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FARMACOBOTANICA_Roteiro_Extensionista_ricardo[1]

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RICARDO RESENDE CORREIA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O projeto visa criar um uso racional de plantas medicinais nas comunidades.
RICARDO RESENDE CORREIA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 2024
 UBERABA-MG
Sumário 
1. DIAGNÓSTICO E TEORIZAÇÃO ........................................................................................ 2 
1.1 Identificação das partes envolvidas e parceiros .................................................................... 2 
1.2 Demandas e/ou situações problemas identificados .............................................................. 2 
1.3 Demanda sociocomunitária e motivação acadêmica ............................................................. 2 
1.4 Objetivos/resultados efeitos a serem alcançados (com relação ao problema identificado sob 
a ótica do público envolvido) ..................................................................................................... 2 
1.5 Referencial teórico (subsídio teórico para propositura de ações da extensão) ....................... 2 
2. PLANEJAMENTO PARA DESENVOLVIMENTO DO PROJETO .............................................. 3 
2.1 Identificação do público participante ................................................................................... 3 
2.2 Elaboração do plano de trabalho ......................................................................................... 3 
2.3 Descrição da forma de envolvimento do público participante na formulação do projeto seu 
desenvolvimento e avaliação. ................................................................................................... 3 
2.4 Cronograma do projeto ....................................................................................................... 3 
2.5 Equipe de trabalho (descrição da responsabilidade de cada membro) ................................... 4 
2.6 Metas, critérios ou indicadores de avaliação do projeto ....................................................... 4 
2.7 Recursos previstos ............................................................................................................... 4 
3. ENCERRAMENTO DO PROJETO ....................................................................................... 4 
3.1 Relato de Experiência Individual .......................................................................................... 4 
4. ELABORAÇÃO DO ARTIGO CIENTÍFICO ............................................................................ 5 
4.1 Propósito ............................................................................................................................ 5 
4.2 tipo de artigo ...................................................................................................................... 5 
4.3 preceitos éticos ................................................................................................................... 5 
4.4 Estrutura do Artigo de Relato de Caso .................................................................................. 6 
4.5 Da prática de plágio ............................................................................................................. 6 
ANEXO I – TERMO DE RESPONSABILIDADE e COMPROMISSO DE AUTORIA ......................... 7 ANEXO II – Modelo de Artigo Científico na Modalidade Relato de Experiência .................... 8 
 
 
 	 
1. DIAGNÓSTICO E TEORIZAÇÃO 
1.1 IDENTIFICAÇÃO DAS PARTES ENVOLVIDAS E PARCEIROS 
1.2 DEMANDAS E/OU SITUAÇÕES PROBLEMAS IDENTIFICADOS 
As ações extensionistas relativas ao uso correto das plantas medicinais foram destinadas aos funcionários e as famílias envolvida no programa da associação beneficente, Clara Mara Duarte.
1.3 DEMANDA SOCIOCOMUNITÁRIA E MOTIVAÇÃO ACADÊMICA 
A crença popular sustenta o uso de plantas medicinais. Apesar do conhecimento transmitido de geração em geração, para utilizá-los corretamente, é necessário saber sobre a planta e como prepará-los para uso farmacêutico (LORENZI e MATOS, 2002). Existem formas adequadas de uso e a ação terapêutica são influenciadas pela forma como a planta é preparada; além disso, muitas vezes, o uso de plantas para fins terapêuticos é feito sem orientação adequada. A falta de conhecimento sobre o esquema posológico e o tempo de uso da terapia, a identificação de farmacobotânicas incorretas e a falta de informações sobre reações adversas e interações medicamentosas representam riscos para a população (HEIMALL, BIELORY, 2004; NICOLETTI et al., 2007 ). 
1.4 OBJETIVOS/RESULTADOS EFEITOS A SEREM ALCANÇADOS (COM 
RELAÇÃO AO PROBLEMA IDENTIFICADO SOB A ÓTICA DO PÚBLICO ENVOLVIDO) 
 O objetivo dessa ação extensionista é incentivar o uso correto das plantas medicinais. Por meio de uma variedade de atividades, como workshops, palestras e criação de materiais informativos na instituição Beneficente.
1.5 REFERENCIAL TEÓRICO (SUBSÍDIO TEÓRICO PARA PROPOSITURA DE 
AÇÕES DA EXTENSÃO) 
 Um levantamento bibliográfico teórico com informações sobre algumas espécies de plantas medicinais usadas para fins medicinais foi realizado com o objetivo de popularizar o uso adequado das plantas medicinais (FERREIRA, SHIMABUKU JR, 2012; LOPES et al., 2015). Esta pesquisa produziu folders, ou materiais informativos, que forneceram informações básicas sobre algumas das plantas medicinais mais populares da população. O folder contém informações sobre o nome comum e científico da planta medicinal (nome botânico), a parte que é usada, como deve ser usada (interno ou externo), a indicação terapêutica, as maneiras de usá-la ou preparar os medicamentos (infusão). , inalação, maceração em água, maceração em álcool ou suco) e como não permitem o uso de uma planta medicinal .
 
