromossomos das células da cebola, separando o DNA cromossômico. O sal misturado à água foi utilizado para neutralizar o DNA, que precipitará com o álcool gelado. O álcool gelado em solução salina proporciona uma solução heterogênea e faz com que as moléculas de DNA se aglutinem, formando a massa filamentosa e esbranquiçada. Outros experimentos podem também serem inseridos como experimento de extração de DNA como por exemplo, a extração de DNA das células de frutas do cotidiano como o mamão, banana, tomate e a uva, além de outros alimentos como a extração de DNA de cebola e do alho. https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/21/15/extraindo-o-dna-de-vegetais-uma-proposta-de-aula-pratica-para-facilitar-a-aprendizagem-de-genetica-no-ensino-medio PRÁTICA 2 Desnaturação de Proteínas Figura 1 –Proteína do Ovo OBJETIVO O objetivo dessa atividade prática é observar as alterações sofridas nas proteínas do ovo (albumina) e do leite (caseína) submetendo elas a diferentes tratamentos para que o processo de desnaturação aconteça, ou seja, a estrutura de uma proteína sendo mudada. METODOLOGIA A desnaturação da Albumina (proteína da clara do ovo) Etapa 1 – Pegou-se 3 ovos, quebrou-os e reservou apenas a clara foi adicionado uma clara em cada copo totalizando 3 copos com clara (ou recipientes transparentes). Etapa 2 - No primeiro copo já com a clara foi adicionado 2 colheres de água fervente 6 PRÁTICA 2 Desnaturação de Proteínas Etapa 3 - No segundo copo com a clara foi adicionado 2 colheres de vinagre Etapa 4 - E no terceiro copo com a clara foi adicionado 2 colheres de álcool Etapa 5 – Observou-se a proteína desnaturando em cada copo com a mistura do material, após alguns minutos foi possível observar a diferença na textura e foi ficando esbranquiçada, a clara do ovo sofre uma alteração que é visível. Figura 1 –Proteina do Ovo PRÁTICA 2 Desnaturação de Proteínas METODOLOGIA A desnaturação da Caseína (proteína do leite) Etapa 1 – Colocou-se 50 ml de leite integral em 2 copos (ou recipientes transparentes). Etapa 2 - No primeiro copo já com os 50 ml de leite, foi adicionado 15 ou 20 gotas de suco de limão. Etapa 3 - No segundo copo já com os 50 ml de leite, foi adicionado 1 colher de vinagre. Etapa 4 - Posteriormente aguardou-se alguns minutos e observou-se que o leite coalhou, formando um resíduo que se separa do líquido e ao filtrar conseguiu-se observar mais claramente, a desnaturação desta proteína. PRÁTICA 2 Desnaturação de Proteínas RESULTADOS E DISCUSSÃO Figura 2 – Desnaturação da Albumina e Caseína Foram utilizados neste experimento: 6 recipientes de vidro transparente, 3 ovos , álcool , água fervente, 100 ml Leite Integral, 1 Limão, Vinagre e 1 colher de sopa . Em Primeiro momento foi selecionado e separado o material a ser utilizado. Logo após iniciou-se com a desnaturação da Albumina e reservado para observação. Em segundo momento fez-se a desnaturação da Caseína e reservado para observação. PRÁTICA 2 Desnaturação de Proteínas CONCLUSÕES # Ao adicionar vinagre a Clara do Ovo houve a precipitação de albumina, hora como a concentração do vinagre foi grande, as cargas provenientes do vinagre entraram em contato com a parte proteica, e ao adicionar o vinagre na clara do ovo, ocorre uma interferência no pH da solução, isso ocorre, pois, a precipitação é intensa por se tratar um ácido forte e devido o pH estar abaixo do ponto isoelétrico. Assim sendo, a proteína de albumina presente na clara do ovo, precipitou. # Observou-se que a albumina reage de imediato com álcool etílico. A desnaturação ocorre por conta de o álcool que em contato com proteínas desnaturam a mesma. O álcool possui também ação desinfetante onde dissolve as proteínas por conta disso foi possível observar uma dissolução com pequenas coagulações PRÁTICA 2 Desnaturação de Proteínas # Ao adicionar o vinagre e limão no leite observou-se que a precipitação ocorre, pois, o Vinagre apresenta um pH ácido, quebrando as moléculas maiores, transformando em menores assim por causa da acidez muita alta já é suficiente para fazer a transformação física química do leite coagular. Assim sendo, a desnaturação do leite acorre por conta de o vinagre ser uma solução ácida, sendo um meio com pH extremos desnaturação em proteínas que se precipitam na formação de colho. PRÁTICA 2 Desnaturação de Proteínas Com este experimento, percebeu-se que as proteínas apesar de possuírem uma estrutura bastante organizada devido sua propriedade estas podem sofrer alterações em suas estruturas quando são desnaturadas, na tentativa de manterem-se com suas funções biológicas em funcionamento.