 
2. PLANEJAMENTO PARA DESENVOLVIMENTO DO PROJETO 
2.1 IDENTIFICAÇÃO DO PÚBLICO PARTICIPANTE 
As ações extensionistas relativas ao uso correto das plantas medicinais foram destinadas aos funcionários e as famílias envolvida no programa da associação beneficente, Clara Mara Duarte. Sendo 37 famílias e 12 funcionários incluindo 17 homens e 20 mulheres 
2.2 ELABORAÇÃO DO PLANO DE TRABALHO 
Também foi elaborada uma palestra sobre o uso correto das plantas medicinais com apresentação de slides e demonstração prática da preparação das formas farmacêuticas a partir das espécies medicinais contidas nos folders. A duração da palestra foi de aproximadamente 45 minutos e enfatizou a identificação correta da espécie medicinal e o modo correto e adequado de preparo da forma farmacêutica. Ao final da palestra foram realizadas algumas perguntas relativas às principais indicações de algumas das plantas medicinais abordadas e foram oferecidos brindes (álcool gel) aos que responderem de forma correta.
2.3 DESCRIÇÃO DA FORMA DE ENVOLVIMENTO DO PÚBLICO 
PARTICIPANTE NA FORMULAÇÃO DO PROJETO SEU DESENVOLVIMENTO E AVALIAÇÃO. 
2.4 CRONOGRAMA DO PROJETO 
As ações de extensão sobre o tema “plantas medicinais” realizadas na UEMS/MN foram desenvolvidas por meio de projetos do Programa Institucional de Bolsas de Extensão (PIBEX), conforme relacionado na Tabela 1, e da atividade “Divulgando os benefícios da utilização de plantas medicinais”1 . Todas as ações foram realizadas no instituto.
Tabela 1 – Relação dos projetos de extensão do Programa Institucional de Bolsas de Extensão (PIBEX) sobre o tema “plantas medicinais” realizadas na UEMS/MN
	TÍTULO
	PÚBLICO-ALVO
	PERÍODO
	Criação e manejo de horto de plantas medicinais para ações educativas e benefícios à comunidade local2
	Agentes de saúde da Estratégia Saúde da Família.
	2023-2024
	Ações educativas utilizando plantas medicinais para os alunos das séries finais do ensino fundamental3
	Alunos e crianças do instituto 
	2023-2024
	Ações educativas utilizando plantas medicinais reconhecidas pelo SUS4
	
	2023-2024
2.5 EQUIPE DE TRABALHO (DESCRIÇÃO DA RESPONSABILIDADE DE CADA MEMBRO)
 A responsabilidade de cada membro é organizar os conteúdos e plantas por categoria e nomes.2.6 METAS, CRITÉRIOS OU INDICADORES DE AVALIAÇÃO DO PROJETO 
 
 Metas será descrita na atividade que é informa as pessoas da importância do nosso trabalho 
2.7 RECURSOS PREVISTOS 
Recursos previstos foram disponibilizados pela instituição e famílias.
 
3. ENCERRAMENTO DO PROJETO 
O encerramento do projeto aconteceu no dia 10/04/2024
3.1 RELATO DE EXPERIÊNCIA INDIVIDUAL 
No início, era necessário manter os dez canteiros do horto da instituição por meio de poda e capina, bem como combater os organismos que infestavam as plantas. Além das podas, foram feitas mudas, exsicatas de plantas medicinais e sachês, que são sacos plásticos com amostras de plantas secas. Os participantes das oficinas didáticas (descritas a seguir) recebidos como mudas, as exsicatas foram guardadas no Laboratório de Botânica da UEMS/MN e os sachês foram distribuídos aos participantes da Semana Acadêmica da UEMS/MN de 2017. 
Em março e julho, ocorreram oficinas instrucionais com agentes de saúde da Estratégia Saúde da Família, desde 2021. Os escritórios contaram com 24 pessoas, incluindo médicos, farmacêuticos, atendentes e agentes de saúde. Cada workshop durou quatro horas e incluiu uma atividade prática no Horto de Plantas Medicinais da UEMS/MN após a aplicação de um questionário e desenvolvimento da seção teórica.
A direção do INSTITUTO, chamou a ESF Vila Nova/Universitário para dar uma palestra em julho de 2021 sobre o uso de plantas medicinais no controle da diabetes e hipertensão. Após a palestra, que foi apresentada para um público de 18 pessoas, mudas de algumas das plantas foram distribuídas.
4. ELABORAÇÃO DO ARTIGO CIENTÍFICO 
4.1 PROPÓSITO 
A utilização de plantas para o tratamento ou prevenção de enfermidades está presente, na História, desde os primórdios. Os europeus que passaram a viver no Brasil absorveram dos indígenas os conhecimentos acerca das plantas medicinais que eram transmitidos e aprimorados de geração em geração (LORENZI; MATOS, 2008). Além da biodiversidade, destaca-se, também, a rica sociodiversidade brasileira compreendida pelos povos indígenas e comunidades tradicionais, conforme Medeiros e Crisóstimo (2013). De acordo com as autoras, tais comunidades são fontes de um acúmulo secular de conhecimentos empíricos transmitidos através dos tempos, tornando o emprego das mesmas uma prática comum na medicina popular. PLANTAS MEDICINAIS E AÇÕES DE EXTENSÃO: COMPARTILHANDO SABERES REVISTA BARBAQUÁ DE EXTENSÃO E CULTURA | VOL. 3 | N. 5 | JAN./JUN. 2019 25 Leal et al. (2016, p. 19) explicam que A medicina popular, rica em “mitos” e “magias” procurou ao longo dos tempos solucionar os males que afligiam a humanidade desde os aspectos físicos até os espirituais. Para tal, se beneficiou das relações estabelecidas com a natureza e foram as plantas os seus primeiros remédios.
4.2 TIPO DE ARTIGO 
 
4.3 PRECEITOS ÉTICOS 
Artigos que apresentam metodologias experimentais, devem apresentar obrigatoriamente o comprovante de aprovação pelos comitês de ética em pesquisa - Comitê de Ética e Pesquisa (CEP) ou Comitê de Ética no Uso de Animais (CEUA), através do Certificado de Apresentação para Apreciação Ética (CAAE). Este número deverá passar a ser citado, obrigatoriamente, na descrição da metodologia. São considerados experimentais os artigos que envolvam a compilação de dados através de entrevistas, aplicação de questionários, testes de tratamento, técnicas, análises de prontuários, aferições ou outros que envolvam a avaliação de dados de indivíduos. Para construção do seu artigo científico de relato de experiência, bem como na condução do projeto, não deve ser realizada nenhuma intervenção na comunidade, de modo a garantir a integridade e o respeito aos participantes envolvidos. 
 
O envio de artigos contendo metodologia experimental sem as devidas comprovações de cumprimento ético, conforme descrito acima, configura reprovação imediata, não cabendo recursos. 
 
4.4 ESTRUTURA DO ARTIGO DE RELATO DE CASO 
Um artigo científico deve ser claro, objetivo e estruturado. Deve ser baseado em evidências científicas sólidas e fundamentado em uma revisão bibliográfica. A linguagem deve ser técnica, mas acessível, possibilitando a leitura e compreensão dos leitores. 
 
A estrutura do artigo compõe-se de: a) Capa (apresentação) 
b) Resumo (150 a 250 palavras) 
c) Introdução (700 a 900 palavras) 
d) Metodologia (100 a 250 palavras) 
e) Resultados e Discussão (1500 a 2000 palavras) 
f) Considerações Finais (75 a 100 palavras) 
g) Referências bibliográficas (mínimo 10 referências) 
h) Anexos 
 
Ao final deste roteiro, você encontra no ANEXO II o modelo, com a devida padronização, segundo normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), fundamentais para a qualidade e a credibilidade dos trabalhos acadêmicos. 
 
4.5 DA PRÁTICA DE PLÁGIO 
O plágio é a prática de usar ideias, palavras ou trabalhos de outras pessoas sem atribuir o devido crédito, o que constitui uma violação séria da ética acadêmica. É uma forma de desonestidade intelectual que pode resultar em consequências graves, incluindo a perda de credibilidade e oportunidades acadêmicas. Você encontra, no Anexo I deste roteiro, o Termo de Responsabilidade e Compromisso de Autoria, que deve ser enviado ao tutor/docente como anexo do seu artigo. 
 
A constatação de plágio no conteúdo do artigo, em qualquer etapa, terá como consequência a atribuição da nota zero ao aluno no componente curricular extensionista, por contrariar o previsto na Lei n. 9.610/1998 (Lei de Direito Autoral), ensejando a sua responsabilização disciplinar a partir de procedimento administrativo, a ser instaurado pelo Coordenador da unidade/IES. A comunicação da identificação da prática de plágio será ser feita ao aluno, de forma cautelosa e reservada pelo tutor/docente, apresentandose os elementos objetivos que comprovem sua caracterização. Destaca-se ainda que a utilização de ferramentas de inteligência artificial para a redação do texto, em parte ou em sua totalidade, será caracterizada como plágio. 
 
 
 
 	 
ANEXO I – TERMO DE RESPONSABILIDADE E COMPROMISSO DE AUTORIA 
 
TERMO DE RESPONSABILIDADE E COMPROMISSO DE AUTORIA 
Eu, RICARDO RESENDE CORREIA matrícula nº 202209029811 declaro, para os devidos fins, que: REALIZEI O PROJEO DE EXTENSÃO 
1. Realizamos a leitura do Roteiro de Práticas Extensionistas e compreendi as normas estabelecidas para elaboração do artigo científico na modalidade Relato de Caso. 
2. Assumo total responsabilidade pela originalidade do Artigo que será elaborado e entregue por minha, razão pela qual isento de qualquer responsabilidade a esse respeito a Instituição de Ensino Superior (IES), a Coordenação do Curso e o tutor/docente; e que 
3. Tenho ciência de que o plágio constitui crime previsto no art. 184 do Código Penal Brasileiro e que arcarei com todas as implicações civis, criminais e administrativas caso incorra nesta prática. 
 
 
 
	UBERABA , 10 de ABRIL DE 2024 ______. 
 
ANEXO II – MODELO DE ARTIGO CIENTÍFICO NA MODALIDADE RELATO DE EXPERIÊNCIA 
 
FARMACOBOTANICA 
 
 
RICARDO RESENDE CORREIA 
 
 
 
 
 
Nome da Cidade da IES 
 04/2024
 
9
RESUMO 
 O Projeto de Extensão de Plantas Medicinais na Atenção Básica à Saúde foi criado na instituição em 2024. O objetivo é divulgar o conhecimento sobre as plantas medicinais e o uso adequado delas por meio de ações comunitárias, além de fornecer mudas cultivadas na horta medicinal da faculdade. 
Este projeto também produziu dois livros e vários estudos científicos. Este estudo empregou metodologias exploratórias e descritivas estruturadas a partir de pesquisa quantitativa. 
O Projeto realizou mais de 55 ações sociais desde sua fundação, envolvendo 84 alunos do curso. Foram distribuídos cerca de 500 panfletos explicativos, 1000 mudas e 850 pessoas diretamente. 
 Este estudo empregou metodologias exploratórias e descritivas estruturadas a partir de pesquisa quantitativa o Projeto realizou mais de 55 ações sociais desde suafundação, envolvendo 84 alunos do curso. Foram distribuídos cerca de 16.000 panfletos explicativos, 5.250 mudas e 9.806 pessoas diretamente. Para promover o uso de plantas medicinais nas comunidades e coletar dados para produção técnico-científica, este projeto é crucial.
Palavras-chave: Estudos, Projeto, Plantas, medicinais
 
 
 
 
 INTRODUÇÃO 
As plantas são utilizadas para tratamento e prevenção de doenças desde a antiguidade, sendo que os europeus transmitiram conhecimentos sobre plantas medicinais aos povos indígenas do Brasil. Essa rica socio diversidade, compreendida pelos povos indígenas e comunidades tradicionais, também é um aspecto significativo da medicina brasileira. Estas comunidades proporcionam um estímulo secular ao conhecimento empírico, tornando o uso de plantas uma prática comum na medicina popular.
Leal et al. (2016, p. 19) explicam que
 A medicina popular, cheia de "mitos" e "magias", visava resolver problemas físicos e espirituais para os humanos, aproveitando sua conexão com a natureza e utilizando as plantas como seus primeiros remédios.
Uma planta medicinal é definida pela Resolução no 26/14 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) como um vegetal com propósito terapêutico porque a substância presente em sua matéria-prima funciona juntas para promover o objetivo medicinal. Esse conjunto de matéria é conhecido como fito complexo. O fitoterápico é o uso do fito complexo em sua forma natural, usando a planta ou suas determinações. Isso porque, mesmo quando apenas um componente é isolado com um objetivo específico, já pode ser considerado um fitofármaco. A Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) e a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicas (PNPMF) classificam a fitoterapia como uma prática integrativa e complementar que está incluída no Sistema Único de Saúde (SUS) (BRASIL, 2018). 
Seja na medicina tradicional, popular ou nos programas públicos de fitoterapia do SUS, as plantas medicinais e seus preparados são um dos principais recursos terapêuticos utilizados pela população brasileira no cuidado à saúde (CEOLIN et al., 2017). Os autores (CEOLIN et al., 2017, p. 79) acham que O Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicas visa promover o uso sustentável da biodiversidade brasileira, a inclusão social e regional, o desenvolvimento industrial e tecnológico e a valorização, valorização e preservação do conhecimento tradicional relacionado às comunidades tradicionais e indígenas (BRASIL, 2016). A formação técnico-científica e a capacitação de recursos humanos são fundamentais para o desenvolvimento de pesquisas, tecnologias e inovação em plantas medicinais e fitoterápicas. 
Os Parâmetros Curriculares Nacionais declaram que a saúde é um tema transversal na educação básica. A educação e a saúde estão ligadas, e a educação melhorou a saúde.
Da combinação desses dois eventos. A escola rapidamente é vista como uma organização capaz de se transformar em um local de promoção da saúde (BRASIL, 1998, p. 259). 
Mera et al. (2018) afirma que a temática das plantas medicinais pode ser usada para aumentar a conscientização sobre a diminuição da diversidade da flora. Além disso, ela pode conectar o conhecimento científico com o conhecimento empírico. De acordo com os autores indicados (MERA et al., 2018, p. 71), preservar o conhecimento tradicional significa contribuir significativamente para o processo de resgate e transmissão de conhecimentos para futuras gerações, permitindo que estes conhecimentos sejam transmitidos, evitando assim a perda gradual de sua expressão e, portanto, garantindo sua manutenção. 
As plantas medicinais são um tema gerador e integrador.
a educação ambiental, e as escolas podem ajudar a resgatar o conhecimento sobre plantas medicinais. O resgate do conhecimento popular sobre o uso de plantas medicinais trouxe novas perspectivas que facilitaram o aprendizado (LEAL et al., 2016).
Ao abordar a saúde como um tema transversal no currículo, a escola forma protagonistas que participam das decisões sobre a saúde individual e coletiva e valorizam a saúde como um direito e responsabilidade social. A ação terapêutica das plantas medicinais despertou o interesse dos alunos do ensino médio, pois a educação em saúde é um meio de promover, proteger a saúde e conquistar os direitos de cidadania.
METODOLOGIA 
Conforme mostrado na Tabela 1 e na atividade "Divulgando os benefícios da utilização de plantas medicinais" (1), os projetos do Programa Institucional de Bolsas de Extensão (PIBEX) foram usados ​​para desenvolver ações de extensão sobre o tema "plantas medicinais" na UEMS /MN. 
Todas as atividades foram realizadas no município de Novo Mundo/MS e os resultados são apresentados a seguir. O estudo ou trabalho com plantas medicinais exige conhecimento de conceitos e definições para que o tratamento e o entendimento destas matérias primas sejam padronizados, especialmente porque o emprego de plantas como recurso terapêutico segue culturas e regionalismos diversos. Com esta finalidade, a padronização, a RDC 26/2014 apresenta todos os conceitos atualmente usados sobre as plantas medicinais.
RESULTADOS E DISCUSSÃO 
O jardim da instituição era inicialmente mantido por 10 canteiros utilizando vaso e capina para controlar organismos que infestavam as plantas. Junto aos vasos foram produzidos mudas, coletados exemplares de plantas medicinais e distribuídas amostras aos participantes das oficinas educativas. Essas oficinas foram realizadas com agentes de saúde da Estratégia da Família (ESF) dos bairro da instituição 2024 . As oficinas envolveram 24 participantes, entre médicos, farmacêuticos, enfermeiros e agentes de saúde. Cada oficina teve duração de quatro horas, abrangendo questionário, desenvolvimento teórico e atividades práticas na horta de plantas medicinais. Em julho de 2018 foi realizada apresentação para a comunidade Vila Jose bairro da instituição beneficente sobre o tema plantas medicinais no controle do diabetes e hipertensão. Ao final da apresentação, algumas plantas foram distribuídas para um público de 18 pessoas. Para começar, os participantes responderam a um questionário para determinar seu conhecimento anterior sobre o assunto "plantas medicinais". Após a análise das respostas, ficou claro que, apesar da formação na área da saúde, o conhecimento sobre os cuidados com a identificação e a utilização correta das plantas era rudimentar. Plantas medicinais e ações de extensão: compartilhe conhecimento 
O boldo (Plectranthus barbatus) e a hortelã (Mentha spp.) são usados ​​para problemas gastrointestinais e a cidreira (Lippia alba) e a hortelã (Mentha spp.) para resfriados e cólicas. 
O conteúdo da seção teórica foi abordado por meio de uma exposição dialogada. O histórico e os os benefícios da utilização de plantas medicinais, o desenvolvimento de princípios ativos, conceitos fundamentais de morfologia, fisiologia e sistemática vegetal de plantas com efeito terapêutico, e as principais técnicas de cultivo, propagação e manejo de plantas medicinais. Em seguida, foram distribuídos resumos de trabalhos científicos sobre plantas medicinais utilizadas na saúde pública. Isso foi feito para que o grupo pudesse fazer uma discussão sólida e pensar nas possibilidades da vida real com base na experiência de outros profissionais.
A parte prática do workshop foi realizada no laboratório UEMS/MN e consistia na observação em lupa e critérios de materiais biológicos como rizomas, folhas e inflorescências. Também foram fornecidos livros relacionados ao assunto para consulta. Os participantes também visitaram o Horto de Plantas Medicinais e e puderam reconhecer algumas plantas abordadas na parte teórica da ação
 
 
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS 
Esse projeto provou ser um instrumento importante para os estudantes interagirem com a comunidade. A população tem acesso às mudas e também recebe instruções sobre o uso seguro de plantasmedicinais por meio de palestras e panfletos. 
Além disso, a troca de informações entre os alunos e a comunidade fornece material étnico-farmacológico e técnico-científico, que dá origem a uma variedade de trabalhos científicos, ampliando o conhecimento da comunidade acadêmica sobre as plantas medicinais, como elas são usadas pela população e confirmando as informações que a comunidade apareceu.
 
5 REFERÊNCIAS 
Plantas medicinais 2024.org.br funcionamentoeestrutura2354654654.com
COSTA, V. P.; MAYWORM, M. A. S. Plantas medicinais utilizadas pela comunidade do bairro dos Tenentes - município de Extrema, MG, Brasil. Rev. Bras. Plantas Med., Botucatu, v. 13, n. 3, 2024
ESAU, K. Anatomia das plantas com sementes. 10. reimpressão. São Paulo: Editora Edgard Blücher Ltda., 1990.
RADFORD, A. Fundamentals of Plant Systematics. Harper & Row, Pub. Inc. 1986

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